Ministério da educaçÃo universidade federal do amapá pró-reitoria de graduaçÃo coordenaçÃo do curso de letras projeto pedagógico do curso de licenciatura em língua portuguesa e língua inglesa e respectivas literaturas


– Apoio Pedagógico ao Discente...............................................................................................41



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6.13 – Apoio Pedagógico ao Discente...............................................................................................41

6.14- Apoio Psico-Pedagógico..........................................................................................................41


6.15- Tecnologias de informação e Comunicação no Processo Ensino- Aprendizagem......................42

6.16- Integração com as redes públicas de ensino............................................................................43

6.17- Políticas Institucionais para o Curso........................................................................................43

6.18.- Mecanismos de Nivelamento.................................................................................................43

6.19.- Acompanhamento de Egressos..............................................................................................44


7- POLÍTICA DE EXTENSÃO E PESQUISA..............................................................................................44

7.1.- Projetos de Pesquisa desenvolvidos pelos Professores do Curso..............................................44

7.2- Projetos de Extensão desenvolvidos pelos Professores do Curso...............................................46

7.3- Eventos de Extensão Realizados pelo Curso................................................................... ...........46

7.4- Linhas de Pesquisa ...................................................................................................................47

8 – CORPO DOCENTE...........................................................................................................................48

8.1 – Titulação do Corpo Docente....................................................................................................48


8.2.- Regime de trabalho do corpo docente do curso.......................................................................49

8.3- Experiência de magistério superior do corpo docente...............................................................49

9- ESTRUTURA PARA FUNCIONAMENTO DO CURSO............................................................................50

9.1- Estrutura Física.........................................................................................................................50

9.1.2- Gabinetes de Trabalho para professores Tempo Integral – TI...........................................50

9.1.3 - Espaço de trabalho para coordenação do curso e serviços acadêmicos............................50

9.1.4- Sala de professores..........................................................................................................51

9.1.5- Salas de aula....................................................................................................................51

9.1.6- Laboratórios didáticos Especializados..............................................................................51

9.1.7- Laboratório de Informática Compartilhado.....................................................................51

9.2 - Acesso dos alunos a equipamentos de informática...................................................................52

10- PROGRAMA DE CAPACITAÇÃO PARA DOCENTES, GESTORES E TÉCNICOS ADMINISTRATIVOS........52

11- BIBLIOGRAFIAS CONSULTADAS E BIBLIOGRAFIA DO CURSO..........................................................52

12- ANEXOS........................................................................................................................................68

10.1 Anexo 1: Disciplinas e componentes curriculares .....................................................................69

10.2 Anexo 2: Regulamento do Estágio supervisionado ................................................................110

10.3 Anexo 3: Regulamento do TCC............................................................................................ 118

10.4 Anexo 4: Regulamento das Atividades complementares ................................................... 124


1- APRESENTAÇÃO

O Projeto Pedagógico é um conjunto de diretrizes e estratégias que expressam e orientam a prática pedagógica do curso. Nele são apresentadas as habilidades e as competências a serem desenvolvidas no corpo discente, os referenciais que norteiam a construção e implementação do curso e a metodologia adotada. Assim, o Projeto Pedagógico não é a mera organização curricular, mas um posicionamento institucional diante da realidade e do desenvolvimento da área de conhecimento, discutido pela comunidade acadêmica que direciona a prática pedagógica da instituição.

Nesse sentido, o objetivo do Projeto Pedagógico do Curso de Letras/Inglês da Universidade Federal do Amapá é possibilitar a reflexão crítica sobre a prática pedagógica com vistas a novas perspectivas no que tange à melhoria e à qualidade do ensino superior na área de Letras nesta IFES.

Sob esse prisma, o Projeto Pedagógico procura articular a questão da educação superior com o compromisso profissional e as transformações sociais, através da integração de atividades de ensino, de pesquisa e de extensão do curso, evitando a fragmentação de disciplinas, o que contribui sobremaneira para a interdisciplinaridade, uma vez que os conteúdos disciplinares passam a refletir não a compartimentalização, mas sim o ensino integrado e sistêmico.

