Herbert de Souza M. Officer pode ser banida do mercado por uso de trabalho análogo à escravidão Camila Maciel – Repórter da Agência Brasil


Área de contabilidade e finanças é a quinta com maior falta de profissionais em todo o mundo



Baixar 1.64 Mb.
Página2/5
Encontro06.11.2017
Tamanho1.64 Mb.
#37883
1   2   3   4   5

Área de contabilidade e finanças é a quinta com maior falta de profissionais em todo o mundo

21:00


12/08 - A Tribuna / Portal CFC
A área de contabilidade e finanças é a quinta com maior falta de profissionais em todo o mundo, segundo a pesquisa Escassez de Talentos 2014[1], realizada em 42 países pelo Manpower Group. Para César Ciafreis, docente do Senac Bauru, o cenário é reflexo da mudança no perfil desse trabalhador. “Hoje, a área administrativa tem um papel fundamental dentro das empresas, sejam elas de pequeno, médio ou grande porte. Ela fornece os subsídios necessários para vários setores, como financeiro, tributário e comercial”, afirma.
Nesse contexto, ter um currículo atualizado é a chave para ficar em evidência e aumentar suas chances de entrar ou se manter no mercado de trabalho. “Além da procura ser muito maior que a oferta, um dos motivos da dificuldade em preencher vagas de trabalho é a falta de qualificação profissional. O setor é muito dinâmico e exige constante aprimoramento”, diz.

Sinal de falência do judiciário brasileiro:

Plenário do STF vai julgar subtração de um par de chinelos

Publicado por Luiz Flávio Gomes - 6 dias atrás

A subtração de um par de chinelos (de R$ 16 reais) vai monopolizar, em breve, a atenção dos onze ministros do STF, que têm milhares de questões de constitucionalidade pendentes. Decidirão qual é o custo (penal) para o pé descalço que subtrai um par de chinelos para subir de grau (na escala social) e se converter em um pé de chinelo.

No dia 5/8/14, a 1ª Turma mandou para o Pleno a discussão desse tema. Reputado muito relevante. No mundo todo, a esse luxo requintadíssimo pouquíssimas Cortes Supremas se dão (se é que exista alguma outra que faça a mesma coisa). Recentemente outros casos semelhantes foram julgados pelo STF: subtração de 12 camarões (SC), de um galo e uma galinha (MG), de 5 livros, de 2 peças de picanha (MG) etc.

Um homem, em MG, pelo par de chinelos (devolvido), foi condenado a um ano de prisão mais dez dias-multa. Três instâncias precedentes (1ºgrau, TJMG e STJ) fixaram o regime semiaberto para ele (porque já condenado antes por crime grave: outra subtração sem violência). O ministro Roberto Barroso suspendeu, por ora, a execução da pena (aplicando o princípio da insignificância).

O STF, até hoje, não se entendeu sobre a amplitude do referido princípio. Por força do personalismo de origem ibérica, cada ministro é uma Corte em miniatura. Não se entendem. Conflito entre eles é um conflito entre “Cortes”. Para quem tem antecedentes, mesmo em crime sem violência, nega-se normalmente a aplicação da insignificância. Miséria para os miseráveis.

Mas se o fato é insignificante, não existe crime (exclusão da tipicidade material, disse o min. Celso de Mello). Como pode alguém, então, ser punido por um “crime” que não é crime? Da seguinte maneira: no julgamento da segunda imputação (que é um nada jurídico-penal) o réu é condenado novamente pelo fato anterior (pelo qual já fora condenado). Duas vezes, então?

Sim, é punido no segundo processo pelo antecedente que possui, ou seja, pelo que é (reincidente), não pelo que faz. Condenado duas vezes pelo mesmo crime (anterior). Direito penal de autor (muito comum no nazismo, cujo espírito ainda não foi enterrado).

A vida dos criminosos ou supostos criminosos pobres, nas Américas, nunca foi fácil. Na colônia o Brasil constituía um imenso campo de concentração (matou e queimou muito mais extermináveis que no nazismo). Os miseráveis eram considerados inferiores (doutrina racista de Spencer etc.). Como tais, uns degenerados naturais.

Os molestadores não violentos também eram tidos como selvagens, inimigos da civilização (Zaffaroni, El enemigo em el Derecho penal). Esse tratamento diferenciado contra os pobres (mesmo não violentos) continua. Nos tribunais, são vítimas do absolutismo estatal. Nas ruas, são trucidados pelo poder de polícia subterrâneo. Porque são homo sacers (extermináveis, impunemente).

Luiz Flávio Gomes

Por abandonar filhos há 30 anos, Tribunal nega amparo de alimentos a idoso

Salvar29 comentáriosImprimirReportar

Publicado por Nelci Gomes - 5 dias atrás



27

A 2ª Câmara de Direito Civil do TJ manteve decisão que negou ação de alimentos promovida por um homem, com problemas de saúde e situação financeira precária, em desfavor dos filhos. Segundo os autos, o demandante perdeu contato com os descendentes há 30 anos; a reaproximação ocorreu somente quando ele descobriu que um dos filhos atuava como juiz de direito no sul do país.

Ao tentar restabelecer os laços familiares, o pai foi repelido pelos filhos, os quais pediram que não os procurasse mais. O homem, então, buscou amparo material para sua subsistência na Justiça. Alegou ser idoso, portador do vírus HIV e não ter trabalho fixo. De acordo com testemunhas, o autor abandonou o antigo trabalho por iniciativa própria. Não há também nenhum atestado anexado aos autos que comprove sua debilidade física.

