Exame nacional do ensino médio 2014 2º dia caderno 5 amarelo



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EXAME NACIONAL DO ENSINO MÉDIO

2014

2º DIA

CADERNO

5

AMARELO

*Amar25dom1*



 A COR DA CAPA DO SEU CADERNO DE QUESTÕES É AMARELO. MARQUE-A EM SEU CARTÃO-RESPOSTA.

PROVA DE REDAÇÃO E DE LINGUAGENS, CÓDIGOS E SUAS TECNOLOGIAS

PROVA DE MATEMÁTICA E SUAS TECNOLOGIAS

Atos são pássaros engaiolados.

LEIA ATENTAMENTE AS INSTRUÇÕES SEGUINTES:

1

9HUL¿TXHQR&$57­25(63267$HQD)2/+$'(5('$d­2

TXH VH HQFRQWUD QR YHUVR GR &$57­25(63267$ VH RV

VHXVGDGRVHVWmRUHJLVWUDGRVFRUUHWDPHQWH&DVRKDMDDOJXPD

GLYHUJrQFLDFRPXQLTXHDLPHGLDWDPHQWHDRDSOLFDGRUGDVDOD

2

ATENÇÃO

 DSyV D FRQIHUrQFLD HVFUHYD H DVVLQH VHX QRPH

QRV HVSDoRV SUySULRV GR &$57­25(63267$ H GD )2/+$

'(5('$d­2FRPFDQHWDHVIHURJUi¿FDGHWLQWDSUHWD



3

ATENÇÃO

 WUDQVFUHYD QR HVSDoR DSURSULDGR GR VHX

&$57­25(63267$FRPVXDFDOLJUD¿DXVXDOFRQVLGHUDQGR

DVOHWUDVPDL~VFXODVHPLQ~VFXODVDVHJXLQWHIUDVH



4

(VWH &$'(512 '( 48(67®(6 FRQWpP D 3URSRVWD GH

5HGDomRHTXHVW}HVQXPHUDGDVGHDGLVSRVWDVGD

VHJXLQWHPDQHLUD

D DVTXHVW}HVGHQ~PHURDVmRUHODWLYDVjiUHDGH

/LQJXDJHQV&yGLJRVHVXDV7HFQRORJLDV

E DVTXHVW}HVGHQ~PHURDVmRUHODWLYDVjiUHDGH

0DWHPiWLFDHVXDV7HFQRORJLDV



ATENÇÃO

 DV TXHVW}HV GH  D  VmR UHODWLYDV j OtQJXD

HVWUDQJHLUD 9RFr GHYHUi UHVSRQGHU DSHQDV jV TXHVW}HV

UHODWLYDVjOtQJXDHVWUDQJHLUD LQJOrVRXHVSDQKRO HVFROKLGDQR

DWRGHVXDLQVFULomR

5

&RQ¿UD VH R VHX &$'(512 '( 48(67®(6 FRQWpP D

TXDQWLGDGH GH TXHVW}HV H VH HVVDV TXHVW}HV HVWmR QD RUGHP

PHQFLRQDGD QD LQVWUXomR DQWHULRU &DVR R FDGHUQR HVWHMD

LQFRPSOHWR WHQKD TXDOTXHU GHIHLWR RX DSUHVHQWH GLYHUJrQFLD

FRPXQLTXH DR DSOLFDGRU GD VDOD SDUD TXH HOH WRPH DV

SURYLGrQFLDVFDEtYHLV

6

3DUD FDGD XPD GDV TXHVW}HV REMHWLYDV VmR DSUHVHQWDGDV

RSo}HV$SHQDVXPDUHVSRQGHFRUUHWDPHQWHjTXHVWmR

7

2 WHPSR GLVSRQtYHO SDUD HVWDV SURYDV p GH cinco horas e 



trinta minutos



8

5HVHUYHRVPLQXWRV¿QDLVSDUDPDUFDUVHX&$57­25(63267$

2VUDVFXQKRVHDVPDUFDo}HVDVVLQDODGDVQR&$'(512'(

48(67®(6QmRVHUmRFRQVLGHUDGRVQDDYDOLDomR

9

6RPHQWH VHUmR FRUULJLGDV DV UHGDo}HV WUDQVFULWDV QD )2/+$

'(5('$d­2

10

4XDQGR WHUPLQDU DV SURYDV DFHQH SDUD FKDPDU R

DSOLFDGRUHHQWUHJXHHVWH&$'(512'(48(67®(6HR

&$57­25(63267$)2/+$'(5('$d­2



11

9RFrSRGHUiGHL[DURORFDOGHSURYDVRPHQWHDSyVGHFRUULGDV

GXDV KRUDV GR LQtFLR GD DSOLFDomR H SRGHUi OHYDU VHX

&$'(512'(48(67®(6DRGHL[DUHPGH¿QLWLYRDVDODGH

SURYDQRVPLQXWRVTXHDQWHFHGHPRWpUPLQRGDVSURYDV

12

9RFrVHUiHOLPLQDGRGR([DPHDTXDOTXHUWHPSRQRFDVRGH

D SUHVWDUHPTXDOTXHUGRFXPHQWRGHFODUDomRIDOVDRXLQH[DWD

