Dias da música 2015 Luzes, Câmara… Música!


domingo – 15h00 C19 – Sala Sophia de Mello Breyner



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domingo – 15h00

C19 – Sala Sophia de Mello Breyner



Woody Allen: O Eclético
Irving Berlin: Cheek to Cheek

Filmes: A Rosa Púrpura do Cairo; A Avenida dos Milhões; O Paciente Inglês; Chapéu Alto
Erik Satie: Gymnopédie n.º 1

Filmes: À Primeira Vista; Corrina, Corrina; My Dinner With André; Os Tenebaums – Uma Comédia Genial; Dia dos Namorados; A Verdade Escondida   
Felix Mendelssohn: Excertos de Um Sonho de uma Noite de Verão

Filmes: Uma Comédia Sexual Numa Noite de Verão; Sonho de uma Noite de Verão; A Família Addams 2; Uma Questão de Nervos; As Meninas de Beverly Hills; Crush; Dead on the Money; A Morte Fica-vos Tão Bem; Domestic; Disturbance; Evil Woman; O Pai da Noiva; Flubber; Quatro Casamentos e Um Funeral; Grumpier Old Men; Hitched; Onde Reside o Amor; A Importância de ser Ernesto; Irma la Douce; Jane Austen's Mafia!; Casados de Fresco; Kolya; Desaparecida!; Esta Loira Mata-me; Ela, Eu e o Outro; Miracle on 34th Street; Tudo por Dinheiro; Lua Nova em Parador; Viram-se Gregos para Casar; A Outra Irmã; Noivo de Aluguer; Academia de Polícia 2: A Primeira Missão; A Honra dos Padrinhos; The Rocky Horror Picture Show; Noiva em Fuga; The Suburbans; Sunshine; Tudo Por Um Sonho; Up Close and Personal; A Very Brady Sequel; Wayne's World 2; The Wedding Planner; De Que Planeta és Ru?; Dragão Vermelho; O Desconhecido do Norte-Expresso

Sergei Prokofiev: Amor das Três Laranjas: Marcha (arranjo de J. Heifetz)

Filmes: Nem Guerra, Nem Paz

Johann Sebastian Bach: Largo do Concerto em Fá menor, BWV 1056

Filmes: Uma Outra Mulher

George Gershwin/Earl Wilde: Embraceable You

Filmes: Manhattan; Quando o Coração Canta; Doidinho por Saias
Will Hudson, Irving Mills e Eddie de Lange: Moonglow

Filmes: Alice; Moonglow
George Gershwin: Oh, Lady be Good

Filmes: Manhattan; Não Sejas Má

Syrinx: XXII

Katharine Rawdon, flautas

António Carrilho, flautas de bisel e Eagle Recorder

Raj Bhimani, piano


Uma seleção das variadíssimas músicas dos filmes do Woody Allen. O cineasta-músico-clarinetista de jazz revela na evolução de quase meio século dos seus filmes um gosto musical muito pessoal e requintado, abrangendo – como o repertório do Syrinx: XXII – obras de todas as épocas e de todos os estilos.




domingo – 17h00

C20 – Sala Sophia de Mello Breyner



Paisagens sonoras
Erik Satie: Cinéma

Filmes: Entr’acte
John Cage: In a landscape

António Pinho Vargas: O movimento parado das árvores; Casa de granito no Minho
Michael Nyman: Big my Secret e The heart asks pleasure first

Filme: O Piano
Philip Glass: Mad Rush
Joana Gama, piano
Há música com cinema dentro: música que evoca paisagens, sentimentos, música que associamos a acontecimentos das nossas vidas. Há peças criadas para filmes que, mesmo fora do contexto, nunca deixam de lembrar a sua origem. Não conseguimos ouvir «The Heart Asks Pleasure First», de Michael Nyman, sem pensar naquela mulher vestida de preto a tocar na praia, no filme O Piano. Temos também música cujo título propõe, logo à partida, uma determinada leitura: as peças de John Cage e de António Pinho Vargas convocam a natureza, ou melhor, sugerem uma deriva melancólica pela natureza. O facto de todos os compositores representados neste recital terem trabalhado com cinema torna possível que peças sem essa ligação possam sugerir imagens em movimento. Apesar de Mad Rush, de Philip Glass, não figurar em nenhum filme, a sua essência minimalista e contemplativa bem poderia acompanhar uma viagem de carro pela imensa América. Originalmente escrita como banda sonora do filme surrealista Entr’acte, de René Clair, a obra Cinema, de Erik Satie, que funciona como Grande Abertura do recital, transporta-nos para o ambiente boémio e desconcertante da Paris do início do século xx.

domingo – 19h00

C21 – Sala Sophia de Mello Breyner



Um Americano em Paris
Embraceable You

By Strauss

I Got Rhythm

Tra La La

Love Is Here To Stay

A Stairway to Paradise

I've Got a Crush on You

S'Wonderful

Someone To Watch Over

Oh Lady Be Good

But Not For Me

Couple Coffee

Luanda Cozetti, voz

Norton Daiello, baixo

Alexandre Frazão, bateria

Hollywood e seus feéricos musicais encantaram e educaram milhões de mentes e de corações durante décadas mágicas.

