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Convertidos a Apóstolos depois da ascensão de Jesus



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Convertidos a Apóstolos depois da ascensão de Jesus

Matias - Paulo


Outros Mártires Cristãos

Marcos - Lucas - Barnabé - Estevão

Mártires que viveram ainda com os últimos apóstolos

Policarpo - Inácio - Papias

Mártires Após a Época dos Apóstolos

Jorge - Cosme e Damião - Orígenes - Sebastião

Fontes de Pesquisa:
- Dicionário Aurélio
- Bíblia Thompson
- Manual Bíblico Halley
- The Grolier Multimedia Encyclopedia, 1997
- Barsa Enciclopédia, 1974
- Centro de Pesquisas Religiosas
- Encyclopédia Universal Ilustrada Europeu-Americana, pp. 1262 - 1265.
- Encyclopédia e Dicionário Internacional, p. 10486.


MINISTÉRIO DE CRISTO: MODELO PARA O MINISTÉRIO DA IGREJA
Rev. Kléber Nobre de Queiroz

Se nos fosse pedido nesse momento que resumíssemos o ministério de Jesus. De que forma o resumiríamos ou como o sintetizaríamos. Qual foi a essência do ministério de Jesus. Existe, porventura, nos evangelhos, alguma indicação do que seria a síntese desse ministério de tal maneira pudéssemos toma-la como parâmetro para servir de modelo para o ministério da igreja.

Se existe quais áreas seriam abrangidas por essa síntese? Em duas passagens, Mateus resume as ações do Ministério de Jesus Cristo, que eu penso deveriam nortear todas as ações da igreja.

MATEUS 4. 23-25 e 9.35

4.23. Percorria Jesus toda a Galiléia, ensinando nas sinagogas, pregando o evangelho do reino e curando toda sorte de doenças e enfermidades entre o povo.

4.24. E a sua fama correu por toda a Síria; trouxeram-lhe, então, todos os doentes, acometidos de várias enfermidades e tormentos: endemoninhados, lunáticos e paralíticos. E ele os curou.

4.25. E da Galiléia, Decápolis, Jerusalém, Judéia e dalém do Jordão numerosas multidões o seguiam.

9.35. E percorria Jesus todas as cidades e povoados, ensinando nas sinagogas, pregando o evangelho do reino e curando toda sorte de doenças e enfermidades.

1. O ministério de Jesus foi de ensino.
Ensinando nas sinagogas
Tanto aqui quanto em 9. 35 e ss. Mateus estabelece uma diferença entre ensino e pregação. Um conjunto de 10 famílias constituía uma Sinagoga. O papel de do chefe da Sinagoga era mais o de um administrador. Ele convidava os Rabinos para ensinar na sinagoga. Penso que quando Jesus chegava às sinagogas procurava convencer os judeus da nova aliança, do novo tempo, da nova dispensação que se instalava com o seu ministério. O Sermão do Monte é um exemplo dessa mudança ao afirmar os famosos eu porém vos digo.

Aqui o apelo de Jesus era a mente.

Talvez essa seja uma das dimensões que precisa ser resgatada em alguns círculos evangélicos: a mente a serviço de Deus. O cristianismo embora apele à fé, não é um aniquilamento intelectual. Jesus nos disse que deveríamos amar a Deus com todo o nosso entendimento.

A teologia em si não é um mal para a Igreja. Ela é na verdade a articulação da fé de forma sistematizada.

O Apóstolo Pedro disse que devemos estar sempre preparados para responder a todo aquele que vos pedir razão da esperança que há em vós. 1 Pedro 3:15

O Apóstolo Paulo, ao chegar às sinagogas procurava convencer os presentes a respeito da fé em Cristo e do Reino de Deus. Atos 18:4 E todos os sábados discorria na sinagoga, persuadindo tanto judeus como gregos. Ato 19:8 Durante três meses, Paulo freqüentou a sinagoga, onde falava ousadamente, dissertando e persuadindo com respeito ao reino de Deus.

