Israel belo de azevedo



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The century of revolution 
1603-1714..., p. 149. 

   
[176]Citado por UNDERWOOD, A.C., op. cit., p. 38. A propósito, simpatizante dos 
menonitas e inseguro da validade do seu (auto)batismo, Smyth procurou unir-se a estes, o 
que só viria a acontecer com o seu grupo após sua morte, por relutância dos menonitas. O 
desejo provocou uma cisão que Helwys, que temia pela sua cristologia, suspeitando que seu 
pastor tivesse aderido a uma eclesiologia sucessionista e a cristologia hoffmanita, de que 
eram acusados os menonitas. Pela importância da questão sucessionista na história posterior 
dos batistas, registre-se a defesa de Smyth, que escreveu: "nego toda sucessão exceto na 
verdade e sustento que não devemos violar a ordem da Igreja primitiva". 
   
[177]Pouco depois da partida, a esposa de Helwys, que ele achava a salvo da 
perseguição, foi encarcerada. 
   
[178]Cf. UNDERWOOD, A.C., op. cit., p. 85 e também BAKER, Robert. Los 
bautistas en la historia. Trad. Cecil Moore. El Paso: Casa Bautista de Publicaciones, 1965, p. 
55. 
   
[179]SHAKESPEARE, John. Baptist and congregational pioneers. Citado por 
UNDERWOOD, A.C., op. cit., p. 58. 
   
[180]Batistas particulares e batistas gerais se uniriam em 1891 na União Batista da 
Grã-Bretanha, graças aos esforços de John Clifford. Nos Estados Unidos, a história seria 
diferente. O problema estava resolvido, quando os batistas chegaram ao Brasil. 
   
[181]Ver, para os grupos puritanos e parapuritanos, as obras de Christopher Hill, já 
citadas. 
   
[182]Para esta participação, veja-se, entre outros textos, o já citado UNDERWOOD, 
A.C., op. cit., p. 66-88, bem como TORBET, Robert G. A history of the baptists. Valley 
Forge: Judson, 1963, p. 46-54. Digno de registro é o fato que as edições da chamada 
Confissão de de Fé, de Londres, publicadas em 1651 e 1652 omitiram uma referência, 
presente na edição original, na qual se agradecia a Deus pelo rei e pelo parlamento por terem 
derrubado a "tirania e a opressão da hierarquia" religiosa. Cf. informação de LUMPKIN, 
W.L., op. cit., p. 169. 
   
[183]A constituição dessas associações teve os seguintes passos: 
   
. a ação conjunta de cinco ou seis igrejas batistas gerais entre 1624 e 1630 em busca 
de uma união como os menonitas holandeses; 
   
. a adoção de uma confissão de fé por sete igrejas batistas particulares em 1644; 
   
. o encontro em 1650 de três igrejas galesas para uma ação comum; 
   
. o encontro em 1651 de 30 igrejas batistas gerais dos condados do centro, que 
enviaram dois mensageiros cada por território 100 por 24 milhas, estabelecendo assim um 
modelo para futuras organizações associacionais batistas gerais; 
   
. a organização das igrejas de Berkshidre no dia 8 de outubro de 1652 com uma 
constituição formal; 
   
. o envio por parte das igrejas das regiões ocidentais de representantes à reunião de 
Gales em 1653. (Cf. TORBET, Robert G., op. cit., p. 73. 
   
[184]TORBET, Robert G., loc. cit.
   
[185]Cf. UNDERWOOD, A.C., op. cit., p. 40-42. Neste sentido, é preciso registrar o 
que John Locke (1632-1704), filho de puritanos, aluno do Christ's College, como Smyth, e 
influenciado pelo congregacionalista John Owen, escreveria mais tarde na sua "Carta acerca 
da tolerância", de 1689 (conforme está na Carta acerca da tolerância. Trad. Anoar Aiex. São 
Paulo: Abril, 1973, p. 7-36. -- Os pensadores, v. XVIII): 
   
. "Não cabe ao magistrado civil o cuidado das almas, nem tampouco a quaisquer 
outros homens. Isto não lhe foi outorgado por Deus, porque não parece que Deus tenha 

jamais delegado autoridade a um homem sobre o outro para induzir outros homens a aceitar 
sua religião. (p. 11) 
   
