Plano de desenvolvimento institucional pdi



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Acesso em: 21 mai. 2011.

      1. Campus Dianópolis

O Campus Dianópolis, do IFTO, encontra-se sediado no município de Dianópolis, cidade polo da mesorregião Sudeste do Estado do Tocantins, que é composta por 20 municípios. Em 2008, a região Sudeste do Tocantins foi reconhecida como Território da Cidadania, e vem desenvolvendo alguns projetos e ações em busca do desenvolvimento regional sustentável. Territórios da Cidadania é um programa do Governo Federal com o objetivo de promover o desenvolvimento econômico e universalizar programas básicos de cidadania por meio de uma estratégia de desenvolvimento territorial sustentável.

O Campus Dianópolis, do IFTO, teve seu funcionamento autorizado mediante a Portaria nº 330, de 23 de abril de 2013, do Ministério da Educação. O campus apresenta uma vocação naturalmente agrícola, pois surgiu a partir da doação, por parte do Estado do Tocantins, de uma área rural de aproximadamente 593ha, onde funcionou, por muitos anos, a Fundação Agroindustrial São José, mais conhecida como Instituto de Menores de Dianópolis. Um grande potencial para agricultura, agropecuária e aquicultura pode e deve ser aproveitado, pois a área do campus conta com represa e tanques para cultivo aquícola, um pivô para irrigação com capacidade para cobrir até 10ha (capacidade de três culturas anuais), rebanho de gado leiteiro e de corte, suínos, equinos, ovinos e aves.

Aliado ao potencial agrário, o campus se destaca, também, na área da computação. Observadas tais potencialidades, iniciou suas primeiras turmas em 13 de maio de 2013, com os cursos Técnicos em Agropecuária e em Informática na forma Subsequente ao Ensino Médio, ampliando o número de turmas semestralmente. Em 2014, teve sua oferta ampliada para os cursos Técnicos em Agropecuária, em Informática na forma Integrada ao Ensino Médio e o curso de Bacharelado em Engenharia Agronômica e projeta, conforme atualização do PDI/2014, a oferta do curso de Licenciatura em Computação, no primeiro semestre de 2015.


      1. Campus Gurupi

O Campus Gurupi é fruto da doação do Edifício da antiga unidade do Centro Universitário Unirg, além da doação de área anexa, totalizando um terreno de 20.000m². A área foi doada pela Prefeitura Municipal de Gurupi, autorizada pela Lei Municipal 1.757/2008.

O campus encontra-se em funcionamento desde o dia 20 de setembro de 2010, e atualmente oferta os cursos de Licenciatura em Artes Cênicas, com 111 estudantes matriculados, Técnico Subsequente em Edificações e Técnico Subsequente em Agronegócios, com 110 e 45 estudantes, respectivamente, Ensino Médio Integrado ao Técnico em Agronegócios com 130 matriculados, Técnico de Nível Médio em Comércio, na forma Integrada, na Modalidade de Educação de Jovens e Adultos, Presencial, com 55 estudantes, Especialização em Educação de Jovens e Adultos, na forma de Ensino a Distância com 100 estudantes, além de ofertar os cursos pelo Pronatec e Mulheres Mil.

Estão em fase de elaboração os Projetos para oferta de mais dois cursos, sendo uma Licenciatura em Agronegócios e uma Pós-graduação em Agronegócio, os quais devem ter seu início até o primeiro semestre de 2015.


      1. Campus Palmas

A antiga Escola Técnica Federal de Palmas (ETF-Palmas) foi criada em 30 de junho de 1993, por meio da Lei n° 867/93, e, em 21 de dezembro de 1998, tornou-se Autarquia Federal pelo Decreto n° 2980/MEC. Inaugurada em 2003, teve seu primeiro processo seletivo para os cursos técnicos em Edificações, Eletrotécnica e Informática. Ainda no mesmo ano, o Governo do Estado do Tocantins, pela Lei n° 1.405/03, de 22/10/2003, doou uma área de 44.914,93m2, situada em frente à área da escola, o que elevou para 128.508,38m2 a área total da ETF-Palmas. No ano de 2004, a ETF-Palmas realizou mais um Processo Seletivo, desta vez oferecendo, além dos três cursos já existentes, seis novos cursos técnicos: Eletrônica, Agrimensura, Gestão em Agronegócio, Turismo e Hospitalidade, Secretariado Executivo e Saneamento Ambiental. Em janeiro de 2005 iniciou a oferta de cursos de Ensino Profissional Integrado ao Ensino Médio, com 4 turmas de 40 acadêmicos cada, nos cursos de Edificações, Eletrônica, Eletrotécnica e Informática. Em dezembro de 2005, a instituição teve seus quatro primeiros Cursos Superiores de Tecnologia (CST) aprovados com conceito A pelo Ministério da Educação: CST em Construção de Edifícios, CST em Gestão Pública, CST em Sistemas Elétricos e CST em Sistemas para Internet. Implementou também, no segundo semestre daquele ano, o Programa de Integração da Educação Profissional ao Ensino Médio na Modalidade de Educação de Jovens e Adultos – Proeja.

Atualmente o Campus Palmas oferece os cursos técnicos subsequentes em Agrimensura; Edificações; Eletrotécnica; Mecatrônica; Controle Ambiental; Informática; Segurança do Trabalho; e Secretariado; os cursos técnicos integrados ao ensino médio em Agrimensura; Agronegócio; Eletrotécnica; Mecatrônica; Informática; Administração; e Eventos; os Cursos Superiores de Tecnologia em Agronegócio; Sistemas Elétricos; Sistemas para Internet; Gestão e Turismo; e Gestão Pública; os cursos superiores de Licenciatura em Física e Licenciatura em Matemática; o curso superior bacharelado em Engenharia Civil; os cursos médios na Modalidade de Educação de Jovens e Adultos em Atendimento; e Manutenção e Operação de Microcomputadores; e o curso de Pós-graduação lato sensu em Telemática.

O Campus Palmas oferece ainda os seguintes cursos técnicos subsequentes na Modalidade de Ensino a Distância, em 15 cidades do Estado do Tocantins, Polos de EaD: Agroecologia; Administração; Secretariado; Informática para internet; Manutenção e Suporte em Informática; Marketing; Controle Ambiental; e Segurança do Trabalho.


      1. Campus Paraíso do Tocantins

O Campus Paraíso do Tocantins, até o final de 2008, era denominado Uned Paraíso do Tocantins (Unidade de Ensino Descentralizada de Paraíso do Tocantins da Escola Técnica Federal de Palmas).

A Escola Técnica Federal de Palmas – ETF Palmas – agregou o Centro de Educação Profissional de Paraíso do Tocantins, construído a partir de um convênio celebrado entre a Secretaria de Educação e Cultura do Estado do Tocantins e o Programa de Expansão da Educação Profissional – PROEP/MEC – (Convênio 063/2001), cujo processo de federalização faz parte do plano de expansão I da Rede Federal de Educação Profissional e Tecnológica.