Por fim, o Projeto Pedagógico do Curso de Letras integra-se ao projeto educacional global da Instituição.
2- JUSTIFICATIVA

Considerando a abertura à revisão e reestruturação dos Projetos de Curso pelas IFES, sempre que se julgue necessário, seja para acompanhar as transformações sócio-políticas e científicas, seja por necessidades de atender às realidades regionais ou mesmo por necessidades pedagógicas de melhor organização dos objetos no curso, é que o Colegiado do Curso de Letras – Licenciatura em Língua Portuguesa e Língua Inglesa e respectivas literaturas - se reuniu para rever seu Projeto Pedagógico.

Assim, os professores do Curso buscaram responder algumas orientações do Ministério da Educação, em avaliação feita do Curso pelo MEC, como críticas feitas a algumas disciplinas que, segundo os avaliadores pareciam dissociadas do perfil do sujeito que se visa formar. Além disso, aproveitaram para reorganizá-lo numa linha que melhor respondesse aos anseios da comunidade acadêmica e da sociedade que vinha reivindicando que a formação se estabelecesse em torno das línguas estrangeiras propostas e que isso ficasse bem definido já na entrada do acadêmico quando prestasse vestibular, e não mais fosse por opção de licenciar-se ou não em uma língua estrangeira. O aluno optava por uma determinada língua estrangeira e, no decorrer do Curso, por uma série de fatores, desde ser aprovado em Concurso Público ou a incompatibilidade com a língua escolhida, esse aluno não fazia esforço algum e acabava abandonando a modalidade de formação na língua estrangeira e licenciava-se apenas em língua materna. Isso causava uma série de transtornos tanto para a instituição quanto para o próprio Curso que ficava com déficit no quadro comparativo de alunos ingressantes e alunos concluintes.

Frente a esse quadro, o Colegiado, juntamente com os representantes das turmas dos três turnos julgou que seria mais produtivo que fosse desmembrado o Curso de Letras em: Licenciaturas com formação em Língua Portuguesa e Língua Francesa e suas respectivas Literaturas, Língua Portuguesa e Língua Inglesa e suas respectivas literaturas. Considerando ainda a necessidade de ampliação do número de vagas pela Universidade ampliamos para 60 (sessenta) o número de vagas ofertadas, sendo 30 para Licenciatura em Língua Portuguesa e Língua Francesa e suas respectivas Literaturas e 30 para Licenciatura em Língua Portuguesa e Língua Inglesa e suas respectivas literaturas.

Através de um conjunto de diretrizes e estratégias traçadas pelo MEC e reelaboradas pelos professores ligados ao projeto visa-se, de acordo com o contexto e necessidades locais e com objetivos de uma atuação teórico-prática sob a realidade regional, formar o Licenciado em Língua Portuguesa e Língua Inglesa e respectivas literaturas. Fiéis aos objetivos e concepções fundamentais, os professores encontraram as formas mais adequadas para dar vida à proposta pedagógica autorizada pela Resolução CONSU/UNIFAP nº 20/2008.

3- HISTÓRICO DO CURSO

3.1 Instituição
Em 1991, foi criada a Universidade Federal do Amapá, tendo como base o trabalho desenvolvido pelos professores pertencentes ao quadro da Universidade Federal do Pará (UFPA), como também pelos docentes integrantes do quadro do governo do ex-território que eram credenciados pela UFPA para prestar serviços no Núcleo de Educação, em Macapá. Em sua criação, foram priorizados cursos de Licenciatura com o objetivo de formar mão de obra qualificada para atuar nas escolas da Educação Básica do Estado.

Atualmente, A UNIFAP desenvolve suas atividades em quatro campi: a sede localizada na cidade de Macapá, capital do Estado, denominada campus Marco Zero; o campus Santana no qual funciona o curso de Arquitetura e Urbanismo; o campus Norte, localizado no município de Oiapoque; o campus Sul, localizado no município de Laranjal do Jari. Esses dois últimos campi funcionam em regime modular. Possui também um núcleo de extensão em Serra do Navio, onde são desenvolvidos cursos de qualificação para professores do Ensino Médio nas áreas de Biologia, Química, Física e Matemática.

