Israel belo de azevedo



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op. cit., v. 1, p. 616. 
   
[268]Escrevendo em 1897, Vedder distingue três períodos na história batista 
americana, os quais podem ser assumidos aqui: o primeiro coincide com o período colonial e 
foi marcado pelo testemunho e pela perseguição; o segundo corresponde ao período da 
expansão territorial (1776-1845) e experimentou um grande crescimento numérico; o 
terceiro, a partir da guerra mexicana, caracterizou-se pela ênfase à evangelização e à 
educação. VEDDER, Henry C. A short history of the baptists. Rev. ed. Philadelphia: 
American Baptist Publication Society, 1897, p. 189. 
   
[269]Um exemplo é a adoção do sistema britânico de constituição de associações 
voluntárias de igrejas. A Associação Batista de Philadelphia, organizada nesta cidade da 
Pennsylvania, em 1707, seguiu o modelo da Inglaterra e do País de Gales. Ela não preparou 
uma confissão de fé, mas adotou a Segunda de Londres, acrescentando-lhe dois parágrafos de 
natureza eclesiástica. Cf. TORBERT, Robert, op. cit., p. 212-214. 
   
[270]NEWMAN, Albert H. A manual of church history. Rev. ed. Philadelphia: The 
American Baptist Publication Association, 1957, v. 2, p. 694. 
   
[271]Cf. BACKUS, Isaac. A history of New England with particular reference to the 
denomination of christian called baptists. 2nd ed. Edited by David Weston. Newton, Mass.: 
Backus Historical Society, 1871, v. 2, p. 401. 
   
[272]Cf. BENEDICT, David. A general history of the baptist denomination in 
America and other parts of the world. New York: Leys Colby, 1848, p. 822. 
   
[273]TORBERT, Robert, op. cit., p. 424. 
   
[274]Cf. NEWMAN, Albert H., op. cit., p. 695. 
   
[275]GAUSTAD, E.S. A documentary history..., p. 386. Uma testemunha ocular, o 
congregacional Jedidiah Morse (1761-1826), observou em 1790: "Os batistas e os metodistas 
são geralmente suprimidos por pregadores itinerantes, que têm largas e promíscuas 
audiências, e pregam quase todos os dias e geralmente várias vezes ao dia". Cf. GAUSTAD, 
E.S. A documentary history..., p. 309. 
   
[276]Esta má-vontade, até hoje existente, inclusive no Brasil, foi sintetizada por John 
Leland (1754-1841), para quem uma confissão de fé, num estado livre, era uma espécie de 
"Virgem Maria entre as almas dos homens e as Escrituras". Citado GOEN, C.G. Revivalism 
and separatism in New England, 1740-1800; strict congregationalists and separate baptists 
in the Great Awakening. New Haven: Yale University Press, 1962, p. 286. 
   
[277]O primeiro era sobre o cântico de salmos (definido como uma "santa ordenança 
de Cristo e não uma parte da religião natural ou apenas um dever moral", razão pela qual as 
igrejas deveriam "cantar louvores a Deus") e segundo era sobre a imposição de mãos 
(também definida como uma ordenança de Cristo, não para conceder "dons extraordinários", 

mas para confirmar, fortalecer e confortar os crentes. Transcritos por LUMPKIN, William. 
Baptist confessions of faith. Philadelphia: Judson Press, 1959, p. 350-353, e também por 
BAKER, Robert A., op. cit., p. 10. 
   
[278]Cf. BACKUS, I., op. cit., p. 232. 
   
[279]Citado por GOEN, C. C., op. cit., p. 224. 
   
[280]BACKUS, I., op. cit., p. 257. 
   
[281]Cf. BACKUS, I., op. cit., p. 232. Mais uma vez, a reparagrafização é nossa 
   
[282]A reparagrafização é nossa. Citado por BAKER, Robert A., op. cit., p. 18. 
   
[283]Cf. BENEDICT, David. A general history of the baptist denomination in 
America and other parts of the world. New York: Leys Colby, 1848, p. 822. Os parágrafos 
vêm numerados na versão citada. 
   
[284]BAKER, Robert A., op. cit., p. 137-140. 
   
