Herbert de Souza M. Officer pode ser banida do mercado por uso de trabalho análogo à escravidão Camila Maciel – Repórter da Agência Brasil


Advogado deve indenizar cliente por deixar de recorrer em processo



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Advogado deve indenizar cliente por deixar de recorrer em processo


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Publicado por Ylena Luna - 4 dias atrás



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O advogado que não apresenta recurso e ajuíza ação apenas depois do prazo prescricional deve pagar pelos danos materiais gerados ao cliente. Esse foi o entendimento da 5ª Turma Cível do Tribunal de Justiça do Distrito Federal ao determinar que um profissional pague R$ 55,2 mil a um diplomata pela má prestação de serviço.

O autor era vinculado ao Ministério das Relações Exteriores e havia contratado em 1997 dois advogados (um já morto) para cobrar da União reajuste de 28,86%, com base nas leis federais 8.622/1993 e 8.627/1993.

O nome dele foi excluído do processo por ter ingressado no serviço público em 1995 — portanto, depois da edição das leis —, e seus advogados não recorreram ao Superior Tribunal de Justiça nem ao Supremo Tribunal Federal. Eles chegaram a apresentar nova ação em 2004, mas o pedido foi julgado prescrito.

Somente sete anos depois o diplomata ficou sabendo da situação, quando teve bloqueados R$ 4,5 mil em sua conta por causa de honorários devidos à Advocacia-Geral da União. Ele então cobrou na Justiça indenização por danos materiais (valor que deixou de receber pelo reajuste somado aos honorários) e também por danos morais, apontando constrangimento e dificuldade em cumprir despesas já programadas.

O réu disse que não houve negligência, pois foi aceita como verdadeira uma certidão da União que descartava a possibilidade de reajuste, pois o servidor só havia ingressado no quadro público depois das leis. A sentença, no entanto, avaliou que houve danos materiais no caso analisado, rejeitando o pedido de danos morais. O desembargador João Egmont, relator do caso, manteve tese semelhante.



Alta probabilidade

Embora tenha reconhecido que a cobrança de reajuste não tivesse 100% de chance de ser julgada procedente, o desembargador disse que o pedido tinha “uma grande probabilidade de obter sucesso”, pois encontra respaldo na jurisprudência do STJ, além da Súmula 672 do STF. “A teoria civilista da ‘perda de uma chance’ deve ser aplicada quando, em virtude da conduta praticada por terceiro, desaparece a chance de ocorrência de um evento que possibilitaria um benefício alguém”, disse Egmont.

Apesar disso, o relator avaliou que “simples transtornos, dissabores, sobressaltos, aborrecimentos ou até mesmo contratempos não geram a reparação por danos morais, uma vez que tais fatos são absolutamente normais na vida de qualquer ser humano”. A decisão foi unânime. Com informações da Assessoria de Imprensa do TJ-DF.

Clique aqui para ler o acórdão.Processo: 20110111472425



Ensino Superior

Instituição é suspeita de aplicar golpe em estudantes
Notícia disponibilizada no Portal www.cmconsultoria.com.bràs 09:49 hs.




15/08/2014 - Unidade é suspeita de oferecer cursos sem aval do MEC; Polícia Civil calcula que mais de mil pessoas tenham sido vítimas da fraude

Uma instituição de ensino de Santo Antônio do Descoberto, em Goiás, é suspeita de oferecer cursos sem aval do MEC. A Polícia Civil calcula que mais de mil pessoas tenham sido vítimas de um golpe aplicado pela unidade. De acordo com o delegado responsável pelo caso, Felipe Socha, os estudantes pagavam por cursos de graduação e pós-graduação que não eram validados pelo Ministério da Educação (MEC).

Para comprovar as conclusões de cursos, a instituição emitia diplomas falsos.

Além disso, o instituto oferecia cursos a distancia, com aulas presencias uma vez por semana em sala alugada dentro de uma escola particular da cidade. As fraudes foram cometidas entre 2010 e 2012 e a suspeita é de que a unidade tenha arrecadado cerca de R$ 4 milhões.

Na época em que os golpes foram aplicados, o dono da instituição também era presidente do Conselho Municipal de Educação – responsável por fiscalizar as instituições de ensino e validar diplomas. O proprietário da instituição e o sócio estão foragidos.

Gratificação de servidores

Após a Secretaria Municipal de Finanças notar que vários funcionários da prefeitura apresentaram diploma de curso superior expedido pela mesma instituição de ensino para receber gratificações, apresentou a situação a Polícia Civil que começou a investigar o caso.

