Re existência e luta da história e memória do toldo chimbangue- sc: os saberes kaingang enquanto possibilidade de formaçÃo no espaço escolar


CAPÍTULO 1: A HISTÓRIA E MEMÓRIA DO POVO KAINGANG



Baixar 4.46 Mb.
Pdf preview
Página11/54
Encontro13.05.2022
Tamanho4.46 Mb.
#144732
1   ...   7   8   9   10   11   12   13   14   ...   54
Dissertação Final em PDF
CAPÍTULO 1: A HISTÓRIA E MEMÓRIA DO POVO KAINGANG
Este capítulo retrata a trajetória de luta e (re) existência do povo Kaingang. Um 
povo originário que transitou em diferentes tempos, e que desde de o contato com os 
colonizadores que aqui chegaram, vive tempos de imposições e interferências. Tratam-
se de experiências de aldeamentos, confinamento forçado em reservas constituídas 
pelo Estado para promoção da colonização que avançou por todo o oeste de Santa 
Catarina. São vivências originár
ias sendo violadas desde a declarada “guerra justa” por 
D. João VI no ano de 1808, quando surgiram movimentos de resistência e também de 
cooptação de lideranças Kaingang.
Assim, busco contemplar através de diferentes fontes secundárias, a memória e 
história reunida junto aos Kaingang da região 
– presente em diversos trabalhos 
etnográficos 
– para reconstruir e analisar alguns dos processos históricos mais 
importantes tramados nas relações entre os Kaingang, o Serviço de Proteção aos Índios 
(SPI), a transição para a Fundação Nacional do Índio (FUNAI) e às frentes de expansão 
agrícola.
Nesse sentido, o interesse desta escrita é mostrar o envolvimento, participação 
e resistência dos grupos indígenas no processo das frentes de ocupação aos territórios 
indígenas na região sul, além de problematizar a colonização que houve nesses 
territórios. Por fim, procuro compartilhar a partir da escrita, a história e memória do povo 
Kaingang, suas contribuições na defesa do seu território evidenciando a luta e 
persistência dos Kaingang do Toldo Chimbangue.
1.1 (RE) EXISTÊNCIA DOS POVOS ORIGINÁRIOS NO SUL DO BRASIL
A ocupação compulsória e indiscriminada da região sul do Brasil, trouxe 
consequências graves para os povos originários que aqui estavam. Invisibilizar a 
história e memória fez parte de todo esse processo, onde era necessário primeiramente 
negar a existência para posteriormente usurpar os territórios. Porém, a resiliência 
destes povos garantiu sua continuidade até os dias de hoje, mesmo que muito tenha 
se perdido.
O desmatamento e a perda da biodiversidade fazem parte dessa história, ainda que de 
acordo com os dados do Map Biomas (2021), as imagens de satélites mostram que, 


