Plano de desenvolvimento institucional pdi



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MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO

SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA

INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO TOCANTINS




PLANO DE DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL - PDI

2015-2019

Presidente da República

Dilma Rousseff



Ministro da Educação

José Henrique Paim



Secretário da Educação Profissional e Tecnológica

Marco Antônio de Oliveira



Reitor

Francisco Nairton do Nascimento



Chefe de Gabinete do Reitor

Quenízia Vieira Lopes



Pró-reitor de Ensino

Ovídio Ricardo Dantas Júnior



Pró-reitor de Extensão

Hélder Cleber Almeida Pereira



Pró-reitor de Pesquisa e Inovação

Augusto Cesar dos Santos



Pró-reitor de Administração

Rodrigo Soares Lelis Gori



Pró-reitor de Desenvolvimento Institucional

Danilo Gomes Martins



Diretora de Gestão de Pessoas

Maria Edileuza Ferreira de França



Diretor-geral pro tempore do Campus Araguaína

Cristiano Fernandes Mateus



Diretor-geral do Campus Araguatins

Décio Dias dos Reis

Diretor do Campus Avançado Formoso do Araguaia

Marcelo Alves Terra



Diretor do Campus Avançado Lagoa da Confusão

Valquires Martins de Santana



Diretor do Campus Avançado Pedro Afonso

Juliana Ferreira de Queiroz



Diretor-geral pro tempore do Campus Colinas do Tocantins

Paulo Hernandes Gonçalves da Silva



Diretor-geral pro tempore do Campus Dianópolis

Jonas Reginaldo de Britto



Diretor-geral pro tempore do Campus Gurupi

Paulo da Silva Paz Neto



Diretor-geral do Campus Palmas

Octaviano Sidnei Furtado



Diretor-geral do Campus Paraíso do Tocantins

Antonio da Luz Junior



Diretor-geral pro tempore do Campus Porto Nacional

Miguel Camargo da Silva



COMISSÃO DE ELABORAÇÃO DO PLANO DE DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL 2015-2019

Comissão instituída pela Portaria nº 739/2013/REITORIA/IFTO, de 19 de dezembro de 2013:

Ricardo Carilo Vivas - Presidente

Danilo Gomes Martins

Ovídio Ricardo Dantas Junior

Rodrigo Soares Lelis Gori

Helder Cleber Almeida Pereira

Augusto Cesar dos Santos

Ludcesar Vieira de Assis

Sergio Henrique Moura Estevão

José Wellington Abreu Pereira

Antônio da Luz Junior

Mateus Dall A'gnol

José Wilismar Baiano da Conceição

William de Sousa Dias



COMISSÃO DE ELABORAÇÃO DO PROJETO PEDAGÓGICO INSTITUCIONAL - PPI

Comissão instituída pela Portaria nº 118/2014/REITORIA/IFTO, de 28 de fevereiro de 2014:

Janaina Miranda Muradas Amorim - Presidente

Carla Dettenborn de Col

Helder Cleber Almeida Pereira

Jorge Luiz Passos Abduch Dias

Madson Teles de Souza

Ovídio Ricardo Dantas Junior

Rodrigo Antonio Magalhães Teixeira


Externamos agradecimentos aos Diretores-gerais dos campi e respectivas Comissões Locais, que passaram informações para atualização do Plano de Desenvolvimento Institucional 2015-2019 do Instituto Federal do Tocantins.
Revisão de Texto

Marco Aurélio Mello




APRESENTAÇÃO

Entre os princípios listados na Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996, a qual estabelece as diretrizes e bases da educação nacional, destacamos o preceito quanto à garantia do padrão de qualidade, pois entendemos que assegurar tal padrão implica ter cumprido demais princípios contidos na mesma Lei, como, por exemplo, valorização do profissional da educação escolar, gestão democrática do ensino, valorização da experiência extraescolar, vinculação entre a educação escolar, o trabalho e as práticas sociais.

A Lei supracitada serviu como um dos suportes para elaboração deste Plano de Desenvolvimento Institucional – PDI –, pois ela se nos apresenta como estímulo para que continuemos a cuidar do aumento de cursos e vagas, primando, ao mesmo tempo, pela qualidade do ensino público.

Na confecção deste documento, observamos, ainda, o decreto nº 5.773, de 9 de maio de 2006, em específico os elementos que nele são elencados como essenciais à constituição deste PDI, o qual vigorará nos próximos cinco anos. Por isso, a infraestrutura física do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Tocantins – IFTO –, bem como sua missão, objetivos e metas, projeto pedagógico, planejamento quanto à abertura de cursos e perfil de seu corpo docente estarão aqui descritos.

Para vencer relevante tarefa, foram formadas, inicialmente, duas comissões no âmbito do IFTO. A primeira delas, comissão de elaboração do plano de desenvolvimento institucional, foi designada para administrar as atividades e, por conseguinte, direcionar os trabalhos das comissões constituídas nos campi. Já a comissão de elaboração do plano pedagógico institucional dissertou sobre as modalidades de ensino ofertadas pelo instituto, a articulação entre o ensino, a pesquisa e a extensão e a política educacional adotada pelo IFTO.

Coesos com a transparência e a gestão democrática, apresentamos a construção do PDI à comunidade de cada campus, permitindo, assim, que alunos, professores, técnicos e gestores participassem da elaboração do documento, por meio de suas ideias e sugestões. Tal trabalho foi submetido, ainda, ao crivo do Colégio de Dirigentes e do Conselho Superior do IFTO, cujos dirigentes e conselheiros também contribuíram com suas reflexões e ideias.

Compreende-se, pois, que se trata de trabalho de fôlego, não apenas pela extensão, mas, principalmente, pelas discussões e pesquisas empreendidas com o escopo de que as páginas deste documento viessem a lume e, assim, pudessem ser assumidas como norte para ações que objetivam responder, com gradual progresso, às demandas advindas da sociedade tocantinense e dos Estados circunvizinhos.

Claro está que o comprometimento de servidores e colaboradores, seja ao integrar as comissões, seja ao atuar nas reuniões de apresentação do PDI, além de ter garantido o êxito na conclusão deste trabalho, ratificou que contamos com equipe apta a levar a efeito as estratégias aqui firmadas. Desse modo, finalizada esta primeira etapa, empenhemo-nos, desde já, nas ações que garantirão o cumprimento dos deveres aqui assumidos.


