Israel belo de azevedo



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O que Deus tem feito..., p. 115-175. 
   
[473]Cf. capítulo anterior. 
   
[474]KEY, J.S., op. cit.,, p. 192. 
   
[475]É preciso registrar que há outras entidades nacionais (como a União Feminina e 
a Junta de Juventude, entre outras) e estaduais (como a Convenção Batista Mineira, por 
exemplo) que também publicam livros. 
   
[476]Cf. KEY, J.S., op. cit., p. 255. 
   
[477]Para a história do jornal, ver AZEVEDO, Israel Belo de. A palavra marcada... 
   
[478]De alguns títulos só foi possível a obtenção do seu título. Sobre aqueles que 
conheceram outras edições é possível mais dados. 
   
[479]Trata-se de um livrete autobiográfico e apologético. 
   
[480]O livro seria publicado posteriormente pelos presbiterianos. 
   
[481]HOVEY, Alvah. A religião e o estado; proteção ou aliança? imposto ou 
isenção? Tradução e adaptação de Z.C. Taylor. Introdução de Honório Benedicto Ottoni. 
Bahia, Typographia Evangelica Baptista, 1889. 
   
[482]Trata-se de livro que reúne artigos de polêmicas publicadas na imprensa 
secular. 
   
[483]Este opúsculo foi republicado até 1951. 
   
[484]Cf. ANTUNES DE OLIVEIRA, Betty. Antonio Teixeira de Albuquerque, o 
primeiro pastor batista brasileiro. Rio de Janeiro: edição da autora, 1982. Sintetizado também 
em ANTUNES DE OLIVEIRA, Betty. Centelha em restolho seco..., p. 123-127. 
   
[485]Sobre o livro de Ford, Ginsburg escreveu em 1921: "Depois da Bíblia, este livro 
tem sido um esteio principal na maioria das igrejas batistas brasileiras. A tradução não é das 
melhores, o argumento histórico pode não ser o mais moderno, mas o livro tem sido um meio 
de edificar as jovens igrejas na 'fé que uma vez foi dada aos santos', e tem desenvolvido uma 

irmandade batista que pode se orgulhar de sua história e que está ciosa de seus privilégios e 
feitos". GINSBURG, S.L. Um judeu errante no Brasil. Trad. Manoel Avelino de Souza. Rio 
de Janeiro: Juerp, 1970, p. 72. A primeira edição do livro é de 1931. 
   
[486]Sobre sua participação no Cantor Cristão, cf. ICHTER, Bill H. Vultos da música 
evangélica no Brasil. Rio de Janeiro: Juerp, 1967, p. 65-72. 
   
[487]Cf. REIS PEREIRA, José dos. História dos batistas: 1882-1982. Rio de 
Janeiro: Juerp, 1982, p. 42-44. Sobre sua contribuição à hinódia, cf. ICHTER, Bill H., op. 
cit., p. 73-79. 
   
[488]Em 1994, estavam fora de catálogo em 1994. 
   
[489]Cf. AZEVEDO, Israel Belo de. A palavra marcada..., p. 54-61. 
   
[490]O juízo, corretíssimo, está em BELL, Lester C. Factors influencing doctrinal 
developments among the Brazilian baptists. Citado por REIS PEREIRA, José dos, op. cit., p. 
102. 
   
[491]No catálogo ainda em 1994. 
   
[492]Este é caso para a doutrina da perseverança dos santos. Taylor era calvinista 
estrito, neste ponto. Cf. "É possível a perda da salvação?" (195?), "A salvação do crente é 
eterna" (3ª ed.: 1955). Ele polemizou também com Jorge Buarque Lyra (A mesa batista -- 
1946). 
   
[493]No catálogo ainda em 1994. Para esta lista, servimo-nos do levantamento feito 
por nosso aluno João Marcos M.P. de Oliveira (Seminário Teológico Batista do Sul do Brasil 
-- 1978). 
   
[494]No catálogo ainda em 1994. 
   
[495]Evidentemente, há muito de impressionismo nestas escolhas. Essas impressões 
foram se registrando na mente do pesquisador pela contemplação e consulta aos livros da 
biblioteca do seu pai, que fazia comentários sobre os livros e tinham a sua lista (inconsciente) 
de "prediletos". Registraram-se também a partir de sua experiência como usuário e 
funcionário da biblioteca do Seminário Teológico Batista do Sul do Brasil por 15 anos. 
Entram aqui também os trabalhos que já desenvolveu sobre alguns autores. 
   
