O crescimento da china no mercado mundial e os seus impactos para o brasileiro



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O CRESCIMENTO DA CHINA NO MERCADO MUNDIAL E OS SEUS IMPACTOS PARA O BRASILEIRO.

PSEUDÔNIMO: TASHA

CATEGORIA: ESTUDANTE / MONOGRAFIA



RESUMO

Essa monografia tem como objetivo estudar o impacto do crescimento da China no mercado internacional para o comércio exterior brasileiro. Primeiramente, foi feita uma análise histórica do crescimento econômico Chinês, uma análise das principais variáveis econômicas do Brasil e China e mostrou-se a evolução do comércio entre esses dois países. Em seguida, utilizando-se o modelo gravitacional de comércio, buscou-se verificar se existe algum deslocamento das exportações brasileiras em terceiros mercados ocasionados pela China. Para finalizar, foi feita uma análise da pauta de exportação dos dois países, utilizando-se a abordagem do índice de Vantagem Comparativa de Vollrath. As conclusões mostram que a China tem apresentado um crescimento econômico mais constante e sustentável que o Brasil durante os anos 1990 a 2007. Em relação ao impacto desse crescimento para as exportações brasileiras, não se encontrou um impacto negativo, ao contrário disso, os resultados mostraram um efeito positivo, sugerindo uma complementaridade das exportações brasileiras às chinesas no mercado mundial, esta conclusão é confirmada pela análise da evolução da pauta de exportação dos dois países, que seguem caminhos divergentes de especialização.


Palavras Chaves: China, Modelo Gravitacional e Vantagem Comparativa.

LISTA DE GRÁFICOS

Gráfico 1 - Comparação da Formação Bruta de Capital Fixo das economias em desenvolvimento 18

Gráfico 2 - Investimento Direto Externo 20

Gráfico 3 – Evolução do comércio Sino - brasileiro 23

Gráfico 4 – Gráfico de Dispersão da Variável Dependente – Exportações do Brasil para os países selecionados. 38




LISTA DE TABELAS

Tabela 1- Crescimento econômico e populacional do Brasil e China – 1990 a 2007. 17

Tabela 2 - Participação setorial no PIB do Brasil e China – 1990 a 2007 18

Tabela 3 - Exportações, Importações e Saldo Comercial da China e Brasil 1990- 2006. 22

Tabela 4 - Modelo de Efeito Fixo e Modelo de Efeito Aleatório 35

Tabela 5 – Resultado do Teste de Hausman 37

Tabela 6 – Resultados da estimação 39

Tabela 7 – Índice de Vantagem Comparativa do Brasil e China em 1992 e 2007. 47

















SUMÁRIO


1 INTRODUÇÃO 9


1.2Objetivos 10

1.2.1 Objetivo Geral 10

1.2.2 Objetivo Específico 10

1.3Metodologia 10


2. PANORAMA DAS ECONOMIAS CHINESA E BRASILEIRA 11


2.1 Histórico do Processo de Desenvolvimento Chinês 12

2.2 Economia Chinesa e Brasileira 1990 - 2007 16

2.3 Conclusão 24

3. ANÁLISE DO COMÉRCIO INTERNACIONAL 26


3.1 Fundamentação Teórica da Equação Gravitacional 26

3.2 Aplicação da Equação Gravitacional 31

3.3 Formulação Teórica do Modelo 33

3.4 Aplicação Econométrica 34

3.5 Conclusão 41

4. ANÁLISE DA EVOLUÇÃO DO GRAU DE ESPECIALIZAÇÃO DA PAUTA DE EXPORTAÇÃO DO BRASIL E CHINA 43


4.1. Fundamentação Teórica do Índice de Vantagem Comparativa Revelada. 43

4.2 Análise da Evolução do Grau de Especialização 45

4.3 Conclusão 46

5 CONCLUSÃO GERAL 49

REFERÊNCIAS 52

Apêndice 54



1 INTRODUÇÃO




    1. Tema e problema

A partir de 1990 ocorre o processo de liberalização da economia brasileira. A abertura econômica encontrou um país que desde o início de sua industrialização possuía uma grande proteção a sua economia. Com a abertura para o mercado externo ocorreu um “choque de competição”, onde vários setores foram expostos de maneira violenta aos produtos internacionais, sendo que muitos deles não foram capazes de reagir a este choque. Recentemente tem-se falado em um novo choque de competição enfrentado pela economia brasileira, que se refere à competição advinda da China.

