Proposta litúrgica 1º Domingo, Tempo Advento, Cor litúrgica Roxa Tema: Imigrantes e refugiados



Baixar 45.01 Kb.
Encontro03.11.2017
Tamanho45.01 Kb.
Proposta litúrgica - 1º Domingo, Tempo Advento, Cor litúrgica Roxa

Tema: Imigrantes e refugiados
Jesus, seu povo, peregrinos, imigrantes e estrangeiros | Data: 27/11/2016

Ambientação: Durante os quatro domingos do advento, usa-se a Coroa do Advento, com quatro velas que vão sendo acesas em cada domingo. Assim, conforme as luzes vão se somando na coroa, sinaliza-se que o Natal está chegando. A cor do advento é o roxo. Algumas comunidades gostam de iniciar o advento com uma toalha bem roxa e ir clareando, até o lilás e o rosa.



Liturgia da chegada

Prelúdio: Veni, Veni, Emmanuel


Arr. Philip Lawson (recolhimento a oração e a meditação)

Oração


Saudação e Acolhimento

PAZ a todos e todas! Sintam-se acolhidas e acolhidos por esta comunidade de fé! Esta noite o Senhor nos concedeu a oportunidade de, humildemente, chegarmos até aqui para desfrutarmos de intensa comunhão e louvarmos e engrandecermos o nome daquele que é o único digno de toda honra, poder e glória! Celebremos o início do Advento, tempo de espera e de esperança para a chegada de nosso Senhor Jesus Cristo. Como é tradição em grande parte do protestantismo no dois primeiros domingos, nos preparamos para a segunda vinda do Salvador. Nos dois últimos domingos do Advento, a Igreja volta-se para a primeira vinda do Salvador, que se encarnou milagrosamente no ventre de Maria e nasceu pobre na gruta de Belém. Quando José e Maria chegaram de Nazaré a Belém não havia lugar para eles nas estalagens. As pensões estavam todas ocupadas. Sem lugar para Jesus nascer, o casal não teve outra opção senão ir para uma manjedoura. Ainda pequeno ele tem que sair às pressas de seu país e fugir para o Egito, porque foi ameaçado de morte por Herodes (Mt 2,13-23). Do Egito retorna à própria pátria, só quando a tormenta aparentemente já se acalmara.


Jesus foi forasteiro e imigrante. E passados tantos anos, torna-se a única esperança para milhares de imigrantes e pessoas refugiadas. O tema da pessoa estrangeira permeia com maior ênfase a narrativa do Antigo Testamento mas também a do Novo Testamento. A relação se Jesus com elas pode ser destacada quando encontra uma mulher siro-fenícia (Mc 7,24-30; Mt 15,21-28), o centurião de Cafarnaum (Lc 7,1-10; Mt 8,5-13), na parábola do bom samaritano (Lc 10,29-37) e também com o relato daquele único leproso – um samaritano que volta para agradecer pela sua cura (Lc 17,11-19). Todos estes encontros são marcados pela humildade e solidariedade. Esse é o exemplo que devemos seguir com os mais de um bilhão de pessoas que vivem longe de onde nasceram (quase 20% da população mundial hoje é, de alguma forma, considerada imigrante), nos entregarmos em atos não só de piedade (a leitura bíblica, oração, jejum etc), mas também a incessante prática dos atos de misericórdia (em favor do próximo, as ações em favor da promoção da vida e da justiça), conforme nos ensinou João Wesley. O Deus dos imigrantes e das imigrantes está conosco! Em um período marcado por injustiças, racismo, exploração das pessoas necessitadas. O Deus que abençoou as pessoas imigrantes no passado é esperança no presente! “Não oprima o estrangeiro. Vocês sabem o que é ser estrangeiro, pois foram estrangeiros no Egito” (Êx 23.9) e “Amem os estrangeiros, pois vocês mesmos foram estrangeiros no Egito” (Dt 10.19).

¯ Cântico de Adoração – Hino 02 (A história de Cristo)

(Enquanto se canta o hino, as crianças são convidadas a virem ao altar para que a primeira vela do advento seja acesa junto com elas. Nesse momento, pode-se trabalhar a idéia da expectativa: neste domingo é só uma, depois serão duas, três e quatro, até que chegará o Natal!)

