Vigilância epidemiológica



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2.2. Reações tardias
Também conhecidas como “Doença do Soro”, ocorrem de cinco a 24 dias após o uso da SAV. Os pacientes podem
apresentar febre, artralgia, linfoadenomegalia, urticária e proteinúria (fig. 74).
Fig. 74. “Doença do Soro”: lesões urticariformes generalizadas dez dias após
soroterapia. (Foto: J. C. Valencia)

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A incidência real destas manifestações é subestimada, pois muitos pacientes não retornam ao serviço em que
foram tratados ou não lhes foi chamada a atenção para, em caso de aparecimento da sintomatologia citada, procurar
novamente o médico. Os mecanismos mais prováveis incluem a formação de complexo imune entre antiveneno e veneno,
com ativação e consumo de Complemento.
Dependendo da intensidade das manifestações clínicas, pode-se utilizar um corticosteróide, como a prednisona,
na dose de 1 mg/kg dia (máximo de 60 mg) por cinco a sete dias.

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X - Insuficiência Renal Aguda (IRA)
Secundária a acidentes por animais peçonhentos
A Insuficiência Renal Aguda (IRA) é uma complicação grave dos envenenamentos produzidos por ofídios (gêneros
Bothrops e Crotalus), abelhas (múltiplas picadas), aranhas (gênero Loxosceles) e lagartas urticantes (gênero Lonomia).
A lesão anatomopatológica mais comumente descrita é a Necrose Tubular Aguda (NTA). Nos acidentes ofídicos são também
relatados nefrite intersticial e necrose cortical renal, esta última observada apenas nos acidentes botrópicos.
A patogênese da IRA não está ainda completamente elucidada. As lesões renais podem ser produzidas pela atuação
isolada ou combinada de diferentes mecanismos isquêmicos e/ou nefrotóxicos, desencadeados pelas atividades biológicas
dos venenos no organismo. (tabela 8)
Tabela 8
 Tipo de animal peçonhento e os possíveis mecanismos envolvidos na patogênese da IRA
+
+
+
+
+
+
+
* Coagulação intravascular disseminada
Em todas as situações acima, pode haver ação direta do veneno sobre o rim.
O diagnóstico da insuficiência renal aguda do tipo NTA deve ser suspeitado naquele paciente que, apesar de adequadamente
hidratado, normotenso e sem obstrução de vias urinárias, apresente oligúria (no adulto: volume urinário inferior a 400 ml/dia;
na criança: volume urinário inferior 0,5 ml/kg/hora) ou anúria (adultos: volume urinário inferior a 100 ml/dia; crianças:
volume urinário inferior a 0,1 ml/kg/hora). Excepcionalmente, a IRA pode se manifestar sem a ocorrência de oligúria ou anúria.
A confirmação é feita pela elevação dos níveis séricos de uréia (maior que 40mg/dl), de creatinina (maior que 1,5 mg/dl) e do
ácido úrico. Outros índices que podem auxiliar o diagnóstico da IRA são a diminuição da densidade, o aumento do sódio
urinário (maior que 40 mEq/l) e o índice creatinina urinária/creatinina plasmática inferior a 20.
A prevenção da IRA deve ser tentada em todo paciente acidentado por animal peçonhento. É realizada pela administração
precoce do antiveneno específico, tratamento da hipotensão arterial, do choque e manutenção de um estado de hidratação
adequada. Considera-se que este último objetivo é alcançado quando o fluxo urinário é de 1 ml a 2 ml/kg/hora nas crianças e
30 a 40 ml/h nos adultos. Os pacientes que, apesar da administração de líquidos em quantidade satisfatória, permaneçam em
oligúria ou anúria, devem ser medicados com furosemida por via venosa (1 mg/kg/dose na criança; 40 mg/dose no adulto).
A diurese osmótica pode ser tentada com a administração venosa de solução de manitol a 20% (5 ml/kg de peso na criança
e 100 ml no adulto).
Feito o diagnóstico de IRA secundária a acidentes por animais peçonhentos, o paciente deve ser encaminhado para
tratamento especializado.
O tratamento não difere daquele realizado na IRA de outras etiologias. Os envenenamentos que levam a mionecrose com
possível NTA de tipo hipercatabólico deverão ser encaminhados para tratamento dialítico o mais precocemente possível.
O prognóstico da IRA geralmente é bom, com recuperação funcional em prazo de aproximadamente quatro semanas.
Mecanismos Fisiopatológicos
Animais
Peçonhentos
CIVD*
Mioglobinúria
Hemoglobinúria
Hipotensão/choque
Bothrops
Crotalus
Loxosceles
Abelha
Lagarta (Lonomia)
+
+
+
+
+