. O cuidado das almas não pode pertencer ao magistrado civil, porque seu poder 
consiste totalmente em coerção. Mas a religião verdadeira e salvadora consiste na persuasão 
interior do espírito, sem o que nada tem qualquer valor para Deus, pois tal é a natureza do 
entendimento humano, que não pode ser obrigado por nenhuma força externa. (p. 12) 
   
. Uma igreja é uma sociedade livre de homens, reunidos entre si por iniciativa própria 
para o culto público a Deus, de tal modo que acreditam que será aceitável pela Divindade 
para a salvação de suas almas. (p. 12) 
   
. Deus, Todo-Poderoso, permita que se pregue finalmente o Evangelho da paz e que 
os magistrados civis, tornando-se mais ansiosos para conformar a própria consciência à lei de 
Deus do que forçar outros homens pelas leis humanas, devem, como pais de seu próprio país, 
orientar todos os seus conselhos e esforços para promover o bem público civil de todos os 
seus filhos, exceto somente daqueles que foram arrogantes, dolosos e perversos. (p. 33) 
   
Sobre o conceito de tolerância religiosa em Locke, ver JORGE FILHO, Edgar José. 
Moral e história em John Locke. São Paulo: Loyola, 1992, p. 270-272. 
   
[186]Cf. UNDERWOOD, A.C., op. cit., p. 46. Para Helwys, já em 1611, a 
predestinação "faz que alguns se desesperem, pensando que para eles não há graça e que 
Deus decretou a sua destruição. E deixa outros completamente despreocupados, sustentando 
esses que, se Deus decretou que serão salvos, hão de sê-lo, e, se decretou que serão 
condenados, também o serão". Cf. HILL, C. O mundo de ponta-cabeça..., p. 176. 
   
[187]Cf. UNDERWOOD, A.C., op. cit., p. 46-48. Obviamente, Helwys foi preso, 
tendo morrido na prisão. Mais tarde, um membro do mesmo grupo de Helwys, Leonard 
Busher, pediria "liberdade religiosa para todos os homens", já que todos foram criados para 
"compartilhar da redenção geral através da eficácia do sacrifício de Cristo". Também cf. 
UNDERWOOD, A.C., op. cit., p. 49. 
   
[188]As confissões agora sintetizadas estão todas em LUMPKIN, W.L., op. cit., p. 
97-294. 
   
[189]Na Inglaterra setecentista, os batistas usavam confissões de fé para: 
distingui-los dos outros grupos (especialmente anabatistas e quakres), mostrar boa vontade 
para com os outros grupos, ajudar na refutação do que consideravam heresia e auxiliar na 
interpretação da Bíblia. Cf. LUMPKIN, W.L., op. cit., p. 16. 
   
[190]O pensamento, que explica o pouco uso de confissões, está no preâmbulo do 
"Report of Committee on Baptist Faith and Message", transcrito por LUMPKIN, W.L., op. 
cit., p. 392. 
   
[191]Cf. LUMPKIN, W.L., op. cit., p. 155. 
   
[192]A recomendação expressa é a seguinte: "se o magistrado seguir a Cristo (...) 
deve amar seus inimigos e não matá-los; orar por eles e não puni-los; alimentar-lhes e 
dar-lhes água e não aprisioná-los, bani-los, desmembrá-los e tomar seus bens". 
   
[193]A edição de 1646 (utilizada para a seleção feita por Bettenson) era contundente: 
"se alguém nos impuser algum que não vemos como ordenado por nosso Senhor Jesus Cristo, 
nós preferiremos, com toda a força, suportar todas as reprovações e torturas (...) e se for 
possível morrer mil mortes a fazer qualquer coisa contra o menor item da verdade de Deus ou 
contra a luz de nossas consciências. Há uma tradução brasileira da Confissão de 1644 como 
revista em 1689: Fé para hoje. São José dos Campos: Fiel, 1991. 64p. 
   
[194]Cf. LUMPKIN, W.L., op. cit., p. 202. 
   
[195]No original, imoralidade é wantonness

   
[196]Esses extratos estão reproduzidos ao final do livro. 
   
[197]Cf. HILL, C. Origens intelectuais da revolução inglesa..., p. 425. 
   