Oração junto com as crianças no altar



Liturgia da Palabra

Primeira Leitura (Is 2.1-5)



Confissão e Perdão

Convite a Confissão

Neste momento, em nome de Jesus Cristo, o justo, que nos reconcilia com o Pai e intercede por nós, abramos nossos corações e mentes, nosso espírito, ao arrependimento, à confissão e ao perdão, para que possamos ser menos indignos e indignas de nos aproximar de Deus.



Confissão de Pecados

Deus, que acompanhas as pessoas em todos os lugares e em todas as situações de vida, ouve-nos quando a ti confessamos: A ti pertence a terra, e tudo o que nela se contém. No entanto, nós, seres humanos, criamos uma sociedade gananciosa; colocamo-nos como donos da terra e causamos a discriminação entre as pessoas. Criamos fronteiras, dividimos espaços, impomos divisas. Como se não bastasse, valorizamos certas culturas em detrimento de outras, erguemos barreiras sociais, geramos a pobreza e a riqueza, utilizamos a força da guerra, causamos a expulsão de vítimas inocentes de suas pátrias e casas, dividimos famílias. Ó Deus, como enviastes Jesus, que assumiu o pecado do mundo e deu sinais de um mundo novo; olha-nos com compaixão e renova a


face da terra. Transforma o mundo e o coração das tuas criaturas! (Elaborada por: Cat. Dra. Erli Mansk – Igreja Evangélica Luterana do Brasil).

Oração Silenciosa - Momento de Reflexão Pessoal



Oração /Proclamação de perdão

Deus todo poderoso, que perdoa a todas pessoas verdadeiramente arrependidas, recebe a nossa sincera súplica e perdoa-nos, encorajando-nos e fortalecendo-nos para que a partir de agora possamos te servir em novidade de vida, tratando nossos irmãos e irmãs sem distinção alguma, nomeadamente de raça, de cor, de sexo, de língua, de religião, de opinião política ou outra, de origem nacional ou social, de fortuna, de nascimento ou de qualquer outra situação. Amém!

¯ Cântico de Confissão – Hino 404 (Serviço dos Crentes)

Momento com as crianças.

“Crianças refugiadas chegam a 50 milhões no mundo, diz Unicef (dados 2016).”

De forma simples, explicar como as questões imigratórias e de refugiados atingem as crianças de todo o mundo. Que mesmo em um país que não seja a sua terra natal, as crianças imigrantes ou refugiadas possuem os mesmos direitos que elas, pequenas cidadãs, nascidas no país acolhedor possuem. Que é importante acolhê-las nas escolas e nas demais atividades (ex: nas brincadeiras) estes amiguinhos e amiguinhas de nacionalidade e costumes diferentes. Que isto constitui uma rica oportunidade de aprender e ensinar!

Segunda Leitura (Rm 13.11-14)


Proclamação do Evangelho (Mt 24.36-46)
Prédica –

LITURGIA DA MESA

Ofertório – Louvor

Salmo Sl 122
Ofertório e Recebimento dos pedidos de oração

LITURGIA DA DESPEDIDA

Oração
Envio


Bênção Apostólica - Amém Triplo - Poslúdio

_________________________

Liturgia elaborada por Fernando Binatto Tambucci, advogado, membro da Igreja Metodista na Mooca e membro pleno da Comissão de Direito e Liberdade Religiosa da OAB-SP.

Em breve: 2ª. Semana – População Negra e periferias; 3ª. Semana – Mulher e o corpo;


4ª. Semana – Direitos das crianças

Advento e Direitos Humanos -2016 -


Assessoria para a Promoção dos Direitos Humanos da Igreja Metodista - 3RE (Brasil).



El tiempo de Adviento

El año litúrgico comienza con el tiempo del adviento, término que significa advenimiento o hacia la venida; procede del verbo venir. En el lenguaje religioso pagano, adventus indicaba la venida periódica de Dios y su presencia teofánica en el templo. Es, pues, retorno o aniversario. Desde el punto de vista cristiano, adventus era la última venida del Señor, al final de los tiempos. Pero al aparecer las fiestas de la navidad y la epifanía, significó también la venida de Jesús en la humildad de la carne. Estas dos venidas (la de Belén y la última) se consideran como una única venida, desdoblada en dos etapas. Esta doble dimensión de espera caracteriza todo el adviento.


Adviento es el tiempo litúrgico que precede, como preparación, a la fiesta de navidad. Nació en el siglo IV con tres semanas de duración, a imitación de la cuaresma, o de las tres semanas de preparación pascual, exigidas por el catecumenado. La duración del adviento variaba, según las iglesias, entre tres y seis semanas. Se caracterizó en unos sitios por la penitencia (las Galias) y en otros por la alegría (Roma). En todo caso, el aspecto de la espera prevaleció sobre el de la preparación.
Casiano Floristán, en Diccionario abreviado de pastoral, Verbo Divino, España, 1999, ver Adviento.

