Língua Portuguesa 1º ano – Ensino Médio



Baixar 1.74 Mb.
Encontro09.04.2020
Tamanho1.74 Mb.

Língua Portuguesa

1º ano – Ensino Médio


Literatura

"O vírus do amor ao livro? Incurável, e eu procuro inocular esse vírus no maior número possível de pessoas."

JOSÉ MINDLIN - Bibliófilo e escritor brasileiro

INTRODUÇÃO À LITERATURA

Em todos os tempos, lugares e culturas, o ser humano produziu ARTE.

Por quê?

O que é arte?

O que é literatura?

BRACCI, P. Netuno. c. 1763. Detalhe. A escultura ocupa o nicho central da Fontana di Trevi, em Roma, Itália.



Capítulo 1 : Arte, literatura e seus agentes

[...] Seu trabalho é impregnado de alegria — as composições têm um padrão denso, repetitivo e fluido —, as cores atravessam a variedade do arco-íris e explodem na tela em intensa harmonia. O que poderia provocar uma sobrecarga dos sentidos acaba por funcionar perfeitamente — Drummond equilibra seu trabalho de modo magnífico e cria para nós visões de um universo comunitário e solidário mais colorido, amigável e ativo. Trabalhando com a espátula, seus traços são rápidos e precisos. [...] O volume das figuras geralmente cria uma espécie de abstração em si mesmo, transformando-se em um mar de cores alegres, que ondulam e flutuam na superfície da tela.

DRUMMOND, C. Favela carioca. 2013. Pintura a óleo na espátula, 90 × 90 cm.

Agora observe esta fotografia de uma favela na cidade do Rio de Janeiro.

Define-se texto como algo que pode ser lido e interpretado, que propõe um sentido final diferente do sentido de cada uma das partes ou dos elementos que o constituem, que sugere ou revela uma intenção específica de seu criador.

Quando falamos de texto, portanto, identificamos um uso da linguagem (verbal ou não verbal) que tem significado, unidade (um conjunto em que as partes se ligam umas às outras) e intenção. O que confere existência ao texto é sua possibilidade de leitura e de interpretação.



Arte e representação

Realidade é tudo aquilo que existe no mundo conhecido, que identificamos como concreto ou que reconhecemos como verdadeiro.

ficção, por sua vez, relaciona-se à criação, à invenção, à fantasia, ao imaginário.

Nesse sentido, a ficção promove a construção de uma realidade para atender a um objetivo específico (promover a reflexão, encantar, criticar, divertir, etc.). Os mundos ficcionais podem corresponder à realidade, tal como a conhecemos, ou propor novas realidades, inteiramente imaginadas.

Toda obra de arte é uma representação da realidade.

Ainda que se ocupe de elementos em que podemos

reconhecer o real, arte é representação.

Observe o quadro a seguir de Lawrence Alma-Tadema, pintor

holandês do século XIX.

Nele reconhecemos as mulheres que, do alto, acompanham a chegada de um barco. Outros elementos do real são os detalhes das roupas, as grinaldas de flores, os sapatos da moça que está debruçada sobre a amurada.

Trata-se de uma representação, porque a organização do quadro revela o olhar singular do artista, que escolheu um ponto de vista muito particular para permitir que o observador dessa obra tenha a perfeita noção dos diferentes planos: no alto, as três mulheres e a estátua de um animal (provavelmente algum felino); embaixo, bem menor, para indicar a diferença na altura, a embarcação.

Muitas respostas possíveis.

Durante muito tempo, a arte foi entendida como a representação do belo.



Mas o que é o belo? O que essa palavra significa para nós, ocidentais, hoje, e o que significou para os povos do Oriente ou para os europeus que viveram na Idade Média?

Na Antiguidade, por exemplo, o belo estava condicionado ao conceito de harmonia e proporção entre as formas. Por esse motivo, o ideal de beleza entre os gregos ganha forma na representação dos seres humanos, vistos como modelo de perfeição.



No século XIX, o Romantismo adotará os sentimentos e a imaginação como princípios da criação artística. O belo desvincula-se da harmonia das formas.

