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Annex V: ENEF Workshop - Media Coverage



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Annex V: ENEF Workshop - Media Coverage
List of news organizations that were present at the press conference held on the first day of the workshop.


Reporter

News Outlet


1.Antônio Gois

Folha de S.Paulo


2.Sabrina Valle

Agência Estado


3.Bruno Villas Boas

O Globo


4.Claudia Campos

Revista da Previ


5.Isabela Vieira

Agência Brasil


6.Marcio Anaya

Valor Econômico


7.Rodrigo Carvalho

TV Globonews


8.Liana Leite

Rádio Estadão/ESPN


9.Isabele Rangel

Rádio CBN


10.Bernadrdo Tabak

G1 (portal for Globo.com)


11. Juliana Ennes

Valor Econômico


12. Glauce Tolomei


TV Brasil

13. Demétrio Roquette Pinto


Rádio MEC


Press coverage
Radio CBN
News audio broadcasted by all news Radio CBN

http://cbn.globoradio.globo.com/editorias/economia/2011/05/09/NO-RIO-BIRD-ENSINA-ALUNOS-DA-REDE-PUBLICA-A-POUPAR-DINHEIRO.htm



Tuesday, May 10, 2011
Finanças nas escolas públicas  
O Globo | Economia
10 de maio de 2011

Alunos que receberam aulas têm melhor desempenho

Bruno Villas Bôas

Um estudo elaborado pelo Banco Mundial (Bird) divulgado ontem mostra que os alunos da rede pública que recebem aulas de finanças pessoais estão mais preparados para lidar com dinheiro e conceitos de gasto e poupança. A conclusão está no primeiro relatório feito com os 27 mil alunos que participam da Estratégia Nacional de Educação Financeira (Enef), programa que ensina finanças pessoais a estudantes do ensino médio de colégios públicos brasileiros desde agosto do ano passado.

O Bird criou um indicador para medir os conhecimentos gerais de finanças dos estudantes. Os alunos que receberam as aulas (metade dos 27 mil alunos que participam do programa) tiveram 60,4 pontos no questionário aplicado, em uma escala que vai de zero a cem pontos no índice. Já os que não tiveram as aulas de finanças receberam apenas 56,1 pontos.

Segundo Miriam Bruhn, economista do Banco Mundial, a variação foi significativa.

- Isso mostra que a educação financeira nas escolas tem apresentado resultados.

Em ambos os casos, no entanto, a pontuação classifica os alunos como nível intermediário de conhecimento sobre finanças. Ou seja, tem ainda uma "inserção insipiente (...) na vida econômica".

O Enef envolve 891 escolas públicas distribuídas entre Rio, São Paulo, Ceará, Tocantins, Distrito Federal e Minas. A maioria desses alunos tem entre 15 e 18 anos e uma renda familiar concentrada na faixa de R$510 a R$2.040, segundo o relatório.

Projeto ensina estudantes a lidar com dinheiro  
Valor Econômico | Eu & Investimentos
10 de maio de 2011

Pesquisa: Programa de educação financeira do Banco Mundial estimula hábito de poupar entre alunos de colégio fluminense.

Juliana Ennes

A jovem que não parava de consumir. A peça cujo cenário é uma loja ilustra a consciência de uma adolescente que aprendeu a importância de poupar. A apresentação foi iniciativa dos alunos do Colégio Estadual João de Abreu Júnior, no município de Cantagalo, na Região Serrana do Rio de Janeiro, que participaram do projeto do Banco Mundial que levou a educação financeira a 450 escolas de seis Estados do país.

O professor Douglas Rosa de Souza tão logo recebeu os kits de orientação teve que compartilhá-los com professores curiosos, que também queriam ser incluídos no programa de educação financeira. Por enquanto, só os estudantes do Ensino Médio de algumas escolas públicas de São Paulo, Rio de Janeiro, Ceará, Tocantins, Minas Gerais e Distrito Federal tiveram direito. E os alunos de Souza aprenderam rapidamente. Tanto que até os pais procuraram a escolar, curiosos do que estava levando seus filhos a mudarem de comportamento.

O professor de geografia conta que as meninas que viajavam até Friburgo, próximo à cidade onde moram, exclusivamente para fazer compras, passaram a querer guardar dinheiro para projetos maiores no final do ano, e agora esperam pelas promoções de fim de coleção, para economizar. Isso é fruto dos ensinamentos recebidos nas aulas de educação financeira, que fazem parte do programa piloto desenvolvido pelo grupo Estratégia Nacional de Educação Financeira (Enef), uma iniciativa do Banco Mundial (Bird) em conjunto com BM&FBovespa, Comissão de Valores Mobiliários (CVM), Banco Central, entre outras instituições e ministérios.

O programa está levando para dentro da escola o ensinamento de finanças básicas, pela primeira vez no mundo, segundo dados do Bird. Os professores receberam material didático, além de treinamento via internet, para serem capazes de mostrar a adolescentes a importância de se poupar, de estudar as taxas de juros e de tomar crédito compatível com a renda. O próprio professor deixou de comprar um carro ao perceber, com as aulas, que pagaria tanto de juros no financiamento de longo prazo que valia mais a pena esperar para juntar um montante maior para dar de entrada.

Com as aulas, o indicador de alfabetização financeira subiu quatro pontos percentuais, de acordo com pesquisa realizada pelo Bird. Os alunos que assistiram às aulas tiveram nota 60,4 em uma escala de zero a 100, superior àqueles que não participaram do programa, com nota média de 56,1. Antes das aulas, não havia diferença de desempenho entre os dois grupos.

Como um dos focos principais do programa de educação financeira foi a necessidade de manter uma poupança, os hábitos dos jovens acabaram sendo modificados. Houve um crescimento de seis pontos percentuais entre aqueles que disseram guardar algum dinheiro. Entre os que participaram das aulas, 50% têm comportamento de poupar, enquanto 44% apresentam as mesmas características no grupo que não recebeu educação financeira na escola.

O diretor do Banco Mundial para o Brasil, Makhtar Diop, disse que, com a estabilidade financeira por que passa o país, o principal desafio de longo prazo é a necessidade de aumentar o nível de poupança interna. Ele se encontrou na semana passada com o presidente do Banco Central (BC), Alexandre Tombini. Tombini disse que, para conter a inflação, aumentar a poupança é muito importante. A pressão sobre o balanço de pagamentos é muito grande, afirmou o diretor do Bird.

A presidente da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), Maria Helena Santana, afirmou que o objetivo das aulas é permitir que os jovens possam aprender a planejar seu futuro, sem que seja levado por modas ou necessidades criadas artificialmente.

O programa de educação financeira ainda será ampliado, para se tornar nacional, e deve incluir as famílias dos alunos. De acordo com Maria Helena, vai ser implementado como uma decisão de Estado, a partir da criação do Comitê Nacional de Educação Financeira.

O especialista financeiro sênior do Bird, Rogelio Marchetti, disse que a experiência inédita brasileira, de fazer o programa de educação dentro da escola, e de instituir um programa piloto antes de universalizá-lo, permite a realização de políticas públicas mais responsáveis. Isso porque o modelo final a ser utilizado em todo o país poderá ser aperfeiçoado, caso haja necessidade.

O especialista em Desenvolvimento do Setor Privado do Bird, Cristian Quijada Torres, afirmou que a melhoria na nota dos alunos do colégio sobre conhecimentos financeiros não ocorreu por acaso. Foi por causa do programa, disse ele. Os alunos que receberam o curso afirmaram sentir-se mais seguros para responder a perguntas sobre taxas de juros, financiamentos, seguros, imposto de renda e pagamento mínimo de faturas de cartões de crédito.

