Guerras tribais em timor porque é que há guerras tribais em timor – I



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Encontro03.11.2017
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Os indonésios apercebem-se que o cerco se aperta. Na manhã desse domingo, o administrador ouve alguns dos indigitados na presença dum velho colono.

Todos garantem que nada fizeram e nada sabem. Contudo, apesar disso, determina que um dos apontados como mais ativo aguarde a conclusão das averiguações no quartel dos “sipaios”. Este finge obedecer, vai buscar a sua roupa a casa dum amigo, mas no percurso encontra-se com o tenente Gerson que o manda seguir imediatamente para Uato-Lari para sublevar esse posto. Ele cumpre.

O administrador só a posteriori descobre tudo isto. Na ocasião continuava a confiar, considerando que “algum perigo que porventura pudesse existir havia passado”.

Tanto assim que – como confessa no seu relatório – na tarde desse domingo jogou tranquilamente futebol com os indonésios “quando já arriavam abandeira nacional em Uato-Lari”.

De facto, pelas cinco da tarde, Uato-Lari é assaltado pelo chefe atrás referido com apoio de alguns sipaios, tendo o cuidado de cortar logo as ligações telefónicas com Viqueque. Convoca o povo e manda emissários a Uato-Carbau para falarem com dois chefes de suco desse posto e com instruções para fazerem o mesmo.

O plano prossegue com êxito! Pelas oito e meia dessa noite, três indonésios (Gerson, Jeremias Pello e Moniaga) reúnem-se em casa dum funcionário aposentado com mais três ou quatro timorenses de certo nível cultural e umas dezenas de outros mandados vir de localidades próximas.

Moniaga havia procurado contacto telefónico com os asilados de Baucau. Ou não o conseguiu ou não foi convincente, pois estes nove indonésios foram presos na manhã seguinte sem qualquer dificuldade: estavam todos pacatamente dormindo.

Sentindo-se descobertos, os asilados políticos de Viqueque decidem assaltar a secretaria da administração e apropriar-se de todas as armas e munições, o que fizeram cerca das onze e meia da noite, regressando com esse espólio à casa onde se haviam reunido.

Entretanto Gerson mandou cortar as ligações telefónicas com Ossú (No caminho de Baucau – Viqueque) e intercetar a estrada com árvores para impedir o trânsito.

Nessa noite – num novo gesto bem revelador do seu estado de espírito de uma extrema confiança para além dos limites da prudência – o administrador dispensou um dos dois sipaios armados que, com os “moradores”, fariam a guarda à secretaria “porque o ambiente era calmo”, “porque o movimento tinha sido já descoberto em Díli e efetuadas prisões e porque já os indonésios estavam prontos a seguir para Díli nessa manhã (…) aparentemente satisfeitos (…)”

A guarnição era pequena obrigando-os a perder por vezes noites sucessivas. Quis poupá-los. Grande deceção iria ter!

Poucas horas depois dá-se o assalto à secretaria. Há guardas que resistem e são feridos. O administrador só dá conta do que se passa, quando os sublevados se decidem a assaltar a sua casa.

Pouco deve passar da meia-noite. É cercada pelos indonésios, que arregimentaram também uns timorenses que dormiam por ali para receberem salários e pagamentos de cocos que tinham vendido ao estado.

Surpreendido pelo tiroteio, reage como pode. O tenente Gerson comanda o grupo que ataca a residência, enquanto outro asilado, acompanhado por um timorense dos que estiveram na reunião, toma posições junto à ponte da estrada para Ossú, no intuito de impedir a retirada.

O administrador consegue meter-se num jipe com a família e com um aspirante administrativo (timorense) que o coadjuvava e, debaixo de fogo, com o jipe varado pelas balas, felizmente sem danos pessoais, chega a Ossú, tendo logrado passar sobre os troncos que pretendiam barrar-lhe a estrada.

