O museu zoobotânico augusto ruschi e sua interaçÃo com estudantes através de trilha das profissõES



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O MUSEU ZOOBOTÂNICO AUGUSTO RUSCHI E SUA INTERAÇÃO COM ESTUDANTES ATRAVÉS DE TRILHA DAS PROFISSÕES

SILVA, Flávia Biondo da – Bióloga, Muzar/ICB/UPF, Brasil - biondo@upf.br

BORTONCELLO, Vanessa Lando – Bióloga, Muzar/ICB/UPF, Brasil - nessa_bortoncello@hotmail.com

FICANHA, Natália Cristine – Bióloga, Muzar/ICB/UPF, Brasil - natalia.ficanha@hotmail.com



Museu Zoobotânico Augusto Ruschi – Muzar/ Instituto de Ciências Biológicas – ICB/ Universidade de Passo Fundo – UPF/ Passo Fundo – RS - Brasil

Resumo: Este trabalho transcreve a percepção ambiental de um grupo de jovens adolescentes que vivenciou a Trilha das Profissões, realizada pelo Museu Zoobotânico Augusto Ruschi (MUZAR) do Instituto de Ciências Biológicas da Universidade de Passo Fundo (UPF), durante o programa Interação UPF no ano de 2014. A Trilha das Profissões está em sua segunda edição e é uma adaptação da Trilha Perceptiva, desenvolvida desde 2002, que conta com espaço próprio para este fim nas dependências do museu, atendendo grande demanda de adolescentes e adultos em todas as épocas do ano. O evento em questão atendeu aproximadamente 470 estudantes de Ensino Médio de escolas da região de abrangência da Universidade. Os participantes, de olhos vendados, percorreram um trajeto limitado, onde sentiram objetos de diferentes áreas do conhecimento e elementos representativos da natureza. As manifestações dos participantes deixadas por escrito foram relacionadas aos conceitos e princípios da educação ambiental que resultou em reconhecimento das características dos adolescentes e suas interações com o meio ambiente, traduzindo como uma experiência interessante, significativa, direcionada às expectativas profissionais e inovadora em seu cotidiano.



Palavras-chave: percepção, profissões, sentidos, consciência ambiental, cultura

Abstract: This paper transcribes the environmental perception of a group of young teenagers who experienced the Trail of Jobs held by Zoobotânico Museum Augusto Ruschi (MUZAR) Institute of Biological Sciences of the University of Passo Fundo (UPF) during the UPF interaction program in the year 2014. the Trail of professions is in its second edition and is an adaptation of Perceptual Trail, developed since 2002, that has its own space for this purpose in the museum premises, meeting great demand for adolescents and adults at all times of the year. The event in question met about 470 students of high schools of the University of coverage area. The participants blindfolded, traveled a route limited, which felt objects from different areas of knowledge, and representative elements. Manifestations of the participants left written were related to the concepts and principles of environmental education which resulted in recognition of the characteristics of adolescents and their interactions with the environment, translating as an interesting experience, meaningful, directed to professional and innovative expectations in their daily lives.

Keywords: perception, professions, directions, environmental awareness, culture

Introdução

Interação UPF é um projeto especial na Universidade de Passo Fundo (UPF) que oportuniza aos futuros universitários, estudantes do terceiro ano do Ensino Médio de diversos municípios do Rio Grande do Sul e de outros estados, o contato com as estruturas físicas, humanas e tecnológicas da Universidade, durante uma programação especial de conhecimento, interatividade e descontração.

A programação conta com visitas guiadas por profissionais treinados, realizada pelos coordenadores dos cursos, professores e funcionários, com o objetivo de responder às dúvidas, além de fornecer informações atualizadas sobre os diferenciais de cada curso. Ao longo do dia, as atividades interativas também movimentam os alunos e os professores são esperados com uma programação diferenciada.

