Trabalho de filosofia



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Biografia de Pitágoras

Pitágoras (582 - 497 a. C.) foi um matemático e filósofo grego. Autor do "Teorema de Pitágoras": "Em um triangulo retângulo, o quadrado da hipotenusa é igual à soma dos quadrados dos catetos". Desenvolveu trabalhos na área da filosofia, música, moral, geografia e medicina.


Vida e estudos

Pitágoras nasceu na ilha de Samos, no mar Egeu, Grécia, por volta de 582 a. C. Filho de um rico comerciante, sua vida e suas ideias é uma mistura de lenda e história real.

A lenda começa antes mesmo de Pitágoras nascer: por volta de 580 a. C. a sacerdotisa do Deus Apolo disse a sua mãe: “Tereis um filho de grande beleza e extraordinária inteligência, será um dos homens mais sábios de todos os tempos”.

Lenda ou não, a inteligência do jovem Pitágoras impressionava os mestres das melhores escolas de Samos, que não conseguiam responder as perguntas do jovem.

Com 16 anos de idade, Pitágoras foi enviado para Mileto, para estudar com Tales, o maior sábio da época. Logo, Tales reconheceu que nada mais tinha que ensinar ao jovem e passou ele, o mestre, a estudar as descobertas geométricas e matemáticas do aluno.

Adulto, em busca de novos conhecimentos, Pitágoras começou a somar, além dos números, ideias sobre ciência e religião de outros povos. Foi para a Síria, Arábia, Caldeia, Pérsia, Índia e Egito, onde se fixou e passou mais de 20 anos.

Para conhecer melhor os mistérios da religião egípcia, se fez sacerdote. Quando Cambises conquistou o Egito, Pitágoras foi obrigado a seguir para a Babilônia, onde passou a estudar e descobrir como se desenvolviam as ciências naquela região.

Escola Pitagórica

Por volta de 530, Pitágoras volta para Samos com o objetivo de abrir uma escola, mas encontra a ilha governada pelo ditador Polícrates, que não queria saber nem de escolas nem de templos. Pitágoras é expulso da Grécia e parte para Crotona, no sul da Itália, onde se dedica a ensinar aos filhos dos aristocratas.

Finalmente, Pitágoras, funda sua escola, a "Escola Pitagórica", que era mais que uma escola, era uma espécie de irmandade religiosa dedicada à Matemática, Religião, Política e Filosofia. Os membros do grupo pitagórico eram todos aristocratas e obrigados a sigilo, mediante juramento, por isso a irmandade era olhada com suspeição pelo povo comum.

Além de matemáticos e astrônomos, a escola abrigava biologistas e anatomistas. Os alunos formados, defensores da aristocracia, ocupavam altos cargos no governo local, e dominavam as cidades gregas do sul da Itália. Revoltas populares destruíram o prestígio da seita e incendiaram a escola, e Pitágoras foi obrigado a se exilar em Metaponto, ao norte, na Lucânia.


Teorema de Pitágoras

A escola filosófica de Pitágoras dizia que o mundo, os elementos e os seres vivos podiam ser expressos por números. Essa ideia levou seus discípulos a se tornarem pioneiros da ciência matemática. Assim foram os primeiros a estudar a geometria pura, desligando-a de qualquer finalidade prática.

O Teorema de Pitágoras é uma das suas mais conhecidas ideias no campo da geometria. O teorema diz: “Em um triângulo retângulo, o quadrado da hipotenusa é igual à soma dos quadrados dos catetos”, ou seja: a2 = b2 + c2

Filosofia e Religião

Sob o aspecto religioso, Pitágoras e seus adeptos acreditavam na imortalidade da alma, cuja purificação ocorria através de sucessivas reencarnações em corpos vivos, e só pela vida “pura” a alma poderia libertar-se do corpo e viver no céu.

Essa tese foi desenvolvida com cautela, para que não provocasse atrito com a religião politeísta, desenvolvida a partir dos mitos e cultos vigentes.

Música

Para Pitágoras a música era o melhor meio de purificar a alma. Os termos criados por ele são usados até hoje, como "média harmônica" e "progressão harmônica". Como astrônomo, seu principal mérito foi conceber o universo em movimento.

Aos estudos sobre a rotação da Terra misturava-se noções acerca da melodiosa “música das esferas”, produzida pelos astros em movimento. Como teórico de medicina, achava que o corpo humano era construído basicamente por uma harmonia: "homem doente era sinal de harmonia rompida".

Pitágoras faleceu em Lucânia, Itália, provavelmente em 497 a. C.


Parmênides


Parmênides foi o principal filósofo da Escola Eleata e um forte defensor do monismo e do imobilismo no mundo antigo. Suas ideias influenciaram, especialmente, Platão.