Segundo a prefeitura, o gasto com o salários dos servidores era de R$ 1,5 milhão em 2010. Quatro anos depois, com a incorporação das gratificações, o valor mensal subiu para R$ 5 milhões.

Enquanto o caso não é julgado, as gratificações dos servidores que apresentaram diploma do instituo estarão suspensas.

Durante as investigações, os policiais fizeram buscas na casa do dono da unidade de ensino e lá encontraram o material que ele utilizaria para imprimir os diplomas. "Na residência dele foram encontrados os computadores, as impressoras e o material que ele utilizaria para imprimir os diplomas, o que leva a crer que ele realmente fabricava isso", afirma o delegado.

O eletricista Jonas Bezerra, foi uma das vítimas do golpe, ele cursou graduação e pós-graduação a distância em salas do instituto. Em entrevista ao G1, ele alega que não desconfiou da fraude. "Tinha aulas presenciais, dois encontros mensais com todos os trabalhos feitos e apresentados para o instituto, fora que a documentação que a gente pegou no final de cada curso. Isso nos causou um constrangimento muito grande aqui", conta o eletricista. Jonas revela que pagava cerca de R$ 200 por mês. (Com informações G1)


Fonte: bonde.com.br

Administradores de empresa são afastados por causa de sonegação fiscal

15 de agosto de 2014 08:28

As dívidas acumuladas não poderiam ser cobradas porque os sócios da empresa, que ainda detém a administração dela no papel, morreram há mais de 10 anos; herdeiros estariam usando o nome dos pais para realizar as negociações

JULIANA BAETA

Após a confirmação do crime de sonegação fiscal na empresa Borvultex Indústria e Comércio, que atua do segmento de artefatos de borracha para indústrias da siderurgia, mineração, tecidos, metalurgia e celulose, uma operação de busca e apreensão foi realizada na manhã desta quinta-feira (15) na sede da empresa, localizada na região do Barreiro, em Belo Horizonte. A denúncia dá conta de que as dívidas da empresa, que ultrapassam os R$ 10 milhões, são impossíveis de cobrar, já que os sócios morreram há mais de 10 anos.

As investigações tiveram início quando a Advocacia-Geral do Estado (AGE) percebeu que tinha dificuldades em cobrar o débito tributário de ICMS da Borvultex, acumulado entre 2002 e 2012, quando a empresa passou a ser administrada pelos filhos dos sócios, casal falecido em 2002.

Segundo o promotor do Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) Renato Fróis, que participou da operação, antes da morte do casal a empresa não havia contraído nenhuma dívida. Somente após o falecimento dos sócios é que as dívidas – atualmente somadas em mais de R$ 10 milhões, começaram a surgir. “Começamos a investigação devido a dificuldade da AGE em cobrar a dívida, já que os donos da empresa haviam morrido. Os filhos deles passaram a administrar a Borvultex com base em um alvará concedido há mais de 10 anos, quando os sócios ainda eram vivos”, explicou.

Ainda de acordo com o promotor, após a análise dos documentos, anotações e arquivos de computador da empresa, será possível identificar se os herdeiros cometeram outros crimes além de sonegação, como formação de quadrilha e lavagem de dinheiro. “Eles quiseram blindar o nome deles e por isso utilizavam o nome dos pais. Não é fácil detectar esse tipo de crime, porque o Estado trabalha diariamente com milhões de contribuintes”, explicou. O crime de sonegação fiscal prevê pena máxima de cinco anos de prisão.

 

Outra empresa

Ainda de acordo com o promotor Renato Fróis, há indícios de que alguns herdeiros estariam criando uma nova empresa para assumir o lugar da Borvultex, e assim, eles ficariam livre das dívidas. A nova empresa já existe no papel sob o nome de Bortex Indústria e Comércio de Borracha. Com isso, a Borvultex seria abandonada com os mais de R$ 10 milhões em dívidas, e os negócios dela poderiam ser transferidos para a  Bortex com os mesmos lucros, fornecedores e vantagens.

A denúncia partiu de um dos quatro herdeiros, que já tiveram desentendimentos entre si por causa do espólio dos pais.

 

Situação atual

Com a operação, os atuais diretores da Borvultex foram afastados de seus respectivos cargos e um administrador judicial indicado por um juiz da Vara de Inquéritos da capital assumiu a condução dos negócios da empresa. No entanto, ela continua em funcionamento, “até mesmo para manter a sua função social pelo menos, já que há outros funcionários trabalhando ali”, explicou Fróis.