[285]BACKUS, I., op. cit., p. 303. A evidência da permanência da teoria federal, 
como elaborada por J. Coceius (1603-1669) e F. Turretin (1623-1687), fica demonstrada pela 
necessidade de que o teólogo batista Augustus Strong (1836-1921) teve de recusá-la em 1886 
e 1906, por entender que a Bíblia não faz qualquer menção a um pacto entre Deus e Adão, 
que a idéia impugna justiça de Deus, ao tornar os homens responsáveis pela violação de um 
pacto que não estabeleceram. Ver STRONG, Augustus P. Systematic theology. Valley Forge: 
Judson Press, 1970, p. 614-616. 
   
[286]Citado por BAKER, Robert A., op. cit.,, p. 18. 
   
[287]LUMPKIN, W., op. cit., p. 355. 
   
[288]BAKER, Robert A., op. cit., p. 18. 
   
[289]LUMPKIN, W., op. cit., p. 361-362. 
   
[290]BACKUS, I., loc. cit. 
   
[291]LUMPKIN, W., op. cit., p. 356. 
   
[292]LUMPKIN, W., loc. cit. 
   
[293]BAKER, Robert A., op. cit., p. 137-140. 
   
[294]LUMPKIN, W., op. cit., p. 365. 
   
[295]Cf. GOEN, C.C., op. cit., p. 285. 
   
[296]Cf. GOEN, C.C., op. cit., p. 287. 
   
[297]O processo é sintetizado por autores como Goen, Torbert e Baker, já citados. 
Goen mostra que "a urgência que os evangelistas batistas colocavam no compromisso 
imediato com Cristo, insistindo numa experiência interior de uma religião baseada no 
coração em lugar de uma compreensão clara de algum sistema doutrinário, modificou 
grandemente seu calvinismo original" (GOEN, C.G., op. cit., p. 285) Torbert saliente, 
especialmente na Carolina do Norte, a mensagem arminiana, que exercia mais apelo sobre a 
população da fronteira, foi, após o primeiro Grande Despertamento, transformado num 
calvinismo mais moderado. A conciliação permitia combinar o zelo evangelizador com a 
doutrina calvinista. (TORBERT, R., op. cit., p. 220) 
   
[298]Citado por GOEN, C.C., op. cit., p. 285. 
   
[299]GOEN, C.C.,    p. 282-287. 
   
[300]BACKUS, I., op. cit., p. 325 e 326. 
   
[301]BAKER, Robert A., op. cit., p. 15. A história da união entre batistas regulares e 
separados indica que havia problemas quanto aos costumes, especialmente as vestimentas. 
Os separados, por exemplo, achavam que os regulares se vestiam com excesso 
("superfluity"). BAKER, Robert A., op. cit., p. 23. 
   
[302]LUMPKIN, W., op. cit., p. 356. 

   
[303]LUMPKIN, W., op. cit., p. 366. Como uma demonstração do abrandamento da 
tradição, a edição de 1853 da confissão acrescentou um "pecaminosas" à palavra "recreação".   
   
[304]BAKER, Robert A., op. cit., p. 2. 
   
[305]BACKUS, I., op. cit., p. 303 e 304. 
   
[306]Cf. GOEN, C.C., op. cit., p. 289. 
   
[307]Cf. GOEN, C.C. op. cit., p. 289. 
   
[308]BAKER, Robert A., op. cit., p. 10. 
   
[309]A afirmação faz parte dos artigos de Kehukee. Cf. LUMPKIN, W., op. cit., p. 
356. 
   
[310]LUMPKIN, W., op. cit., p. 358. 
   
