Ministério da educaçÃo universidade federal do amapá pró-reitoria de graduaçÃo coordenaçÃo do curso de letras projeto pedagógico do curso de licenciatura em língua portuguesa e língua inglesa e respectivas literaturas



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A temática “Políticas de educação ambiental”, conforme a Lei nº 9.795, de 27 de abril de 1999 e o Decreto nº 4.281 de 25 de junho de 2002, será integrada às disciplinas e projetos do curso de modo transversal, contínuo e permanente. O encerramento do curso ocorrerá necessariamente após o credenciamento das Atividades acadêmico-científico-culturais (AACC) que contabilizam 210 horas aulas; a defesa do Trabalho de Conclusão de Curso; a participação no Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (ENADE), componente curricular do curso; a solenidade de Colação de Grau.


6.4.3 Distribuição Curricular por Semestre

Semestres

Disciplinas

Carga Horária






Leitura e Produção de Textos I

Teoria da Literatura I

Introdução aos Estudos Linguísticos

Língua Latina I

Introdução à Filosofia

Introdução à Língua Inglesa

Introdução à Sociolgia


75

60

75



60

60

30



60




Total de CH


420





Leitura e Produção de Textos II

Teoria da Literatura II

Língua Inglesa I

Fonética e Fonologia

Didática da Língua Materna I

Língua Latina II



75

60

90



75

105


60




Total de CH


465




Tópicos de Pesquisa

Morfologia

Literatura Portuguesa do Período Medieval

Didática Geral

Linguística Românica

Didática da LM II

Língua Inglesa II


90

60

60



60

60

75



90




Total de CH


495





Teorias Gramaticais e Gramáticas Pedagógicas

Psicologia da educação

Sintaxe

Literatura Brasileira do Periodo Colonial

Literatura Portuguesa Clássica

Didática da LM III

Língua Inglesa III


60

60

60



60

60

75



90




Total de CH


465




Sociolinguística

Literatura Brasileira do Sec. XIX

Literatura Portuguesa Moderna e Contemporânea

Literatura Infanto-juvenil

Estágio Supervisionado em LM I

Língua Inglesa IV

Legislação e Política Educacional


60

60

60



60

105


90

90





Total de CH


525




Literatura Brasileira Moderna e Contemporânea

Semântica e Pragmática

Língua Inglesa V

Literatura Inglesa I

Estágio Supervisionado LM II

TCCI


Didática do ILE I

60

60

90



60

105


30

75





Total de CH


480




Psicolinguística

TCC II


Língua Inglesa VI

Literatura Inglesa II

Didática do ILE II

Literatura Americana I

Introdução à Libras


60

30

90



60

75

60



60




Total de CH


435




Língua Inglesa VII

Literatura Americana II

Literatura Inglesa III

Literatura Amapaense

Estágio Supervisionado em Língua Inglesa I

Avaliação Educativa



90

60

60



45

105


60




Total de CH


420





Reflexões sobre os diferentes grupos étnico- sociais

Literatura Americana III

Estágio Supervisionado em Língua Francesa II

TCC III


Fundamentos de Educação para Pessoas com Necessidades Especiais

45
60

105


30

45





Total de CH


285




Disciplinas Optativas







Leitura Literária

Ensino do Português como L2 e LE

Morfossintaxe através de textos

Língua oral como objeto de ensino

Tópicos avançados em fonética da língua inglesa


60

60

60



60

60





Atividades Complementares

210


6.5- Fluxograma



INTEGRALIZAÇAO

CURRICULAR


Disciplinas Básicas e Específicas


Disciplinas Pedagógicas


Prática Curricular


Estágio



Disciplina

Optativa


TCC


AC


TOTAL


CARGA HORÁRIA


2715


360


405


405


60


90


210


4250



semestre


2º semestre

3º semestre

4ºsemestre

5º semestre

6ºsemestre

7º semestre

8º semestre

9º semestre

Leitura e Produção

de Texto I

75

Leitura e

Produção

de Texto II

75

Tópicos de

Pesquisa


90

Teorias Gramaticais

e Gramáticas

Pedagógicas 60

Literatura

Infanto-Juvenil

60

Didática do ILE I


75

Didática do ILE II


75

Avaliação

Educativa


60