A sede dispõe de uma área de 906.722,45 m², dos quais 38.000,00 m² de área construída, distribuídos em blocos de salas de aula e laboratórios, prédios administrativos, ginásio de esportes, biblioteca central, unidade de saúde, espaço de múltiplo uso e almoxarifado.

A estrutura organizacional está regida pela Lei n.8.626, de 17 de fevereiro de 1993, que criou o quadro de pessoal da Universidade. Os órgãos executivos da UNIFAP são: Reitoria, Vice-Reitoria, Pró-Reitoria de Administração, Pró-Reitoria de Planejamento, Pró-Reitoria de Ensino de Graduação, Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação, Pró-Reitoria de Extensão e Ações Comunitárias, Pró-Reitoria de Gestão de Pessoas, Pró-Reitor de Cooperação Interinstitucional, Coordenadoria de Ensino e Graduação, Procuradoria Geral, Auditoria, Assessoria Especial da Reitoria, Assessoria de Engenharia, Departamentos e Coordenações. O Conselho Superior é órgão deliberativo máximo.



3.1.1 Princípios
A instituição organiza-se e estrutura-se com base nos seguintes princípios:

I. Unidade de patrimônio e administração;

II. Indissociabilidade do Ensino, Pesquisa e Extensão, vedada a duplicação de meios para fins idênticos ou equivalentes;

III. Universalidade de campo, pelo cultivo das áreas do conhecimento humano e das áreas técnico-profissionais;

IV. Pluralismo de ideias e concepções;

V. Racionalidade de organização com utilização plena de recursos humanos e materiais.


3.1.2 Finalidades
A Universidade Federal do Amapá tem as seguintes finalidades:

I. estimular a criação cultural e o desenvolvimento do espírito científico e do pensamento reflexivo;

II. formar diplomados nas diferentes áreas de conhecimentos, aptos para a inserção em setores profissionais e para a participação no desenvolvimento da sociedade amapaense e brasileira, e colaborar na sua formação contínua;

III. incentivar o trabalho de pesquisa e investigação científica, visando o desenvolvimento da ciência e da tecnologia e da criação e difusão da cultura, e, desse modo, desenvolver o entendimento do homem e do meio em que vive;

IV. promover a divulgação de conhecimentos culturais, científicos e técnicos que constituem patrimônio da humanidade e comunicar o saber através do ensino, de publicações ou de outras formas de comunicação;

V. suscitar o desejo permanente de aperfeiçoamento cultural e profissional e possibilitar a correspondente caracterização, integrando os conhecimentos que vão sendo adquiridos numa estrutura intelectual e sistematizadora do conhecimento de cada geração;

VI. estimular o conhecimento dos problemas do mundo presente, em particular os do Estado, da região e da nação, prestar serviços especializados à comunidade e estabelecer com esta uma relação de reciprocidade;

VII. promover a extensão, aberta à participação da população, visando a difusão das conquistas e benefícios resultantes da criação cultural e da pesquisa científica e tecnológica geradas na Universidade.

VIII. incentivar, promover e estimular o intercâmbio com outras instituições e organizações científicas e técnicas, nacionais e estrangeiras, visando ao desenvolvimento das ciências e das artes, preservando a natureza e interagindo com o ecossistema amazônico;

IX. colaborar com entidades públicas e privadas através de estudos, projetos, pesquisas e serviços com vistas à solução de problemas regionais e nacionais sem perder de vista os valores étnicos, ecológicos, em consonância com os anseios e tradições dos povos da região;

X. contribuir para a formação da consciência cívica nacional, com base em princípios da ética e do respeito à dignidade da pessoa humana, considerando o caráter universal do saber.


3.2 -Cursos de Letras da UNIFAP Campus Marco Zero do Equador
O Ensino de 3º Grau foi instalado no ex-Território do Amapá, na década de 70, através de Convênios firmados entre o governo e a Universidade Federal do Pará. Inicialmente, os cursos ofertados eram de curta duração. Posteriormente, a Complementação Pedagógica surgiu com a finalidade de integralizar o ciclo da Graduação. Nos anos 80, foram ofertados Cursos de Licenciatura Plena nas diversas áreas e, dentre essas, o curso de Letras fora contemplado.

