Dias da música 2015 Luzes, Câmara… Música!


sábado – 16H00 B18 – Sala almada negreiros



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sábado – 16H00

B18 – Sala almada negreiros



Beethoven no Cinema: Immortal Beloved
Ludwig van Beethoven Sonata para piano n.º 8, Patética

Filmes: O Barbeiro; Romy e Michele; Paixão Imortal; Star Trek: Insurreição; A Idade da Inocência; Confissões de Uma Mente Perigosa; O Mundo Perdido: Jurassic Park; Antes do Amanhecer
Ludwig van Beethoven Sonata para piano n.º 23, Appassionata

Filmes: My Life so far; Perseguição Sem Tréguas; Madame Souzatska: A Professora
Ludwig van Beethoven Bagatela em Lá menor, Für Elise

Filmes: A Fantástica Aventura de Bill e Ted; O Rapaz do Talho; Morte em Veneza; Sem Medo de Viver; The Guilty; Paixão Imortal; My Life so far; Patch Adams; A Semente do Diabo; A Fabulosa Troca dos Caixões; You got served

Marta Menezes, piano



A Sonata n.º 8, op. 13 de Beethoven foi composta em 1798 e publicada no ano seguinte com o título de Grande Sonata Patética. Escrita em Dó menor e dedicada ao Príncipe Karl von Lichnowsky, rapidamente se tornou popular nos salões e em concertos privados, contribuindo para a difusão da obra de Beethoven pela Europa. Segundo Barry Cooper, nela Beethoven «supera qualquer das suas composições anteriores, em força de caráter, em profundidade de emoção, em nível de originalidade, em amplitude de sonoridades e no engenho da manipulação motívica e tonal, antecipando em vários aspetos o seu estilo da década seguinte.»

A Sonata Appassionata é uma das obras escritas na década seguinte. Considerada pelo compositor a sonata mais tempestuosa que escrevera até ter composto a Sonata Hammerklavier, é, na opinião de Czerny, «demasiado grandiosa» para o título que lhe é dado pelo editor. Escrita em Fá menor, a obra explora a extensão total do piano da época, levando a música a extremos de dinâmicas, de dificuldades técnicas e de poder expressivo.



Für Elise é talvez uma das obras mais conhecidas de Beethoven, que a terá composto por volta de 1810, e oferecido a uma senhora a quem propôs casamento, cuja identidade se desconhece. O mistério fica por resolver, o que não impede que a obra seja uma das mais apreciadas pelo público.


sábado – 18H00

B19 – Sala Almada Negreiros



Debussy e Chopin no Cinema
Claude Debussy Rêverie

Filmes: Pacto Fatal
Claude Debussy Suite Bergamasque: Clair de Lune

Filmes: Bloodsport 3; Inferno no Paraíso; Lobos Assassinos; Frankie e Johnny; O Jogo; Ocean's Eleven: Façam As Vossas Apostas; Os Eleitos; Sete Anos no Tibete
Claude Debussy La Cathédrale Engloutie

Filmes: Nova Iorque 1997
Frédéric Chopin Sonata n.º 2

Filmes: Citizen Kane: O Mundo A Seus Pés; As Amazonas na Lua; Os Parolos de Hollywood; O Menino de Coro; Noiva Procura-se; A Estrada do Paraíso; Space Jam
Frédéric Chopin Noturno op. 9/2

Filmes: 8 ; O Sargento da Força Um; A Lagoa Azul; Crush; Ela Nunca Se Nega; Febre de Sábado à Noite; Sleep With Me; Amor de Jornalista; Acordar para a Vida
Jill Lawson, piano

Debussy e Chopin foram ambos poetas do piano, tendo expressado a paixão romântica pela evocação do humor e pelo amor pela pintura, sendo que no que diz respeito à sua expressão, Chopin e Debussy têm muito em comum.

Claude Debussy (nascido a 22 de agosto de 1862, em Saint-Germain-en-Laye, França, e falecido a 25 de março de 1918, em Paris) é unanimemente considerado um dos compositores mais influentes do século xx. Debussy desenvolveu um sistema altamente original de harmonia e de estrutura musical, que expressou, de diversas formas, os ideais pelos quais os pintores impressionistas e simbolistas da sua época aspiraram.

Rêverie significa sonhar acordado em francês. Composta em 1890, esta foi uma das suas primeiras obras para piano solo que teve algum impacto. Logo no início da sua carreira, são evidentes algumas características que definem a assinatura do som de Debussy. No entanto, nesta altura o jovem Debussy ainda não tinha desenvolvido plenamente o estilo que o tornou num dos talentos mais notáveis da sua geração. Aqui não existem floreados ou explosões súbitas em texturas que mais tarde viriam a caracterizar os seus trabalhos – esta peça é mais uma meditação, uma obra precursora que lhe permitiu fazer outras explorações nos trabalhos que se seguiram.

Um dos trabalhos mais célebres de Debussy intitula-se Claire de Lune. Na verdade este é o terceiro movimento da suite Bergamasque. Apesar de ter escrito esta peça em 1890, com 25 anos, ela não foi publicada até 1905. Nessa altura a obra já tanto tinha sido reescrita como ganho um novo título. O nome original desta peça era Promenade Sentimentale. O novo título para o movimento é uma referência a um poema como o mesmo nome, da autoria de Paul Verlaine. Clair de Lune tem sido recorrentemente utilizada em bandas sonoras, pelo menos desde os anos 1940. Foi, por exemplo, uma peça chave na banda sonora de O Gigante (1956), último filme protagonizado por James Dean.



La cathédrale engloutie foi publicado em 1910 como o décimo prelúdio no primeiro de dois volumes de doze prelúdios de piano de Debussy. Tanto quanto à forma como quanto à harmonia e ao conteúdo, é uma peça característica de Debussy. Este prelúdio é um exemplo do impressionismo musical de Debussy, uma vez que acaba por ser uma representação (ou alusão) musical de uma imagem ou de uma ideia.

Já a Sonata para piano n.º 2 em Si bemol menor, Op. 35 de Frédéric Chopin, também conhecida como Marcha Fúnebre, foi concluída em 1839 em Nohant, perto de Châteauroux, França. No entanto, o terceiro movimento, do qual vem o título da sonata, já tinha sido composto no início de 1837.

Praticamente desde que foi ouvida pela primeira vez, esta peça não foi considerada, formalmente, como uma sonata, mas como um conjunto de quatro peças diferentes que o compositor juntou no mesmo telhado musical, tendo sido Robert Schumann o primeiro a referir a falta de coesão entre os vários movimentos. Todavia, vários musicólogos no final do século xx apontaram uma série de características anteriormente negligenciadas, ou pelo menos ignoradas, que unem os movimentos como irmãos musicais inseparáveis.

Chopin compôs Nocturne, op. 9, n.º 2 quando tinha 20 anos. A obra é considerada uma das mais célebres de Chopin e é utilizada recorrentemente em filmes, em programas televisivos e em videojogos.



A peça faz parte de um conjunto de outras três compostas entre 1830 e 1832, publicadas anualmente, e dedicadas a Madame Camille Pleyel. A peça tem uma melodia reflexiva e pacífica que se vai repetindo, tornando-se progressivamente mais ornamentada até que, perto do final, ganha um cariz apaixonante. A melodia começa de forma tranquila, mas depois ascende até a um registo mais alto, sendo tocada energicamente em oitavas, atingindo eventualmente a parte mais alta, marcada por um fortíssimo. Após uma passagem, o entusiasmo começa a ceder e Nocturne termina calmamente.


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