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Álgebra

Funções: representações numérica, algébrica e 

gráfica

(EF09MA06) Compreender as funções como relações de dependência unívoca entre duas 



variáveis e suas representações numérica, algébrica e gráfica e utilizar esse conceito para 

analisar situações que envolvam relações funcionais entre duas variáveis.

Razão entre grandezas de espécies diferentes

(EF09MA07) Resolver problemas que envolvam a razão entre duas grandezas de espécies 

diferentes, como velocidade e densidade demográfica.

Grandezas diretamente proporcionais e 

grandezas inversamente proporcionais

(EF09MA08) Resolver e elaborar problemas que envolvam relações de proporcionalidade 

direta e inversa entre duas ou mais grandezas, inclusive escalas, divisão em partes 

proporcionais e taxa de variação, em contextos socioculturais, ambientais e de outras áreas.

Expressões algébricas: fatoração e produtos 

notáveis


Resolução de equações polinomiais do 2º grau 

por meio de fatorações

(EF09MA09) Compreender os processos de fatoração de expressões algébricas, com base em 

suas relações com os produtos notáveis, para resolver e elaborar problemas que possam ser 

representados por equações polinomiais do 2º grau.

Geometria

Demonstrações de relações entre os ângulos 

formados por retas paralelas intersectadas por 

uma transversal

(EF09MA10) Demonstrar relações simples entre os ângulos formados por retas paralelas 

cortadas por uma transversal.

Relações entre arcos e ângulos na circunferência 

de um círculo

(EF09MA11) Resolver problemas por meio do estabelecimento de relações entre arcos, 

ângulos centrais e ângulos inscritos na circunferência, fazendo uso, inclusive, de softwares de 

geometria dinâmica.

Semelhança de triângulos

(EF09MA12) Reconhecer as condições necessárias e suficientes para que dois triângulos 

sejam semelhantes.



318

BASE NACIONAL  

COMUM CURRICULAR

UNIDADES TEMÁTICAS 

OBJETOS DE CONHECIMENTO 

HABILIDADES 



Geometria

Relações métricas no triângulo retângulo 

Teorema de Pitágoras: verificações 

experimentais e demonstração

Retas paralelas cortadas por transversais: teoremas 

de proporcionalidade e verificações experimentais

(EF09MA13) Demonstrar relações métricas do triângulo retângulo, entre elas o teorema de 

Pitágoras, utilizando, inclusive, a semelhança de triângulos.

(EF09MA14) Resolver e elaborar problemas de aplicação do teorema de Pitágoras ou das 

relações de proporcionalidade envolvendo retas paralelas cortadas por secantes.

Polígonos regulares

(EF09MA15) Descrever, por escrito e por meio de um fluxograma, um algoritmo para a 

construção de um polígono regular cuja medida do lado é conhecida, utilizando régua e 

compasso, como também softwares.

Distância entre pontos no plano cartesiano

(EF09MA16) Determinar o ponto médio de um segmento de reta e a distância entre dois pontos 

quaisquer, dadas as coordenadas desses pontos no plano cartesiano, sem o uso de fórmulas, e 

utilizar esse conhecimento para calcular, por exemplo, medidas de perímetros e áreas de figuras 

planas construídas no plano.

Vistas ortogonais de figuras espaciais

(EF09MA17) Reconhecer vistas ortogonais de figuras espaciais e aplicar esse conhecimento 

para desenhar objetos em perspectiva.



Grandezas e medidas

Unidades de medida para medir distâncias muito 

grandes e muito pequenas

Unidades de medida utilizadas na informática

(EF09MA18) Reconhecer e empregar unidades usadas para expressar medidas muito grandes 

ou muito pequenas, tais como distância entre planetas e sistemas solares, tamanho de vírus ou 

de células, capacidade de armazenamento de computadores, entre outros.

Volume de prismas e cilindros

(EF09MA19) Resolver e elaborar problemas que envolvam medidas de volumes de prismas e 

de cilindros retos, inclusive com uso de expressões de cálculo, em situações cotidianas.



Probabilidade e estatística

Análise de probabilidade de eventos aleatórios: 

eventos dependentes e independentes

(EF09MA20) Reconhecer, em experimentos aleatórios, eventos independentes e dependentes 

e calcular a probabilidade de sua ocorrência, nos dois casos.

Análise de gráficos divulgados pela mídia: 

elementos que podem induzir a erros de leitura 

ou de interpretação

(EF09MA21) Analisar e identificar, em gráficos divulgados pela mídia, os elementos que 

podem induzir, às vezes propositadamente, erros de leitura, como escalas inapropriadas, 

legendas não explicitadas corretamente, omissão de informações importantes (fontes e 

datas), entre outros. 