29 
entre os anos de 1985 a 2020, as áreas mais preservadas são aquelas que habitam os 
povos originários.
As imposições causaram um etnocídio cultural em massa, impactando nos 
modos próprios de organização dos povos originários, e assim em seu habitat. 
Estimam-se que aqui no Brasil viviam cerca de 5 milhões de indígenas, falando 
diferentes línguas e mantendo costumes, crenças e tradições. Mesmo lamentando 
tamanha perda, adentramos no século XXI, conforme dados da FUNAI (2021), a 
existência de 896 mil indígenas autodeclarados, 305 povos, 274 línguas, estando 
presentes em todas as Unidades Federativas do país, cada povo indígena possuindo 
cultura própria, crenças e tradições únicas.
Em relação aos povos originários do sul do Brasil, nota-se principalmente que 
aqueles que viviam nas regiões litorâneas, de campo e de Mata Atlântica, se 
organizavam em “núcleos familiares”, distribuídos em grupos étnicos, com 
organizações sociais únicas, que foram sendo modificadas com a chegada dos 
colonizadores. Os espaços compreendidos como território tradicional, onde a 
transitoriedade acontecia com frequência, foram comprometidos pelas limitações de 
espaços desde a chegada da colonização, até os dias atuais. Diante dessa imposição 
aos modos próprios de organização, os “invasores” oprimiam os povos originários que 
aqui estavam, ao mesmo tempo que negavam sua existência. “O outro é negado como 
o outro e passa a ser sujeito, subsumido, alienado a se incorporar a totalidade 
dominadora como coisa, como instrumento, como oprimido…” (DUSSEL, 1993, p. 43).
Acredita-se, que os povos originários que aqui viviam, não tinham maldades
1
em 
seu pensamento, já que acolheram em “seu lar” os colonizadores que aqui chegaram e 
brevemente usaram das forças, a fim de obter para si, vantagens e subordinar os que 
aqui estavam, realizando barganhas de utensílios ainda desconhecido pelo povo 
originário.
1
Para melhor compreender o que caracteriza a maldade, buscamos em Gersem dos Santos Luciano 
Baniwa (2006), explicações para essa definição. Baniwa traz para a discussão 3 perspectivas que os 
povos indígenas são vistos no brasil. A primeira selvagem, a segunda romântica e a terceira de cidadão 
de direitos. Na perspectiva romântica, os povos indígenas são vistos desde a chegada dos Europeus, 
como isentos de maldade, de malícia, incapazes de decidir sem o auxílio de não indígenas. Essa visão 
foi a que pautou as políticas indigenistas durante muito tempo, a criação do SPI foi o marco fundamental 
para consolidar este tratamento, tendo continuidade a partir da criação da FUNAI. Faz-se necessário 
fazermos uma breve análise sobre os comportamentos dos povos originários antes do contato com o 
europeu. Pois mesmo antes da chegada dos europeus, haviam divisões, brigas, guerras Inter étnicas por 
territórios, por alimentos entre muitos outros, o que garante que naquele momento histórico tinham ou 
não maldades em sua essência. 


30 
De acordo com Santos (1970), no atual estado de Santa Catarina, os povos 
originários sofreram, em momentos diversos e em áreas distintas, três tipos 
característicos da expansão pioneira: 1) A economia extrativa (desalojar violentamente 
quem os afrontarem e colocá-los a seu serviço). 2) A frente de economia pastoril 
(explorar a área e limpar os campos de seus habitantes humanos, para entregar ao 
gado). 3) A frente de expansão agrícola (massa humana com poderio mais sofisticado 
que as anteriores, analisava minuciosamente as fragilidades do povo originário, 
confrontando-os e desalojando-os de suas terras).
Por mais forte que fosse a resistência dos povos originários, a intolerância dos 
fóg (branco) era constante. Entende-se que naquele momento
era uma questão de 
tempo para que os colonizadores exterminassem grupos inteiros, pois a ganância pelas 
riquezas naturais não tinha fim. Sendo assim, com os fóg adentrando, cada vez mais, 
no território indígena, não restam opções, a não ser aliar-se ao inimigo, enfrentá-los 
com as forças que tinham ou então fugar-se mata adentro.
Nesse contexto, uma estratégia de aliança, que merece destaque, é a atuação 
do cacique Vitorino Condá, figura até os dias atuais no meio indígena, nos remete a 
pensar sobre suas atuações junto aos colonizadores, fato que causa estranheza e 
remete a um heroísmo ou vilanidade de acordo com a sua postura histórica. 
Corroborando com essa ideia, Stefanuto (2017), afirma que Condá pertencia ao grupo 
Kaingang, e a convivência com os fazendeiros de Guarapuava, decorre de uma 
estratégia para proteger o grupo ao qual liderava. A aliança de convivência era uma 
forma de pacificação, caso contrário o risco de extermínio era iminente.
Portanto, o que inquieta é a pergunta que precisamos fazer: Foi estratégia de 
Vitorino Condá fazer a aliança com os colonizadores? Ou, foi oportunista a ação de 
aliar-se a fim de obter para si vantagens contra outros grupos a qual mantinham 
conflitos frequentes?
De acordo com Marcon (1994), após a vinda da família real ao Brasil em 1808, 
o projeto de consolidação em colonizar a região sul, ganhou um aliado fundamental, o 
rei D. João VI. Logo após a chegada da corte ao Brasil, D. João VI enviou uma Carta 
Régia ao governador de São Paulo, dando instruções de como proceder diante das 
resistências dos indígenas do Sul. É fato que desde a chegada do rei ao sul do Brasil, 
ocorreram processos de dominação com o mesmo objetivo: a exploração e ganância 
pelos recursos naturais do território. Nesta carta D. João VI dirigia-se ao governador da 


