Mapeamento do uso do solo em uma bacia hidrográfica na cidade de paranaguá/PR/brasil como estratégia de formaçÃo continuada de professores de geografia da educaçÃo básica


A formação continuada de professores de geografia no processo de mapeamento do uso do solo da Bacia do Ribeirão Bertioga



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5. A formação continuada de professores de geografia no processo de mapeamento do uso do solo da Bacia do Ribeirão Bertioga

A formação continuada dos professores de geografia foi realizada durante o segundo semestre de 2014 a partir de parceria estabelecida entre o NÚCLEO REGIONAL DE EDUCAÇÃO (NRE) de Paranaguá, Instituto Federal do Paraná (IFPR)/Campus de Paranaguá e Universidade Federal do Paraná (UFPR)/Setor Litoral-Matinhos. Esta parceria inaugurou um coletivo de trabalho de educadores em Geografia da rede pública de ensino que possibilitou também o estabelecimento de diálogos relevantes no âmbito da geografia, tendo como foco principal a compreensão dos arranjos espaciais locais na perspectiva da lógica da (re)produção dos espaços pelo capital.

Assim, iniciamos o processo focando as formas de uso, ocupação do solo e suas transformações por diferentes segmentos do capital, com ênfase no portuário, somado a isso, abordamos também as dinâmicas de uso do solo que se materializam ao longo das bacias hidrográficas. Decidimos coletivamente que as atividades do semestre seriam voltadas para o levantamento e mapeamento do uso do solo de uma única bacia hidrográfica (Bacia do Ribeirão Bertioga) e que, posteriormente a processos avaliativos, o coletivo iria organizando uma agenda de estudos e trabalho em outras bacias em que os professores que compõem o coletivo estivessem atuando. A escolha desta bacia se deu em função de que a mesma é estudada e conhecida por um dos professores que compôs o coletivo, além do que nela também está localizado o Colégio Estadual Carmem Costa Adriano.

O coletivo de trabalho focou a bacia hidrográfica como uma unidade ideal para as vivências e estudos de educação ambiental em concomitância com os processos de ensino e aprendizagem em geografia, o que, na perspectiva do mesmo, potencializaria a troca de experiências e realização de práticas conjuntas pelos educadores dos mais variados componentes curriculares de cada uma das escolas em que trabalhavam.

A bacia hidrográfica se revela como lugar, paisagem e território, permitindo a compreensão das relações dos grupos sociais com os outros elementos do meio ambiente tendo a água como elemento unificador desse amplo processo. No Brasil, a adoção da bacia hidrográfica como unidade preferencial para estudo das dinâmicas sociais e o uso dos recursos hídricos está prevista na Lei Federal 9433/1997. O Estado do Paraná, atendendo a disposições gerais da lei federal, conta desde 2007, com a Lei Estadual de Recursos Hídricos a qual também toma como premissa a adoção da unidade territorial da bacia hidrográfica como área preferencial de planejamento e gestão dos recursos hídricos. Em 2013, o estado aprovou a Política Estadual de Educação Ambiental e, também publicou a Deliberação 04/2013 que apresenta as normas Estaduais para Educação Ambiental no Sistema Estadual de Ensino no Paraná, com fundamento na Lei Federal 9795/1999, Lei Estadual 17505/2013 e Resolução CNE/CP 02/2012, citadas anteriormente.

A Deliberação 04/2013, dentre as orientações sobre a adoção da Política no Estado, destaca que “[...] a implementação da EA em todo Estado, [se dará] tomando como recorte territorial de atuação a bacia hidrográfica na qual a instituição está inserida.” Assim, a parceria entre o NRE–Paranaguá, o IFPR–Paranaguá e a UFPR–Setor Litoral–Matinhos culminou com as atividades de formação continuada dos professores e também deu origem ao Grupo de Estudos em Geografia (Coletivo de Trabalho), tendo como tema orientador das ações: “As Questões Socioambientais no território das microbacias hidrográficas”.