[198]Cf. LUMPKIN, W.L., op. cit., p. 269. 
   
[199]A adesão a esta visão instantaneísta está eficiente um pequeno poema juvenil 
publicada numa revista para adolescentes em 1994. O autor, provavelmente um adolescente
registrou sua experiência: 
   
"Certo dia eu estava a pensar 
   
o que seria da minha vida 
   
sem o amor que vem do altar. 
   
Mas logo algo me tocou 
   
que eu Cristo nada sou, 
   
então orei a Deus 
   
e ele logo me salvou. 
   
(Cf. Revista Diálogo e Ação. Rio de Janeiro, 1º trimestre de 1994, terceira capa). 
   
[200]Também cf. LUMPKIN, W.L., op. cit., p. 270. 
   
[201]Também cf. HILL, C. O mundo de ponta-cabeça..., p. 159.   
   
[202]AHLSTROM, S., op. cit., p. p. 178. 
   
[203]O cântico 538 (escrito em 1949 no Brasil) do "Hinário para o Culto Cristão" 
conclama, no estribilho: 
   
"Fala, fala e não te cales, 
   
ergue a cruz da redenção. 
   
Cristo espera que tu fales 
   
ou as pedras clamarão! 
   
Fala, fala e não te cales, 
   
deixa agora os teus temores. 
   
Vai com fé aos pecadores, 
   
proclamando a salvação!" 
   
Cf. Hinário para o Culto Cristão. Rio de Janeiro: Juerp, 1992. 
   
[204] TOCQUEVILLE, Alexis de. A democracia na América. Trad. Neil Ribeiro da 
Silva. 3ª ed. Belo Horizonte: Itatiaia; São Paulo: Edusp, 1987, p. 33 e 35.   
   
[205]DILLENBERGER, J., WELCH, C. El cristianismo protestante. Buenos Aires: 
La Aurora, 1958, p. 114. 
   
[206]HARTZ, Louis. Liberal Tradition in America. Citado por SCHAPIRO, J. 
Salwin. Liberalismo; su significado e historia. Buenos Aires: Paidós, 1965, p. 115. 
   
[207]TOCQUEVILLE, Alexis de, op. cit., p. 42. 
   
[208]SIEGFRIED, André. Le protestantisme. Em: LATREILLE, André, 
SIEGFRIED, André. Les forces religieuses et la vie politique; le catholicism et le 
protestantisme. Paris: Armand Colin, 1951, p. 198. 
   
[209]SIEGFRIED, André, op. cit., p. 199. 
   
[210]Como observou Tocqueville nos Estados Unidos, a religião se confunde "com 
todos os hábitos nacionais e todos os sentimentos que a pátria faz nascer". Assim, a religião 
fixou seus próprios limites, ficando "a ordem religiosa" completamente "distinta da ordem 
política, de tal sorte que se puderam modificar facilmente as leis antigas sem abalar as antigas 
crenças. Assim, conservou o cristianismo grande domínio sobre o espírito dos americanos". 
Cf. TOCQUEVILLE, Alexis de, op. cit., p. 42. 
   
[211]MENDONÇA, Antônio Gouvêa, VELASQUES FILHO, Prócoro. Introdução 
ao protestantismo no Brasil. São Paulo: Loyola, 1990, p. 108. 

   
[212]TILLICH, Paul. História do pensamento cristão. Trad. Jaci Maraschin. São 
Paulo: Aste, 1988, p. 260. 
   
[213]KANT, I. Que é iluminismo. Citado por TILLICH, Paul, op. cit., p. 262. 
   
[214]SPENER, Phillip. Pia desideria. Trad. Prócoro Velasques Filho. São Paulo: 
Imprensa Metodista/IMS, 1985, p. 56-80. 
   
[215]Spener diz que "o povo deve ser levado e acostumado a crer" que "o diligente 
uso da Palavra de Deus e o exercitamento do sacerdócio" são meios que não bastam "para o 
conhecimento da fé cristã, pois o cristianismo consiste fundamentalmente em prática". 
SPENER, P., op. cit., p. 62. 
   