[311]GRAVES, J.R. Moção apresentada à convenção reunida em Cotton Grove, 
Tenn., em 1851. Citado por BAKER, Robert A., op. cit., p. 142. Os itálicos são de Graves. O 
landmarkismo ("landmarkism" ou "old landmarkismo") foi um termo usado pelos próprios 
próceres do movimento, liderado por Graves, James M. Pendleton, do Kentucky, e Amos C. 
Dayton (1813-1865) e que influenciou consideravelmente os batistas no século 19. Nessa 
mesma época surgiram tendências individualistas semelhantes entre os presbiterianos 
("Old-School Presbyterians"), episcopais ("High-church Episcopalians") e os luteranos. 
Entre os batistas, a senha para a sua deflagração foi um artigo no jornal; nele, John Lightfoot 
Waller, respondendo a uma pergunta acerca da validade do batismo realizado sob profissão 
de fé por um pedobatista, concluiu que sim. Graves respondeu que não. Cf. TORBERT, 
Robert G., op. cit., p. 281-282. Graves atacou os metodistas e os presbiterianos, através de 
livros e das páginas do "Tennessee Baptist", de que era editor. Por sua iniciativa, foi 
publicado o livro de Pendleton (An Old Landmark Re-Set, em 1854) e republicado o do 
britânico G.H. Orchard (Concise History of Foreign Baptist, em 1855), aparecido 
inicialmente em 1838. Para um resumo dos ataques mútuos, cf. AHLSTROM, S., op. cit., v. 
2, p. 178-181. 
   
[312]GRAVES, J.R. Old Landmarkism: what is it? Citado por BAKER, Robert A., 
op. cit., p. 142. 
   
[313]BLOOM, .H., op. cit., p. 197. 
   
[314]GRAVES, J.R. Old landmarkism..., p. 144. 
   
[315]GRAVES, J.R. Old landmarkism..., p. 145. 
   
[316]Apesar das controvérsias no seio da Southern Baptist Convention, uma divisão 
só aconteceu em 1905, com Ben. M. Bogard, na General Association of Landmark Baptists 
ou American Baptist Association. O significado do movimento para o Brasil será objeto de 
considerações nos capítulos posteriores. 
   
[317]Cf. BACKUS, I., op. cit., p. 232. 
   
[318]BAKER, Robert A., op. cit., p. 139. 
   
[319]Cf. LUMPKIN, W., op. cit., p. 366. 
   
[320]Uma mostra disso foi a decisão, em 1662, da Assembléia de Virgínia, ao 
estabelecer um procedimento próximo ao adotado pela da inquisição. O "cismático" que se 
recusasse a levar seu filho para ser batizado por um ministro legal pagaria uma multa de 200 
pounds de tabaco, "metade para o informante, metade para o público". Cf. BAKER, Robert 
A., op. cit., p. 7. 
   
[321]Cf. BACKUS, Isaac, op. cit., p. 232. 
   
[322]BACKUS, I., op. cit., p. 197 e 198. A propósito, o editor do livro de Backus viu 
necessidade de aderir o testemunho de Rippon, de Londres, que, numa carta ao presidente da 
Brown Universidade, James Manning, mostra que os batistas ingleses eram favoráveis à 

causa americana: "Cremos que a independência da América garantirá a liberdade deste país, 
mas se este continente for reduzido, a Bretanha não mais terá sido livre". 
   
[323]Cf. BAKER, Robert A., op. cit., p. 33. 
   
[324]Cf. BAKER, Robert A., loc. cit. 
   
[325]Backus escreveu: "enquanto a defesa dos direitos civis da América tornou-se 
um assunto de grande importância, nossas liberdades religiosas não podem ser 
negligenciadas". BACKUS, I., op. cit., p. 199. 
   
[326]LELAND, John. Citado por GAUSTAD, E., A documentary history..., p. 321. 
   
[327]ALLEN, John. Citado por GAUSTAD, E. A documentary history..., p. 251. 
   
[328]A este propósito, Mullins assim analisou a contribuição batista à cultura política 
norte-americana. "Os batistas têm sido os únicos intérpretes adequados da Reforma"; "os 
batistas têm fornecido à civilização americana a mais espiritual interpretação do cristianismo 
que o mundo tem visto"; "os batistas têm exibido perante a civilização americana o mais 
notável exemplo de unidade denominacional"; "os batistas contribuíram para a civilização 
americana com a idéia completa da liberdade"; "os batistas têm fornecido os análogos 
espirituais de todo o nosso sistema político. Foram eles que proveram as idéias morais e 
espirituais sobre as quais se levanta a nossa estrutura política. Ora, há dois princípios que 
sumarizam a teoria política da república americana, e ambos se reduzem a um, que é a 
competência dos cidadãos para tratarem dos seus destinos políticos". Cf. MULLINS, E.Y. Os 
axiomas da religião. Trad. J.W. Shepard. 3ª ed. Rio de Janeiro: Casa Publicadora Batista, 
1956, p. 243-254. (Para a edição norte-americana: The axiomes of religion: a new 
interpretation of the baptist faith. Philadelphia: American Baptist Publication Society, 1908. 
316p.) 
   