Ao longo do processo formativo foram trabalhados os seguintes temas: o papel do ensino de geografia na compreensão dos arranjos espaciais; a cartografia social e as diferentes visões sobre o espaço geográfico; as microbacias como território da ação socioambiental; a prática de campo como um recurso de ensino e aprendizagem; Oficina: construção de mapas com auxílio de TICs (Tecnologias da Informação e Comunicação); as diferentes visões sobre um mesmo território em debate.

Optamos por iniciar o trabalho no município de Paranaguá, localizado a aproximadamente 90 km de sua capital - Curitiba, trata-se da cidade mais antiga do estado, fundada em 1570. Seus arranjos espaciais foram organizados historicamente tendo como elemento fundamental as características geográficas da baia de Paranaguá e as atividades econômicas realizadas desde o processo de colonização. Atualmente, tais arranjos espaciais são altamente impactados pelo setor econômico predominante – o portuário.



Neste cenário, muitas linhas de drenagem do município foram alteradas, suprimidas e ignoradas, muitos cursos de rio foram transformados em precárias galerias de coleta de águas difusas. Áreas de drenagem dos canais foram ocupadas por moradias, e muitas das pequenas bacias da planície não mais existem pois foram canalizadas e retificadas, ou ainda, soterradas sem nenhum critério técnico, causando problemas como as enchentes em períodos de grande e/ou intensa pluviosidade. Além disso, muitos canais são obstruídos por entulhos e resíduos em geral, o que prejudica a vazão dos mesmos.

Figura 5 – Trecho que mostra a substituição da vegetação por edificações na área de APP estudada

Considerando os temas abordados e já citados anteriormente, a dinâmica de trabalho adotada pelo Grupo de Estudos (Coletivo de trabalho) estruturou-se a partir da problematização das formas de uso do solo, tendo como foco a unidade das bacias hidrográficas. As etapas para o desenvolvimento da oficina foram: a) Diálogos sobre a importância das bacias hidrográficas para a compreensão da dinâmica territorial em Paranaguá, notadamente a Bacia do Ribeirão Bertioga; b) trabalhos de campo para mapeamento prévio das formas de uso e ocupação do solo, bem como a verificação da existência de atividades potencialmente poluidoras e transgressivas ao ambiente; c) uso de sistemas de informação geográfica (SIG) para o mapeamento da área como subsidio para a análise e discussão dos resultados.

A equipe foi formada por 25 professores, a maior parte com formação específica em geografia. O trabalho, seguindo as etapas citadas, iniciou com o tema A CARTOGRAFIA SOCIAL E AS DIFERENTES VISÕES SOBRE O ESPAÇO. O objetivo desta etapa foi dialogar sobre as formas que a cartografia vem sendo trabalhada para a autonomia e reconhecimento social e territorial de grupos historicamente marginalizados. Por meio desta cartografia ocorre a representação dos espaços e territórios necessários à vida dos sujeitos. Ao trabalharmos com os professores tal encaminhamento foi apresentado e, na sequência, debateu-se sobre as inúmeras possibilidades de mapear as formas de ocupação e uso do solo, bem como de apropriação e uso do produto cartográfico, pois se compreendido e construído de forma ampla, inter-relacionando a dinâmica de uso territorial da bacia com os aspectos econômicos, sociais, culturais, ambientais e físicos pode constituir-se em poderoso instrumento de luta por territórios e direitos.