O afastamento provisório dos herdeiros acontece para que as investigações e análise dos documentos continue. A medida vigora pelo prazo de 30 dias, que pode ser renovado por mais 30 dias, se necessário.

 

Investigações

A operação de busca e apreensão realizada na manhã desta quinta demandou dois promotores de Justiça do Centro de Apoio Operacional das Promotorias de Justiça de Defesa de Ordem Econômica e Tributária (Caoet) do MPMG, 10 auditores fiscais e oito policiais militares. A ação ocorreu em parceria do MPMG com a Secretaria de Estado de Fazenda e a AGE.

As investigações continuam durante o período de intervenção judicial na empresa para apurar, com base na análise de documentos, anotações e dados digitais apreendidos na Borvultex, a existência de caixa dois, o funcionamento contábil da empresa, as negociações – inclusive, se o dinheiro da Borvultex já estava sendo depositado na conta da Bortex -, quem são os fornecedores e os clientes, quem emitia nota fiscal, como era o controle de caixa na empresa e a sua real capacidade econômica. Além disso, a apuração também poderá identificar qual é o papel de cada herdeiro dentro da empresa e os respectivos cargos e funções assumidos por eles.

A conclusão das investigações só se dará após o período de administração judicial, que pode chegar a até 60 dias, quando a promotoria estiver com os documentos e dados digitais em mãos para analisar o envolvimento dos administradores e a existência de outros crimes, além de sonegação fiscal. Para o resultado desta análise, não há previsão.

viaAdministradores de empresa são afastados por causa de sonegação fiscal | JORNAL O TEMPO.

Concussão e estelionato



Médico é condenado por cobrar cirurgia coberta pelo SUS

10 de agosto de 2014, 13:03h

Cobrar por cirurgia coberta pelo SUS é crime de concussão (exigir vantagem indevida em razão de função pública) e estelionato. Assim decidiu a 1ª Vara Federal de Jales (SP), ao condenar a três anos e quatro meses de prisão mais multa um médico que exigiu de uma paciente pagamento para um procedimento coberto pelo sistema público de saúde. A pena acabou sendo convertida em prestação de serviços e interdição temporária de direitos.

Segundo o Ministério Público, autor da ação, o médico se aproveitou da situação da paciente, que sofria de hemorragias e precisava de um tratamento urgente. O réu, ainda de acordo com a Promotoria, informou que a mulher precisaria passar por uma cirurgia, que custaria R$ 3 mil. Caso optasse por não pagar, teria de esperar entre 3 e 4 meses na fila do SUS.

Ao ser interrogado, o médico alegou que, na verdade, a mulher teria pago por uma prótese que não era oferecida pelo SUS. Os depoimentos das testemunhas, no entanto, desmentiram a versão do réu.

Para o juiz federal Rafael Andrade de Margalho, o argumento do médico "não faz prova robusta apta a descaracterização dos crimes, o que enseja a sua pronta condenação”, afirmou. Com informações da assessoria de imprensa da Justiça Federal de São Paulo.

Processo 0000241-90.2012.403.6124


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Revista Consultor Jurídico, 10 de agosto de 2014, 13:03h

Ação do MST

Pessoa jurídica é responsável por danos causados por seus membros


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10 de agosto de 2014, 16:08h

A pessoa jurídica deve responder por danos materiais causados por membros que a representam. Com esse entendimento, a 1ª Turma do Tribunal Regional Federal da 3ª Região condenou a Associação Nacional de Cooperação Agrícola (Anca) a indenizar a União por estragos causado por integrantes do MST.

O processo tem origem em maio de 2000, quando integrantes do MST invadiram a sede da Secretaria da Receita Federal em São Paulo e depredaram o imóvel. Os custos de reparação chegaram a R$ 7.866,80.

Na ação, o colegiado entendeu que a Anca deve ser responsabilizada por ser um “braço financeiro” do movimento dos sem terra, que, por sua vez, não pode ser incluído no pólo passivo da ação pois não é pessoa jurídica formal.

“Tendo em vista que a associação requerida é definida como um dos ‘braços financeiros’ do MST, bem como se considerando que a ausência de constituição formal de tal movimento impede a sua responsabilização em ação indenizatória e que o direito repugna a impunidade, de rigor a manutenção da Associação Nacional de Cooperação Agrícola no pólo passivo da ação”, diz a decisão da corte.