Leitura, interpretação e representação de dados 

de pesquisa expressos em tabelas de dupla 

entrada, gráficos de colunas simples e agrupadas, 

gráficos de barras e de setores e gráficos 

pictóricos

(EF09MA22) Escolher e construir o gráfico mais adequado (colunas, setores, linhas), com 

ou sem uso de planilhas eletrônicas, para apresentar um determinado conjunto de dados

destacando aspectos como as medidas de tendência central.

Planejamento e execução de pesquisa amostral e 

apresentação de relatório

(EF09MA23) Planejar e executar pesquisa amostral envolvendo tema da realidade social e 

comunicar os resultados por meio de relatório contendo avaliação de medidas de tendência central 

e da amplitude, tabelas e gráficos adequados, construídos com o apoio de planilhas eletrônicas.

MATEMÁTICA – 9º ANO

 (Continuação)


319

MATEMÁTICA

ENSINO FUNDAMENTAL

UNIDADES TEMÁTICAS 

OBJETOS DE CONHECIMENTO 

HABILIDADES 



Geometria

Relações métricas no triângulo retângulo 

Teorema de Pitágoras: verificações 

experimentais e demonstração

Retas paralelas cortadas por transversais: teoremas 

de proporcionalidade e verificações experimentais

(EF09MA13) Demonstrar relações métricas do triângulo retângulo, entre elas o teorema de 

Pitágoras, utilizando, inclusive, a semelhança de triângulos.

(EF09MA14) Resolver e elaborar problemas de aplicação do teorema de Pitágoras ou das 

relações de proporcionalidade envolvendo retas paralelas cortadas por secantes.

Polígonos regulares

(EF09MA15) Descrever, por escrito e por meio de um fluxograma, um algoritmo para a 

construção de um polígono regular cuja medida do lado é conhecida, utilizando régua e 

compasso, como também softwares.

Distância entre pontos no plano cartesiano

(EF09MA16) Determinar o ponto médio de um segmento de reta e a distância entre dois pontos 

quaisquer, dadas as coordenadas desses pontos no plano cartesiano, sem o uso de fórmulas, e 

utilizar esse conhecimento para calcular, por exemplo, medidas de perímetros e áreas de figuras 

planas construídas no plano.

Vistas ortogonais de figuras espaciais

(EF09MA17) Reconhecer vistas ortogonais de figuras espaciais e aplicar esse conhecimento 

para desenhar objetos em perspectiva.



Grandezas e medidas

Unidades de medida para medir distâncias muito 

grandes e muito pequenas

Unidades de medida utilizadas na informática

(EF09MA18) Reconhecer e empregar unidades usadas para expressar medidas muito grandes 

ou muito pequenas, tais como distância entre planetas e sistemas solares, tamanho de vírus ou 

de células, capacidade de armazenamento de computadores, entre outros.

Volume de prismas e cilindros

(EF09MA19) Resolver e elaborar problemas que envolvam medidas de volumes de prismas e 

de cilindros retos, inclusive com uso de expressões de cálculo, em situações cotidianas.



Probabilidade e estatística

Análise de probabilidade de eventos aleatórios: 

eventos dependentes e independentes

(EF09MA20) Reconhecer, em experimentos aleatórios, eventos independentes e dependentes 

e calcular a probabilidade de sua ocorrência, nos dois casos.

Análise de gráficos divulgados pela mídia: 

elementos que podem induzir a erros de leitura 

ou de interpretação

(EF09MA21) Analisar e identificar, em gráficos divulgados pela mídia, os elementos que 

podem induzir, às vezes propositadamente, erros de leitura, como escalas inapropriadas, 

legendas não explicitadas corretamente, omissão de informações importantes (fontes e 

datas), entre outros. 

Leitura, interpretação e representação de dados 

de pesquisa expressos em tabelas de dupla 

entrada, gráficos de colunas simples e agrupadas, 

gráficos de barras e de setores e gráficos 

pictóricos

(EF09MA22) Escolher e construir o gráfico mais adequado (colunas, setores, linhas), com 

ou sem uso de planilhas eletrônicas, para apresentar um determinado conjunto de dados, 

destacando aspectos como as medidas de tendência central.

Planejamento e execução de pesquisa amostral e 

apresentação de relatório

(EF09MA23) Planejar e executar pesquisa amostral envolvendo tema da realidade social e 

comunicar os resultados por meio de relatório contendo avaliação de medidas de tendência central 

e da amplitude, tabelas e gráficos adequados, construídos com o apoio de planilhas eletrônicas.


321

CIÊNCIAS DA NATUREZA

ENSINO FUNDAMENTAL

4.3.