Na manhã do dia 8/11/2007, quinta-feira, comunidade, servidores e lideranças políticas estiveram presentes na inauguração oficial da Uned Paraíso do Tocantins. A unidade iniciou com capacidade para oferecer formação tecnológica a 960 estudantes da região. Participaram do evento, entre outras autoridades, o Diretor-geral pro tempore da ETF Palmas, Hércules José Procópio; o Diretor da Uned, Octaviano Sidnei Furtado; o Prefeito de Paraíso do Tocantins, Arnaud Bezerra; o Governador do Estado do Tocantins, Marcelo Miranda; o Secretário de Educação Profissional e Tecnológica do MEC, Eliezer Pacheco. As autoridades visitaram as instalações da unidade e tiveram a oportunidade de dialogar com alguns dos 160 estudantes matriculados nos quatro cursos técnicos que a Uned oferecia. Funcionários e professores da unidade-sede de Palmas também prestigiaram o evento.

Com o advento da Lei nº 11.892, de 29 de dezembro de 2008, a Uned Paraíso do Tocantins transformou-se em campus do Instituto Federal do Tocantins, atendendo à chamada pública do Ministério da Educação para que as escolas se tornassem institutos federais, possibilitando oferecer, além dos cursos de nível médio, também cursos superiores e pós-graduação.



      1. Campus Porto Nacional

O Campus Porto Nacional, do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Tocantins, inaugurado em 1º de fevereiro de 2010, foi inspirado nas políticas públicas contemporâneas de valorização da educação e das instituições federais de ensino no Brasil, assumindo, como ação fundamental para a construção de uma nação soberana e democrática, o combate às desigualdades sociais e estruturais de toda ordem. O Campus Porto Nacional dedica-se ao fortalecimento das ações governamentais de acesso ao ensino público gratuito de qualidade, com formação profissional e tecnológica, e a integração entre comunidade e escola, através de projetos de pesquisa e extensão, tendo por finalidade o pleno desenvolvimento do educando, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho, o que concorre para sua conquista profissional em excelência e denota as funções típicas desta instituição em promover o desenvolvimento social, conforme reza a Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996, que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional e a Lei nº 11.892, de 29 de dezembro de 2008, de criação dos Institutos Federais.

Quanto às competências institucionais, pautadas no que diz o art. 1º, § 2°, do Estatuto do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Tocantins, o Campus Porto Nacional oferta educação básica, profissional e superior, pluricurricular, com base na conjugação de conhecimentos técnicos e tecnológicos na sua prática pedagógica.

Para que os objetivos oriundos da finalidade e competências institucionais sejam alcançados, o campus conta com 85 servidores, dos quais 38 são técnicos administrativos e 43 são professores; destes, 4 são professores substitutos e 15 ocupam funções gratificadas.

Em termos históricos, o campus iniciou suas atividades em 2 de agosto do ano de 2010, e está localizado na Av. Tocantins, Loteamento Mãe Dedé, S/nº, Jardim América – Porto Nacional/TO.




    1. Inserção do IFTO no cenário socieconômico do tocantins

Localizado no centro geodésico do Brasil, o Estado do Tocantins situa-se entre os paralelos 5º e 13º de latitude sul e entre os meridianos 45º e 50º de longitude oeste. Com uma população estimada em 1.478.164 habitantes (IBGE, 2013), 78,8% desse total equivale à população urbana, enquanto 21,2% desses habitantes vivem no campo. Constituído por 139 municípios, o Estado possui uma área de 277.720,520 Km2 (IBGE, 2010). Essa extensão territorial corresponde a 3,3% do território nacional e a 7,2% da região Norte. Os Estados limítrofes são: Bahia, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Pará e Piauí.

Por se localizar em uma área de transição, o Tocantins apresenta características climáticas e físicas tanto da Amazônia Legal quanto da Zona Central do Brasil: a vegetação exibe desde o cerrado, campos limpos ou rupestres, à floresta equatorial de transição, encontrável sob a forma de mata de galeria. O cerrado ocupa uma área superior a 60% da superfície total do Estado. O clima é tropical, com temperatura média anual variando entre 31ºC e 32ºC (INPE, 2013). Opulento em recursos hídricos, as principais bacias que cortam o Estado são as do Tocantins, do Araguaia, do Sono, das Balsas, do Paraná e de Manuel Alves. O relevo é formado, predominantemente, por depressões, por planaltos a Sul e Nordeste, e planícies na região central. O ponto mais elevado é a Serra Traíras ou também conhecida como Serra das Palmas, com 1.340 metros, localizada na divisa com Goiás. Exuberante em belezas naturais, o Tocantins foi agraciado por paragens como: a Ilha do Bananal, a maior ilha fluvial do mundo, localizada na região Sudoeste do Estado, onde também estão o Parque Nacional do Araguaia e o Parque Nacional Indígena; o Parque Estadual do Jalapão, a Lagoa da Confusão, além de outras riquezas naturais localizadas nos cursos dos rios Tocantins e Araguaia.

Do ponto de vista econômico, mesmo sendo o Estado mais jovem do país, o Tocantins teve um bom desempenho em 2010, visto ter apresentado um crescimento real de 14,2% do PIB, superior a todas as Unidades da Federação, ao crescimento da região Norte (9,9%) e do Brasil (7,5%). O Produto Interno Bruto (PIB) do Tocantins ocupa o 24º lugar no ranking nacional, representando 0,5% do PIB brasileiro (IBGE, 2013). O PIB per capita de 2010 foi R$ 12.462,00 contra R$ 11.278,00 em 2009, ganhando uma posição no ranking nacional de 2010, passando da 16ª para a 15ª posição entre todas as Unidades da Federação (IBGE, 2013). Segundo dados da Seplan/TO (2013), o setor econômico que se destaca no PIB do Tocantins é o de prestação de serviços, que participa com 56,5% do total, seguido pela indústria, que contribui com 25,4%, e atividades agropecuárias, 18,1%, e, entre as 12 atividades que compõem o Valor Adicionado (VA) do Tocantins, as 4 atividades de maior peso foram: Administração, Saúde e Educação Pública; Agropecuária; Construção Civil e Comércio.

No setor agropecuário, fundamental para a economia tocantinense, as principais atividades são a produção de grãos, a pecuária bovina de corte e a fruticultura, sendo esta última atividade responsável pela geração de grande número de empregos diretos e indiretos. Na pauta das exportações, a soja é o carro-chefe, seguida pela exportação de carnes e derivados e, por último, pelo abacaxi. Outra atividade que se desponta no Estado é a produção de biocombustíveis, principalmente a partir da extração dos potenciais energéticos de culturas como a do babaçu, a soja e a do pinhão-manso.

A agroindústria demonstra, igualmente, grande potencial econômico no Estado. Foram implantados cinco distritos agroindustriais nos municípios de Palmas, Porto Nacional, Gurupi, Araguaína e Paraíso do Tocantins, que contribuem não só com a geração de divisas para o Estado como também com renda para as populações locais.