[329]LELAND, John. Citado por BAKER, Robert A., op. cit., p. 40. O papel dos 
pregadores protestantes e dos batistas em particular não pode ser olvidado. Foi muito estreito 
o "elo entre o púlpito e a liberdade política", especialmente na década de 1770. Como 
mostrou Gaustad, "o pregador popularizava, dramatizava e disseminava noções de liberdade 
que, de outro modo, permaneceria como uma posse exclusiva de uma elite intelectual". Sem 
a atuação deles, essas idéias dificilmente teriam movido uma população inteira à revolta". 
GAUSTAD, E. A documentary history..., p. 250 e 251. 
   
[330]GAUSTAD, E. A documentary history..., p. 268. 
   
[331]Cf. GAUSTAD, E. A documentary history..., p. 270. 
   
[332]GAUSTAD, E. A documentary history..., p. 268. 
   
[333]GAUSTAD, E. A documentary history..., p. 270. 
   
[334]GAUSTAD, E. A documentary history..., p. 273 e 274. 
   
[335]Cf. LUMPKIN, W., op. cit., p. 286. 
   
[336]Cf. também LUMPKIN, W., op. cit., p. 328. O documento tinha o seguinte 
subtítulo: "Ensaio para unir e confirmar todos os verdadeiros protestantes nos artigos 
fundamentais da religião cristã, contra os erros e heresias de Roma". 
   
[337]Ver, para este crescimento, BACON, Leonard W. A history of american 
christianity. New York: Charles Scribner's Sons, 1913, p. 214 e 333-330. O livro de Bacon 
(1802-1881), que era congregacional, foi publicado em 1897. 
   
[338]SUTTON, Robert P. (ed.). The praire state; a documentary history of Illinois, 
colonial years do 1860. Grand Rapids: Eerdmans, 1976, p. 337. 
   
[339]GAUSTAD, E. A documentary history..., p. 96. Como se recorda, de todas as 13 
colônias, só a de Maryland começou com um proprietário católico. 
   
[340]GAUSTAD, E., op. cit., p. 460. 

   
[341]GAUSTAD, E., loc. cit. 
   
[342]É significativo para o pensamento brasileiro que Strong busque, como farão os 
anticatólicos no Brasil o testemunho do "eminente professor Laveleye". Cf. GAUSTAD, E. 
Religious history.... GAUSTAD, S., Religious Issues..., p. 201 e 202. 
   
[343]GAUSTAD, E., A documentary history..., p. 463. 
   
[344]GAUSTAD, E., A documentary history..., p. 464. 
   
[345]WOLF, Richard C. "Introduction" to CARTER, Paul. The idea of progress in 
american protestant thought, 1930-1960. Philadelphia: Fortress, 1969, p. ix. 
   
[346]Citado por DILLENBERGER, J., WELCH, C. op. cit., p. 162. De certo modo, a 
frase faz coro com a famosa frase de Wesley: "O mundo é a minha paróquia". 
   
[347]Não se deve esquecer o papel de várias sociedades voluntárias e também dos 
quakers na oposição a qualquer aliança entre igreja e estado. No entanto, a "agressividade" 
batista, apoiada numa crescente membresia, foi fundamental. É interessante que às posições 
denominacionais estava associado o deísmo de muitos líderes da jovem república, um 
deísmo, como diz Gaustad (Religious history..., p. 65) que olhava a religião institucional não 
propriamente para apoiá-la mas, paradoxalmente, para limitar-lhe ou lhe enfraquecer a 
atuação. Para Jefferson (que disse: "Creio que nunca haveria um infiel se não houvesse um 
sacerdote") e Madison, a religião era um assunto exclusivo entre o indivíduo e o criador. Os 
batistas pensavam do mesmo modo. Os deístas rejeitavam a idéia de uma religião 
estabelecida. Os batistas também. O acordo foi feito em função dos pontos comuns 
   
[348]LELAND, John. Citado por BAKER, Robert A., op. cit., p. 40. 
   