E SHUWXUEDUGHTXDOTXHUPRGRDRUGHPQRORFDOGHDSOLFDomR

GDV SURYDV LQFRUUHQGR HP FRPSRUWDPHQWR LQGHYLGR

GXUDQWHDUHDOL]DomRGR([DPH

F VH FRPXQLFDU GXUDQWH DV SURYDV FRP RXWUR SDUWLFLSDQWH

YHUEDOPHQWHSRUHVFULWRRXSRUTXDOTXHURXWUDIRUPD

G SRUWDU TXDOTXHU WLSR GH HTXLSDPHQWR HOHWU{QLFR H GH

FRPXQLFDomRDSyVLQJUHVVDUQDVDODGHSURYDV

H XWLOL]DU RX WHQWDU XWLOL]DU PHLR IUDXGXOHQWR HP EHQHItFLR

SUySULRRXGHWHUFHLURVHPTXDOTXHUHWDSDGR([DPH

I XWLOL]DU OLYURV QRWDV RX LPSUHVVRV GXUDQWH D UHDOL]DomR

GR([DPH

J VH DXVHQWDU GD VDOD GH SURYDV OHYDQGR FRQVLJR R

&$'(512'(48(67®(6DQWHVGRSUD]RHVWDEHOHFLGR

HRX R &$57­25(63267$)2/+$ '( 5('$d­2 D

TXDOTXHUWHPSR

K QmRFXPSULUFRPRGLVSRVWRQRHGLWDOGR([DPH


2014

LC - 2º dia | Caderno 5 - AMARELO - Página 2



2014

PROPOSTA DE REDAÇÃO

A partir da leitura dos textos motivadores seguintes e com base nos conhecimentos construídos ao longo 

de sua formação, redija texto dissertativo-argumentativo em norma padrão da língua portuguesa sobre o tema 

Publicidade infantil em questão no Brasil, apresentando proposta de intervenção, que respeite os direitos 

humanos. Selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa de seu 

ponto de vista.

TEXTO I

A aprovação, em abril de 2014, de uma resolução que considera abusiva a publicidade infantil, emitida pelo 

Conselho Nacional de Direitos da Criança e do Adolescente (Conanda), deu início a um verdadeiro cabo de guerra 

envolvendo ONGs de defesa dos direitos das crianças e setores interessados na continuidade das propagandas 

dirigidas a esse público.

Elogiada por pais, ativistas e entidades, a resolução estabelece como abusiva toda propaganda dirigida à criança 

que tem “a intenção de persuadi-la para o consumo de qualquer produto ou serviço” e que utilize aspectos como 

desenhos animados, bonecos, linguagem infantil, trilhas sonoras com temas infantis, oferta de prêmios, brindes ou 

artigos colecionáveis que tenham apelo às crianças.

Ainda há dúvidas, porém, sobre como será a aplicação prática da resolução. E associações de anunciantes, 

emissoras, revistas e de empresas de licenciamento e fabricantes de produtos infantis criticam a medida e dizem não 

reconhecer a legitimidade constitucional do Conanda para legislar sobre publicidade e para impor a resolução tanto às 

famílias quanto ao mercado publicitário. Além disso, defendem que a autorregulamentação pelo Conselho Nacional de 

Autorregulamentação Publicitária (Conar) já seria uma forma de controlar e evitar abusos.

