O confronto de maior destaque começou em 2004, com a retomada da



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Atualmente, nota-se uma grande disputa pela audiência no horário nobre, principalmente entre as três maiores emissoras do país, Rede Globo, Rede Record e SBT. O confronto de maior destaque começou em 2004, com a retomada da teledramaturgia na Rede Record, com a telenovela A Escrava Isaura, e a consequente queda de audiência do SBT no horário. Daí a Record conquistou cada vez mais espaço, devido às suas telenovelas de sucesso, das quais se destacam Prova de Amor, Bicho do Mato, Vidas em Jogo ,Vidas Opostas e Os Dez Mandamentos.

Record e Globo acirram a disputa pela audiência


O Estado de S. Paulo traz nesta segunda-feira interessante reportagem sobre a cada vez mais acirrada briga entre as redes Record e Globo por pontos no Ibope, inclusive no horário nobre. A matéria tem como gancho a estréia do Jornal da Record e o projeto da emissora de se tornar um ‘clone’ da TV Globo, com a contratação de profissionais que já trabalharam na emissora líder.

Outros destaques do dia são os textos de Fernando Rodrigues, na Folha de S. Paulo, e de Carlos Alberto Di Franco, no Estadão, ambos analisando temas relacionados à mídia e o processo eleitoral deste ano. As eleições já estão nas ruas, embora sem candidatos formais, conforme bem observou a cientista política Lucia Hippolito.


A TV Digital


A chegada dos anos 2000 mostra como a TV no Brasil mudara em cinquenta anos. Do rádio com imagens para o principal veículo de mídia, a TV crescera e tornara-se importante na vida dos brasileiros. Agora era pela TV que se tinha conhecimento das mudanças no país e no mundo, e com a liberdade de imprensa que surgira com a volta da democracia, podíamos ter uma ideia do que acontecia em vários setores da sociedade, que durante os anos de ditadura, eram indisponíveis para a informação.

Para atender interesses políticos, emissoras foram concedidas em várias cidades tendo a necessidade de filiar-se à redes. Com isso, o Brasil gerou quantidade de redes de televisão, mas não primou pela qualidade da programação.

No começo do século, surgia um novo estilo de programa na TV brasileira: os reality-shows, que se popularizava cada vez mais nos Estados Unidos. O primeiro foi o No Limite, da Globo. O programa era fundamentado no cotidiano de 12 participantes que eram obrigados a conviver em algum lugar inabitado, por exemplo, uma floresta. O programa deu certo e voltaria a ter outras 3 edições, o que fez o SBT a lançar o polêmico e bem-sucedido Casa dos Artistas. Apresentado pelo próprio Silvio Santos, 12 celebridades que tinham que conviver juntas em uma casa de luxo. Colocava a emissora diversas vezes na liderança de audiência. Assim, Rede Globo moveu processo contra a emissora paulista, alegando que o programa era uma cópia do Big Brother Brasil, que na época estava em processo de produção e usando pessoas anônimas. O Big Brother seria lançado em 2002, apresentado por Pedro Bial, e faria muito sucesso, como também muita polêmica.

A virada do século começa com uma queda de audiência da Globo e do SBT, e com um crescimento cada vez mais acentuado da Record. A emissora carioca passaria por grandes mudanças na virada do século, como o fim do Sai de Baixo e do Angel Mix. Suas novelas também estão começando a perder cada vez mais audiência, porém, muitas delas ainda são relativos sucessos de audiência, especialmente as de Manoel Carlos, com suas tramas ambientadas no Leblon, nobre bairro da Zona Sul do Rio de Janeiro. São elas Laços de Família (que ficou marcada, dentre outras cenas naquela em que a personagem de Carolina Dieckmann raspava todo o cabelo para se tratar de uma leucemia, cena essa que ficaria imortalizada na história da teledramaturgia), Mulheres Apaixonadas (que, apesar do enorme sucesso, também foi duramente criticada, a partir de uma cena em que os personagens de Tony Ramos e Vanessa Gerbeli são baleados durante um arrastão nas ruas do Leblon - a personagem de Vanessa viria a óbito capítulos depois - numa época em que o Rio de Janeiro vivia uma onda de violência devido ao embate entre a polícia e o crime organizado) e Páginas da Vida (que, dentre outros assuntos, retratou também a síndrome de Down, especificada na filha de criação da personagem de Regina Duarte). Se destacariam também Aguinaldo Silva (do estrondoso sucesso Senhora do Destino), Gilberto Braga (com Celebridade e Paraíso Tropical), Sílvio de Abreu (com Belíssima) e Glória Perez (com América, O Clone e a premiada internacionalmente Caminho das Índias). Nessa época começariam a se destacar também Walcir Carrasco (vindo da Manchete, onde adotava o codinome de Adamo Angel - foi ele o responsável por Xica da Silva), que alcançou o sucesso com suas tramas bem-humoradas O Cravo e a Rosa e Chocolate com Pimenta, além de Alma Gêmea (que retratava temas como o misticismo e a reencarnação), o que lhe deu os maiores índices de audiência no horário das 6. Já no horário das 7, coube ao novato João Emanuel Carneiro a missão de reerguer a audiência do horário, missão essa muito bem-sucedida com Da Cor do Pecado, que marcou história por ser a primeira novela contemporânea da história da televisão brasileira a ser protagonizada por uma atriz negra: Taís Araújo. A trama, que era ágil e de fácil entendimento do público em geral, teve um enorme sucesso e elevou o nome de João Emanuel no time de autores da emissora.