[349]LOCKE, John. Carta acerca da tolerância. São Paulo: Abril Cultural, 1973, p. 
13-16. (Os Pensadores, v. XVIII. 
   
[350]BELLAH, Robert N. A nova consciência religiosa e a crise na modernidade. 
Religião e sociedade, v. 13, n. 2, julho 1986, p. 20-22. A análise global do autor sobre a 
religião civil americana está em seu The broken covenant: american civil religion in time of 
trial. New York: Seabury, 1975. 
   
[351]Na crítica de Ahlstrom, (op. cit., p. 464) "a União tornou-se um objeto 
transcendente de reverência", como se fosse um gerador de "obrigações cívicas e fonte de fé 
e esperança". 
   
[352]Cf. a análise de AZEVEDO, Thales. A religião civil brasileira; um instrumento 
político. Petrópolis: Vozes, 1981. 142p. Para uma bibliografia sobre as relações igreja e 
estado na história latino-americana, ver AZEVEDO, Israel Belo de Azevedo. As cruzadas 
inacabadas. Rio de Janeiro: Gêmeos, 1980. 172p. 
   
[353]HILL, C. O mundo de ponta cabeça. Trad. Renato Janine Ribeiro. São Paulo: 
Companhia de Letras, 1987, p. 168. 
   
[354]HILL, C. The century of religion, 1603-1714. London: Cardinal, 1974 , p. 168. 
   
[355]Não se deve esquecer que o voluntário é, de certo modo, filho do princípio da 
separação entre igreja e estado, como já notara o teólogo presbiteriano Robert Baird 
(1798-1863), ao escrever, em 1843, que "não havendo mais união entre igreja e estado", para 
sua sustentação, "a religião deve depender" tão somente do "princípio voluntário". Cf. 
GAUSTAD, E., op. cit., p. 401. 
   
[356]Cf. DILLENBERGER, J., WELCH, C, op. cit., p. 121. 
   
[357]NEWMAN, Robert C. New England Theology. Em: DOUGLAS, J.D. (ed.), op. 
cit., p. 701. Para um resumo das mudanças no calvinismo americano, ver MENDONÇA, 
Antônio Gouvêa, VELASQUES FILHO, Prócoro, op. cit., p. 82.92. 
   
[358]DAYTON, Donald W. Perfectionism. Em: DOUGLAS, J.D. (ed.), op. cit., p. 

765. 
   
[359]Ver, neste sentido, o ataque do reformado John W. Nevin (1803-1886) ao que 
chama de "máquina do avivamento" de Finney. Cf. GAUSTAD, E.. Religious history..., p. 
118-130. 
   
[360]NIEBUHR, H. Richard. The social sources of denominationalism. New York: 
Meridian Books, 1959, p. 110. 
   
[361]NIEBUHR, H. Richard op. cit., p. 135. 
   
[362]Cf. a síntese de REILY, D.A., op. cit., p. 228. Reily (op. cit., p. 204-211) 
caracteriza as denominações americanas como tendo um propósito comum de propagar suas 
idéias, constituindo-se, pois, em meios para o fim. 
   
[363]SCHAFF, Philip. The principle of protestantism. Citado por AHLSTROM, S., 
op. cit., v. 1, p. 616. 
   
[364]Membro de uma igreja batista de tradição calvinista estrita (eleição particular), 
o sapateiro Guilherme Carey (1761-1834) foi ordenado ao pastorado em 1786, publicando 
seis anos depois um panfleto com "An enquiry into the obligations of christians to use means 
for the conversion of the heathens", em que propunha a criação de sociedades para a pregação 
do evangelho pelo mundo. Nesse mesmo ano, após um famoso sermão ("Esperai grandes 
coisas de Deus; fazei grandes coisas para Deus"), foi fundada a Baptist Society for 
Propagating the Gospel among the Heathen (posteriormente Baptist Missionary Society). Em 
1793, ele foi para a Índia, onde traduziu e publicou a Bíblia, fundou uma gráfica, uma escola 
e um hospital. Seu modelo de ação (tradução da Bíblia, evangelização, implantação de 
igrejas, educação e assistência médica) seria um padrão no mundo inteiro. 
   