Adviento y liturgia

La espiritualidad del Adviento combina dos grandes temas: la preparación para celebrar el nacimiento de Cristo –primera venida– y la espera de su venida gloriosa al final de los tiempos. (Augé 1996)

El adviento anuncia la tensión entre el ya de la salvación cumplida en Cristo y el todavía no de la manifestación plena de la salvación.La espera del tiempo nuevo no es una actitud pasiva. Esperamos el mundo nuevo preparando las condiciones para su alumbramiento. La esperanza escatológica se alimenta de las acciones concretas que cristianos y cristianas realizan para anticipar ese mundo justo y fraterno que soñamos.Es por esta razón que el Adviento también apunta hacia el carácter misionero de la Iglesia. En tanto celebra la primera venida de Cristo y aguarda su regreso, la iglesia actúa. (Amós López)

Escenario y ambientación para todo el ciclo

El Adviento comienza cuatro domingos antes de Navidad. Una de las tradiciones más conocidas, originada posiblemente en Escandinavia, es la CORONA DE ADVIENTO. Ramas verdes unidas en círculo, cuatro velas moradas o violetas y una blanca en el medio. El verde, símbolo de vida unido en círculo nos hace pensar en la vida eterna, la vida que no se acaba. El morado (o violeta), tradicionalmente ha sido referido a la espera, al tiempo preparatorio. El blanco, la pureza, directamente relacionado con el niño de Belén.


Este año proponemos darle este significado a las cuatro velas: la esperanza, el camino, la promesa, los sueños.

Noviembre 27, 2016 – 1er domingo de Adviento (Azul y/o Morado)

Evangelio de Mateo 24.37-44: La venida del Hijo del Hombre será como en los días de Noé, cuando no entendieron hasta que vino el diluvio. Por tanto, estén atentos, estén preparados, porque el Hijo del Hombre vendrá cuando menos lo esperen.

Profeta Isaías 2.1-5: El profeta anuncia que en los últimos días Dios nos guiará por sus caminos, juzgará entre las naciones, y todos convertirán sus espadas en arados y sus lanzas en hoces, y nadie se levantará más en guerras.
Carta a los Romanos 13.11-14: Vivamos conscientes del tiempo en que vivimos, porque nuestra salvación está más cerca, se acerca el día, revistámonos de las armas de la luz.

Salmo 122.1-3, 6-9: Vamos a la casa del Señor, centro de reunión de la comunidad. Pidamos por la paz de Jerusalén, por mis hermanos y compañeros, que haya paz dentro de tus murallas.

Seguiremos por varios domingos en este tiempo –de Adviento hasta Epifanía– textos del Libro de Isaías. En este caso presentamos aportes del Dr. Samuel Pagán, puertorriqueño, de la Iglesia de los Discípulos de Cristo, reconocido biblista.

Orientaciones para la predicación:
• Los textos de Isaías en este tiempo de Adviento
Para caminar juntos y acompañarnos mutuamente en este tiempo especial, seguiremos los textos del libro de Isaías propuestos en el leccionario ecuménico. Estos pasajes evocan un clima de alegría y expectativa que se recrea en el tiempo de Adviento: se anuncian los tiempos mesiánicos, de justicia y paz (Is 2.1-5); la esperanza en un descendiente de David que gobierne con sabiduría y justicia (Is 11.1-10); la alegría de los salvados que regresan (Is 35.1-10), la señal del niño “Emanuel” (Is 7.10-16); el niño enaltecido y la alegría de la liberación (Is 9.2-7).

Samuel Almada, en los Encuentros Exegéticos Homiléticos del ISEDET, Encuentro 57, diciembre de 2004.