A pesquisa realizada pelo Banco Mundial para mensurar a efetividade das aulas de educação financeira no Brasil mediu também as condições antes do início das aulas, para ter-se um perfil do aluno do Ensino Médio brasileiro sem o ensinamento específico. As meninas se mostraram em geral mais conhecedoras de assuntos financeiros. A maior parte dos gastos (63%) era realizada com roupas, seguidas por lazer (46%), lanches (37%), alimentação (23%) e transporte (19%).

Na hora de comprar um produto, o preço é considerado o item mais importante para 70,7% dos jovens entrevistados, mesmo sem as aulas de educação financeira. Mas, até então, 31,8% afirmaram não realizar nenhum tipo de poupança, assim como nenhuma outra pessoa da família, enquanto 15% declararam guardar dinheiro, 47,6% afirmaram que a mãe ou pai o fazem, e 4,9% algum outro familiar.



Educação financeira nas escolas já mostra resultados e pode ajudar no combate à inflação

Correio Braziliense

10 de maio de 2011
O ensino de educação financeira nas escolas pode ajudar o país a aumentar a poupança interna e a combater a inflação. É o que avaliam pesquisadores do Banco Mundial (Bird) que divulgaram nesta segunda-feira (9/5) resultados preliminares de um projeto desenvolvido em 450 escolas estaduais do Ceará, de Minas Gerais, do Rio de Janeiro, de São Paulo, do Tocantins e do Distrito Federal.

Nos primeiros seis meses de curso, o Bird constatou que os alunos passaram a poupar mais e a organizar melhor as compras. O percentual dos estudantes que faziam poupança antes do programa, que se estenderá até o fim do ano passou de 44% para 49%, entre agosto e dezembro de 2010. Já os que faziam lista de compras passou de13% para 16%.


Segundo o especialista do banco Rogeli Marchetti, o resultado chama atenção porque a mudança de comportamento nos cerca de 12 mil estudantes que participam do programa Estratégia Nacional de Educação Financeira (Enef) ocorreu em apenas seis meses, um prazo considerado curto. "O resultado também é positivo quando comparado com escolas que não receberam as aulas [de finanças pessoais]", acrescentou.
O Bird continuará a avaliar o aprendizado dos estudantes até o fim do projeto e pensa, inclusive, em acompanhá-los no mercado de trabalho, por meio do número do CPF. Para os pesquisadores, o comportamento dos jovens no longo prazo permitirá comprovar como a educação financeira pode se refletir em dados macroeconômicos.
"Dentro do país isso tem relevância, principalmente, no contexto de crescimento da classe média, que está entrando no mercado e precisa entender os produtos financeiros", afirmou Rogeli Marchetti. Com esses conhecimentos, o Bird avalia que a classe média pode impulsionar um "ciclo virtuoso" na economia, com incentivo à poupança e à redução do consumo.
Os pesquisadores também esperam que os jovens influenciem o planejamento financeiro familiar, acelerando o processo de educação financeira na população. Por isso, o Banco Central e o Ministério da Educação, dentre os organizadores do programa, já discutem como ampliar a iniciativa para outras escolas, por meio de uma comissão com mais três ministérios.
Durante apresentação da pesquisa, hoje, o representante do Ministério da Educação Sergio Jamal Gotti disse que o grande desafio é envolver as redes de ensino. "Não há intenção de criar uma disciplina separada", disse. Porém, acrescentou que estratégias como criação de páginas na internet e de material didático próprio podem ser usadas para chamar a atenção de professores e gestores.
O projeto de educação financeira no Brasil também foi bem avaliado pelo diretor do Bird para o Brasil, Maktar Diopp, que tem a intenção de levar o curso para outros países. Diopp destacou que o diferencial do programa é fato de o curso ser aplicado no ensino formal. "Não é à toa que a carteira do Bird no Brasil é a maior do mundo. Queremos exportar experiências inovadoras assim", afirmou.
As aulas de educação financeira em turmas do segundo ano do ensino médio de 450 escolas integram o projeto piloto do Banco Central, da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), da Superintendência de Seguros Privados (Susep) e da Superintendência Nacional de Previdência Complementar, em parceria com o Bird, o Ministério da Educação e o Unibanco.
Os resultados parciais da pesquisa sobre a aplicação da estratégia foram apresentados durante o encontro de avaliação do Enef, no Centro de Convenções da Bolsa, no Rio de Janeiro.
Educação financeira mostra resultados e pode combater a inflação

Último Segundo - IG | Educação | BR

10 de maio de 2011

Agência Brasil

O ensino de educação financeira nas escolas pode ajudar o País a aumentar a poupança interna e a combater a inflação. É o que avaliam pesquisadores do Banco Mundial (Bird) que divulgaram na última segunda-feira (9) resultados preliminares de um projeto desenvolvido em 450 escolas estaduais do Ceará, de Minas Gerais, do Rio de Janeiro, de São Paulo, do Tocantins e do Distrito Federal.

Impacto positivo em jovens

Brasil Econômico

10 de maio de 2011
EDUCAÇÃO FINANCEIRA

Vanessa Correia


O ensino de educação financeira nas escolas afeta positivamente o conhecimento sobre a economia e o comportamento dos jovens brasileiros. As conclusões vieram de um estudo do Banco Mundial que ouviu quase 27 mil estudantes do ensino médio de 900 escolas públicas do Brasil, todos participantes da primeira fase do programa piloto de educação financeira da Estratégia Nacional de Educação Financeira (Enef).
O estudo apontou que os níveis de educação financeira são mais elevados para estudantes do sexo feminino, de melhor situação socioeconômica, cujos pais participam do setor formal da economia e possuem melhor educação financeira. ?O levantamento mostrou que o programa de educação financeira teve impacto, tanto de conhecimento quanto de comportamento?, disse José Alexandre Cavalcanti Vasco, superintendente de proteção e orientação aos investidores da Comissão de Valores Mobiliários (CVM). A análise também revelou melhorias na rotina doméstica, com pais mais dispostos a discutir e incluir os alunos na tomada de decisões e nas discussões sobre problemas com dinheiro e sobre o orçamento familiar.

Monday, May 9, 2011

Educação financeira nas escolas melhora conhecimento dos jovens, diz pesquisa

Brasil OnLine

09 de maio de 2011


SÃO PAULO - O ensino de educação financeira nas escolas traz uma influência positiva sobre o conhecimento de economia e o comportamento dos jovens brasileiros. A constatação parte de uma pesquisa divulgada nesta segunda-feira (9) pelo Banco Mundial.

De acordo com o levantamento, efetuado com alunos de escolas públicas participantes da primeira fase do programa piloto de educação financeira da Enef (Estratégia Nacional de Educação Financeira), patrocinado pela BM&FBovespa, houve mudanças significativas tanto nos estudantes entrevistados, como em seus familiares.


Primeira etapa
A pesquisa foi realizada em escolas públicas de São Paulo, Rio de Janeiro, Ceará, Tocantins, Distrito Federal e Minas Gerais e foi dividida em duas fases. Na primeira, os alunos e seus pais responderam a um questionário com cerca de 150 perguntas a fim de medir o nível de conhecimento e atitudes em relação ao dinheiro.
Segundo o levantamento, 63,1% dos entrevistados costumam direcionar seus recursos para a compra de roupas, enquanto 45,7% gastam com lazer, 37,1% com lanches, 23,4% com alimentação e 18,8% com transporte.
A pesquisa também mostrou que apenas 61% negociam a forma de pagamento e 35% dos estudantes não pesquisam modelos ou marcas semelhantes antes de comprar.
Os hábitos de poupança também foram avaliados: somente 15,7% costumam guardar dinheiro para projetos futuros.
Segunda etapa
Na segunda etapa, foram introduzidas nas escolas participantes conceitos de educação financeira. Entretanto, apenas metade dos jovens recebeu as atividades para que pudesse ser feita a comparação.
De acordo com os resultados da pesquisa, os alunos que receberam conceitos financeiros desenvolveram mais habilidades para entender contextos econômicos, como a análise do orçamento familiar.
O entendimento sobre o que era inflação, por exemplo, que antes era compreendido por 33% dos entrevistados, atingiu 36% dos alunos que tiveram as aulas. "Apesar de as diferenças não serem acentuadas, estamos felizes pelos resultados, pois o Brasil foi o País onde mais se constatou o impacto da educação financeira se comparado com os demais países que passaram por esse mesmo teste", afirmou o especialista sênior do Banco Mundial, Rogelio Marchetti.
Maior alfabetização financeira
Ainda de acordo com o levantamento, estudantes do sexo feminino tiveram maior nível de alfabetização financeira, assim como alunos com melhor condição socioeconômica e com pais que atuam no setor formal da economia.
Já entre os alunos que repetiram, pelo menos, um ano escolar e cujas famílias pertencem a grupos de baixa renda, os níveis de conhecimento nesse tema foram menos assimilados.