E ao escrever a Tito acerca de que tipo de Presbítero deveria ele constituir em Creta, Paulo disse o seguinte: Tito 1:9 apegado à palavra fiel, que é segundo a doutrina, de modo que tenha poder tanto para exortar pelo reto ensino como para convencer os que o contradizem.

2. O ministério de Jesus foi de proclamação.
O segundo aspecto que devemos destacar a respeito do ministério de Jesus Cristo foi a proclamação. Jesus pregava o Evangelho do Reino. Se com o ensino Jesus queria convencer os homens a respeito da verdade; com a proclamação ele queria desafiar os homens a viverem estas verdades.

Ou seja não basta ao homem estar convencido da doutrina correta. É necessário que ele a viva. Não basta apenas a ortodoxia (a doutrina certa) é necessário, também, a ortopraxia (a prática correta).

A proclamação do evangelho, é um chamado para o homem se arrepender. Para mudar de vida, para abandonar os velhos hábitos, os costumes, os pecados.

O lema do evangelho não é mude para vir ; mas, venha para mudar.

A mensagem do Evangelho começa com o arrependimento. Ela não começa com: venha e receba a sua bênção e depois decida se você quer mudar.

O chamado do evangelho é radical. Não permite a olhar para trás, não permite ficar acalentando velhos vícios, velhas práticas.

Sem arrependimento não há remissão de pecados.

Aqui, a palavra de Cristo está dirigida ao coração do homem.

3. O ministério de Jesus foi de cura.
Vimos em primeiro lugar que Jesus com o seu ensino procurou alcançar a mente do homem; com a proclamação do evangelho o seu coração. Aqui o alvo é o físico do homem.

Aqui, Mateus, diz que Jesus curava toda sorte de doenças e enfermidades.

O texto no grego faz distinção entre as duas coisas: doenças (noson), significa a doença aguda, crônica. Já enfermidade (malakian), significa aquela doença ocasional.

Com isso, também, Mateus está dizendo que Jesus curava tanto as doenças do corpo quanto as da mente. Que Jesus tanto curava as dores de cabeça quanto câncer. Tanto curava uma lepra quanto uma esquizofrenia. O espectro do ministério de cura de Jesus era amplo.

Quando usei a expressão Jesus curava, não quis dizer que Jesus perdeu o poder de curar. Mas é que quis enfatizar que Jesus exerce o seu ministério de cura através da Igreja. E aqui, não estou falando dos médicos. A medicina faz parte da providência, da graça geral de Deus para com a humanidade. Todas as técnicas cirúrgicas, todos os procedimentos médicos, todos os remédios são um exercício da misericórdia de Deus para com a humanidade.

Ao falar aqui de cura, estou me reportando ao dom de cura. Porque creio que este dom não ficou com os apóstolos mas é um dom dado à Igreja. E penso que hoje, como Igreja, somos bons no ensino, fracos na proclamação e nulos no ministério terapêutico da Igreja.

Se curar é um dom do Espírito, não entendo porque como Igreja não temos orado para que Deus o conceda à Igreja para que ela o exerça e seja alívio e bálsamo na vida das pessoas.

Para muitas pessoas falar em cura soa como uma coisa completamente estranha à vida da igreja e do seu ministério. Porém, como já nos advertia Jesus nos evangelhos: o servo não é maior (nem melhor) do que o seu Senhor.

Se no nosso entendimento o ministério de Jesus é modelo e referência para os nossos ministérios; curar, também é tarefa da igreja, como já dizia o título de um dos livros do Corpo de Psicólogos e Psiquiatras Cristãos.

Conclusão
Salta aos nossos olhos que o ministério de Cristo era integral ele visava o homem no seu todo: mente, espírito e corpo.

Jesus, ao contrário do que muitos pensam, mesmo sendo pleno do Espírito Santo, não entendeu que falar à mente do ser humano para convence-lo da verdade fosse uma negação da espiritualidade.

Por isso, o estudo e o preparo para o ensino são de profunda importância, visto que alicerçado no ministério de Cristo e ratificado pelos apóstolos.