IDOETA, P. A.; BARBA, M. D. A publicidade infantil deve ser proibida? Disponível em: www.bbc.co.uk. Acesso em: 23 maio 2014 (adaptado).

TEXTO II 

A PUBLICIDADE PARA CRIANÇAS NO MUNDO

QUÉBEC (Canadá)

ESTADOS UNIDOS

REINO UNIDO

NORUEGA

SUÉCIA

DINAMARCA

BÉLGICA

COREIA DO SUL

AUSTRÁLIA

Fontes: OMS e Conar/2013



IRLANDA

FRANÇA

ITÁLIA

BRASIL

Autorregula-

mentação

Não há leis

nacionais,

o setor cria

normas e faz

acordos com

o governo

Alerta

Mensagens

recomendam

consumo moderado

e alimentação

saudável


Proibição parcial

Comerciais são

proibidos em

certos horários ou

para determinadas

faixas etárias



Personagens

Famosos e persona-

gens de desenhos

não podem aparecer

em anúncios de

alimentos infantis



Proibido

Não é permitido

nenhum tipo de

publicidade para

crianças

CHILE

Disponível em: www1.folha.uol.com.br. Acesso em: 24 jun. 2014 (adaptado).



TEXTO III

Precisamos preparar a criança, desde pequena, para receber as informações do mundo exterior, para 

compreender o que está por trás da divulgação de produtos. Só assim ela se tornará o consumidor do futuro, 

aquele capaz de saber o que, como e por que comprar, ciente de suas reais necessidades e consciente de suas 

responsabilidades consigo mesma e com o mundo.

SILVA, A. M. D.; VASCONCELOS, L. R. A criança e o marketing: informações essenciais para proteger 

as crianças dos apelos do marketing infantil. São Paulo: Summus, 2012 (adaptado).

INSTRUÇÕES:

‡ O rascunho da redação deve ser feito no espaço apropriado.

‡ 2WH[WRGH¿QLWLYRGHYHVHUHVFULWRjWLQWDQDIROKDSUySULDHPDWpOLQKDV

‡ A redação que apresentar cópia dos textos da Proposta de Redação ou do Caderno de Questões terá o número de linhas 

copiadas desconsiderado para efeito de correção.

Receberá nota zero, em qualquer das situações expressas a seguir, a redação que:

‡ WLYHUDWp VHWH OLQKDVHVFULWDVVHQGRFRQVLGHUDGD³LQVX¿FLHQWH´

‡ fugir ao tema ou que não atender ao tipo dissertativo-argumentativo.

‡ apresentar proposta de intervenção que desrespeite os direitos humanos.

‡ apresentar parte do texto deliberadamente desconectada com o tema proposto.

*AMAR25DOM2*



2014

LC - 2º dia | Caderno 5 - AMARELO - Página 3



LINGUAGENS, CÓDIGOS E SUAS TECNOLOGIAS

Questões de 91 a 135

Questões de 91 a 95 (opção inglês)

QUESTÃO 91

Disponível em: http://wefeedback.org. Acesso em: 30 jul. 2012.

A internet tem servido a diferentes interesses, ampliando, muitas vezes, o contato entre pessoas e instituições. Um 

exemplo disso é o site WeFeedback, no qual a internauta Kate Watts

A comprou comida em promoção.

B inscreveu-se em concurso.

C fez doação para caridade. 

D participou de pesquisa de opinião.

E voluntariou-se para trabalho social.

QUESTÃO 92

If You Can’t Master English, Try Globish 

PARIS — It happens all the time: during an airport delay the man to the left, a Korean perhaps, starts talking to the 

man opposite, who might be Colombian, and soon they are chatting away in what seems to be English. But the native 

English speaker sitting between them cannot understand a word.

They don’t know it, but the Korean and the Colombian are speaking Globish, the latest addition to the 6,800 

languages that are said to be spoken across the world. Not that its inventor, Jean-Paul Nerrière, considers it a proper 

language.