• El mensaje de Isaías
Introducción a Isaías.
Isaías es el texto del AT más citado o aludido en el NT (cerca de 590 referencias en 23 libros). Esta preferencia por el uso del libro de Isaías se halla, sobre todo, en las características literarias y teológicas de la obra. Una de sus cualidades más notables es el contenido del mensaje: el libro de Isaías expone una teología de la salvación que Dios realiza mediante sus intervenciones en los acontecimientos de la historia humana. Esta peculiaridad teológica se revela en las diferentes secciones del libro y hasta en el nombre mismo del profeta, ya que Isaías significa “la salvación es de YHWH (el Señor).
Otro factor que ha contribuido en forma notable a la difusión de la obra es su belleza poética y la universalidad de su mensaje profético… y en la actualización de grandes temas tradicionales (como el tema del éxodo) y en la creación de imágenes teológico-poéticas adaptada a las nuevas necesidades de los creyentes (p. ej., la consolación de Israel, superando los límites del tiempo).
A estas cualidades se suman el decidido compromiso a favor de los pobres y marginados de la sociedad (el “oprimido”, el “huérfano”, la “viuda”; 1.17) y el rechazo de las políticas expansionistas y colonialistas de los imperios, que confieren al mensaje de Isaías una indudable actualidad en el contexto de las realidades políticas, sociales y espirituales de América Latina.
Problemas de interpretación del libro de Isaías.
La considerable extensión del texto (66 capítulos) recoge tradiciones proféticas de varios siglos y hace que la obra presente una notable complejidad histórica, literaria y teológica. Según un conocido pasaje de los Hechos de los Apóstoles, un funcionario etíope convertido al judaísmo, mientras iba por el camino de Jerusalén a Gaza, leía un pasaje del libro de Isaías sin comprender claramente su significado. Y cuando Felipe se acerca a él y le pregunta: “¿Entiendes lo que lees?”, el etíope le responde: “¿Cómo voy a entenderlo si nadie me lo explica?” (Hch 8.30-31).
Numerosos intérpretes consideran que para comprender de manera adecuada el libro de Isaías es preciso dividirlo en por lo menos tres secciones, relacionadas cada una de ellas con distintos períodos de la historia de Israel.
La primera sección (caps. 1-39) se relaciona principalmente con el profeta Isaías de Jerusalén, que ejerció su misión profética en la segunda parte del siglo 8 a.C. La segunda (caps. 40-55) presupone un ambiente histórico diferente: el exilio en Babilonia durante los años 587-538 a-C., y por eso dirige a los exiliados un mensaje de consolación y de esperanza.
En la tercera sección (caps. 56-66), el mensaje se dirige nuevamente a la comunidad judía de Jerusalén, pero esta vez se trata de la comunidad postexílica. Los oráculos proféticos incluyen mensajes de juicio condenatorio y de esperanza.
El principal desafío que deben afrontar los intérpretes del libro de Isaías es analizarlo en su integridad tanto literaria cono canónica, para descubrir su sentido como un todo.
Isaías 2.1-5: El reinado universal del Señor
Después de una introducción a toda la obra de Isaías (cap. 1), aquí comienza una nueva sección del libro (cps. 2-12) caracterizada principalmente por una serie de oráculos contra Jerusalén y Judá.
Este oráculo inicial afirma el reinado de paz universal instaurado por el Señor al fin de los tiempos. Sión (forma poética de referirse a Jerusalén) y su Templo serán el lugar de reunión de las naciones. El tiempo del fin será un tiempo de paz fundada en la justicia, ya que todos caminarán en la luz del Señor (v. 5). Las armas de guerra se transformarán en instrumentos de trabajo al servicio de la paz (cf. Miq 4.3; Jl 3.10).
El “monte del Señor” o “monte Sión” es la colina de Jerusalén donde estaba enclavado el templo de YHWH. El término hebreo torá, que suele traducirse con la palabra “ley”, no designa un conjunto de regulaciones estrictas que deben cumplirse puntualmente, sino que se refiere más bien a las instrucciones y enseñanzas que debe asumir el pueblo de Dios para vivir en conformidad con la voluntad divina: una orientación que llama a vivir y actuar a la altura de las exigencias divinas.
El mismo Señor se convertirá en maestro para dirigirnos por sus caminos y sus sendas. Mientras tanto, el ideal de la paz fundada en la justicia debe ser el norte teológico y una prioridad misionera del pueblo de Dios.
Samuel Pagán, Isaías, en Comentario Bíblico Latinoamericano, Edit. Verbo Divino, Estella (Navarra, España), 2007.

• La apocalíptica del evangelio de Mateo. Los capítulos 24 y 25 de Mateo recurren al género apocalíptico para expresar la inminencia de los tiempos mesiánicos pero al mismo tiempo advierten sobre las impaciencias: cada uno debe estar atento, no sea que uno quede y el compañero sea llevado; todos debemos estar preparados.