Através do Interação UPF, além de conhecer os cursos de graduação da Universidade, os estudantes podem esclarecer dúvidas sobre o ensino superior, decidir com mais segurança sobre qual graduação cursar, pensar sobre o mercado de trabalho e trocar ideias com outros estudantes. Atividades de integração completam a programação do evento.

Anualmente, o Museu Zoobotânico Augusto Ruschi do Instituto de Ciências Biológicas da UPF – MUZAR/ICB/UPF, participa da programação do Interação, realizando a Trilha das Profissões, atividade de percepção ambiental que utiliza os princípios e a metodologia da Trilha Perceptiva, oferecida nas dependências do MUZAR/ICB/UPF desde 2002 e inspirada na “Trilha da Vida” e nos princípios da educação ambiental.

Com o objetivo de contribuir com os estudantes participantes na percepção das diferentes áreas do conhecimento e suas futuras profissões, a vivência aguçou, através da privação da visão e uso dos demais sentidos, as emoções, afinidades e o sentimento de pertencimento de cada um com o ambiente que o cerca, possibilitando o reconhecimento da importância da consciência ambiental, também em relação à escolha da futura profissão.



Metodologia

A Trilha das Profissões foi desenvolvida durante os dias 28, 29 e 30 de outubro de 2014, em espaço construído especialmente para a atividade, com ambiente adaptado e personalizado junto ao Centro de Eventos da UPF, localizado no Campus I da Universidade de Passo Fundo – UPF, na cidade de Passo Fundo, Rio Grande do Sul.

A trilha foi estruturada com objetos de várias áreas do conhecimento, abrangendo Ciências Exatas e da Terra, Ciências Biológicas, Engenharias, Ciências da Saúde, Ciências Sociais Aplicadas, Ciências Humanas, Linguística, Letras, Artes, entre outras áreas. Os objetos, oriundos dos departamentos dos diversos cursos envolvidos, intercalados a demais elementos relacionados ao meio ambiente, como água, plantas, sementes e rochas, foram dispostos ao longo do percurso com cerca de 10m de comprimento e envolvidos por uma só corda, cuja função era guiar cada participante até o final do percurso.

Antes de fazer o percurso, os participantes tiveram seus olhos vendados para excluir o sentido da visão e a partir de então, individualmente, entravam na trilha explorando os objetos, apenas com o uso dos demais sentidos, isto é, através do tato, cheiro, audição, movimento e imaginação, envolvendo-se e interagindo com a situação de diferentes formas. A vivência da atividade aconteceu com o auxílio e o discreto acompanhamento de funcionários e estagiários do Muzar até o início do trajeto, onde os participantes receberam orientações sobre como se conduzir pela corda e percorrer a trilha.

Ao final do percurso, cada participante teve sua venda retirada e sua imagem, refletida em espelho, ressaltada como a parte mais importante da experiência sensorial. Em silêncio, o participante já sem a venda, pode percorrer a trilha novamente para então observar e reconhecer os elementos e o ambiente que a compuseram, de forma a visualizar todo o percurso e seus diferentes desafios e peculiaridades.

Ao sair, os jovens foram convidados a expor por escrito, num painel, suas emoções, sensações e reflexões sobre a vivência, registrando o que sentiram e pensaram durante a participação na trilha. As mensagens foram de suma importância para o presente trabalho, pois possibilitaram a interpretação e discussão dos pensamentos e ideias de cada indivíduo em relação à mesma experiência vivenciada.



Resultados e discussão

A atividade contou com a participação espontânea e efetiva de cerca de 470 (10% do público total participante do Interação UPF) estudantes de Ensino Médio de escolas da rede pública e privada da região de abrangência da Universidade de Passo Fundo, mas somente 96 deixaram registrada a sua participação.