Francisco Nairton do Nascimento

Reitor do Instituto Federal do Tocantins



Sumário

1.Perfil Institucional 18

1.1.Breve Histórico dO INSTITUTO FEDERAL DO TOCANTINS 18



1.1.1.Reitoria 19

1.1.2.Campus Araguaína 20

1.1.3.Campus Araguatins 21

1.1.4.Campus Avançado Formoso do Araguaia 23

1.1.5.Campus Avançado Lagoa da Confusão 24

1.1.6.Campus Avançado Pedro Afonso 25

1.1.7.Campus Colinas do Tocantins 26

1.1.8.Campus Dianópolis 28

1.1.9.Campus Gurupi 29

1.1.10.Campus Palmas 30

1.1.11.Campus Paraíso do Tocantins 31

1.1.12.Campus Porto Nacional 32

1.2.Inserção do IFTO no cenário socieconômico do tocantins 33

1.3.DIAGNÓSTICO ESTRATÉGICO 37

1.3.1.Autoavaliação Institucional 37

1.3.2.Direcionadores Estratégicos 37

1.3.3.objetivos estratégicos e indicadores 39

2.Projeto Pedagógico Institucional – PPI 53

2.1.Dimensão PolíticO-Pedagógica 53

2.1.1.Princípios orientadores do ensino, pesquisa e extensão 53

2.1.2.Fundamentos legais 54

2.1.3.Currículo 56

2.1.4.Avaliação 57

2.2.Oferta de cursos 58



2.2.1.CURSOS DE EDUCAÇÃO BÁSICA (FUNDAMENTAL E MÉDIO) ARTICULADOS COM A EDUCAÇÃO PROFISSIONAL: TÉCNICOS DE NÍVEL MÉDIO E PROFISSIONALIZANTES; FORMAS DE ARTICULAÇÃO: INTEGRADA, CONCOMITANTE E SUBSEQUENTE; MODALIDADE EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS (PROEJA) 59

2.2.2.CURSOS DE GRADUAÇÃO 60

2.2.3.CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO 64

2.2.4.CURSOS DE EXTENSÃO E/OU APERFEIÇOAMENTO 66

2.3.POLÍTICAS PEDAGÓGICAS INSTITUCIONAIS 66



2.3.1.POLÍTICAS DE ENSINO DO IFTO 67

2.3.2.POLÍTICAS DE PESQUISA DO IFTO 69

2.3.3.POLÍTICAS DE EXTENSÃO DO IFTO 71

2.4.REFERÊNCIAS 72

3.Cronograma de implantação e desenvolvimento da instituição e dos cursos (presenciaIS e a distância). 73

3.1.Oferta de Cursos 73



3.1.1.Campus Araguaína 73

3.2.Oferta de cursos – modalidade EaD (ensino a distância) 77

4.Perfil do Corpo Docente 78

4.1.Composição atual 78

4.2.Titulação 79

4.3.Regime de trabalho 79

4.4.Experiência acadêmica e Profissional 80

4.5.Plano de Carreira 93

4.6.Critérios de seleção e contratação 93

4.7.Políticas de Qualificação 93

4.8.Procedimentos para substituição 94

4.9.Cronograma e plano de expansão do corpo docente 96

5.Organização Administrativa dO IFTO 97

5.1.Estrutura Organizacional 97



5.1.1.Reitoria 99

5.1.2.Pró-Reitorias 100

5.1.3.Campi 100

5.2.Instâncias de decisão 101

5.3.Organograma Institucional 103

5.3.1.REITORIA 103

5.3.2.Campi 105

5.4.Órgãos Colegiados 114



5.4.1.Conselho Superior (CONSUP) 114

5.4.2.Colégio de Dirigentes (CODIR) 115

5.5.Órgãos de apoio às atividades acadêmicas e administrativas 115



5.5.1.Auditoria interna (AUDIN) 115

5.5.2.Comissão de Ética (CE) 116

5.5.3.Editora 116

5.5.4.Comissão permanente de pessoal docente (CPPD) 116

5.5.5.Comissão Interna de Supervisão da Carreira dos Cargos Técnico-Administrativos (CISCAT) 116

5.5.6.Diretoria de Gestão de Pessoas 116

6.Políticas de atendimento aos discentes 118

6.1.PRINCÍPIOS ORIENTADORES DA ASSISTÊNCIA ESTUDANTIL 118

6.2.DIRETRIZES DAS LINHAS DE AÇÃO E PROGRAMAS DA ASSIStÊNCIA ESTUDANTIL 120

6.3.ORGANIZAÇÃO ESTUDANTIL 120

6.4.ESTRATÉGIAS DE INCENTIVO À PERMANÊNCIA 121



6.4.1.BOLSAS, AUXÍLIOS, SERVIÇOS E CONCESSÃO DE MATERIAIS 121

6.4.2.AÇÕES INTEGRADAS DA ASSISTÊNCIA ESTUDANTIL 123

6.5.ESTRATÉGIAS DE EDUCAÇÃO INCLUSIVA 124

6.6.DIRETRIZES DE AVALIAÇÃO DAS ATIVIDADES DA ASSIsTÊNCIA ESTUDANTIL 125

7.Infraestrutura 126

7.1.Infraestrutura física 126

7.2.Instalações administrativas, salas de aula e espaços de apoio ao ensino, à pesquisa e à extensão 146

7.3.Bibliotecas 149

7.4.Laboratórios 170



7.4.1.Campus Araguaína 170

7.4.2.Campus Araguatins 173

7.4.3.Campus Colinas do Tocantins 178

7.4.4.Campus Dianópolis 179

7.4.5.Campus Gurupi 181

7.4.6.Campus Palmas 182

7.4.7.Campus Paraíso do Tocantins 210

7.4.8.CAMPUS PORTO NACIONAL 214

7.5.Recursos de tecnologia de informação e comunicação 217

7.6.Plano de promoção de acessibilidade e de atendimento diferenciado a PESSOAS COM NECESSIDADES ESPECÍFICAS (Decreto n° 5.296/04, Decreto n° 5.773/06 E LEI 12.796/13) 225

7.7.Auditório(s), Espaço para atendimento aos alunos, Instalações sanitárias, Infraestrutura para CPA, espaços de convivência e de alimentação e Sala(s) de apoio de informática (ou infraestrutura equivalente). 226

7.8.Cronograma de expansão da infraestrutura para o período de vigência do PDI. 229

8.Avaliação e acompanhamento do desenvolvimento institucional 230

8.1.Procedimentos de autoavaliação institucional em conformidade com a Lei n° 10.861/2004 (SINAES) 230

8.1.1.Fundamentação 230

8.1.2.Metodologia 230

8.1.3.Comissão Própria de avaliação (CPA) 230

8.1.4.Dimensões 234

8.1.5.Composição 234

8.1.6.Instrumentos de autoavaliação 234

8.1.7.Cultura Organizacional da autoavaliação institucional. 235

8.1.8.Utilização dos resultados das avaliações 235

8.1.9.Ouvidoria 235

8.1.10.Instrumentos de controle institucionais externos 235

9.Aspectos financeiros e orçamentários 237

9.1.Demonstração da sustentabilidade financeira, incluindo os programas de expansão previstos no PDI. 237

9.1.1.Estratégia de gestão econômico-financeira 237

9.1.2.evolução orçamentária anual 245

9.1.3.Previsão orçamentária anual 245

10.Perfil dos técnicos administrativos 246

10.1.Composição atual 246

10.2.Critérios de seleção e contratação 246

10.3.Regime de trabalho 247

10.4.Plano de Carreira 247

10.5.Políticas de qualificação 248

10.6.Previsão de Contratação de técnicos administrativos para o período do PDI. 249

10.7.PESQUISA DE REVISÃO DA MISSÃO, VISÃO E OBJETIVOS DO IFTO. 250

10.8.Programas implantados 256





Quadro 1 - Oferta de cursos do CAMPUS ARAGUAÍNA 72

Quadro 2 - Oferta de Vagas planejada pelo CAMPUS ARAGUAÍNA para o período de 2015 - 2019 72

