Dias da música 2015 Luzes, Câmara… Música!


domingo – 13h00 C6 – Pequeno Auditório



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domingo – 13h00

C6 – Pequeno Auditório



VIVALDI

Quatro Estações

Antonio Vivaldi: 4 Estações de Il cimento dell’armonia e dell’invenzio

Concertos para violino e cordasn.º 1-4, op8


La Primavera, Concerto em Mi maior, RV 269

Allegro – Largo e pianissimo – Danza pastorale: Allegro


L’Estate, Concerto em Sol menor, RV 315

Allegro – Adagio – Tempo impetuoso d’estate


L’Autunno, Concerto em Fá maior, RV 293

Allegro – Adagio – La Caccia


L’Inverno Concerto em Fá menor, RV 297

Allegro non molto – Largo – Allegro


Filmes: The Big Tease; Marius e Jeannette; As Manas Rock; 007 – Alvo em Movimento; Exit to Eden; A Modern Affair; Perdido e Achado; Miami; Out Cold; Jogo de Espiões; Flubber: O Professor Distraído; Up Close and Personal; O Caso do Colar; Suicide Kings; O Inquilino Misterioso; Tin Cup; A Outra Irmã; Salem's Lot

Concerto de’ Cavalieri

Marcello Di Lisa, direção musical

As Quatro Estações, de Vivaldi, ganharam uma tal celebridade no decorrer dos séculos que se tornaram provavelmente, juntamente com a Kleine Nachtmusik mozarteana, as composições que mais conseguiram conquistar o imaginário coletivo, acima de quaiquer outras. O tema inicial da primavera, por exemplo, é conhecido até por quem nunca tenha estado numa sala de concertos ou não costume ouvir gravações de música erudita. Mas mesmo o público conhecedor, em qualquer parte do mundo, não deixa de ouvir com prazer, a cada execução, estes famosíssimos concertos.

E com razão, porque As Quatro Estações não são apenas um conjunto de célebres concertos, são acima de tudo uma obra-prima da arte italiana. Nestes concertos o compositor liberta-se intencionalmnte do formalismo tradicional para explorar novas e nunca até ai procuradas possibilidades expressivas, que se realizam através de uma reconstrução caricatural da atmosfera da natureza e de um uso por vezes até bizarro dos efeitos naturalísticos. A ciência musical e o virtuosismo da execução sujeitam-se inteiramente aos caprichos descritivos. E então desenrolam-se perante os olhos dos espetadores o canto dos pássaros, o repouso do pastor com o seu cão, as alegres danças da primavera, enquanto que do som dos violinos emerge o doce resfolhar do arvoredo.

Seguem-se quase sem interrupção os tons acesos do verão, a canícula opressiva e o violento temporal, que evidenciam, como diz o soneto explicativo, o tom impetuoso da estação. O terceiro andamento, em particular, exprime com espetacular evidência a ação devastadora da tempestade estival.

Chega enfim, caracterizada pela suave tonalidade de fá maior, a hora da vindima, no outono. Nela encarna-se metaforicamente o próprio Baco, através da embriaguez do vinho, da placidez do repouso e, por contraste, do ritmo martelante da caça.

Com a mudança de tonalidade de maior para menor entram em cena o gélido vento do inverno que faz bater os pés e a chuva que cai lenta no terreno gelado e que é acolhida com a serena aceitação do que é inevitável.

O fascínio primordial pelo ciclo inevitável da natureza contribui certamente para que os quatro concertos sejam considerados uma suma da sabedoria humana, bem como uma representação profana do mundo através da música.

domingo, 26 de Abril – 15h00

C7 – Pequeno Auditório



Smile (You must believe in Spring)

Música de George Gershwin, Cole Porter, Michel Legrand, Vinicius de Moraes e Henry Mancini.