Na Trilha das Profissões, assim como na Trilha Perceptiva, cada pessoa interpreta o ambiente de acordo com sua própria maneira de sentir o mundo, a partir de suas experiências, suas expectativas e inquietações. Conforme Ferreira & Coutinho (2000 apud HOEFFEL e FADINI, 2007, p. 255), “a percepção ambiental é condicionada por fatores inerentes ao próprio indivíduo, fatores educacionais e culturais imprimidos pela sociedade e fatores afetivos e sensitivos derivados das relações do observador com o ambiente.”

Consequentemente, conforme o objetivo, o público e o momento em que a trilha perceptiva é proposta, percepções diferentes são reconhecidas na interpretação dos registros deixados pelos participantes.



Para Schú et al (2011), as expressões emocionais vivenciadas na Trilha Perceptiva do Museu Zoobotânico Augusto Ruschi, durante a 8ª Feira de Ciências e 4ª Mostra de Inovação Tecnológica da Universidade de Passo Fundo foram categorizadas como: a) bem-estar/ experiência boa; b) estranhamento/desconhecido/medo; c) reflexão; d) mal-estar/experiência ruim. Na experiência apresentada na Trilha das Profissões, durante o Interação UPF, foi usada a mesma categorização (Figura 1), acrescentando na reflexão a característica confiança, por ter chamado a atenção, da potencialização desta característica para alguns adolescentes.


Figura 1: Sensações e percepções reconhecidas durante a vivência na Trilha das Profissões.
Na categoria bem-estar/experiência boa, para Schú et al (2011) os participantes puderam vivenciar muitas sensações, que acreditam que se deve ao fato da trilha provocar a curiosidade dos participantes, onde são explorados sentidos que muitas vezes não consideramos os mais importantes. Enquanto na Trilha das Profissões as emoções vivenciadas foram diversas, partindo do medo e insegurança até a curiosidade e o bem estar. A maioria dos estudantes (44) expressou com palavras simples a boa experiência que viveu: “Muito bom!”, “Muito legal!”, “Adorei!”, “Surpreendente”, “Interessante”, “Criativo.” Alguns se desafiaram controlando a curiosidade: “Curiosidade, vontade de ver o que era, emoção!” e outros controlaram o medo, como maior sentimento aflorado: “Criativo, legal, senti insegurança e medo! Mas também senti um suspense presente especial.”

Enquanto para uns, a vivência na Trilha das Profissões constituiu um desafio a ser enfrentado, visto que são privados do sentido da visão, e relacionaram aos desafios da vida, para outros foi uma boa oportunidade de autoconhecimento. Algumas mensagens de desafios foram marcantes: “Mesmo que possam existir obstáculos diante dos nossos sonhos, jamais desista, pois a principal peça é você não desistir!”; “Nada é impossível se a vontade de vencer for maior.”; “Corra sempre atrás dos seus sonhos, você é capaz!”; “Apesar das dificuldades encontradas nas nossas vidas como a incerteza, o medo do novo, sempre é bom viver e aproveitar, se descobrir e perceber que é você mais importante.” Mensagens de autoconhecimento: “Devemos ver as coisas com outros olhos e perceber mais o sentimento, seguir nosso coração e nos descobrir!”; “O maior conhecimento é o autoconhecimento.”; “Aprendemos que ao final da trilha ou caminhada quem realmente importa somos nós!”; “Interessante, nos permite conhecer mais de nós mesmos.”.

Poucos registros demonstraram que alguns jovens não atenderam ao objetivo da trilha e acabaram não compreendendo seu verdadeiro sentido, registrando especialmente expressões de indiferença. Acredita-se que isso tenha ocorrido, segundo ao que afirma Milton (1996) apud (HOEFFEL; FADINI, 2007), devido às diferentes vivências culturais, que irão desencadear percepções diversas sobre o meio ambiente, sendo que elas dependem ou são determinadas pelo contexto histórico e cultural no qual as pessoas estão inseridas. Ou seja, cada indivíduo enxerga e interpreta o ambiente de acordo com o seu próprio olhar, sua própria maneira de ver o mundo, a partir de suas experiências, suas expectativas, seus conhecimentos e suas ansiedades.