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* O TC pode ser executado utilizando-se as mãos como fonte de calor.
XI - Técnica para determinação do
tempo de coagulação (TC)
a) O sangue deve ser retirado com seringa plástica, colhido sem espuma e sem dificuldade;
b) Distribuir 1 ml para cada um dos dois tubos de vidro (13x100mm), secos e limpos. Os tubos são colocados
em banho-maria a 37º C*;
c) A partir do quinto minuto, e a cada minuto, retira-se sempre o mesmo tubo para leitura;
d) A leitura se faz inclinando-se o tubo até a posição horizontal. Se o sangue escorrer pela parede, recolocar o
tubo no banho-maria. O movimento deve ser suave para evitar falso encurtamento do tempo;
e) O valor do TC será referido naquele minuto em que o sangue não mais escorrer pela parede interna do tubo,
quando inclinado;
f) O segundo tubo, que permaneceu em repouso no banho, confirmará o resultado;
g) Por essa técnica os valores normais para o TC variam entre sete e nove minutos.
Fig. 75: À esquerda, tubo com sangue incoagulável e sedimentação de hemácias; no centro, sangue
parcialmente coagulável seis horas pós-soroterapia; à direita, tubo com presença de coágulo 24 horas
pós-soro. (Foto: Acervo HVB/IB)
Observações:
• Os valores do TC variam pouco com o diâmetro do tubo empregado, mas sofrem variações com o volume de sangue adicionado,
com o número de inclinações do tubo ou com a temperatura do banho.
• No caso de acidentes por animais peçonhentos, pode-se considerar:
TC normal
TC prolongado
TC incoagulável
até 9 minutos
de 10 a 30 minutos
acima de 30 minutos

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XII - Aplicabilidade do método de ELISA no estudo do
envenenamento por animais peçonhentos
Métodos imunoenzimáticos para a detecção de veneno e antiveneno estão sendo desenvolvidos para auxiliar o
estudo do envenenamento por animais peçonhentos. Estes testes, contudo, ainda não estão disponíveis para uso de
rotina, sendo atualmente empregados em estudos piloto.
A técnica utilizada com maior freqüência é a do ensaio imunoenzimático de fase sólida (ELISA), em razão de sua
sensibilidade, reprodutibilidade, facilidade de execução e custo não muito elevado.
Os ELISAs têm sido atualmente empregados para:
1. Detecção de veneno
Esta técnica tem sido utilizada na detecção de veneno em sangue, urina e outros fluidos corporais de pacientes
recentemente picados. Como principal método imunodiagnóstico, permite a caracterização do gênero do animal envolvido
no acidente, como nos casos de envenenamento botrópico e laquético que apresentam quadros clínicos semelhantes.
Além disso, esta técnica pode ser  ainda empregada na quantificação e determinação da cinética do veneno circulante,
possibilitando a sua correlação com a gravidade do envenenamento. Alguns destes testes estão em fase de padronização
e têm sido utilizados para o diagnóstico diferencial dos acidentes por Bothrops atrox e Lachesis muta na região Norte
do país, e para a detecção de veneno em pacientes picados por Tityus serrulatus e por Crotalus durissus.
2. Detecção de soro heterólogo
A disponibilidade de ELISAs para a detecção de veneno e de antiveneno (IgG de cavalo contra veneno botrópico,
laquético, crotálico e escorpiônico) tem possibilitado a avaliação da eficácia das doses de antiveneno necessárias para
neutralizar o veneno circulante em pacientes de diferentes tipos de envenenamento com o objetivo de fornecer subsídio
para racionalizar a terapêutica com antivenenos específicos.