Telefona para o seu colega de Baucau pedindo 50 “moradores” para o acompanharem no seu regresso a Viqueque., logo que deixasse a família em segurança. Pelas três da madrugada telefona também para Díli (para o chefe de gabinete) a dar conta desta grave ocorrência, o qual lhe determina que peça o jipe da missão local e se dirija a Baucau, para onde lhe serão dadas diretivas. Os sublevados não ficam inativos.

Apropriam-se da camioneta da administração de Viqueque e seguem para Uato-Lari. Chegam pela manhã sendo recebidos pelos amotinados que tinham ao peito tiras de pano com as cores da bandeira indonésia.

O tenente Gerson, com dois timorenses mais evoluídos, prossegue para Uato-Carbau, onde são igualmente bem recebidos. Em Díli, o chefe de gabinete, após o dramático relato do administrador Ramos, telefona ao chefe da polícia.

Dão umas voltas rápidas pela cidade para esclarecer uma perseguição suspeita (ou fantasiosa?) que haveria sofrido o radiotelegrafista que aquela hora entrava de serviço, segundo participação que acabara de fazer à polícia.

Dirigem-se à residência do Encarregado de Governo que dá ao tenente Braga instruções para informar o Chefe de Estado-Maior acerca da situação e para lhe dizer que deve mandar imediatamente preparar duas secções de atiradores reforçadas, sob o comando dum subalterno para seguirem para Baucau logo ao alvorecer.

Isto para além, claro está, de outras providências como: controlo de comunicações telefónicas, alerta das unidades militares e imediata detenção dos restantes asilados indonésios.

Pelas seis da manhã, o Encarregado de Governo assiste no campo de aviação de Díli à partida daquela pequena força para Baucau, onde haviam sido mandadas requisitar camionetas e convocados alguns civis (timorenses, europeus e chineses) a quem foram distribuídas armas e munições.

Recomenda-se aos chefes nativos da circunscrição de Baucau que reúnam os seus homens e patrulhem a sua área com os meios tradicionais. Pouco depois do meio-dia de segunda-feira, o administrador Ramos regressa a Viqueque apoiado por essa pequena força (um oficial, um sargento e nove praças), estando ele próprio armado apenas com uma simples espingarda calibre .22, cedida por um particular.

Pelo fim da tarde sabe-se que havia regressado o motorista da camioneta de um comerciante chinês, que os sublevados coagiram a ir a Uato-Lari e que dá notícias preocupantes: os revoltosos foram recebidos por bastantes chefes nativos com os seus arraiais.

Decide-se então promover também o levantamento de arraiais fiéis.

Na zona de Viqueque, com exceção de Lacluta, a população reagiu mais lentamente.

Em Lautém a reação foi muito viva e muito rápida: poucas horas depois todo o povo se mostrava disponível e, nessa noite, o respetivo administrador tinha já à sua volta centenas de homens.

Nessa agitada manhã de segunda-feira, dois dos restantes asilados de Viqueque são detidos a caminho de Ossú, prova que os revoltosos apenas haviam encontrado algum apoio na região a leste da estrada Baucau – Viqueque, nas áreas de Uato-Lari e Uato-Carbau. Segundo as últimas informações chegadas ao gabinete, os rebeldes haviam deixado em Uato-Lari gente sua chefiada pelo António Metan e pelo indonésio Moniaga e tinham reunido a norte de Uato-Carbau três grupos relativamente numerosos. Suspeitava-se que tivessem – ou que pensassem ter – apoios em Laga, fundeadouro no estreito de Wetar (na costa norte), onde a presença demasiado frequente de córcoras indonésias causava certa desconfiança.

Os arraiais de Lautém, coordenados pelo administrador Serra Frazão e apoiados por uma parte da pequena diligência militar estacionada em Lospalos, formam o cerco por leste, mantendo-se também atentos à zona de Laga.