Seremos juzgados por el amor que tenemos a nuestros hermanos (25.31-46). ¿Cuándo será el tiempo de la parusía, cuándo será “la fecha” del juicio de Dios?

“Ese juez, al que se imaginan que habrán de ver por vez primera algún día, hace ya tiempo que lo han encontrado los hombres, a lo largo de su vida cotidiana… El hombre tiene que vérselas con el juez celestial cada vez que está delante de su prójimo; el juicio y la suerte final de cada uno se decide realmente desde ahora… Lo que es decisivo es el instante presente, en su vulgaridad aparente. Este instante reviste una gravedad infinita, porque está cargado con todo el peso infinito de la presencia misteriosa, en el hombre que está delante de hombre, del hijo del hombre y de Dios mismo”.

Th. Preiss, Le mystere du Fils de l’homme, en Poittevin-Charpentier, El evangelio según san Mateo, Verbo Divino, España, 1981.

Orientaciones para la acción pastoral:
• Estamos atentos, preparados, conscientes del tiempo en que vivimos. Más allá o más acá de los tiempos políticos del día de hoy, con sus contradicciones y expectativas, como verdaderos protestantes debemos estar siempre listos para la protesta constructiva, lúcida y solidaria. La Iglesia reformada siempre está en reforma, dijeron los reformadores.

“Esto es lo que yo denomino el ‘principio protestante’, el elemento crítico en la expresión de la comunidad de fe. Ni la duda ni el elemento crítico son actuales siempre pero ambos deben ser siempre posibles dentro del círculo de la fe. Desde el punto de vista cristiano diríamos que la Iglesia con todas sus doctrinas, instituciones y autoridades se encuentra bajo el juicio profético y no por encima de él. (…) Sin duda alguna, la vida de una comunidad de fe es un riesgo continuo, si se entiende la fe misma como un riesgo. Pero ese es el carácter de la fe dinámica y la consecuencia del principio protestante.

Paul Tillich, Dinámica de la fe, Edit. La Aurora, Buenos Aires, 1976, p. 35.

• Pedimos por la paz de Jerusalén, y por la de Buenos Aires, Córdoba o Bahía Blanca, y contribuimos activamente a esa paz en nuestras ciudades y barrios, en campos o pequeños poblados. Nunca somos como esos falsos revolucionarios que esperan que vaya todo mal para que a ellos les vaya bien. No somos como los predicadores de desgracias para anunciarse después como salvadores. Sufrimos con los que sufren, lloramos con los que lloran, nos alegramos con los que se alegran, criticamos lo injusto y lo corrupto, destacamos “todo lo verdadero, todo lo que es digno de respeto, todo lo recto, todo lo puro, todo lo agradable”… (Fil. 4.8).



Orientaciones para la liturgia del culto comunitario:

• Este primer domingo nos centraremos en la espera y la esperanza. Algunos idiomas, como el inglés, hacen una distinción entre esperar (wait) y esperar con esperanza (hope). Este primer domingo de adviento somos llamados a esperar con esperanza a ese Dios que viene, porque nace en un pesebre, y que vendrá también, al final de los tiempos.


Encendemos la primera vela de adviento pensando en la esperanza.Podemos hacer que la congregación comparta las señales de esperanza en sus propias vidas y en la vida de la iglesia.

Encendamos la luz!


Que nuestros corazones irradien
nuestro compromiso con la vida,
con la naturaleza entera,
cuando la creación está amenazada.

¡Encendamos la luz!


Dios se anuncia como ser humano,
para vencer el caos en el sol,
la luna y las estrellas.
Para vencer el miedo de la gente
que teme las grandes señales en el cielo.

¡Encendamos esa luz!


El Emanuel que nos revela
la presencia de Dios entre nosotros,
viene a nuestra tierra de gracia
a buscar y salvar lo que estaba perdido,
lo que no es útil al mercado.

¡Encendamos la luz!


Viene Jesús el prometido,
Manifiesta su humildad y gloria,
anunciando liberación a los pueblos.
Un Mundo Otro e imprescindible,
Reino de Dios en nuestra tierra

¡Encendamos esa luz!


Jubileo de los pobres y oprimidos,
de marginados por la sociedad,
olvidados por religiones y sacerdotes,
¡Para ellos y ellas es el día del Señor!

¡Encendamos la luz!


su reino ha llegado a nuestra tierra.
El verdor de nuestras selvas y bosques,
señalan momentos de libertad
de lucha y Victoria.

¡Encendamos la luz!