Educação financeira nas escolas ajuda brasileiros a economizar

Terra Notícias



09 de maio de 2011
Pesquisadores do Banco Mundial (Bird) divulgaram nesta segunda-feira resultados preliminares do ensino da educação financeira nas escolas brasileiras. Segundo eles, o projeto desenvolvido em 450 escolas estaduais do Ceará, Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo, Tocantins e Distrito Federal, ajuda os brasileiros a economizar, tendo impacto no combate da inflação.
Nos primeiros seis meses de curso, o Bird constatou que os alunos passaram a poupar mais e a organizar melhor as compras. O percentual dos estudantes que faziam poupança antes do programa, que se estenderá até o fim do ano passou de 44% para 49%, entre agosto e dezembro de 2010. Já os que faziam lista de compras passou de 13% para 16%.
Segundo o especialista do banco Rogeli Marchetti, o resultado chama atenção porque a mudança de comportamento nos cerca de 12 mil estudantes que participam do programa Estratégia Nacional de Educação Financeira (Enef) ocorreu em apenas seis meses, um prazo considerado curto. "O resultado também é positivo quando comparado com escolas que não receberam as aulas (de finanças pessoais)", disse.
O Bird continuará a avaliar o aprendizado dos estudantes até o fim do projeto e pensa, inclusive, em acompanhá-los no mercado de trabalho, por meio do número do CPF. Para os pesquisadores, o comportamento dos jovens no longo prazo permitirá comprovar como a educação financeira pode se refletir em dados macroeconômicos.
Os pesquisadores esperam que os jovens influenciem o planejamento financeiro familiar, acelerando o processo de educação financeira na população. Por isso, o Banco Central e o Ministério da Educação já discutem como ampliar a iniciativa para outras escolas, por meio de uma comissão com mais três ministérios.
Durante apresentação da pesquisa, o representante do Ministério da Educação, Sergio Jamal Gotti, disse que o grande desafio é envolver as redes de ensino. "Não há intenção de criar uma disciplina separada", disse. Porém, acrescentou que estratégias como criação de páginas na internet e de material didático próprio podem ser usadas para chamar a atenção de professores e gestores.
O projeto de educação financeira no Brasil também foi bem avaliado pelo diretor do Bird para o Brasil, Maktar Diopp, que tem a intenção de levar o curso para outros países. Diopp disse que o diferencial do programa é fato de o curso ser aplicado no ensino formal. "Não é à toa que a carteira do Bird no Brasil é a maior do mundo. Queremos exportar experiências inovadoras assim", afirmou.
As aulas de educação financeira em turmas do segundo ano do ensino médio de 450 escolas integram o projeto piloto do Banco Central, da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), da Superintendência de Seguros Privados (Susep) e da Superintendência Nacional de Previdência Complementar, em parceria com o Bird, o Ministério da Educação e o Unibanco.
Os resultados parciais da pesquisa sobre a aplicação da estratégia foram apresentados durante o encontro de avaliação do Enef, no Centro de Convenções da Bolsa, no Rio de Janeiro.


Alunos que recebem aulas de finanças pessoais estão mais preparados para lidar com dinheiro

Globo.com

09 de maio de 2011
RIO - Um estudo elaborado pelo Banco Mundial (Bird) divulgado nesta segunda-feira mostra que os alunos da rede pública de ensino que recebem aulas de finanças pessoais estão mais preparados para lidar com dinheiro e conceitos de gasto e poupança. A conclusão está no primeiro relatório feito com os 27 mil alunos que participam da Estratégia Nacional de Educação Financeira (Enef), programa que ensina finanças pessoais a estudantes do ensino médio de colégios públicos brasileiros desde agosto do ano passado.

O Banco Mundial criou um indicador para medir os conhecimentos gerais de finanças dos estudantes. Os alunos que receberam as aulas tiveram 60,4 pontos no questionário aplicado, em uma escala que vai de zero a cem pontos no índice. Já os alunos acompanhados pelo Bird e que não tiveram as aulas de finanças receberam apenas 56,1 pontos.


Segundo Miriam Bruhn, economista do Banco Mundial, a variação foi significativa." Isso mostra que a educação financeira nas escolas tem apresentado resultados "
- Isso mostra que a educação financeira nas escolas tem apresentado resultados - defendeu a especialista.
Em ambos os casos, no entanto, a pontuação classifica os alunos como nível intermediário de conhecimento sobre finanças. Ou seja, tem ainda uma "inserção incipiente (...) na vida econômica".
Miriam lembrou, porém, que o programa tem apenas seis meses nas escolas, de um total de três semestres previstos. E que a expectativa é de mais evolução pela frente. Um novo levantamento será feito no final deste ano para medir a evolução.
O Enef envolve 891 escolas públicas distribuídas entre Rio de Janeiro, São Paulo, Ceará, Tocantins, Distrito Federal e Minas Gerais. A maioria desses alunos tem entre 15 e 18 anos e uma renda familiar concentrada na R$ 510 a R$ 2.040, segundo o relatório.
Por dentro dos números, os estudantes que receberam a aula mostraram evolução do conhecimento em questões como juros (de 5,1 para 5,9 pontos), empréstimos (6 para 6,8 pontos) e cartão de crédito (6,4 para 7,2 pontos). O número de estudantes que declararam entender o impacto da inflação avançou de 33% para 36%, o que foi considerado significativo para uma geração que nasceu no Plano Real e não viveu a hiperinflação no país.
O trabalho mostra que os jovens brasileiros da rede pública de ensino médio são consumidores atentos. Eles consideram relevante no momento de comprar um produto questões como o preço (citado por 71% deles) e benefícios que o produto podem trazer (51%). A maioria negocia descontos (57%) e pesquisa o produto em outras lojas antes de decidir pela compra (87%). Gastam principalmente com roupas (63%) e lanches (37%).
Mesmo assim, mais de 45% dos alunos se considera "gastador" ou "muito gastador". E quando se trata de controle das finanças, os números se revelam menos animadores. Segundo a pesquisa, 33% dos alunos já tomaram empréstimos, principalmente com familiares e amigos. Como a maioria não são bancarizados (somente 12% tem conta corrente e 10% usam cartão de crédito), apenas 1% tem alguma dívida com bancos.
Segundo Miriam Bruhn, as estudantes mulheres de melhor nível socioeconômico e de pais que concluíram o ensino médio têm melhores conhecimentos sobre finanças. Já os estudantes com mais de cinco pessoas morando em casa e que foram reprovadas no colégio tem a menor eficiência.
O programa não criou uma cadeira específica de finanças nos colégios, embora tenha distribuído livro para os alunos e professores. O tema foi, na verdade, tratado nas aulas da grade regular, como matemática, português e química, por exemplo. Os professores foram treinados e treinarem seus colegas de colégio.