Maria Viana voz

George Esteves, piano

Sandro Norton, guitarra e direção musical

Paul Dwyer, contrabaixo

Maria Viana, proeminente embaixadora do jazz nacional, revisita algumas das mais belas canções que animaram filmes inesquecíveis e que definiram a história da sétima arte no século XX.

Será acompanhada ao piano por George Esteves, ao contrabaixo por Paul Dwyer e à guitarra por Sandro Norton (que assina também a direção musical).

Neste regresso ao passado glorioso do cinema, ouvem-se algumas das mais emblemáticas canções de compositores como George Gershwin, Cole Porter, Michel Legrand, Vinicius de Moraes e Henry Mancini.



João Moreira Santos


domingo – 17h00

C8 – Pequeno Auditório



Grandes Clássicos do Cinema
Zequinha de Abreu: Tico-Tico no Fubá

Filmes: Copacabana; Tico-Tico no Fubá; Aquarela do Brasil; Saludos Amigos; Os Dias da Rádio; Escola de Sereias
Richard Rodgers: Blue Moon

Filmes: A Festa; O Inimigo Público Número Um; Um Dia No Circo; Amor em Las Vegas; Grease; Blue Jasmine.
Luiz Bonfá: Manhã de Carnaval

Filmes: Orfeu Negro
Ary Barroso: Aquarela do Brasil

Filmes: Aquarela do Brasil; Saludos Amigos; The Gang's All Here; Três Amigos; Notorious; Sitting Pretty; Melodia Fascinante; Uma Vida Difícil; A Última Loucura; Recordações; Brazil; Doidos por Mary; Um Encontro a Três; Queres Ser John Malkovich?; Carandiru; Alguém Tem que Ceder; O Aviador; Australia; WALL-E; Mr. Peabody e Sherman
Maurice Jarre: Tema de Lara

Filmes: Doutor Jivago
Ennio Morricone: Gabriel’s Oboe

Filmes: A Missão
Jacques Offenbach: Barcarola

Filmes: Stardom
Georges Auric: Moulin Rouge

Filmes: Moulin Rouge
Carlos Gardel/Alfredo Lepera: Medley de Tangos

Filmes: Vários
Nino Rota: A Time for Us

Filmes: Romeu e Julieta
Dave Brubeck: Blue shadows in the street

Filmes: Estrada de Fogo
Ernest Gold: Exodus – Tema

Filmes: Exodus
Henry Mancini: Medley

Filmes: Vários
Arranjos exclusivos para a Camerata Atlântica:

Frederico Zimmermann Aranha



Camerata Atlântica

Ana Beatriz Manzanilla, direção

Jed Barahal, violoncelo

Christina Margotto, piano

Abel Cardoso, percussão

MÚSICA NO CINEMA

XX foi o século da imagem. Quase todos os nascidos nesses anos – ao menos aqueles de mais sorte – viveram muitas de suas fantasias nas telas do cinema e da televisão. Quem não carrega na lembrança algum filme que ficou gravado para sempre no seu coração? Quem nunca riu nem chorou naquele mundo de sonho e sentimento? Quem, jovem ou idoso, pode afirmar que teria uma existência igualmente boa se não existisse o cinema?

Pensar em cinema é também, inevitavelmente, pensar na música dos filmes. Foi Richard Wagner quem percebeu, antes de qualquer outro, que a música do futuro estaria associada à imagem. Não é apenas retórica dizer que as suas óperas são o cinema muito antes de os irmãos Lumière fotografarem aquele comboio entrando na estação e pondo a plateia a fugir; portanto, não é por acaso que praticamente toda a música cinematográfica foi e continua a ser feita segundo o modelo wagneriano. Não existe cinema sem música, nem mesmo nos filmes “mudos” – ou alguém imagina Charlot sem aquela pianola tocando?

Este concerto pretende ser uma viagem onírica por esse universo de som e imagem que já foi cenário de emoções nossas. Pode até acontecer você não encontrar um de seus temas favoritos no programa, mas é porque há beleza demais para caber numa única antologia. Frederico Zimmermann Aranha






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