Além disso, o Estado possui excelentes condições materiais para a implantação de projetos de produção de peixes, porque tem uma qualidade de água excepcional, com temperatura estável, o que favorece o desenvolvimento de atividades econômicas na área da aquicultura. Outras atividades que poderão viabilizar investimentos para a geração de emprego e renda, bem como para o desenvolvimento econômico do Estado estão relacionadas ao turismo - destaque para o ecoturismo, o turismo balneário e o turismo cultural. Com cinco áreas de proteção ambiental, contando com riquezas hídricas e praianas e com duas cidades com centros históricos tombados como patrimônio histórico (Natividade e Porto Nacional), o Estado do Tocantins apresenta agudas potencialidades de desenvolvimento econômico a partir dessas modalidades turísticas.



No que tange à infraestrutura, duas obras são de fundamental importância para a economia do estado: a rodovia BR-153 e a Ferrovia Norte-Sul. A primeira, já consolidada, é de inestimável valor para as atividades comerciais, pois é a principal via de escoamento de produção no Estado. Grandes municípios tocantinenses, como Gurupi, Araguaína, Paraíso do Tocantins, Colinas do Tocantins, Guaraí, além de outros, floresceram às margens dessa rodovia, demonstrando a vitalidade dessa estrada tanto para a economia quanto para a história tocantinense. Já a Ferrovia Norte-Sul, ainda em fase de construção, tem seu maior trecho previsto (mais de 500 km) para o Estado do Tocantins. Com a construção dessa ferrovia, a expectativa é de aumentar a capacidade de transporte de baixo custo. Quando estiver em plena operação, a ferrovia será capaz de transportar cerca de 12,4 milhões de toneladas/ano, possibilitando o escoamento da produção e reduzindo significativamente o custo do frete para longas distâncias. Além disso, a obra viabilizará a implantação de novos negócios, além da geração de vários empregos, diretos e indiretos.

Portanto, é nesse contexto socioeconômico que o Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Tocantins foi criado em dezembro de 2008, por meio da Lei Federal nº 11.892, contando hoje com uma Reitoria, 16 polos de Educação a Distância – EaD –, 8 campi em pleno funcionamento e 3 campi avançados em fase de implantação, todos localizados em regiões economicamente estratégicas do Estado.

O Instituto Federal edifica-se no seio dos municípios mais populosos do Tocantins; seus campi estão localizados em Palmas (257.904 hab.), Araguaína (164.093 hab.), Gurupi (81.792 hab.), Porto Nacional (51.501 hab.), Paraíso do Tocantins (47.724 hab.), Araguatins (33.524 hab.), Colinas do Tocantins (33.078 hab.) e Dianópolis (20.566 hab.), e os campi avançados estão localizados em Formoso do Araguaia, Lagoa da Confusão e Pedro Afonso; já os polos de EaD estão em Alvorada, Araguatins, Araguacema, Colinas do Tocantins, Cristalândia, Dianópolis, Guaraí, Gurupi, Natividade, Palmas, Palmeirópolis, Paraíso do Tocantins, Pedro Afonso, Porto Nacional, Taguatinga e Tocantinópolis.

Ao agregar e expandir instituições de educação profissionais já sedimentadas como a Escola Agrotécnica Federal de Araguatins, hoje Campus Araguatins, e a Escola Técnica Federal de Palmas, hoje Campus Palmas, e com a implantação de outros seis campi em pleno funcionamento, e ainda com seus três campi avançados em fase de implantação, o Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Tocantins busca formar não só profissionais qualificados para o mundo do trabalho, como também cidadãos preparados para a vida social e política, além, é claro, de contribuir para o desenvolvimento dos diferentes setores produtivos do Tocantins, resguardando as singularidades econômicas, sociais e culturais dos distintos municípios e regiões do Estado.



    1. DIAGNÓSTICO ESTRATÉGICO

      1. Autoavaliação Institucional

O diagnóstico estratégico é um processo contínuo de autoavaliação que expressa a análise dos ambientes internos e externos ao IFTO, realizada por seus servidores, a partir do qual é consolidado um cenário que dá sustentação à revisão da missão, visão, valores, princípios norteadores e, consequentemente, à definição de objetivos estratégicos, cerne do planejamento e da gestão para o período de 2015-2019

      1. Direcionadores Estratégicos

        1. Missão

PROPORCIONAR DESENVOLVIMENTO EDUCACIONAL, CIENTÍFICO E TECNOLÓGICO NO ESTADO DO TOCANTINS POR MEIO DA FORMAÇÃO PESSOAL E QUALIFICAÇÃO PROFISSIONAL.

        1. Visão

SER REFERÊNCIA NO ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO, COM ÊNFASE NA INOVAÇÃO TECNOLÓGICA DE PRODUTOS E SERVIÇOS, PROPORCIONANDO O DESENVOLVIMENTO REGIONAL SUSTENTÁVEL.

        1. Princípios Norteadores

O Instituto Federal do Tocantins, em seu Estatuto, publicado em 19 de agosto de 2009, em seu artigo terceiro, declara como princípios norteadores da instituição:

I – compromisso com a justiça social, equidade, cidadania, ética, preservação do meio ambiente, transparência e gestão democrática;

II – verticalização do ensino e sua integração com a pesquisa e a extensão;

III – eficácia nas respostas de formação profissional, difusão do conhecimento científico e tecnológico e suporte aos arranjos produtivos locais, sociais e culturais;

IV - inclusão de pessoas com necessidades educacionais especiais e deficiências específicas; e

V - natureza pública e gratuita do ensino, sob a responsabilidade da União.



        1. Princípios e Fins da Educação Nacional

A Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996, em seu artigo segundo, define a educação como dever da família e do Estado, sendo inspirada nos princípios de liberdade e nos ideais de solidariedade humana, tendo por finalidade o pleno desenvolvimento do educando, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho.

A mesma lei, em seu artigo terceiro, define que o ensino deverá ser ministrado com base nos princípios abaixo listados:

I - igualdade de condições para o acesso e permanência na escola;

II - liberdade de aprender, ensinar, pesquisar e divulgar a cultura, o pensamento, a arte e o saber;

III - pluralismo de idéias e de concepções pedagógicas;

IV - respeito à liberdade e apreço à tolerância;

V - coexistência de instituições públicas e privadas de ensino;

VI - gratuidade do ensino público em estabelecimentos oficiais;

VII - valorização do profissional da educação escolar;

VIII - gestão democrática do ensino público, na forma desta Lei e da legislação dos sistemas de ensino;

IX - garantia de padrão de qualidade;

X - valorização da experiência extraescolar;

XI - vinculação entre a educação escolar, o trabalho e as práticas sociais.

XII - consideração com a diversidade étnico-racial.