Por outro, lado, o desafio de Cristo é também para que o homem mude de vida. Por isso, a proclamação do Evangelho é imperativo da Igreja, no intuito de que possamos, como Igreja transformar o nosso bairro, a nossa cidade, o nosso estado, o nosso país, através do anúncio do reino.

Gritar palavras de ordens tais como: Natal, o Nordeste e o Brasil, são de Jesus, povo de Deus declare isso! Não passa de tolice, de infantilidade, de atitude pueril.

Se esse é realmente o desejo de nosso coração, só iremos transforma-lo em realidade anunciando o evangelho do reino aos homens, convocando-os ao arrependimento e não declarando palavras de ordem aos anjos, principados e potestades isso é inócuo e se nós pudéssemos vê-los saberíamos que eles só se incomodam quando a igreja a exemplo de Jesus Cristo que percorria todas as cidades, saímos para anunciar o evangelho.

Finalmente, quero ressaltar o ministério de cura da Igreja, para nós um ilustre desconhecido. Quero desafiar a esta igreja, nesse momento a orar para que Deus esteja levantando servos e servas cujas mãos tragam bálsamo e refrigério aos enfermos através da cura de toda sorte de enfermidades. Crônicas e terminais ou comuns e temporais. Na mente e no corpo e tudo para a glória de Jesus Cristo.

Amém.

Ministério de Cristo: Modelo para o Ministério da Igreja Parte II
ESTUDO SOBRE A IGREJA
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Mateus 4. 23-25

4.23. Percorria Jesus toda a Galiléia, ensinando nas sinagogas, pregando o evangelho do reino e curando toda sorte de doenças e enfermidades entre o povo.

4.24. E a sua fama correu por toda a Síria; trouxeram-lhe, então, todos os doentes, acometidos de várias enfermidades e tormentos: endemoninhados, lunáticos e paralíticos. E ele os curou.

4.25. E da Galiléia, Decápolis, Jerusalém, Judéia e dalém do Jordão numerosas multidões o seguiam.

9.35. E percorria Jesus todas as cidades e povoados, ensinando nas sinagogas, pregando o evangelho do reino e curando toda sorte de doenças e enfermidades.

Estivemos em ocasião anterior refletindo a respeito do ministério de Cristo e afirmando que o ministério de Cristo era um modelo ideal para o nosso ministério. Na ocasião anterior, falamos de três aspectos do ministério de Jesus Cristo: que o seu ministério foi de ensino, destacando que ao ensinar Jesus apelava à mente de seus ouvintes; também destacamos que o seu ministério foi de proclamação, vendo que neste aspecto Ele apelava ao coração dos ouvintes; finalmente, enfatizamos que o ministério de Jesus Cristo foi um ministério de cura e que Jesus Cristo curava toda sorte de doenças e enfermidades, nesse último aspecto Jesus Cristo estava tratando do corpo. Com isso, queríamos demonstrar a integralidade do ministério de Cristo que envolvia todas as áreas do ser humano.

Na continuação, queremos destacar a influência do ministério de Jesus no seu contexto e na sua época.

1. O ministério de Jesus teve repercussão.

E a sua fama correu por toda a Síria.

Ao ler a narrativa de Mateus podemos perceber que o ministério de Jesus sem que fossem necessários cartazes e anúncios na Folha de Jerusalém ou nos principais programas televisivos de Israel era cada dia mais conhecido. Não que Jesus contasse por trás de si mesmo com uma equipe especialista em estratégia de marketing religioso que apregoasse as suas virtudes e grandezas. Não, não era esse o caso! As coisas excelentes se afirmam por si mesmas. A luz não pode ser escondida, o sabor do sal sempre será perceptível, o brilho do diamante sempre se revela.

Quem precisa de propaganda, de anúncio, de divulgação do seu ministério é quem está ansioso por projeção, por sucesso e fama.

Jesus, já havia rejeitado anteriormente, no episódio da tentação, usar o poder para provar quem era. Quem é não precisa provar. Satanás disse: se és! Mas Deus disse: Tu és o meu filho amado.