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XIII - Prevenção de acidentes e primeiros socorros
1. Ofidismo
1.1. Como prevenir acidentes
a) o uso de botas de cano alto ou  perneira de couro, botinas e sapatos evita cerca de 80% dos acidentes;
b) cerca de 15% das picadas atinge mãos ou antebraços. Usar luvas de aparas de couro para manipular folhas
secas, montes de lixo, lenha, palhas, etc. Não colocar as mãos em buracos;
c) cobras gostam de se abrigar em locais quentes, escuros e úmidos. Cuidado ao mexer em pilhas de lenha,
palhadas de feijão, milho ou cana. Cuidado ao revirar cupinzeiros;
d) onde há rato há cobra. Limpar paióis e terreiros, não deixar amontoar lixo. Fechar buracos de muros e frestas
de portas;
e) evitar acúmulo de lixo ou entulho, de pedras, tijolos, telhas, madeiras, bem como mato alto ao redor das casas,
que atraem e abrigam pequenos animais que servem de alimentos às serpentes.
1.2. Primeiros socorros
• lavar o local da picada apenas com água ou com água e sabão;
• manter o paciente deitado;
• manter o paciente hidratado;
• procurar o serviço médico mais próximo;
• se possível, levar o animal para identificação.
1.2.1. Não fazer
• não fazer torniquete ou garrote;
• não cortar o local da picada;
• não perfurar ao redor do local da picada;
• não colocar folhas, pó de café ou outros contaminantes;
• não oferecer bebidas alcoólicas, querosene ou outros tóxicos.
2. Aracnídeos (escorpiões e aranhas)
2.1. Como prevenir acidentes
a) manter jardins e quintais limpos. Evitar o acúmulo de entulhos, folhas secas, lixo doméstico, material de
construção nas proximidades das casas;
b) evitar folhagens densas (plantas ornamentais, trepadeiras, arbusto, bananeiras e outras) junto a paredes e
muros das casas. Manter a grama aparada;
c) limpar periodicamente os terrenos baldios vizinhos, pelo menos, numa faixa de um a dois metros junto das
casas;
d) sacudir roupas e sapatos antes de usá-los pois as aranhas e escorpiões podem se esconder neles e picam ao
serem comprimidos contra o corpo;
e) não pôr as mãos em buracos, sob pedras e troncos podres. É comum a presença de escorpiões sob dormentes
da linha férrea;
f) o uso de calçados e de luvas de raspas de couro pode evitar acidentes;

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g) como muitos destes animais apresentam hábitos noturnos, a entrada nas casas pode ser evitada vedando-se as
soleiras das portas e janelas quando começar a escurecer;
h) usar telas em ralos do chão, pias ou tanques;
i) combater a proliferação de insetos, para evitar o aparecimento das aranhas que deles se alimentam;
j) vedar frestas e buracos em paredes, assoalhos e vãos entre o forro e paredes, consertar rodapés despregados,
colocar saquinhos de areia nas portas, colocar telas nas janelas;
l) afastar as camas e berços das paredes. Evitar que roupas de cama e mosquiteiros encostem no chão. Não
pendurar roupas nas paredes; examinar roupas principalmente camisas, blusas e calças antes de vestir.
Inspecionar sapatos e tênis antes de usá-los;
m) acondicionar lixo domiciliar em sacos plásticos ou outros recipientes que possam ser mantidos fechados, para
evitar baratas, moscas ou outros insetos de que se alimentam os escorpiões;
n) preservar os inimigos naturais de escorpiões e aranhas: aves de hábitos noturnos (coruja, joão-bobo), lagartos,
sapos, galinhas, gansos, macacos, coatis, etc. (na zona rural).
2.2. Primeiros socorros
• lavar o local da picada;
• usar compressas mornas ajudam no alívio da dor;
• procurar o serviço médico mais próximo;
• se possível, levar o animal para identificação.
3. Abelhas e vespas
3.1. Como prevenir acidentes
a) a remoção das colônias de abelhas e vespas situadas em lugares públicos ou residências deve ser efetuada por
profissionais devidamente treinados e equipados;
b) evitar aproximação de colméias de abelhas africanizadas Apis mellifera sem estar com vestuário e equipamento
adequados (macacão, luvas, máscara, botas, fumigador, etc.);
c) evitar a aproximação dos ninhos quando as vespas estiverem em intensa atividade, cujo o pico é atingido
geralmente entre 10 e 12 horas;
c) evitar caminhar e correr na rota de vôo percorrida pelas vespas e abelhas;
d) evitar aproximar o rosto de determinados ninhos de vespas pois algumas esguicham o veneno no rosto do
operador, podendo provocar sérias reações nos olhos;
e) evitar a aproximação dos locais onde as vespas estejam coletando materiais: hortaliças e outras plantações,
onde procuram por lagartas e outros insetos para alimentar sua prole; flores (coleta de néctar); galhos,
troncos e folhas (coletam fibras para construir ninhos de celulose); locais onde haja água principalmente em
dias quentes, outras fontes de proteína animal e carboidratos tais como frutas caídas, caldo de cana-de-açúcar
(carrinhos de garapeiros), pedaços de carne e lixo doméstico;
f) barulhos, perfumes fortes, desodorantes, o próprio suor do corpo e cores escuras (principalmente preta e
azul-marinho) desencadeiam o comportamento agressivo e conseqüentemente o ataque de vespas e abelhas.
3.2. Primeiros socorros
• em caso de acidente, provocado por múltiplas picadas de abelhas ou vespas, levar o acidentado rapidamente
ao hospital e alguns dos insetos que provocaram o acidente;
• a remoção dos ferrões pode ser feita raspando-se com lâminas, evitando-se retirá-los com pinças, pois provocam
a compressão dos reservatórios de veneno, o que resulta na inoculação do veneno ainda existente no ferrão.