        1. finalidades e caracterÍsticas

A Lei nº 11.892, de 29 de dezembro de 2008, em seu artigo sexto, define as finalidades e características dos institutos federais, que são:

I - ofertar educação profissional e tecnológica, em todos os seus níveis e modalidades, formando e qualificando cidadãos com vistas na atuação profissional nos diversos setores da economia, com ênfase no desenvolvimento socioeconômico local, regional e nacional;

II - desenvolver a educação profissional e tecnológica como processo educativo e investigativo de geração e adaptação de soluções técnicas e tecnológicas às demandas sociais e peculiaridades regionais;

III - promover a integração e a verticalização da educação básica à educação profissional e educação superior, otimizando a infraestrutura física, os quadros de pessoal e os recursos de gestão;

IV - orientar sua oferta formativa em benefício da consolidação e fortalecimento dos arranjos produtivos, sociais e culturais locais, identificados com base no mapeamento das potencialidades de desenvolvimento socioeconômico e cultural no âmbito de atuação do Instituto Federal;

V - constituir-se em centro de excelência na oferta do ensino de ciências, em geral, e de ciências aplicadas, em particular, estimulando o desenvolvimento de espírito crítico, voltado à investigação empírica;

VI - qualificar-se como centro de referência no apoio à oferta do ensino de ciências nas instituições públicas de ensino, oferecendo capacitação técnica e atualização pedagógica aos docentes das redes públicas de ensino;

VII - desenvolver programas de extensão e de divulgação científica e tecnológica;

VIII - realizar e estimular a pesquisa aplicada, a produção cultural, o empreendedorismo, o cooperativismo e o desenvolvimento científico e tecnológico;

IX - promover a produção, o desenvolvimento e a transferência de tecnologias sociais, notadamente as voltadas à preservação do meio ambiente.



      1. objetivos estratégicos e indicadores

A partir da análise da visão, missão, princípios norteadores, finalidades, características e respeitando os princípios e fins da educação nacional, o IFTO traçou seus objetivos estratégicos, os quais, em essência, devem concretizar as oportunidades, criar uma rede de proteção contra as ameaças, atender aos normativos legais vigentes e cumprir os acordos de metas firmados com os órgãos superiores da administração pública. Tais objetivos representam o alvo ou marco quantificado que a instituição pretende alcançar por meio de um esforço extra, com definição do prazo de realização e o responsável pela execução, considerando todos os dados e recursos disponíveis.

Os objetivos estratégicos ainda têm o poder de focalizar a atenção em desafios pontuais, dirigindo os esforços de todo o instituto para os resultados efetivamente de interesse, além de representar desafios a serem superados por todos os colaboradores da organização, assegurando um sentimento de superação, através de propostas consolidadas em bases realistas, considerando para isso o tempo disponível e necessário, os recursos que podem ser utilizados em cada iniciativa e o seu respectivo retorno econômico-financeiro e social.



Os objetivos estratégicos foram elaborados por meio da consolidação de dados de todos os planos de metas e análises de Forças, Oportunidades, Fraquezas e Ameaças – Fofa –, realizadas em todas as unidades do instituto. Tais indicadores fornecem capacidade de mensuração e avaliação.

        1. objetivos estratégicos traçados

Os objetivos estratégicos traçados durante o desenvolvimento dos trabalhos do PDI do IFTO 2015-2019 estão descritos abaixo, seguidos das áreas impactadas por eles e seus indicadores:

1 - Incrementar o número de vagas ofertadas pelo IFTO

Descrição: Aumentar o número de vagas ofertadas através da criação de novos cursos, abertura de novas turmas ou do aumento do número de vagas por turma, buscando maior eficácia nas respostas de formação profissional e igualdade de condições de acesso à instituição.

Perspectiva Estratégica:

  1. Alunos (Ensino).

Áreas de Impacto:

  1. Políticas de Gestão.

Indicadores:

  1. Taxa de crescimento do número vagas.

  2. Quantidade de vagas ofertadas.

Fator Crítico de Sucesso:

  • Aumentar a oferta do número de cursos e/ou o número de vagas por turma.

Direcionadores Estratégicos

  • Igualdade de condições para o acesso e permanência na instituição.

  • Respeito à liberdade e apreço à tolerância.

  • Consideração com a diversidade étnico-racial.

  • Ofertar educação profissional e tecnológica, em todos os seus níveis e modalidades, formando e qualificando cidadãos com vistas na atuação profissional nos diversos setores da economia, com ênfase no desenvolvimento socioeconômico local, regional e nacional.

  • Compromisso com a justiça social, equidade, cidadania, ética, preservação do meio ambiente, transparência e gestão democrática.

  • Eficácia nas respostas de formação profissional, difusão do conhecimento científico e tecnológico e suporte aos arranjos produtivos locais, sociais e culturais.




2 – Assegurar aos alunos condições de permanência e conclusão com êxito

Descrição: Promover a melhoria da qualidade dos cursos oferecidos, o aprimoramento dos mecanismos de nivelamento do conhecimento das turmas e a melhoria dos programas de assistência estudantil, visando à igualdade de condições de acesso na instituição e ao combate à evasão.

Perspectiva Estratégica:

  1. Alunos (Ensino).

  2. Alunos (Pesquisa).

  3. Alunos (Extensão).

Áreas de Impacto:

  1. Políticas de Ensino.

  2. Políticas de Assistência Estudantil.

Indicadores:

  1. Taxa de Evasão.

  2. Investimento por Aluno.

Fator Crítico de Sucesso:

  • Aumentar a atratividade (qualidade dos cursos, incentivos institucionais e receptividade do mercado) dos cursos ofertados pelo IFTO.

Direcionadores Estratégicos

  • Valorização da experiência extraescolar.

  • Igualdade de condições para o acesso e permanência na instituição.

  • Acordo de Metas e Compromissos entre a União e o IFTO.




3 – Criar condições para atender às demandas físicas e educacionais da comunidade interna com necessidades específicas

Descrição: Adaptar a infraestrutura física e organizacional dos campi a fim de melhor atender às demandas físicas e educacionais das pessoas com necessidades específicas, visando à igualdade de condições de acesso e permanência na instituição, reforçando nosso compromisso com a justiça social.

Perspectiva Estratégica:

  1. Processos Internos.

  2. Infraestrutura.



Áreas de Impacto:

  1. Políticas de Ensino.

  2. Políticas de Assistência Estudantil.

  3. Políticas de Gestão.




Indicadores:

  1. Taxa de evasão dos PNEs.

  2. Relação professor de Libras por curso de licenciatura.

Fator Crítico de Sucesso:

  • Criação/melhoria de políticas para adaptação das estruturas (físicas e educacionais) do IFTO aos PNEs.



Direcionadores Estratégicos

  • Igualdade de condições para o acesso e permanência na instituição.

  • Respeito à liberdade e apreço à tolerância.

  • Consideração com a diversidade étnico-racial.

  • Compromisso com a justiça social, equidade, cidadania, ética, preservação do meio ambiente, transparência e gestão democrática.

  • Inclusão de pessoas com necessidades educacionais especiais e deficiências específicas.



4 – Ofertar cursos na modalidade a distância

Descrição: Ofertar cursos na modalidade EaD, visando à democratização do acesso ao ensino em regiões onde é inviável a implantação de campi, buscando maior eficácia nas respostas de formação profissional.