Para o desembargador João Batista Góes Ulysséa, relator do recurso, o apelante não demonstrou necessidade de receber alimentos porque, no atual estágio da medicina, o vírus HIV não é justificativa para invalidez, e os órgãos de saúde concedem pleno amparo médico e psicológico aos doentes.

“O autor nunca exerceu seu papel de pai, seja mediante prestações materiais, seja mediante apoio emocional. Nessa linha, segundo a sentença, a solidariedade familiar não pode ser invocada por aquele que nunca foi solidário com os filhos, tendo falhado em seus deveres de sustento, guarda e educação, deixando de prestar-lhes atenção e afeto”, ponderou o magistrado. A decisão foi unânime.

Fonte:http://justificando.com/2014/07/25/por-abandonar-filhos-ha-30-anos-tribunal-nega-amparo-de-alimentos...



Recusa de cobertura gera indenização de loja por danos morais

Uma loja de artigos esportivos de Uberaba, no Triângulo Mineiro, vai receber de uma seguradora indenização por danos morais, no valor de R$ 10 mil, porque a empresa não pagou a cobertura por furto ocorrido no estabelecimento. Com a recusa do pagamento previsto no contrato, a loja ficou sem estoque e, como não tinha capital de giro, ficou sem crédito na praça, teve títulos protestados e foi inscrita em cadastro de inadimplentes.

A decisão da 10ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJ-MG), condenou a seguradora também ao pagamento da indenização prevista no contrato para roubo e furto de bens, no valor de R$ 25 mil.


A relatora dos embargos da seguradora, Mariângela Meyer, afirmou que "tanto o encerramento temporário das atividades da empresa quanto a negativação do seu nome afetaram a imagem que o empreendimento possui perante o mercado, gerando um 'desconforto extraordinário' que atingiu o seu nome e sua tradição no mercado, com repercussão econômica", disse a desembargadora.

Caso
Na madrugada do dia 8 de dezembro de 2011, a loja foi arrombada e furtada. A proprietária acionou a Polícia Militar, que lavrou o boletim de ocorrência, no qual foram relacionados todos os bens furtados.
Após ser acionada seguradora autorizou somente o pagamento de indenização relativo a uma televisão LCD, no valor de R$ 1.318. A Mapfre alegou que a documentação apresentada pela loja, notas fiscais e registros de entrada e saída de mercadorias, eram insuficientes para comprovar as perdas.
Na ação, a proprietária da loja alega que, com a negativa da indenização securitária, ela não conseguiu repor o estoque para movimentar o seu comércio, perdeu muitas vendas e ficou impossibilitada de cumprir os compromissos com os fornecedores. De acordo com nota à imprensa, como consequência, o estabelecimento foi protestado em cartório e inscrito em cadastro de inadimplentes.
A loja Lotus Suplementos e Fitness Ltda. firmou o contrato de seguro com a Mapfre Vera Cruz Seguradora S.A. em novembro de 2011, com vigência de um ano, para cobertura de furto/roubo de bens, recomposição de documentos, danos elétricos, vandalismo, incidência de raio, explosão, entre outros sinistros.

 


 

Fonte: DCI – SP

Catálogo: blog -> wp-content -> uploads -> 2014
2014 -> Não são as más ervas que sufocam o grão, é a negligência do cultivador
2014 -> Com a vingança, o homem iguala-se ao inimigo. Sem ela, supera-o
2014 -> Inspiração vem dos outros. Motivação vem de dentro de nós
2014 -> O otimista é um tolo. O pessimista, um chato. Bom mesmo é ser um realista esperançoso
2014 -> Quando um homem não se encontra a si mesmo, não encontra nada
2014 -> Pressclipping em 17. fev. 2014 "O maior enganado é aquele que engana a si mesmo."
2014 -> Mte implanta ferramenta Empregador web que permite ao empregador informar, via internet, o requerimento do Seguro-Desemprego pelo trabalhador
2014 -> Boletim trab-prev-rh em 19. maio. 2014 "Dê a quem você ama asas para voar, motivos para voltar e raízes para ficar."
2014 -> Boletim trab-prev-rh em 25. agost
2014 -> O cosmólogo Marcelo dos Santos, da Universidade Federal do Rio de Janeiro, alerta

Baixar 1.64 Mb.

Compartilhe com seus amigos:
1   2   3   4   5




©bemvin.org 2022
enviar mensagem

    Página principal
Prefeitura municipal
santa catarina
Universidade federal
prefeitura municipal
pregão presencial
universidade federal
outras providências
processo seletivo
catarina prefeitura
minas gerais
secretaria municipal
CÂmara municipal
ensino médio
ensino fundamental
concurso público
catarina município
Serviço público
Dispõe sobre
reunião ordinária
câmara municipal
público federal
processo licitatório
Processo seletivo
educaçÃo universidade
seletivo simplificado
Secretaria municipal
sessão ordinária
ensino superior
Universidade estadual
Relatório técnico
técnico científico
Conselho municipal
direitos humanos
Curriculum vitae
científico período
espírito santo
língua portuguesa
pregão eletrônico
Sequência didática
distrito federal
Quarta feira
conselho municipal
prefeito municipal
educaçÃo secretaria
nossa senhora
segunda feira
Pregão presencial
educaçÃO ciência
Terça feira
agricultura familiar
recursos humanos