Do século XX em diante, diferentes formas de conceber o significado e o modo do fazer artístico impuseram novas reflexões ao campo da arte. Desde então, ela deixa de ser apenas a representação do belo e passa a expressar também o movimento, a luz ou a interpretação geométrica das formas existentes. Pode também recriá-las. Em alguns casos, chega a enfrentar o desafio de representar o inconsciente humano. Por tudo isso, a arte pode ser entendida como a permanente recriação de uma linguagem.



O que é arte, afinal?

Entre tantas outras possibilidades, a arte surge como meio de provocar a reflexão no observador sobre o lugar da própria arte na sociedade de consumo ou sobre a relação entre o observador e o objeto observado. Ou seja, a arte pode ser uma provocação, espaço de reflexão e de interrogação.

Toda criação pressupõe um criador que filtra e recria a realidade e nos permite sua interpretação.

A arte, desse ponto de vista, é também o reflexo do artista, de seus ideais, de seu modo de ver e de compreender o mundo.

Como todo artista está sempre inserido em um tempo e em uma cultura, com sua história e com suas tradições, a obra que produz será sempre a expressão de sua época, de sua cultura.

As várias formas da arte

Pintura, escultura, música, arquitetura, fotografia, dança, cinema, literatura oral e escrita são algumas das manifestações da arte que conhecemos hoje e por meio das quais podemos construir mundos ficcionais e expressar nossas interpretações da realidade.

Magritte, R. Isto não é uma maçã. 1964. Óleo sobre tela, 152 × 100 cm. A pintura de René Magritte (1898-1967) marcou a arte do século XX.

Seus quadros questionam a própria natureza da pintura e a ação do pintor sobre a imagem.

Leia agora um fragmento de A metamorfose, de Franz Kafka (1883-1924). Repare como elementos do mundo real contribuem para que, como leitores, aceitemos a criação ficcional proposta pelo narrador.

Quando certa manhã Gregor Samsa acordou de sonhos intranquilos, encontrou-se em sua cama metamorfoseado num inseto monstruoso. Estava deitado sobre suas costas duras como couraça e, ao levantar um pouco a cabeça, viu seu ventre abaulado, marrom, dividido por nervuras arqueadas, no topo do qual a coberta, prestes a deslizar de vez, ainda mal se sustinha. Suas numerosas pernas, lastimavelmente finas em comparação com o volume do resto do corpo, tremulavam desamparadas diante dos seus olhos.

— O que aconteceu comigo? — pensou.

Não era um sonho. Seu quarto, um autêntico quarto humano, só que um pouco pequeno demais, permanecia calmo entre as quatro paredes bem conhecidas. Sobre a mesa, na qual se espalhava, desempacotado, um mostruário de tecidos — Samsa era caixeiro-viajante —, pendia a imagem que ele havia recortado fazia pouco tempo de uma revista ilustrada e colocado numa bela moldura dourada. Representava uma dama de chapéu de pele e boá de pele que, sentada em posição ereta, erguia ao encontro do espectador um pesado regalo também de pele, no qual desaparecia todo o seu antebraço.

O olhar de Gregor dirigiu-se então para a janela e o tempo turvo — ouviam-se gotas de chuva batendo no zinco do parapeito — deixou-o inteiramente melancólico.

KAFKA, Franz. A metamorfose. Tradução de Modesto Carone. 14. reimpressão. São Paulo: Companhia das Letras, 1997. p. 7-8. (Fragmento).



A arte da literatura

Como acontece com as outras artes, todas as sociedades, todas as culturas, em todos os tempos e em todos os lugares, produziram literatura em sua forma oral ou escrita.

Por quê?

Que atributos específicos teria a literatura para se mostrar, desde sempre, tão importante para homens e para mulheres?



Funções do texto literário

A palavra função, nesse contexto, se refere ao papel que a literatura desempenha nas sociedades. Foram os leitores, portanto, que atribuíram um papel à produção literária e são eles que a mantêm viva até os dias atuais.