Através da Lei nº 7530, de 29 de agosto de 1986, foi criada a Fundação Universidade Federal do Amapá (UNIFAP). O decreto nº 98.977, de 02 de março de 1990, instalou uma Universidade Pública de direito privado, mantida pela União, vinculada ao Ministério da Educação e com foro na cidade de Macapá, capital do Estado do Amapá. A partir dessa data, o curso de Letras teve prosseguimento, não mais em convênio, mas com caráter autônomo para atender tanto a aspiração dos professores locais, quanto a necessidade da Secretaria de Educação em habilitar e qualificar o seu quadro de pessoal no exercício do magistério na área de Língua Portuguesa e suas respectivas Literaturas.

No decorrer dos anos, foi crescente o anseio pelo ensino de línguas estrangeiras. Fez-se um esforço para qualificar professores por meio de convênio estabelecido com a UFPA em formar professores em língua francesa. Pôde-se assim criar a licenciatura em Português e Francês, que se constituía em demanda urgente, tendo em vista o estado ser localizado em zona de fronteira com a Guiana Francesa. Mas havia ainda a lacuna da formação em nível superior de Língua Inglesa.

A universidade instituiu a Licenciatura em Língua Portuguesa e Inglesa que inicialmente funcionou com um único professor atuante no eixo das disciplinas específicas da língua inglesa. Recentemente, quando a universidade pode realizar concurso para especialista e não apenas mestre, como exigido nos penúltimos concursos, o curso de Letras Português/Inglês dispôs de um segundo docente especialista de língua inglesa. Atualmente, cada licenciatura em letras do campus sede (Português/Francês e Português/Inglês) possui quatro docentes da língua e literatura estrangeiras em questão, entre efetivos e professores em estágio probatório.


3.3 -Curso de Letras Português/Francês da UNIFAP
Fundamentam legalmente a proposição do Curso Letras Português/Inglês a Lei de Diretrizes e Bases n. 9.394/1996 e os normativos dela originados, em destaque os Pareceres CNE/CES 492/2001 e 1363/2001; a Resolução CNE/CES nº 18, de 13 de março de 2002, que institue diretrizes para o Curso de Letras; a Resolução nº 1, CNE/CP de 18 de fevereiro de 2002 , que estabelece cargas horárias mínimas para os Cursos de Licenciatura; bem como o Decreto nº. 5.626, de 22 de dezembro de 2005 que dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais – Libras, que deve ser inserida como disciplina curricular obrigatória nos cursos de formação de professores para o exercício do magistério e a Resolução 24/2008 CONSU/UNIFAP

Assim, neste projeto foram consideradas as seguintes orientações:


  1. evitar o prolongamento desnecessário da duração dos cursos de graduação;
  2. estimular práticas de estudos independentes, visando a uma progressiva autonomia profissional e intelectual do aluno;
  3. encorajar o aproveitamento do conhecimento, habilidades e competências adquiridas fora do ambiente escolar, inclusive as que se referirem à experiência profissional julgada relevante para a área de formação do futuro graduado; e
  4. incentivar uma sólida formação geral para que o futuro graduado possa superar os desafios de renovadas condições de exercício profissional e de produção de conhecimento.

Dessa forma, fica sob a responsabilidade de cada IFES definir a estrutura curricular que melhor se adapte à sua realidade e criar condições para assegurar a qualidade na formação de profissionais que possam, de acordo com os Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN), posicionar-se de maneira crítica, responsável e construtiva nas diferentes situações sociais, utilizando o diálogo como forma de mediar conflitos e de tomar decisões coletivas.
O curso de Letras Português/Inglês funciona em seis dias letivos semanais (segunda-feira à sábado). A carga horária total é de 4260 (quatro mil duzentas e sessenta ) horas aulas ou 3.551 (três mil quinhentas e cinquenta e uma ) horas de relógio, distribuídas em nove semestres ou quatro anos e meio. Sua estrutura curricular propõe uma estreita relação entre disciplinas teóricas e disciplinas práticas e encontra-se assim organizada:

  1. 2.715 (duas mil, setecentas e quinze) horas de conteúdos curriculares científico-culturais (eixos de formação básica e específica);

  2. 360 (trezentas e sessenta) horas de disciplinas pedagógicas (eixo de formação pedagógica)

  3. 405 (quatrocentas e cinco) horas de prática como componente curricular, vivenciadas ao longo do curso;

  4. 420 (quatrocentas e vinte) horas de estágio curricular supervisionado1 a partir da segunda metade do curso;

  5. 210 (duzentas) horas para outras formas de atividades acadêmico-científico-culturais;

  6. 90 ( noventa) horas para Trabalho de Conclusão de Curso

(vii) 60 (sessenta) horas de disciplinas optativas e/ou módulos livres.

