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25.ago.61 — Jânio renuncia ao cargo de presidente da República.

Como o vice, João Goulart, se encontra em visita oficial na China, o presidente da Câmara, Ranieri Mazzili, assume provisoriamente o

governo

2.set.61 — O Congresso aprova emenda constitucional que estabelece

o parlamentarismo, medida que visa limitar os poderes de João Goulart, condição para retirada do veto dos ministros militares à sua posse



7.set.61 — João Goulart toma posse da presidência. Tancredo Neves

 é o primeiro-ministro



1º.nov.61 — No 1º Congresso de Lavradores e Trabalhadores Agrícolas, Jango defende a reforma

agrária sem indenização para os proprietários de terra



23.nov.61 — O Brasil restabelece relações diplomáticas com a União Soviética

29.nov.61 — É fundado o Ipes (Instituto de Pesquisas e Estudos Sociais)

dez.61 — Criado o Centro Popular de Cultura (CPC) da UNE

1962

18.fev.62 — O PCB (Partido Comunista do Brasil) é reorganizado sob a sigla PCdoB. A dissidência

continua sob o título de PCB, porém como Partido Comunista Brasileiro



4.abr.62 — João Pedro Teixeira, presidente da Liga Camponesa na Paraíba, é morto a mando de

fazendeiros



12.mai.62 — Carlos Lacerda, governador da Guanabara, acusa Jango de tramar golpe de Estado

1º.jun.62 — Começa greve organizada pela UNE (União Nacional dos Estudantes) que paralisa 40 universidades no Brasil por três meses

26.jun.62 — Tancredo Neves renuncia ao cargo de primeiro-ministro

31.jun.62 — Militantes estudantis da JUC (Juventude Universitária Católica) e agremiações da

esquerda católica fundam a Ação Popular (AP)



5.jul.62 — Jango sanciona lei do 13º salário no mesmo dia em que acontece greve nacional

com saldo de 700 feridos e 42 mortos no Rio



25.set.62 — Criado o Ministério do Planejamento. Celso Furtado assume o posto

10.out.62 — É fundado o IEB (Instituo de Estudos Brasileiros), na USP, pelo professor Sérgio

Buarque de Holanda



21.nov.62 — Carlos Lira, Tom Jobim e João Gilberto se apresentam no Carnegie Hall, em

Nova York



1963

6.jan.63
 — O presidencialismo vence o plebiscito sobre o regime de governo do Brasil, o que restitui

plenos poderes a João Goulart








2.mar.63 — Goulart promulga o Estatuto do Trabalhador Rural

11.jul.63 — Projeto de Reforma Agrária apresentado pelo senador

Milton Campos (UDN) não passa pela Câmara dos Deputados



4.ago.63— Câmara rejeita o Estatuto da Terra

13.set.63 — Jango nomeia o marechal Castelo Branco chefe do

Estado-Maior do Exército



4.out.63 — João Goulart solicita quarenta dias de Estado de Sítio,

mas Congresso não aprova



6.out.63 — o 4º Exército ocupa Recife para conter manifestação de

30 mil camponeses



31.dez.63 — Jango adverte ao anunciar plano de reformas que, em 1964, as necessidades da

nação serão atendidas a qualquer preço



1964

13.mar.64 — João Goulart anuncia em comício, na Central do Brasil no Rio, a necessidade das

reformas de base



19.mar.64 — Cerca de 500 mil pessoas fazem passeata contra Jango no centro de São Paulo,

na Marcha da Família com Deus pela Liberdade. Carlos Lacerda é um dos participantes



24.mar.64 — Começa a Revolta dos Fuzileiros Navais, no Rio, chefiada pelo cabo Anselmo

30.mar.64 — Discurso pró-reformas de Jango no Automóvel Clube, no Rio

31.mar.64 — O presidente da República, João Goulart, é deposto pelo golpe militar

1º.abr.64 — Prisões e protestos pelo país em conseqüência do golpe militar. A sede da UNE,

no Rio, é incendiada e tomada pelo governo militar, que destrói o acervo do CPC



2.abr.64 — Ranieri Mazilli assume a Presidência interinamente

9.abr.64 — Editado o Ato Institucional n.º 1 (AI-1), que permite a cassação de mandatos

e a suspensão de direitos políticos. São marcadas eleições indiretas em dois dias para