[216]Um parágrafo de Spener é suficiente para mostrar como pietismo e puritanismo 
são desenvolvimentos de um mesmo movimento: "Não seria mau se todos os estudantes 
fossem obrigados a trazer, de suas universidades, atestados de suas condutas, especialmente 
no que se refere à piedade. Tais atestados não seriam fornecidos sem cuidadosa observação, e 
nunca aos discípulos que deles não fizessem jus. Estas medida despertaria nos estudantes a 
necessidade da vida piedosa, coisa que não está clara em suas mentes" (p. 71). 
   
[217]SPENER, P., op. cit., p. 35. 
   
[218]Cf. a síntese de DILLENBERGER, J., WELCH, C. op. cit., p. 124. 
   
[219]BETTENSON, H. Documentos da igreja cristã. Trad. Helmuth A. Simon. São 
Paulo: Aste, 1963, p. 334. 
   
[220]BETTENSON, H., op. cit., p. 335. 
   
[221]BETTENSON, H., op. cit., p. 335-336. 
   
[222]BETTENSON, H., op. cit., p. 336. 
   
[223]LOCKE, J. Ensaio acerca do entendimento humano. Trad. de Anoar Aiex. São 
Paulo: Abril Cultural, 1973, p. 343. (Os Pensadores, XVIII) 
   
[224]Cf. a síntese de AHLSTROM, Sydney. A religious history of the American 
people. Garden City: Image, 1975, v. 1, p. 452. 
   
[225]AHLSTROM, S. op. cit., p. 464. 
   
[226]Citado por AHLSTROM, Sydney, loc. cit. 
   
[227]WINTHROP, J. Transcrito por GAUSTAD, Edwin S. (ed). A documentary 
history of religion in America, to the Civil War. Grand Rapids: Eerdmans, 1982, p. 107. 
   
[228]WINTHROP, J. Transcrito também por GAUSTAD, Edwin S., op. cit., p. 105. 
   
[229]Transcrito por LEITH, John H. (ed.) Creeds of the churches. Garden City: 
Anchor, 1963, p. 198, 201 e 206. 
   
[230]Cf. LEITH, John H. (ed.), op. cit., p. 196. 
   
[231]Cf. LEITH, John H. (ed.), op. cit., p. 202. 
   
[232]Cf. LEITH, John H. (ed.), op. cit., p. 210. 
   
[233] Cf. LEITH, John H. (ed.), op. cit., p. 222. 
   
[234]Cf. LEITH, John H. (ed.), op. cit., p. 388. 
   
[235]Cf. LEITH, John H. (ed.), op. cit., p. 388-390. 
   
[236]AHLSTROM, S. op. cit., p. 220. 
   
[237]Há uma disputa na historiografia batista americana sobre o surgimento da 
primeira igreja batista americana. Para uns, a comunidade formada por Williams em 1639, 
em Providence, tem esta primazia. Imigrante, Williams foi nesse mesmo ano por Ezekiel 
Holliman, a quem, como fizera John Smyth, batizaria em troca. A dúvida sobre a validade de 
seu batismo também o perseguiu. Por este ou por pretender uma comunidade diferente, 
Williams deixou a igreja poucos meses depois. Mesmo depois de sua retirada, quando, em 
1651, três batistas foram presos (um deles, açoitado) em Massachussets, Williams escreveu 

ao governador John Endicott, para protestar. Para outros, a primeira igreja batista foi fundada 
pelo também imigrante Clarke, em 1638, em Newport, Rhode Island. O problema é se essa 
comunidade já era batista naquela data ou só em 1648, como parecem indicar alguns 
registros. De qualquer modo, como avalia Torbert, os dois foram de grande relevância para a 
história religiosa americana, o primeiro como "pai da liberdade religiosa" na América e o 
segundo como o hábil parceiro por quem a colônia de Rhode Island obteve sua carta de 
autorização em 1663. Cf. TORBERT, Robert. A history of baptists.Valley Forge: Judson 
Press, 1965, p. 203. 
   
[238]AHLSTROM, S. op. cit., p. 221. 
   
[239]PENN, W. The great case if liberty of conscience. Citado por GAUSTAD, 
Edwin S. (ed.). Religious issues in american history. New York: Harper & Row, 1968, p. 17 
e 21. 
   
[240]Cf. a sugestão de R.T. Handy, aceita por DILLENBERGER, J., WELCH, C., 
op. cit., p. 131. 
   