Quadro 3- DISTRIBUIÇÃO DE VAGAS PLANEJADAS PELO CAMPUS ARAGUAÍNA POR MODALIDADE DE OFERTA 72

Quadro 4 - OFERTA DE VAGAS PLANEJADA PELO CAMPUS DIANÓPOLIS PARA O PERÍODO DE 2015 - 2019 73

Quadro 5 - DISTRIBUIÇÃO DE VAGAS PLANEJADAS PELO CAMPUS DIANÓPOLIS POR MODALIDADE DE OFERTA 73

Quadro 6 - OFERTA DE VAGAS PLANEJADA PELO CAMPUS PORTO NACIONAL PARA O PERÍODO DE 2015-2019 74

Quadro 7 - DISTRIBUIÇÃO DE VAGAS PLANEJADA PELO CAMPUS PORTO NACIONAL POR MODALIDADE DE OFERTA 75

Quadro 8 – DISTRIBUIÇÃO DE CURSOS EAD 76

Quadro 9 - docentes do CAMPUS ARAGUAÍNA 77

Quadro 10 - docentes do CAMPUS ARAGUATINS 77

Quadro 11 - docentes do CAMPUS COLINAS do Tocantins 77

Quadro 12 - docentes do CAMPUS DIANÓPOLIS 77

Quadro 13 - docentes do CAMPUS GURUPI 77

Quadro 14 - docentes do CAMPUS PALMAS 78

Quadro 15 - docentes do CAMPUS PARAÍSO do Tocantins 78

Quadro 16 - docentes do CAMPUS PORTO NACIONAL 78

Quadro 17 - Distribuição do Corpo docente do IFTO por titulação 78

Quadro 18 - DISTRIBUIÇÃO DO CORPO DOCENTE DO IFTO POR REGIME DE TRABALHO 78

Quadro 19 - Experiência acadêmica e Profissional do corpo docente do ifto 79

Quadro 20 – CRONOGRAMA E PLANO DE EXPANSÃO DO CORPO DOCENTE DO IFTO 95

Quadro 21 - Organograma institucional da reitoria 103

Quadro 22 – ORGANOGRAMA INSTITUCIONAL – CAMPUS ARAGUAÍNA 104

Quadro 23 – ORGANOGRAMA INSTITUCIONAL – CAMPUS ARAGUATINS 105

Quadro 24 – ORGANOGRAMA INSTITUCIONAL DO CAMPUS COLINAS do Tocantins 106

Quadro 25 – ORGANOGRAMA INSTITUCIONAL DO CAMPUS DIANÓPOLIS 107

Quadro 26 – ORGANOGRAMA INSTITUCIONAL DO CAMPUS GURUPI 108

Quadro 27 – Organograma Institucional do Campus Palmas 109

Quadro 28 – ORGANOGRAMA INSTITUCIONAL DO CAMPUS PARAÍSO DO TOCANTINS 110

Quadro 29 – ORGANOGRAMA INSTITUCIONAL DO CAMPUS PORTO NACIONAL 111

Quadro 30 – ORGANOGRAMA INSTITUCIONAL DOS CAMPI AVANÇADOS 112

Quadro 31 - QUADRO DE ENTIDADES ESTUDANTIS 120

Quadro 32 - Orçamento da Assistência Estudantil: 2010 - 2014 121

Quadro 33 - Estrutura física detalhada - campus Araguaína 125

Quadro 34 - Estrutura física detalhada - campus Araguatins 127

Quadro 35 - Estrutura física detalhada - campus Colinas do Tocantins 131

Quadro 36 - Estrutura física detalhada - Campus DIANÓPOLIS 132

Quadro 37 - Estrutura física detalhada - campus Gurupi 135

Quadro 38 - Estrutura física detalhada - Campus Paraíso DO TOCANTINS 136

Quadro 39 - Estrutura física detalhada - Campus Palmas 141

Quadro 40 - ESTRUTURA FÍSICA DETALHADA – CAMPUS PORTO NACIONAL 143

Quadro 41 – INSTALAÇÕES ADMINISTRATIVAS, salas de aula e espaços de apoio ao ensino, a pesquisa e a extensão DO CAMPUS ARAGUAÍNA 145

Quadro 42 – INSTALAÇÕES ADMINISTRATIVAS, salas de aula e espaços de apoio ao ensino, a pesquisa e a extensão DO CAMPUS ARAGUATINS 145

Quadro 43 – INSTALAÇÕES ADMINISTRATIVAS, salas de aula e espaços de apoio ao ensino, a pesquisa e a extensão DO CAMPUS Colinas do Tocantins 145

Quadro 44 – INSTALAÇÕES ADMINISTRATIVAS, salas de aula e espaços de apoio ao ensino, a pesquisa e a extensão DO CAMPUS DIANÓPOLIS 146

Quadro 45 – INSTALAÇÕES ADMINISTRATIVAS, salas de aula e espaços de apoio ao ensino, a pesquisa e a extensão DO CAMPUS GURUPI 146

Quadro 46 – INSTALAÇÕES ADMINISTRATIVAS, salas de aula e espaços de apoio ao ensino, a pesquisa e a extensão DO CAMPUS PALMAS 146

Quadro 47 – INSTALAÇÕES ADMINISTRATIVAS, salas de aula e espaços de apoio ao ensino, a pesquisa e a extensão DO CAMPUS PARAÍSO do tocantins 146

Quadro 48 – INSTALAÇÕES ADMINISTRATIVAS, salas de aula e espaços de apoio ao ensino, a pesquisa e a extensão DO CAMPUS PORTO NACIONAL 147

Quadro 49 - BIBLIOTECA VICTOR HUGO ARAGÃO DE OLIVEIRA - CAMPUS ARAGUAÍNA 148

Quadro 50 - BIBLIOTECA DO CAMPUS ARAGUATINS 150

Quadro 51 - BIBLIOTECA DO CAMPUS COLINAS do Tocantins 152

Quadro 52 - BIBLIOTECA DO CAMPUS DIANÓPOLIS 154

Quadro 53 - BIBLIOTECA JOSÉ ALENCAR GOMES DA SILVA – CAMPUS GURUPI 156

Quadro 54 - BIBLIOTECA JOÃO PAULO II - CAMPUS PALMAS 158

Quadro 55 – BIBLIOTECA JOSÉ DE MORAES - CAMPUS PARAÍSO DO TOCANTINS 162

Quadro 56 - BIBLIOTECA RACHEL DE QUEIROZ (BRQ) – CAMPUS PORTO NACIONAL 164

Quadro 57 – CAMPUS ARAGUAÍNA – LABORATÓRIO DE ANÁLISES CLÍNICAS 169

Quadro 58 – CAMPUS ARAGUAÍNA – LABORATÓRIO DE ANATOMIA 169

Quadro 59 – CAMPUS ARAGUAÍNA – LABORATÓRIO DE ENFERMAGEM 170

Quadro 60 – CAMPUS ARAGUAÍNA – LABORATÓRIO DE INFORMÁTICA 170

Quadro 61 – CAMPUS ARAGUAÍNA - LABORATÓRIO DE INFORMÁTICA II 170

Quadro 62 – CAMPUS ARAGUAÍNA – LABORATÓRIO DE INFORMÁTICA III 171

Quadro 63 - CAMPUS ARAGUAÍNA – LABORATÓRIO DE INFORMÁTICA IV 171

Quadro 64 - CAMPUS ARAGUAÍNA – LABORATÓRIO DE INFORMÁTICA V 171

Quadro 65 - CAMPUS ARAGUATINS - LABORATÓRIO DE SOLOS 172

Quadro 66 - CAMPUS ARAGUATINS - LABORATÓRIO VII - DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS 174