  A ÁREA DE  

CIÊNCIAS DA NATUREZA 

A sociedade contemporânea está fortemente organizada com base no 

desenvolvimento científico e tecnológico. Da metalurgia, que produziu 

ferramentas  e  armas,  passando  por  máquinas  e  motores  automati-

zados, até os atuais chips semicondutores, ciência e tecnologia vêm 

se desenvolvendo de forma integrada com os modos de vida que as 

diversas sociedades humanas organizaram ao longo da história.

No entanto, o mesmo desenvolvimento científico e tecnológico que 

resulta  em  novos  ou  melhores  produtos  e  serviços  também  pode 

promover desequilíbrios na natureza e na sociedade. 

Para debater e tomar posição sobre alimentos, medicamentos, com-

bustíveis,  transportes,  comunicações,  contracepção,  saneamento  e 

manutenção da vida na Terra, entre muitos outros temas, são impres-

cindíveis  tanto  conhecimentos  éticos,  políticos  e  culturais  quanto 

científicos. Isso por si só já justifica, na educação formal, a presença da 

área de Ciências da Natureza, e de seu compromisso com a formação 

integral dos alunos.

Portanto, ao longo do Ensino Fundamental, a área de Ciências da Natu-

reza  tem  um  compromisso  com  o  desenvolvimento  do 



letramento

científico

, que envolve a capacidade de compreender e interpretar o 

mundo (natural, social e tecnológico), mas também de transformá-lo 

com base nos aportes teóricos e processuais das ciências. 

Em  outras  palavras,  apreender  ciência  não  é  a  finalidade  última  do 

letramento, mas, sim, o desenvolvimento da capacidade de atuação 

no e sobre o mundo, importante ao exercício pleno da cidadania. 

Nessa perspectiva, a área de Ciências da Natureza, por meio de um 

olhar articulado de diversos campos do saber, precisa assegurar aos 

alunos  do  Ensino  Fundamental  o  acesso  à  diversidade  de 

conhe-

cimentos científicos produzidos ao longo da história, bem como a 



aproximação gradativa aos principais 

processos, práticas e proce-

dimentos da investigação científica. 

Espera-se, desse modo, possibilitar que esses alunos tenham um novo 

olhar sobre o mundo que os cerca, como também façam escolhas e 

intervenções conscientes e pautadas nos princípios da sustentabili-

dade e do bem comum. 


322

BASE NACIONAL  

COMUM CURRICULAR

Para  tanto,  é  imprescindível  que  eles  sejam  progressivamente  esti-

mulados  e  apoiados  no  planejamento  e  na  realização  cooperativa 

de  atividades  investigativas,  bem  como  no  compartilhamento  dos 

resultados  dessas  investigações.  Isso  não  significa  realizar  ativida-

des seguindo, necessariamente, um conjunto de etapas predefinidas, 

tampouco se restringir à mera manipulação de objetos ou realização 

de experimentos em laboratório. 

Ao  contrário,  pressupõe  organizar  as  situações  de  aprendizagem 

partindo  de  questões  que  sejam  desafiadoras  e,  reconhecendo  a 

diversidade cultural, estimulem o interesse e a curiosidade científica 

dos alunos e possibilitem definir problemas, levantar, analisar e repre-

sentar resultados; comunicar conclusões e propor intervenções.

Dessa forma, o processo investigativo deve ser entendido como ele-

mento  central  na  formação  dos  estudantes,  em  um  sentido  mais 

amplo, e cujo desenvolvimento deve ser atrelado a situações didáticas 

planejadas ao longo de toda a educação básica, de modo a possibili-

tar aos alunos revisitar de forma reflexiva seus conhecimentos e sua 

compreensão acerca do mundo em que vivem. Sendo assim, o ensino 

de Ciências deve promover situações nas quais os alunos possam: 



323

CIÊNCIAS DA NATUREZA

ENSINO FUNDAMENTAL

• Observar o mundo a sua volta e fazer perguntas.

• Analisar demandas, delinear problemas e planejar 

investigações. 

• Propor hipóteses.

Definição de 

problemas

• Planejar e realizar atividades de campo (experimentos, 

observações, leituras, visitas, ambientes virtuais etc.).

• Desenvolver e utilizar ferramentas, inclusive digitais, para 

coleta, análise e representação de dados (imagens, esquemas, 

tabelas, gráficos, quadros, diagramas, mapas, modelos, 

representações de sistemas, fluxogramas, mapas conceituais, 

simulações, aplicativos etc.).

• Avaliar informação (validade, coerência e adequação ao 

problema formulado).

• Elaborar explicações e/ou modelos.

• Associar explicações e/ou modelos à evolução histórica dos 

conhecimentos científicos envolvidos.

• Selecionar e construir argumentos com base em evidências, 

modelos e/ou conhecimentos científicos.