• A literatura nos faz sonhar

Os textos têm o poder de transportar o leitor, provocar alegria ou tristeza, divertir ou emocionar. Em outras palavras, nos permitem “viver” outras vidas, sentir outras emoções e sensações.

Nesse sentido, a literatura nos oferece um descanso dos problemas cotidianosquando nos descortina o espaço do sonho e da fantasia.

• A literatura provoca nossa reflexão

Será que os textos literários têm o poder de transformar a realidade ou existem apenas para nos aliviar do peso da vida cotidiana?

Veja o que pensa José Saramago (1922-2010), escritor português contemporâneo que recebeu o Nobel de Literatura em 1998, em entrevista concedida ao jornal O Globo.

A literatura não tem o poder de modificar a realidade, como reconhece Saramago, mas é capaz de fazer as pessoas reavaliarem a própria vida e mudarem de comportamento.

Se esse efeito é alcançado, o texto literário desempenha um importante papel transformador, ainda que de modo indireto.

Pela resposta de Saramago, podemos dizer que a literatura pode provocar a reflexão e responderpor meio de construções simbólicasa perguntas que inquietam os seres humanos.

A literatura não tem o poder de modificar a realidade, como reconhece Saramago, mas é capaz de fazer as pessoas reavaliarem a própria vida e mudarem de comportamento. Se esse efeito é alcançado, o texto literário desempenha um importante papel transformador, ainda que de modo indireto.

Pela resposta de Saramago, podemos dizer que a literatura pode provocar a reflexão e responderpor meio de construções simbólicasa perguntas que inquietam os seres humanos.

• A literatura diverte



A experiência apaixonante de passar horas lendo um bom livro é familiar a muitas pessoas em todo o mundo.

Quem já não deu boas risadas sozinho com as trapalhadas cotidianas que tantos cronistas registram, como se dissessem que temos também de aprender a rir de nós mesmos?

Seja viajando no trem que leva os alunos para mais um ano letivo em Hog warts, nas histórias de Harry Potter, seja vagando pela Terra Média, na narrativa de O Senhor dos Anéis, os leitores que embarcam nas aventuras propostas pelos livros sabem que, aconteça o que acontecer, terão sempre consigo a memória das emoções sentidas em cada uma de suas jornadas literárias.

• A literatura nos ajuda a construir nossa identidade

Nos textos literários, de certo modo entramos em contato com a nossa história, o que nos dá a chance de compreender melhor nosso tempo, nossa trajetória como nação. O interessante, porém, é que essa “história” coletiva é recriada por meio das histórias individuais, das inúmeras personagens presentes nos textos que lemos, ou pelos poemas que nos tocam de alguma maneira.

Como leitores, interagimos com o que lemos. Somos tocados pelas experiências de leituras que, muitas vezes, evocam vivências pessoais e que nos ajudam a refletir sobre nossa identidade individual e também a construí-la.

 A literatura nos “ensina a viver”

Como toda manifestação artística, a literatura acompanha a trajetória humana e, por meio de palavras, constrói mundos familiares, em que pessoas semelhantes a nós vivem problemas idênticos aos nossos; e mundos fantásticos, povoados por seres imaginários, cuja existência é garantida somente por meio das palavras que lhes dão vida. Também exprime, pela criação poética, reflexões e emoções que parecem ser tão nossas quanto de quem as registrou.

Por meio da convivência com poemas e histórias que traçam tantos e diversos destinos, a literatura acaba por nos oferecer possibilidades de resposta a indagações comuns a todos os seres humanos.

• A literatura denuncia a realidade

Em diferentes momentos da história humana, a literatura teve um papel fundamental: o de denunciar a realidade, sobretudo quando setores da sociedade tentam ocultá-la. Ocorreu durante o período da ditadura militar no Brasil. Naquele momento, inúmeros escritores arriscaram a própria vida para denunciar, em suas obras, a violência que tornava a existência uma aventura arriscada.

A leitura dessas obras, mesmo que vivamos em uma sociedade democrática e livre, nos ensina a valorizar nossos direitos individuais, nos ajuda a desenvolver uma melhor consciência política e social. Em resumo, permite que olhemos para a nossa história e, conhecendo algumas de suas passagens mais aterradoras, busquemos construir um futuro melhor.