Discussões

Diferentes

Grupos

Étnico-sociais

45

Teoria da Literatura I


60

Teoria da

Literatura II


60

Didática Geral


60

Psicologia

da Educação


60

Legislação

e Política

Educacional

90

TCC I

30

TCC II

30

Estágio Superv. Em

ILE I

105

Estágio Superv. Em

ILE II

105

Introdução aos

Estudos Linguísticos

75

Fonética e

Fonologia

75

Morfologia
60

Sintaxe
60

Sociolinguística

60

Semântica e

Pragmática


60

Psicolinguística

60

Literatura Amapaense

45

TCC III
30

Língua Latina I
60

Língua Latina II
60

Linguística

Românica
60

Lit. Bras. do

Período Colonial

60

Lit. Brasileira

do Século XIX


60

Literatura Bras.

Moderna e

Contemporanea

60


Introdução à Libras

60

Literatura

Americana II
60

Literatura Americana III
60

Introdução à

Filosofia

60

Didática da

Língua Materna I
105

Didática da

Língua Materna II
75

Literatura

Portuguesa Clássica
60

Literatura

Portuguesa Moderna

e Comtemporânea

60

Língua Inglesa V
90

Literatura Americana I

60

Literatura Inglesa III

60

Educação Inclusiva para Pessoas com Necessidades Educativas Especiais

45

Introdução à

Sociologia

60

Língua Inglesa I

90

Língua

Inglesa II

90

Didática da Língua

Materna III


75

Estágio

Supervisionado

em Língua

Materna I
105

Estágio Supervisionado

em Língua

Materna II
105

Literatura Inglesa II

60

Língua Inglesa VII

90




Introdução à

Língua Inglesa


30




Literatura Portuguesa

do Período Medieval

60

Língua Inglesa III

90

Língua Inglesa IV

90

Literatura

Inglesa I

60


Língua Inglesa VI


60









6.6 -Metodologia de ensino e aprendizagem
As exigências da atualidade levam-nos a repensar as formas tradicionais de ensino/aprendizagem, no que tange ao ensino de Língua e Literatura. Torna-se necessário o uso de metodologias que possibilitem a formação de um profissional crítico e ético, capaz de identificar as determinantes estruturais e sociais mais amplas que condicionam sua prática e as condições materiais de intervenção na realidade escolar. Essa reflexão nos leva a propor uma alternativa metodológica que parte da problemática da realidade com a finalidade de compreendê-la, de construir um conhecimento capaz de modificá-la, de acentuar a capacidade da descoberta e do uso da imaginação, de formar para a participação em grupo, de desenvolver a autonomia e a iniciativa.

O objetivo desta proposta é provocar e criar condições para a atuação no desenvolvimento de uma atitude crítica e comprometida com a ação social. A escolha do método de ensino deve coincidir com a visão de educação e do objeto de ensino e é tão importante quanto o comprometimento dos atores do processo de ensino-aprendizagem com uma modalidade de educação que colabore com a emancipação do homem, através de sua conscientização para a construção de uma sociedade mais digna e justa.

A prática pedagógica assim compreendida não se concentra apenas na sala de aula e nem está restrita às atividades de trabalho pedagógico isolado, mas se expande para o trabalho junto à comunidade. Outro aspecto, diz respeito à quantidade de conteúdos trabalhados, que deve ceder lugar à qualidade das aprendizagens desenvolvidas. Estas aprendizagens serão baseadas nas relações entre teoria e prática, no concreto vivido e não no abstrato longínquo: o exercício da reflexão e da abstração não é de modo nenhum negligenciado, mas associado à práxis; ele guia a prática, a ação. Outro suporte desta proposta metodológica é a interdisciplinaridade na condição de perspectiva superadora do conhecimento fragmentado e que se identifica com os temas geradores. A título de exemplo, a temática do meio ambiente, cuja discussão articula os diversos saberes dentro do processo ensino-aprendizagem, deverá ser desenvolvida em forma de projeto interdisciplinar e, portanto, articulado às discussões sobre língua, literatura e suas práticas pedagógicas.