Jesus sabia e nos ensina isso, o importante é aquilo que somos para Deus; seus amados.

Somos amados por Deus, não pelo sucesso que fazemos, pela fama que temos, pelo poder que possuímos. Nada disso impressiona a Deus. Ele nos ama porque somos seus filhos, não porque somos astros de um teatro religioso.

A repercussão do nosso ministério virá como corolário, como conseqüência da ação do Espírito Santo de Deus na nossa vida. Cedo ou tarde virá à luz. Não virá como a conseqüência de uma busca. Assim como a obra de Deus na natureza, como afirma Paulo, não fica escondida, assim a obra do Espírito Santo no meio do povo de Deus há de repercutir. O Espírito produz fruto. A técnica produz fantasia.

Foi dito dos primeiros cristãos que eles abalaram o mundo de sua época (Atos 17.6).

Devemos ter equilíbrio no que diz respeito a esse assunto. Não cabe a nós proclamar o que fazemos, mas a obra que o Senhor realiza por meio de nós, com certeza ecoará.

Ao escrever aos tessalonicenses, no capítulo 1, verso 7, Paulo, assim se reporta ao que Deus estava fazendo no meio deles: Porque de vós repercutiu a palavra do Senhor não só na Macedônia e Acaia, mas também por toda parte se divulgou a vossa fé para com Deus, a tal ponto de não termos necessidade de acrescentar coisa alguma.

2. O ministério de Jesus teve resultados.

A segunda coisa a se destacar a respeito do ministério de Jesus Cristo é que o seu ministério teve resultados.

Jesus curou enfermos, ressuscitou mortos, restaurou vidas, transformou a história de muitas pessoas.

Ao falar da relação da Videira Verdadeira com os seus ramos assim Jesus se expressa: João 15:16 Não fostes vós que me escolhestes a mim; pelo contrário, eu vos escolhi a vós outros e vos designei para que vades e deis fruto, e o vosso fruto permaneça.

Há duas coisas que quero destacar neste texto: primeiro, que Jesus deixa claro o seu objetivo para conosco, é que sejamos frutíferos. Jesus não nos chamou para sermos estéreis. A conseqüência de quem está ligado com Jesus Cristo é ser frutífero.

O segundo aspecto a ser destacado é a permanência do fruto. Há uma coisa que deve ser levado em conta nas estatísticas evangelásticas dos nossos dias: é o que se denominou de igreja rodoviária. É uma igreja na qual há sempre um grande número de pessoas, mas sempre a caminho. O número de pessoas que chega e que sai é muito grande.

Nesse momento fico a pensar na imagem que Cristo criou da videira e uma coisa vem a minha mente; não deveria o fruto ter a qualidade da árvore? Será que algumas uvas que estão aparecendo foram criadas em laboratório, geneticamente modificadas e por isso não têm a qualidade original da videira verdadeira.

Pensar que o ministério de Cristo teve resultados deve nos leva a criticar o nosso conformismo que, nos leva procurar desculpas pela falta de resultados.

Uma igreja que é nutrida na seiva de Jesus Cristo e que é permanentemente regada com a unção do Espírito Santo é uma igreja produtiva e que se desenvolve.

Por outro lado, devemos buscar o selo de qualidade de Cristo na produção. Se a árvore é conhecida pelo fruto, o inverso também é verdadeiro: pelo fruto se conhece a árvore que o gerou.

Se não podemos permitir que o comodismo se assenhoreie das vidas de nossas igrejas, não podemos, por outro lado, cair em um pragmatismo vazio em que em busca de produtividade sacrificamos a qualidade.

Alguém já disse com muita propriedade: o frango de granja pode ser grande e crescer rápido, mas nunca há de se comparar com o delicioso sabor de uma galinha caipira.

3. O ministério de Jesus teve relevância.

Em algumas passagens dos evangelhos podemos aclarar ainda mais esta verdade que já afirmamos, elas não são exaustivas, mas, exemplificativas, há muitas outras que poderiam se somar a essas.