  • Reconhecer as características do gênero textual – biografia.
  • Identificar a finalidade do gênero textual biografia.
  • Ler e interpretar biografias de pessoas conhecidas.
  • Produzir biografias a partir de pesquisas e entrevistas com pessoas conhecidas.

Objetivos
  • Informações quanto ao nome da pessoa, data e local de seu nascimento;
  • Fatos importantes da vida dessa pessoa;
  • Texto narrado em terceira pessoa.
  • Uso frequente de pronomes pessoais e possessivos;
  • Predomínio de verbos no Pretérito Perfeito e Pretérito Imperfeito.
  • O relato dos fatos no texto biográfico aparece frequentemente pontuado de lembranças, porém com o compromisso de dizer a verdade.
  • O biografado é, em geral, uma pessoa importante, cuja vida e a obra têm relevância.

As principais características do gênero textual Biografia são:

A biografia é uma mistura de jornalismo e história que resulta em uma obra literária, onde  é levantado os fatos mais relevantes da vida de uma pessoa ou personagem, seguindo uma ordem cronológica (do nascimento à morte).

Em sala de aula, trabalhamos mais precisamente o texto discursivo, mas que engloba todas as características citadas.

Objetivo: Mostrar a função e importância do gênero biografia.

Traga 3 imagens diferentes  de figuras públicas  e/ou personagens que os alunos conheçam.

Peça que escolham uma imagem e escrevam numa folha em branco tudo que saibam sobre o personagem escolhido.

Após essa primeira atividade, faça uma roda de conversa para questionar e explicar:



O que é uma biografia?

Qual o objetivo desse tipo de texto?

Já leram alguma biografia?

Objetivo: Construir um texto biográfico com referência estrutural.

Não podemos esperar que o aluno escreva um tipo de texto sem nenhum conhecimento sobre ele. Como já sabem o que é uma biografia e sua função, é o momento de conhecer as características específicas que compõem esse tipo de texto.

A atividade abaixo tem como objetivo preencher as lacunas com as informações biográficas da escritora CECÍLIA MEIRELES, formando um texto biográfico sobre sua vida. O objetivo é que o aluno conheça a estrutural textual de uma biografia, como o texto é organizado.

Objetivo: Produzir um texto biográfico utilizando um roteiro.

Neste momento, os alunos já conhecem a função e as características que formam uma biografia. Agora é a hora de colocar os conhecimentos adquiridos em prática.

Apresente um Roteiro de Escrita que servirá de parâmetro para que o aluno produza o seu texto biográfico.

ROTEIRO DE ESCRITA

GÊNERO: BIOGRAFIA

1- Quem é a pessoa que será o personagem desta biografia?

2- Em que local, dia, mês e ano essa pessoa nasceu?

3- Qual a formação e profissão dessa pessoa?

4- Quais os fatos principais essa pessoa realizou em sua vida?

5- Cite suas obras e/ou realizações.

6 – Essa pessoa ainda está viva? Caso não esteja, cite a data, local e motivo do falecimento.

Contista, ensaísta e tradutor, este grande nome da literatura brasileira nasceu na cidade de Taubaté, interior de São Paulo, no ano de 1882. Formado em Direito, atuou como promotor público até se tornar fazendeiro, após receber herança deixada pelo avô.

Diante de um novo estilo de vida, ele passou a publicar seus primeiros contos em jornais e revistas, sendo que, posteriormente, reuniu uma série deles em Urupês, obra prima deste famoso escritor. Em uma época em que os livros brasileiros eram editados em Paris ou Lisboa, ele tornou-se também editor, passando a editar livros também no Brasil. Com isso, ele implantou uma série de renovações nos livros didáticos e infantis.