Alguns recursos associados à metodologia e a ser desenvolvidos em sala de aula, em atividades de extensão e projetos de pesquisas são:

I. Projeto de Intervenção: prática pedagógica trabalhada em grupo, baseada em discussões organizadas e sistematizações relacionadas à prática docente. A intervenção é programada para que o acadêmico possa descobrir os princípios básicos que o levam a pesquisar e sugerir várias alternativas e interpretações possíveis de situações em contexto escolar.

II. Visitas in loco: visitas cujo objetivo é proporcionar ao aluno o conhecimento da realidade a ser investigada, introduzi-lo na pesquisa de campo e na prática da observação e coleta de dados e, consequentemente, apresentar-lhes meios para complementar os conhecimentos teóricos. Sob a orientação docente, os alunos são levados a investigar, do ponto de vista científico os fenômenos próprios ao contexto educacional. Posteriormente, debates em sala constituem uma tentativa de síntese do que fora pesquisado.

III. Palestras e seminários: discussões realizadas durante o período letivo, por professores convidados ou da própria instituição e que abordam preferencialmente temas relevantes para as três áreas do curso (Língua, linguística e literatura). Em sua quase totalidade, são atividades contabilizadas como horas acadêmicas (AACC).
6.7- Organização da Prática Pedagógica, concepção e composição
As disciplinas de Prática no Curso de Letras foram organizadas e distribuídas conforme a Resolução CNE/CP 2, de 19 de fevereiro de 2002. Elas têm início no 2º semestre do curso e se estendem até o último semestre, com uma carga horária total de 405 (quatrocentas e cinco). À prática de língua materna destinam-se 255 horas aulas distribuídas em três disciplinas: Didática da língua materna I: 105 horas (2° semestre), Didática da língua materna II: 75 horas (3° semestre) e Didática da língua materna III: 75 horas (4° semestre); à prática do Inglês Língua Estrangeira, são destinadas 150 horas aulas distribuídas em duas disciplinas de 75 horas aulas: Didática do ILE I (6º semestre) e Didática do ILE II (7° semestre).

A questão central é a organização de um trabalho de articulação sólida, mas flexível, das discussões dos conteúdos teóricos e acadêmicos e das disciplinas de prática de ensino para que a prática seja relacionada ao estágio Supervisionado. Teoria e prática farão um movimento contínuo entre saber e fazer na busca de resoluções de situações próprias de sala de aula em línguas materna e estrangeira (ILE). A Prática terá por foco a didatização dos objetos de ensino, quais sejam: a leitura, a produção de textos orais e escritos, os conhecimentos linguístico-gramaticais em língua materna e estrangeira, as literaturas em língua materna e estrangeira.


6.8- Organização do estágio supervisionado, concepção e composição
De acordo com orientação da Resolução CNE/CP n. 2/2002 e Resolução 02/2010 CONSU/UNIFAP, que regulamenta o Estágio Supervisionado dos cursos de Licenciatura e Bacharelado dos campi da UNIFAP, o estágio curricular supervisionado em Curso de Licenciatura, à exceção de Pedagogia, deve totalizar carga horária mínima de 400 (quatrocentas) horas. No Curso de Letras Português/Inglês, o estágio inicia no 5º semestre e suas 420 horas-aulas estão assim distribuídas: Estágio em língua materna I (105 horas aulas no 5º semestre), Estágio em Língua materna II (105 horas-aulas no 6° semestre), Estágio em ILE I (105 horas-aulas no 8º semestre), Estágio em ILE II (105 horas-aulas no 9° semestre).