A China vem apresentando um crescimento a taxas elevadas nos últimos anos, em 2007, por exemplo, o PIB Chinês foi de 11,4%. Esse crescimento não é dado apenas no seu mercado interno, mas vem acompanhado de uma maior integração da China ao mercado mundial.

A China hoje é um dos principais parceiros comerciais do Brasil, sendo o terceiro maior exportador e o segundo maior importador do Brasil. A relação comercial entre Brasil e China passou a ser mais significativa nos anos 90 e tem crescido de forma mais acentuada a partir de 2000.

Frente a isso, é difícil identificar o impacto desse crescimento na economia brasileira. Alguns analistas vêem o crescimento Chinês como uma oportunidade outros como uma ameaça. As oportunidades advêm do aumento da demanda chinesa que acarreta um aumento das exportações brasileiras para aquele país, enquanto a ameaça está associada à crescente presença da China no mercado mundial substituindo as exportações brasileiras. Além disso, precisa ser analisado em que termos tem ocorrido essas trocas entre o Brasil e a China, identificando o grau de especialização dos dois países no comércio internacional. Portanto, os efeitos agregados para o comércio brasileiro advindos do crescimento Chinês ainda são incertos.

Dessa forma, buscar-se-á neste trabalho, analisar os impactos do crescimento Chinês em relação ao comércio internacional brasileiro, respondendo as seguintes perguntas: O crescimento Chinês se configura uma ameaça ou oportunidade ao Brasil? Têm ocorrido mudanças nas especializações das exportações desses dois países?

A importância deste trabalho, do ponto de vista aplicado, aparece na medida em que suas conclusões poderão servir de bases para a implantação de políticas governamentais específicas. Do ponto de vista acadêmico, a China tem despertado grande interesse dado o seu crescimento acelerado nos últimos anos e o seu crescimento em relação às oportunidades para o Brasil ainda se mostram um campo pouco explorado.


    1. Objetivos



1.2.1 Objetivo Geral


Este trabalho tem como objetivo discutir se o crescimento da China e do seu comércio em nível mundial têm influenciado no comércio internacional brasileiro.

1.2.2 Objetivo Específico


- fazer um panorama geral dos dois países nos últimos anos;

- analisar se há deslocamento das exportações brasileiras causadas pela China no mercado mundial;

- analisar a evolução das pautas de exportação dos dois países.

    1. Metodologia


O método utilizado neste trabalho é o analítico que, segundo Thomas e Nelson (1996), envolve o estudo e avaliação aprofundados de informações disponíveis na tentativa de explicar o contexto de um fenômeno. A presente pesquisa seria, assim, uma pesquisa analítica do tipo síntese ou meta-análise, isto é se utiliza de técnicas matemáticas como meio de análise.

Este trabalho é composto por cinco capítulos. Esta breve introdução corresponde ao primeiro capítulo.

Parte-se em seguida para o segundo no qual será apresentado um breve histórico do processo de desenvolvimento Chinês, tal histórico começa a ser feito desde os anos 70, pois acredita-se que é através das reformas implementadas em 1978 pelo governo Chinês que foi possível o crescimento elevado e sustentado da China nos anos recentes. Em seguida um breve panorama das economias brasileiras e chinesas é traçado para os anos de 1990 a 2007. Tal periodização é adotada visto que é a partir dos anos 90 que o comércio entre Brasil e China começa a ser significante e também é nesse período que ocorre a abertura da economia brasileira. Essa parte foi realizada através de uma pesquisa bibliográfica e consulta a sítios eletrônicos.

