Nesse sentido, o pnep



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Anexo 2

Era uma vez, um menino chamado Pedro que adorava observar as estrelas quando chegava a noite.



Pedro era um menino sorridente, calmo, mas muito distraído. Por isso, as pessoas diziam que ele andava sempre na lua. É que elas nem imaginavam que esse era mesmo o sonho do Pedro: ir à lua para estar mais perto das estrelas.



Anexo 3

Certo dia, quando Pedro foi ao Planetário descobriu uma maqueta de um foguetão.

Durante a explicação sobre os planetas, cometas, estrelas … foi à lua. Durante a sua viagem utópica, imaginou a sua professora a pilotar o foguetão e ele ao lado, vestido com o seu fato espacial. O interior do foguetão era um sonho, tinha muitos botões, muitas luzes … Isso não era problema para Pedro, pois, ia sentado ao lado do piloto e ajudava-o no que era preciso, como se já tivesse feito aquilo muitas vezes.

A viagem foi longa, visitou vários planetas, milhões de estrelas, o Sol e finalmente o foguetão pousou na Lua.





Pedro, quando saiu do foguetão ficou maravilhado com a beleza da Lua. Ele tinha alguma dificuldade em movimentar-se na Lua com o seu fato espacial, sentia-se leve como uma pena e andava aos saltinhos.

Horas depois, Pedro encontrou uns seres muito estranhos, de cor verde. Tinham apenas cabeça e pés. Na cabeça tinham três antenas e cada antena tinha um olho, os seus pés eram tão pequenos que eles quando estavam parados baloiçavam.

Pedro ficou pasmado a olhar para eles, mas quando viu que não eram perigosos perguntou-lhes se sabiam onde havia estrelas…

- Estrelas há em todo o lado. – Responderam os seres estranhos.

Pedro ficou espantado por eles falarem a mesma língua que ele e perguntou-lhes onde é que viviam. Esses seres estranhos decidiram então convidá-lo para conhecer o lugar onde eles moravam.



Assim que chegou, Pedro ficou surpreendido por ver pessoas como ele misturadas com esses seres estranhos. Esses seres estranhos, eram na verdade extraterrestres, mas não faziam mal a ninguém.



Anexo 4

De seguida, foi para casa dos seus novos amigos, onde fizeram uma grande festa. A festa foi muito divertida, comeram coisas espaciais, tão leves como plumas. Brincaram e dançaram toda a noite, até que de repente, Pedro viu uma bola azul muito distante. Admirado, perguntou aos extraterrestres o que era aquela bola tão linda. Os extraterrestres olharam uns para os outros e chamaram o chefe do grupo. Aproximou-se então um gigantesco ser, com uma grande cabeça verde, que lhe respondeu: - Oh, rapaz! Aquela bola azul que estás a ver é um planeta. Lá vivem dentro da água, nem sei como não se afogam! Outros esvoaçam de um lado para o outro, parece que nunca estão satisfeitos com a sua casa e outros muito esquisitos e pesados parece que vivem colados ao chão. Acho que até são parecidos contigo!

Pedro ficou pensativo a recordar as aulas de Estudo do Meio, o que tinha aprendido sobre os planetas. - Claro, é o planeta Terra, o meu planeta! Pensou Pedro.

Por momentos, ele ficou a sonhar acordado, até que o chefe dos extraterrestres lhe deu um abanão e lhe disse: - tu dormes de olhos abertos?

- Nada disso. Respondeu o Pedro. Eu estou a ver aquela bola azul, é o planeta onde eu vivo. Isto é maravilhoso, estou a adorar esta viagem!

- Quer dizer que tu és terrestre? Perguntaram os extraterrestres empolgados.



E depois de tudo isto, surgiu uma chuva de perguntas sobre a vida na Terra. A curiosidade era tanta que Pedro nem sabia por onde começar a responder.

Foi uma longa conversa, nem deram pelas horas passar, até que amanheceu e Pedro avistou uma bola amarela, muito brilhante a surgir.

- Olhem, estão a ver o mesmo que eu?!

- O que é aquela bola amarela, cintilante, cujo brilho até me ofusca?