Segundo a resolução n. 02/2010 CONSU/UNIFAP, estágio tem por objetivo favorecer ao acadêmico e futuro professor da educação básica o conhecimento e análise do contexto educacional (campo de estágio), a experiência do fazer pedagógico, a introdução no exercício da profissão. Segundo a referida resolução, o estágio é um modo especial de capacitação em serviço, caracterizado por conjunto de atividades de prática pré-profissional, exercidas pelo acadêmico em ambiente real de trabalho e sob supervisão de um docente. Possibilita a apreensão de informações sobre o mercado de trabalho, desenvolvimento de conhecimentos e habilidades específicas à formação profissional, elaboração de materiais ou sequências didáticas e, ainda, o aperfeiçoamento cultural e de relacionamento humano.

O Estágio poderá ser desenvolvido em instituições privadas e/ou em órgãos da administração pública direta, autárquica e fundacional, de qualquer dos poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, bem como em escritórios de profissionais liberais, portadores de diploma de nível superior e que estejam devidamente registrados em seus respectivos Conselhos (Resolução n. 02/2010 CONSU/UNIFAP).
6.9- Organização do Trabalho de Conclusão de Curso, concepção e composição
Segundo a Resolução 11/2008 CONSU/UNIFAP que estabelece as diretrizes para o Trabalho de Conclusão de Curso em nível de Graduação no âmbito dessa instituição, o Trabalho de Conclusão de Curso é compreendido como uma disciplina obrigatória para os cursos de graduação e tem como objetivo prover iniciação em atividades de pesquisa, viabilizando a relação integradora e transformadora entre os saberes apropriados pelos acadêmicos durante o curso.

No Projeto que aqui se figura toma-se por base o Art. 2º da Resolução 11/2008 maio de 2008 e considera como modalidades de TCC tanto o que reza o item 1 ( um) da citada resolução, que trata da modalidade monografia, como do item 2 (dois), que dá abertura para produções diversas. No que diz respeito a essa última, o Colegiado de Letras elegeu o artigo científico como segunda possibilidade de se fazer e apresentar o TCC12.

Conforme Art. 4º da Resolução 11, o aluno estará apto a matricular-se na disciplina TCC quando tiver concluído pelo menos 50% dos créditos que compõem a matriz curricular do Curso.

O desenvolvimento do TCC ocorrerá em 02 (duas) etapas. A primeira etapa ou TCC I (30 horas) deverá ser realizada a partir do 6º semestre do curso. A disciplina consiste na orientação dos alunos para a redação do Projeto do Trabalho de Conclusão de Curso em uma das linhas de pesquisa constantes no PPC. As egunda etapa: TCC II (30 horas) deverá ser realizada a partir do 7º semestre do curso O projeto deverá ser submetido ao exame de qualificação diante de uma banca constituída por três professores previamente escolhidos: o professor orientador e dois outros professores da disciplina ou de disciplina afim ao projeto (Língua Portuguesa, Língua Latina, Lingüística, Teoria Literária, Literatura Brasileira e Literatura Portuguesa, Língua, Literaturas Inglesa e Americana, disciplinas do tronco das ciências sócias e humanas).

A terceira etapa ou TCC II (30 horas) consiste na redação do Trabalho de conclusão de curso propriamente dito, na modalidade Monografia ou artigo científico, e deverá ser defendido no 9º semestre do curso. O graduando entregará sua monografia ou artigo e, em data marcada pela Coordenação de Curso, fará a defesa pública diante de uma banca formada por 03 (três) professores: o orientador e outros 02 (dois) indicados pelo orientador.
6.10- Organização das Atividades Complementares, concepção e composição
As 210 (duzentas e dez ) horas de atividades extracurriculares serão desenvolvidas através de:

I. Seminários que abordem temas relacionados às linhas de pesquisa do curso, com o objetivo de proporcionar aos graduandos contato direto com especialistas da área, visando a troca de experiências e atualização de conhecimentos.