31 
capitania de São Paulo, mandando suspender os efeitos de humanidade, conforme 
descrita na Coleção de Leis do império do Brasil: 
Sendo me presente o quasi total abandono, em que se acham os campos 
gerais de Curitiba e de Guarapuava, assim como todos os terrenos que 
desaguam no Paraná, e formam do outro lado as cabeceiras do Uruguay (...) 
infestados pelos índios denominados bugres, que matam todos os fazendeiros 
e proprietários (...) e fazendo-se cada vez mais evidente que não há meios 
algum de civilizar povos bárbaros, se não ligando-os a uma escola severa, que 
por alguns anos os force a deixar e esquecer-se de sua natural rudeza (...) sou 
servido por estes e outros justos motivos que ora fazem suspender os efeitos 
de humanidade que com eles tinham mandado praticar ordeno-vos: deveis 
considerar como principiada a guerra contra esses bárbaros índios. (BRASIL, 
1809, p.156)
Com a persistência de ataques aos que ameaçavam o seu território, os povos 
originários veem o avanço da colonização, de um jeito cruel e massacrante. Se até 
aquele momento, esses povos viviam em total liberdade cosmológica dentro do habitat 
em seu território, além da harmonia com os rios, com a mata, com os animais, 
cultivando seus saberes e ancestralidade, a partir daí, travam a luta pela sobrevivência. 
Esses embates moldaram a historiografia indígena da região Sul e influenciaram em 
grande parte a ocupação territorial.
A partir desse momento, inicia a batalha incessante, que muda radicalmente a 
vida do povo Kaingang, onde o direito indígena em viver livre no território em harmonia 
com natureza em sua alteridade, passa a ser negado. Para Dussel (1993. p. 44), a 
conquista foi a afirmação do eu conquisto negando o outro, como outro, seguido de: 
um processo militar, prático, vi
olento que inclui dialeticamente o Outro como “ 
si mesmo''. O outro, em sua distinção, é negado como o Outro e é sujeitado, 
subsumido, alienado a se incorporar a Totalidade dominadora como coisa, 
como instrumento, como oprimido como “encomendado”. 
Narrados pela historiografia do Brasil, os confrontos ocorridos durante o 
processo de ocupação do vasto território brasileiro, trouxeram consequências 
desastrosas aos habitantes locais, pois foi o início do genocídio
2
sistemático de povos 
e etnocídio de culturas.
2
Genocídio está relacionado a extermínio físico de um povo, enquanto etnocídio, está relacionado a 
violência cultural, ao extermínio de uma determinada cultura (Língua, crenças, tradições) a partir de 
políticas que impeçam o povo de continuar vivendo/praticando a sua cultura.


