Pesquisa Nacional de Vitimização Sumário Executivo senasp


Gráfico 2 – Agressões ou ameaças que sofreu, em %



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Gráfico 2 – Agressões ou ameaças que sofreu, em %

  Bem atrás, aparecem os acidentes de trânsito, com 4,2% e o roubo de objetos com 3,6%. Sobre o total da amostra, com 1% de vitimização, vem em seguida o furto de carro. Ofensas sexuais totalizam 0,8%. Furto de motos e roubos de carros atingem, cada, 0,4% dos entrevistados. Roubo de moto chega a 0,2% e seqüestro relâmpago a 0,1%.

  Esses percentuais se projetados sobre o total do universo fornecem estimativas de ocorrências em números absolutos sobre o total da população adulta brasileira residente nas cidades com mais de  15 mil habitantes. Mas, para alguns tipos de crime que dependem da posse de determinados bens como, por exemplo, automóveis e motos, é importante a observação dos dados sobre a base de proprietários, traçando-se assim um perfil mais preciso dos segmentos de maior vitimização, sem o viés da distribuição da posse nos resultados.

  Esses dados serão detalhados nos tópicos específicos sobre tais crimes, mas vale registrar aqui os percentuais de furto e roubo de automóveis e motos sobre o universo de proprietários. Entre os que tiveram carros, caminhões ou caminhonetes em casa nos 12 meses que antecedem a pesquisa, 2,2% foram vítimas de furto de veículos por pelo menos uma vez no período. Em relação a roubo, essa taxa é de 1% sobre o universo de proprietários. Entre os que possuíam motocicletas ou lambretas, 2% tiveram-nas furtadas e 1,1% roubadas no período correspondente.



 

Gráfico 3 – Foi vítima de algum dos crimes pesquisados


Os resultados também possibilitam a caracterização dos crimes contemplados no estudo. É interessante perceber, por exemplo, que a maior parte das ocorrências se dá dentro da casa do entrevistado (38,3%) ou em suas proximidades como a rua onde ele mora (33,3%), o seu bairro (14,9%) ou na garagem da residência (11,1%).

  As ocorrências mais comuns dentro da casa do entrevistado são furto de objetos (53,9% das vítimas relatam que o caso aconteceu no local), agressões (34,2% dos casos) e ofensas sexuais (21,7%). Furto e roubo de automóveis são mais freqüentes na rua onde vivem os entrevistados (40,7% e 31,5% das vítimas, respectivamente, citam o lugar como sendo onde aconteceu o crime nos 12 meses anteriores à pesquisa).

  Quanto ao roubo e furto de motos, apesar de também freqüentes no endereço da vítima (22,5% e 23,1%, respectivamente) os locais de ocorrência se pulverizam para além do bairro onde o entrevistado mora (26,9% para os casos de roubo), para outros bairros, o centro da cidade e locais próximos ao trabalho.

  Dos crimes estudados, há alguns em que as vítimas dizem estar andando na rua quando são atacadas. A descrição é mais frequente entre os que sofreram roubo de objetos (49,5%), sequestro (32,1%) e ofensa sexual (23,7%).  As vítimas estão no local de trabalho principalmente nos casos de discriminação (20,5%), agressão (15,3%) e furto de objetos (12,6%).




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