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4. Lepidópteros
4.1. Hylesia
Como prevenir acidentes
a) afastar-se de luminárias, principalmente com lâmpadas de mercúrio e fluorescente, quando ocorrer surtos de
Hylesia. Nestas ocasiões a troca das roupas de cama, antes de dormir, faz-se necessária, bem como a limpeza
de móveis por meio de pano úmido, retirando-se, dessa forma, as inúmeras e microscópicas cerdas.
4.2. Pararama
Como prevenir acidentes
a) para os trabalhadores em seringais é indicado o uso de luvas.
4.3. Lonomia
Como prevenir acidentes
a) os acidentes ocorrem geralmente na manipulação de troncos de árvores frutíferas e jardinagem (seringueiras,
araticuns, cedro, figueiras-do-mato, ipês, pessegueiros, abacateiros, ameixeiras, etc.). Verificar previamente a
presença de folhas roídas na copa, casulos e fezes de lagartas no solo com seu aspecto típico, semelhante a
grãos dessecados de pimenta-do-reino.
b) observar, durante o dia, os troncos das árvores, locais onde as larvas poderão estar agrupadas. À noite, as
taturanas dirigem-se para as copas das árvores para se alimentarem das folhas;
c) usar luvas de borracha, especialmente as pessoas que têm contato freqüente com as plantas.
Primeiros socorros
• lavar imediatamente a área afetada com água e sabão;
• usar compressas com gelo ou água gelada que auxiliam no alívio da dor;
• procurar o serviço médico mais próximo;
• se possível, levar o animal para identificação.
4.4. Coleópteros
Como prevenir acidentes
a) nas áreas geográficas de maior ocorrência de casos é aconselhável adotar a telagem de portas e janelas;
b) ao perceber que um potó pousou sobre a pele, não se deve tocá-lo, mas tentar expulsá-lo de uma vez, soprando
energicamente sobre ele, e lavar imediatamente a área de contato, com água abundante e sabão.
4.5. Peixes
Como prevenir acidentes
a) evitar banhos em águas sabidamente habitadas por candirus, piranhas, poraquês, arraias ou tubarões;
b) manusear cuidadosamente os peixes na sua retirada do anzol ou da rede.
Primeiros socorros
• lavar o local com água;
• fazer compressas de água morna.

