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multiletramentos

,  concebida  também  nas  práticas 

sociais  do  mundo  digital  –  no  qual  saber  a  língua  inglesa  potencia-

liza as possibilidades de participação e circulação – que aproximam e 

entrelaçam  diferentes  semioses  e  linguagens  (verbal,  visual,  corporal, 

audiovisual),  em  um  contínuo  processo  de  significação    contextuali-

zado,  dialógico  e  ideológico.  Concebendo  a  língua  como  construção 

social, o sujeito “interpreta”, “reinventa” os sentidos de modo situado, 

criando novas formas de identificar e expressar ideias, sentimentos e 

valores.  Nesse  sentido,  ao  assumir  seu  status de língua franca – uma 

língua  que  se  materializa  em  usos  híbridos,  marcada  pela  fluidez  e 

que se abre para a invenção de novas formas de dizer, impulsionada 

por falantes pluri/multilíngues e suas características multiculturais –, a 

língua inglesa torna-se um bem simbólico para falantes do mundo todo.  

Por fim, a terceira implicação diz respeito a abordagens de ensino. Situar 

a língua inglesa em seu status de língua franca implica compreender 

que determinadas crenças – como a de que há um “inglês melhor” para 

se ensinar, ou um “nível de proficiência” específico a ser alcançado pelo 

aluno –  precisam ser relativizadas.  Isso exige do professor uma 

atitude

 

de  acolhimento  e  legitimação  de  diferentes  formas  de  expressão  na 



língua, como o uso de ain’t para fazer a negação, e não apenas formas 

“padrão” como isn’t ou aren’t.  Em outras palavras, não queremos tratar 

esses  usos  como  uma  exceção,  uma  curiosidade  local  da  língua,  que 

foge  ao  “padrão”  a  ser  seguido.  Muito  pelo  contrário  –  é  tratar  usos 

locais do inglês e recursos linguísticos a eles relacionados na perspec-

tiva de construção de um repertório linguístico, que deve ser analisado 

e  disponibilizado  ao  aluno  para  dele  fazer  uso  observando  sempre  a 

condição  de  inteligibilidade  na  interação  linguística.  Ou  seja,  o  status 

de inglês como língua franca implica deslocá-la de um modelo ideal de 

falante,  considerando  a  importância  da  cultura  no  ensino-aprendiza-

gem da língua e buscando romper com aspectos relativos à “correção”, 

“precisão” e “proficiência” linguística.

Essas  três  implicações  orientam  os 

eixos  organizadores

  propostos 

para o componente Língua Inglesa, apresentados a seguir. 


LINGUAGENS – LÍNGUA INGLESA

ENSINO FUNDAMENTAL

243

O  eixo 


Oralidade  envolve  as  práticas  de  linguagem  em  situações  de 

uso oral da língua inglesa, com foco na compreensão (ou escuta) e na 

produção oral (ou fala), articuladas pela negociação na construção de 

significados partilhados pelos interlocutores e/ou participantes envolvi-

dos, com ou sem contato face a face. Assim, as práticas de linguagem 

oral presenciais, com contato face a face – tais como debates, entrevistas, 

conversas/diálogos, entre outras –, constituem gêneros orais nas quais 

as características dos textos, dos falantes envolvidos e seus “modos par-

ticulares  de  falar  a  língua”,  que,  por  vezes,  marcam  suas  identidades, 

devem ser considerados. Itens lexicais e estruturas linguísticas utilizados, 

pronúncia,  entonação  e  ritmo  empregados,  por  exemplo,  acrescidos 

de  estratégias  de  compreensão  (compreensão  global,  específica  e 

detalhada), de acomodação (resolução de conflitos) e de negociação 

(solicitação  de  esclarecimentos  e  confirmações,  uso  de  paráfrases  e 

exemplificação)  constituem  aspectos  relevantes  na  configuração  e  na 

exploração dessas práticas. Em outros contextos, nos quais as práticas 

de uso oral acontecem sem o contato face a face – como assistir a filmes 

e programações via web ou TV ou ouvir músicas e mensagens publicitá-

rias, entre outras –, a compreensão envolve escuta e observação atentas 

de  outros  elementos,  relacionados  principalmente  ao  contexto  e  aos 

usos da linguagem, às temáticas e a suas estruturas. 