Projeto de educação financeira amplia conhecimento de alunos, diz Bird

Globo.com

09 de maio de 2011
RIO - O nível de educação financeira melhorou significativamente no Brasil entre os jovens que participaram do programa piloto desenvolvido pelo grupo Estratégia Nacional de Educação Financeira (Enef), informou o Banco Mundial (Bird).

A instituição, em conjunto com BMFBovespa, Comissão de Valores Mobiliários (CVM), Banco Central, entre outras instituições e ministérios, está levando para dentro da escola o ensinamento de finanças básicas.


Com a distribuição de material didático para professores e treinamento via internet, 450 escolas nos Estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Ceará, Tocantins e Minas Gerais, além do Distrito Federal, passaram a oferecer aulas de educação financeira para os alunos.
Em pesquisa realizada pelo Bird antes e depois das aulas, verificou-se que o nível de alfabetização financeira foi mais elevado no grupo de alunos que tiveram aulas, com nota 60,4 em uma escala de zero a 100, do que entre os alunos que não participaram do programa, que obtiveram nota média de 56,1. Antes das aulas, não havia diferença de conhecimento entre os dois grupos.
O especialista em Desenvolvimento do Setor Privado do Bird, Cristian Quijada Torres, afirmou que a melhoria na nota sobre conhecimentos financeiros "não ocorreu por acaso". "Foi por causa do programa", disse.
Os alunos que receberam o curso se sentiram mais seguros para responder perguntas sobre taxas de juros, financiamentos, seguros, imposto de renda e pagamento mínimo de cartões de crédito.
O especialista financeiro sênior do Bird, Rogelio Marchetti, disse que a experiência inédita brasileira, de fazer o programa de educação dentro da escola, e de instituir um programa piloto antes de universalizá-lo, permite a realização de políticas públicas mais responsáveis.
A presidente da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), Maria Helena Santana, afirmou que o objetivo das aulas é permitir que os jovens possam aprender a planejar seu futuro, sem que seja levado por modas ou necessidades criadas artificialmente.
O programa de educação financeira ainda será ampliado: vai se tornar nacional, e vai incluir as famílias. De acordo com Maria Helena, vai ser implementado "como uma decisão de Estado", a partir da criação do Comitê Nacional de Educação Financeira.
O diretor do Banco Mundial para o Brasil, Makhtar Diop, disse que, com a estabilidade financeira do país, o principal desafio de longo prazo é a necessidade de aumentar o nível de poupança. Ele se encontrou na semana passada com o presidente do Banco Central, Alexandre Tombini.
"Tombini disse que, para conter a inflação, aumentar a poupança é muito importante. A pressão sobre o balanço de pagamentos é muito grande", afirmou o diretor do Bird.
As aulas de educação financeira tiveram impacto sobre os hábitos de poupança dos estudantes. Os ensinamentos financeiros levaram a um crescimento de 6 pontos percentuais entre aqueles que disseram guardar algum dinheiro. Entre os que participaram das aulas, 50% têm comportamento de poupar, enquanto 44% apresentam as mesmas características no grupo que não recebeu educação financeira na escola.
O piloto do programa de educação financeira só teve até o momento um semestre de aulas, e conta ainda com outros dois módulos. O perfil de atuação financeira dos alunos poderá ser acompanhado inclusive posteriormente, através dos CPFs.
(Juliana Ennes | Valor)
Projeto de educação financeira amplia conhecimento de alunos, diz Bird

UOL Notícias

09 de maio de 2011
RIO - O nível de educação financeira melhorou significativamente no Brasil entre os jovens que participaram do programa piloto desenvolvido pelo grupo Estratégia Nacional de Educação Financeira (Enef), informou o Banco Mundial (Bird). A instituição, em conjunto com BM&FBovespa, Comissão de Valores Mobiliários (CVM), Banco Central, entre outras instituições e ministérios, está levando para dentro da escola o ensinamento de finanças básicas.

Com a distribuição de material didático para professores e treinamento via internet, 450 escolas nos Estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Ceará, Tocantins e Minas Gerais, além do Distrito Federal, passaram a oferecer aulas de educação financeira para os alunos. Em pesquisa realizada pelo Bird antes e depois das aulas, verificou-se que o nível de alfabetização financeira foi mais elevado no grupo de alunos que tiveram aulas, com nota 60,4 em uma escala de zero a 100, do que entre os alunos que não participaram do programa, que obtiveram nota média de 56,1. Antes das aulas, não havia diferença de conhecimento entre os dois grupos.


O especialista em Desenvolvimento do Setor Privado do Bird, Cristian Quijada Torres, afirmou que a melhoria na nota sobre conhecimentos financeiros "não ocorreu por acaso". "Foi por causa do programa", disse. Os alunos que receberam o curso se sentiram mais seguros para responder perguntas sobre taxas de juros, financiamentos, seguros, imposto de renda e pagamento mínimo de cartões de crédito. O especialista financeiro sênior do Bird, Rogelio Marchetti, disse que a experiência inédita brasileira, de fazer o programa de educação dentro da escola, e de instituir um programa piloto antes de universalizá-lo, permite a realização de políticas públicas mais responsáveis. A presidente da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), Maria Helena Santana, afirmou que o objetivo das aulas é permitir que os jovens possam aprender a planejar seu futuro, sem que seja levado por modas ou necessidades criadas artificialmente. O programa de educação financeira ainda será ampliado: vai se tornar nacional, e vai incluir as famílias. De acordo com Maria Helena, vai ser implementado "como uma decisão de Estado", a partir da criação do Comitê Nacional de Educação Financeira.
O diretor do Banco Mundial para o Brasil, Makhtar Diop, disse que, com a estabilidade financeira do país, o principal desafio de longo prazo é a necessidade de aumentar o nível de poupança. Ele se encontrou na semana passada com o presidente do Banco Central, Alexandre Tombini. "Tombini disse que, para conter a inflação, aumentar a poupança é muito importante. A pressão sobre o balanço de pagamentos é muito grande", afirmou o diretor do Bird. As aulas de educação financeira tiveram impacto sobre os hábitos de poupança dos estudantes. Os ensinamentos financeiros levaram a um crescimento de 6 pontos percentuais entre aqueles que disseram guardar algum dinheiro. Entre os que participaram das aulas, 50% têm comportamento de poupar, enquanto 44% apresentam as mesmas características no grupo que não recebeu educação financeira na escola.
O piloto do programa de educação financeira só teve até o momento um semestre de aulas, e conta ainda com outros dois módulos. O perfil de atuação financeira dos alunos poderá ser acompanhado inclusive posteriormente, através dos CPFs.
(Juliana Ennes | Valor)
Educação financeira na escolas já mostra resultados e pode ajudar no combate à inflação

UOl Notícias

09 de maio de 2011
O ensino de educação financeira nas escolas pode ajudar o país a aumentar a poupança interna e a combater a inflação. É o que avaliam pesquisadores do Banco Mundial (Bird) que divulgaram hoje (9) resultados preliminares de um projeto desenvolvido em 450 escolas estaduais do Ceará, de Minas Gerais, do Rio de Janeiro, de São Paulo, do Tocantins e do Distrito Federal.

Nos primeiros seis meses de curso, o Bird constatou que os alunos passaram a poupar mais e a organizar melhor as compras. O percentual dos estudantes que faziam poupança antes do programa, que se estenderá até o fim do ano passou de 44% para 49%, entre agosto e dezembro de 2010. Já os que faziam lista de compras passou de13% para 16%.