Perspectiva Estratégica:

  1. Alunos (Ensino).




Áreas de Impacto:

  1. Políticas de Ensino.

Indicadores:

  1. Proporção de vagas ofertadas na modalidade EaD.

  2. Percentual de investimentos em EaD.

Fator Crítico de Sucesso:

  • Garantir fontes de recursos para a oferta de cursos na modalidade EaD.



Direcionadores Estratégicos

  • Igualdade de condições para o acesso e permanência na instituição.

  • Ofertar educação profissional e tecnológica, em todos os seus níveis e modalidades, formando e qualificando cidadãos com vistas na atuação profissional nos diversos setores da economia, com ênfase no desenvolvimento socioeconômico local, regional e nacional.

  • Promover a integração e a verticalização da educação básica à educação profissional e educação superior, otimizando a infraestrutura física, os quadros de pessoal e os recursos de gestão.

  • Orientar sua oferta formativa em benefício da consolidação e fortalecimento dos arranjos produtivos, sociais e culturais locais, identificados com base no mapeamento das potencialidades de desenvolvimento socioeconômico e cultural no âmbito de atuação do Instituto Federal.

  • Eficácia nas respostas de formação profissional, difusão do conhecimento científico e tecnológico e suporte aos arranjos produtivos locais, sociais e culturais.



5 – Integrar as ações de ensino, pesquisa e extensão como ato educativo e pedagógico

Descrição: Intensificar a integração das ações de ensino, pesquisa e extensão que contribuam para o desenvolvimento socioeconômico da região.

Perspectiva Estratégica:

  1. Alunos (Ensino).

  2. Alunos (Pesquisa).

  3. Alunos (Extensão).




Áreas de Impacto:

  1. Políticas de Ensino.

  2. Políticas de Pesquisa.

  3. Políticas de Extensão.

  4. Políticas de Assistência Estudantil.




Indicadores:

  1. Proporção de discentes e servidores envolvidos em atividades (programas, projetos, cursos e eventos) de pesquisa, extensão e programas de melhoria da qualidade da educação básica.

  2. Quantidade de atividades (programas, projetos, cursos e eventos) de pesquisa, extensão e programas de melhoria da qualidade da educação básica mantidos pelo IFTO.

Fator Crítico de Sucesso:

  • Flexibilização/alteração dos normativos institucionais visando à possibilidade de melhor integração/aproveitamento das atividades desenvolvidas em ações de ensino, pesquisa e extensão com o ato educativo/pedagógico.

Direcionadores Estratégicos

  • Promover a integração e a verticalização da educação básica à educação profissional e educação superior, otimizando a infraestrutura física, os quadros de pessoal e os recursos de gestão.

  • Verticalização do ensino e sua integração com a pesquisa e a extensão.



6 – Instituir práticas e disseminar a cultura da sustentabilidade

Descrição: Intensificar ações administrativas e acadêmicas que disseminem a cultura da sustentabilidade, promovendo o desenvolvimento de tecnologias voltadas à preservação do meio ambiente.

Perspectiva Estratégica:

  1. Responsabilidade Social.

  2. Desenvolvimento Profissional dos Servidores




Áreas de Impacto:

  1. Políticas de Gestão

Indicadores:

  1. Número de ações para disseminação de práticas socioambientais adotadas.

Fator Crítico de Sucesso:

  • Desenvolvimento de uma cultura organizacional de sustentabilidade do IFTO.

Direcionadores Estratégicos

  • Promover a produção, o desenvolvimento e a transferência de tecnologias sociais, notadamente as voltadas à preservação do meio ambiente.

  • Compromisso com a justiça social, equidade, cidadania, ética, preservação do meio ambiente, transparência e gestão democrática.



7 – Implementar ações que visem à disseminação do associativismo e do empreendedorismo

Descrição: Intensificar ações que visem à disseminação do associativismo e do empreendedorismo, promovendo a produção, o desenvolvimento e a transferência de tecnologias, gerando desenvolvimento científico e tecnológico.

Perspectiva Estratégica:

  1. Responsabilidade Social.




Áreas de Impacto:

  1. Políticas de Pesquisa.

  2. Políticas de Extensão.

Indicadores:

  1. Número de empreendimentos incubados e empresas juniores em funcionamento.

  2. Número de ações nas áreas de associativismo e empreendedorismo desenvolvidas.

Fator Crítico de Sucesso:

  • Criação de estruturas (consultores, fomento) que permitam a incubação de empreendimentos e o funcionamento de novas empresas juniores.

Direcionadores Estratégicos

  • Desenvolver a educação profissional e tecnológica como processo educativo e investigativo de geração e adaptação de soluções técnicas e tecnológicas às demandas sociais e peculiaridades regionais.

  • Vinculação entre a educação escolar, o trabalho e as práticas sociais.

  • Realizar e estimular a pesquisa aplicada, a produção cultural, o empreendedorismo, o cooperativismo e o desenvolvimento científico e tecnológico.

  • Promover a produção, o desenvolvimento e a transferência de tecnologias sociais, notadamente as voltadas à preservação do meio ambiente.



8 – Ampliar a rede de relacionamento com organizações do setor produtivo

Descrição: Ampliar a rede de relacionamento com o setor produtivo, visando desenvolver a educação profissional e tecnológica como processo educativo e investigativo de geração de soluções técnicas/tecnológicas às demandas sociais e às peculiaridades regionais.

Perspectiva Estratégica:

  1. Alunos (Ensino).

  2. Alunos (Pesquisa).

  3. Alunos (Extensão).




Áreas de Impacto:

  1. Políticas de Pesquisa.

  2. Políticas de Extensão.

Indicadores:

  1. Número de processos, produtos ou serviços gerados pelas ações do IFTO.

  2. Número de convênios, cooperações técnicas e programas de estágio firmados.

Fator Crítico de Sucesso:

  • Normatizar e incentivar a criação de relacionamentos (convênios e parcerias) com o setor produtivo.

Direcionadores Estratégicos

  • Desenvolver a educação profissional e tecnológica como processo educativo e investigativo de geração e adaptação de soluções técnicas e tecnológicas às demandas sociais e peculiaridades regionais.

  • Vinculação entre a educação escolar, o trabalho e as práticas sociais.

  • Realizar e estimular a pesquisa aplicada, a produção cultural, o empreendedorismo, o cooperativismo e o desenvolvimento científico e tecnológico.

  • Promover a produção, o desenvolvimento e a transferência de tecnologias sociais, notadamente as voltadas à preservação do meio ambiente.



9 – Ampliar a rede de relacionamento com a comunidade e arranjos/grupos sociais e culturais

Descrição: Ampliar a rede de relacionamento com a comunidade e arranjos/grupos sociais e culturais, visando orientar sua oferta formativa em benefício da consolidação e fortalecimento dos arranjos produtivos, sociais e culturais locais.