“It is not a language, it is a tool,” he says. “A language is the vehicle of a culture. Globish doesn’t want to be that at 

all. It is a means of communication.”

Nerrière doesn’t see Globish in the same light as utopian efforts such as Kosmos, Volapuk, Novial or staunch 

Esperanto. Nor should it be confused with barbaric Algol (for Algorithmic language). It is a sort of English lite: a means 

of simplifying the language and giving it rules so it can be understood by all.

BLUME, M. Disponível em: www.nytimes.com. Acesso em: 28 out. 2013 (fragmento).

Considerando as ideias apresentadas no texto, o Globish (Global English) é uma variedade da língua inglesa que

A tem status GHOtQJXDSRUUHÀHWLUXPDFXOWXUDJOREDO

B facilita o entendimento entre o falante nativo e o não nativo.

C tem as mesmas características de projetos utópicos como o esperanto.

D altera a estrutura do idioma para possibilitar a comunicação internacional.

E apresenta padrões de fala idênticos aos da variedade usada pelos falantes nativos.

*AMAR25DOM3*



2014

LC - 2º dia | Caderno 5 - AMARELO - Página 4



QUESTÃO 93

A Tall Order

The sky isn’t the limit for an architect building the 

ZRUOG¶V¿UVWLQYLVLEOHVN\VFUDSHU

Charles Wee, one of the world’s leading high-rise 

architects, has a confession to make: he’s bored with 

skyscrapers. After designing more than 30, most of which 

punctuate the skylines of rapidly expanding Asian cities, 

KH KDV VWUXFN XSRQ D QRYHO FRQFHSW WKH ¿UVW LQYLVLEOH

skyscraper.

$V WKH WDOOHVW VWUXFWXUH LQ 6RXWK .RUHD KLV ,Q¿QLW\

Tower will loom over Seoul until somebody pushes a 

button and it completely disappears.

When he entered a 2004 competition to design a 

landmark tower, the Korean-American architect rejected 

the notion of competing with Dubai, Toronto, and Shanghai 

to reach the summit of man-made summits. “I thought, 

let’s not jump into this stupid race to build another ‘tallest’ 

tower,” he says in a phone conversation. “Let’s take an 

opposite approach — let’s make an anti-tower.”

The result will be a 150-story building that fades from 

YLHZ DW WKH ÀLFN RI D VZLWFK 7KH WRZHU ZLOO HIIHFWLYHO\

function as an enormous television screen, being able to 

project an exact replica of whatever is happening behind it 

onto its façade. To the human eye, the building will appear 

to have melted away.

It will be the most extraordinary achievement of Wee’s 

stellar architectural career. After graduating from UCLA, 

KHZRUNHGXQGHU$QWKRQ\/XPVGHQDSUROL¿F&DOLIRUQLDQ

architect who helped devise the modern technique of 

wrapping buildings inside smooth glass skins. 

HINES, N. Disponível em: http://mag.newsweek.com. Acesso em: 13 out. 2013 (adaptado).

No título e no subtítulo desse texto, as expressões A Tall 



Order The sky isn’t the limit são usadas para apresentar 

uma matéria cujo tema é:

A Inovações tecnológicas usadas para a construção de 

um novo arranha-céu em Seul.

B &RQ¿VV}HVGHXPDUTXLWHWRTXHEXVFDVHGHVWDFDUQD

construção de arranha-céus.

C Técnicas a serem estabelecidas para a construção de 

edifícios altos na Califórnia.

D Competição entre arquitetos para a construção do 

edifício mais alto do mundo.

E Construção de altas torres de apartamentos nas 

grandes metrópoles da Ásia.



QUESTÃO 94

Masters of War

Come you masters of war

You that build all the guns

You that build the death planes

You that build all the bombs

You that hide behind walls

You that hide behind desks

I just want you to know

I can see through your masks.

You that never done nothin’

But build to destroy

You play with my world

Like it’s your little toy

You put a gun in my hand

And you hide from my eyes

And you turn and run farther

Whe

QWKHIDVWEXOOHWVÀ\



Like Judas of old

You lie and deceive

A world war can be won

You want me to believe

But I see through your eyes

And I see through your brain

Like I see through the water

That runs down my drain.