El Mesías hecho ternura,
viene a vencer la insensibilidad,
los vicios y las trampas que nos tiende
el consumismo de este mundo.

¡Encedamos esa luz!


Que brille en nuestros corazones.
Ven Jesús encarnado,
líbranos de temores y tentaciones,
haznos sentir la presencia del otro
de la otra.

¡Encendamos esa luz!

Obed Juan Vizcaíno Nájera.

Encendemos la vela de la esperanza

Vengan, adoraremos Juntos, y comencemos esta temporada de espera
llenos de esperanza.
Venimos, esperando en el Señor.
Tengamos cuidado, estemos atentos
Venimos conscientes de quiénes somos y en quien creemos,
Oh Dios, restáuranos; deja resplandecer tu Rostro,
Aguardamos con esperanza en la promesa de unnuevo comienzo. El nacido en un pesebre vendrá otra vez.
Encendamos la vela de la esperanza.

Recursos Litúrgicos Adviento- Epifanía 2012-2013 -Conferencia Anual de México

• ¡Atención! ¡Se Espera con Esperanza

¡¡Atención!!


¡Se Espera con Esperanza,
a la Esperanza que Espera,
señales que la alimenten,
la dejen crecer y florecer...!
Se espera con esperanza
a la Esperanza que espera

Ser alimento de vida,


dando la fuerza que anima,
ayudando a renacer.
Se espera con esperanza
a la Esperanza que espera

Amanecer en cada Ser


al soñar un mundo nuevo
esperando a ¡Emanuel!
Se espera con esperanza
a la Esperanza que espera

Festejar el nacimiento


del Niño que trae la vida
y nos hace amanecer.

¡¡Esperemos en la Esperanza de Ser, a la Esperanza que Espera,


la celebración de la VIDA
¡Dios con nosotros! Emmanuel!!

Inés Simeone, Uruguay

• Letanía de Invocación para el tiempo de adviento:

Ven, Señor, te esperamos,


te necesitamos
Ven, porque tu mundo, nuestro mundo,
llora, tiene dudas, indiferencia.
Ven, porque el poder que vende muerte
quiere reinar.
Ven, Señor, te esperamos
te necesitamos
Ven a nuestra vida y pon calma,
respuesta, luz, sentido.
Afirma nuestra fe,
fortalece nuestra esperanza.
Ven a nuestra vida
para que podamos dar vida.
Ven, Señor, te esperamos
te necesitamos
Ven a nuestra comunidad
para afirmar el compromiso de ser uno,
un solo cuerpo
que acompaña, consuela, comparte,
que sirve.
Ven, Señor, te esperamos
te necesitamos

Joel Elí Padrón

• Invocación
En este día somos testigos de la luz de Cristo
con todos los fieles de todo tiempo y lugar:
Con Isaías y Jeremías, los profetas de Israel,
esperamos la salvación prometida del Señor,
y esperamos la venida
que traerá la justicia y la rectitud en la tierra.
La Palabra se hizo carne y habitó entre nosotros,
y hemos visto su gloria.
Recursos Litúrgicos Adviento- Epifanía 2012-2013 - Conferencia Anual de México

• Canciones:

- Renacer (Canto y Fe 239)
- Este es un cielo, cielito (Canto y Fe 20)

Insumos elaborados por Laura D'Angiola y por el Pastor Guido Bello (Temperley, Argentina).






Baixar 45.01 Kb.

Compartilhe com seus amigos:




©bemvin.org 2020
enviar mensagem

    Página principal
Prefeitura municipal
santa catarina
Universidade federal
prefeitura municipal
pregão presencial
universidade federal
outras providências
processo seletivo
catarina prefeitura
minas gerais
secretaria municipal
CÂmara municipal
ensino fundamental
ensino médio
concurso público
catarina município
Dispõe sobre
reunião ordinária
Serviço público
câmara municipal
público federal
Processo seletivo
processo licitatório
educaçÃo universidade
seletivo simplificado
Secretaria municipal
sessão ordinária
ensino superior
Relatório técnico
Universidade estadual
Conselho municipal
técnico científico
direitos humanos
científico período
espírito santo
pregão eletrônico
Curriculum vitae
Sequência didática
Quarta feira
prefeito municipal
distrito federal
conselho municipal
língua portuguesa
nossa senhora
educaçÃo secretaria
segunda feira
Pregão presencial
recursos humanos
Terça feira
educaçÃO ciência
agricultura familiar