[496]Mitologia dupla. Rio de Janeiro: Juerp, 1971. 266p. Trata-se de uma terceira 
edição. 
   
[497]A lista de livros desse autor é prolífica e não se exaure aqui: Já têm os suicidas 
direito às missas (1955); Não será o purgatório mero "conto do vigário"? (1956); Por que 
também não casam os padres (1957); Será mesmo racional o culto das imagens (2ª ed., 
1957); Não bastará a Bíblia somente? (1960); Os livros apócrifos à luz da razão e do Novo 
Testamento (2ª ed.: 1966), entre outros, todos publicados pela editora oficial dos batistas, a 
Casa Publicadora Batista, depois Juerp. 
   
[498]"Retorno ao cristianismo" (195?) e "O celibato à luz das Escrituras" (2ª ed.: 
1956), entre outros.   
   
[499]A lista também desse autor é imensa, da qual se dão aqui alguns: O papa 
escravizará os cristãos (1967); A Senhora Aparecida; outro conto do vigário (1969); A 
Senhora de Fátima (1969); O Vaticano e a Bíblia (1969); Poder-se-á confiar nos padres? 
(1969); O ecumenismo e os batistas (1972); Os cursilhos da cristandade por dentro (1973), 
entre muitos outros, todas publicados pela Caminho de Damasco. 
   
[500]Os principais pensadores dessa corrente, marginal no meio batista, são: Lauro 
Bretones, David Malta Nascimento, Mário Barreto França, Himain Correia Lacerda e Hélcio 
da Silva Lessa. Sobre o movimento, cf. RIBEIRO, Antonio Carlos Silva. A bandeira 
arriada: uma análise da teologia social proposta por Diretriz Evangélica, de 1949 a 1951. 

Rio de Janeiro, 1983. 107p. (Monografia de bacharelato -- Seminário Teológico Batista do 
Sul do Brasil) 
   
[501]Tiveram boa circulação seu "Manual de doutrinamento" (1952), "Esteio da 
verdade" (1952) e "Meu bazar de idéias" (1958). 
   
[502]Entre seus livros, podem ser mencionados: "Tão grande salvação" (1978), "O 
mundo, a carne e o diabo" (1991), "Andai nele" (1979), "A escatologia do Novo Testamento" 
(1983), "Alegrai-vos no Senhor" (1984), "Justiça social e a interpretação da Bíblia" (1984), 
"Disciplina na igreja" (1983), "Adoração bíblica" (1987). 
   
[503]Ele publicou: "Aguilhões de Deus" (1964), "Um romance em cada canto" 
(1972), "E o dilúvio aconteceu" (1973), "Inerrância da Bíblia" (1974), "A razão da 
esperança" (1976), "Púlpito à sombra da cruz" (1977), "Cátedra e púlpito" (1979), "A 
superioridade da religião cristã (1991). 
   
[504]A maioria destes livros fornecerá elementos para o entendimento da teologia 
batista, como se verá no próximo capítulo. 
   
[505]Embora não publicado pelos batistas, mas pelos metodistas, esta novela foi 
leitura influente entre os batistas, como, de resto, entre todos os protestantes de missão. A 19ª 
edição do livro é de 1992. Os batistas publicaram a partir dos anos 20 várias edições de uma 
versão resumida preparada por L.P. Leavel. 
   
[506]Trata-se do maior best-seller entre os batistas, embora seu autor seja 
congregacional. A primeira edição da novela nos EUA é de 1896 e, no Brasil, de 1945; a 
última é de 1991. 
   
[507]Suas informações tornaram-se padrão especialmente entre pastores e 
professores da Escola Dominical. Junto às estantes, figuravam lado a lado a Bíblia, o 
dicionário e a revista da Escola Dominical. A primeira edição de Davis foi publicada pelo 
Centro Brasileira de Publicidade, mas com ampla circulação entre os batistas, que 
começaram a publicá-lo nos anos 50. 
   
[508]Este Seminário foi objeto, algumas vezes, da crítica de abrigar em seu corpo 
docente professores "modernistas". Por isso, seu corpo docente preparou sua declaração, 
subscrita por todos os professores como condição para permanecer nos quadros da 
instituição. 
   