No terceiro capítulo é feita uma análise econométrica, para determinar se existe algum tipo de impacto do crescimento da China no mercado mundial para as exportações brasileiras. A análise é feita através da utilização do modelo gravitacional de comércio. Assim, neste capítulo é apresentada toda a fundamentação teórica do modelo gravitacional de comércio, sua aplicação ao presente objetivo e as resultados obtidos.

Os dados utilizados propiciam uma análise das variantes de comércio entre o Brasil e outros vinte países selecionados ao longo do tempo, caracterizando-se, assim, como dados em painel. A população de estudo é uma amostra intencional não-probabilística de países que realizam comércio com o Brasil. A escolha dos países foi feita pela representatividade que esses países tem em relação ao comércio com o Brasil nos últimos anos, com exceção da China. Sendo eles: Alemanha, Argentina, Bélgica, Canadá, Chile, Colômbia, Espanha, Estados Unidos, França, Holanda, Inglaterra, Iran, Itália, Japão, México, Paraguai, República da Coréia, Rússia, Uruguai e Venezuela. A exclusão da China se dá, uma vez que as suas variáveis são incorporadas a equação com o objetivo de analisar o impacto que elas têm sobre o comércio do Brasil com os outros vinte países selecionados.

No quarto capítulo é apresentada uma análise dos “índices de vantagem comparativa revelada”, dado por Vollrath (1991), para identificar a evolução da pauta de exportação desses dois países e as mudanças de especialização. O índice de Vollrath foi escolhido por este corrigir alguns problemas apresentados no índice elaborado por Balassa. Os dados nesse capítulo se restringiram aos anos de 1992 e 2007, uma vez que os dados da China de 1990 e 1991 apresentavam certas inconsistências.

Por fim, no último capítulo, serão apresentadas as conclusões finais e as recomendações pertinentes ao presente trabalho.

2. PANORAMA DAS ECONOMIAS CHINESA E BRASILEIRA



2.1 Histórico do Processo de Desenvolvimento Chinês


Após a Segunda Guerra Mundial, a China sob influência soviética adota um regime socialista de Estado. Esse modelo promove a uma aceleração dos processos de coletivização, nacionalização e estímulo a indústria pesada. Os Estados Unidos afim de conter a influência comunista no Leste asiático, isola a China do comércio mundial. É somente a partir da década de 70 que a China começa a se inserir novamente no plano internacional. Segundo Ribeiro (2008),
No período final da Revolução Cultural, o fim do relacionamento com a União Soviética contribuiu para primeiras aproximações com os Estados Unidos. A entrada da República Popular da China como representante do país na ONU, em lugar de Taiwan, em 1971, e também a visita do presidente Nixon à China, em 1972, representam, segundo Spence (1990), a desistência dos Estados Unidos em opor-se à China continental, diante do fim do relacionamento entre esse país e a União Soviética. As relações com os Estados Unidos foram sendo estabelecidas aos poucos, mediante tanto o interesse chinês pela utilização de tecnologia americana (ligada principalmente à exploração de petróleo), como pelo interesse americano em, aparentemente, resolver a questão de Taiwan. (RIBEIRO, 2008, pg. 96).
Nesse novo contexto que a China começa a se inserir a partir de 1970, o seu processo de desenvolvimento pode ser dividido, segundo Takahashi e Wu (1992), em quatro fases principais: a primeira de 1978 a 1984; a segunda, de Outubro de 1984 a Setembro de 1988; a terceira de Outubro de 1988 a Dezembro de 1991; e a quarta, o período atual que começa em 1992. Aceitando-se assim essa periodização, descreveremos os pontos principais de cada um desses períodos.

Em dezembro de 1978 ocorreu o 3° Plenário do 11° Congresso do Partido Comunista Chinês (PCC), nesta reunião foram aprovados os primeiros passos do programa de reformas que transformaram a China numa das economias com o mais elevado ritmo de crescimento e de transformação estrutural.

A orientação adotada foi a da construção e modernização socialista, onde foi adotado o programa das “quatro modernizações” (agricultura, indústria, defesa nacional e ciência e técnica), que já havia sido proposto por vários dos dirigentes reformistas, mas sua implementação fora impedida pela Revolução Cultural.