Segundo o especialista do banco Rogelio Marchetti, o resultado chama atenção porque a mudança de comportamento nos cerca de 12 mil estudantes que participam do programa Estratégia Nacional de Educação Financeira (Enef) ocorreu em apenas seis meses, um prazo considerado curto. "O resultado também é positivo quando comparado com escolas que não receberam as aulas [de finanças pessoais]", acrescentou.
O Bird continuará a avaliar o aprendizado dos estudantes até o fim do projeto e pensa, inclusive, em acompanhá-los no mercado de trabalho, por meio do número do CPF. Para os pesquisadores, o comportamento dos jovens no longo prazo permitirá comprovar como a educação financeira pode se refletir em dados macroeconômicos.
"Dentro do país isso tem relevância, principalmente, no contexto de crescimento da classe média, que está entrando no mercado e precisa entender os produtos financeiros", afirmou Rogelio Marchetti. Com esses conhecimentos, o Bird avalia que a classe média pode impulsionar um "ciclo virtuoso" na economia, com incentivo à poupança e à redução do consumo.
Os pesquisadores também esperam que os jovens influenciem o planejamento financeiro familiar, acelerando o processo de educação financeira na população. Por isso, o Banco Central e o Ministério da Educação, dentre os organizadores do programa, já discutem como ampliar a iniciativa para outras escolas, por meio de uma comissão com mais três ministérios.
Durante apresentação da pesquisa, hoje, o representante do Ministério da Educação Sergio Jamal Gotti disse que o grande desafio é envolver as redes de ensino. "Não há intenção de criar uma disciplina separada", disse. Porém, acrescentou que estratégias como criação de páginas na internet e de material didático próprio podem ser usadas para chamar a atenção de professores e gestores.
O projeto de educação financeira no Brasil também foi bem avaliado pelo diretor do Bird para o Brasil, Maktar Diop, que tem a intenção de levar o curso para outros países. Diop destacou que o diferencial do programa é fato de o curso ser aplicado no ensino formal. "Não é à toa que a carteira do Bird no Brasil é a maior do mundo. Queremos exportar experiências inovadoras assim", afirmou.
As aulas de educação financeira em turmas do segundo ano do ensino médio de 450 escolas integram o projeto piloto do Banco Central, da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), da Superintendência de Seguros Privados (Susep) e da Superintendência Nacional de Previdência Complementar, em parceria com o Bird, o Ministério da Educação e o Unibanco.
Os resultados parciais da pesquisa sobre a aplicação da estratégia foram apresentados durante o encontro de avaliação do Enef, no Centro de Convenções da Bolsa, no Rio de Janeiro.
Gasto supera renda em 53% dos lares

A Gazeta - ES

09 de maio de 2011
São Paulo A Pesquisa Tendências do Consumidor, divulgada ontem pela Associação Paulista de Supermercados (Apas), mostra que 53% das famílias brasileiras tiveram em 2010 um gasto mensal acima da renda média do mesmo período. A pesquisa foi elaborada pelas empresas Nielsen e Kantar WorldPanel com uma amostra de 8.200 lares de todas as classes sociais, em cidades acima de 10 mil habitabtes.

Pela primeira vez na série histórica iniciada em 2006, o gasto médio superou a renda, com um endividamento médio de 1%. Segundo o estudo, a renda mensal média nacional em 2010 foi de R$ 2.146, enquanto o gasto foi de R$ 2.171. A pesquisa mostra que, em relação ao ano de 2009, os gastos mensais apresentaram alta de 16%, enquanto a renda média subiu 13%. O levantamento foi feito por meio de questionário aplicado em julho de 2010.


A Apas aponta que a maior oferta de crédito impulsionou o consumo das famílias. "O consumidor vislumbrou uma estabilidade econômica e viu oportunidades para ter acesso a itens que nunca teve", avaliou o diretor de Economia e Pesquisa da Apas, Martinho Paiva.
Educação financeira leva alunos a poupar - Os alunos que participaram do programa piloto desenvolvido pelo grupo Estratégia Nacional de Educação Financeira (Enef) passaram a poupar mais, de acordo com o Banco Mundial. O projeto está ensinando educação financeira a alunos da 2ª Série do Ensino Médio de seis estados brasileiros: São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Ceará, Tocantins e Distrito Federal. Após um semestre de aulas, 50% dos cerca de 12 mil alunos de 439 colégios estaduais pouparam algum dinheiro todos os meses, contra 44% de 12 mil alunos de outras 452 escolas onde não foi realizado o projeto, e que serviram como base de comparação.
Educação financeira na escolas já mostra resultados e pode ajudar no combate à inflação

Jornal do Dia



09 de maio
O ensino de educação financeira nas escolas pode ajudar o país a aumentar a poupança interna e a combater a inflação. É o que avaliam pesquisadores do Banco Mundial (Bird) que divulgaram hoje (9) resultados preliminares de um projeto desenvolvido em 450 escolas estaduais doCeará, de Minas Gerais, do Rio de Janeiro, de São Paulo, do Tocantins e do Distrito Federal.
Nos primeiros seis meses de curso, o Bird constatou que os alunos passaram a poupar mais e a organizar melhor as compras. O percentual dos estudantes que faziam poupança antes do programa, que se estenderá até o fim do ano passou de 44% para 49%, entre agosto e dezembro de 2010. Já os que faziam lista de compras passou de13% para 16%.
Segundo o especialista do banco Rogeli Marchetti, o resultado chama atenção porque a mudança de comportamento nos cerca de 12 mil estudantes que participam do programa Estratégia Nacional de Educação Financeira (Enef) ocorreu em apenas seis meses, um prazo considerado curto. "O resultado também é positivo quando comparado com escolas que não receberam as aulas [de finanças pessoais]", acrescentou.
O Bird continuará a avaliar o aprendizado dos estudantes até o fim do projeto e pensa, inclusive, em acompanhá-los no mercado de trabalho, por meio do número do CPF. Para os pesquisadores, o comportamento dos jovens no longo prazo permitirá comprovar como a educação financeira pode se refletir em dados macroeconômicos.
"Dentro do país isso tem relevância, principalmente, no contexto de crescimento da classe média, que está entrando no mercado e precisa entender os produtos financeiros", afirmou Rogelio Marchetti. Com esses conhecimentos, o Bird avalia que a classe média pode impulsionar um "ciclo virtuoso" na economia, com incentivo à poupança e à redução do consumo.
Os pesquisadores também esperam que os jovens influenciem o planejamento financeiro familiar, acelerando o processo de educação financeira na população. Por isso, o Banco Central e o Ministério da
Educação, dentre os organizadores do programa, já discutem como ampliar a iniciativa para outras escolas, por meio de uma comissão com mais três ministérios.
Durante apresentação da pesquisa, hoje, o representante do Ministério da Educação Sergio Jamal Gotti disse que o grande desafio é envolver as redes de ensino. "Não há intenção de criar uma disciplina separada", disse. Porém, acrescentou que estratégias como criação de páginas na internet e de material didático próprio podem ser usadas para chamar a atenção de professores e gestores.
O projeto de educação financeira no Brasil também foi bem avaliado pelo diretor do Bird para o Brasil, Maktar Diop, que tem a intenção de levar o curso para outros países. Diop destacou que o diferencial do programa é fato de o curso ser aplicado no ensino formal. "Não é à toa que a carteira do Bird no Brasil é a maior do mundo. Queremos exportar experiências inovadoras assim", afirmou.
As aulas de educação financeira em turmas do segundo ano do ensino médio de 450 escolas integram o projeto piloto do Banco Central, da
Comissão de Valores Mobiliários (CVM), da Superintendência de Seguros
Privados (Susep) e da Superintendência Nacional de Previdência
Complementar, em parceria com o Bird, o Ministério da Educação e o
Unibanco.
Os resultados parciais da pesquisa sobre a aplicação da estratégia foram apresentados durante o encontro de avaliação do Enef, no Centro de
Convenções da Bolsa, no Rio de Janeiro.
Educação financeira afeta comportamento dos jovens