• Aprimorar seus saberes e incorporar, gradualmente, e de 

modo significativo, o conhecimento científico.

• Desenvolver soluções para problemas cotidianos usando 

diferentes ferramentas, inclusive digitais.

Levantamento, 

análise e 

representação

• Organizar e/ou extrapolar conclusões.

• Relatar informações de forma oral, escrita ou multimodal.

• Apresentar, de forma sistemática, dados e resultados de 

investigações.

• Participar de discussões de caráter científico com colegas, 

professores, familiares e comunidade em geral.

• Considerar contra-argumentos para rever processos 

investigativos e conclusões. 

Comunicação

• Implementar soluções e avaliar sua eficácia para resolver 

problemas cotidianos.

• Desenvolver ações de intervenção para melhorar a 

qualidade de vida individual, coletiva e socioambiental.

Intervenção



324

BASE NACIONAL  

COMUM CURRICULAR

COMPETÊNCIAS ESPECÍFICAS DE CIÊNCIAS DA NATUREZA 

PARA O ENSINO FUNDAMENTAL

1. 


Compreender as Ciências da Natureza como empreendimento humano, e o 

conhecimento científico como provisório, cultural e histórico.

2. 

Compreender conceitos fundamentais e estruturas explicativas das Ciências 



da Natureza, bem como dominar processos, práticas e procedimentos da 

investigação científica, de modo a sentir segurança no debate de questões 

científicas, tecnológicas, socioambientais e do mundo do trabalho, continuar 

aprendendo  e  colaborar  para  a  construção  de  uma  sociedade  justa, 

democrática e inclusiva. 

3. 


Analisar,  compreender  e  explicar  características,  fenômenos  e  processos 

relativos  ao  mundo  natural,  social  e  tecnológico  (incluindo  o  digital), 

como  também  as  relações  que  se  estabelecem  entre  eles,  exercitando  a 

curiosidade para fazer perguntas, buscar respostas e criar soluções (inclusive 

tecnológicas) com base nos conhecimentos das Ciências da Natureza.

4. 


Avaliar  aplicações  e  implicações  políticas,  socioambientais  e  culturais  da 

ciência  e  de  suas  tecnologias  para  propor  alternativas  aos  desafios  do 

mundo contemporâneo, incluindo aqueles relativos ao mundo do trabalho. 

5. 


Construir  argumentos  com  base  em  dados,  evidências  e  informações 

confiáveis e negociar e defender ideias e pontos de vista que promovam a 

consciência socioambiental e o respeito a si próprio e ao outro, acolhendo 

e  valorizando  a  diversidade  de  indivíduos  e  de  grupos  sociais,  sem 

preconceitos de qualquer natureza.

6. 


Utilizar  diferentes  linguagens  e  tecnologias  digitais  de  informação  e 

comunicação para se comunicar, acessar e disseminar informações, produzir 

conhecimentos  e  resolver  problemas  das  Ciências  da  Natureza  de  forma 

crítica, significativa, reflexiva e ética.

7. 

Conhecer, apreciar e cuidar de si, do seu corpo e bem-estar, compreenden-



do-se  na  diversidade  humana,  fazendo-se  respeitar  e  respeitando  o  outro, 

recorrendo aos conhecimentos das Ciências da Natureza e às suas tecnologias.

8. 

Agir  pessoal  e  coletivamente  com  respeito,  autonomia,  responsabilidade, 



flexibilidade, resiliência e determinação, recorrendo aos conhecimentos das 

Ciências da Natureza para tomar decisões frente a questões científico-tec-

nológicas  e  socioambientais  e  a  respeito  da  saúde  individual  e  coletiva, 

com base em princípios éticos, democráticos, sustentáveis e solidários.

Considerando esses pressupostos, e em articulação com as compe-

tências  gerais  da  Educação  Básica,  a  área  de  Ciências  da  Natureza 

– e, por consequência, o componente curricular de Ciências –, devem 

garantir aos alunos o desenvolvimento de 



competências específicas

.


325

CIÊNCIAS DA NATUREZA

ENSINO FUNDAMENTAL

4.3.1. 


 CIÊNCIAS 

Ao estudar Ciências, as pessoas aprendem a respeito de si mesmas, 

da diversidade e dos processos de evolução e manutenção da vida, 

do mundo material – com os seus recursos naturais, suas transfor-

mações e fontes de energia –, do nosso planeta no Sistema Solar 

e  no  Universo  e  da  aplicação  dos  conhecimentos  científicos  nas 

várias esferas da vida humana. Essas aprendizagens, entre outras, 

possibilitam que os alunos compreendam, expliquem e intervenham 

no mundo em que vivem.