[365]Quanto aos batistas, em 1832, o moto "North America for Christ" foi adotado. 
(Cf. TORBERT, Robert G., op. cit., p. 361). No Brasil, virou "a pátria para Cristo" ou "o 
Brasil para Cristo". A expressão de Wayland foi também cristalizada no título de uma revista 
missionária: "O campo é o mundo". 
   
[366]O título e a frase final de um livro de um batista era a sugestiva conclamação: 
"igrejas, pois, ao front!". CRAWFORD, T.P. Churches, to the fronts! Citado por BAKER, 
Robert A., op. cit., p. 176. 
   
[367]TYLER, Moses C., op. cit., p. 75. 
   
[368]BACKUS, I., op. cit., p. 328. 
   
[369]JAMES, William. Pragmatismo e outros ensaios. Trad. Jorge Caetano da Silva. 
Rio de Janeiro: Lidador, 1967, p. 48 e 57. 
   
[370]Hofstadter, na sua análise sobre o crescimento do antiintelectualismo nos 
Estados Unidos, insiste que "o sentimento de que o intelecto, acima de tudo, deveria prestar 
serviço, o desprezo pela doutrina e pelo refinamento nas idéias, a subordinação dos 
intelectuais aos homens de força emocional ou de capacidade prática não são inovações do 
século XX, mas heranças do protestantismo americano". Cf. op. cit., p. 69. 
   
[371]DILLENBERGER, J., WELCH, Claude, op. cit., p. 144. 
   
[372]Aliás, no norte, chegou a se formar em 1839 a American Baptist Anti-Slavery 
Convention, em New York, para defender a "imediata emancipação" dos escravos. Numa 
mensagem aos sulistas, os nortistas afirmaram: "É nossa firme convicção que todo o sistema 
escravista americano, na teoria e na prática, é uma violação dos instintos da natureza, uma 
perversão dos princípios básicos da justiça e uma efetiva transgressão à vontade revelada de 
Deus". O candente documento pode ser lido por completo em BAKER, Robert A., op. cit., p. 
91 
   
[373]BAKER, Robert A. A baptist source book. Nashville: Broadman, 1966, p. 89. 

   
[374]Em 1772, John Allen considerava "a escravidão a ruína da América, um grande 
mal, contra as leis da humanidade e a força do argumento". Cf. GAUSTAD, E., 
documentary history..., p. 253. 
   
[375]BAKER, Robert A., op. cit., p. 90. 
   
[376]BAKER, Robert A., op. cit., p. 97. 
   
[377]Cf. BAKER, Robert A., op. cit., p. 121. 
   
[378]Parte da visão isolacionista está na revisão da participação na guerra pela 
independência, que algumas regiões deteriorou a vida religiosa (cf. TORBERT, R., op. cit., 
p. 238), com "grande interrupção nos exercícios e prazeres espirituais, em lugares próximos 
da cena de ação" (segundo BACKUS, I., op. cit., p. 199), conquanto, em outras, tenha 
provocado muitas adesões. É possível que tenha prevalecido a idéia de que a guerra 
prejudicou o crescimento da denominação. 
   
[379]CRAWFORD, T.P., op. cit., p. 176. 
   
[380]BARBOSA, Rui. Secularização dos Cemitérios. Em: Obras Completas. Rio de 
Janeiro: Ministério da Educação, 1950, v. 7, t. 1, p. 163.) 
   
[381]Para uma síntese e tipologia, ver AZEVEDO, Israel Belo de. As cruzadas 
inacabadas; introdução à história da igreja na América Latina. Rio de Janeiro: Gêmeos, 
1980. 172p. Ver também MENDONÇA, Antônio Gouvêa. Evolução histórica e configuração 
do protestantismo no Brasil. Em: MENDONÇA, Antônio Gouvêa. 
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