Dias da música 2015 Luzes, Câmara… Música!


sábado – 18H00 B29 – Sala Fernando Pessoa



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sábado – 18H00

B29 – Sala Fernando Pessoa



Um Quinteto para o Cinema

Quarteto Vintage

Enrique Perez Piquer, clarinete

Wolfgang Amadeus Mozart: Quinteto K.581, Stadler

Filmes: MASH
Quarteto Vintage

Iva Barbosa clarinete

João Moreira clarinete

José Gomes clarinete

Ricardo Alves clarinete
Enrique Perez Piquer, clarinete



Esta é a primeira versão mundial para esta formação, idealizada e concretizada pelo Quarteto Vintage. Originalmente escrita para quarteto de cordas e clarinete, esta versão transporta-nos para uma sonoridade singular. Tal como Larry Gelbart em MASH, o Quarteto Vintage idealizou um produto através do caminho do experimentalismo sonoro. Considera-se um ato de originalidade e de grande coragem, reportando o ouvinte para um universo sonoro novo / moderno, mas genuinamente mozartiano.

MASH é um filme norte-americano de 1970 de humor negro, realizado por Robert Altman e escrito por Ring Lardner Jr., baseado no romance de Richard Hooker. MASH tornou-se num dos maiores filmes da década de 1970 da 20th Century Fox. O filme retrata uma unidade médica a trabalhar no Hospital Cirúrgico Móvel do Exército (M. A. S. H.), durante a Guerra da Coreia. O filme foi nomeado para cinco Óscares, incluindo o de Melhor Filme, vencendo o prémio de Melhor Argumento Adaptado. É considerado um clássico do cinema americano moderno. Este filme inspirou a popular e aclamada série de televisão MASH, de Larry Gelbart, que passou na TV americana de 1972 a 1983, e foi uma das séries de TV americanas mais vistas de sempre. O seu realizador ficou conhecido pelo experimentalismo com o som (polifonia de diálogos). O Quinteto Stadler foi usado no último episódio: Goodbye, Farewell and Amen – da 11.ª temporada. Este episódio de duas horas e meia foi para o ar na CBS no dia 28 de fevereiro de 1983, superando pela primeira vez as audiências da série Dallas. De 1983 até 2010, Goodbye, Farewell and Amen continuou a ser o programa de televisão mais assistido na história norte-americana. Alan Alda, um dos atores que protagonizou a série televisiva e que participou ativamente na produção deste último episódio, escolheu este quinteto para homenagear a sua esposa, Arlene Alda, que estudava clarinete quando se conheceram, e que tocou este quinteto na noite em que se apaixonaram.

Iva Barbosa


sábado – 20H00

B30 – Sala Fernando Pessoa



A música no « Film Noir »
- John Lewis

Filme: Homens no Escuro de Robert Wise

- Henry Mancini

Filme: A Sede do Mal de Orson Welles

- David Raksin

Filme: Laura de Otto Preminger

- John Williams

Filme: O Imenso Adeus de Robert Altman

- Bernard Herrmann

Filmes: Psico e A Mulher Que Viveu Duas Vezes de Alfred Hitchcock, Citizen Kane: O Mundo A Seus Pés de Orson Welles, Taxi Driver de Martin Scorsese
- Michel Legrand

VIVRE SA VIE



- Antoine Duhamel

PIERROT LE FOU SUITE



- Paul Misraki

ALPHAVILLE SUITE



- Martial Solal

A BOUT DE SOUFFLE SUITE



- Georges Delerue

LE MEPRIS



Filmes: Viver A Sua Vida; Pedro O Louco; Alphaville; O Acossado; O Desprezo de Jean-Luc Godard
Os Grandes Clássicos
- Krzysztof Komeda

Filme: A Semente do Diabo de Polanski

- Nino Rota

Filme: Casanova de Fellini

- Carlos d’Alessio

Filme: India Song de Marguerite Duras

Stéphan Oliva, piano

De Stéphan Oliva se pode dizer que preza tanto o cinema quanto a música para piano. Virou do avesso as partituras de um dos maiores autores de bandas sonoras para o grande ecrã, Bernard Herrmann, gravando os muito aclamados álbuns Ghosts of Berrnard Herrmann e Lives of Bernard Herrmann. Tornou-se habitual vê-lo e ouvi-lo a musicar – improvisando – filmes mudos de Jean Painlevé, Jean Durand, Emile Cohl ou clássicos como Lulu de G. W. Pabst, The Stranger de Tod Browning, Crainquebille de Jacques Feyder, The Lodger de Alfred Hitchcock ou Safety Last de Harold Lloyd. Centrou a sua atenção num género cinematográfico específico, o film noir, deixando a sua música absorver por inteiro o estilo narrativo, a imagética e as atmosferas de películas assinadas por Joseph Leo Mankiewicz ou Brian De Palma e enamorar-se por alguns atores, como a Gene Tierney de Laura, obra-prima de Otto Preminger.

Escreveu a música para três obras de Jacques Maillot, Froid comme l’Eté, Les Liens du Sang e Un Singe sur le Dos, já não sendo possível ver as imagens do cineasta francês sem esperar os sons de Oliva. O seu novo projeto, Vaguement Godard, é uma homenagem ao mestre do nouveau cinema, Jean-Luc Godard. Formou um duo com a atriz predileta de Rainer Werner Fassbinder, Hanna Schygulla, e mesmo quando se virou para a literatura inspirou-se em alguém que está igualmente ligado ao cinema, Paul Auster. Seja a solo, em duo ou em trio, tornou-se insuficiente dizer que a sua música tem qualidades cinemáticas – na verdade, trata-se de cinema para os ouvidos, sugestiva mas subtil, rápida nas mudanças de situações ou de estados de espírito e muito, muito original.


sábado – 22H00

B31 – Sala Fernando Pessoa



A música de Bach e os Filmes de Pasolini
Johann Sebastian BACH

Partita n.º 6


Filme: Mamma Roma
Prelúdio Dó Maior, Mi menor e Si menor
Filme: Édipo

Variações Goldberg – 13.ª Variação


Filme: Accattone

Partita n.º1


Filme: La Ricotta

Concerto Italiano


Filme: Teorema

Fantasia Cromática


Filme: Passarinhos
Pedro Burmester, piano

Projeto estreado no âmbito do CINECOA, imagens cedidas pela Cineteca de Bolonha (IT), seleção e montagem de João Trabulo.
Passados quase 40 anos sobre a morte de Pier Paolo Pasolini, Pedro Burmester foi confrontado com um desafio simultaneamente aliciante e arriscado: tocar ao vivo durante a projeção de excertos de filmes do realizador italiano, recriando os mesmos trechos musicais de Johann Sebastian Bach escolhidos por Pasolini.

Para Pedro Burmester, trata-se de uma experiência invulgar e absolutamente atípica na sua carreira concertística. Se somarmos a esse desafio interpretativo a força das imagens de Pasolini, temos a parte aliciante deste projeto. A outra parte, a do risco de um formato nunca antes testado pelo pianista – que entre outras coisas requer uma sincronização milimétrica entre imagem e música –, o que se espera é que seja ultrapassada com mestria, resolvendo-se superiormente o encontro de três grandes: Bach, Pasolini e Burmester.



DOMINGO


GRANDE AUDITÓRIO


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