[509]Cf. REIS PEREIRA, José dos, op. cit., p. 75. 
   
[510]A expressão é de Delcyr de Souza Lima e sintetiza bem um tipo de preocupação 
dos que se consideram na "trincheira" desta defesa. Ele chegou a editar um jornal -- o "Brasil 
batista", cujo dístico era: "em defesa da sã doutrina". O periódico se considerava uma 
"trincheira" na luta contra o "modernismo". Tendo deixado a Juerp, à qual voltaria 
posteriormente, fundou uma editora. 
   
[511]O Jornal Batista, de 12.11.1942, p. 1. Citado por AZEVEDO, Israel Belo de. 
palavra marcada..., p. 230. 
   
[512]O Jornal Batista, de 26.9.1940, p. 1. Citado por AZEVEDO, Israel Belo de. 
palavra marcada..., p. 231. 
   
[513]Em forma de livro, o axioma está cristalizado em SOREN, João Filson. O 
ensino religioso nas escolas. Rio de Janeiro: Amora, 1949. 
   
[514]Sobre o radicalismo, ver MARTINS, Mário Ribeiro. O radicalismo batista 
brasileiro. Recife, 1972. (Tese de Mestrado -- Seminário Teológico Batista do Norte do 
Brasil). Cf. MESQUITA, Antônio Neves. História dos baptistas do Brasil, de 1907 até 1935. 
Rio de Janeiro: Casa Publicadora Batista, 1940, p. 161-191; cf. também REIS PEREIRA, J., 
op. cit.,, p. 113-121, com as referências bibliográficas aí indicadas. A propósito, em sua 

história, Reis Pereira acha que a "questão radical" freou o crescimento numéricos dos 
batistas. 
   
[515]Os livros são: "É possível a perda da salvação?" e "A salvação do crente é 
eterna". 
   
[516]CONVENÇÃO BATISTA BRASILEIRA. A doutrina do Espírito Santo: 
parecer da Comissão dos Treze. Rio de Janeiro: Casa Publicadora Batista, 1963, p. 17. 
   
[517]Entre os livros sobre a controvérsia, podem ser consultados, principalmente: 
CONVENÇÃO BATISTA BRASILEIRA. A doutrina do Espírito Santo: parecer da 
Comissão dos Treze...; ASSIS, Ader Alves. Pioneirismo e neopioneirismo; cem anos de ação 
missionária em Minas. Belo Horizonte: Convenção Batista Mineira, 1989; FERNANDES, 
Humberto Viegas. Renovação espiritual: verdades erros. Rio de Janeiro: Juerp, 1979. A 
Revista Teológica, do Seminário Teológico Batista do Sul, trouxe nos anteriores ao 
movimento uma série de artigos contra e a favor da renovação espiritual. 
   
[518]O critério básico foi o da representatividade dos textos, associado à sua 
circulação. A exceção é ao "Princípio de individualismo", de Langston, praticamente 
ignorado, mas de importância capital, ao nosso ver. 
   
[519]Na literatura periódica batista, este foi, sem dúvida, o livro mais citado. Cf. 
AZEVEDO, Israel Belo de. A palavra marcada... 
   
[520]BAGBY, W.B. Carta à Foreign Mission Board, 29.8.1884, mss. Citado por 
AZEVEDO, Israel Belo de. Coluna e firmeza da verdade..., p. 29. 
   
[521]Cf. o capítulo 4 deste texto. 
   
[522]Ver, por exemplo, o uso denominacional da história geral do cristianismo por 
Emílio Conde (O testemunho dos séculos. Rio de Janeiro: Livros Evangélicos, 1960. 194p.), 
ao fazer sua igreja remontar ao Pentecoste original e estar em sucessão com outros cristãos ao 
longo da história, como os montanistas. 
   
[523]A concepção batista de igreja será tratada no próximo capítulo. 
   
[524]O resultado da polêmica está documentada em A mesa batista..., já citada. 
   