Quadro 67 - CAMPUS ARAGUATINS - LABORATÓRIO DE HARDWARE 174

Quadro 68 - CAMPUS ARAGUATINS - LABORATÓRIO DE DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS III 175

Quadro 69 - CAMPUS ARAGUATINS - LABORATÓRIO DE REDES I 175

Quadro 70 - CAMPUS ARAGUATINS - LABORATÓRIO IV 175

Quadro 71 - CAMPUS ARAGUATINS - LABORATÓRIO DE MANUTENÇÃO DE COMPUTADORES 175

Quadro 72 - CAMPUS ARAGUATINS - LABORATÓRIO VI 176

Quadro 73 - CAMPUS COLINAS do Tocantins - LABORATÓRIO de Informática I 177

Quadro 74 - CAMPUS COLINAS do Tocantins - LABORATÓRIO de Informática II 177

Quadro 75 – CAMPUS DIANÓPOLIS – LABORATÓRIO DE INFORMÁTICA 178

Quadro 76 – CAMPUS DIANÓPOLIS – LABORATÓRIO DE CIÊNCIAS NATURAIS 178

Quadro 77 - CAMPUS GURUPI - LABORATÓRIO DE EDIFICAÇÕES 180

Quadro 78 - CAMPUS GURUPI - LABORATÓRIO DE PRÁTICAS ELÉTRICAS E HIDROSSANITÁRIA 180

Quadro 79 - CAMPUS GURUPI - LABORATÓRIO DE DESENHO 180

Quadro 80 – CAMPUS PALMAS – LABORATÓRIO DE SEGURANÇA DO TRABALHO 181

Quadro 81 - CAMPUS PALMAS – LABORATÓRIO de socioeconômia e gestão rural – mini 13 181

Quadro 82 – CAMPUS PALMAS – LABORATÓRIO 181

Quadro 83 – CAMPUS PALMAS – LABIN 01 181

Quadro 84 – CAMPUS PALMAS – LABIN 02 182

Quadro 85 – CAMPUS PALMAS – LABIN 03 182

Quadro 86 – CAMPUS PALMAS – labin 04 182

Quadro 87 – CAMPUS PALMAS – labin hardware 182

Quadro 88 – CAMPUS PALMAS – labin 06 183

Quadro 89 – CAMPUS PALMAS – labin 07 183

Quadro 90 – CAMPUS PALMAS – labin 08 183

Quadro 91 – CAMPUS PALMAS – labin 09 184

Quadro 92 – CAMPUS PALMAS – labin 10 184

Quadro 93 – CAMPUS PALMAS – laboratório de geoprocessamento 184

Quadro 94 – CAMPUS PALMAS – labin redes 185

Quadro 95 – CAMPUS PALMAS – biologia 185

Quadro 96 – CAMPUS PALMAS – construção civil – ensaios especiais 186

Quadro 97 – CAMPUS PALMAS – Hidráulica 187

Quadro 98 – CAMPUS PALMAS – construção civil - máquinas 187

Quadro 99 – CAMPUS PALMAS – construção civil - materiais 189

Quadro 100 – CAMPUS PALMAS – construção civil - SOLOS 191

Quadro 101 – CAMPUS PALMAS – LABORATÓRIO DE FÍSICA 194

Quadro 102 – CAMPUS PALMAS – LABORATÓRIO DE ANÁLISE FÍSICO-QUÍMICA DE ÁGUAS 195

Quadro 103 – CAMPUS PALMAS – LABORATÓRIO DE HOSPEDAGEM 196

Quadro 104 – CAMPUS PALMAS – LABORATÓRIO DE robótica 198

Quadro 105 – CAMPUS PALMAS – LABORATÓRIO DE mecatrônica 198

Quadro 106 – CAMPUS PALMAS – LABORATÓRIO indústria 02 199

Quadro 107 – CAMPUS PALMAS – LABORATÓRIO indústria 03 202

Quadro 108 – CAMPUS PALMAS – LABORATÓRIO indústria 05 202

Quadro 109 – CAMPUS PALMAS – LABORATÓRIO indústria 06 203

Quadro 110 – CAMPUS PALMAS – LABORATÓRIO indústria 07 203

Quadro 111 – CAMPUS PALMAS – LABORATÓRIO de pesquisa 204

Quadro 112 – CAMPUS PALMAS – LABORATÓRIO indústria 9 205

Quadro 113 – CAMPUS PALMAS – LABORATÓRIO indústria 9-A 206

Quadro 114 – CAMPUS PALMAS – LABORATÓRIO indústria 10 206

Quadro 115 – CAMPUS PALMAS – LABORATÓRIO de topografia 207

Quadro 116 – CAMPUS PARAÍSO DO TOCANTINS – LABORATÓRIO DE ABATE SUÍNO 209

Quadro 117 – CAMPUS PARAÍSO DO TOCANTINS – LABORATÓRIO DE SANEAMENTO 209

Quadro 118 – CAMPUS PARAÍSO DO TOCANTINS – LABORATÓRIO de alimentos 210

Quadro 119 – CAMPUS PARAÍSO DO TOCANTINS – LABIN 1 210

Quadro 120 – CAMPUS PARAÍSO DO TOCANTINS – LABIN 2 210

Quadro 121 – CAMPUS PARAÍSO DO TOCANTINS – LABIN 3 211

Quadro 122 – CAMPUS PARAÍSO DO TOCANTINS – LABIN 4 211

Quadro 123 – CAMPUS PARAÍSO DO TOCANTINS – LABIN REDES 211

Quadro 124 – CAMPUS PARAÍSO DO TOCANTINS – LABIN HARDWARE 211

Quadro 125 – CAMPUS PARAÍSO DO TOCANTINS – hortigranjeiro 212

Quadro 126 - CAMPUS PORTO NACIONAL - LABORATÓRIO DE QUÍMICA 213

Quadro 127 - CAMPUS PORTO NACIONAL - LABORATÓRIO DE BIOLOGIA 213

Quadro 128 - CAMPUS PORTO NACIONAL - LABORATÓRIO DE FÍSICA 213

Quadro 129 - CAMPUS PORTO NACIONAL - LABORATÓRIO DE INFORMÁTICA 01 214

Quadro 130 - CAMPUS PORTO NACIONAL - LABORATÓRIO DE INFORMÁTICA 02 214

Quadro 131 - CAMPUS PORTO NACIONAL - LABORATÓRIO DE INFORMÁTICA 03 214

Quadro 132 - CAMPUS PORTO NACIONAL - LABORATÓRIO DE INFORMÁTICA 04 214

Quadro 133 - CAMPUS PORTO NACIONAL - LABORATÓRIO DE INFORMÁTICA 05 215

Quadro 134 - CAMPUS PORTO NACIONAL - MULHERES MIL 215

Quadro 135 - CAMPUS PORTO NACIONAL - LABORATÓRIO DE HARDWARE 215

Quadro 136 – CAMPUS ARAGUAÍNA – RECURSOS DE TECNOLOGIA DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO 216