[241]DILLENBERGER, J., WELCH, C., op. cit., p. 132. A propósito, o projeto 
puritano contemplava a fé e o intelecto, o que levou o historiador Moses C. Tyler a escrever, 
talvez com algum exagero: "Em seu início, a Nova Inglaterra não foi um comunidade 
agrícola, nem manufatureira, nem comercial: foi uma comunidade intelectual, um campo e 
um mercado de idéias, tendo como instrumento característico não a mão, nem o coração, nem 
o bolso, mas o cérebro. (...) Provavelmente, nenhuma outra comunidade de pioneiros 
respeitou tanto o estudo, reverenciou tanto os símbolos e os instrumentos do saber. (...) 
Apenas seis anos depois da chegada de John Winthrop à enseada de Salem, o povo de 
Massachussets retirava de seu fundo comum o dinheiro necessário para fundar uma 
universidade. TYLER, M.C. A history of american literature, 1607-1765. Citado por 
HOFSTADTER, Richard. Antiintelectualismo nos Estados Unidos. Trad. Hamilton 
Trevisan. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1967, p. 75. 
   
[242]Cf. GAUSTAD, E.S. A documentary history..., p. 216. 
   
[243]Cf. também GAUSTAD, E.S. A documentary history..., p. 216. 
   
[244]Cf. ainda GAUSTAD, E.S. A documentary history..., p. 220. 
   
[245]Cf. GAUSTAD, E.S. Religious issues..., p. 98-104. 
   
[246]O conceito de "frontier" é bastante complexo, porque geograficamente móvel: 
era o oeste para onde marchavam os americanos em busca de novas oportunidades e realizar 
a promessa divina a Abraão: "será tua a terra em que pisares" (Gn 13:14-18). Como mostrou 
Frederick James Turner, a "fronteira" nos Estados Unidos não é uma região, mas um 
processo, que começou com a chegada do Susan Constant e do Mayflower. Com o 
movimento, o pensamento, instituições e práticas da Europa e do leste americano 
atravessaram as montanhas e penetraram na vida das novas áreas que se estabeleciam. Cf. 
AHLSTROM, S., op. cit., v. 1, p. 549. 
   
[247]Como diz Ahlstrom, "o mais significativo fator no movimento da piedade 
popular para o oeste foi estender o `Grande Despertamento' ao interior sulista. Por causa dos 
avivamentos (presbiterianos, batistas e metodistas) houve entre os migrantes um 
significativo número de leigos fortemente compromissados que se tornaram missionários 
sem qualquer comissionamento formal". Cf. AHLSTROM, S., op. cit., v. 1, p. 523. 
   
[248]Cf. SHELLEY, Bruce L. Frontier religion. Em: DOUGLAS, J.D. (ed.). The new 
international dictionary of the christian church. Grand Rapids: Zondervan, 1978, p. 394. Um 
símbolo dessa época é o chamado "camp meeting" realizado em Cane Ridge (Kentucky) en 
1801, quando entre dez mil e 25 mil pessoas participaram de experiências de êxtase durante 

uma semana. Seus contemporâneos o mencionavam como o mais importante movimento do 
espírito desde o Pentecoste apostólico. Cf. AHLSTROM, S., op. cit., v. 1, p. 525. Ver 
também BLOOM, Harold. The american religion; the emergence of the post-christian 
nation. New York: Simon & Schuster, 1992, p. 59-75. O autor o chama de o primeiro 
Woodstock da cultura americana. 
   
[249]Ilustram-no os números para os metodistas, que, quando se dividiram, em 1844, 
eram a maior denominação, são de mais de um milhão de membros contra menos de três mil 
no início do século. Cf. AHLSTROM, S., op. cit., v. 1, p. 530. 
   
[250]Cf. MILLER, Perry. Citado por ACKERS, Charles W. Calvinism and the 
American Revolution. Em: BRATT, John H. (ed.) The heritage of John Calvin. Grand 
Rapids: Eerdmans, 1973, p. 160. 
   
[251]Cf. BRIDENBAUGH, Carl. Citado por ACKERS, C.W., op. cit., p. 159. 
   
[252]Cf. ACKERS, C.W., op. cit.,, p. 160. 
   