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XIV - Modelo de ficha para notificação
de acidente por animais peçonhentos (SINAN)

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Instruções para preenchimento da ficha de investigação
N.º - Anotar o número da notificação atribuído pela unidade de saúde para identificação do caso (Ex. número do registro
na unidade de saúde, número do prontuário). CAMPO DE PREENCHIMENTO OBRIGATÓRIO.
1   - Este campo identifica o tipo de notificação, informação necessária à digitação. Não é necessário preenchê-lo.
2   - Anotar a data da notificação: data  de preenchimento da ficha de notificação. CAMPO DE PREENCHIMENTO
OBRIGATÓRIO.
3   - Preencher com o nome completo do município  (ou código correspondente segundo cadastro do IBGE) onde está
localizada a unidade de saúde (ou outra fonte notificadora) que realizou a notificação CAMPO DE PREENCHIMENTO
OBRIGATÓRIO.
4   - Preencher com o nome completo da unidade de saúde (ou outra fonte notificadora) ou código correspondente
segundo cadastro estabelecido pelo SINAN que realizou a notificação do caso CAMPO DE PREENCHIMENTO
OBRIGATÓRIO.
5   - Nome do agravo/doença (ou código correspondente estabelecido pelo SINAN (CID 10)) que está sendo notificado.
6   - Anotar a data em que surgiram os primeiros sintomas no paciente. CAMPO DE PREENCHIMENTO OBRIGATÓRIO.
7   - Preencher com o nome completo do paciente (sem abreviações).
8   - Preencher com a data de nascimento do paciente (dia/mês/ano) de forma completa.
9   - Anotar a idade do paciente somente se a data de nascimento for desconhecida (Ex. 20 dias = 20 D; 3 meses = 3 M;
26 anos = 26 A). Se o paciente não souber informar sua idade, anotar  a idade aparente.
OBS: Se a data de nascimento não for preenchida, a idade será CAMPO DE PREENCHIMENTO OBRIGATÓRIO.
10 - Preencher segundo a categoria referente ao sexo do paciente (M = masculino, F = feminino e I = ignorado).
11 - Preencher com o código correspondente à cor ou raça declarada pela pessoa: 1) Branca; 2) Preta; 3) Amarela
(compreendo-se nesta categoria a pessoa que se declarou de raça amarela); 4) Parda (incluindo-se nesta categoria
a pessoa que se declarou mulata, cabocla, cafuza, mameluca ou mestiça  de preto com pessoa de outra cor ou
raça); 5) Indígena (considerando-se nesta categoria a pessoa que se declarou indígena ou índia).
12 - Preencher com o código correspondente ao número de anos de estudos concluídos. A classificação é obtida em
função da série e do grau que a pessoa está freqüentando ou freqüentou considerando a última série concluída com
aprovação. A correspondência é feita de forma que cada série concluída com aprovação corresponde a um ano de
estudo. (Ex. Paciente cursou quatro anos, porém não concluiu o último ano, portanto o paciente deverá ser incluído
na categoria de um a três). Este campo não se aplica para paciente com idade inferior a sete anos.
13 - Preencher com o número do CARTÃO ÚNICO do Sistema Único de Saúde (SUS).
14 - Preencher com o nome completo da mãe do paciente (sem abreviações).
15 - Anotar o tipo (avenida, rua, travessa, etc.) e nome completo ou código correspondente do logradouro da residência
do paciente. Se o paciente for indígena anotar o nome da aldeia.
16 - Anotar o número do logradouro da residência do paciente.
17 - Anotar o complemento do logradouro (ex. Bloco B, apto 402, lote 25, casa 14, etc.).
18 - Anotar o ponto de referência para localização da residência do paciente (perto da padaria do João).
19 - Anotar a sigla da unidade federada da  residência do paciente (ex. DF).
20 - Anotar o nome do município (ou código correspondente segundo cadastro do IBGE) da residência do paciente.
! Anotar o nome do distrito de residência do paciente.
21 - Anotar o nome do bairro (ou código correspondente segundo cadastro do Sinan) de residência do paciente.
22 - Anotar o código de endereçamento postal do logradouro  (avenida, rua, travessa, etc.) da residência do paciente
(Ex. CEP: 70.036-030).
23 - Anotar o número do telefone do paciente.
24 - Zona de residência do paciente por ocasião da notificação ( Ex. 1 = área com características estritamente urbana;
2 = área com características estritamente rural; 3 = área rural com aglomeração populacional que se assemelha a
uma área urbana).
25 - Anotar o nome do país de residência quando o paciente notificado residir em outro país.