Para orientar a elaboração dos currículos de Ciências, as aprendi-

zagens  essenciais  a  ser  asseguradas  neste  componente  curricular 

foram organizadas em três 



unidades temáticas

 que se repetem ao 

longo de todo o Ensino Fundamental. 

A unidade temática 

Matéria e energia contempla o estudo de mate-

riais e suas transformações, fontes e tipos de energia utilizados na 

vida  em  geral,  na  perspectiva  de  construir  conhecimento  sobre  a 

natureza da matéria e os diferentes usos da energia. 

Dessa maneira, nessa unidade estão envolvidos estudos referentes 

à  ocorrência,  à  utilização e  ao  processamento  de  recursos  natu-

rais  e  energéticos  empregados  na  geração  de  diferentes  tipos  de 

energia e na produção e no uso responsável de materiais diversos. 

Discute-se, também, a perspectiva histórica da apropriação humana 

desses recursos, com base, por exemplo, na identificação do uso de 

materiais  em  diferentes  ambientes  e  épocas  e  sua  relação  com  a 

sociedade e a tecnologia.

Nos anos iniciais, as crianças já se envolvem com uma série de objetos, 

materiais  e  fenômenos  em  sua  vivência  diária  e  na  relação  com  o 

entorno.  Tais  experiências  são  o  ponto  de  partida  para  possibilitar 

a  construção  das  primeiras  noções  sobre  os  materiais,  seus  usos  e 

suas  propriedades,  bem  como  sobre  suas  interações  com  luz,  som, 

calor, eletricidade e umidade, entre outros elementos. Além de prever 

a construção coletiva de propostas de reciclagem e reutilização de 

materiais,  estimula-se  ainda  a  construção  de  hábitos  saudáveis  e 

sustentáveis  por  meio  da  discussão  acerca  dos  riscos  associados  à 

integridade física e à qualidade auditiva e visual. Espera-se também 

que  os  alunos  possam  reconhecer  a  importância,  por  exemplo,  da 

água, em seus diferentes estados, para a agricultura, o clima, a con-

servação do solo, a geração de energia elétrica, a qualidade do ar 

atmosférico e o equilíbrio dos ecossistemas.



326

BASE NACIONAL  

COMUM CURRICULAR

Em síntese, valorizam-se, nessa fase, os elementos mais concretos e os 

ambientes que os cercam (casa, escola e bairro), oferecendo aos alunos 

a oportunidade de interação, compreensão e ação no seu entorno. 

Por sua vez, nos anos finais, a ampliação da relação dos jovens com o 

ambiente possibilita que se estenda a exploração dos fenômenos rela-

cionados aos materiais e à energia ao âmbito do sistema produtivo 

e ao seu impacto na qualidade ambiental. Assim, o aprofundamento 

da  temática  dessa  unidade,  que  envolve  inclusive  a  construção  de 

modelos explicativos, deve possibilitar aos estudantes fundamentar-

-se no conhecimento científico para, por exemplo, avaliar vantagens e 

desvantagens da produção de produtos sintéticos a partir de recursos 

naturais, da produção e do uso de determinados combustíveis, bem 

como da produção, da transformação e da propagação de diferentes 

tipos  de  energia  e  do  funcionamento  de  artefatos e  equipamentos 

que  possibilitam  novas  formas  de  interação  com  o  ambiente,  esti-

mulando tanto a reflexão para hábitos mais sustentáveis no uso dos 

recursos  naturais  e  científico-tecnológicos  quanto  a  produção  de 

novas tecnologias e o desenvolvimento de ações coletivas de apro-

veitamento responsável dos recursos.

A unidade temática 

Vida e evolução propõe o estudo de questões 

relacionadas  aos  seres  vivos  (incluindo  os  seres  humanos),  suas 

características  e  necessidades,  e  a  vida  como  fenômeno  natural  e 

social, os elementos essenciais à sua manutenção e à compreensão 

dos processos evolutivos que geram a diversidade de formas de vida 

no  planeta.  Estudam-se  características  dos  ecossistemas  destacan-

do-se as interações dos seres vivos com outros seres vivos e com os 

fatores não vivos do ambiente, com destaque para as interações que 

os seres humanos estabelecem entre si e com os demais seres vivos e 

elementos não vivos do ambiente. Abordam-se, ainda, a importância 

da preservação da biodiversidade e como ela se distribui nos princi-

pais ecossistemas brasileiros. 

Nos anos iniciais, as características dos seres vivos são trabalhadas a 

partir  das  ideias,  representações,  disposições  emocionais  e  afetivas 

que  os  alunos  trazem  para  a  escola.  Esses  saberes  dos  alunos  vão 

sendo  organizados  a  partir  de  observações  orientadas,  com  ênfase 

na compreensão dos seres vivos do entorno, como também dos elos 

nutricionais que se estabelecem entre eles no ambiente natural. 