Presidência e vice-presidência da República com mandato válido até 31 de janeiro de 1966

10.abr.64 — É divulgada a primeira lista de cassados pelo AI-1. Entre os 102 nomes estão

o de João Goulart, Jânio Quadros, Luís Carlos Prestes, Leonel Brizola e Celso Furtado,

assim como 29 líderes sindicais e alguns oficias das Forças Armadas

14.abr.64 — Criação dos Inquéritos Policiais Militares (IPMs)

15.abr.64 — O marechal Humberto de Alencar Castello Branco assume a Presidência

9.mai.64 — Carlos Marighella, dirigente comunista, é baleado e preso no Rio

13.mai.64 — Brasil rompe relações diplomáticas com Cuba

08.jun.64 — Juscelino Kubitschek e mais 39 políticos são cassados

13.jun.64 — É criado o SNI (Serviço Nacional de Informação), comandado pelo general

Golbery do Couto e Silva

22.jul.64 — A Emenda Constitucional n.º 9 prorroga o mandato de Castelo Branco

até 15 de março de 67



27.out.64 — O Congresso aprova o projeto Suplicy, que extingue a UNE e proíbe as

organizações estudantis de realizar protestos



30.nov.64 — Castello Branco assina a lei que cria o Estatuto da Terra

10.dez.64 — Estréia no Rio o show "Opinião", com Zé Keti, Nara Leão, Maria Bethânia

e João do Vale



31.dez.64 — É criado o Banco Central do Brasil

1965

13.jan.65 — Governo militar obtém empréstimo de US$ 125 milhões do FMI

22.mar.65 — Ocorre a primeira eleição após o golpe. O brigadeiro José Vicente Faria Lima

é eleito prefeito de São Paulo com apoio de Jânio Quadros



30.mar.65 — Castello Branco lança plano de Reforma Agrária e cria o Instituto Brasileiro

de Reforma Agrária



6.abr.65 — O 1º Festival de Música Popular Brasileira, da TV Excelsior, é vencido por 

Elis Regina com a música "Arrastão", de Edu Lobo e Vinicius de Moraes

22.abr.65 — Atentado a bomba no jornal "O Estado de S. Paulo"

26.abr.65 — A Rede Globo inaugura suas transmissões

2.jun.65 — Polícia Militar invade o Crusp (alojamento estudantil da USP) durante

greve


22.ago.65 — TV Record coloca no ar o programa ''Jovem Guarda''

3.out.65 — Realizam-se eleições diretas para governador

4.out.65 — Grande manifestação popular recebe JK na volta do exílio

6.out.65 — Castello Branco garante posse de candidatos da oposição eleitos diante da

ameaça de comandantes militares



7.out.65 — Carlos Lacerda renuncia acusando o presidente de tramar a vitória de Negrão

de Lima ao governo da Guanabara



8.out.65 — Carlos Lacerda, em entrevista, acusa Castello Branco de ser "traidor da

revolução"



10.out.65 — O Reitor da UnB suspende as atividades do campus e pede intervenção

policial devido a greve dos professores



18 out.65 — 156 professores pedem demissão da UnB após a publicação de lista de d

esligamento de 15 docentes. No dia seguinte, mas 43 professores fazem o mesmo



27.out.65 — É decretado o Ato Institucional n.º 2, que reabre processos de cassações, extingue

os partidos políticos, impõe eleições indiretas para presidente e atribui ao presidente poder de

decretar Estado de Sítio por 180 dias sem consulta prévia do Congresso, de intervir nos estados, de decretar recessos do Congresso, de demitir funcionários e de emitir atos complementares e decretos-lei

24.nov.65 — Expedido o Ato Complementar nº4, em cumprimento ao disposto no AI-2, que estabelece o bipartidarismo

10.dez.65 — É expedido o Ato Complementar nº5 decretando intervenção federal nos municípios que vagarem o cargo de prefeito