Conforme Silva e Benetti-Moraes,

“Na trilha perceptiva, as pessoas, sem poder ver, entram num mundo indeterminado, em que a interpretação comanda as relações, ainda que haja uma organização. As possibilidades de relações que a trilha oferece são incalculáveis, porque cada participante constrói a sua interpretação.” (2007, p.90).

E acrescentam,

“A trilha também permite compreender que a realidade se constrói tanto pela objetividade como pela subjetividade. É possível reconhecer quem usa mais a sensibilidade corporal, identificando ambientes e objetos tal quais estão e são e quem usa mais a sensibilidade imaginativa, reconhecendo ambientes diferentes dos concretos.” (2007, p.90).

A partir da análise das mensagens registradas pelos participantes, foi possível perceber que a grande maioria conseguiu compreender os objetivos e o sentido da participação na trilha, expondo realmente sua vivência. Isso vem ao encontro das considerações de Hoeffel e Fadini, que caracterizam a percepção como:

“Um processo, uma atividade que envolve organismo e ambiente, e que é influenciada pelos órgãos dos sentidos – “percepção como sensação”, e por concepções mentais – “percepção como cognição”. Desta forma, ideias sobre o ambiente envolvem tanto respostas e reações a impressões, estímulos e sentimentos mediados pelos sentidos, quanto processos mentais relacionados com experiências individuais, associações conceituais e condicionamentos culturais.” (2007, 225p).

Considera-se que as diferentes culturas irão desenvolver diferentes percepções sobre o meio ambiente e que os elementos, sejam naturais, sociais, econômicos ou culturais estão em constante interação entre si. Essas relações implicam processos de criação cultural e tecnológica e processos históricos e sociais de transformação do meio natural e construído (FIGUEIREDO; NETO, 2009).

Dessa forma, pode-se ter então um conceito de Meio Ambiente, incluindo as percepções ambientais da sociedade. Assim, para Reigota (1994), meio ambiente “é o lugar determinado ou percebido, onde os elementos naturais e sociais estão em relações dinâmicas e em interação. Essas relações implicam processos de criação cultural e tecnológica e processos históricos e sociais de transformação do meio natural e construído.”.

Para o jovem adolescente a questão ambiental é mais um desafio junto ao desfio da busca de novos valores e de fazer uma escolha ocupacional na tomada de consciência da busca de um novo espaço no mundo, que segundo Erikson apud Lepre (2003) é o que caracteriza a fase da adolescência. A adolescência é uma fase da vida em que a autoestima se desenvolve, quando o indivíduo inicia seus primeiros passos em direção à autonomia, adquire autoconfiança e habilidade para fazer escolhas, enfrentar dificuldades e superar obstáculos. Essa entrada em uma nova realidade, muitas vezes pode causar conflito de conceitos e a perda de algumas referências. Assim sendo, a percepção de si mesmo e do ambiente como um todo, pode contribuir para que os jovens conquistem equilíbrio emocional e autonomia viva.

Conforme Morin (2002, p. 127), a autonomia viva é uma autonomia de organização em dois níveis: o nível fenomênico - da existência individual no seio de um ambiente -, o nível generativo - genérico e genético - de um processo transindividual que gera e regenera os indivíduos. Que constitui na visão da consciência planetária, do ser autônomo/dependente, de Morin e Kern (2003, p. 65), onde somos seres interdependentes de outros seres e do ecossistema onde vivemos. Correspondendo uma oportunidade, na percepção, de se trabalhar o aspecto a ser destacado, nessa fase da adolescência, que é a formação dos grupos, que é caracterizada pelo encontro dos iguais no mundo dos diferentes, onde ocorre a busca do “eu” nos outros, na tentativa de obter uma identidade para seu ego. A construção da identidade é pessoal e social e acontece interativamente, através de trocas entre o indivíduo e o meio em que está inserido (LEPRE, 2003). Também, apresentado como jogo de interações por Morin (2003, p. 72) “que são ações recíprocas que dependem de encontros, condições do meio, determinações/imposições da natureza, que na inter-relação (associações, ligações, combinações, comunicações) dão origem a fenômenos de organização”.