No mérito, a Turma decidiu que o pedido está amparado no princípio da responsabilidade civil, previsto nos artigos 186 do Código Civil e 5, incisos V e X, da Constituição Federal e que estão presentes os requisitos para sua configuração – dano, conduta ilícita e nexo de causalidade. Com informações da assessoria de imprensa do TRF-3.



Processo 0035675-38.2000.4.03.6100/SP

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Revista Consultor Jurídico, 10 de agosto de 2014, 16:08h

Sem contaminação

MG sanciona lei que proíbe uso de jaleco fora do hospital


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10 de agosto de 2014, 16:58h

Desde a última terça-feira (5/8), com a publicação da Lei 21.450/14, de Minas Gerais, está proibido o uso de jalecos fora dos hospitais no estado. A norma foi sancionada pelo governador Alberto Pinto Coelho (PP) e pretende evitar contaminações.

Para a advogada Beatriz Viegas, sócia coordenadora da área de Saúde do escritório Marcelo Tostes Advogados, a medida é positiva. “A contaminação da pele e das roupas, seja por toque ou por respingos, é usual em ambientes hospitalares, ambulatoriais e em consultórios médicos e odontológicos, e, por isso, o jaleco se transforma em potencial veículo para transmissão de microrganismos, podendo causar infecções associadas a cuidados de saúde”, afirma ela.

A profissional acrescenta que a norma e campanhas educativas sobre o uso adequado do jaleco constituem importantes fatores de mitigação de riscos. 



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Revista Consultor Jurídico, 10 de agosto de 2014, 16:58h

Abordagem intimidatória

Quatro flanelinhas de Belo Horizonte são condenados por extorsão


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13 de agosto de 2014, 14:11h

Quatro homens foram condenados à prisão por terem ameaçado uma motorista e seu namorado no centro de Belo Horizonte. Eles exigiram R$ 20 das vítimas para que “nenhum problema” acontecesse com o carro que elas haviam estacionado em via pública. Para o juiz da 8ª Vara Criminal de Belo Horizonte, Luís Augusto Fonseca, houve grave ameaça e tentativa de extorsão. O juiz afirmou ainda que exercer a atividade de flanelinha sem autorização da prefeitura é contravenção penal.

“O delito restou consumado, eis que a extorsão consuma-se independente do momento da obtenção da vantagem exigida. Para fins de consumação, não importa se o agente consegue ou não obter a vantagem indevida, que constitui mero exaurimento”, registrou o juiz na sentença citando jurisprudência do Superior Tribunal de Justiça.

Segundo a denúncia do Ministério Público, o casal estacionou o veículo em avenida e um dos flanelinhas exigiu dinheiro para que o automóvel fosse vigiado. Ante a negativa das vítimas, ele chamou os outros três guardadores, que chegaram ao local e, em abordagem intimidatória, passaram a ameaçá-las afirmando que teriam problemas caso não pagassem. Uma das vítimas ofereceu apenas R$ 2,50 e disse que estava apenas com o cartão de crédito.

O Ministério Público pediu a condenação de todos pela prática da contravenção penal. Solicitou ainda a absolvição de três réus do crime de extorsão, já que, segundo os depoimentos, somente um deles é que, realmente, tentou constranger as vítimas.

A defesa dos acusados argumentou em favor da absolvição de todos por não ter havido grave ameaça. Disse que a conduta deles foi mero acordo de vigia de carro e que os réus apenas sugeriram uma quantia em dinheiro, não tendo exigido o pagamento. Argumentou ainda que a atividade de flanelinha não é profissão e que os réus não a exerciam habitualmente.

Os argumentos da defesa dos flanelinhas, entretanto, não foi acolhida pelo juiz Luís Augusto Fonseca. Ao analisar os depoimentos das vítimas e demais provas colhidas, o juiz concluiu não existir dúvida quanto à autoria da prática criminosa. "Existem nos autos provas suficientes para afirmar que os quatro réus exerciam atividade econômica lucrativa de guardadores de veículos em via pública sem o cadastramento e uniformização necessárias à prática da atividade laborativa, conforme determinação legal, caracterizando a conduta prevista no art. 47, da LCP", afirmou na sentença.