Do Diário do Grande ABC Online



09 de maio de 2011
Pesquisa divulgada hoje pelo Banco Mundial durante o workshop "Avaliação de Impacto do Projeto Educação Financeira nas Escolas em 2010", realizado no Rio de Janeiro, revela que o ensino de educação financeira nas escolas afeta positivamente o conhecimento sobre a economia e o comportamento dos jovens brasileiros.
A análise identificou mudanças significativas não apenas nos estudantes entrevistados, como também em seus familiares: os pais se tornaram mais propensos a incluir os filhos na tomada de decisão financeira familiar e discutir assuntos relacionados a dinheiro e orçamento doméstico.
As conclusões vieram de um estudo que ouviu quase 27 mil estudantes do ensino médio de 900 escolas públicas do Brasil, todos participantes da primeira fase do programa piloto de educação financeira da ENEF (Estratégia Nacional de Educação Financeira) - uma iniciativa da qual a BM&FBOVESPA é uma das principais patrocinadoras.
A pesquisa, que envolveu escolas dos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Ceará, Tocantins, Distrito Federal e Minas Gerais, foi realizada em duas fases. Na primeira, em agosto do ano passado, os jovens e seus pais responderam a um questionário com cerca de 150 perguntas a fim de mensurar a percepção de conhecimento e atitudes em relação ao dinheiro. Ficou constatado, por exemplo, que 63,1% dos entrevistados costumam direcionar seus recursos com a compra de roupas, seguido por: lazer (45,7%), lanches (37,1%), alimentação (23,4%) e transporte (18,8%). Ainda na esfera do consumo, o levantamento informou que apenas 61% negociam a forma de pagamento, e 35% dos estudantes não pesquisam modelos ou marcas semelhantes antes de comprar. Os hábitos de poupança também foram avaliados: somente 15,7% costumam guardar dinheiro para projetos futuros.
A segunda etapa do projeto consistiu em introduzir, nas escolas participantes, conceitos de educação financeira a partir de aulas ministradas pelos professores que exploraram situações econômicas ligadas ao cotidiano dos alunos. Contudo, para que existisse uma base de comparação, apenas metade dos jovens recebeu as atividades da ENEF e o material didático correspondente. Quatro meses após esse treinamento, o impacto dos resultados do projeto piloto nas escolas ficou comprovado.
Quando o estudo comparou os dois grupos, descobriu que os alunos que receberam conceitos financeiros desenvolveram mais habilidades para entender contextos econômicos, como a análise do orçamento familiar, por exemplo. O entendimento sobre o que era inflação, que antes era compreendido por 33% dos entrevistados, atingiu 36% dos alunos que tiveram as aulas da ENEF. "Apesar de as diferenças não serem acentuadas, estamos felizes pelos resultados, pois o Brasil foi o País onde mais se constatou o impacto da educação financeira se comparado com os demais países que passaram por esse mesmo teste", afirmou Rogelio Marchetti, especialista sênior do Banco Mundial.
Educação financeira na escolas pode ajudar no combate à inflação

JB ONline

09 de maio de 2011
O ensino de educação financeira nas escolas pode ajudar o país a aumentar a poupança interna e a combater a inflação. É o que avaliam pesquisadores do Banco Mundial (Bird) que divulgaram hoje (9) resultados preliminares de um projeto desenvolvido em 450 escolas estaduais do Ceará, de Minas Gerais, do Rio de Janeiro, de São Paulo, do Tocantins e do Distrito Federal.

Nos primeiros seis meses de curso, o Bird constatou que os alunos passaram a poupar mais e a organizar melhor as compras. O percentual dos estudantes que faziam poupança antes do programa, que se estenderá até o fim do ano passou de 44% para 49%, entre agosto e dezembro de 2010. Já os que faziam lista de compras passou de13% para 16%.


Segundo o especialista do banco Rogelio Marchetti, o resultado chama atenção porque a mudança de comportamento nos cerca de 12 mil estudantes que participam do programa Estratégia Nacional de Educação Financeira (Enef) ocorreu em apenas seis meses, um prazo considerado curto. "O resultado também é positivo quando comparado com escolas que não receberam as aulas [de finanças pessoais]", acrescentou.
O Bird continuará a avaliar o aprendizado dos estudantes até o fim do projeto e pensa, inclusive, em acompanhá-los no mercado de trabalho, por meio do número do CPF. Para os pesquisadores, o comportamento dos jovens no longo prazo permitirá comprovar como a educação financeira pode se refletir em dados macroeconômicos.
"Dentro do país isso tem relevância, principalmente, no contexto de crescimento da classe média, que está entrando no mercado e precisa entender os produtos financeiros", afirmou Rogelio Marchetti. Com esses conhecimentos, o Bird avalia que a classe média pode impulsionar um "ciclo virtuoso" na economia, com incentivo à poupança e à redução do consumo.
Os pesquisadores também esperam que os jovens influenciem o planejamento financeiro familiar, acelerando o processo de educação financeira na população. Por isso, o Banco Central e o Ministério da Educação, dentre os organizadores do programa, já discutem como ampliar a iniciativa para outras escolas, por meio de uma comissão com mais três ministérios.
Durante apresentação da pesquisa, hoje, o representante do Ministério da Educação Sergio Jamal Gotti disse que o grande desafio é envolver as redes de ensino. "Não há intenção de criar uma disciplina separada", disse. Porém, acrescentou que estratégias como criação de páginas na internet e de material didático próprio podem ser usadas para chamar a atenção de professores e gestores.
O projeto de educação financeira no Brasil também foi bem avaliado pelo diretor do Bird para o Brasil, Maktar Diop, que tem a intenção de levar o curso para outros países. Diop destacou que o diferencial do programa é fato de o curso ser aplicado no ensino formal. "Não é à toa que a carteira do Bird no Brasil é a maior do mundo. Queremos exportar experiências inovadoras assim", afirmou.
As aulas de educação financeira em turmas do segundo ano do ensino médio de 450 escolas integram o projeto piloto do Banco Central, da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), da Superintendência de Seguros Privados (Susep) e da Superintendência Nacional de Previdência Complementar, em parceria com o Bird, o Ministério da Educação e o Unibanco.
Os resultados parciais da pesquisa sobre a aplicação da estratégia foram apresentados durante o encontro de avaliação do Enef, no Centro de Convenções da Bolsa, no Rio de Janeiro.
Projeto de educação financeira amplia conhecimento de alunos, diz Bird

Valor Online

09 de maio de 2011
RIO - O nível de educação financeira melhorou significativamente no Brasil entre os jovens que participaram do programa piloto desenvolvido pelo grupo Estratégia Nacional de Educação Financeira (Enef), informou o Banco Mundial (Bird).

A instituição, em conjunto com BM&FBovespa, Comissão de Valores Mobiliários (CVM), Banco Central, entre outras instituições e ministérios, está levando para dentro da escola o ensinamento de finanças básicas.