Em Díli há preocupação e um certo nervosismo: são poucas as informações sobre o que realmente se passa nas áreas sublevadas e são muito poucos os meios. Na terça-feira, dia 9, decide-se enviar um reforço de mais alguns soldados e designa-se o capitão Manuel João Fajardo para dirigir localmente as operações.

Este destacamento iria de avião, mas, afinal, à última hora, vai em alguns Unimogs militares.

É manifesta uma certa tensão no relacionamento entre o estado-maior do comando militar e a repartição do gabinete do Encarregado do Governo, ainda que o responsável máximo seja, em ambos os caos, a mesma pessoa.

Uma divergência importante surge quanto ao plano a seguir para dominar a sublevação.

O chefe de gabinete (que, na prática, vinha coordenando tudo, em ligação com os administradores) discorda da orientação seguida pelo capitão que passou a comandar as tropas enviadas para o leste, o qual centra as suas forças e preocupações em Viqueque, para onde faz seguir também todo o pessoal civil disponível em Baucau, incluindo médicos e enfermeiros.

Ao contrário, entendia o gabinete ser fundamental impedir o acesso dos revoltosos à costa norte e dar, portanto toda a atenção à zona de Baguia para barrar o caminho para Laga. O capitão era apoiado pelo Chefe do Estado-Maior.

O tenente Braga coloca o assunto ao Encarregado do Governo (e Comandante Militar) que concorda com as suas preocupações, mandando imediatamente reforçar a guarnição de Baguia com parte de um destacamento militar que guardava a estação de rádio de Baucau.

O tempo corria. Estava-se já a 10 de junho. As comunicações com Viqueque continuam difíceis. Desde há dois dias nada se sabe da coluna militar.

A diligência de Baucau seguiu na noite de 10, quarta-feira, para Baguia e na madrugada seguinte segue de Díli uma nova secção de atiradores para a substituir.

E – atente-se na pobreza dos meios – envia-se mais um cabo e duas praças timorenses com uma Bazuca para reforçar Baguia.

Pelas 11 horas de 11 de junho, efetivamente os insurretos estão à vista de Baguia e pelo meio-dia tentam um primeiro assalto à tranqueira (Recinto de proteção a antigas instalações militares em Timor onde depois se instalaram os postos administrativos.

Nesse preciso momento estava a chegar um jipe com o tal lança-granadas Bazuca, que nem sequer houve tempo de recolher dentro da tranqueira.

Só num pequeno intervalo entre os assaltos isto se consegue. Os sublevados retrocedem com algumas baixas, recompõem-se e, por mais de uma vez, repetem a tentativa. Felizmente, para nós, as armas e munições que tinham roubado eram de fraca qualidade (muitos cartuchos não disparavam). Iniciam a debandada em direção a Uato-Carbau.

Na circunscrição de Baucau, apenas dois chefes nativos do posto de Baguia tinham apoiado os revoltosos, mas não conseguiram sublevar os seus povos e foram mortos pelos seus próprios homens.

No final da tarde, quando o gabinete procurava ainda obter notícias da coluna do capitão Fajardo, surge inesperadamente na linha a voz de um guarda-fios que procurava restabelecer as ligações telefónicas com Ossú.

Estava escondido no mato e não ocultava o medo bem natural que sentia naquela situação. Já havia podido contactar com o seu colega de Uato-Carbau, que o informou que os rebeldes já tinham regressado após o ataque a Baguia, fugindo para as suas terras ou procurando esconder-se.

Pouco depois, o mesmo guarda-fios informa que esse seu colega lhe diz que se ouviam grandes estrondos para os lados de Uato-Lari.

Vem depois a saber-se que eram as nossas forças que, antes de entrarem em Uato-Lari, haviam disparado granadas de morteiro.

Este pequeno incidente é bem revelador das enormes dificuldades técnicas no domínio das comunicações e, também, da falta de ligação entre as pessoas.

Somente pelas 10 da manhã do dia 12, sexta-feira, o Encarregado do Governo (e Comandante Militar) entra em contacto com o capitão Fajardo. Estava já em Uato-Lari. Procedia a averiguações que retardavam o seu avanço para Uato-Carbau.