BOB DYLAN. The Freewheelin’ Bob Dylan. Nova York: Columbia Records, 1963 (fragmento).

Na letra da canção Masters of War, há questionamentos e 

UHÀH[}HVTXHDSDUHFHPQDIRUPDGHSURWHVWRFRQWUD

A o envio de jovens à guerra para promover a expansão 

territorial dos Estados Unidos.

B o comportamento dos soldados norte-americanos nas 

guerras de que participaram.

C o sistema que recruta soldados para guerras 

motivadas por interesses econômicos.

D o desinteresse do governo pelas famílias dos soldados 

mortos em campos de batalha.

E as Forças Armadas norte-americanas, que enviavam 

homens despreparados para as guerras.

QUESTÃO 95

The Road Not Taken (by Robert Frost)

Two roads diverged in a wood, and I —

I took the one less traveled by,

And that has made all the difference.

Disponível em: www.poetryfoundation.org. Acesso em: 29 nov. 2011 (fragmento).

(VWHVVmRRVYHUVRV¿QDLVGRIDPRVRSRHPDThe Road 



Not Taken, do poeta americano Robert Frost. Levando-se 

em consideração que a vida é comumente metaforizada 

como uma viagem, esses versos indicam que o autor

A festeja o fato de ter sido ousado na escolha que fez 

em sua vida.

B lamenta por ter sido um viajante que encontrou muitas 

bifurcações.

C viaja muito pouco e que essa escolha fez toda a 

diferença em sua vida.

D UHFRQKHFH TXH DV GL¿FXOGDGHV HP VXD YLGD IRUDP

todas superadas.

E percorre várias estradas durante as diferentes fases 

de sua vida.

*AMAR25DOM4*



2014

LC - 2º dia | Caderno 5 - AMARELO - Página 5



LINGUAGENS, CÓDIGOS E SUAS 

TECNOLOGIAS

Questões de 91 a 135

Questões de 91 a 95 (opção espanhol)

QUESTÃO 91

Emigrantes

En todo emigrante existen dos posibles actitudes 

vitales: una la de considerar su experiencia como 

aventura pasajera, vivir mental y emocionalmente 

en la patria de origen, cultivando su nostalgia, y 

definir la realidad presente por comparación con el 

mundo que se ha dejado; la otra es vivir el presente 

tal como viene dado, proyectarlo en el futuro, cortar 

raíces y dominar nostalgias, sumergirse en la nueva 

cultura, aprenderla y asimilarla. El drama personal del 

emigrante reside en el hecho de que casi nunca es 

posible esa elección en términos absolutos y, al igual 

que el mestizo, se siente parte de dos mundos sin 

integrarse por completo en uno de ellos con exclusión 

del otro.

DEL CASTILLO, G. C. América hispánica (1492-1892). In: DE LARA, M. T. Historia de 



España. Barcelona: Labor, 1985.

2 WH[WR DSUHVHQWD XPD UHÀH[mR VREUH D FRQGLomR GR

imigrante, o qual, para o autor, tem de lidar com o 

dilema da

A constatação de sua existência no entrelugar.

B instabilidade da vida em outro país.

C ausência de referências do passado.

D apropriação dos valores do outro.

E ruptura com o país de origem.

QUESTÃO 92

En un año de campaña paraguaya, he visto muchas 

cosas tristes...

He visto la tierra, con su fertilidad incoercible y salvaje, 

sofocar al hombre, que arroja una semilla y obtiene cien 

plantas diferentes y no sabe cuál es la suya. He visto 

los viejos caminos que abrió la tiranía devorados por la 

vegetación, desleídos por las innundaciones, borrados 

por el abandono.

BARRET, R. Lo que he visto. Cuba: XX Feria Internacional del Libro de la Habana, 2011.

Rafael Barret nasceu na Espanha e, ainda jovem, foi viver 

no Paraguai. O fragmento do texto 



/RTXHKHYLVWR revela 

um pouco da percepção do escritor sobre a realidade 

paraguaia, marcada, em essência, pelo(a)

A desalento frente às adversidades naturais.

