Mapeamento do uso do solo em uma bacia hidrográfica na cidade de paranaguá/PR/brasil como estratégia de formaçÃo continuada de professores de geografia da educaçÃo básica



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MAPEAMENTO DO USO DO SOLO EM UMA BACIA HIDROGRÁFICA NA CIDADE DE PARANAGUÁ/PR/BRASIL COMO ESTRATÉGIA DE FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES DE GEOGRAFIA DA EDUCAÇÃO BÁSICA

Área temática: Enseñanza y aprendizaje de la Geografía

Ângela Massumi Katuta

Gislaine Garcia de Faria

Setor Litoral da Universidade Federal do Paraná (UFPR)

Instituto Federal do Paraná (IFPR-Paranaguá)

E-mails para contato: angela.katuta@gmail.com; gisa.faria@ifpr.edu.br


Apresentamos

O presente trabalho resulta de um processo de formação continuada que reuniu educadores da disciplina de geografia da educação básica na região litorânea do estado do Paraná, juntamente com um técnico do Núcleo Regional de Ensino de Paranaguá e educadoras do Instituto Federal do Paraná/Campus Paranaguá e da Universidade Federal do Paraná/Setor Litoral. A formação continuada é entendida aqui como processo coletivo e que reúne um conjunto imenso de atividades e ações. Todos foram educadores e educandos nos processos formativos que iremos relatar nas páginas que seguem.

Por meio deste texto, procuramos sistematizar reflexões sobre a formação continuada de professores de geografia e, também, socializar uma modalidade formativa (grupos de trabalho) que nos parece bastante profícua na medida em que potencializa o fortalecimento de cooperações entre Universidades e educação básica e a indissociabilidade entre ensino, extensão e pesquisa nesta modalidade formativa. Trata-se portanto, de fortalecer a ideia da formação continuada como processo e direito do trabalhador da educação, aproximando os diferentes níveis de ensino para que possam atuar colaborativamente, tanto na formação inicial quanto na continuada, a fim de que se constitua uma educação básica emancipatória.

Esperamos que o presente trabalho auxilie no adensamento do debate sobre a formação continuada de professores de geografia, sem esquecer obviamente que este é um dos elementos para a educação emancipatória e não o único, como fazem crer os apologetas das empresas de educação que, por meio deste falso discurso, estão a cada dia que passa mercantilizando a educação e os processos educativos.


ommasiWarde HaddadGentili Silva (FMI) (BID) (BM)


fundantes

distância

Obviamente que temos um longo caminho para que tais processos sejam encarados pelo Estado brasileiro, unidades da federação, municípios e instituições educacionais como um direito do trabalhador e dever desses entes.

positividades do pois


Somado a isso também podemos afirmar que ainda se constitui como desafio o uso de geotecnologias para a percepção, compreensão, análise e elaboração de materiais de análise geográfica em escala local.


e equipe técnica da Secretaria de Educação do Paraná/Núcleo Regional de Ensino, fundamental para a educação básica e atividades de ensino, pesquisa e extensão nas universidades

. Como , tendo em vista que avaliaram como positivo o processo formativo

com o uso dess e o Qgis, ainda que uma boa parte destas estivessem com os laboratórios de informática sucateados. Entendemos que a despeito das necessárias condições materiais, é fundamental que o professor da disciplina de geografia consiga fazer mapeamentos mínimos para o trabalho em sala de aula, fundamentais para análises geográficas em escala local. Demanda esta colocada por uma parte significativa dos educadores que participaram do grupo de trabalho no ano de 2013.

O estudo do uso do solo nas unidades de bacias hidrográficas foi proposto pelo fato de que em 12 de novembro de 2013, depois de longos e extensos debates entre Secretaria da Educação e Secretaria do Meio Ambiente foi aprovada a Deliberação nº 4/2013 que trata das Normas estaduais para a Educação Ambiental no Sistema Estadual de Ensino do Paraná, com fundamento na Lei Federal nº 9.795/1999, Lei Estadual nº 17.505/2013 e Resolução CNE/CP nº 02/2012. No Capítulo II que trata dos objetivos da educação ambiental no sistema estadual de ensino do Paraná, para a educação básica e superior, em seu Artigo 4º, §1º, o Inciso IV reza que é preciso
Incentivar e orientar a constituição de “Coletivo da Bacia Hidrográfica”, constituído por todas as instituições governamentais e não-governamentais, com a finalidade de organizar o conjunto de ações de educação ambiental, por bacia hidrográfica, no âmbito das instituições de ensino da educação básica (escolas municipais, estaduais e particulares) e superior (multicampi), articulando-se com as ações de educação ambiental não formal. (PARANÁ, 2013, p. 5)
Somado à deliberação, também consideramos que uma parte significativa dos problemas ambientais da cidade de Paranaguá e região derivavam da forma como historicamente ocorreu o processo de urbanização e expansão urbana. A falta de reforma urbana, de planejamento condizente e/ou sua desobediência e das leis orgânicas municipais, somado à inexistência de debates e ações públicos sobre as problemáticas da cidade acabaram por resultar num padrão de urbanização e de expansão urbana que a viabiliza para as atividades econômicas como as portuárias, ao mesmo tempo em que coloca em situação precária, as populações de baixa renda que são criminalizadas por habitarem áreas de Proteção Permanente (APPs) ou outras legalmente interditadas.

Importante dizer que o coletivo era formado por educadores dos municípios de Antonina, Morretes, Paranaguá, Pontal do Paraná, Matinhos e Guaratuba. A decisão de fazer coletivamente o mapeamento da bacia hidrográfica do bairro onde se localiza o Colégio Estadual Profa. Carmen Costa Adriano na Vila dos Comerciários no município de Paranaguá foi realizada por todos os participantes. A ideia era, após esta primeira experiência, avaliar e aprimorar processos a fim de elaborar outros trabalhos dessa natureza em outras bacias hidrográficas onde estão localizadas as escolas em que os educadores trabalhavam, criando assim efetivamente, um coletivo de trabalho voltado à formação continuada dos educadores da disciplina de geografia na região litorânea do Paraná.


4. Contextualizando o local de realização: o município de Paranaguá

inerentes a. Aproduz problemáticas ligadas às suas funções formas de



de 151,829 habitantes (IPARDES, 2016). Destes, menos de 4% estão assentados nas áreas rurais do município. A taxa de urbanização aproxima-se de 97% e a densidade é de 188,32 hab/km2 (IPARDES, 2016). Um município eminentemente urbano que, ao longo das últimas décadas, vem conformando uma imbricada e complexa malha urbana, orquestrada pela relação com o setor econômico predominante: o portuário.






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