Com a distribuição de material didático para professores e treinamento via internet, 450 escolas nos Estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Ceará, Tocantins e Minas Gerais, além do Distrito Federal, passaram a oferecer aulas de educação financeira para os alunos.
Em pesquisa realizada pelo Bird antes e depois das aulas, verificou-se que o nível de alfabetização financeira foi mais elevado no grupo de alunos que tiveram aulas, com nota 60,4 em uma escala de zero a 100, do que entre os alunos que não participaram do programa, que obtiveram nota média de 56,1. Antes das aulas, não havia diferença de conhecimento entre os dois grupos.
O especialista em Desenvolvimento do Setor Privado do Bird, Cristian Quijada Torres, afirmou que a melhoria na nota sobre conhecimentos financeiros "não ocorreu por acaso". "Foi por causa do programa", disse.
Os alunos que receberam o curso se sentiram mais seguros para responder perguntas sobre taxas de juros, financiamentos, seguros, imposto de renda e pagamento mínimo de cartões de crédito.
O especialista financeiro sênior do Bird, Rogelio Marchetti, disse que a experiência inédita brasileira, de fazer o programa de educação dentro da escola, e de instituir um programa piloto antes de universalizá-lo, permite a realização de políticas públicas mais responsáveis.
A presidente da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), Maria Helena Santana, afirmou que o objetivo das aulas é permitir que os jovens possam aprender a planejar seu futuro, sem que seja levado por modas ou necessidades criadas artificialmente.
O programa de educação financeira ainda será ampliado: vai se tornar nacional, e vai incluir as famílias. De acordo com Maria Helena, vai ser implementado "como uma decisão de Estado", a partir da criação do Comitê Nacional de Educação Financeira.
O diretor do Banco Mundial para o Brasil, Makhtar Diop, disse que, com a estabilidade financeira do país, o principal desafio de longo prazo é a necessidade de aumentar o nível de poupança. Ele se encontrou na semana passada com o presidente do Banco Central, Alexandre Tombini.
"Tombini disse que, para conter a inflação, aumentar a poupança é muito importante. A pressão sobre o balanço de pagamentos é muito grande", afirmou o diretor do Bird.
As aulas de educação financeira tiveram impacto sobre os hábitos de poupança dos estudantes. Os ensinamentos financeiros levaram a um crescimento de 6 pontos percentuais entre aqueles que disseram guardar algum dinheiro. Entre os que participaram das aulas, 50% têm comportamento de poupar, enquanto 44% apresentam as mesmas características no grupo que não recebeu educação financeira na escola.
O piloto do programa de educação financeira só teve até o momento um semestre de aulas, e conta ainda com outros dois módulos. O perfil de atuação financeira dos alunos poderá ser acompanhado inclusive posteriormente, através dos CPFs.
(Juliana Ennes | Valor)
Educação financeira na escolas já mostra resultados e pode ajudar no combate à inflação

Agência Brasil

09 de maio de 2011


Isabela Vieira Repórter da Agência Brasil
Rio de Janeiro- O ensino de educação financeira nas escolas pode ajudar o país a aumentar a poupança interna e a combater a inflação. É o que avaliam pesquisadores do Banco Mundial (Bird) que divulgaram hoje (9) resultados preliminares de um projeto desenvolvido em 450 escolas estaduais do Ceará, de Minas Gerais, do Rio de Janeiro, de São Paulo, do Tocantins e do Distrito Federal.
Nos primeiros seis meses de curso, o Bird constatou que os alunos passaram a poupar mais e a organizar melhor as compras. O percentual dos estudantes que faziam poupança antes do programa, que se estenderá até o fim do ano passou de 44% para 49%, entre agosto e dezembro de 2010. Já os que faziam lista de compras passou de13% para 16%.
Segundo o especialista do banco Rogelio Marchetti, o resultado chama atenção porque a mudança de comportamento nos cerca de 12 mil estudantes que participam do programa Estratégia Nacional de Educação Financeira (Enef) ocorreu em apenas seis meses, um prazo considerado curto. "O resultado também é positivo quando comparado com escolas que não receberam as aulas [de finanças pessoais]", acrescentou.
O Bird continuará a avaliar o aprendizado dos estudantes até o fim do projeto e pensa, inclusive, em acompanhá-los no mercado de trabalho, por meio do número do CPF. Para os pesquisadores, o comportamento dos jovens no longo prazo permitirá comprovar como a educação financeira pode se refletir em dados macroeconômicos.
"Dentro do país isso tem relevância, principalmente, no contexto de crescimento da classe média, que está entrando no mercado e precisa entender os produtos financeiros", afirmou Rogelio Marchetti. Com esses conhecimentos, o Bird avalia que a classe média pode impulsionar um "ciclo virtuoso" na economia, com incentivo à poupança e à redução do consumo.
Os pesquisadores também esperam que os jovens influenciem o planejamento financeiro familiar, acelerando o processo de educação financeira na população. Por isso, o Banco Central e o Ministério da Educação, dentre os organizadores do programa, já discutem como ampliar a iniciativa para outras escolas, por meio de uma comissão com mais três ministérios.
Durante apresentação da pesquisa, hoje, o representante do Ministério da Educação Sergio Jamal Gotti disse que o grande desafio é envolver as redes de ensino. "Não há intenção de criar uma disciplina separada", disse. Porém, acrescentou que estratégias como criação de páginas na internet e de material didático próprio podem ser usadas para chamar a atenção de professores e gestores.
O projeto de educação financeira no Brasil também foi bem avaliado pelo diretor do Bird para o Brasil, Makhtar Diop, que tem a intenção de levar o curso para outros países. Diop destacou que o diferencial do programa é fato de o curso ser aplicado no ensino formal. "Não é à toa que a carteira do Bird no Brasil é a maior do mundo. Queremos exportar experiências inovadoras assim", afirmou.
As aulas de educação financeira em turmas do segundo ano do ensino médio de 450 escolas integram o projeto piloto do Banco Central, da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), da Superintendência de Seguros Privados (Susep) e da Superintendência Nacional de Previdência Complementar, em parceria com o Bird, o Ministério da Educação e o Unibanco.
Os resultados parciais da pesquisa sobre a aplicação da estratégia foram apresentados durante o encontro de avaliação do Enef, no Centro de Convenções da Bolsa, no Rio de Janeiro.
Edição: Vinicius Doria
Educação financeira leva alunos a poupar mais, mostra projeto

Projeto aumentou inclusão social, ressaltou diretor do Banco Mundial.

Programa envolve cerca de 24 mil alunos em seis estados.

Bernardo Tabak

Do G1 RJ

Os alunos que participaram do programa piloto desenvolvido pelo grupo Estratégia Nacional de Educação Financeira (Enef) passaram a poupar mais, de acordo com o Banco Mundial. O projeto está ensinando educação financeira a alunos da 2ª Série do Ensino Médio de seis estados brasileiros: São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Ceará, Tocantins e Distrito Federal.


Após um semestre de aulas, 50% dos cerca de 12 mil alunos de 439 colégios estaduais pouparam algum dinheiro todos os meses, contra 44% de outros 12 mil alunos de outras 452 escolas onde não foi realizado o projeto, e que serviram como base de comparação.
Outros resultados mostram que os estudantes que receberam aulas de alfabetização financeira aprenderam a lidar melhor com o dinheiro e qual o significado de inflação, taxa de juros entre outros conceitos da economia.
A Enef é um projeto que conta com a participação de diversos órgãos e instituições públicas e privadas, como o Banco Mundial, os ministérios da Educação e da Justiça, a Comissão de Valores Mobiliários e a Bolsa de Valores de São Paulo. “Educação financeira é um componente essencial para o currículo dos estudantes, para mudar o comportamento e aumentar a produtividade global da economia brasileira”, afirmou o diretor para o Brasil do Banco Mundial, Mahktar Diop.
Educação financeira aumenta inclusão social
“Esse projeto tem um impacto na estabilidade econômica e no aumento da inclusão social”, ressaltou Diop. O levantamento destaca que o índice de alfabetização financeira, após seis meses de aulas, em uma escala de 0 a 100, foi de 60,4 nas escolas onde houve o projeto, contra 56,1 nas 452 escolas onde a Enef não foi aplicada.
Após o encerramento do primeiro semestre do programa, houve aumento do conhecimento dos alunos sobre taxas de juros, empréstimos e financiamentos, pagamento mínimo de cartão de crédito, seguros e imposto de renda. “Isso não ocorreu por acaso. Foi verificado que, por causa do programa ocorreu esse aumento da alfabetização financeira”, comentou Cristian Quijada Torres, especialista em desenvolvimento do setor privado do Banco Mundial.
“Conhecer a inflação é fundamental. O percentual de alunos que responderam corretamente a questões sobre a inflação foi de 36% nas escolas que participaram do projeto, contra 33% nas escolas onde não foram realizadas as aulas. É cerca de 10% a mais”, destacou Rogelio Marchetti, especialista sênior do setor financeiro do Banco Mundial.
Além de alunos, projetos ajudam professores e pais

Para Miriam Bruhn, economista do Grupo de Pesquisa e de Desenvolvimento Financeiro e Setor Privado do Banco Mundial, e uma das autoras dos resultados do primeiro semestre do projeto, o estudante que participou das aulas, agora, tem uma possibilidade de estar nas decisões financeiras e de participar no orçamento do lar. “Entretanto, ele ainda não sabe das condições financeiras dos pais”, observou Miriam. “O projeto teve impactos positivos. Ao final do primeiro semestre, os estudantes tinham uma capacidade maior de fazer uma lista dos gastos do mês, de poupar uma parte dos recursos e um cuidado maior em gastar o dinheiro”, complementou ela.