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26  - Informar a data do início da investigação do caso.
27  - Informar a atividade exercida pelo paciente no setor formal, informal ou autônomo ou sua última atividade exercida
quando paciente for desempregado. O ramo de atividade econômica do paciente refere-se às atividades econômicas
desenvolvidas nos processos de produção do setor primário (agricultura e extrativismo); secundário (indústria)
ou terciário (serviços e comércio).
28  - Anotar o município onde ocorreu o acidente.
29  - Anotar a data em que ocorreu o acidente.
30  - Anotar o local/ área onde ocorreu o acidente. Se foi urbana ou rural, caso não seja informado, colocar ignorado.
31 - Anotar as circunstâncias em que ocorreu o acidente, se foi no trabalho ou em lazer, caso tenha ocorrido em outras
circunstâncias, especificar a atividade. Se não for informado, colocar ignorado.
32  - Anotar o tempo decorrido entre o acidente e o primeiro atendimento.
33  - Anotar o local em que ocorreu a picada do animal peçonhento, caso não seja observado, anotar ignorado.
34  - No ato do atendimento do paciente, verificar se há alterações no local da picada, caso haja, especificar qual alteração.
35  - No ato do atendimento do paciente, verificar se há alterações da coagulação sangüínea, caso haja, especificar qual
alteração.
36  - No ato do atendimento do paciente, verificar se há alterações miotóxicas e/ou hemolíticas, caso haja, especificar
qual alteração.
37  - No ato do atendimento do paciente, verificar se há alterações neurológicas ou outro tipo de alterações, caso haja,
especificar qual alteração ocorrida.
38  - Anotar qual o tipo de animal peçonhento que provocou o acidente, caso não seja identificado, anotar ignorado.
39  - Caso o animal peçonhento tenha sido uma serpente, anotar qual a espécie agressora, caso não seja identificado,
anotar ignorado.
40  - Caso o animal peçonhento tenha sido um escorpião, anotar qual a espécie agressora, caso não seja identificado,
anotar ignorado.
41  - Caso o animal peçonhento tenha sido uma aranha, anotar qual a espécie agressora, caso não seja identificado,
anotar ignorado.
42  - Anotar se ocorreu bloqueio anestésico.
43  - Caso tenha ocorrido o bloqueio anestésico, anotar o número de vezes.
44  - Anotar caso tenha ocorrido soroterapia.
45  - Em caso do paciente utilizar soro-antipeçonhento no tratamento, anotar o nº de ampolas utilizadas e qual o soro-
antipeçonhento.
46  - Anotar a classificação do caso.
47  - Anotar a evolução do caso.
48  - Em caso de óbito, anotar a data de ocorrência do mesmo.
Observações: informar as observações  necessárias para complementar a investigação.
49  - Informar a data do encerramento do caso.
50  - Informar o nome do município/unidade de saúde  responsável por esta investigação.
51  - Informar o código da unidade de saúde responsável por esta investigação.
52  - Informar o nome completo do responsável por esta investigação. ex.: Mário José da Silva.
53  - Informar a função do responsável  por esta investigação. ex.: enfermeiro.
54  - Registrar a assinatura do responsável por esta investigação.