A ênfase inicial foi colocada na agricultura. As comunas agrícolas criadas por Mao na revolução socialista começaram a ser dissolvidas e se iniciou um amplo processo de entrega de terras aos camponeses com conseqüente processo de liberalização da economia rural. Os agricultores, como já era feito antes, eram obrigados a vender ao Estado sua produção, esta prática havia levado muitos agricultores a pobreza, uma vez que sua produção era comprada a preços baixíssimos pelo Estado. Com a reforma os agricultores estavam obrigados a vender apenas uma parte da produção, ficando com a liberdade de venda do excedente a preço de mercado. Além disso, em março de 1979 foi decidido um aumento de 20% no pagamento dos produtos agrícolas pelo Estado. Essas mudanças trouxeram tanto impacto no consumo das famílias rurais como na melhoria da produção agrícola. Medeiros (apud RIBEIRO, 2008, pg.99) ressalta que esse crescimento do consumo teve um impacto importante na produção industrial. Isto porque o crescimento da renda agrícola provocou forte expansão do consumo rural de bens industriais e expansão das empresas rurais.

Na área industrial ocorreu a transferência para as empresas públicas de parte das responsabilidades sobre elas até então detidas pelos órgãos governamentais, iniciando-se assim um processo de descentralização de tomada de decisões e de maior responsabilidades das empresas pelos resultados econômicos e financeiros obtidos. A contrapartida foi a retenção por estas de uma parte dos lucros alcançados.

Outro ponto das reformas, e talvez o principal, foi a alteração das orientações em relação à economia externa. Privilegiava-se agora a abertura da economia chinesa ao exterior através da liberalização do acesso de empresas estrangeiras ao mercado nacional como forma de modernizar o aparelho produtivo. É nesse quadro que se liberaliza também o investimento direto estrangeiro e se reforma o regime de comércio internacional, se regulamenta a associação entre empresas chinesas e empresas estrangeiras (joint ventures), se criam as Zonas Econômicas Especiais (ZEEs)1. Termina-se assim o desenvolvimento para dentro que caracterizou o período de 1949 até 1978.

Esta abertura, entretanto, foi feita de forma cautelosa. O processo foi iniciado na região sul do país, deixando o resto da China isolado das eventuais influências perniciosas que se viessem a verificar.

Em Outubro de 1984, iniciando o que se poderá considerar como a 2ª fase do processo de reformas, foi decidido no Terceiro Plenário do 12º Congresso do PCC aprofundar as reformas aumentando o grau de autonomia das empresas públicas e liberalizando ainda mais o comércio externo e o investimento estrangeiro. A estratégia adotada era de uma maior integração da China na economia internacional com uma orientação mais nítida para a produção de bens exportáveis.

Seguindo essa estratégia, em 1984 o governo chinês desvalorizou em 36,24% o Yuan Renminbi (RMB) frente ao dólar e estabeleceu um regime dual de câmbio. Esta estratégia cambial é de extrema importância para o crescimento econômico da China a partir dos anos 80, que funcionou como o principal estímulo as exportações do país.

Verifica-se assim que como vários outros países que começaram a sua liberalização comercial na década de 80, a China também o fez, porém seguiu uma estratégia gradual de abertura, onde ao mesmo tempo em que mantinha um regime de proteção a indústria liberalizava algumas importações em áreas delimitadas. Segundo Ribeiro (2008),


“O regime estabeleceu-se da seguinte forma: nas Zonas Econômicas Especiais seguia-se um regime tarifário favorável, menos oneroso e que, por isso, acabava atraindo os IDEs, por vezes vinculados a atividades voltadas ao processamento para re-exportação, com contratos estabelecidos com empresas chinesas, principalmente de Hong Kong; em outras áreas as indústrias conviviam com esquemas próprios de programas de substituição de importações, onde as barreiras à importação permitiam o desenvolvimento da indústria interna” (RIBEIRO, 2008, PG.110).
No quadro da crescente liberalização das relações econômicas externas é introduzido em 1986 o mercado oficial de moeda estrangeira e são anunciados novos incentivos à constituição de joint ventures com capitalistas estrangeiros. Este processo é acompanhado pela continuação da política de crescente liberalização dos preços, terminando-se com a fixação administrativa de muitos deles.