32 
As frentes de ocupação dos campos de Guarapuava, encontraram de imediato 
fortes resistências do povo originário. Na afirmação de D’Angelis (1994, p. 9), esses 
embates se iniciam quando:
Os Kaingang receberam os invasores com um grande ataque, no intento de 
impedir sua fixação no local, mas com um poderio armamentista menos eficaz, 
houve diversas mortes do seu povo. Com a captura de alguns e soltura de 
outros, estava o índio Pahy. Após 5 meses, esse mesmo índio, comparece 
espontaneamente, trazendo consigo mais de 300 Kaingang ao local, buscando 
aldear-se com os portugueses. Esse processo de ocupação foi longo e intenso, 
a partir daí, definitivamente estava lançada a base de ocupação dos campos 
de Guarapuava e de Palmas, explorando os conflitos locais entre os povos para 
fortalecer-se.
Nessas expedições portuguesas, além da violência direta contra os grupos 
indígenas, a conquista dos territórios ocorreu também pela manipulação de líderes 
Kaingang, ou seja, “caciques” que serviram ao serviço da dominação colonial. Laroque 
(2007), destaca que os Kaingang inicialmente procuraram opor-se aos intrusos, que 
transpusessem as fronteiras geográficas de seus territórios. Mas era grande o número 
de soldados muito bem armados. Então, alguns grupos rivais Kaingang, percebendo 
que o confronto aberto não seria suficiente para vencê-los, mudam de estratégia, 
aproximando dos expedicionários e, recorrendo à política da aliança, em troca, 
receberam objetos, roupas, ferramentas e principalmente o apoio para combater os 
grupos Kaingang inimigos.
“Os dois grandes e importantes líderes indígenas que marcaram a história do 
povo Kaingang foram Vitorino Condá e Estevão do Nascimento Viri. Enquanto Condá 
influenciou hordas
3
indígenas dos campos de Palmas até Nonoai, Viri, atuou apenas 
nos Campos de Palmas”. (MALAGE, 2010, p. 86).
Condá não hesitava em declarar apoio na pacificação de outros grupos 
indígenas insubmissos, fortalecendo-se enquanto líder indígena e condecorado como 
capitão dos índios aldeados feito este alcançado, pela participação de um ataque à 
3
Sobre o termo utilizado pela autora Malage (2010), para referir-se aos povos originários como
“hordas indígenas”, me recuso a aceitar ou afirmar que um povo que já viviam há séculos 
por aqui, sempre em trânsito circular na constante busca pela sua sustentabilidade, com 
organizações próprias do grupo, fosse tão desorganizado, nômade, sem rumo, indisciplinado, 
vivendo em conflitos. Essas e tantas afirmações na historiografia atual, para referir-se aos grupos 
originários, só aumentam a desinformação e o desconhecimento sobre a história e memória de 
nosso povo.


33 
grupos indígenas de Palmas, com pretexto de resgatar crianças brancas que estavam 
em seus poderes. (D' ANGELIS, 1994).
Percebe-se que historicamente os povos originários para repudiar ou até mesmo 
mostrar suas forças de resistência, aprisionavam famílias não indígena, a fim de usá-
las como moeda de troca pela vivência em paz no seu território. Conforme afirmam 
Souza e Bernaski (2015), depois do ataque sofrido ao resgatar as crianças, retornando 
ao aldeamento de Palmas, temendo Condá e seu grupo, o comandante da Companhia 
Pedro de Siqueira Cortez, com receio da junção dos indígenas estarem em um só lugar, 
pede auxílio de mais homens armados de Guarapuava. Conforme afirmam os autores:
Os guerreiros de Vitorino decidem sair do aldeamento, argumentando a 
necessidade de realizar uma caçada, Pedro de Siqueira Cortez manda seus 
homens no encalço dos guerreiros, e após perseguição ao grupo de Condá, 
acabam por assassinar, sem qualquer resistência, mais de vinte dos Indígenas 
(SOUZA; BERNASKI, 2015, p.102). 
Essas condecorações à Vitorino Condá, se deram em cima de retaliações ao seu 
próprio sangue, sendo comum escutarmos nas comunidades indígenas, 
questionamentos sobre o posicionamento de Condá. Nos estudos de Stockmann tem-
se a constatação de que:
Caciques como Victorino Condá e Viry, entre tantos outros, formaram milícias 
com seus subordinados fortemente armados para atuarem na defesa dos 
interesses das autoridades da colônia. Almejavam patentes militares que lhes 
angariassem status perante seu próprio povo, conseguindo deixar o 
colonizador em situação de dependência de seus préstimos, no referente ao 
extermínio de grupos que não se subjugavam aos interesses das autoridades 
coloniais, ou atuando na abertura de estradas. A sagacidade desses chefes 
índios, aliados às autoridades, observa-se constantemente nas técnicas 
utilizadas para vencer a resistência de alguns grupos indígenas sem a 
utilização de armas, como o ocorrido em certa ocasião e constante do Relatório 
de Presidente de Província, do ano de 1865 (STOCKMANN

2001, p. 134). 
Ao tempo que alguns grupos Kaingang iriam sendo dominados e inclusive 
utilizados como trabalhadores braçais, ou na pacificação de outros grupos, vários 
subgrupos originários não se submeteram aos domínios “da civilização”, reagindo com 
hostilidade e violência à ocupação de seu território. Para nós povos originários, os 
espaços territoriais não são simples mercadoria que possa ser vendida, comprada ou 
explorada, para eles, são espaços de salvaguarda da história, da memória cultural e da 
cosmológica do povo.