Quadro 137 – CAMPUS ARAGUATINS – RECURSOS DE TECNOLOGIA DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO 217

Quadro 138 – CAMPUS COLINAS do Tocantins – RECURSOS DE TECNOLOGIA DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO 218

Quadro 139 – CAMPUS DIANÓPOLIS – RECURSOS DE TECNOLOGIA DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO 219

Quadro 140 – CAMPUS GURUPI – RECURSOS DE TECNOLOGIA DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO 220

Quadro 141 – CAMPUS PALMAS – RECURSOS DE TECNOLOGIA DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO 221

Quadro 142 – CAMPUS PARAÍSO DO TOCANTINS – RECURSOS DE TECNOLOGIA DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO 222

Quadro 143 – CAMPUS PORTO NACIONAL – RECURSOS DE TECNOLOGIA DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO 223

Quadro 144 – CAMPUS araguaína - AUDITÓRIO(S), ESPAÇOS PARA ATENDIMENTO AOS ALUNOS, INSTALAÇÕES SANITÁRIAS, INFRAESTRUTURA PARA CPA, ESPAÇO PARA CONVIVÊNCIA E DE ALIMENTAÇÃO E SALA DE APOIO DE INFORMÁTICA (OU INFRAESTRUTURA EQUIVALENTE). 225

Quadro 145 – CAMPUS ARAGUATINS - AUDITÓRIO(S), ESPAÇOS PARA ATENDIMENTO AOS ALUNOS, INSTALAÇÕES SANITÁRIAS, INFRAESTRUTURA PARA CPA, ESPAÇO PARA CONVIVÊNCIA E DE ALIMENTAÇÃO E SALA DE APOIO DE INFORMÁTICA (OU INFRAESTRUTURA EQUIVALENTE). 225

Quadro 146 – CAMPUS COLINAS do Tocantins - AUDITÓRIO(S), ESPAÇOS PARA ATENDIMENTO AOS ALUNOS, INSTALAÇÕES SANITÁRIAS, INFRAESTRUTURA PARA CPA, ESPAÇO PARA CONVIVÊNCIA E DE ALIMENTAÇÃO E SALA DE APOIO DE INFORMÁTICA (OU INFRAESTRUTURA EQUIVALENTE). 225

Quadro 147 – CAMPUS DIANÓPOLIS - AUDITÓRIO(S), ESPAÇOS PARA ATENDIMENTO AOS ALUNOS, INSTALAÇÕES SANITÁRIAS, INFRAESTRUTURA PARA CPA, ESPAÇO PARA CONVIVÊNCIA E DE ALIMENTAÇÃO E SALA DE APOIO DE INFORMÁTICA (OU INFRAESTRUTURA EQUIVALENTE). 226

Quadro 148 – CAMPUS GURUPI - AUDITÓRIO(S), ESPAÇOS PARA ATENDIMENTO AOS ALUNOS, INSTALAÇÕES SANITÁRIAS, INFRAESTRUTURA PARA CPA, ESPAÇO PARA CONVIVÊNCIA E DE ALIMENTAÇÃO E SALA DE APOIO DE INFORMÁTICA (OU INFRAESTRUTURA EQUIVALENTE). 226

Quadro 149 – CAMPUS PALMAS - AUDITÓRIO(S), ESPAÇOS PARA ATENDIMENTO AOS ALUNOS, INSTALAÇÕES SANITÁRIAS, INFRAESTRUTURA PARA CPA, ESPAÇO PARA CONVIVÊNCIA E DE ALIMENTAÇÃO E SALA DE APOIO DE INFORMÁTICA (OU INFRAESTRUTURA EQUIVALENTE). 226

Quadro 150 – CAMPUS PARAÍSO do tocantins - AUDITÓRIO(S), ESPAÇOS PARA ATENDIMENTO AOS ALUNOS, INSTALAÇÕES SANITÁRIAS, INFRAESTRUTURA PARA CPA, ESPAÇO PARA CONVIVÊNCIA E DE ALIMENTAÇÃO E SALA DE APOIO DE INFORMÁTICA (OU INFRAESTRUTURA EQUIVALENTE). 227

Quadro 151 – CAMPUS PORTO NACIONAL - AUDITÓRIO(S), ESPAÇOS PARA ATENDIMENTO AOS ALUNOS, INSTALAÇÕES SANITÁRIAS, INFRAESTRUTURA PARA CPA, ESPAÇO PARA CONVIVÊNCIA E DE ALIMENTAÇÃO E SALA DE APOIO DE INFORMÁTICA (OU INFRAESTRUTURA EQUIVALENTE). 227

Quadro 152 – CPA – CAMPUS ARAGUAÍNA 230

Quadro 153 – CPA – CAMPUS ARAGUATINS 230

Quadro 154 – CPA – CAMPUS COLINAS do Tocantins 231

Quadro 155 – CPA – CAMPUS DIANÓPOLIS 231

Quadro 156 – CPA – CAMPUS GURUPI 231

Quadro 157 – CPA – CAMPUS PALMAS 231

Quadro 158 – CPA – CAMPUS PARAÍSO DO TOCANTINS 231

Quadro 159 – CPA – CAMPUS PORTO NACIONAL 232

Quadro 160 – GESTÃO ECONÔMICO-FINANCEIRA – REITORIA 236

Quadro 161 – GESTÃO ECONÔMICO-FINANCEIRA – CAMPUS ARAGUAÍNA 237

Quadro 162 – GESTÃO ECONÔMICO-FINANCEIRA – CAMPUS ARAGUATINS 239

Quadro 163 – GESTÃO ECONÔMICO-FINANCEIRA – CAMPUS DIANÓPOLIS 239

Quadro 164 – GESTÃO ECONÔMICO-FINANCEIRA – CAMPUS GURUPI 239

Quadro 165 – GESTÃO ECONÔMICO-FINANCEIRA – CAMPUS PALMAS 240

Quadro 166 – GESTÃO ECONÔMICO-FINANCEIRA – CAMPUS PARAÍSO DO TOCANTINS 241

Quadro 167 – GESTÃO ECONÔMICO FINANCEIRA – CAMPUS PORTO NACIONAL 242

Quadro 168 – Evolução Orçamentária 2010-2014 244

Quadro 169 – Projeção Orçamentária 2015-2019 244

Quadro 170 - Técnicos Administrativos do IFTO 245

Quadro 171 – CRONOGRAMA E PLANO DE CONTRATAÇÃO DE TÉCNICOS ADMINISTRATIVOS PARA O PERÍODO DO PDI 248

Quadro 172 - PROGRAMAS IMPLANTADOS NO CAMPUS ARAGUAÍNA 255

Quadro 173 - PROGRAMAS IMPLANTADOS NO CAMPUS ARAGUATINS 256

Quadro 174 - Programas implantados no CAMPUS DIANÓPOLIS 256

Quadro 175 - PROGRAMAS IMPLANTADOS NO CAMPUS GURUPI 257

Quadro 176 – PROGRAMAS IMPLANTADOS NO CAMPUS PALMAS 258

Quadro 177 - PROGRAMAS IMPLANTADOS NO CAMPUS PARAÍSO DO TOCANTINS 258

Quadro 178 - PROGRAMAS IMPLANTADOS NO CAMPUS PORTO NACIONAL 265





  1. Perfil Institucional

    1. Breve Histórico dO INSTITUTO FEDERAL DO TOCANTINS

O Sistema de Educação Profissional no Brasil está efetuando reformas significativas de natureza estrutural para compatibilizar sua função social às demandas contextuais e ao avanço científico e tecnológico.