O filósofo grego Parmênides de Eleia foi o principal pensador da Escola Eleata. Suas teorias sucederam às ideias de Xenófanes e visavam a apresentar o imobilismo e a unidade como essência do surgimento do Universo. Parmênides fundou uma teoria que serviu de base para a filosofia platônica, e o seu embate com o pensamento de Heráclito forneceu bases para a filosofia desenvolvida pelos pensadores pluralistas.

As ideias de Xenófanes deram origem ao pensamento da Escola Eleata. O pensador defendia que o princípio de tudo estaria na unidade lógica promovida pela existência de um ser único e soberano, Deus. Essa concepção contrapunha-se à religião grega tradicional, essencialmente politeísta.

Parmênides nasceu por volta de 515 a.C., na cidade de Eleia, região da Magna Grécia (atualmente sul da Itália). Ele continuou a filosofia de Xenófanes, aprofundando a teoria sobre uma unidade que sustentaria toda a criação. O terceiro filósofo da Escola Eleata foi Zenão de Eleia, que formulou uma série de paradoxos sobre o movimento para reafirmar a teoria de Parmênides, mostrando que o movimento era apenas uma aparência que engana os nossos sentidos.



Pensamentos



A teoria cosmológica de Parmênides difere-se muito das teorias apresentadas até então, aproximando-se apenas do princípio proposto por Xenófanes. Parmênides não formulou uma teoria cosmológica baseada em um princípio (arché) material e definido. Para o filósofo, havia uma espécie de organização racional no universo que era infinita, uma, indivisível, imutável e imóvel.

A teoria parmenidiana estava centrada no que ele chamou de “ser”. O ser das coisas era o princípio fundamental, baseado em uma espécie de ideia infinita e universal. Dessa maneira, tudo o que existia possuía o “ser” dentro de si. O que existe, ou seja, que possui o ser, pode ser enunciado e pensado. O que não existe não poderia, na visão do filósofo, ser pensado e nem enunciado. O problema legado à posteridade foi o problema do erro.



Para que o erro e a mentira existam, é necessária a existência do “não ser”. Como o “não ser” não é e não existe, como seria possível a existência do erro e da mentira? A resposta de Parmênides foi que o não ser, que permitia o erro e a mentira, era apenas uma ilusão causada pela opinião e pelos sentidos.

Para Parmênides, era dotado de existência somente aquilo que existe infinitamente e de maneira imóvel, ou seja, somente por meio das essências. A essência é o que aponta o ser existente em algo ou alguém. Essa essência é fixa, eterna e imutável, e as mudanças que percebemos nas coisas são, na realidade, fruto de nossos sentidos enganosos.

“O ser é e o não ser não é”, frase proferida por Parmênides, indica que o ser (o que existe) é, pois é idêntico a si mesmo e indica a si mesmo. O não ser não é, pois não existe, não possui identidade. As identidades são as definições de uma lógica rudimentar já utilizada por Parmênides, mas ainda muito próximas a uma metafísica.

A teoria do imobilismo universal, já iniciada por Xenófanes e aperfeiçoada por Parmênides, foi em grande medida utilizada pelo cristianismo para justificar a ideia de um Deus único, eterno e imutável.



Obra



Hoje existe apenas fragmentos do poema de Parmênides intitulado Sobre a Natureza. Esse poema condensa toda a sua teoria cosmológica e esclarece o que ele entende por verdade. O poema é composto de três partes, sendo elas um proêmio, a primeira parte e a segunda parte.

O proêmio apresenta o encontro do eu lírico com uma deusa. Tal encontro não pretende afirmar qualquer tipo de mística, mas somente apresentar um recurso estilístico, pois é a deusa a guia que leva o eu lírico à descoberta da verdade e desmascaramento da opinião.

A segunda parte do poema apresenta a via ou o caminho da verdade e da razão. Fugindo do erro, da ilusão e da mentira, o eu lírico apresenta que há uma via em que o conhecimento é verdadeiramente seguro, pois está centrada no monismo e no imobilismo.

A terceira parte do poema apresenta a via da opinião (doxa, em grego) que é o caminho do engano e das incertezas. É a via que apresenta os enganos e as ilusões dos sentidos, da opinião e da mentira, que não estão assentados na certeza da essência do ser.



Contraposição a Heráclito



A grande motivação inicial da filosofia de Parmênides foi a contraposição às teses heraclitianas sobre o movimento e a mudança contínua de todas as coisas. Heráclito defendia que há um movimento contínuo (fluxo perpétuo) que permeia tudo o que existe, fazendo com que tudo mude a cada segundo. O princípio originário (arché) de todo o universo era o fogo, pois ele era o elemento que permitia a constante mudança e agitação.