34 
Dentre tantas perdas que os povos originários tiveram ao longo do processo de 
domínio e colonização, foi o vínculo ancestral com a terra, sentimento de pertencimento 
que foi e ainda é vivido e sentido nos dias atuais que manteve o povo na luta. Conforme 
Dussel (1993), a conquista espiritual e o “encontro” de dois mundos, são entendidos 
como o domínio do imaginário do povo originário, onde aconteceu um processo 
contraditório, pregando o amor de uma religião no meio de uma conquista irracional e 
violenta.
As estratégias de dominação nos períodos da colonização, foram cruéis contra 
os povos originários, o que não foi morto pela espada ou pólvora, foi morto pela cruz, 
três cruéis estratégias de dominação. Diante das pressões impostas pelos 
colonizadores, não restaram opções, sendo preferível ser corpo morto, para juntar-se 
aos antepassados e ser espírito da natureza do que viver à margem de uma sociedade 
dominante das trevas.
Os que sobreviveram a chacina cultural e escaramuça sangrenta, se 
embrenharam na ma
ta, formalizando a insubmissão indígena. “A partir desse momento 
as sombras começam a ganhar o terreno antes habitado pela luz” (NEDEL, 2015, p. 
36).
São 5 séculos de exploração após a chegada dos portugueses ao Brasil, e os 
povos originários ainda tem seus territórios ameaçados. Para o fóg, a terra representa 
apenas um pedaço de chão, para os Kaingang, ela é a própria vida, ali está um 
sentimento de pertencimento àquele espaço, onde salvaguarda a memória e história 
de seus antepassados.
Os diversos tipos de exploração no sul do Brasil, não ocorreram somente nos 
séculos XVIII e XIX, pois permeiam até os dias atuais. É possível identificar esse tipo 
de exploração na contratação de mão de obra indígena, seja no trabalho informal, ou 
até mesmo em contratações legalizadas na agroindústria da região sul do Brasil.
Sobre esse tipo de exploração, lembro muito bem de situações vividas na 
infância no Estado do Paraná. Observando diariamente indígenas cortando erva mate 
(Kãg
ὗnh), carregando “raído” com tamanho de até 6 arrobas nas próprias costas, por 
aproximadamente 1.000 metros.
Algumas vezes ao caminhar na mata à procura de 
pés de erva mate, tínhamos a sorte de avistar algumas árvores já caídas ao chão, isso 
devido à vendavais. Essas madeiras como tinham “cerne”, ou seja, madeira resistente 


35 
e com muita durabilidade, servia como uso de palanque
4
. Essas árvores já 
desvitalizadas eram: Karugmág (angico), Ketapré (Tarumã), (cedro), Kegkórá 
(Cabreúva), Sakr

Baixar 4.46 Mb.

Compartilhe com seus amigos:
1   ...   7   8   9   10   11   12   13   14   ...   54




©bemvin.org 2022
enviar mensagem

    Página principal
Prefeitura municipal
santa catarina
Universidade federal
prefeitura municipal
pregão presencial
universidade federal
outras providências
processo seletivo
catarina prefeitura
minas gerais
secretaria municipal
CÂmara municipal
ensino médio
ensino fundamental
concurso público
catarina município
Serviço público
Dispõe sobre
reunião ordinária
câmara municipal
público federal
processo licitatório
Processo seletivo
educaçÃo universidade
seletivo simplificado
Secretaria municipal
sessão ordinária
Universidade estadual
ensino superior
Relatório técnico
técnico científico
Conselho municipal
direitos humanos
Curriculum vitae
científico período
espírito santo
língua portuguesa
Sequência didática
pregão eletrônico
distrito federal
Quarta feira
conselho municipal
prefeito municipal
educaçÃo secretaria
nossa senhora
segunda feira
Pregão presencial
educaçÃO ciência
Terça feira
agricultura familiar
educaçÃo profissional