Porém o começo do século não foi muito prazeroso para a emissora carioca (globo). Além do incêndio no estúdio em 2001, a emissora também passou a ter problemas de audiência com suas novelas, até mesmo nas das 8, com o fracasso de Esperança, escrita por Benedito Ruy Barbosa, para ser uma continuação de Terra Nostra, escrita pelo próprio, mas que esteve longe de alcançar o sucesso da última. Além disso o horário das 6 e das 7 mostravam uma audiência cada vez mais decadente. Nessa época a emissora começa a perder nomes importantes para outras emissoras, sobretudo a Record.

Mas o grande baque viria em 2002. No dia 9 de junho daquele ano, o jornalista investigativo Tim Lopes foi sequestrado e assassinado enquanto gravava uma matéria investigativa sobre prostituição em bailes funk na favela de Vila Cruzeiro, no bairro da Penha, zona norte do Rio de Janeiro, por traficantes do local. No ano seguinte, morreria Roberto Marinho, presidente-fundador das Organizações Globo e fundador da Globo, aos 98 anos. O fato seria constantemente noticiado no Brasil e no mundo.

Já o SBT não teria tanta sorte assim. A emissora de Sílvio Santos entrou no novo milênio extasiada com a ótima fase que atravessava, cada vez mais consolidada no 2º lugar de audiência, começava a perceber que sua boa fase estava chegando ao fim. Programas como Fantasia, Disney Club, Programa Livre, Topa Tudo por Dinheiro e Sabadão Sertanejo chegariam ao fim logo na virada do século, pois não emplacavam mais bons índices de audiência. Em agosto de 2001, Sílvio foi mantido refém em sua própria casa, pelo mesmo criminoso que havia sequestrado sua filha, Patrícia Abravanel, dias antes do ocorrido. Em julho de 2003, Sílvio se envolveria em mais uma polêmica, após uma entrevista à revista Contigo!, onde o empresário alegaria estar gravemente doente e que lhe restariam poucos dias de vida, além de já ter negociado a venda de sua emissora para um consórcio envolvendo a Rede de televisão mexicana Televisa e por Boni. Porém, Sílvio, Boni e a Televisa desmentiriam tais informações mais tarde e o empresário afirmaria que havia falado em tom jocoso diante da insistência do repórter da revista durante a entrevista. Mas o fato mais polêmico envolvendo o SBT aconteceria ainda em 2003, no programa de Gugu Liberato, o Domingo Legal. No programa do dia 07/09, dia da Independência do Brasil, o programa exibiu uma entrevista com dois supostos integrantes do Primeiro Comando da Capital, o PCC, a maior facção criminosa de São Paulo. Na entrevista, os supostos membros faziam ameaças ao então vice-prefeito da capital paulista, Hélio Bicudo, e a apresentadores de programas jornalísticos do tipo mundo-cão, como José Luiz Datena, do Brasil Urgente da Band; Marcelo Rezende, do Repórter Cidadão da RedeTV, e Oscar Roberto Godói, do Cidade Alerta da Record. No dia seguinte à entrevista, porém, Marcelo Rezende afirmaria, em seu programa que a entrevista era uma farsa, o que seria confirmado por um dos entrevistados dias mais tarde. Diante disso, o Domingo Legal, que virou o século liderando em audiência no horário vespertino dos domingos, quando era transmitido simultaneamente ao Domingão do Faustão da Globo, ficaria fora do ar por uma semana e, ao voltar, perderia a liderança de audiência do horário e não a recuperaria mais, o que beneficiou a Globo e a RedeTV, que na mesma época estava estreando o humorístico Pânico na TV. Esses eram sinais de que a boa fase do SBT havia chegado ao fim.