1966 

1º.jan.66 — Começa, em Cuba, a 1ª Conferência Tricontinental dos Partidos Comunistas

5.fev.66 — É decretado o Ato Institucional n.º 3, que institui eleições indiretas para governador e a nomeação de prefeitos

24.mar.66 — São oficializados os partidos MDB e ARENA. O MDB (Movimento Democrático Brasileiro)

reúne principalmente parlamentares do extinto PTB que se opuseram ao regime militar. A Arena

(Aliança Renovadora Nacional), se constitui como partido de sustentação dos governos militares

10.mai.66 — Ato Complementar n.º 9 estabelece as inelegibilidades

5.jun.66 — Adhemar de Barros, governador de São Paulo, é cassado

06.jun.66 — Luís Carlos Prestes é condenado a 14 anos de prisão

25.jul.66 — Atentado a bomba contra Costa e Silva no aeroporto de Guararapes, em Recife, termina

com três mortos e vários feridos



28.jul.66 — Mesmo na ilegalidade, UNE realiza 28º Congresso, em Belo Horizonte

13.set.66 — É criado o FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço)

22.set.66 — A UNE estabelece o Dia Nacional da Luta contra a Ditadura

23.set.66 — No Rio, a polícia militar invade a Faculdade de Medicina e prende 600 estudantes.

O episódio fica conhecido como "massacre da Praia Vermelha"



03.out.66 — Com a abstenção de toda a bancada do MDB, que se retirou do plenário, o marechal

Artur da Costa e Silva é eleito presidente pelo Congresso, tendo como vice Pedro Aleixo



05.out.66 — É inaugurada a Unicamp (Universidade Estadual de Campinas)

10.out.66 — Geraldo Vandré e Theo de Barros, com "Disparada", e Chico Buarque, com a

"A Banda", ganham o 2º Festival da Música Popular Brasileira da TV Record



28.out.66 — É lançada no Rio a Frente Ampla, movimento de oposição que luta pela restauração

da democracia e une Carlos Lacerda, JK e João Goulart



21.nov.66 — É criado o INPS (Instituto Nacional de Previdência Social)

07.dez.66 — Ato Institucional n.º 4 obriga o Congresso a votar o Projeto de Constituição

1967

1º.jan.67 — O ministro da Fazenda, Delfim Netto, afirma que atinge US$ 1 bilhão o total de

empréstimos obtidos no exterior pelo Brasil no regime militar até o final do mandato de

Castello Branco

24.jan.67 — Castello Branco promulga a nova Constituição. Com ela, muda o nome oficial

do país de República dos Estados Unidos do Brasil para República Federativa do Brasil



25.jan.67 — Criado o Conselho de Segurança Nacional (CSN).

09.fev.67 — É sancionada a nova Lei de Imprensa

13.fev.67 — Entra em vigor o cruzeiro novo (NCr$), valendo mil cruzeiros antigos

13.mar.67 — É promulgada a Lei de Segurança Nacional

15.mar.67 — Tomam posse o marechal Costa e Silva e o vice Pedro Aleixo. Neste mesmo dia,

entra em vigor a nova Lei de Segurança Nacional e a Constituição de 1967, que anula as

disposições do AI-2

17.mar.67 — O General Emílio Gasrrastazu Médici assume chefia do SNI

05.abr.67 — A Polícia anuncia a prisão de oito guerrilheiros na Serra do Caparaó, em Minas

Gerais. Integrantes do MNR, um deles, Milton Palmeira de Castro, é morto dias depois num

quartel do Exército

05.mai.67 — Glauber Rocha lança o filme "Terra em Transe"

18.jul.67 — O ex-presidente Castello Branco morre em acidente aéreo

31.jul.67 — Começa em Cuba a 1ª Conferência da Organização Latino-Americana de

Solidariedade (Olas), que define estratégia revolucionária para toda América Latina. Estão

presentes, entre outros, Che Guevara e Carlos Marighella

10.ago.67 — Realiza-se o 29º Congresso da UNE (clandestino) em Vinhedo, São Paulo