Além  disso,  a  oralidade  também  proporciona  o  desenvolvimento  de 

uma série de comportamentos e atitudes – como arriscar-se e se fazer 

compreender,  dar  voz  e  vez  ao  outro,  entender  e  acolher  a  perspec-

tiva do outro, superar mal-entendidos e lidar com a insegurança, por 

exemplo.  Para  o  trabalho  pedagógico,  cabe  ressaltar  que  diferentes 

recursos  midiáticos  verbo-visuais  (cinema,  internet,  televisão,  entre 

outros) constituem insumos autênticos e significativos, imprescindíveis 

para a instauração de práticas de uso/interação oral em sala de aula e 

de exploração de campos em que tais práticas possam ser trabalhadas. 

Nessas práticas, que articulam aspectos diversos das linguagens para 

além do verbal (tais como o visual, o sonoro, o gestual e o tátil), os estu-

dantes terão oportunidades de vivência e reflexão sobre os usos orais/

oralizados da língua inglesa.

O eixo 

Leitura aborda práticas de linguagem decorrentes da interação 



do  leitor  com  o  texto  escrito,  especialmente  sob  o  foco  da  constru-

ção  de  significados,  com  base  na  compreensão  e  interpretação  dos 

gêneros escritos em língua inglesa, que circulam nos diversos campos 

e esferas da sociedade.

As práticas de leitura em inglês promovem, por exemplo, o desenvol-

vimento  de  estratégias  de  reconhecimento  textual  (o  uso  de  pistas 

verbais e não verbais para formulação de hipóteses e inferências) e de 

investigação  sobre  as  formas  pelas  quais  os  contextos  de  produção 



BASE NACIONAL  

COMUM CURRICULAR

244

favorecem  processos  de  significação  e  reflexão  crítica/problematiza-



ção dos temas tratados. 

O trabalho com gêneros verbais e híbridos, potencializados principal-

mente pelos meios digitais, possibilita vivenciar, de maneira significativa 

e situada, diferentes modos de leitura (ler para ter uma ideia geral do 

texto, buscar informações específicas, compreender detalhes etc.), bem 

como diferentes objetivos de leitura (ler para pesquisar, para revisar a 

própria escrita, em voz alta para expor ideias e argumentos, para agir no 

mundo, posicionando-se de forma crítica, entre outras). Além disso, as 

práticas leitoras em língua inglesa compreendem possibilidades varia-

das de contextos de uso das linguagens para pesquisa e ampliação de 

conhecimentos de temáticas significativas para os estudantes, com tra-

balhos de natureza interdisciplinar ou fruição estética de gêneros como 

poemas, peças de teatro etc.

A vivência em leitura a partir de práticas situadas, envolvendo o contato 

com  gêneros  escritos  e  multimodais  variados,  de  importância  para  a 

vida escolar, social e cultural dos estudantes, bem como as perspecti-

vas de análise e problematização a partir dessas leituras, corroboram 

para o desenvolvimento da leitura crítica e para a construção de um 

percurso criativo e autônomo de aprendizagem da língua.

Do  ponto  de  vista  metodológico,  a  apresentação  de  situações  de 

leitura organizadas em pré-leitura, leitura e pós-leitura deve ser vista 

como  potencializadora  dessas  aprendizagens  de  modo  contextua-

lizado  e  significativo  para  os  estudantes,  na  perspectiva  de  um  (re)

dimensionamento  das  práticas  e  competências  leitoras  já  existentes, 

especialmente em língua materna. 