A segunda etapa iniciou-se com a apresentação da metodologia de coleta de informações na bacia do ribeirão Bertioga. O tema foi “AS MICROBACIAS COMO TERRITÓRIO DA AÇÃO SOCIOAMBIENTAL”. A turma foi dividida em grupos, os quais, munidos por imagens das áreas a serem percorridas (planta do Município de Paranaguá ampliada e Mapa do curso original do Ribeirão), realizaram em campo o mapeamento do uso atual da área da microbacia do ribeirão Bertioga. No primeiro dia foram selecionadas pequenas áreas para testarmos e discutirmos a adequação dos encaminhamentos metodológicos. Nos outros encontros, foram distribuídas para cada equipe áreas maiores e mais distantes. A construção da legenda para o trabalho de campo foi debatida conjuntamente com os professores, e observou-se unidades de uso residencial, uso comercial, unidades de uso misto (quando além do estabelecimento comercial ocorria o uso para moradia), áreas de lotes vagos (vazios urbanos) e áreas de uso institucional como as ocupadas pelas escolas. Este trabalho de levantamento teve a duração de 8 horas, divididas em dois dias de atividades e gerou subsídios para a terceira etapa do trabalho, o mapeamento e posterior confecção da carta conjunta em Sistema de Informação Geográfica (SIG).

A terceira etapa foi divida em duas oficinas. A primeira envolveu o debate sobre a cartografia digital e demais recursos como ferramentas para a compreensão socioambiental na bacia hidrográfica. A segunda oficina voltou-se ao uso das ferramentas a partir da plataforma de dois softwares: Google Earth e o QGis. As duas etapas compuseram um grande objetivo que foi proporcionar aos professores um roteiro passo-a-passo para o uso das ferramentas em SIG para que pudessem ser desenvolvidas em sala de aula. Foi elaborado um roteiro simples, mas que garantia os elementos para o debate das formas de uso e ocupação do solo de modo inter-relacionado, e também reunia elementos para o debate sobre a educação ambiental na unidade bacia hidrográfica onde a escola está inserida.

O trabalho foi finalizado com a construção do mapa da bacia hidrográfica e culminou com o debate acerca das formas de uso e ocupação do solo da área, bem como com a problematização das atividades de uso transgressivo às normas ambientais e também os usos poluidores. Tínhamos também previsto socializar com os moradores do bairro e comunidade escolar os resultados dos estudos e debates, contudo, por falta de tempo hábil não foi possível realizar esta socialização que poderia ampliar o debate sobre a questão do uso do solo, planejamento urbano, reforma urbana e direito à cidade.
6. Conclusões

Tendo em vista os trabalhos, leituras, reflexões e debates sobre a formação continuada de professores de geografia e o uso de geotecnologias é importante destacar que:



- Temas sobre uso do solo, vetores de expansão urbana, reprodução do espaço do e para o capital, direito à cidade, reforma urbana, planejamento urbano e ambiental, somados às informações, indicadores locais e conhecimentos básicos para operar SIGs são fundamentais à formação do professor de geografia para que este possa abordar temáticas ligadas ao direito à cidade numa perspectiva de justiça social.

- A formação continuada de professores em geral, e especificamente daqueles que lecionam geografia, voltada à elaboração coletiva de materiais didáticos sobre o local, necessita vários encontros, tornando a organização de grupos de trabalho algo central para a realização do processo;



- Análises geográficas em escala local são raridades na maioria dos municípios brasileiros, dessa forma, defendemos que uma das modalidades de formação continuada de professores de geografia seja a elaboração de materiais didáticos em escala local. Para tanto, incentivar a postura investigativa dos educadores para que estes possam ser os autores dos próprios materiais, constituir redes de colaboração mútuas, trocas e integração orgânica Universidade-Escola é fundamental. É também condição sine qua non que esse tipo de formação seja compreendida como dever de estados, municípios e da própria federação e direito dos trabalhadores da educação;

- O processo de formação continuada auxiliou a evidenciar que a problematização e o debate coletivo (escola-comunidade) sobre o direito à cidade, a reforma urbana, o uso e a ocupação do solo no entorno de bacias hidrográficas, é fundamental para que a população que habita no local não seja criminalizada e responsabilizada pelos impactos socioambientais na área. Em outras palavras, é importante que educandos e suas comunidades tenham compreensão do processo de urbanização excludente inerente às sociedades capitalistas em países de ampla desigualdade social como o Brasil pois, somente assim podem se organizar para que possam influenciar politicas públicas que lhes possibilitem ter efetivo direito à cidade.
7. Referências

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