Nos anos finais, a partir do reconhecimento das relações que ocorrem 

na natureza, evidencia-se a participação do ser humano nas cadeias 

alimentares e como elemento modificador do ambiente, seja eviden-

ciando  maneiras  mais  eficientes  de  usar  os  recursos  naturais  sem 

desperdícios, seja discutindo as implicações do consumo excessivo e 



327

CIÊNCIAS DA NATUREZA

ENSINO FUNDAMENTAL

descarte inadequado dos resíduos. Contempla-se, também, o incen-

tivo  à  proposição  e  adoção  de  alternativas  individuais  e  coletivas, 

ancoradas na aplicação do conhecimento científico, que concorram 

para a sustentabilidade socioambiental. Assim, busca-se promover e 

incentivar uma convivência em maior sintonia com o ambiente, por 

meio do uso inteligente e responsável dos recursos naturais, para que 

estes se recomponham no presente e se mantenham no futuro.

Outro foco dessa unidade é a percepção de que o corpo humano é 

um  todo  dinâmico  e  articulado,  e  que  a  manutenção  e  o  funciona-

mento harmonioso desse conjunto dependem da integração entre as 

funções  específicas  desempenhadas  pelos  diferentes  sistemas  que 

o  compõem.  Além  disso,  destacam-se  aspectos  relativos  à  saúde, 

compreendida não somente como um estado de equilíbrio dinâmico 

do corpo, mas como um bem da coletividade, abrindo espaço para 

discutir o que é preciso para promover a saúde individual e coletiva, 

inclusive no âmbito das políticas públicas. 

Nos anos iniciais, pretende-se que, em continuidade às abordagens 

na Educação Infantil, as crianças ampliem os seus conhecimentos e 

apreço pelo seu corpo, identifiquem os cuidados necessários para a 

manutenção  da  saúde  e  integridade  do  organismo  e  desenvolvam 

atitudes de respeito e acolhimento pelas diferenças individuais, tanto 

no que diz respeito à diversidade étnico-cultural quanto em relação à 

inclusão de alunos da educação especial.

Nos anos finais, são abordados também temas relacionados à reprodu-

ção e à sexualidade humana, assuntos de grande interesse e relevância 

social nessa faixa etária, assim como são relevantes, também, o conhe-

cimento das condições de saúde, do saneamento básico, da qualidade 

do ar e das condições nutricionais da população brasileira. 

Pretende-se que os estudantes, ao terminarem o Ensino Fundamental, 

estejam aptos a compreender a organização e o funcionamento de 

seu corpo, assim como a interpretar as modificações físicas e emocio-

nais que acompanham a adolescência e a reconhecer o impacto que 

elas podem ter na autoestima e na segurança de seu próprio corpo. É 

também fundamental que tenham condições de assumir o protago-

nismo na escolha de posicionamentos que representem autocuidado 

com seu corpo e respeito com o corpo do outro, na perspectiva do 

cuidado  integral  à  saúde  física,  mental,  sexual  e  reprodutiva.  Além 

disso, os estudantes devem ser capazes de compreender o papel do 

Estado e das políticas públicas (campanhas de vacinação, programas 

de  atendimento  à  saúde  da  família  e  da  comunidade,  investimento 

em pesquisa, campanhas de esclarecimento sobre doenças e vetores, 

entre outros) no desenvolvimento de condições propícias à saúde.


328

BASE NACIONAL  

COMUM CURRICULAR

Na unidade temática 

Terra e Universo, busca-se a compreensão de 

características  da  Terra,  do  Sol,  da  Lua  e  de  outros  corpos  celes-

tes  –  suas  dimensões,  composição,  localizações,  movimentos  e 

forças que atuam entre eles. Ampliam-se experiências de observa-

ção do céu, do planeta Terra, particularmente das zonas habitadas 

pelo ser humano e demais seres vivos, bem como de observação 

dos principais fenômenos celestes. Além disso, ao salientar que a 

construção  dos  conhecimentos  sobre  a  Terra  e  o  céu  se  deu  de 

diferentes  formas  em  distintas  culturas  ao  longo  da  história  da 

humanidade,  explora-se  a  riqueza  envolvida  nesses  conhecimen-

tos, o que permite, entre outras coisas, maior valorização de outras 

formas  de  conceber  o  mundo,  como  os  conhecimentos  próprios 

dos povos indígenas originários.