As práticas de produção de textos propostas no eixo 

Escrita conside-

ram dois aspectos do ato de escrever. Por um lado, enfatizam sua natu-

reza processual e colaborativa. Esse processo envolve movimentos ora 

coletivos, ora individuais, de planejamento-produção-revisão, nos quais 

são tomadas e avaliadas as decisões sobre as maneiras de comunicar 

o que se deseja, tendo em mente aspectos como o objetivo do texto, o 

suporte que lhe permitirá circulação social e seus possíveis leitores. Por 

outro lado, o ato de escrever é também concebido como prática social 

e reitera a finalidade da escrita condizente com essa prática, oportuni-

zando aos alunos agir com protagonismo. 

Trata-se, portanto, de uma escrita autoral, que se inicia com textos que 

utilizam poucos recursos verbais (mensagens, tirinhas, fotolegendas, 

adivinhas, entre outros) e se desenvolve para textos mais elaborados 

(autobiografias,  esquetes,  notícias,  relatos  de  opinião,  chat,  fôlder, 

entre  outros),  nos  quais  recursos  linguístico-discursivos  variados 


LINGUAGENS – LÍNGUA INGLESA

ENSINO FUNDAMENTAL

245

podem ser trabalhados. Essas vivências contribuem para o desenvol-



vimento de uma escrita autêntica, criativa e autônoma.

O eixo 


Conhecimentos linguísticos consolida-se pelas práticas de uso, 

análise e reflexão sobre a língua, sempre de modo contextualizado, arti-

culado e a serviço das práticas de oralidade, leitura e escrita. O estudo 

do léxico e da gramática, envolvendo formas e tempos verbais, estrutu-

ras frasais e conectores discursivos, entre outros, tem como foco levar 

os alunos, de modo indutivo, a descobrir o funcionamento sistêmico do 

inglês. Para além da definição do que é certo e do que é errado, essas 

descobertas devem propiciar reflexões sobre noções como “adequação”, 

“padrão”, “variação linguística” e “inteligibilidade”, levando o estudante 

a pensar sobre os usos da língua inglesa, questionando, por exemplo: 

“Essa forma de usar o inglês estaria ‘adequada’ na perspectiva de quem? 

Quem define o que é o ‘correto’ na língua? Quem estaria incluído nesses 

usos  da  linguagem?  Quem  estaria  silenciado?”  De  modo  contrastivo, 

devem  também  explorar  relações  de  semelhança  e  diferença  entre  a 

língua inglesa, a língua portuguesa e outras línguas que porventura os 

alunos também conheçam. Para além de uma comparação trivial, com 

vistas  à  mera  curiosidade,  o  transitar  por  diferentes  línguas  pode  se 

constituir um exercício metalinguístico frutífero, ao mesmo tempo em 

que dá visibilidade a outras línguas, que não apenas o inglês. 

A proposição do eixo 

Dimensão intercultural nasce da compreensão de 

que as culturas, especialmente na sociedade contemporânea, estão em 

contínuo processo de interação e (re)construção. Desse modo, diferen-

tes grupos de pessoas, com interesses, agendas e repertórios linguísticos 

e culturais diversos, vivenciam, em seus contatos e fluxos interacionais, 

processos  de  constituição  de  identidades  abertas  e  plurais.    Este  é  o 

cenário  do  inglês  como  língua  franca,  e,  nele,  aprender  inglês  implica 

problematizar os diferentes papéis da própria língua inglesa no mundo, 

seus  valores,  seu  alcance  e  seus  efeitos  nas  relações  entre  diferentes 

pessoas e povos, tanto na sociedade contemporânea quanto em uma 

perspectiva histórica. Nesse sentido, o tratamento do inglês como língua 

franca impõe desafios e novas prioridades para o ensino, entre os quais 

o adensamento das reflexões sobre as relações entre língua, identidade 

e cultura, e o desenvolvimento da competência intercultural.

É  imprescindível  dizer  que  esses  eixos,  embora  tratados  de  forma 

separada na explicitação da BNCC, estão intrinsecamente ligados nas 

práticas sociais de usos da língua inglesa e devem ser assim trabalha-

dos nas situações de aprendizagem propostas no contexto escolar. 