Perspectiva Estratégica:

  1. Responsabilidade Social.

  2. Desenvolvimento Profissional dos Servidores

Áreas de Impacto:

  1. Políticas de Pesquisa.

  2. Políticas de Extensão.

Indicadores:

  1. Número de pessoas beneficiadas pelas ações (eventos e projetos) do IFTO.

Fator Crítico de Sucesso:

  • Alocação de recursos financeiros, materiais e humanos para desenvolvimento destas atividades.

Direcionadores Estratégicos

  • Vinculação entre a educação escolar, o trabalho e as práticas sociais.

  • Desenvolver a educação profissional e tecnológica como processo educativo e investigativo de geração e adaptação de soluções técnicas e tecnológicas às demandas sociais e peculiaridades regionais.

  • Orientar sua oferta formativa em benefício da consolidação e fortalecimento dos arranjos produtivos, sociais e culturais locais, identificados com base no mapeamento das potencialidades de desenvolvimento socioeconômico e cultural no âmbito de atuação do Instituto Federal.

  • Constituir-se em centro de excelência na oferta do ensino de ciências, em geral, e de ciências aplicadas, em particular, estimulando o desenvolvimento de espírito crítico, voltado à investigação empírica.

  • Eficácia nas respostas de formação profissional, difusão do conhecimento científico e tecnológico e suporte aos arranjos produtivos locais, sociais e culturais.



10 – Ampliar a rede de relacionamento com organizações do setor público.

Descrição: Ampliar a rede de relacionamento com o setor público visando qualificar-se como centro de referência no apoio à oferta do ensino de ciências nas instituições públicas de ensino, oferecendo capacitação técnica e atualização pedagógica aos docentes das redes públicas de ensino.

Perspectiva Estratégica:

  1. Alunos (Ensino).

  2. Alunos (Pesquisa).

  3. Alunos (Extensão).




Áreas de Impacto:

  1. Políticas de Ensino.

  2. Políticas de Pesquisa.

  3. Políticas de Extensão.

Indicadores:

  1. Número de parcerias firmadas.

  2. Número de pessoas beneficiadas pelas ações da rede.

Fator Crítico de Sucesso:

  • Alocação de recursos financeiros, materiais e de recursos humanos para desenvolvimento destas atividades.

Direcionadores Estratégicos

  • Coexistência de instituições públicas e privadas de ensino.

  • Vinculação entre a educação escolar, o trabalho e as práticas sociais.

  • Desenvolver a educação profissional e tecnológica como processo educativo e investigativo de geração e adaptação de soluções técnicas e tecnológicas às demandas sociais e peculiaridades regionais.

  • Constituir-se em centro de excelência na oferta do ensino de ciências, em geral, e de ciências aplicadas, em particular, estimulando o desenvolvimento de espírito crítico, voltado à investigação empírica.

  • Qualificar-se como centro de referência no apoio à oferta do ensino de ciências nas instituições públicas de ensino, oferecendo capacitação técnica e atualização pedagógica aos docentes das redes públicas de ensino.

  • Eficácia nas respostas de formação profissional, difusão do conhecimento científico e tecnológico e suporte aos arranjos produtivos locais, sociais e culturais.



11 – Promover a formação continuada e o desenvolvimento dos servidores e colaboradores para o alcance dos resultados institucionais.

Descrição: Promover a formação continuada e a valorização dos servidores, visando garantir e melhorar o padrão de qualidade dos serviços prestados.

Perspectiva Estratégica:

  1. Desenvolvimento Profissional dos Servidores.




Áreas de Impacto:

  1. Políticas de Gestão.

Indicadores:

  1. Índice de qualificação do corpo docente (IQCD).

  2. Índice de qualificação do corpo técnico administrativo.

Fator Crítico de Sucesso:

  • Política orçamentária e de recursos humanos que auxilie na qualificação do servidor.

Direcionadores Estratégicos

  • Valorização do profissional da educação escolar.

  • Garantia de padrão de qualidade.



12 – Implementar sistema integrado de gestão institucional.

Descrição: Implementar sistema integrado de gestão institucional, visando melhor controle e transparência das informações de dados educacionais e rapidez na prestação dos serviços.

Perspectiva Estratégica:

  1. Processos Internos.




Áreas de Impacto:

  1. Políticas de Gestão.

Indicadores:

  1. Quantidade de informações disponibilizadas para o apoio de decisão.

  2. Quantidade de departamentos do IFTO com o sistema em funcionamento.

Fator Crítico de Sucesso:

  • Migração / adaptação dos processos internos para operacionalização através de processos informatizados.

Direcionadores Estratégicos

  • Promover a integração e a verticalização da educação básica à educação profissional e educação superior, otimizando a infraestrutura física, os quadros de pessoal e os recursos de gestão.

  • Garantia de padrão de qualidade.

  • Compromisso com a justiça social, equidade, cidadania, ética, preservação do meio ambiente, transparência e gestão democrática.



13 – Aumentar a captação de recursos.

Descrição: Incentivar projetos e ações que visem à captação de recursos que auxiliem na consecução dos objetivos estratégicos.

Perspectiva Estratégica:

  1. Processos Internos.




Áreas de Impacto:

  1. Políticas de Gestão.

  2. Políticas de Pesquisa.

  3. Políticas de Extensão.

Indicadores:

  1. Taxa de crescimento da capacitação de recursos próprios.

  2. Quantidade de fontes formalizadas de recursos próprios.

Fator Crítico de Sucesso:

  • Criação de estruturas e identificação de oportunidades que possam gerar fontes de receitas.

Direcionadores Estratégicos

  • Promover a integração e a verticalização da educação básica à educação profissional e educação superior, otimizando a infraestrutura física, os quadros de pessoal e os recursos de gestão.

  • Desenvolver programas de extensão e de divulgação científica e tecnológica.

  • Gratuidade do ensino público em estabelecimentos oficiais.



14 – Melhorar a infraestrutura dos campi.

Descrição: Adequar a infraestrutura física dos campi, visando melhor qualidade dos cursos e melhor condição de trabalho para os seus servidores.


Perspectiva Estratégica:

  1. Processos Internos.

  2. Infraestrutura.




Áreas de Impacto:

  1. Políticas de Gestão.




Indicadores:

  1. Índice de satisfação dos usuários do IFTO com a infraestrutura disponível.

  2. Quantidade das demandas previstas (PDI, PAAI e Anuário Estatístico) e atendidas.

Fator Crítico de Sucesso:


  • Melhora na política orçamentária e de recursos humanos do IFTO.

Direcionadores Estratégicos


  • Garantia de padrão de qualidade.

  • Promover a integração e a verticalização da educação básica à educação profissional e educação superior, otimizando a infraestrutura física, os quadros de pessoal e os recursos de gestão.



15 – Difundir e implementar ações para consecução dos objetivos estratégicos.

Descrição: Implementar práticas de gestão orientadas para resultados com a utilização de mecanismos de avaliação de desempenho institucional.

Perspectiva Estratégica:

  1. Processos Internos.



Áreas de Impacto:

  1. Políticas de Gestão.

  2. Políticas de Avaliação.




Indicadores:

  1. Proporção de metas do PDI alcançadas.

Fator Crítico de Sucesso:

  • Criação de uma cultura organizacional de planejamento / controle, e institucionalização dos planejamentos estratégicos e táticos.