FUNASA - outubro/2001 - pág. 111
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FUNASA - outubro/2001 - pág. 119
Elaboradores
Carlos Faria Santos Amaral
Fábio Bucaretchi
Francisco Anilton Alves Araújo
João Luiz Costa Cardoso
José Américo de Campos
Marisa Mazzoncini de Azevedo Marques
Marcelo Santalucia
Colaboradores
Alaour Cândida Duarte - FM/UPF/HSVP/RS - Acidente por Lonomia e Insuficiência Renal Aguda
Alcidéia Rego Bentes de Souza - IMTM/FM/UFAM/AM - Acidente Laquético
Carlos Faria Santos Amaral - FM/HC/UFMG/MG - Acidente Botrópico, Crotálico, por Escorpiões,
Soroterapia e Insuficiência Renal Aguda
Daisy Schwab Rodrigues - Ciave/SES/BA - Acidente por Latrodectus
Eva Maria Kelen - Instituto Butantan/SP - Acidente por Lonomia
Fábio Bucaretchi - CCI/FCM/HC/Unicamp/SP - Acidente Elapídico, por Phoneutria, Acidente por
Loxosceles, Soroterapia
Fan Hui Wen - HVB/Instituto Butantan/SP - Acidente por Loxosceles, por Lonomia, por Colubrídeos,
Soroterapia
Francisco Anilton Alves Araújo - CNCZAP/Cenepi/Funasa/MS - Epidemiologia dos Acidentes por
Serpentes, Escorpiões e Aranhas
GT de Distribuição Geográfica das Serpentes do Brasil - Biologia e Distribuição das Serpentes do
Brasil
Habib Fraiha Neto - Instituto Evandro Chagas/PA - Acidentes por Coleópteros
João Luiz Costa Cardoso - HVB/Instituto Butantan/SP - Acidente Botrópico, por Loxosceles, por
Latrodectus, Soroterapia
José Américo de Campos - FM/HC/UFMG/MG - Acidentes por Escorpiões
Kátia Cristina Barbaro - Instituto Butantan/SP - Aplicabilidade do Método ELISA
Leônidas Braga Dias - Hospital Barros Barreto/UFPA/PA - Acidentes por Pararama
Marcelo Santalucia - CNCZAP/Cenepi/Funasa/MS - Epidemiologia dos Acidentes por Serpentes,
Escorpiões e Aranhas
Marlene Entres - CIT//Sesa/PR - Acidentes por Loxosceles
Marisa Mazzoncini de Azevedo Marques - FM/HC/USP - Ribeirão Preto/SP - Acidente Botrópico,
Crotálico, Acidentes por Abelhas e Vespas e Soroterapia
Pedro Ismael da Silva Júnior - Instituto Butantan/SP - Biologia e Distribuição de Escorpiões e Aranhas
Pedro Pereira de Oliveira Pardal - Hospital Barros Barreto/UFPA/PA - Acidente Laquético, Ictismo
Roberto Henrique Pinto Moraes - Instituto Butantan/SP - Biologia de Lepdópteros
Sílvia R. C. Funari - FMVZ/Unesp - Botucatu/SP - Biologia de Abelhas e Vespas
Simone Márcia dos Santos Machado - Hospital São Vicente de Paula, Passo Fundo/RS - Acidente
por Lonomia
Sulene Noriko Shima - IB/Unesp - Rio Claro/SP - Biologia de Abelhas e Vespas
Sylvia Marlene Lucas - Instituto Butantan/SP - Biologia e Distribuição de Escorpiões e Aranhas
Vidal Haddad Júnior - FM/HC/Unesp - Botucatu/SP - Acidentes por Formigas, Acidentes por
Celenterados
Fotos
Acervo Deptº Produção e Exploração Animal da FMVZ/Unesp
Acervo Hospital Vital Brazil/Instituto Butantan
Alaour Cândida Duarte
Aníbal Rafael Melgarejo Gimenez
Carlos Faria Santos Amaral
Eliete Corrêa Soares

FUNASA - outubro/2001 - pág. 120
Fábio Bucaretchi
Francisco Oscar de Siqueira França
Gastão Rosenfeld
Giuseppe Puorto
Jaime Henrique Castro Valencia
José Roberto Pereira de Oliveira
Juan Silva Haad
Marlene Entres
Miguel Tanús Jorge
Neuza Lima Dillon
Pedro Pereira de Oliveira Pardal
Roberto Henrique Pinto Moraes
Rogério Bertani
Ronaldo Monteiro Costa
Vidal Haddad Júnior
Desenhos
Adaptação do livro Anatomy of the Honey Bee, Snodgrass R.E. pg. 12, 1978.
Anibal Rafael Melgarejo Gimenez
Marcos Eduardo Barreiros Aloise
Maria Aparecida de Paula
Mapas
Adaptação do livro Venomous Reptiles in Latin America - Campbell JA, Lamar WW, 1989.
2ª edição revisada
Diagramação, revisão ortográfica e capa:
Ascom/Pre/FUNASA
Agradecimentos
Ao Dr. Heitor Vieira Dourado e Dr. Paulo Francisco Almeida Lopes.
À cooperação técnica da OPAS/OMS, em especial ao Dr. Miguel Angel Genovese consultor em
Saúde Pública Veterinária.
Às Instituições acima representadas pelos seus técnicos.


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