Em outras palavras, é a 

língua em uso, sempre híbrida, polifônica e 

multimodal que leva ao estudo de suas características específicas, 

não devendo ser nenhum dos eixos, sobretudo o de Conhecimentos 

linguísticos, tratado como pré-requisito para esse uso.


BASE NACIONAL  

COMUM CURRICULAR

246

Cumpre destacar que os critérios de organização das habilidades na 



BNCC  (com  a  explicitação  dos  objetos  de  conhecimento  aos  quais 

se relacionam e do agrupamento desses objetos em unidades temá-

ticas)  expressam  um  arranjo  possível  (dentre  outros).  Portanto,  os 

agrupamentos  propostos  não  devem  ser  tomados  como  modelo 

obrigatório para o desenho dos currículos.

Considerando  esses  pressupostos,  e  em  articulação  com  as  compe-

tências gerais da Educação Básica e as competências específicas da 

área de Linguagens, o componente curricular de Língua Inglesa deve 

garantir aos alunos o desenvolvimento de 

competências específicas

44

.



44  Essas  competências  podem  ser  referência  para  a  elaboração  de  currículos  de  outras 

línguas, caso seja opção dos sistemas e redes ofertá-las.

COMPETÊNCIAS ESPECÍFICAS DE LÍNGUA INGLESA PARA O 

ENSINO FUNDAMENTAL



1.

Identificar o lugar de si e o do outro em um mundo plurilíngue e multicultural, 

refletindo,  criticamente,  sobre  como  a  aprendizagem  da  língua  inglesa 

contribui para a inserção dos sujeitos no mundo globalizado, inclusive no 

que concerne ao mundo do trabalho.

2.

Comunicar-se na língua inglesa, por meio do uso variado de linguagens em 

mídias impressas ou digitais, reconhecendo-a como ferramenta de acesso 

ao conhecimento, de ampliação das perspectivas e de possibilidades para a 

compreensão dos valores e interesses de outras culturas e para o exercício 

do protagonismo social.



3.

Identificar  similaridades  e  diferenças  entre  a  língua  inglesa  e  a  língua 

materna/outras  línguas,  articulando-as  a  aspectos  sociais,  culturais  e 

identitários, em uma relação intrínseca entre língua, cultura e identidade.



4.

Elaborar  repertórios  linguístico-discursivos  da  língua  inglesa,  usados  em 

diferentes países e por grupos sociais distintos dentro de um mesmo país, 

de  modo  a  reconhecer  a  diversidade  linguística  como  direito  e  valorizar 

os usos heterogêneos, híbridos e multimodais emergentes nas sociedades 

contemporâneas.



5.

Utilizar novas tecnologias, com novas linguagens e modos de interação, para 

pesquisar,  selecionar,  compartilhar,  posicionar-se  e  produzir  sentidos  em 

práticas de letramento na língua inglesa, de forma ética, crítica e responsável.



6.

Conhecer diferentes patrimônios culturais, materiais e imateriais, difundidos 

na  língua  inglesa,  com  vistas  ao  exercício  da  fruição  e  da  ampliação  de 

perspectivas no contato com diferentes manifestações artístico-culturais.



LINGUAGENS – LÍNGUA INGLESA

ENSINO FUNDAMENTAL

247

4.1.4.1.


LÍNGUA INGLESA NO ENSINO FUNDAMENTAL – 

ANOS FINAIS: UNIDADES TEMÁTICAS, OBJETOS DE 

CONHECIMENTO E HABILIDADES

A BNCC de Língua Inglesa para o Ensino Fundamental – Anos Finais 

está  organizada  por  eixos,  unidades  temáticas,  objetos  de  conhe-

cimento  e  habilidades.  As  unidades  temáticas,  em  sua  grande 

maioria,  repetem-se  e  são  ampliadas  as  habilidades  a  elas  corres-

pondentes. Para cada unidade temática, foram selecionados objetos 

de conhecimento e habilidades a ser 

enfatizados em cada ano de 

escolaridade  (6º,  7º,  8º  e  9º  anos),  servindo  de  referência  para  a 

construção  dos  currículos  e  planejamentos  de  ensino,  que  devem 

ser complementados e/ou redimensionados conforme as especifici-

dades dos contextos locais. 