Foi a partir daí que a Rede Record deu seu pulo do gato. Com sua audiência cada vez mais crescente, a emissora, interessada em brigar pela audiência, investe e muito não apenas em equipamentos, mas também em pessoal humano e instalações. Com o objetivo de brigar em pé de igualdade com a Rede Globo pela preferência em dramaturgia, a emissora compra no Rio de Janeiro os estúdios da Renato Aragão Produções no bairro de Vargem Grande. Os estúdios são menores que o Projac contando com 600 mil metros quadrados, mas a Rede Record equipa-o com aparelhagem de última geração e inicia a produção de suas telenovelas no mesmo, usando a mesma mentalidade que a Rede Manchete usara nos anos 1980, ou seja, produzi-las na mesma cidade da Globo para que os atores possam escolher trocar de emissora sem a necessidade de transferir toda a sua vida para outra cidade, como alguns tem que fazer caso queiram trabalhar no SBT ou na Band.

A primeira telenovela produzida pela Rede Record em seus novos estúdios foi também o primeiro sucesso da emissora em dramaturgia, provando que o investimento havia dado certo. Foi Prova de Amor novela de Tiago Santiago com direção de Alexandre Avancini e contando no elenco de contratados da Rede Globo, onde haviam começado suas carreiras. Aproveitando-se das novelas do horário das 7 da Globo, que estavam cada vez mais perdendo audiência, Prova de Amor foi um verdadeiro incômodo à emissora carioca, já que permitiu que a Record pudesse, enfim, brigar em posições de igualdade pela liderança de audiência nas principais praças do Brasil, como São Paulo e Rio de Janeiro, além de trazer muitos recursos, patrocinadores e investimentos à emissora da Barra Funda, o que permitiu que a mesma trouxesse vários outros nomes da Globo, não só no ramo da dramaturgia, como também no jornalismo, como Celso Freitas, ex-apresentador do Fantástico e do Globo Repórter, que assumiu o comando do Jornal da Record, o principal jornalístico da emissora, com formato semelhante ao do Jornal Nacional.

À essa época, não era apenas a Record que estava dando dor de cabeça para a Globo. O SBT, após várias apostas em tramas mexicanas na sua emissora, sendo a maioria delas mal-sucedidas, conseguiu emplacar seu primeiro grande sucesso nesse tipo de trama desde Carrossel: era Rebelde, que além do sucesso de audiência da novela, também impulsionou ao sucesso o grupo de rock retratado na trama, o RBD, que inclusive fez uma turnê no Brasil, encerrando-a com um show no Estádio do Maracanã, no Rio de Janeiro. E nessa época, até a Band chegou a dar um certo incômodo para a Globo. A emissora, até então sem nenhuma tradição na produção de telenovelas, produziu, em abril de 2005, Floribella, que assim como Rebelde, também levou ao sucesso musical a protagonista da trama, interpretada por Juliana Silveira, que era cantora. Diante de Prova de Amor, Rebelde e Floribella, a Globo, na tentativa de voltar a ter a liderança folgada no horário das 7, convocou novamente João Emanuel Carneiro, autor do maior sucesso de audiência do horário, Da Cor do Pecado, para que o mesmo escrevesse uma trama capaz de atrair o público. E deu certo novamente: em abril de 2006 era lançado Cobras & Lagartos, que tinha um forte apego popular. Assim como Da Cor, também era protagonizado por um negro, Lázaro Ramos (que inclusive fazia sua estreia em novelas), a trama retratava a vida no maior centro de comércio popular do Rio de Janeiro, o Saara, além da briga pelo poder, dentre outros temas. O investimento na trama deu certo, e Cobras & Lagartos fez tanto sucesso quanto Da Cor do Pecado, o que fez com que, não só a emissora retornasse à folgada liderança no horário, como faria João Emanuel Carneiro atingisse o primeiro escalão do time de autores da Globo.

Na busca pela chegada a uma liderança, e na pressa de ajustar-se ao crescimento das suas concorrentes como a Globo , qu tinha canal de noticias por assinatura, a Globo News, primeira TV exclusivamente de jornalismo do Brasil e a Band, Band News, também por assinatura, uma alternativa ao estilo da Globo News, a Rede Record inaugura em 2007 a Record News, que também transmite em sinal aberto programação diferente das duas concorrentes, mas que não consegue atrair o público, não alcançando audiência suficiente em São Paulo e Rio de Janeiro, ou por assinatura pela TVA, Sky, Via Embratel e Oi TV.

Desde 25 de agosto de 2014, as "Organizações Globo", maior grupo de mídia do Brasili passa adotar como nome "Grupo Globo".



Horário nobre ou Horário de grande audiência é um bloco de programação exibido durante as noites e no horário de jantar,[1] quando a audiência é maior, em virtude de a maior parte dos telespectadores trabalharem fora durante o dia e ficarem mais em casa à noite. A maior parte do faturamento das emissoras vem dessas faixas horárias, que representa em torno de 80% do lucro total anual das redes de televisão.

Horário nobre no Brasil


No Brasil considera-se como horário nobre toda a programação que está entre as 18h e meia-noite, podendo se estender até à 1h, tendo como "pico" o horário entre 20 e 23h, horário em que são exibidos programas como telenovelas, seriados, filmes, telejornais e reality shows
, por exemplo.