B DPSORFRQKHFLPHQWRGDÀRUDSDUDJXDLD

C impossibilidade de cultivo da terra.

D necessidade de se construírem novos caminhos.

E despreparo do agricultor no trato com a terra.



QUESTÃO 93

Disponível em: http://azaral-canarias.blogspot.com. Acesso em: 28 maio 2014 (adaptado).

As marcas de primeira pessoa do plural no texto da 

FDPSDQKDGHDPDPHQWDomRWrPFRPR¿QDOLGDGH

A incluir o enunciador no discurso para expressar 

formalidade.

B agregar diversas vozes para impor valores às lactantes.

C forjar uma voz coletiva para garantir adesão à campanha.

D SURPRYHU XPD LGHQWL¿FDomR HQWUH R HQXQFLDGRU H R

leitor para aproximá-los.

E remeter à voz institucional promotora da campanha 

para conferir-lhe credibilidade.

*AMAR25DOM5*


2014

LC - 2º dia | Caderno 5 - AMARELO - Página 6



QUESTÃO 94

Aunque me cuesta mucho trabajo y me hace sudar 

la gota gorda, y, como todo escritor, siento a veces la 

amenaza de la parálisis, de la sequía de la imaginación, 

nada me ha hecho gozar en la vida tanto como pasarme 

los meses y los años construyendo una historia, desde 

su incierto despuntar, esa imagen que la memoria 

almacenó de alguna experiencia vivida, que se volvió un 

desasosiego, un entusiasmo, un fantaseo que germinó 

luego en un proyecto y en la decisión de intentar convertir 

esa niebla agitada de fantasmas en una historia. “Escribir 

es una manera de vivir”, dijo Flaubert.

Discurso de Mario Vargas Llosa al recibir el Premio Nobel de Literatura 2010.

Disponível em: www.nobelprize.org. Acesso em: 7 maio 2014 (fragmento).

O trecho apresentado trata do fazer literário, a partir da 

perspectiva de Vargas Llosa. Com base no fragmento 

“me hace sudar la gota gorda”, infere-se que o artifício da 

escritura, para o escritor,

A ativa a memória e a fantasia.

B baseia-se na imaginação inspiradora.

C fundamenta-se nas experiências de vida.

D requer entusiasmo e motivação.

E demanda expressiva dedicação.

QUESTÃO 95

El robo

Para los niños

anchos espacios tiene el día

y las horas

son calles despejadas

abiertas avenidas.

A nosotros, se estrecha

el tiempo de tal modo

que todo está apretado y oprimido.

Se atropellan los tiempos

Casi no da lugar un día a otro.

No bien ha amanecido

cae la luz a pique

en veloz mediodía

y apenas la contemplas

huye en atardeceres

hacia pozos de sombra.

Dice una voz:

entre vueltas y vueltas

se me fue el día.

Algún ladrón

oculto roba mi vida.

MAIA, C. Obra poética. Montevidéu: Rebecalinke, 2010.

O poema El robo, de Circe Maia, poetisa uruguaia 

contemporânea, trata do(a)

A problema do abandono de crianças nas ruas.

B excesso de trabalho na sociedade atual.

C angústia provocada pela fugacidade do tempo.

D violência nos grandes centros urbanos.

E repressão dos sentimentos e da liberdade.



QUESTÃO 96

TEXTO I

Seis estados zeram 

¿Oa de espera

para transplante da córnea

Seis estados brasileiros aproveitaram o aumento no 

número de doadores e de transplantes feitos no primeiro 

semestre de 2012 no país e entraram para uma lista 

privilegiada: a de não ter mais pacientes esperando por 

uma córnea.

Até julho desse ano, Acre, Distrito Federal, Espírito 

Santo, Paraná, Rio Grande do Norte e São Paulo 

eliminaram a lista de espera no transplante de córneas, de 

acordo com balanço divulgado pelo Ministério da Saúde, 

no Dia Nacional de Doação de Órgãos e Tecidos. Em 

2011, só São Paulo e Rio Grande do Norte conseguiram 

]HUDUHVVD¿OD


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