Mateus 9.33 E, expelido o demônio, falou o mudo; e as multidões se admiravam, dizendo: Jamais se viu tal coisa em Israel!

Marcos 2.12 Então, ele se levantou e, no mesmo instante, tomando o leito, retirou-se à vista de todos, a ponto de se admirarem todos e darem glória a Deus, dizendo: Jamais vimos coisa assim!

João 7.45-46 Voltaram, pois, os guardas à presença dos principais sacerdotes e fariseus, e estes lhes perguntaram: Por que não o trouxestes? Responderam eles: Jamais alguém falou como este homem.

Finalmente, se o ministério de Jesus Cristo é modelo para no nosso ministério, não podemos perder de vista que o ministério de Jesus Cristo teve relevância.

Com isso, nós queremos mostrar que o seu ministério era diferenciado e fazia diferença.

Na sua proclamação e na sua prática a igreja tem que demonstrar a sua relevância na sociedade na qual está inserida.

Se colocarmos a igreja em comparação com outras instituições poderemos afirmar a sua superioridade de tal sorte que se possa dizer que há ninguém que possa se comparar a ela.

Temos tido por Jesus Cristo e pelo seu Reino a paixão que tem a torcida fiel corintiana. Para alguns, as coisas de Deus estão reservadas para o domingo à noite, se não estiver chovendo. Afinal de contas, ninguém é de ferro, talvez de açúcar. E quando o culto fica demorando... onde já se viu, mais de duas horas de culto? Enquanto muitos torcedores de futebol viajam longas distâncias para ver seu time jogar, há muitos crentes que não saem da frente da televisão nem por Jesus Cristo.

Temos tido por Jesus Cristo e pelo seu Reino a abnegação que tiveram aqueles que fizeram as grandes revoluções comunistas desse século que foram capazes de matar e de morrer por uma ideologia, por uma esperança que se derreteu como um sorvete ao sol.

A obra missionária vive a mingua de recursos. Os missionários são enviados com as sobras dos recursos investidos em vitrais e em luxo nas igrejas.

O único patrimônio que uma igreja poderá levar para a eternidade são as vidas que ela conquistou para o seu Senhor.

A igreja tem que ser mais aguerrida na proclamação do Reino de Deus do que sindicalista em porta de fábrica. Tem que ser mais compassiva com a miséria humana do que qualquer espírita engajado.

Tem que amar a justiça e o direito mais do que qualquer promotor idealista.

Para que se possa dizer, a igreja é insubstituível. Ninguém jamais foi como ela na paixão pelo seu Senhor, na compaixão para com os perdidos, na denúncia do pecado e da injustiça e na proclamação da verdade do Reino de Deus.

Queremos, concluir relembrando que se queremos buscar um modelo para o nosso ministério como igreja e como servos de Jesus Cristo, não devemos busca-lo na imitação da igreja da moda ou líder cristão em evidência. Devemos, busca-lo em Jesus Cristo como dizia o autor de Hebreus olhando firmemente para Jesus Cristo, cujo ministério teve repercussão, E a sua fama correu por toda a Síria, e da Galiléia, Decápolis, Jerusalém, Judéia e dalém do Jordão numerosas multidões o seguiam.

Foi um ministério que teve resultados e resultados permanentes. Eu, você e os milhões de cristãos espalhados sobre a face da terra somos a prova disso. Daqueles que o seguiam, muitos saíram pelo mundo a proclamar a sua morte e ressurreição.

Finalmente, foi um ministério relevante. A história é dividida por Ele. Imaginem a história da humanidade sem Jesus Cristo. Seria despida de todo o sentido e brilho. Seria como um mar sem água; um céu sem estrelas; um sol sem luz e calor; uma música sem som; um alfabeto sem letras. Um absurdo completo.

E como seria essa cidade sem a sua igreja? Como seria a sua rua sem você? Como seria a sua classe sem você? Como seria a sua família sem você? Como seria essa igreja sem você? A sua fé e o seu ministério são relevantes?

MORDOMIA DO DÍZIMO
ESTUDO SOBRE A IGREJA
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Introdução (1)
O dízimo é o método de Deus para abençoar seus filhos na vida material, como os têm abençoado, pela fé, na vida espiritual.