Tal  opção  de  apresentação  da  BNCC  permite,  por  exemplo,  que 

determinadas habilidades possam ser trabalhadas em outros anos, 

se  assim  for  conveniente  e  significativo  para  os  estudantes,  o  que 

também atende a uma perspectiva de currículo espiralado.



BASE NACIONAL  

COMUM CURRICULAR

248

LÍNGUA INGLESA – 6º ANO



UNIDADES TEMÁTICAS 

OBJETOS DE CONHECIMENTO 

HABILIDADES 

EIXO ORALIDADE – Práticas de compreensão e produção oral de língua inglesa, em  

diferentes contextos discursivos presenciais ou simulados, com repertório de falas diversas, 

incluída a fala do professor.



Interação discursiva

Construção de laços afetivos e convívio social

(EF06LI01) Interagir em situações de intercâmbio oral, demonstrando iniciativa para utilizar a 

língua inglesa.

(EF06LI02) Coletar informações do grupo, perguntando e respondendo sobre a família, os 

amigos, a escola e a comunidade..

Funções e usos da língua inglesa em sala de aula 

(Classroom language)

(EF06LI03) Solicitar esclarecimentos em língua inglesa sobre o que não entendeu e o 

significado de palavras ou expressões desconhecidas.



Compreensão oral

Estratégias de compreensão de textos orais: 

palavras cognatas e pistas do contexto 

discursivo

(EF06LI04) Reconhecer, com o apoio de palavras cognatas e pistas do contexto discursivo, o 

assunto e as informações principais em textos orais sobre temas familiares.



Produção oral

Produção de textos orais, com a mediação do 

professor

(EF06LI05) Aplicar os conhecimentos da língua inglesa para falar de si e de outras pessoas, 

explicitando informações pessoais e características relacionadas a gostos, preferências e 

rotinas.


(EF06LI06) Planejar apresentação sobre a família, a comunidade e a escola, compartilhando-a 

oralmente com o grupo.

EIXO LEITURA – Práticas de leitura de textos diversos em língua inglesa (verbais, verbo-visuais, 

multimodais) presentes em diferentes suportes e esferas de circulação. Tais práticas envolvem 

articulação com os conhecimentos prévios dos alunos em língua materna e/ou outras línguas.

Estratégias de leitura

Hipóteses sobre a finalidade de um texto

(EF06LI07) Formular hipóteses sobre a finalidade de um texto em língua inglesa, com base em 

sua estrutura, organização textual

 

e pistas gráficas.



Compreensão geral e específica: leitura rápida 

(skimmingscanning)

(EF06LI08) Identificar o assunto de um texto, reconhecendo sua organização textual e 

palavras cognatas.

(EF06LI09) Localizar informações específicas em texto.

Práticas de leitura e construção de

repertório lexical

Construção de repertório lexical e autonomia 

leitora

(EF06LI10) Conhecer a organização de um dicionário bilíngue (impresso e/ou on-line) para 



construir repertório lexical.

(EF06LI11) Explorar ambientes virtuais e/ou aplicativos para construir repertório lexical na 

língua inglesa.

Atitudes e disposições favoráveis do

leitor

Partilha de leitura, com mediação do professor

(EF06LI12) Interessar-se pelo texto lido, compartilhando suas ideias sobre o que o texto 

informa/comunica.



LINGUAGENS – LÍNGUA INGLESA

ENSINO FUNDAMENTAL

249

LÍNGUA INGLESA – 6º ANO



UNIDADES TEMÁTICAS 

OBJETOS DE CONHECIMENTO 

HABILIDADES 

EIXO ORALIDADE – Práticas de compreensão e produção oral de língua inglesa, em  

diferentes contextos discursivos presenciais ou simulados, com repertório de falas diversas, 

incluída a fala do professor.