Para o juiz, a forma de agir dos réus demonstra perigo, merecendo maior rigor em seu tratamento, “uma vez que tais delitos geram intranquilidade social”. Fonseca condenou três réus à pena de cinco anos e quatro meses de prisão, em regime semiaberto. Um dos réus, por ser reincidente, foi condenado à prisão em regime fechado por 6 anos e 9 meses. Como eles estão presos preventivamente, o juiz decidiu que eles não podem recorrer da sentença em liberdade. Com informações da Assessoria de Imprensa do TJ-MG.



0024.13.315.413-8

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Revista Consultor Jurídico, 13 de agosto de 2014, 14:11h



Redes Sociais: benefício ou armadilha na relação empresa-cliente?

O relacionamento com clientes através das redes sociais é uma faca de dois gumes: há uma fantástica visibilidade, mas exige responsabilidade e o real interesse em resolver, de forma efetiva, as questões de seus clientes

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postado 12/08/2014 08:39 - 912 acessos

O crescente uso da internet pela população (em 2011, o número de usuários chegou a oitenta milhões, sendo que metade já fazia uso de blogs, microblogs e redes sociais) fez crescer os olhos das empresas. Afinal, boa parte de clientes e potenciais clientes poderiam estar presentes ali.

A característica democrática, livre e com uma comunicação aberta das redes sociais representou um ambiente ideal para os valores das novas gerações, especialmente a Y, composta de pessoas nascidas após 1978, e que se apoiam nas redes sociais para tomar decisões de compras. As redes proporcionam flexibilidade, acessibilidade e diversidade moral, o que explica o seu espetacular sucesso como meio de informação e interação.

Estes fatores levaram as empresas a utilizarem de forma efetiva a rede social como canal de comunicação. Em um primeiro momento, a ideia foi aproveitar a imensa base de pessoas que utiliza o ambiente para oferecer produtos e serviços de forma segmentada. Afinal, nas redes sociais é possível identificar comportamentos, atitudes, posicionamentos, seja individualmente, seja de forma coletiva.

Contudo, a natureza interativa do ambiente das redes sociais levou à rápida percepção dos usuários de que este poderia ser também um meio de manifestar reclamações, insatisfações ou sugestões às empresas. E ao contrário do atendimento nas centrais de atendimento convencionais, demorado, ruim e de difícil conclusão, nas redes sociais, o retorno às chamadas do cliente passou a ser rápido e mais efetivo, embora ainda longe do que poderíamos chamar de ideal.

E isso tem uma razão de ser: assim como o “boca a boca” já é um instrumento potente de disseminação da opinião, o “post a post” das redes sociais também se tornou um poder de multiplicação devastador. Em minutos, centenas ou até milhares de pessoas ficam a par dos problemas entre consumidores e empresas. Mais do que isso, passam a opinar e disseminar para seus próprios relacionamentos. Além disso, tudo fica registrado e documentado. 

São dois lados da moeda. Se por um lado, as redes sociais criam um ambiente fantástico para a divulgação de marcas, produtos e serviços, gerando bons resultados de engajamento, elas também oferecem um caminho rápido para a manifestação coletiva contra ou a favor. Por isso, o relacionamento com clientes através das redes sociais é uma faca de dois gumes: há uma fantástica visibilidade, mas exige responsabilidade e o real interesse em resolver, de forma efetiva, as questões de seus clientes. A rede pode ser cruel e não perdoa a incoerência do discurso e muito menos falhas no atendimento.



Por Enio Klein

Fonte: Administradores



8 mitos da tecnologia que você acha que são verdades

Faz mal desligar o computador todas as noites? E carregar a bateria do celular antes de ela descarregar completamente? Desvendamos esses e outros mitos da tecnologia que você provavelmente acha que são verdades

Redação, Administradores.com, 11 de agosto de 2014, às 16h51









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Thinkstock

Embora dispositivos como smartphones e laptops façam parte de nossa rotina, ainda temos dúvidas, às vezes, sobre como essas tecnologias funcionam. Existe muita informação disponível por aí, mas nem tudo é verdade e fica difícil saber se estamos tratando nossos aparelhos eletrônicos da maneira correta. Com base em uma lista publicada pelo site Business Insider, desvendamos alguns mitos da tecnologia que vão ajudar você a lidar melhor com seus aparelhos. Confira:



1. Computadores Mac não pegam vírus

Computadores da Apple são vulneráveis a malwares, sim. A Apple costumava afirmar que seus computadores não pegavam vírus. Entretanto, depois que um trojan afetou milhares de computadores Mac, em 2012, a empresa mudou rapidamente sua página de marketing, trocando a mensagem ˜Não pega vírus" por "Construído para ser seguro".