Crer ou não crer na Palavra de Deus é crer ou não crer no próprio Deus. A pessoa que diz crer em Deus e não entrega seus dízimos está negando, na prática, a fé que diz ter no coração. Nós somos salvos pela fé, não pelas obras, mas a fé que não se transforma em atos de obediência não é a fé válida para a salvação. Além de ser uma prova de fé, o dízimo é também uma demonstração de amor a Deus. Amor que nos identifica com o caráter e os propósitos do Senhor e que nos leva a adora-lo com atos objetivos, e não apenas com palavras.

O dízimo é também uma prova de santificação da vida ao Senhor. É como o cordeiro do holocausto no altar da consagração. Um cordeiro santificado no altar santifica todo o rebanho. Cada real que você santifica para Deus significa que os outros nove reais também são santos ao Senhor.

Dízimo não é tributo. O imposto é compulsório. Quem não paga é autuado. Dízimo é compromisso que pauta a partir do voluntariado consciente, Gênesis 14.20 e 28.22. É o reconhecimento de que, não apenas o dízimo, mas a totalidade dos bens e do ser pertencem ao Senhor.

1. Conceito e origem da mordomia do dízimo (2)

A mordomia do dízimo é o perfeito uso do dinheiro que pertence a Deus por direito de criador e sustentador de todas as coisas que compõem o universo, onde Deus colocou o homem para cultivá-lo com inteligência, habilidade e fidelidade. A mordomia do dízimo envolve, portanto, tanto á fidelidade na entrega do que pertence a Deus como na habilidade na aplicação ou gasto deste dinheiro consagrado. Não é difícil entender que o dízimo só deve ser usado em coisas consagradas e para a glorificação do de Deus, preservando-se o que se denomina de fidelidade de propósito, Salmo 24.1-10.

O dízimo tem sua origem na economia divina ao preparar o projeto de criação do mundo. Deus não resolve nada em seus planos de última hora, porque cremos que nos propósitos de Deus não há variantes que não foram previstas com milhares de anos de antecedência. O dízimo faz parte do planejamento de sustento da sua grandiosa obra de redenção do mundo.

Sua aplicação aparece em toda a Bíblia na medida em que o homem é chamado a assumir seu dever de entregar ao Senhor os dez por cento de sua renda para que Deus possa realizar também seus planos espirituais para o mundo. O dízimo não é uma invenção do homem para sustentar a religião, mas uma exigência de Deus para sustentar espiritualmente o homem, Levítico 27.30-32, Números 18.21 e 24, 2 Crônicas 31.4-12.

2. Natureza e finalidade da mordomia do dízimo (3)
Enquanto cálculo matemático de 10% de uma quantia é isto e nada mais. Não pode ser menos como alguns gostariam e não pode ser mais porque é inalterável no tempo e no espaço. 10% de uma determinada quantia de dinheiro ou do peso de um corpo qualquer será sempre 10%.

Enquanto dinheiro separado para Deus, o dízimo sofre uma certa força carismática, visto que o Senhor de todas as coisas promete bênçãos especiais aos fiéis dizimistas conforme o Texto Sagrado, Malaquia 3.10-12.

Os dizimistas fiéis sabem o quanto é bom confiar em Deus e praticar esta doutrina bíblica tão negligenciada por muitos servos. O desafio é aprendermos a dependência da graça sustentadora do Senhor e não essencialmente dos recursos financeiros.

A mordomia do dízimo pode e pretende conscientizar os crentes do valor e importância prática fiel e constante do dízimo para o reino de Deus. A participação dos crentes no sustento diário da causa de Deus envolve todos os fiéis de todos os tempos e lugares.

Aumentar a confiança dos crentes no poder e na providência de Deus conforme a Bíblia tem nos ensinado é a finalidade da mordomia do dízimo. O poder sustentador de Deus tem-se manifestado por meio da confiança daqueles que fielmente dizimam em amor de suas rendas para o Senhor.



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