Entretanto, essas transformações na área econômica não foram acompanhadas no mesmo ritmo por transformações políticas. Esse descompasso gerou um descontentamento de uma parcela da população, na sua maioria estudantes universitários, que acabou ocasionando os incidentes da Praça Tiananmen em 19892. Após tais acontecimentos muitos governos estrangeiros “expressaram seu escândalo, retiraram seu pessoal do país, impuseram sanções econômicas e falaram em barrar a China de vários organismos internacionais. Mas não romperam relações diplomáticas” (SPENCE,1996, pg. 690).

Esse incidente acabou por gerar uma redução na intensidade do processo de liberalização da economia, no entanto não o parou, apenas causou um atraso. Também foi introduzido um maior controle da economia pela direção central, a fim de retomar o controle sobre algumas das variáveis macroeconômicas.

Passada essa fase, a partir de 1992 o governo Chinês voltou a acelerar o passo das reformas.

Em 1996, o governo estabelece plena conversibilidade do renminbi para as transações correntes, unifica o mercado de câmbio, em substituição ao mercado dual, e adota um regime de bandas cambiais, com o RMB podendo flutuar num intervalo estabelecido pelas autoridades econômicas. Tais medidas surtiram efeito instantâneo sobre as contas externas do país, iniciando um período de obtenção de uma série de saldos positivos em transações correntes, com conseqüente melhoria do balanço de pagamentos.

Foi a introdução das reformas aqui sumarizadas que permitiram a China esse rápido crescimento que se verifica nos últimos anos. Entre 1985 e 1995 a taxa de crescimento da China foi de ordem de 10% a.a. Segundo Medeiros, (apud RIBEIRO, 2008) “Esse crescimento estrondoso fez com que a parcela das exportações chinesas nas exportações mundiais passasse de 0,75%, em 1978, para 3 % em 1995”.

Segundo Ribeiro 2008,
Após a retomada das relações diplomáticas com os Estados Unidos, e com o ingresso da China na Organização Mundial do Comércio (OMC), em dezembro de 2001, completa-se o ciclo de inserção e abertura da economia chinesa para o mundo. Os Estados Unidos aparecem como um dos maiores parceiros da China, representando um mercado importante para as exportações chinesas formadas por sapatos, têxteis, produtos eletrônicos de baixo valor unitário e, cada vez mais, produtos de alta tecnologia. (RIBEIRO, 2008, PG. 87).

Apesar dos Estados Unidos ser o principal parceiro comercial da China, a expansão das relações comerciais chinesas é sentida em vários outros países do mundo. Blázquez-Lidoy et al. (2006) mostram os dois pontos de vista da influência chinesa nos mercados emergentes.


“Some countries even blame China for the poor performance of their exports in recent years. In fact, China is taking the place of other emerging countries in world markets. This negative perception increased after 2001 when, finally, China joined the WTO3. The accession to WTO opened up global markets to Chinese goods and it made even more obvious the Chinese ability to compete successfully in those markets. As a matter of fact, it is clear that there is strong competition between China and other economies, which specialize in exporting industrial goods with a relatively low added value. Then it is clear that in the short term, some costs will appear”. (pg. 14).
“On the positive side, we find that there are benefits to be had from trade with China. China has an enormous domestic market. The development of China will be accompanied by a flowering of its market. The emergence of China entails long-term benefits from trade. Developing countries like those of East Asia, which have established a strong trade and investment relation with China, could benefit from this process”. (pg. 14).
Assim, o presente trabalho vai buscar entender esses efeitos no contexto da economia brasileira. Segue-se, neste capítulo, um breve panorama das economias chinesa e brasileira de 1990 a 2007.



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