Nessa perspectiva, o Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Tocantins – IFTO – já adotou um modelo pedagógico de formação profissional ágil e flexível, no qual a Instituição executa ações estratégicas, eficientes e eficazes no ensino, na pesquisa e na extensão, sendo, inclusive, um parceiro importante no desenvolvimento sustentável do Estado do Tocantins, mediante assinatura e execução de cláusulas conveniais e de outros instrumentos legais, principalmente nos setores produtivos da indústria e serviços.

Em 23 de setembro de 1909, o Presidente Nilo Peçanha criou no Brasil a Escola de Aprendizes Artífices, por meio do Decreto n° 7.566, destacando-se, ao longo do tempo, no contexto educacional brasileiro, como ilhas de excelência na qualidade de formação profissional. A partir dessas unidades de ensino, foram criadas as Escolas Técnicas Federais, Agrotécnicas e Centros Federais de Educação Tecnológica, hoje majoritariamente Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia.

Em 29 de dezembro de 2008, foi sancionada a Lei n° 11.892, que institui a Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica e cria os Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia. Em seu art. 5°, determina “Ficam criados os seguintes Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia: ...XXXVIII - Instituto Federal do Tocantins, mediante integração da Escola Técnica Federal de Palmas e da Escola Agrotécnica Federal de Araguatins”.

A Escola Agrotécnica Federal de Araguatins foi criada pelo Decreto nº. 91.673, em 20 de setembro de 1985, com o escopo de oferecer o 1º e 2º graus profissionalizantes com habilitação em Agropecuária, Agricultura e Economia Doméstica. tendo sido inaugurada em 23 de março de 1988.

A instalação da Escola Agrotécnica Federal foi feita em cooperação com o Ministério de Reforma e do Desenvolvimento Agrário (Mirad), por intermédio do Grupo Executivo das Terras de Araguaia-Tocantins (Getat). O Getat foi autorizado a adotar providências necessárias junto ao Ministério da Fazenda para aceitação, pela União, da doação de uma área de 561,84 hectares de terras férteis banhadas pelo rio Taquari em 8 km de extensão, no município de Araguatins, em consonância com a Lei Municipal n° 321, de 8 de outubro de 1984, para a instalação da Escola Agrotécnica Federal.

Em 16 de novembro de 1993, pela Lei nº 8.731, a Escola foi convertida em uma Autarquia Federal, oferecendo os cursos de Ensino Médio e cursos de Técnico Agrícola nas Habilitações de Agricultura, Agroindústria e Zootecnia.

A Escola Técnica Federal de Palmas, criada com a publicação da Lei n° 8.670, de 30.6.1993, e, após longo período de procedimentos para a sua construção, veio a funcionar a partir do dia 10.3.2003, com três cursos técnicos: Edificações, Eletrotécnica e Informática.

A Lei nº 11.892, de 29 de dezembro de 2008, institui a Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica e cria os Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia, equiparando-os às universidades federais. Adiciona ainda o desenvolvimento de programas de extensão e de divulgação científica e tecnológica, estimula a pesquisa, a produção cultural e a extensão vinculada à responsabilidade social e o vínculo direto com a melhoria do ensino médio. Estabelece o mínimo de 50% das vagas para cursos técnicos integrados de nível médio, 20% para as licenciaturas e 30% para outras ofertas.

A Reitoria do Instituto Federal do Tocantins se localiza em Palmas. Além dos campi de Araguatins e Palmas, os quais lhe deram origem, o Instituto Federal do Tocantins é ainda composto pelos campi Araguaína, Araguatins, Colinas do Tocantins, Dianópolis, Gurupi, Paraíso do Tocantins e Porto Nacional e pelos campi avançados Formoso do Araguaia, Pedro Afonso e Lagoa da Confusão, estes três últimos em fase de implantação.



      1. Reitoria

Localizada na cidade de Palmas (TO), a Reitoria do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Tocantins (IFTO) é o órgão executivo responsável pela coordenação de dos campi Araguaína, Araguatins, Colinas do Tocantins, Dianópolis, Gurupi, Palmas, Paraíso do Tocantins e Porto Nacional, bem como dos campi avançados, em fase de implantação, Formoso do Araguaia, Lagoa da Confusão e Pedro Afonso.

A Reitoria do IFTO tem, entre suas principais funções, programar, desenvolver e acompanhar políticas educacionais, administrativas, de desenvolvimento tecnológico e de ação social, além de gerenciar e supervisionar a gestão sistemática do Instituto Federal do Tocantins, seguindo diretrizes institucionais preestabelecidas, como também as normas e leis que normatizam sua atividade; também é sua função planejar o futuro, ouvindo sempre as comunidades interna e externa, nestas inclusos discentes, egressos, docentes, técnicos administrativos, sociedade e governo, considerados público-alvo.

A Reitoria é o órgão administrativo superior do IFTO, subordinado ao Conselho Superior, órgão máximo do Instituto Federal do Tocantins. O reitor do IFTO ocupa o cargo por quatro anos. Sua seleção é realizada através de consulta à comunidade, respeitada a paridade eleitoral. A Reitoria abrange o Gabinete do Reitor, a Diretoria de Gestão de Pessoas (DGP), a Pró-reitoria de Administração (Proad), a Pró-reitoria de Desenvolvimento Institucional (Prodi), a Pró-reitoria de Ensino (Proen), a Pró-reitoria de Extensão (Proex) e a Pró-reitoria de Pesquisa e Inovação (Propi).

A Reitoria do IFTO é exercida pelo Professor Francisco Nairton do Nascimento, reeleito para o mandato 2014-2018.



      1. Campus Araguaína

O Campus Araguaína teve seu funcionamento autorizado pela portaria nº 862 de 10 de setembro de 2009, emitida pelo Ministério da Educação. O campus é fruto da política de expansão da Educação Profissional e Tecnológica instituída na Lei ordinária nº 11.892 de 29 de dezembro de 2008. A implantação ocorreu por meio de um termo de Cooperação Técnica entre a Secretaria de Educação e Cultura do Tocantins e o IFTO. O campus iniciou suas atividades efetivas no dia 11 de setembro de 2009, dando continuidade ao Curso Técnico em Enfermagem da Escola Estadual Técnica de Enfermagem de Araguaína.