Assim,  ao  abranger  com  maior  detalhe  características  importan-

tes  para  a  manutenção  da  vida  na  Terra,  como  o  efeito  estufa  e  a 

camada de ozônio, espera-se que os estudantes possam compreen-

der  também  alguns  fenômenos  naturais  como  vulcões,  tsunamis  e 

terremotos, bem como aqueles mais relacionados aos padrões de cir-

culação atmosférica e oceânica e ao aquecimento desigual causado 

pela  forma  e  pelos  movimentos  da  Terra,  em  uma  perspectiva  de 

maior  ampliação  de  conhecimentos  relativos  à  evolução  da  vida  e 

do planeta, ao clima e à previsão do tempo, entre outros fenômenos. 

Os estudantes dos anos iniciais se interessam com facilidade pelos 

objetos celestes, muito por conta da exploração e valorização dessa 

temática  pelos  meios  de  comunicação,  brinquedos,  desenhos  ani-

mados e livros infantis. Dessa forma, a intenção é aguçar ainda mais 

a  curiosidade  das  crianças  pelos  fenômenos  naturais  e  desenvol-

ver o pensamento espacial a partir das experiências cotidianas de 

observação  do  céu  e  dos  fenômenos  a  elas  relacionados.  A  siste-

matização dessas observações e o uso adequado dos sistemas de 

referência permitem a identificação de fenômenos e regularidades 

que  deram  à  humanidade,  em  diferentes  culturas,  maior  autono-

mia na regulação da agricultura, na conquista de novos espaços, na 

construção de calendários etc. 

Nos anos finais, há uma ênfase no estudo de solo, ciclos biogeoquími-

cos, esferas terrestres e interior do planeta, clima e seus efeitos sobre 

a vida na Terra, no intuito de que os estudantes possam desenvolver 

uma visão mais sistêmica do planeta com base em princípios de sus-

tentabilidade socioambiental. 

Além disso, o conhecimento espacial é ampliado e aprofundado por 

meio  da  articulação  entre  os  conhecimentos  e  as  experiências  de 

observação vivenciadas nos anos iniciais, por um lado, e os modelos 



329

CIÊNCIAS DA NATUREZA

ENSINO FUNDAMENTAL

explicativos desenvolvidos pela ciência, por outro. Dessa forma, pri-

vilegia-se, com base em modelos, a explicação de vários fenômenos 

envolvendo  os  astros  Terra,  Lua  e  Sol,  de  modo  a  fundamentar  a 

compreensão da controvérsia histórica entre as visões geocêntrica 

e heliocêntrica. 

A partir de uma compreensão mais aprofundada da Terra, do Sol e de 

sua evolução, da nossa galáxia e das ordens de grandeza envolvidas, 

espera-se que os alunos possam refletir sobre a posição da Terra e da 

espécie humana no Universo.

Essas três unidades temáticas devem ser consideradas sob a pers-

pectiva  da  continuidade  das  aprendizagens  e  da  integração  com 

seus objetos de conhecimento ao longo dos anos de escolarização. 

Portanto, é fundamental que elas não se desenvolvam isoladamente.  

Essa  integração  se  evidencia  quando  temas  importantes  como  a 

sustentabilidade socioambiental, o ambiente, a saúde e a tecnologia 

são desenvolvidos nas três unidades temáticas. Por exemplo, para 

que  o  estudante  compreenda  saúde  de  forma  abrangente,  e  não 

relacionada apenas ao seu próprio corpo, é necessário que ele seja 

estimulado  a  pensar  em  saneamento  básico,  geração  de  energia, 

impactos ambientais, além da ideia de que medicamentos são subs-

tâncias sintéticas que atuam no funcionamento do organismo.

De forma similar, a compreensão do que seja sustentabilidade pressu-

põe que os alunos, além de entenderem a importância da biodiversidade 

para a manutenção dos ecossistemas e do equilíbrio dinâmico socioam-

biental,  sejam  capazes  de  avaliar  hábitos  de  consumo  que  envolvam 

recursos  naturais  e  artificiais  e  identifiquem  relações  dos  processos 

atmosféricos, geológicos, celestes e sociais com as condições necessá-

rias para a manutenção da vida no planeta.

Impossível pensar em uma educação científica contemporânea sem 

reconhecer os múltiplos papéis da tecnologia no desenvolvimento 

da sociedade humana. A investigação de materiais para usos tecno-

lógicos, a aplicação de instrumentos óticos na saúde e na observação 

do céu, a produção de material sintético e seus usos, as aplicações 

das  fontes  de  energia  e  suas  aplicações  e,  até  mesmo,  o  uso  da 

radiação  eletromagnética  para  diagnóstico  e  tratamento  médico, 

entre outras situações, são exemplos de como ciência e tecnologia, 

por  um  lado,  viabilizam  a  melhoria  da  qualidade  de  vida  humana, 

mas, por outro, ampliam as desigualdades sociais e a degradação do 

ambiente.  Dessa  forma,  é  importante  salientar  os  múltiplos  papéis 

desempenhados pela relação ciência-tecnologia-sociedade na vida 

moderna  e  na  vida  do  planeta  Terra  como  elementos  centrais  no 



330

BASE NACIONAL  

COMUM CURRICULAR

posicionamento e na tomada de decisões frente aos desafios éticos, 

culturais, políticos e socioambientais. 