- Essa bola chama-se Sol. Responderam ao Pedro.

- O Sol é o que nos faz acordar de manhã. Na Terra deve ser muito quente, pois, está mais próxima do Sol.

Vamos à cidade, gostava de ver mais coisas diferentes? Disse Pedro.

O Pedro foi num meio de transporte, num carro que flutuava, com capacidade para cem pessoas.

- O que é este meio de transporte? Um autocarro? É uma nave espacial? Já percebo, é uma mistura de nave espacial e de um autocarro.

- Aqui não há um computador para pesquisarmos sobre a Terra e a Lua?

- Um computador?! Isso é muito barato e já não se usa! Responderam ao Pedro.

O Pedro começou a pensar no que tinha acontecido aos computadores, aos autocarros e a muitas mais coisas… - O que aconteceu aos maravilhosos inventos tão bons da Terra e que são muito pouco utilizados na Lua? Pensava Pedro.

Os amigos extraterrestres, depois de verem o Pedro muito espantado, explicaram: - Pedro, vocês na terra, estão anos de luz atrasados em relação a nós!

- Não estou a entender. – Respondeu Pedro. Então os seus novos amigos começaram por dizer ao Pedro que na Lua não existiam transportes que poluíssem o ambiente, como na Terra. Os seus transportes eram movidos através da luz do sol e não utilizavam gasolina como as pessoas que viviam na Terra. Explicaram ainda ao Pedro que a Terra estava a ficar muito cansada, como as pessoas, os terrestres, a estavam a tratar.

Nesse mesmo momento, o Pedro, que estava a comer um chocolate, deitou o papel para o chão. De repente, ouve-se num altifalante, uma voz em tom zangado alertar a existência de uma pessoa a poluir a Lua.



O Pedro assustado, perguntou o que se estava a passar. Os seus amigos pegaram no papel que Pedro tinha deitado ao chão e disseram-lhe que esta era uma forma, muito usual, na Terra, de poluírem o ambiente. Na Lua esta atitude era punida com o pagamento de uma multa. Ninguém deita lixo para o chão e todos sabem como separar o lixo e colocá-lo nos devidos bidões.

Então, um dos extraterrestres convidou o Pedro para ir conhecer e perceber melhor o tratamento do lixo na fábrica Limpoplaneta. Quando chegaram, o Pedro ficou espantado.

- Que linda fábrica! É enorme e cheia de luzes.

- Vês, é aqui que tratamos do nosso planeta para que todos nós possamos ter uma vida melhor, sem poluição.

- Realmente, viver assim é bom! Vou querer ficar aqui para sempre, será que posso?

- Infelizmente não vai ser possível, porque vocês no planeta Terra vivem de maneira diferente e não ias conseguir viver aqui muito tempo.

- Mas eu posso aprender as vossas regras. Como é que vocês fazem para não haver poluição?

- Como vês, nesta fábrica temos pessoas que vigiam a população com câmaras e sempre que haja algum descuido são logo avisadas, como te aconteceu a ti.

- Será que nos outros planetas funciona da mesma maneira?

- Não sei, não os conheço, mas podemos ir visitar um dos que tenhas curiosidade.

E o Pedro embarcou numa viagem inter-planetária. Tocou nas estrelas, correu atrás dos cometas, escondeu-se nos anéis de Saturno… Mas o que mais fascinou Pedro foi quando avistou a constelação Ursa Maior. Tão bela e cintilante!



Anexo 5

Só que de repente, o fascínio de Pedro foi interrompido pela voz da professora que lhe disse: - Pedro, outra vez na lua? Ainda vais ser astronauta.



Pedro apercebeu-se de que tinha estado a sonhar acordado. E tinha sido tão maravilhoso!







1 O Plano Nacional do Ensino do Português é um programa de formação destinado a professores, com o objectivo de melhorar os níveis de desempenho dos alunos, através da modificação das práticas de ensino da língua.

2 O Plano Nacional de Leitura tem como objectivo central elevar os níveis de literacia dos portugueses e colocar o país a par dos nossos parceiros europeus.



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