[525]Um artiguete do secretário-executivo da Junta de Missões Nacionais da 
Convenção Batista Brasileira é bastante explícito quanto a isto: "A obra missionária é das 
igrejas, e começa nas igrejas. (...) A Junta (...) procura ajudar crentes e igrejas a amarem a 
obra missionária, a conhecerem melhor as necessidades morais e espirituais do povo 
brasileiro, a se conscientizarem da vontade de Deus em termos de missões, a descobrirem 
desafios e porta abertas ao testemunho cristão". ARAÚJO, Oliveira. Fortalecendo a 
consciência missionária. A Pátria para Cristo, Rio de Janeiro, v. 46, n. 1, p. 1, 1991. É 
interessante comparar esta declaração com um anúncio promocional, de 1983, que apresenta 
o trabalho da Junta como tendo "o apoio dos batistas brasileiros em oração e no seu sustento". 
Cf. Anúncio veiculado na quarta capa da revista Campus, Rio de Janeiro, jul.-set. 1983. 
   
[526]PATTERSON, W. Morgan. A sucessionist view of baptist history.   
   
[527]GRAVES, J.R. Old landmarkism..., p. 142. 
   
[528]FORD, S.H. A origem e historia dos baptistas. Introdução de J.R. Graves e 
tradução de Zachary Clay Taylor. 2ª ed. Philadelphia: Sociedade Baptista Americana de 
Publicação, 1886, p. viii. Sobre o problema da sucessão apostólica, João Filson Soren 
escreveu mais de cem anos depois: os batistas "não se preocupam seriamente do aspecto 
sucessório de apostolicidade, o que, para a Igreja Católica e para alguns Reformadores 
Protestantes é o "sine qua non" de autêntica apostolicidade. A existência de uma linhagem 
Batista histórica ou teológica, defendida por alguns batistas, significa, em última análise, que 
esses batistas discernem na maranha da história do cristianismo a presença luzente de 

verdades e doutrinas que os Batistas esposam e defendem. Uma igreja de Jesus Cristo que 
surja hoje no mais remoto recanto deste mundo, embora sem qualquer patrocínio eclesiástico 
ou denominacional, mas composta de pessoas convertidas e batizadas biblicamente, crendo e 
praticando fielmente os ensinos do Novo Testamento sob a égide do Espírito Santo, é tão 
Batistas, tão autêntica e tão apostólica quanto qualquer outra, inclusive a igreja de Jerusalém 
pastoreada pelo Apóstolo Tiago. E isso não é doutrina Protestante. É eclesiologia Batista 
aprendida em o Novo Testamento". Cf. SOREN, João Filson. Os batistas são protestantes. 
Revista Teológica, Rio de Janeiro, v. 1 (nova fase), n. 2, dez. 1982, p. 40. 
   
[529]GRAVES, J.R. Old landmarkism..., p. 144. 
   
[530]FORD, S.H. A origem e historia dos baptistas... p. xxx. 
   
[531]TAYLOR, W.C. Que significa ser batista? Recife: Colégio Americano 
Brasileiro, [192?], p. 3. 
   
[532]TAYLOR, W.C. Que significa ser batista?..., p. 5. 
   
[533]LANGSTON, A.B. Verdadeira democracia. Rio de Janeiro: Casa Publicadora 
Batista, 1917, p. 25. 
   
[534]CRABTREE, A.R. História dos batistas do Brasil até o ano de 1906. Rio de 
Janeiro: Casa Publicadora Batista, 1937, p. 7. 
   
[535]CRABTREE, A.R. História dos batistas do Brasil..., p. 1. 
   
[536]CRABTREE, A.R. História dos batistas do Brasil..., p. 7. Em 1960, o vereador 
Luciano Lopes disse o mesmo aos seus colegas de Câmara municipal: "a história dos batistas 
é muito anterior a da Reforma luterana do século XVI". Lopes, no entanto, seguindo 
Crabtree, não vê na sucessão apostólica critério necessário para legitimar sua denominação. 
Cf. LOPES, Luciano. O povo batista e seus ideais. Rio de Janeiro: [e.a.], 1960, p. 2. 
   
[537]WATSON, S.L. O catolicismo e o evangelismo contrapostos. Rio de Janeiro: 
Casa Publicadora Batista, [192?], p. 27. 
   
[538]Este autor só teve acesso à segunda edição, revista, que é de 1886. 
   
[539]FORD, S.H. A origem e historia dos baptistas... p. xxii. 
   