As unidades temáticas estão estruturadas em um conjunto de habi-

lidades  cuja  complexidade  cresce  progressivamente  ao  longo  dos 

anos.  Essas  habilidades  mobilizam  conhecimentos  conceituais,  lin-

guagens e alguns dos principais processos, práticas e procedimentos 

de  investigação  envolvidos  na  dinâmica  da  construção  de  conheci-

mentos na ciência.

Assim,  quando  é  utilizado  um  determinado  verbo  em  uma  habili-

dade, como “apresentar” ou “relatar”, este se refere a procedimentos 

comuns  da  ciência,  neste  caso  relacionados  à  comunicação,  que 

envolvem  também  outras  etapas  do  processo  investigativo.  A  ideia 

implícita  está  em  relatar  de  forma  sistemática  o  resultado  de  uma 

coleta  de  dados  e/ou  apresentar  a  organização  e  extrapolação  de 

conclusões, de tal forma a considerar os contra-argumentos apresen-

tados, no caso de um debate, por exemplo. 

Da mesma forma, quando é utilizado o verbo “observar”, tem-se em 

mente o aguçamento da curiosidade dos alunos sobre o mundo, em 

busca  de  questões  que  possibilitem  elaborar  hipóteses  e  construir 

explicações sobre a realidade que os cerca.

Cumpre destacar que os critérios de organização das habilidades na 

BNCC  (com  a  explicitação  dos  objetos  de  conhecimento  aos  quais 

se relacionam e do agrupamento desses objetos em unidades temá-

ticas)  expressam  um  arranjo  possível  (dentre  outros).  Portanto,  os 

agrupamentos  propostos  não  devem  ser  tomados  como  modelo 

obrigatório para o desenho dos currículos.


331

CIÊNCIAS DA NATUREZA

ENSINO FUNDAMENTAL

4.3.1.1. 

CIÊNCIAS NO ENSINO FUNDAMENTAL – ANOS INICIAIS: 

UNIDADES TEMÁTICAS, OBJETOS DE CONHECIMENTO  

E HABILIDADES

Antes de iniciar sua vida escolar, as crianças já convivem com fenô-

menos,  transformações  e  aparatos  tecnológicos  em  seu  dia  a  dia. 

Além disso, na Educação Infantil, como proposto na BNCC, elas têm 

a  oportunidade  de  explorar  ambientes  e  fenômenos  e  também  a 

relação  com  seu  próprio  corpo  e  bem-estar,  em  todos  os  campos 

de experiências. 

Assim, ao iniciar o Ensino Fundamental, os alunos possuem vivências, 

saberes, interesses e curiosidades sobre o mundo natural e tecnoló-

gico que devem ser valorizados e mobilizados. Esse deve ser o ponto 

de  partida  de  atividades  que  assegurem  a  eles  construir  conheci-

mentos sistematizados de Ciências, oferecendo-lhes elementos para 

que compreendam desde fenômenos de seu ambiente imediato até 

temáticas mais amplas. 

Nesse  sentido,  não  basta  que  os  conhecimentos  científicos  sejam 

apresentados aos alunos. É preciso oferecer oportunidades para que 

eles, de fato, envolvam-se em processos de aprendizagem nos quais 

possam  vivenciar  momentos  de  investigação  que  lhes  possibilitem 

exercitar  e  ampliar  sua  curiosidade,  aperfeiçoar  sua  capacidade  de 

observação, de raciocínio lógico e de criação, desenvolver posturas 

mais  colaborativas  e  sistematizar  suas  primeiras  explicações  sobre 

o mundo natural e tecnológico, e sobre seu corpo, sua saúde e seu 

bem-estar, tendo como referência os conhecimentos, as linguagens e 

os procedimentos próprios das Ciências da Natureza. 

É necessário destacar que, em especial nos dois primeiros anos da 

escolaridade básica, em que se investe prioritariamente no processo 

de  alfabetização  das  crianças,  as  habilidades  de  Ciências  buscam 

propiciar  um  contexto  adequado  para  a  ampliação  dos  contextos 

de letramento.


332

BASE NACIONAL  

COMUM CURRICULAR

CIÊNCIAS – 1º ANO

UNIDADES TEMÁTICAS 

OBJETOS DE CONHECIMENTO 

HABILIDADES 


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