4- IDENTIFICAÇÃO DO CURSO
Proponente

Universidade Federal do Amapá

CNPJ/MF 34.868.257/001-81

Departamento: Letras, Artes e Jornalismo

Curso de Letras Português/Inglês

Coordenação do Curso de Letras Português/Inglês

Coordenador: Olaci da Costa Carvalho

Endereço: Rodovia Juscelino Kubitschek, km 02 – Jardim Marco Zero – Macapá/AP

Telefone: (96) 91250987

E-mail: unifap@unifap.br / letras@unifap.br


Habilitação: Licenciatura em Letras Língua Portuguesa e Língua Inglesa e suas respectivas Literaturas (Letras Português/Inglês)

Título conferido: Licenciatura em Letras Língua Portuguesa e Língua Inglesa e suas respectivas Literaturas (Licenciado em Letras Português/Inglês

Forma de ingresso: Processo seletivo (via ENEM); Seleção ENEM/SISU

Número de vagas: 30

Turno de funcionamento: Diurno e noturno

Modalidade de oferta: Anual

Duração: quatro anos e meio

Período máximo de integralização: seis anos e meio

Número de semestres: nove

Carga horária: de 4260 (quatro mil duzentas e sessenta ) horas aulas ou 3.551 (três mil quinhentas e cinquenta e uma ) horas de relógio

Regime acadêmico: créditos semestrais

Perfil do licenciado: o licenciado em Letras Português/Inglês estará apto a lecionar língua portuguesa e inglesa e suas respectivas literaturas nos diferentes níveis de ensino. Poderá atuar em campos fora do magistério como revisor de textos científicos e jornalísticos, além de prestar assessorias a diversas áreas que trabalhem com a linguagem.
5- ÓRGÃOS QUE COMPÕEM O CURSO DE LETRAS/FRANCÊS
5.1- Colegiado de Curso

O colegiado de curso é constituído por:

I - todos os professores lotados na coordenação do Curso;

II - por um representante do corpo técnico-administrativo superior, lotado na coordenação; e

III – todos os discentes representantes das turmas de graduação do respectivo curso, sendo um por turma.

1o. A representação dos professores deverá corresponder a, no mínimo, 70% (setenta por cento) do total de membros do Colegiado, em qualquer caso;

2o. Para o alcance do quantitativo mínimo de que trata o parágrafo anterior, serão excluídos os representantes das turmas com menor tempo de ingresso na UNIFAP.

3o. Existindo mais de uma turma em igualdade de condições, quanto ao tempo de ingresso, decidirão os próprios representantes qual delas integrará o Colegiado.

Ao Colegiado de Curso compete:

I - deliberar sobre as políticas e diretrizes de cada coordenação, em consonância com as políticas e orientações do conselho departamental e dos conselhos superiores;

II - deliberar sobre os projetos pedagógico e científico do pessoal docente e técnico administrativo lotado na coordenação de curso;

III - deliberar sobre as atribuições e encargos de ensino, pesquisa e extensão do pessoal docente e técnico-administrativo da coordenação de curso;

IV – deliberar sobre indicação de professor para ministrar disciplina diversa daquela para a qual foi concursado;

V – deliberar, em seu nível, sobre questões referentes à vida funcional dos docentes;

VI - declarar vago o cargo de coordenador de curso;

VII - deliberar sobre propostas e normas relativas à monitoria;

VIII - propor ações para a melhoria da qualidade de ensino;

IX - estabelecer medidas de acompanhamento e avaliação da execução dos planos de trabalho das coordenações de cursos;

X - desenvolver outras atribuições que lhe couberem por força da legislação vigente.



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