A IBOPE Inteligência (anteriormente Instituto Brasileiro de Opinião Pública e Estatística) é uma das maiores empresas de pesquisa de mercado da América Latina[2]. fornece um amplo conjunto de informações e estudos sobre opinião pública, intenção de voto, consumo, marca, comportamento e mercado, no Brasil e em mais 14 países. O nome da empresa virou gíria comum no Brasil e é um verbete oficial do dicionário brasileiro [5], além de constar como sinônimo de audiência e prestígio.


Histórico


O IBOPE foi criado em 1942 pelo radialista Auricélio Penteado e por Arnaldo da Rocha e Silva,.

O IBOPE Inteligência é a linha de negócios de pesquisa de mercado voltada a auxiliar os clientes a terem o correto conhecimento e compreensão da sociedade e do mercado em que operam, ajudando nas decisões táticas, na elaboração de estratégias e em processos de inovação. É especialista em pesquisas de política e opinião pública, pesquisas de mercado focadas no setor de serviços, produtos de consumo, varejo e geonegócios.

Em 2014, teve a divisão de pesquisa de mídia adquirida pelo grupo Kantar, formando a Kantar Ibope Media. Como consequência, muda seu nome. De "IBOPE" passou a se chamar "IBOPE Inteligência", com o intuito de diferenciar as duas empresas.

Medição


O IBOPE foi a primeira empresa do mundo a oferecer o serviço de medição de audiência de TV em tempo real, a partir de 1988, em São Paulo.

Mas como o Ibope consegue os dados de audiência?

Funciona de duas maneiras. Uma delas são pesquisas por escrito, feitas sob demanda – funcionários da empresa vão até a casa de um determinado número de pessoas, em uma área previamente escolhida, e entregam questionários. Neles, as pessoas anotam a cada 15 minutos o que estavam assistindo.

A maneira mais conhecida, no entanto, é através do DIB. DIB é um aparelhinho que é conectado à TV e identifica o canal que está sendo assistido. Com esse DIB instalado na TV, a pessoa dá informações básicas todas as vezes em que vai assistir algum programa: qual dos membros da família ela é, quantas pessoas estão com ela, quais são os gêneros das pessoas assistindo, qual é a faixa etária etc. A partir daí, o Ibope envia relatórios a cada minuto para os assinantes. Esses assinantes são empresas, principalmente os próprios canais de TV .

E quanto vale um ponto no Ibope?

Um ponto no Ibope equivale a um ponto percentual de todos os televisores daquela região. Se um programa tem um ponto de audiência no Ibope no Brasil inteiro, significa que 1% de todos os aparelhos de TV do Brasil estava ligado naquele programa durante aquele horário. Em Porto Alegre, um ponto no Ibope equivale a 14.375 domicílios. Em São Paulo, esse número cresce para 58.235 lares.

A TV Digital no Brasil teve início as 20h30min do dia 2 de dezembro de 2007, inicialmente na cidade de São Paulo, utilizando o padrão ISDB-t japonês, rebatizado no Brasil, com o nome fantasia de SBTVD (Sistema Brasileiro de Televisão Digital), embora na verdade o sistema não contenha nenhum componente brasileiro, exceto o middleware Ginga, o qual não é utilizado

Observatório da Imprensa é um website e programa de rádio e TV brasileiro cujo foco é a análise da atuação dos meios de comunicação em massa no país.

O website do Observatório da Imprensa foi lançado em abril de 1996, tendo Alberto Dines como seu editor. Foi uma iniciativa do Instituto para o Desenvolvimento do Jornalismo (Projor) e um projeto original do Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo (Labjor) da Universidade Estadual de Campinas. É financiado atualmente pela Fundação Ford.[1]

Em 5 de maio de 1998, foi lançado o programa de televisão semanal, comandado por Dines, produzido pela TVE) e exibido pelas emissoras públicas TV Cultura e TVE Brasil (atual TV Brasil).

Em maio de 2005, foi lançado o programa de rádio diário, transmitido em emissoras públicas e educacionais. Os áudios dos programas estão disponíveis no site do Observatório da Imprensa no formato de podcasts.



O Observatório da Imprensa apresenta-se como uma entidade civil não-governamental, não-corporativa e não-partidária que pretende acompanhar, junto a outras organizações da sociedade civil, o desempenho da mídia brasileira.[2]

Setores da direita, no entanto, alegam que sua linha editorial seria pró-esquerdista.[3] O Observatório, por outro lado, defende-se dizendo que é um veículo sem pauta ou proprietário, aberto a contribuições de jornalistas, professores, executivos e empresários de comunicação de todas as tendências políticas e ideológicas,[4][5] inclusive aos críticos de seu suposto posicionamento ideológico.[6][7]

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