O musical Um Americano em Paris é um deslumbrante exemplo de pluralidade e de síntese no enredo e, para além da trama boy meets girl, girl meets boy, aborda a história de vários artistas e as suas variadas formas de arte. Um filme que nos faz acreditar que tudo é possível, na imaginação e na vida real.

É na partilha do sonho que os Couple Coffee nos convidam para seguirmos alegremente, naquele instante em que do nada se pode sair cantando e sapateando, por aí.



SALA FERNANDO PESSOA


domingo – 13h00

C22 – Sala Fernando Pessoa



Samuel Barber: Adágio para Cordas

Filmes: Amélie of Montmarte; O Homem Elefante; Kevin & Perry go large; Ato de Amor; Platoon: Os Bravos do Pelotão; Les Roseaux Savages; S1mOne; Adultério
Arvo Pärt: Spiegel im Spiegel

Filmes: Burning man; Dá Tempo ao Tempo; Gravidade; Este É O Meu Lugar; Elegia; Querido Frankie; Gerry; In Praise of Love; Dans le Noir du Temps; Heaven; Soldados de Salamina; Ao Sabor das Ondas; Wit; O Espião Americano; The East; Comédia Explícita – Movie 43; Hoje Eu Quero Voltar Sozinho; On the Occasion of Remembering the Turning Gate
Luigi Boccherini: Quinteto n.º 5, op. 11

Filmes: Ace Ventura em África; The Cemetery Club; Congo; Campeões Imparáveis; Gente Fina: Um Vira-Latas no Parlamento; O Rei dos Gazeteiros; Goya in Bordeaux; Greystoke: A Lenda de Tarzan, o Reid a Selva; O Grande Salto; The Ladykillers; Liga de Mulheres; Princess Caraboo; Alguém Muito Especial; SOUR GRAPES; This is Spinal Tap
Ensemble Darcos

Com participação especial de Paulo Gaio Lima, violoncelo

Ao contrário da maioria dos seus contemporâneos, Samuel Barber (1910-1981) não se deixou tentar nem pelo jazz nem pelas tendências modernistas emergentes no primeiro quartel do século xx. Pelo contrário, a sua música inscreve-se numa expressividade e num lirismo tipicamente românticos, apoiando-se na linguagem tonal e nos seus modelos formais convencionais. O famosíssimo Adagio do Quarteto de cordas n.º 1, op. 11, composto em 1936, difundiu-se sobretudo graças ao arranjo para orquestra de cordas que o compositor realizou a pedido de Arturo Toscanini, que o estreou em 1938 numa transmissão radiofónica com a NBC Symphony Orquestra. Com um tom elegíaco e uma grande simplicidade e economia de recursos, o Adagio está construído em forma de arco e consiste numa lenta progressão melódica que vai ascendendo e crescendo, numa busca sempre insatisfeita, até ao clímax fortíssimo e ao súbito trágico silêncio que se segue. Poderosamente expressiva, dolorosamente comovente, a peça adquiriu nos EUA uma imensa popularidade e converteu-se num lamento fúnebre patriótico, tendo sido tocada em cerimónias fúnebres de personalidades como Albert Einstein ou J. F. Kennedy, e em acontecimentos trágicos como o 11 de setembro. Para o comum dos mortais será sempre a música de Platoon, o filme de Oliver Stone que, em 1986, a imortalizou.

A obra do compositor estónio Arvo Pärt (n. 1935) tem sido recorrentemente utilizada no cinema. O seu estilo ascético, quase minimal, está impregnado de espiritualidade religiosa e revela uma clara influência do cantochão medieval, da polifonia renascentista e da música religiosa ortodoxa. Trata-se de uma música de caráter contemplativo que privilegia a repetição, a harmonia diatónica, os andamentos lentos e estáticos e as texturas leves. Como o próprio compositor afirma, «uma só nota é suficiente, […] trabalho com pouco material, construo a partir da matéria mais rudimentar, um acorde, uma determinada tonalidade». Outra característica distintiva da sua música é o fascínio pela sonoridade dos sinos. A peça Spiegel im Spiegel [Espelho no espelho], originalmente para violino e piano, foi composta em 1978 e desde aí conta com inúmeras aparições cinematográficas, entre as quais cabe destacar Heaven (2002), uma obra prima de Tom Tykwer, com argumento de Krzysztof Kieslowski, onde a música surge como elemento narrativo-dramático fundamental: ela dá-nos conta da maravilhosa e subtil transfiguração em anjos de um casal de estranhos (C. Blanchett e G. Ribisi) unidos pelo amor e pela culpa.

Luigi Boccherini (1743-1805) foi um dos compositores de música de câmara mais prolíficos e apreciados do seu tempo. Destacou-se principalmente no domínio do quinteto de cordas, género em que foi pioneiro. O mais célebre de todos é certamente o Quinteto em Mi maior, op. 11, nº 5 (G. 275), que inclui o famosíssimo menuet. Obra de uma graça e delicadeza tipicamente galantes, o menuet de Boccherini tornou-se quase um cliché cinematográfico, aparecendo em dezenas de filmes, geralmente associado a evocações da “alta sociedade”.



Afonso Miranda



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