II. Minicursos que proporcionem aos graduandos e professores a oportunidade de analisar, de maneira crítica, conteúdos relacionados ao curso, bem como esclarecer dúvidas e atualizar conhecimentos.

III. Oficinas que apresentem novas estratégias de ensino/aprendizagem em Língua portuguesa e ILE.

IV. Eventos que produzam, resgatem e difundam atividades artísticas e culturais relativas às áreas de concentração do curso.
6.11- Acompanhamento e avaliação
6.11.1- Do projeto pedagógico
Originalmente, a redação deste Projeto Pedagógico tentou compilar possibilidades plausíveis de respostas aos seguintes questionamentos: qual o perfil do profissional a ser formado para atuação no mercado de trabalho do ensino de Línguas e Literaturas? Em que consiste a formação inicial e continuada de professores? Sua redação segue, igualmente, um conjunto de princípios que caracterizam sua identidade e expressam sua missão, quais sejam:

I. Redação e reelaboração coletiva e continuada do projeto de curso;

II. interação recíproca com a sociedade, reafirmando o compromisso como agente fundamental da formação profissional e social;

III. investimento na qualidade de ensino da graduação, entendida como um processo permanente;

IV. integração entre ensino, pesquisa e extensão;

V. promoção da unidade entre a teoria e a prática

VI. incorporação de professores e alunos em atividades de pesquisa em iniciação científica;

VII. observação e análise crítica das diretrizes curriculares nacionais e das orientações do MEC para funcionamento do curso.

A discussão dos parâmetros que regiram a elaboração deste PPC bem como o acompanhamento, a avaliação e a sua reformulação progressiva pelo colegiado de Letras Português/Inglês foi condição necessária para sua redação inicial, que não se quer conclusiva nem exaustiva. O Colegiado de Letras Português/Inglês deverá avaliar a aplicabilidade do projeto ora apresentado, isto é, aferir em que medida ele está ou não sendo viável, quais seus pontos fortes e limitações, o que está ou não sendo posto em prática.
6.11.2 - Do Processo de ensino/aprendizagem

Ao pensarmos em avaliação três perguntas primordiais vêm à mente: avaliar o quê? Avaliar com qual objetivo? Avaliar mediante quais instrumentos? Essas perguntas balizam um possível caminho a ser traçado para o mecanismo de avaliação interna do curso de Letras. Falamos de um possível caminho visto que em se tratando de avaliação nada é definitivo, pois que ela não é concebida como um fim, mas como um instrumento de aferição de resultados que pretendemos alcançar ao longo do Projeto Político Pedagógico.

Assim, no que concerne a primeira pergunta, pretendemos (i) avaliar os professores, mediante o resultado de seus projetos de pesquisa, suas publicações, desempenho acadêmico junto aos docentes e participação em atividades administrativas, tais como reuniões pedagógicas e reuniões de Colegiado; (ii) avaliar os alunos, mediante relatórios dos professores da disciplina Tópicos de Pesquisa e os professores de Pesquisa das áreas de Linguística e Literatura, avaliá-los em seus desempenhos acadêmicos junto aos docentes e participação em atividades administrativas, no caso do representante de turma; (iii) avaliar a disciplina e os procedimentos didáticos e pedagógicos nela aplicados mediante uma ficha de avaliação redigida pelos membros do colegiado e a ser respondida pelos discentes. Essas avaliações são processuais e seus instrumentos são ajustáveis e modificáveis.

Quanto à segunda pergunta, podemos dizer que o objetivo de se ter uma avaliação interna não é outro senão o de se detectar falhas na implantação, execução e viabilidade do Projeto Político Pedagógico, visto que, a partir de sua implantação, os docentes do curso de Língua Portuguesa e Língua Inglesa e suas respectivas literaturas devem estar afinados com as linhas de pesquisa, disciplinas teóricas, práticas, atividades extracurriculares e orientações de TCCs propostas e que se acredita serem as melhores para atender às demandas atuais do grupo social local. Esse objetivo liga-se, por sua vez, ao princípio de base da universidade do ensino-pesquisa-extensão.