2. Navegadores privativos proporcionam o anonimato

Os termos "incógnito" e "privado" não devem ser tomados como sinônimos de "anônimo". Usar o modo privado no Google Chrome ou Safari significa apenas que o navegador não irá salvar seu histórico, importar seus favoritos ou entrar automaticamente em alguma de suas contas. Sua identidade não será protegida, porém. 



3. Deixar o celular conectado por muito tempo danifica a bateria

Em algum momento da sua vida você já deixou seu celular carregando a noite inteira, mesmo depois de a bateria estar completa. Algumas pessoas dizem que isso danifica a vida útil dela, mas não há provas disso. Smartphones modernos possuem baterias feitas de lítio, que param de carregar depois que atingem a capacidade.



4. Quanto mais megapixels, melhor a câmera

A qualidade de uma imagem é determinada pela quantidade de luz que o sensor consegue absorver. Geralmente, sensores maiores têm pixels maiores, e quanto maior o pixel, mais luz ele consegue absorver. Então, no final, não importa muito a quantidade de pixels, e sim o tamanho deles.



5. Não se deve carregar o celular até a bateria ter descarregado completamente

Esse é outro mito das baterias de lítio. Não faz mal carregar o celular antes de a bateria estar vazia - na verdade, é melhor fazer isso. Baterias tem um número limitado de ciclos de carga antes de perderem a capacidade de se manterem carregadas. Um ciclo de carga ocorre quando você carrega a bateria até sua capacidade máxima quando ela está descarregada. Com o tempo, a bateria fica fraca porque já usou muitos ciclos de carga e não porque você a carregava antes da hora.



6. Resoluções de tela altas são sempre boas para smartphones

Há quem diga que depois de um certo ponto, resolução de tela não importa em um smartphone. O site Gizmodo cita especialistas que dizem que o olho humano não consegue mais discernir pequenos detalhes quando um visor possui mais de 300 pixels por polegada. Por isso algumas empresas, como a Apple, tendem a focar mais no brilho do que em visores densos.



7. Faz mal usar o carregador do iPad no iPhone

Essa é uma afirmação mais difícil de ser respondida com um "sim" ou "não". O site oficial da Apple diz que seu adaptador de 12 watts pode carregar tanto o iPad quanto o iPhone. No entanto, o especialista em eletrônicos Steve Sandler, disse à Popular Mechanics que, ao longo do tempo, isso pode cansar a bateria do seu iPhone, se feito regularmente.



8. Não se deve desligar o computador todos os dias

Desligar o computador regularmente é, na verdade, o recomendado. Algumas pessoas acreditam que isso é prejudicial, outras criam o hábito de usar o modo "suspenso", por ser mais fácil e cômodo. Mas desligar o computador quando ele não está em uso economiza energia e reduz a pressão sobre seus componentes, o que pode permitir que ele dure mais tempo.



REVISTAS



Isto É Dinheiro

 

Uma mancha no cadastro




O Fisco começa a “sujar o nome” de empresas que têm dívidas tributárias. Irritados, os empresários reagem e vão à Justiça

 

“Está muito caro trabalhar no Brasil”




José Márcio Camargo, economista da Opus Investimentos e professor da PUC-RJ

 

Isto É

 

Os funcionários folgam, as empresas lucram




Uma tendência ganha espaço no mundo corporativo brasileiro: companhias de todos os portes reduzem o horário de trabalho dos empregados e recebem em troca o aumento da produtividade

 

Época

 

A força do Twitter




A rede social do passarinho nasceu sob o estigma da superficialidade – o que dá para dizer em 140 caracteres? A resposta: tudo. A história contemporânea vem sendo contada – e transformada – por tuítes

 

Auditoria na Petrobras revela licitações dirigidas e contratos fajutos na Transpetro




Nada a temer: os diretores têm padrinhos políticos fortes...

 

Carta Capital

 

Verdadeiro horror




Niall Ferguson e Newt Gingrich em conferência com as melhores cabeças econômicas é estarrecedor

 

Veja

 

Por que o suco de laranja custa tão caro no Brasil




Custo de produção e carga tributária elevados fazem com que o suco natural em caixinha fique bem longe da casa da maior parte dos brasileiros

 

Época Negócios

 

Aplicativos melhoram comunicação com clientes, diz pesquisa




A adoção de aplicativos como estratégia de mercado ainda dá seus primeiros passos. Mas as empresas que apostaram no recurso já conseguem enxergar resultados.



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