O prédio do Campus Araguaína, do IFTO, está situado na Rua Amazonas, Qd 56, Lt 01, esquina com a Rua Paraguai, setor Cimba, e ocupa todo o espaço físico da Quadra 56. Nesse local estão construídos 3 blocos que abrigam os setores administrativos, as salas de aulas, laboratórios, auditório, sala de atendimento ao aluno, sala de vídeo e biblioteca, além de um prédio com 2 andares com 12 salas de aulas, sala para o grêmio estudantil, sala de professores, cantina e espaço de convivência.

O Campus Araguaína cumpre um papel importante na região, ofertando cursos de qualidade e gratuitos para atender à crescente demanda por profissionais. Com ênfase na oferta de cursos na área da saúde e tecnologia da informação, o campus conta com estrutura de laboratórios de análises clínicas, anatomia e na área de informática, além de outros espaços que contribuem para o aprimoramento do conhecimento teórico aplicado à prática.


      1. Campus Araguatins

O Campus Araguatins, do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Tocantins, foi criado pela Lei nº 11.892, de 29 de dezembro de 2008.

Anteriormente, era regulamentado como Escola Agrotécnica Federal de Araguatins (Eafa), tendo sido criada pelo Decreto nº 91.673, de 20 de setembro de 1985, com o escopo de ofertar o 1º e 2º graus, profissionalizantes com habilitação em Agropecuária, Agricultura e Economia Doméstica. Sua inauguração ocorreu em 23 de março de 1988.

A instalação da Eafa ocorreu em cooperação com o Ministério de Reforma e do Desenvolvimento Agrário (Mirad). Por isso, o Grupo Executivo das Terras do Araguaia – Tocantins – Getat – foi autorizado a adotar providências necessárias junto ao Ministério da Fazenda para aprovação de doação de uma área de 561,84 hectares de terras férteis com pH médio de 6.4 a 7.0, banhada pelo rio Taquari em 8 km de extensão, conforme previsto na Lei Municipal Araguatinense n.º 321, de 8 de outubro de 1984, para instalação da Escola Agrotécnica Federal. As obras iniciaram com a programação orçamentária de um convênio firmado entre o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) e o então Prefeito Municipal de Araguatins, Sr. José Guilherme Frazão Pereira.

O então Governador do Estado do Tocantins Sr. José Wilson Siqueira Campos firmou parceria com a Prefeitura Municipal de Araguatins, a fim de viabilizar a instalação da Escola, razão por que tais poderes do executivo foram os principais responsáveis pela criação da Eafa na região do Bico do Papagaio.

O Decreto nº 91.673, de 20 de setembro de 1985, foi assinado pelo então presidente José Sarney e o ex-ministro da Educação Marco Maciel. Em 16 de novembro de 1993, pela Lei nº 8.731, a Escola tornou-se uma Autarquia Federal, oferecendo, predominantemente, o curso Técnico em Agropecuária Integrado ao Ensino Médio.

Os recursos financeiros que viabilizam o funcionamento e manutenção da Eafa são originários de dotações do Tesouro Nacional consignadas anualmente no Orçamento da União e de outras receitas oriundas da arrecadação de recursos próprios. Sua estruturação contábil segue as normas do Sistema Integrado de Administração Financeira Federal – Siafi.

A Eafa era dirigida por um Diretor-geral por um período de quatro anos, podendo ser reconduzido por igual período. O Diretor-geral fundador foi o professor Francisco Aldivino Gonçalves, Pedagogo, Administrador Escolar (ADESG). O segundo mandato foi do professor José Júnior Rodrigues de Souza, Licenciado em Ciências Agrícolas (UFRRJ), com especialização em Administração Escolar. O terceiro competiu ao professor Robson José Esteves Pelúzio, Engenheiro de Agrimensura (UFV), com especialização em Administração Escolar. O quarto mandato coube ao professor Francisco Nairton do Nascimento, Licenciado em Ciências Agrícolas (UFRRJ), Engenheiro Agrônomo (UFRRJ), Especialista em Engenharia de Irrigação, em Metodologia do Ensino Superior (UFV), Mestre em Fitotecnia – UFRRJ. Tornou-se o primeiro Diretor-geral eleito pelo voto direto de servidores e alunos, por duas vezes consecutivas. Atualmente é o Reitor do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Tocantins.

A atual Direção-geral da unidade está a cargo do professor Décio Dias dos Reis, Licenciado em Ciências Agrícolas (UFRRJ), com especialização em Metodologia do Ensino Superior pela Universidade Federal de Viçosa (1994), Mestre em Ciência Animal Tropical, área de concentração Ambiência e Bem-estar Animal pela Universidade Federal do Tocantins. Foi reeleito para o segundo mandato em novembro de 2013.

A partir da Lei nº 11.892/2008, o Campus Araguatins teve aumento gradativo no seu número de estudantes. Em 2009, dispunha de pouco mais de 600. No ano de 2011, chegou a 900 estudantes. No ano letivo de 2013, ultrapassou os 1.150 matriculados. Atualmente, no ano de 2014, foram registradas mais de 1.600 matrículas.

Em função desse aumento do número de alunos, várias mudanças ocorreram para o adequado funcionamento da instituição, desde a estrutura física até as rotinas mais simples e essenciais. Foram construídos laboratórios de Biologia, Química, Física, Microscopia, bloco com 24 salas de aula, bem como uma reforma de ampliação no setor de Biblioteca.

Quanto aos cursos ofertados, ganham destaque: a) Curso Técnico em Agropecuária, nas modalidades: Integrado ao ensino médio e Subsequente; b) Curso Técnico em Redes de Computadores na modalidade integrado ao ensino médio; c) Informática para Internet Concomitante; d) Curso Técnico em Agroindústria na modalidade Proeja; e) Curso Técnico em Manutenção de Computadores na modalidade Proeja; f) Curso Superior de Licenciatura em Ciências Biológicas; g) Curso Superior de Licenciatura em Computação; h) Curso Superior de Bacharelado em Agronomia.


      1. Campus Avançado Formoso do Araguaia

Em 2014/1 iniciaram-se as atividades no Campus Avançado Formoso do Araguaia, do IFTO. Em 7 de abril de 2014, foi efetivada a nomeação do Diretor por meio da portaria nº 178/2014/REITORIA/IFTO, publicada no diário oficial nº 67 de 8/4/2014, ficando este instalado, provisoriamente, em uma sala na Secretaria Municipal de Educação, situada na Av. JK, Quadra 21, Centro, onde divide espaço com o setor de transporte escolar do município.

Inicialmente, foram ofertados cursos de Formação Inicial e Continuada (FIC), por meio do Programa Nacional de Acesso ao ensino Técnico e Emprego (Pronatec), sendo oferecidos quatro cursos, ministrados na Escola Municipal Dalci Barros Milhomem, situada na Avenida Jorge Montel, s/n, no Jardim Planalto, atendendo nos períodos matutino e noturno.

A prefeitura Municipal de Formoso do Araguaia se comprometeu em ceder uma escola para implantação do campus avançado e uma área de 32ha, e os trâmites processuais de doação transcorreram durante o primeiro semestre do ano de 2014.