Por fim, quanto a terceira e última pergunta, acreditamos que não há melhor instrumento de avaliação que a observação contínua e sistemática da prática seja do docente, seja do discente. Isto implica dizer que devemos estar abertos, por mais difícil que nos pareça a princípio – avaliar e avaliar-se é sempre uma questão de treino –, a receber críticas conscientes, inteligentes e construtivas.

O regimento Geral da UNIFAP de 199113, no que respeita a avaliação e frequência, determina que o aproveitamento por disciplina incida sobre a frequência, independentemente dos demais resultados obtidos. Serão considerados reprovados na disciplina os alunos que não obtenham frequência mínima de setenta e cinco por cento (75%) das aulas e demais atividades programadas.

Avaliações formais complementam esta primeira. São previstas, a priori, duas avaliações parciais e uma final. Cada avaliação soma 10 pontos. Os pontos resultados da divisão das duas parciais são somados aos pontos da avaliação final e posteriormente divididos por dois. A somatória é assegurada pelo registro das notas na plataforma do Sistema de Gestão Integrada da UNIFAP (SIGU). A forma como são realizadas cada uma dessas avaliações e o número de avaliações parciais depende da peculiaridade das disciplinas e ficará ao encargo do professor responsável. Algumas modalidades de avaliação passíveis de serem aplicadas no curso de Letras são: exame escrito, exame oral, seminários, portfólios, debates, mesa redonda, escritura de artigo, resenhas, confecção de material didático, relatos de experiência, resumos e produção científica em geral.

Finalmente, o Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (ENADE), considerado como um componente curricular do curso, é uma modalidade de avaliação institucional e governamental. A Lei nº 10.861, de 14 de abril de 2004, cria o Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (SINAES) e a Portaria Normativa nº 6, de 14 de março de 2012, regulamenta o Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (ENADE). O ENADE é um procedimento de avaliação do SINAES realizado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (INEP), uma autarquia vinculada ao Ministério da Educação. Tal como apresentado na Página virtual do Ministério da Educação (MEC), o ENADE tem por objetivo acompanhar o processo de aprendizagem e o desempenho acadêmico dos estudantes em relação aos conteúdos programáticos previstos nas diretrizes curriculares do respectivo curso de graduação, as habilidades para ajustamento às exigências decorrentes da evolução do conhecimento e às competências para compreender temas exteriores ao âmbito específico de sua profissão, ligados à realidade brasileira e mundial e a outras áreas do conhecimento. Seus resultados poderão produzir dados por instituição de educação superior, categoria administrativa, organização acadêmica, município, estado e região. A partir desses dados objetiva-se organizar referenciais que permitam a definição de ações voltadas para a melhoria da qualidade dos cursos de graduação, por parte de professores, técnicos, dirigentes e autoridades educacionais. O parecer deles resultante poderá impactar positivamente ou não no curso em questão.


6.12- Construção de Material Didático

Considerando que o curso conta com a prática de ensino amparada na perspectiva da inserção do aluno na realidade do fazer pedagógico, por meio das disciplinas didática das línguas materna e estrangeira, há a realização da experimentação na preparação de diversos materiais didáticos, em especial sequências de atividades didáticas - SD, que servem para usos tanto nas aulas dos alunos quando vão realizar os Estágios, quanto nas pesquisas-ações nas escolas, por meio da Iniciação científica e das Iniciações à docência, através do Programa de Iniciação à docência - PIBID, bem como no auxílio do TCC.

Além disso, são construídos resenhas, roteiros de ensino, slides de diversos conteúdos teóricos e artigos para serem utilizados nas aulas do curso.

No Laboratório Multimídia para o ensino da Língua Materna, Língua Estrangeira as atividades realizadas durante as aulas são guardadas em mídia e podem ser utilizadas em aulas seguintes pelos professores ou pelo próprio acadêmico do Curso.





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