Teoria linguagem c


Modos de Operação do Timer0



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Modos de Operação do Timer0

A presente revisão deste livro abordará o Timer0 exclusivamente no MODO1, tendo em vista ser este, o mais apropriado e comumente utilizado para a automação de processos.
Para compreender o funcionamento do Timer0, vamos assumir que o microcontrolador tenha um cristal de 12MHz. Em seguida, a freqüência interna é dividida por 12 (reduzindo assim, para 1MHz) e enviada à chave C/T (Counter/Timer) do registrador TMOD. Se esta chave estiver em zero, o Timer funciona no modo temporizador, cuja base de tempo é fornecida pelo cristal/12. Se esta chave estiver em nível 1, o timer se comporta como contador de pulsos, cujo incremento ocorre através do pino P3.4.


Figura 9.2 – Estrutura do Timer 0 no modo temporizador.

Uma segunda alternativa para utilizar o timer como contador é o registrador GATE. Analisando a estrutura a seguir, percebemos que quando GATE está resetado (0), o Timer/Counter está habilitado para uso normal. Quando GATE está setado (1), o Timer/Counter somente é disparado quando o pino de interrupção externa0 INT0 (port P3.2) for ativado (nível lógico 0), ou seja, o timer somente é disparado com a interrupção externa. Podemos utilizar este artifício para medir largura de pulsos conectados no pino P3.2 (INT0) em conjunto com o Timer/Counter.



Além disso, TR0 (Timer Run 0) controla a execução do Timer/Counter. Quando TR0=1, o timer entra no modo “roda”. Quando TR0=0, o timer entra no modo “pausado”.

Figura 9.3 – Entrada INT0 para medir a largura de pulso.

A principal finalidade em medir a largura do pulso está na possibilidade de decodificar sinais de controle remoto, sensores de ultrasom, entre outros, pois estes sistemas utilizam a combinação de vários tipos de largura de pulso para codificar seus sinais. O controle remoto sem fio de portões eletrônicos e centrais de alarme, por exemplo, utilizam a codificação MANCHESTER, a qual é baseada na largura de pulso para emitir e receber sinais.


Por padrão, o registrador GATE é colocado em nível 0, bastando apenas ativar o registrador TR0 para que o timer entre em execução.

Figura 9.4 – Estrutura do Timer 0 no modo 1 (16 bits).

Em seguida a contagem é armazenada em TL0 e TH0. Quando a contagem ultrapassa a capacidade de 65.536, ocorre um “estouro” na capacidade de armazenamento e TF0 (Timer Flag 0) é colocado automaticamente em nível 1, gerando assim, um pedido de interrupção à CPU.

Para gerar uma interrupção por passagem de tempo, é necessário que ocorra o estouro do Timer, ou seja, a contagem atinja 65.536+1. Por tanto, para gerar um estouro a cada 50 milissegundos, temos:
1 contagem(incremento) demora 1 microssegundo

50.000 contagens demora 50.000 microssegundos  50 milissegundos


Sabemos que o estouro ocorre sempre em 65.536+1, então temos que, para produzir o estouro em 50.000 invés de 65.536+1, precisamos inicializar o Timer em 15.536, pois com a contagem de mais 50.000 ocorrerá o estouro e, por conseqüência, uma interrupção por passagem de tempo equivalente a 50 milissegundos.

Neste exemplo, o valor 15.536 deve ser inserido nos registradores TL0 e TH0 em notação hexadecimal. Assim temos:




Decimal

Hexadecimal

15.536


3CB0

TH0

TL0

3C

B0

Na linguagem C carregamos os registradores da seguinte forma:


TH0=0x3C; //carrega os valores em TH0

TL0=0XB0; //carrega os valores em TL0





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