      1. Campus Avançado Lagoa da Confusão

Em 30 de julho de 2014, iniciaram as atividades no Campus Avançado Lagoa da Confusão. Em 9 de maio de 2014, foi realizada a nomeação do Diretor por meio da Portaria nº 242/2014/REITORIA/IFTO, publicada no diário oficial nº 88 de 12/5/2014.

O Campus Avançado Lagoa da Confusão encontra-se funcionando em prédio cedido pela Prefeitura Municipal de Lagoa da Confusão, conforme Of. SEMEC nº 137/2013, de 10 de novembro de 2013. A sede definitiva será construída em área a ser federalizada, conforme doação realizada por meio da Lei Municipal nº 651/2014, de 11 de agosto de 2014.

Inicialmente, foram ofertados dois cursos de Formação Inicial e Continuada (FIC), por meio do Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec).




      1. Campus Avançado Pedro Afonso

O Campus Avançado Pedro Afonso foi criado a partir da federalização do Colégio Estadual Agrícola Dr. José de Souza Porto, que, instituído pelas Leis Estaduais nº 8.022/75 e nº 9.504/84, funciona como Unidade Escolar desde 1973. Por meio da resolução nº 342, de 19/9/1985, do Conselho Estadual de Goiás, teve aprovada a Grade Curricular em que se habilitava a formar técnicos em Agropecuária. Em 2012 implantaram-se dois novos cursos: Técnico em Logística e Técnico em Açúcar e Álcool, de acordo com a Resolução CCE-TO nº 108 de 22 de junho de 2012. Ao longo de sua trajetória, o Colégio Estadual Agrícola teve 20 Diretores em 18 Gestões. Em junho de 2014, o Governo do Estado do Tocantins cedeu a área e as instalações do Colégio Estadual Agrícola Dr. José de Souza Porto ao Instituto Federal do Tocantins, através do Decreto nº 5.037 de 9 de maio de 2014, passando a se chamar Campus Avançado Pedro Afonso. Com o intuito de estabelecer ações conjuntas durante o período de transição, a Secretária de Educação do Estado e o IFTO firmaram Termo de convênio para programar ações, somar e convergir esforços, destinar recursos e outras providências. Além disso, foi instituída uma Comissão, por meio da Portaria n.º 264/2014/REITORIA/IFTO, responsável pela convalidação dos atos pedagógico-administrativos e outras providências, inclusive a regularização de matrícula dos alunos que se encontravam em curso no Colégio Agrícola. O Campus Avançado Pedro Afonso, situado na Av. das Mongubeiras, nº 410 – Setor Aeroporto, possui uma área total de 2.952.400m², sendo 7.800m² de área construída.



      1. Campus Colinas do Tocantins

O Campus Colinas do Tocantins foi instituído na conjuntura da terceira fase de expansão da Rede Federal de Educação, Ciência e Tecnologia, regulamentada em agosto de 2011.

A cidade de Colinas do Tocantins, com 843,84km² e densidade demográfica de 36 hab./km², com população de 30.838 pessoas (IBGE, 2010), limita-se ao norte com Nova Olinda e Bandeirantes; a leste com Palmeirante e Tupiratins; ao sul com Presidente Kennedy e, a oeste, com Bandeirantes.

A implantação de um campus do IFTO no município partiu das considerações e reivindicações do setor produtivo e, principalmente, do setor público do município. Os dados pertinentes à escolha da cidade-sede foram adquiridos em abril de 2013, quando a Reitoria realizou audiência pública nos municípios de Colinas do Tocantins e Guaraí, para saber onde implantar a nova unidade do IFTO. Os indicadores econômicos e populacionais assinalados pela população colinense apontaram para o eixo agropecuário, que pesou na definição do município Colinas do Tocantins para implantação do campus em maio do mesmo ano.

Em 10 de junho de 2014, o Campus Colinas do Tocantins teve sua autorização de funcionamento em razão da Portaria nº 505 expedida pelo MEC. Em seu primeiro ano de existência, o campus está sediado nas dependências do prédio alugado pela Reitoria, onde funcionava a Fundaman (Fundação Maçônica de Assistência ao Menor), situado na Avenida Tiradentes, nº 399, setor Campinas. O prédio que irá receber o campus definitivamente encontra-se em fase de construção, na Avenida Bernardo Sayão, s/n, setor Santa Maria, com previsão de entrega para 2016.

No dia 6 de junho de 2014, em ação da Reitoria Itinerante, o município é privilegiado com a aula inaugural do Campus Colinas do Tocantins, do Instituto Federal do Tocantins. Compareceram ao momento histórico o Diretor-geral pro tempore Paulo Hernandes Gonçalves da Silva, o Prefeito de Colinas do Tocantins, José Santana Neto, membros da comunidade local e alunos oriundos do primeiro processo seletivo que preencheu 70 vagas para o Curso de Técnico em Informática na modalidade subsequente.

O curso acima citado teve seu Projeto Pedagógico (PPC) apresentado pelo Diretor-geral pro tempore do campus no dia 17 de junho de 2014 e iniciou suas aulas no dia 4 de agosto de 2014, recebendo neste dia as primeiras turmas de alunos do Campus Colinas do Tocantins, do IFTO.

Devido ao potencial agrário da cidade e à forte presença do setor de serviços na economia, o campus tem a projeção para os seguintes cursos até o ano de 2019: Técnico em Informática Integrado e Subsequente, Técnico em Agropecuária Integrado e Subsequente, Informática FIC/EJA, Licenciatura em Computação e em Educação Física, Bacharelado em Agronomia e Pós-graduação lato sensu em Didática da Educação Básica. Dessa forma, o número de turmas será ampliado semestralmente até atingir o número de 1.155 alunos em 2019. A escolha por esses cursos visa atender ao setor produtivo da microrregião de Colinas do Tocantins e seus municípios circunvizinhos.

Nesse cenário, a implantação do Campus Colinas do Tocantins veio contribuir com a formação de profissionais capazes de lidar com o avanço da ciência e da tecnologia e prepará-los para se situarem no mundo contemporâneo e dele participar de forma proativa, marcando, assim, mais um capítulo dessa história da educação profissional do país.

Referências Bibliográficas:

FONSECA, C. S. História do Ensino Industrial no Brasil. Rio de janeiro: Escola Técnica, 1961.

KUENZER, A. Ensino médio e profissional: as políticas do estado neoliberal. São Paulo: Cortez, 1997. 104p.

PLANO DE DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL – PDI - 2006-2011: Aprovado através da Resolução Nº 21/2006 -CD/ETF-Palmas, de 18 de outubro de 2006, Convalidação Resolução nº 03/2007-CD/ETF-Palmas, 29 de outubro de 2007, ETFTO: Palmas, Outubro de 2007.

PLANO DE DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL – PDI:2007/2011, EAFA: Araguatins, 2007.

SEPLAN – Governo do Tocantins, Publicações – PIB do Tocantins 2006, disponível em http://www.seplan.to.gov.br/seplan/br/download/20081125164324-pib_tocantins_2006.pdf

SGUISSARDI, V. Modelo de expansão da educação superior no Brasil: predomínio privado/mercantil e desafios para a regulação e a formação universitária. Educ. Soc., Campinas, v. 29, n. 105, dez. 2008. ISSN 0101-7330 Disponível em:



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