Este notável escritor é bastante conhecido entre as crianças, pois se dedicou a um estilo de escrita com linguagem simples onde realidade e fantasia estão lado a lado. Pode-se dizer que ele foi o pai da literatura infantil no Brasil. Suas personagens mais conhecidas são: Emília, uma boneca de pano com sentimento e ideias independentes; Pedrinho, personagem que o autor se identifica quando criança; Visconde de Sabugosa, a sábia espiga de milho que tem atitudes de adulto, Cuca, vilã que aterroriza a todos do sítio, Saci Pererê e outras personagens que fazem parte da inesquecível obra: O Sítio do Pica-Pau Amarelo, que até hoje encanta muitas crianças e adultos. 

Escreveu ainda outras incríveis obras infantis, como: A Menina do Nariz Arrebitado, O Saci, Fábulas do Marquês de Rabicó, Aventuras do Príncipe, Noivado de Narizinho, O Pó de Pirlimpimpim, Reinações de Narizinho, As Caçadas de Pedrinho, Emília no País da Gramática, Memórias da Emília, O Poço do Visconde, O Pica-Pau Amarelo e A Chave do Tamanho.  Fora os livros infantis, este escritor brasileiro escreveu outras obras literárias, tais como: O Choque das Raças, Urupês, A Barca de Gleyre e o Escândalo do Petróleo. Neste último livro, demonstra todo seu nacionalismo, posicionando-se totalmente favorável a exploração do petróleo apenas por empresas brasileiras.

No ano de 1948, o Brasil perdeu este grande talento que tanto contribuiu com o desenvolvimento de nossa literatura.

Disponível em: http://www.suapesquisa.com/biografias/monteirolobato/ [adaptado]

MONTEIRO LOBATO

Após a leitura da biografia é possível saber:

  • Quando e onde Monteiro Lobato nasceu?
  • Qual foi a sua profissão antes de se tornar escritor?
  • Que fato possibilitou que ele passasse a escrever e editar livros?
  • Qual foi a primeira obra de Monteiro Lobato?
  • Por que a biografia fala que Monteiro Lobato

  • foi o pai da literatura infantil brasileira?
  • Quais são as personagens mais importantes

  • criadas por esse autor?
  • Além de livros infantis, que outros livros

  • esse autor escreveu?
  • Quando Monteiro Lobato morreu?

Atividade de Produção

 artista famoso, escritor, cantor, inventor, atleta 

Nesse roteiro estarão informações importantes para a construção de uma biografia, tais como local e data de nascimento, nome completo, principais eventos da vida do biografado, profissões exercidas, principal talento, entre outras.

Para que se possa escrever a biografia de alguém, é preciso pesquisar sobre a vida e as realizações da pessoa. É importante, também, consultar outras fontes por meio de entrevista com o biografado, seus conhecidos, e com familiares que com ele conviveram, livros e artigos autobiográficos.

Escolha com a turma um personagem de quem eles gostariam de ler uma biografia (uma sugestão é usar as opções do site www.biography.com, que conta ainda com notícias relacionadas e recursos multimídia sobre os biografados). Selecionado o texto, distribua uma cópia a cada aluno e desenhe, no quadro, a seguinte tabela: 

Produção de uma biografia.

Tipo textual - Exposição



É a capacidade de organizar e apresentar informações de modo claro e coerente está na base dos textos expositivos.
Baixar 1.74 Mb.

Compartilhe com seus amigos:




©bemvin.org 2020
enviar mensagem

    Página principal
Prefeitura municipal
santa catarina
Universidade federal
prefeitura municipal
pregão presencial
universidade federal
outras providências
processo seletivo
catarina prefeitura
minas gerais
secretaria municipal
CÂmara municipal
ensino fundamental
ensino médio
concurso público
catarina município
reunião ordinária
Dispõe sobre
Serviço público
câmara municipal
público federal
Processo seletivo
processo licitatório
educaçÃo universidade
seletivo simplificado
Secretaria municipal
sessão ordinária
ensino superior
Universidade estadual
Relatório técnico
Conselho municipal
técnico científico
direitos humanos
científico período
pregão eletrônico
Curriculum vitae
espírito santo
Sequência didática
Quarta feira
conselho municipal
prefeito municipal
distrito federal
língua portuguesa
nossa senhora
educaçÃo secretaria
Pregão presencial
segunda feira
recursos humanos
educaçÃO ciência
Terça feira
agricultura familiar