Direcionadores Estratégicos

  • Gestão democrática.

  • Compromisso com a justiça social, equidade, cidadania, ética, preservação do meio ambiente, transparência e gestão democrática.



16 – Instituir e fortalecer as instâncias colegiadas.

Descrição: Oportunizar e incentivar a participação de representantes de todos os segmentos, como compromisso com a gestão democrática, valorizando o pluralismo de ideias e de concepções pedagógicas.

Perspectiva Estratégica:

  1. Processos Internos.



Áreas de Impacto:

  1. Políticas de Gestão.




Indicadores:

  1. Quantidade de instâncias colegiadas em funcionamento.

  2. Percentual de segmentos representados por instâncias colegiadas.

Fator Crítico de Sucesso:


  • Sensibilização dos segmentos quanto à importância das instâncias colegiadas.

Direcionadores Estratégicos


  • Pluralismo de ideias e de concepção pedagógicas.

  • Compromisso com a justiça social, equidade, cidadania, ética, preservação do meio ambiente, transparência e gestão democrática.

  • Gestão democrática.



17 – Ampliar a participação dos componentes extracurriculares na vida acadêmica dos alunos.

Descrição: Ampliar a participação dos componentes extracurriculares, visando desenvolver a educação profissional e tecnológica como processo educativo e investigativo de geração e adaptação de soluções técnicas e tecnológicas às demandas sociais e peculiaridades regionais, vinculando a educação escolar, o trabalho e as práticas sociais.

Perspectiva Estratégica:

  1. Alunos (Ensino).

  2. Alunos (Pesquisa).

  3. Alunos (Extensão).



Áreas de Impacto:

  1. Políticas de Ensino.

  2. Políticas de Pesquisa.

  3. Políticas de Extensão.




Indicadores:

  1. Quantidade de alunos envolvidos em atividades extracurriculares.

  2. Quantidade de ações extracurriculares empreendidas pelo IFTO.

Fator Crítico de Sucesso:

  • Definição de uma política de apoio, fomento e aproveitamento acadêmicos das atividades extracurriculares desenvolvidas pelo IFTO.

Direcionadores Estratégicos

  • Pluralismo de ideias e de concepções pedagógicas.

  • Compromisso com a justiça social, equidade, cidadania, ética, preservação do meio ambiente, transparência e gestão democrática.

  • Gestão democrática.



18 – Adequar a oferta de vagas do IFTO a fim de atender às demandas legais e à racionalização dos recursos.

Descrição: Dimensionar e adequar a oferta de vagas em relação à força de trabalho, com o objetivo de promover a melhoria do desempenho institucional e a racionalização de recursos.

Perspectiva Estratégica:

  1. Alunos (Ensino).



Áreas de Impacto:

  1. Políticas de Gestão.

  2. Políticas de Ensino.




Indicadores:

  1. Relação de alunos matriculados por professor.

Fator Crítico de Sucesso:

  • Criação de um planejamento de longo prazo que vise à adequação da oferta de vagas dentro dos requisitos legais propostos e diante do quadro de pessoal permanente da instituição.

Direcionadores Estratégicos

  • Coexistência de instituições públicas e privadas de ensino.

  • Ofertar educação profissional e tecnológica, em todos os seus níveis e modalidades, formando e qualificando cidadãos com vistas na atuação profissional nos diversos setores da economia, com ênfase no desenvolvimento socioeconômico local, regional e nacional.

  • Acordo de Metas e Compromissos.

  • Desenvolver a educação profissional e tecnológica como processo educativo e investigativo de geração e adaptação de soluções técnicas e tecnológicas às demandas sociais e peculiaridades regionais.

  • Promover a integração e a verticalização da educação básica à educação profissional e educação superior, otimizando a infraestrutura física, os quadros de pessoal e os recursos de gestão.

  • Orientar sua oferta formativa em benefício da consolidação e fortalecimento dos arranjos produtivos, sociais e culturais locais, identificados com base no mapeamento das potencialidades de desenvolvimento socioeconômico e cultural no âmbito de atuação do Instituto Federal.

  • Verticalização do ensino e sua integração com a pesquisa e a extensão.



19 – Aumentar a produção e divulgação científica e tecnológica e, ainda, a realização e expansão dos projetos de pesquisa e extensão do IFTO.

Descrição: Incentivar a produção científica e tecnológica e a expansão de projetos de extensão e pesquisa a fim de desenvolver a educação profissional e tecnológica.

Perspectiva Estratégica:

  1. Alunos (Pesquisa).

  2. Alunos (Extensão).



Áreas de Impacto:

  1. Políticas de Pesquisa.

  2. Políticas de Extensão.




Indicadores:

  1. Produção por servidor do IFTO (pesquisa e extensão)

  2. Quantidade de projetos de pesquisa e extensão institucionalizados.

Fator Crítico de Sucesso:

  • Desenvolvimento de uma cultura de pesquisa e extensão no IFTO

Direcionadores Estratégicos

  • Desenvolver programas de extensão e de divulgação científica e tecnológica.

  • Desenvolver a educação profissional e tecnológica como processo educativo e investigativo de geração e adaptação de soluções técnicas e tecnológicas às demandas sociais e peculiaridades regionais.



20 – Promover a integração entre as unidades do IFTO, visando à troca de experiências e saberes nas diferentes áreas.

Descrição: Incentivar ações multicampi que venham a contribuir com o desenvolvimento institucional.

Perspectiva Estratégica:

  1. Responsabilidade Social.

  2. Desenvolvimento Profissional dos Servidores.



Áreas de Impacto:

  1. Políticas de Pesquisa.

  2. Políticas de Extensão.




Indicadores:

  1. Percentual de atividades de ensino, pesquisa e extensão que foram desenvolvidas com a participação de mais de uma unidade.

  2. Quantidade de eventos realizados com a participação de mais de uma unidade.

Fator Crítico de Sucesso:

  • Criação de normatização que possibilite e incentive o desenvolvimento de atividades multiunidades.

Direcionadores Estratégicos

  • Desenvolver programas de extensão e de divulgação científica e tecnológica.

  • Desenvolver a educação profissional e tecnológica como processo educativo e investigativo de geração e adaptação de soluções técnicas e tecnológicas às demandas sociais e peculiaridades regionais.