Parmênides, como vimos mais acima, defendeu teses completamente opostas, fixando as suas teorias no imobilismo e defendendo que a mudança era fruto das aparências. Os filósofos pré-socráticos que surgiram após Heráclito e Parmênides, classificados como pluralistas, tinham o propósito de resolver o problema deixado por esses dois pensadores. As vias pelas quais recorreram foram as de explicar a mudança e a essência das coisas por meio de mais de um elemento, que justificasse as diferenças, as mudanças, mas também a origem essencial de cada coisa.



Inspiração a Platão



A grande inspiração da filosofia platônica foi a teoria de Parmênides sobre o ser e o conceito das coisas. Ao defender que há uma essência infinita, eterna e imutável para tudo e que essa essência era, justamente, o ser, Parmênides ofereceu a Platão a ferramenta para a fundamentação do idealismo.

Para Platão, o “ser” de Parmênides representava as ideias, eternas e imutáveis. A mudança era o fruto das aparências e dos enganos dos sentidos, que viam apenas as superfícies, que eram imperfeitas como toda a matéria.



Frases



Não importa por onde eu comecei, pois para lá eu voltarei sempre.”

A linguagem é a etiqueta das coisas ilusórias.”

Pois pensar e ser é o mesmo.”

O ser é e não pode não ser e o não ser não é e não pode ser de modo algum.”



Zenão



Zenão iniciou o método dialético como modo de argumentação sistemática, apesar de ser Heráclito o primeiro a formular uma filosofia com estilo dialético. Grosso modo, a dialética é um movimento argumentativo que consiste na retirada de um novo pensamento ou argumento com base em dois argumentos ou teses contrárias entre si. Discípulo de Parmênides, Zenão formou, junto ao seu mestre e a Melisso de Samos, a escola eleata ou escola eleática. Sua filosofia teve como característica principal a formulação de argumentos armados como aporias, ou seja, demonstração de paradoxos que não apresentam outra saída senão a concordância com eles.
Vida

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Algumas fontes indicam que Zenão tenha nascido por volta de 490 a.C. No entanto, a seção sobre a vida do filósofo apresentada no volume Os pré-socráticos, da coleção Os Pensadores, cuja curadoria foi feita pelos maiores especialistas em filosofia antiga do Brasil na década de 1970, diz que Zenão nasceu entre 504 a.C. e 501 a.C. O filósofo morreu por volta de 430 a.C. ou 425 a.C., e foi o mais destacado discípulo de Parmênides, tendo desenvolvido aporias ou paradoxos para defender as ideias da escola eleática e de seu mestre.



Especula-se que a maturidade intelectual de Zenão tenha se dado por volta de 460 a.C., quando ele era aluno de Parmênides. Zenão era 40 anos mais jovem que o seu mestre e dedicou-se a aprofundar e defender as teorias desse. Ao contrário da maioria dos pré-socráticos, existe mais de uma obra completa encontrada de autoria do filósofo.

Zenão participou ativamente da vida pública e política de sua cidade, Eleia. Legislou e ocupou cargos de destaque no funcionalismo público. A participação do filósofo na política foi tão intensa, que a sua morte se deu por uma conspiração elaborada por Zenão contra o tirano Nearco. Zenão foi descoberto, preso e torturado para entregar os comparsas de sua conspiração.

Durante a sessão de tortura, o filósofo afirmou que queria ser tão dono de seu corpo como era de sua língua, não revelando nome algum. A intensidade da tortura aumentou, e o filósofo afirmou ao algoz que contaria os nomes, mas, em segredo, pedindo que o torturador aproximasse o ouvido de sua boca. Ao obter a aproximação, Zenão teria mordido a orelha do algoz. Após essa cena, Nearco ordenou a execução imediata de Zenão, que foi logo cumprida.

Principais ideias



Zenão, como representante das ideias de Parmênides e da escola eleata, não desenvolve uma cosmologia do mesmo modo que os jônicos e pitagóricos fizeram-no, ou seja, pensando em uma origem assentada em uma espécie de monismo corporalista.

A palavra monismo (originada com base no vocábulo mono — único) remete a algo singular, único. Quando falamos em corporalismo, estamos indicando a existência de algo material, físico. As ideias que os primeiros pré-socráticos apresentaram sobre a origem de tudo podem ser chamadas de ideias monistas corporalistas porque associam a origem de tudo a um único elemento físico (a água para Parmênides, o ar para Anaxímenes, o ar para Heráclito etc.). Para os eleáticos, a origem do Universo não é monista e nem corporalista, pois, do mesmo modo que Parmênides pensava não haver uma origem sustentada por um elemento, não haveria também, para Zenão, um elemento que teria dado origem a tudo.