[540]FORD, S.H. A origem e historia dos baptistas... p. xxiii. 
   
[541]FORD, S.H. A origem e historia dos baptistas... p. 114 -- Grifo do original.   
   
[542]FORD, S.H. A origem e historia dos baptistas... p. 115. 
   
[543]FORD, S.H. A origem e historia dos baptistas... p. xxiv. A propósito, o uso da 
palavra protestante não é unanimemente aceita pelos batistas para se referirem a si mesmos, 
exatamente por acreditarem que antecedem à Reforma. Depois de Taylor, que o recusou, o 
Jornal Batista o aceitou em 1901, para depois recusá-lo daí para frente. Cf. AZEVEDO, 
Israel Belo de. A palavra marcada: um estudo sobre a teologia política dos batistas 
brasileiros, de 1901 a 1964, segundo O Jornal Batista. Rio de Janeiro, 1983, p. 45. 
   
[544]CARROL, J.M. O rasto de sangue. Rio de Janeiro: Casa Publicadora Batista, 
[195?]. 55p. 
   
[545]VEDDER, Henry C. A short history of the baptists. Philadelphia: American 
Baptist Publication Society, 1907. 431p. 
   
[546]AZEVEDO, Israel Belo de. São os batistas protestantes? São. Mocidade 
Batista, out.-dez, 1980. 
   
[547]A propósito, a forma como este obteve recentemente uma cópia deste livro é 
bastante ilustrativa. Depois de tê-lo compulsado desde a adolescência, pela mão do seu pai, e 
depois na biblioteca do Seminário Teológico Batista do Sul do Brasil, no Rio de Janeiro, foi 
precisar dele para a elaboração deste capítulo. Enquanto pretendia ir à biblioteca, 
encontrou-o casualmente na biblioteca de um pastor batista de Presidente Prudente, guardado 

como uma preciosidade e do qual se tirou uma cópia. O livro, de fato, se tornou raro, por 
muito citado, mas não mais editado. 
   
[548]CARROL, J.M., op. cit., p. 9. 
   
[549]LANGSTON, A.B. O princípio de individualismo em suas expressões 
doutrinárias. Rio de Janeiro: Casa Publicadora Batista, 1933, p. 19, 20 e 21. 
   
[550]Cf. "Memorial ser apresentado à comissão do ante-projeto da Constituição 
Brasileira", elaborado pela Convenção Batista Brasileira. Transcrito pelo O Jornal Batista
de 23.2.1933, p. 3. 
   
[551]Sobre essa cooperação, "intensa e ativa", o preâmbulo da declaração de 1982 
explica: "Não havendo nenhum poder que possa constranger a igreja local, a não ser a 
vontade de Deus, manifestada através de seu Santo Espírito, os batistas, baseados nesse 
princípio da , realizam uma obra geral de missões, em que foram pioneiros entre os 
evangélicos nos tempos modernos; de evangelização, de educação teológica, religiosa e 
secular; de ação social e de beneficência. Para a execução desses fins, organizam associações 
regionais e convenções estaduais e nacionais, não tendo estas, no entanto, autoridade sobre as 
igrejas; devendo suas resoluções ser entendidas como sugestões ou apelos. Cf. preâmbulo da 
Declaração Doutrinária da Convenção Batista Brasileira (1986). 
   
[552]SOREN, João Filson. Os batistas são protestantes. Revista Teológica, Rio de 
Janeiro, v. 1 (nova fase), n. 2, dez. 1982, p. 41- 42. 
   
[553]LANGSTON, A.B. O princípio de individualismo..., p. 16-17. 
   
[554]LANGSTON, A.B. O princípio de individualismo..., p. 17. 
   
[555]LANGSTON, A.B. O princípio de individualismo..., p. 18. 
   
[556]MULLINS, E.Y. Os axiomas da religião. 3ª ed. Rio de Janeiro: Casa 
Publicadora Batista, 1960, p. 59-62. 
   
[557]MULLINS, E.Y., op. cit., p. 62-63. 
   
[558]CRABTREE, A.R. História dos batistas do Brasil até o ano de 1906. Rio de 
Janeiro: Casa Publicadora Batista, 1937, p. 12. 
   
[559]MULLINS, E.Y., op. cit., p. 63-64. 
   
[560]MULLINS, E.Y., op. cit., p. 64. 
   