1º.set.67 — Formalizada criação da Frente Ampla

25.set.67 — Carlos Lacerda e João Goulart assinam o Acordo de Montevidéu, que pede a

volta da democracia no Brasil



out.67 — Che Guevara é morto na Bolívia

20.out.67 — Costa e Silva decreta o recesso parlamentar até 22 de novembro, sete dias depois

das eleições legislativas



21.out.67 — No 3º Festival da Música Popular Brasileira da TV Record, Gilberto Gil, com Os

Mutantes, canta "Domingo no Parque", Caetano Veloso apresenta "Alegria, Alegria" e Chico Buarque,

"Roda Viva"

30.out.67 — A Frente Ampla entra em recesso até 1968 na tentativa de tentar recuperar o desgaste

sofrido depois do Acordo de Montevidéu



05.nov.67 — Prisão de integrantes da Juventude Operária Católica (JOC) e do padre francês Guy

Thibaut


05.dez.67 — É criada a Fundação Nacional do Índio (Funai)

1968 

16 a 18.fev.68 — Greve dos trabalhadores da Cobrasma em Osasco (SP)

28.mar.68 — O estudante Édson Luís Lima Souto morre em conflito de estudantes com a

PM em frente ao restaurante universitário Calabouço, no Rio, quando o movimento estudantil

preparava um protesto contra as condições do ensino brasileiro

29.mar.68 — Cerca de 60 mil pessoas participaram do enterro de Édson Luis. Seguem-se, nos

dias seguintes, manifestações e protestos em várias cidades do país



30.mar.68 — O Ministro da Justiça determina que as passeatas estudantis sejam reprimidas

1º.abr.68 — Prisões e mortes marcam os protestos estudantis cada vez mais freqüentes

04.abr.68 — As missas de sétimo dia celebradas para Edson Luís na igreja da Candelária no

Rio são reprimidas violentamente



05.abr.68 — O presidente Costa e Silva proíbe as atividades da Frente Ampla

16 a 24.abr.68 — Começa greve em Contagem (MG), que paralisa quase 7 mil operários

metalúrgicos



17.abr.68 — 68 municípios são considerados áreas de segurança nacional e proibidos de

realizar eleições municipais



20.abr.68 — Atentado a bomba contra o jornal "O Estado de S. Paulo"

mai.68 — É criada a Vanguarda Popular Revolucionária (VPR)

1º.mai.68 — O governador de São Paulo, Abreu Sodré, é apedrejado durante comemorações

do Dia do Trabalhador



13.mai.68 — Pronto relatório do general Meira Mattos sobre a situação do movimento universitário brasileiro

14.mai.68 — São censurados 15 minutos da estréia do programa "Canto Geral", de Geraldo Vandré,

na TV Bandeirantes



16.mai.68 — Bomba explode na porta da Bolsa de Valores de São Paulo

22.mai.68 — Sancionada a lei que incrimina menores de dezoito anos envolvidos em ações contra a segurança nacional

22.mai.68 — Estudantes secundaristas fazem manifestação em São Paulo contra Portaria n.º 31, que

limita o trabalho do professor e institui mensalidades em algumas universidades públicas. Durante

um mês, várias manifestações são desencadeadas no país por professores e estudantes

19.jun.68 — Polícia militar e DOPS reprimem concentração universitária no Ministério da Educação no

Rio. Quanrenta pessoas saem feridas e 48 são detidas



20.jun.68 — Estudantes ocupam a reitoria da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e

fazem assembléia. Tirados a força pela polícia, muitos são presos e as aulas são suspensas por

tempo indeterminado

21.jun.68 — Conhecida como "sexta-feira sangrenta", passeata por verbas para a educação

acaba com repressão e mortos, no Rio



22.jun.68 — Armas são roubadas do Hospital Militar do Cambuci, em São Paulo







26.jun.68 — É realizada, com permissão do governo estadual, no Rio, a"Passeata dos 100 mil", manifestação contra o regime militar organizada por estudantes, artistas, intelectuais e trabalhadores. Um carro-bomba explode no QG do 2º Exército e o soldado Mário Kozel Filho morre.




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