Como foi descrito já na filosofia de Parmênides, a natureza era caracterizada justamente por sua imobilidade e suas essências eternas. Se não havia mudança, também não haveria surgimento, pois as coisas sempre foram e sempre seriam da mesma maneira, na concepção parmenidiana. A mudança e o movimento eram frutos das ilusões provocadas pelos sentidos.

As obras de Zenão não estão somente vinculadas às teorias da escola eleata, mas consistem em verdadeiras defesas das ideias de Parmênides. Zenão é considerado o primeiro dialético, por tratar a dialética, já iniciada antes por Heráclito, como um meio heurístico de defesa de ideias dentro de um sistema argumentativo. Ao defender que a natureza possui um fluxo perpétuo e inesgotável que faz com que tudo mude o tempo todo, Heráclito está dando o primeiro passo para a formulação de um modo dialético de fazer filosofia.

As ideias de dialética mais claras que temos na filosofia vêm das obras de Platão e Hegel. Platão aponta (e Hegel reforça no século XIX) que a dialética é um conjunto argumentativo, em que é apresentada uma ideia qualquer (tese). A essa ideia, deve ser apresentada uma ideia oposta (antítese). Com base em duas ideias contrárias, surge uma nova ideia, um novo conceito ou uma nova forma de pensar (síntese). Portanto, a dialética é um conjunto formado por tese, antítese e síntese dentro da argumentação filosófica.

Zenão é o primeiro a utilizar esse método de maneira mais regular, pois ele formula uma filosofia expressa por paradoxos. A palavra paradoxo, de origem grega, significa literalmente “contra opinião” ou opinião oposta. Em seus paradoxos, o filósofo eleático lança uma ideia de senso comum que aparentemente atesta a existência de movimento. Em seguida, ele faz um movimento argumentativo tentando provar que o movimento não existe.



Paradoxos de Zenão



Para defender as ideias de Parmênides, Zenão teria escrito uma série de 40 aporias, das quais somente nove foram encontradas pelos historiadores modernos. As nove aporias (ou paradoxos) de Zenão, apesar de falar de assuntos diversos e apresentar meios distintos para concluir a ideia central, têm em comum o fato de serem teses contra o movimento. Todas elas concluem que não existe movimento e mudança no mundo, sendo isso uma confusão resultante da errônea percepção dos sentidos.

  • Paradoxo da dicotomiaum corpo quer mover-se entre o ponto A e B. Apesar de esforçar-se para tal, ele não conseguirá o feito, pois, entre os pontos A e B, há uma distância determinada que pode ser dividida ao meio infinitas vezes, resultando em uma infinita sequência de espaços que o objeto terá de percorrer.

  • Aquiles e a tartarugao paradoxo expõe a figura de Aquiles, o mais ágil corredor entre os heróis da mitologia grega, que, se colocado em uma corrida com uma tartaruga na qual fosse dada uma pequena vantagem à tartaruga, não teria chance de alcançar o animal. Isso se daria porque o movimento é uma ilusão, pois a cada instante há um espaço ocupado por um corpo separadamente e, na teoria de Zenão, não seria possível levar em consideração os instantes em sequência. Entre Aquiles e a tartaruga, haveria um espaço que jamais seria preenchido.

  • O arqueiro: nesse paradoxo, Zenão afirma que uma flecha atirada por um arqueiro jamais alcançaria o alvo. Isso se daria por dois motivos: entre o arqueiro e o alvo, existe um espaço que, na teoria matemática de Zenão, poderia ser dividido infinitas vezes, tendo infinitos espaços a serem percorridos. Também, pensar no movimento da flecha seria pensar, na verdade, que a cada instante ela ocupa um espaço, o que na visão de Zenão não configura movimento, mas sucessivos estados de repouso.

Os paradoxos de Zenão parecem tolos aos nossos olhos e facilmente refutáveis. No entanto, essa espécie de física rudimentar sobre o movimento dos corpos foi dificilmente refutada por Aristóteles, que parece não tratá-la como uma teoria tola. As teses sobre o movimento de Zenão somente foram de fato enterradas pela física newtoniana, que assume a ideia de movimento a partir de um referencial..

Frases



O que se move sempre está no mesmo lugar agora.”

Se múltiplas são (as coisas), necessariamente são pequenas e grandes; pequenas a tal ponto que não têm grandeza, grandes a tal ponto que são infinitas.”



Referências

https://brasilescola.uol.com.br/biografia/tales-de-mileto.htm.

https://www.todamateria.com.br/anaximandro/

https://www.todamateria.com.br/anaximenes/

https://brasilescola.uol.com.br/filosofia/heraclito.htm

https://www.ebiografia.com/pitagoras/

https://brasilescola.uol.com.br/filosofia/parmenides.htm.

https://brasilescola.uol.com.br/filosofia/zenao.htm.
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