O professor de Geografia Douglas Rosa de Souza, que dá aulas para alunos do Ensino Médio do Colégio Estadual João de Abreu Junior, em Cantagalo, na Região Serrana do Rio de Janeiro, disse que houve um grande envolvimento dos estudantes. “Era uma turma com hábitos de consumo muito aflorados, com meninas vaidosas e meninos que queriam comprar tudo da moda, todos na faixa dos 17 anos”, recorda ele.
“Eles absorveram muito as aulas. As meninas, que antes perturbavam as mães para comprar tudo o que vissem pela frente, estavam guardando dinheiro para comprar no fim do ano, e aproveitar as liquidações de Natal”, conta Souza, de 31 anos. “Fazer poupança foi um das grandes aprendizados que ficaram na nossa escola”, concluiu.
O professor lembra que os pais chegaram a ir à escola para perguntar que aulas eram aquelas que estavam transformando a realidade dos filhos na hora das compras. “Quando o programa surgiu, eu estava me preparando para comprar um carro. Eu ia acabar caindo em um parcelamento. O primeiro impacto foi segurar um pouco o dinheiro para ter o maior capital possível guardado e fazer a melhor compra, sem pagar juros”, finalizou ele.
El Banco Mundial apoyó programa de educación financiera en Brasil

El Cronista Comercial (Argentina) – Cronista.com10-05-11 12:38

Juliana Ennes / Valor

Rio de Janeiro

El nivel de educación financiera mejoró significativamente entre los jóvenes brasileños que participaron del programa piloto desarrollado por el grupo Estrategia Nacional de Educación Financiera (Enef), informó el Banco Mundial (Bird).


La institución, en conjunto con BM&FBovespa, Comisión de Valores Mobiliarios (CVM), Banco Central (BC), entre otras instituciones y ministerios, está llevando la enseñanza de finanzas básicas al interior de las escuelas.
Con la distribución de material didáctico para profesores y entrenamiento a través de internet, 450 escuelas de los estados de San Pablo, Rio de Janeiro, Ceará, Tocantins y Minas Gerais, además del Distrito Federal, comenzaron a ofrecer clases de educación financiera a los alumnos.
En investigaciones realizadas por el Bird antes y después de las clases, se verificó que el nivel de alfabetización financiera fue más elevado en el grupo de alumnos que tuvieron clases, con nota 60,4 en una escala de cero a 100, que entre los alumnos que no participaron del programa, que obtuvieron una nota promedio de 56,1. Antes de los cursos, no había diferencia de conocimiento entre los dos grupos.
El especialista en Desarrollo del Sector Privado del Bird, Cristian Quijada Torres, afirmó que la mejoría en la nota sobre conocimientos financieros “no ocurrió por casualidad. Fue por el programa”, dijo.
Los alumnos que recibieron el curso se sintieron más seguros para responder a preguntas sobre tasas de interés, financiamientos, seguros, impuesto de renta y pago mínimo de tarjetas de crédito.
El especialista financiero del Bird, Rogelio Marchetti, dijo que la experiencia inédita brasileña de hacer un programa de educación dentro de la escuela, y de instituir un programa piloto antes de universalizarlo, permite la realización de políticas públicas más responsables.
La presidente de la Comisión de Valores Mobiliarios, María Helena Santana, afirmó que el objetivo de las clases es permitir que los jóvenes puedan aprender a planear su futuro, sin que se dejen llevar por necesidades artificiales o por una moda.

El programa de educación financiera será ampliado: se tornará nacional e incluirá a las familias. De acuerdo con Santana, se implementará “como una decisión de Estado”, a partir de la creación del Comité Nacional de Educación Financiera.


El director del BM para Brasil, Makhtar Diop, dijo que, con la estabilidad financiera del país, el principal desafío a largo plazo es la necesidad de aumentar el nivel de ahorro. Diop se encontró la semana pasada con el presidente del BC, Alexandre Tombini.
“Tombini dijo que, para contener la inflación, es muy importante aumentar el ahorro. La presión sobre el balance de pagos es muy grande”, señaló el director del Bird.

Las clases de educación financiera tuvieron impacto sobre los hábitos de ahorro de los estudiantes. Las enseñanzas financieras produjeron un crecimiento de 6 puntos porcentuales entre aquellos que dijeron guardar algún dinero. Entre los que participaron de las clases, 50% tiene el comportamiento de ahorrar, mientras 44% presentan las mismas características en el grupo que no recibió educación financiera en la escuela.


El programa piloto de educación financiera sólo tuvo hasta ahora un semestre de clases, y cuenta aún con otros dos módulos. El perfil de actuación financiera de los alumnos podrá acompañarse inclusive posteriormente, a través de los documentos de identidad.



1 The ongoing impact evaluation operational work is being funded by a separate Trust Fund (TF TF097526), with an end date of February 2012.

2 The strategy was officially launched at the end of 2010.

3 For additional information on the Financial Literacy Program and its Impact Evaluation Project, see “Concept Note: Impact Evaluation of Brazil’s School Based Financial Education Program” and “Impact Evaluation of Brazil’s School Based Financial Education Program: An overview”.

4 The mental maps methodology intends to understand student’s perception of the financial world, with questions such as: “which words do you associate with buying/saving, etc?” It is used in psychology and social sciences studies, but it has been seldom used in education studies. The mental maps analysis has not been carried out in the final analysis presented here, even though the questions relating to it were asked during the survey. The information will be useful for future studies on the data.

5 This number is comparable to the 43% of the Brazilian adult population that has an account with a financial intermediary (based on national household survey data) reported by the World Bank publication Finance for all?: policies and pitfalls in expanding access. (Demirgüç-Kunt, Aslı, Thorsten Beck, and Patrick Honohan; 2008. Finance for all?: policies and pitfalls in expanding access. Washington, D.C.: World Bank) For most high income countries, the same document reports numbers between 90 and 100%.

6 Unless otherwise noted, all results presented here are highly statistically significant. Annex I provides details on the basic regression equation estimated, as well as tables for each one of the results presented here with the level of statistical significance highlighted.

7 For statistical reasons and based on recent literature (see papers below), the regressions used in the analysis control for pair dummies, as well as the baseline outcome, to maximize power. The slight difference in the point estimate (4.3 percentage points vs. 3.6 estimated with these regressions) is due to these controls. Bruhn, Miriam, and David McKenzie. 2009. "In Pursuit of Balance: Randomization in Practice in Development Field Experiments." American Economic Journal: Applied Economics, 1(4): 200–232.

McKenzie, David. “Beyond Baseline and Follow-up: The Case for More T in Experiments,” BREAD Working Paper no. 291 (December 2010).



8 All of the presentations made during the workshop are filed and are planned to be made available in a website.

9 Students have a national ID (carteira de identidade). However to enter the financial world the CPF (similar to the USA tax ID number) is required for most transactions. The government in Brazil is considering merging these two numbers. The CPF would become the only national ID number.

10*** indicates statistical significance at the 1% level, ** at the 5% level, and * at the 10% level



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