[253]Cf. ACKERS, C.W., op. cit.,, p. 168. 
   
[254]Cf. ACKERS, C.W., op. cit., p. 168. 
   
[255]Cf. ACKERS, C.W., op. cit., p. 170. 
   
[256]A avaliação é de William G. McLoughlin, num estudo sobre Backus. Cf. 
ACKERS, C.W. op. cit.,, p. 162. A posição dos batistas será retomada ainda este capítulo. 
   
[257]A síntese é de AHLSTROM, S., op. cit., v, 1, p.434-436. 
   
[258]Em 1796, John Adams escreveu: "A grande vantagem da religião cristã é que 
ela leva ao grande Princípio da Lei da Natureza e das Nações (Ama teu próximo como a ti 
mesmo). (...) Crianças, servos, mulheres e homem são todos professores na ciência da 
moralidade pública e privada. (...) Os deveres e direitos do homem e do cidadão são assim 
ensinados desde a primeira infância a toda a criatura". Cf. texto do diário citado por 
AHLSTROM, S., op. cit., v. 1, p. 444. 
   
[259]O mesmo Adams escreveu a Thomas Jefferson: "Minha adoração do universo é 
muito profunda e muito sincera. O amor de Deus e sua criação [é] delícia, alegria, triunfo, 
exaltação em minha própria existência, de tal modo que um átomo, uma molécula orgânica 
no universo é minha religião. (...) Você dirá: não sou cristão. Eu direi: vocês não são cristãos. 
E estamos quites. Eu creio que todos homens honestos entre vocês são cristãos no meu 
sentido da palavra. Citado por GAUSTAD, E.S. A documentary history..., p. 296. 
   
[260]A idéia do progresso continuou prevalecente nos EUA, mesmo depois que esta 
percepção declinou na Europa, como o demonstra o pessimismo de Spengler do 
entre-guerras. Só a Grande Depressão manchou um pouco o conceito. A concepção 
americana pode ser sintetizada pelo pensamento de Clarence Reidenbach: "Eu tenho, pelo 
menos, duas grandes razões para o otimismo": "uma é a minha confiança em Deus" e "a outra 
é que a história demonstra progresso". Cf. CARTER, Paul. The idea of progress in american 
protestant thought, 1930-1960. Philadelphia: Fortress, 1969, p. 1. 
   
[261]Cf. GAUSTAD, E.S. A documentary history..., p. 489-491. O Sínodo recusou os 
argumentos de How. 
   
[262]REILY, Duncan Alexander. Metodismo brasileiro e wesleyano; reflexões 
históricas sobre a autonomia. São Bernardo do Campo: Imprensa Metodista, 1981, p. 219.2 
   
[263]Cf. GAUSTAD, E.S. A documentary history..., p. 479. 
   
[264]A Assembléia Geral dos presbiterianos declarou bíblica a escravidão em 1845, 
mas em 1849 acrescentou que a prática era da alçada civil e estava, portanto, fora da 
competência da discussão religiosa. Em 1861, a Assembléia publicou uma defesa do sistema 
escravagista. REILY, Duncan Alexander, op. cit., p. 223. 

   
[265]O metodismo nasceu arminiano. Entre os batistas surgiram os "free will 
baptists", que até hoje existem como denominação. 
   
[266]O modelo proposto é o sugerido pelo escritor congregacional Charles M. 
Sheldom (1857-1946), em seu best-seller "His steps" ("Em seus passos que faria Jesus?"), 
cujas vendas nos EUA só foram superadas pela Bíblia, com mais milhões de cópias. A 
publicação brasileira teve várias edições, a última em 1991 (pela editora oficial dos batistas). 
   
[267]WESLEY, John. Works. Citado por AHLSTROM, S., op. cit., v. 1, p. 462. O 
sonho de Philip Schaff, em 1845, ficou longe de se realizar: "Um só espírito e um só corpo. 
Um só Pastor e um só rebanho. Todos os conventículos e capelas devem desaparecer, para 
que de suas cinzas possa surgir a Igreja una de Deus, tal como fênix e resplandecente em 
glória, como a noiva adornado para seu esposo. SCHAFF, Philip. The principle of 
protestantism. Citado por AHLSTROM, S., 
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