[561]MULLINS, E.Y., op. cit., p. 65. 
   
[562]MULLINS, E.Y., op. cit., p. 285 e 286. Reparagrafização nossa. 
   
[563]LANGSTON, A.B., op. cit., p. 25. 
   
[564]LANGSTON, A.B., op. cit. p. 21. 
   
[565]LANGSTON, A.B., op. cit. p. 24. 
   
[566]LANGSTON, A.B., op. cit., p. 22 
   
[567]TAYLOR, W.C. Que significa ser batista? Recife: Colégio Americano Batista, 
[192?], p. 6. 
   
[568]TAYLOR, W.C. Cremos. Rio de Janeiro: Casa Publicadora Batista, 1946, p. 66. 
   
[569]CRABTREE, A.R., op. cit., p. 4-5. Ao prefaciar um livro de doutrinas (na 
verdade, um comentário à confissão de New Hampshire), Walter Kaschel lembrou que não se 
tratava de um credo,"porque os batistas não o possuem, mas uma síntese daquilo que 
cremos". Cf. WALLACE, O.C.S. O que crêem os batistas. 3ª ed. rev. Trad. Ricardo 
Pitrowski. Rio de Janeiro: Casa Publicadora Batista, 1943, p. 5. 
   
[570]Declaração Doutrinária da Convenção Batista Brasileira. 3ª ed. Rio de 
Janeiro: Juerp, 1991, p.4. 
   
[571]TAYLOR, W.C. Cremos..., p. 55. 
   
[572]TAYLOR, W.C. Cremos...,, p. 55. Segundo Taylor, "o Novo Testamento é 

autoridade suprema eternamente viva e suficiente, para a vida cristã". Cf. TAYLOR, W.C. 
Cremos..., p. 66. Sobre a função do Novo Testamento, Luciano Lopes escreveu também: "a 
chamada divina vem ao coração do pecador por muitos meios, mas é sempre a mensagem de 
Cristo como ele se apresenta no Novo Testamento. (...) Os batistas, como nenhuma outra 
denominação, aceitam o Novo Testamento como seu único credo para a orientação de fé e da 
vida eclesiástica, social e espiritual. O Velho Testamento é também, a Palavra de Deus, mas 
foi típico e completamente cumprido no Novo Concerto. Foi o aio para nos levar a Cristo. Cf. 
LOPES, Luciano. O povo batista..., p. 4. 
   
[573]Z.C. Taylor, sem consultar a ninguém, já que não havia convenção, traduziu a 
confissão de New Hampshire e a chamou de "Declaração de fé das igrejas batistas no Brazil". 
Sua primeira versão foi publicada como apêndice ao livro de Ford. Cf. FORD, S.H. A origem 
e historia dos baptistas. Introdução de J.R. Graves e tradução de Zachary Clay Taylor. 2ª ed. 
Philadelphia: Sociedade Baptista Americana de Publicação, 1886. 
   
[574]Declaração Doutrinária..., p. 5. 
   
[575]LIMA, Delcyr de Souza. Doutrinas Batistas. 2ª ed. Rio de Janeiro: Juerp, 1992, 
p. 11. 
   
[576]Cf. Princípios batistas. Rio de Janeiro: Departamento de Escolas Dominicais da 
Convenção Batista Brasileira, 196?, p. 1. 
   
[577]LOPES, Luciano. O povo batista..., p. 6. 
   
[578]ANDRADE, Roque Monteiro de. A inerrância da Bíblia. Rio de Janeiro: Juerp, 
1974, p. 23. 
   
[579]WATSON, S.L. O catolicismo e o evangelismo contrapostos. Rio de Janeiro: 
Casa Publicadora Batista, [192?], p. 24. 
   
[580]GATZ, Bertholdo. Podemos confiar na Bíblia? Campinas: Jumoc, [1994], p. 
14. 
   
[581]RIBEIRO, Jonas Celestino. O Espírito Santo e a vida cristã. Pontos Salientes 
1994. Rio de Janeiro: Juerp, 1994, p. 204. 
   
[582]Declaração de fé das igrejas batistas no Brazil... Langston ensina que "o 
homem foi criado com propensão para o bem, embora essa propensão precisava "de 
confirmação de sua parte". Cf. LANGSTON, A.B. 
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