Buscar a percepção ambiental, através da investigação, das expectativas de cada um em relação ao seu futuro, é essencial na compreensão da sociedade em que se vive, considerando os diferentes saberes, culturas e ecossistemas. Estes, sem dúvida, importantes ferramentas para o correto direcionamento de uma educação ambiental transformadora, que não ocorre necessariamente dentro de salas de aula, mas em todo e qualquer espaço.


Considerações Finais

Considerando a adolescência a fase de transformação, de escolha e de construção de autonomia, a percepção contribui para a compreensão dos diferentes elementos que compõem o meio e as relações que se provoca no ambiente onde se vive.

A trilha perceptiva promoveu autoestima, reflexão e confiança, contribuindo provavelmente na tomada de decisão dos adolescentes que estão escolhendo uma profissão.

Para elaboração e implementação de propostas sustentáveis, deve-se considerar que existe uma ampla diversidade de percepções sobre o ambiente, o que pode interferir de maneiras diferentes sobre o conceito que cada indivíduo constrói a respeito de “meio ambiente”. O reconhecimento de ser parte e o sentimento de pertencimento leva a responsabilidade que a autonomia viva ensina. A compreensão dessas diferentes percepções e representações ecossistêmicas, culturais e sociais do ambiente deve ser a base na busca de soluções para os problemas ambientais e estar presente em toda a formação acadêmica.



Referências Bibliográficas 

FIGUEIREDO, J; NETO, G. Aspectos da Percepção Ambiental de um Grupo de Empresários de Sinop, Mato Grosso, Brasil. Rev. eletrônica Mestr. Educ. Ambient. v. 22, p.12-39. Rio Grande. 2009.

HOEFFEL, J. L.; FADINI, A. A. B. Percepção ambiental. In: FERRARO Jr., Luiz Antonio (Org.). Encontros e caminhos: formação de educadoras(es) ambientais e coletivos educadores. Brasília: MMA, Departamento de Educação Ambiental,2007. v. 2, p. 254-262.

LEPRE, R. M. Adolescência e construção da identidade. 2003. Disponível em: http://www.psicopedagogia.com.br/artigos/artigo.asp?entrID=395. Acesso em: 21/03/2016.

MORIN, Edgar. O método 2: a vida da vida. LOBO, Marina. (Trad.). Porto Alegre: Sulina, 2002.

MORIN, Edgar. O método 1: a natureza da natureza. HEINEBERG, Ilana (Trad.). 2.ed. Porto Alegre: Sulina, 2003.

MORIN, Edgar; KERN, Anne-Brigitte. Terra-Pátria. SILVA, Paulo Azevedo Neves da (Trad.). Porto Alegre : Sulina, 2003.

REIGOTA, Marcos. O que é educação ambiental. São Paulo: Brasiliense, 1994. 63 p.

SCHÚ, A, et al. Percepção e meio ambiente: sensações vivenciadas por jovens na trilha perceptiva da 8ª Feira de Ciências e 4ª Mostra de Inovação Tecnológica/UPF. In: V SIMPÓSIO SUL DE GESTÃO E CONSERVAÇÃO AMBIENTAL, 2011, Erechim. Anais. Erechim: Fapes, 2011.

SILVA, F. B. da; BENETTI-MORAES, A. A percepção desafiando a ciência. In: INSTITUTO DO PATRIMÔNIO HISTÓRICO E ARTÍSTICO NACIONAL, Departamento de Museus e Centros Culturais 2004. Rio de Janeiro: Revista Brasileira de Museus e Museologia-MUSAS, 2007. v. 3, p. 85-92.




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