Interação discursiva

Construção de laços afetivos e convívio social

(EF06LI01) Interagir em situações de intercâmbio oral, demonstrando iniciativa para utilizar a 

língua inglesa.

(EF06LI02) Coletar informações do grupo, perguntando e respondendo sobre a família, os 

amigos, a escola e a comunidade..

Funções e usos da língua inglesa em sala de aula 

(Classroom language)

(EF06LI03) Solicitar esclarecimentos em língua inglesa sobre o que não entendeu e o 

significado de palavras ou expressões desconhecidas.



Compreensão oral

Estratégias de compreensão de textos orais: 

palavras cognatas e pistas do contexto 

discursivo

(EF06LI04) Reconhecer, com o apoio de palavras cognatas e pistas do contexto discursivo, o 

assunto e as informações principais em textos orais sobre temas familiares.



Produção oral

Produção de textos orais, com a mediação do 

professor

(EF06LI05) Aplicar os conhecimentos da língua inglesa para falar de si e de outras pessoas, 

explicitando informações pessoais e características relacionadas a gostos, preferências e 

rotinas.


(EF06LI06) Planejar apresentação sobre a família, a comunidade e a escola, compartilhando-a 

oralmente com o grupo.

EIXO LEITURA – Práticas de leitura de textos diversos em língua inglesa (verbais, verbo-visuais, 

multimodais) presentes em diferentes suportes e esferas de circulação. Tais práticas envolvem 

articulação com os conhecimentos prévios dos alunos em língua materna e/ou outras línguas.

Estratégias de leitura

Hipóteses sobre a finalidade de um texto

(EF06LI07) Formular hipóteses sobre a finalidade de um texto em língua inglesa, com base em 

sua estrutura, organização textual

 

e pistas gráficas.



Compreensão geral e específica: leitura rápida 

(skimmingscanning)

(EF06LI08) Identificar o assunto de um texto, reconhecendo sua organização textual e 

palavras cognatas.

(EF06LI09) Localizar informações específicas em texto.

Práticas de leitura e construção de

repertório lexical

Construção de repertório lexical e autonomia 

leitora

(EF06LI10) Conhecer a organização de um dicionário bilíngue (impresso e/ou on-line) para 



construir repertório lexical.

(EF06LI11) Explorar ambientes virtuais e/ou aplicativos para construir repertório lexical na 

língua inglesa.

Atitudes e disposições favoráveis do

leitor

Partilha de leitura, com mediação do professor

(EF06LI12) Interessar-se pelo texto lido, compartilhando suas ideias sobre o que o texto 

informa/comunica.



BASE NACIONAL  

COMUM CURRICULAR

250

UNIDADES TEMÁTICAS 



OBJETOS DE CONHECIMENTO 

HABILIDADES 

EIXO ESCRITA – Práticas de produção de textos em língua inglesa relacionados ao cotidiano dos 

alunos, em diferentes suportes e esferas de circulação. Tais práticas envolvem a escrita mediada 

pelo professor ou colegas e articulada com os conhecimentos prévios dos alunos em língua 

materna e/ou outras línguas.



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Dispõe sobre
Serviço público
câmara municipal
público federal
Processo seletivo
processo licitatório
educaçÃo universidade
seletivo simplificado
Secretaria municipal
sessão ordinária
ensino superior
Universidade estadual
Relatório técnico
Conselho municipal
técnico científico
direitos humanos
científico período
pregão eletrônico
Curriculum vitae
espírito santo
Sequência didática
Quarta feira
conselho municipal
prefeito municipal
distrito federal
língua portuguesa
nossa senhora
educaçÃo secretaria
Pregão presencial
segunda feira
recursos humanos
educaçÃO ciência
Terça feira
agricultura familiar