Objetivo

Indicador

Fórmula de Cálculo

Atual

Metas

2015

2016

2017

2018

2019

1

Incrementar o número de vagas ofertadas pelo IFTO

Taxa de crescimento do número vagas



Proen

Proen

Proen

Proen

Proen

Proen

Quantidade de vagas ofertadas

Número de vagas ofertadas pelo IFTO no ano

Proen

4998

5360

6210

6395

6835

2

Assegurar aos alunos condições de permanência e conclusão com êxito

Taxa de Evasão no Período



Proen

Proen

Proen

Proen

Proen

Proen

Investimento por Aluno



Proad

Proad

Proad

Proad

Proad

Proad

3

Criar condições para atender às demandas físicas e educacionais da comunidade interna com necessidades específicas

Taxa de evasão dos PNEs



Proen

Proen

Proen

Proen

Proen

Proen

Índice de acessibilidade do IFTO

Média dos índices de acessibilidade dos campi

Proen

Proen

Proen

Proen

Proen

Proen

4

Ofertar cursos na modalidade a distância

Proporção de vagas ofertadas na modalidade EaD



Proen

Proen

Proen

Proen

Proen

Proen

Percentual de investimentos em EaD



Proad

Proad

Proad

Proad

Proad

Proad

5

Integrar as ações de ensino, pesquisa e extensão como ato educativo e pedagógico

Proporção de discentes e servidores envolvidos em atividades (programas, projetos, cursos e eventos) de pesquisa, extensão e programas de melhoria da qualidade da educação básica




Proen, Proex e Propi

Proen, Proex e Propi

Proen, Proex e Propi

Proen, Proex e Propi

Proen, Proex e Propi

Proen, Proex e Propi

Quantidade de atividades (programas, projetos, cursos e eventos) de pesquisa, extensão e programas de melhoria da qualidade da educação básica mantidos pelo IFTO.

Quantidade de atividades

Proen, Proex e Propi

Proen, Proex e Propi

Proen, Proex e Propi

Proen, Proex e Propi

Proen, Proex e Propi

Proen, Proex e Propi

6

Instituir práticas e disseminar a cultura da sustentabilidade

Número de ações para disseminação de práticas socioambientais responsáveis adotadas

Número de ações

Proex

Proex

Proex

Proex

Proex

Proex

7

Implementar ações que visem à disseminação do associativismo e do empreendedorismo

Número de empreendimentos incubados e empresas juniores em funcionamento

Número de empreendimentos

Proex

Proex

Proex

Proex

Proex

Proex

Número de ações nas áreas de associativismo e empreendedorismo desenvolvidas

Número de ações

Proex

Proex

Proex

Proex

Proex

Proex

8

Ampliar a rede de relacionamento com organizações do setor produtivo

Número de processos, produtos ou serviços gerados pelas ações do IFTO

Número de processos e produtos

Proex

Proex

Proex

Proex

Proex

Proex

Número de convênios, cooperações técnicas e programas de estágio firmados

Soma do número de convênios. Cooperações técnicas

Proex

Proex

Proex

Proex

Proex

Proex

9

Ampliar a rede de relacionamento com a comunidade e arranjos/grupos sociais e culturais

Número de pessoas beneficiadas pelas ações (eventos e projetos) do IFTO

Número de beneficiados

Proex

Proex

Proex

Proex

Proex

Proex

10

Ampliar a rede de relacionamento com organizações do setor público

Número de parcerias firmadas

Número de parcerias

Proex

Proex

Proex

Proex

Proex

Proex

Número de pessoas beneficiadas pelas ações da rede

Número de beneficiados

Proex

Proex

Proex

Proex

Proex

Proex

11

Promover a formação continuada e o desenvolvimento dos servidores e colaboradores para o alcance dos resultados institucionais

Índice de qualificação do Corpo Docente (IQCD)



DGP

DGP

DGP

DGP

DGP

DGP

Índice de qualificação do Corpo Técnico-Administrativo (IQCTA)



DGP

DGP

DGP

DGP

DGP

DGP

12

Implementar sistema integrado de gestão institucional

Quantidade de informações disponibilizadas para o apoio de decisão

Número de informações

Prodi

Prodi

Prodi

Prodi

Prodi

Prodi

Quantidade de departamentos do IFTO com o sistema em funcionamento

Número de departamentos

Prodi

Prodi

Prodi

Prodi

Prodi

Prodi

13

Aumentar a captação de recursos

Taxa de crescimento da capacitação de recursos próprios



Proad

Proad

Proad

Proad

Proad

Proad

Quantidade de fontes formalizadas de recursos próprios

Número de fontes formalizadas

Proad

Proad

Proad

Proad

Proad

Proad

14

Melhorar a infraestrutura dos campi

Índice de satisfação dos usuários do IFTO com a infraestrutura disponível

Pesquisa de clima organizacional

Prodi

Prodi

Prodi

Prodi

Prodi

Prodi

Quantidade das demandas previstas (PDI, PAAI e Anuário Estatístico) e atendidas

Número de demandas atendidas

Prodi

Prodi

Prodi

Prodi

Prodi

Prodi

15

Difundir e implementar ações para consecução dos objetivos estratégicos

Proporção de metas do PDI alcançadas



Prodi

Prodi

Prodi

Prodi

Prodi

Prodi

16

Instituir e fortalecer as instâncias colegiadas

Quantidade de instâncias colegiadas em funcionamento

Número de instâncias colegiadas em funcionamento

Proex

Proex

Proex

Proex

Proex

Proex

Percentual de segmentos representados por instâncias colegiadas



Proex

Proex

Proex

Proex

Proex

Proex

17

Ampliar a participação dos componentes extracurriculares na vida acadêmica dos alunos

Quantidade de alunos envolvidos em atividades extracurriculares

Número de alunos envolvidos

Proen, Proex e Propi

Proen, Proex e Propi

Proen, Proex e Propi

Proen, Proex e Propi

Proen, Proex e Propi

Proen, Proex e Propi

Quantidade de ações extracurriculares empreendidas pelo IFTO

Número de ações

Proen, Proex e Propi

Proen, Proex e Propi

Proen, Proex e Propi

Proen, Proex e Propi

Proen, Proex e Propi

Proen, Proex e Propi

18

Adequar a oferta de vagas do IFTO a fim de atender às demandas legais e à racionalização dos recursos

Relação de alunos matriculados por professor



Proen

Proen

Proen

Proen

Proen

Proen

19

Aumentar a produção e divulgação científica e tecnológica e, ainda, a realização e expansão dos projetos de extensão e pesquisa do IFTO

Produção por servidor do IFTO (pesquisa e extensão)



Propi e Proex

Propi e Proex

Propi e Proex

Propi e Proex

Propi e Proex

Propi e Proex

Quantidade de projetos de pesquisa e extensão institucionalizados

Número de projetos

Propi e Proex

Propi e Proex

Propi e Proex

Propi e Proex

Propi e Proex

Propi e Proex

20

Promover a integração entre os campi, visando à troca de experiências e saberes nas diferentes áreas

Percentual de atividades de ensino, pesquisa e extensão que foram desenvolvidas com a participação de mais de uma unidade



Proen, Proex e Propi

Proen, Proex e Propi

Proen, Proex e Propi

Proen, Proex e Propi

Proen, Proex e Propi

Proen, Proex e Propi

Quantidade de eventos realizados com a participação de mais de uma unidade

Número de eventos

Proen, Proex e Propi

Proen, Proex e Propi

Proen, Proex e Propi

Proen, Proex e Propi

Proen, Proex e Propi

Proen, Proex e Propi


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