Segundo ele, os rebeldes estariam concentrados na foz da ribeira de Irabere, preparando-se para atacar Uato-Lari.

Todavia, nesse momento a coluna com os arraiais do administrador de Lautém atacava Uato-Carbau, depois de ter atravessado a vau aquela ribeira.

Continuavam a ser diferentes as perspetivas do gabinete e do comando das operações militares: o primeiro considerava urgente que a coluna se ligasse aos arraiais no ataque a Uato-Carbau: o segundo entendia que o essencial seria conter a ameaça da presumida concentração na foz da Irabere.

O Comandante Militar chama imediatamente o Chefe de Estado-Maior e determina que, na manhã seguinte, o capitão Barreiros (acompanhado dum antigo funcionário civil que conhecia bem aquela região) fosse assumir o comando da coluna, enquanto o anterior prosseguia as suas averiguações em Uato-Lari.

Parte de avião para Baucau no dia 13. Na véspera, os arraiais de Lautém ocupam Uato-Carbau. A rebelião desmantela-se. Os rebeldes espalham-se.

É o “salve-se quem puder”.

Mais uma semana e, dos principais responsáveis apenas havia por capturar um dos indonésios, que foi detido na manhã do dia 20 e um ajudante de observador dos serviços meteorológicos, detido quatro ou cinco dias depois.

Precisamente nesta ocasião (22 de junho) chegava eu (Filipe Themudo Barata, governador 1959-196) a Timor...

O instrutor do processo pensa que foi tudo iniciativa do próprio cônsul Nazwar Jacub, solidário com rebeldes de Sumatra, que via no êxito da sublevação em Timor um reforço para o seu partido.

Talvez isso tenha uma grande parcela de verdade, mas o facto é que o novo cônsul (Teng Ku Hussim) continuou a dar apoio aos implicados e, inclusive a sugerir-lhes o recurso ao asilo político. E mais ainda.

As ameaças da Indonésia não pararam.

As atividades suspeitas do novo cônsul prosseguiram e, poucas semanas após o meu regresso à Metrópole, na fronteira terrestre (região de Covalima), há mesmo infiltrações declaradas de grupos de cerca de 200 indonésios acompanhados de polícias com pistolas-metralhadoras e espingardas, que deram origem a sérios confrontos e a firme reação das nossas tropas de 2ª linha.

John Taylor, no seu livro “Timor - A História Oculta”, p. 59, explica a sua visão citando José Martins (líder do Kota):



"Relatórios sobre o grau de envolvimento indonésio na rebelião variam consideravelmente, alguns argumentando mesmo, que os catorze oficiais eram agentes diretos do governo indonésio, enviados certamente para organizar o derrube da administração colonial.

O que parece mais provável é eles terem sido líderes locais, verdadeiros dissidentes, que tentaram mobilizar o descontentamento local como meio de refazerem a sua base, em Timor Leste.

O que é inquestionável é que eles foram ajudados tanto pelo cônsul indonésio em Díli, como por apoiantes em Kupang, no Timor indonésio, os quais tinham concordado em fornecer armas.

Estes factos indicam que já existia um lóbi integracionista que tinha o apoio, a certo nível, do governo indonésio."

Aliás, as consequências desta "aventura" foram mínimas para os instigadores indonésios, que foram apenas expulsos.

Como sempre aconteceu e pelos vistos continua assim ainda hoje, os timorenses envolvidos é que foram carne para canhão, tendo sido mortos, deportados, presos e sido "premiados" com a presença da PIDE em Timor a partir desse momento.

James Dunn (Timor: A people betrayed, The Jacaranda Press, 1983, pp. 33-34) declara enfaticamente



É altamente improvável que o governo indonésio esteja implicado, ou que soubesse mesmo o que se estava a passar.

Tudo começou com um barco carregado catorze sobreviventes indonésios do movimento “Permesta”, um dos grupos da chamada “Revolta dos Coronéis” contra o Presidente Sukarno e o governo central, comandada pelos coronéis Lubis, Kawilarang, Simbolon, Hussein, Warouw e Sumual.

Os refugiados aportaram a Timor Português provavelmente vindos do sudeste das Celebes (Sulawesi) onde a força principal da resistência militar tinha sido aniquilada pelas forças do governo central.

Buscaram asilo político em Timor Português e, a seu tempo, foi-lhes autorizada a permanência na zona de Baucau.

Contudo, os indonésios rapidamente se aperceberam de que o sistema colonial português não lhes agradava, e começaram a semear intriga a dissidentes timorenses na zona de Viqueque – Ossú, Baucau, Uato-Lari, e mesmo em Díli, numa tentativa de destronarem o poder colonial.

Os asilados obtiveram também o apoio do cônsul indonésio em Díli, que, parece ter agido sem o conhecimento o consentimento de Jacarta.

O que se passou foi que a amante rejeitada dum dos principais conspiradores divulgou o planeado golpe à polícia em Díli e foram tomadas as devidas contra medidas.

Contudo, registaram-se violentos confrontos nos distritos de Ossú, Viqueque e Uato-Lari., nos quais cinicamente os portugueses utilizaram tropas de 2ª linha de reinos vizinhos que eram tradicionalmente hostis aos rebeldes timorenses, tendo a oposição sido prontamente aniquilada duma forma sangrenta.

Mais de 150 foram mortos e centenas feitos prisioneiros. Sessenta timorenses foram exilados para Angola e Moçambique e, a seu tempo, os dissidentes indonésios expulsos de Timor.

O cônsul foi chamado e repreendido pelo seu envolvimento.

Os Indonésios reclamaram a sua inocência ou qualquer envolvimento no conluio de 1959, mas os portugueses que pouco ou nada sabiam da insurreição em Sulawesi desconfiaram.

Parece no entanto haver poucas dúvidas de que se tratou duma iniciativa local dos fugitivos da Indonésia Oriental que foram capazes de explorar o descontentamento com a administração local.

O conluio foi provavelmente demasiado amador e, mesmo que não tivesse sido descoberto, provavelmente não teria tido sucesso em desalojar os portugueses.

Contudo, o incidente teve profundas implicações nas autoridades locais e nos Portugueses em geral, dado coincidir com uma intensificação da campanha do Presidente Sukarno contra o imperialismo e colonialismo.

Os portugueses reagiram com um aumento da sua capacidade de segurança na província e na fronteira e com o aumento da delegação da PIDE.

Contudo o incidente não se repetiu.

Havia disputas fronteiriças de tempos a tempos, normalmente causando algumas baixas ou perda de vida, mas normalmente tratava-se de confrontos derivados de roubo de gado, ou de disputas tribais envolvendo os dois lados da fronteira.

Sempre que um incidente desses ocorreu, causava tremenda inquietação em Díli e especulação duma intervenção indonésia.

Um dos pontos mais alto desse nervosismo ocorreu em 1962 quando os holandeses finalmente cederam a Irian Jaya [Papua] Ocidental à Indonésia.

Era temido que Timor Leste fosse o próximo alvo de libertação, mas a campanha “ganyang malaysia (esmagar a Malásia) ” veio trazer uma nova dimensão e proporcionando o alívio à administração colonial [portuguesa].”
Esta também a versão dos eventos de que JC se serviu no livro “Timor Leste o dossier secreto 1973-1975”, mas que como se vê é bem diferente da do ex-governador Themudo Barata.
Depois desta longa visita ao passado, do fim do século XIX a meados do século XX, parece difícil atribuir os incidentes iniciados em abril 2006 a conflitos tribais, dado que parecem ter-se esgotado em junho 1959, sem qualquer registo posterior de lutas intertribais.

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