Dias da música 2015 Luzes, Câmara… Música!


sábado – 16H00 B23 – Sala sophia de mello breyner



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sábado – 16H00

B23 – Sala sophia de mello breyner



Da Broadway a Hollywood

Irving Berlin: Cheek to Cheek

Filmes: Chapéu Alto
Harold Arlen: Somewhere over the Rainbow

Filmes: O Feiticeiro de Oz
Herman Hupeld : As time goes

Filmes: Casablanca
George Gershwin: I got Rhythm

Filmes: Um Americano em Paris
George Gerswin: Summertime

Filmes: Porgy e Bess
Richard Rodgers: If I love you

Filmes: Carrocel
Richard Rodgers: Hello young lovers

Filmes: O Rei e Eu
Richard Rodgers: The Sound of Music Medley

Filmes: Música no Coração
Henry Mancini: Moon River

Filmes: Breakfast at Tiffany’s
Frederick Loewe: I could have danced all night

Filmes: My Fair Lady
Leonard Bernstein: West Side Story Medley

Filmes: West Side Story

Lara Martins, soprano

João Paulo Santos, piano
I got rhythm, Summertime ou Somewhere over the Rainbow são títulos icónicos do imaginário musical de sucessivas gerações. Esse consiste num universo alimentado em conjunto com a memória visual, repleta da nostalgia deixada em cada um de nós pela magia do grande ecrã, através dos filmes para os quais foram escritas as peças que constituem este concerto.

Neste programa figuram alguns dos mais emblemáticos temas de filmes musicais que celebrizaram a cultura americana do segundo quartel do século xx, marcando a génese de um novo mercado musico-teatral eternizado em filme. Aqui, a música de Bernstein, Gershwin, Rogers, Hammerstein, entre outros autores que marcaram essa nova vaga nos anos 1930 a 1960, será interpretada por Lara Martins, soprano de nomeada internacional no que a este repertório diz respeito – solista do cast de O Fantasma da Ópera no West End de Londres –, acompanhada ao piano por João Paulo Santos.

Uma verdadeira odisseia marcada pelo reviver de ação, euforia, melancolia, compaixão, misantropia, aventura ou do beijo de olho fechado que em si mesmo fecha o ciclo do imaginário aqui celebrado com o público através da música.

Tiago Manuel da Hora, musicólogo, Universidade Nova de Lisboa

sábado – 18H00

B24 – Sala Sophia de Mello Breyner



Ópera para Cinema
Vencedor do Concurso internacional de Canto Lírico da Fundação Rotária Portuguesa

George Frideric Handel Lascia Ch'io Pianga, de Rinaldo

Wolfgang Amadeus Mozart Marten aller Arten, do Rapto do Serralho

Gaetano Donizetti Il Dolce Suono, da Lucia de Lammermoor

Giacomo Puccini Donde Lieta Usci, de La Bohème

Giuseppe Verdi Caro Nome, de Rigoletto

Leonard  Bernstein Oh, What a Movie, de Trouble in Tahiti

Giacomo Puccini  Un Bel di Vedremo, de Madama Butterfly

Giuseppe Verdi È Strano... Sempre Libera, da Traviatta

Georges Bizet Habanera, da Carmen

 

Alexandra Bernardo, soprano



Bernardo Marques, piano

A ópera é uma das mais nobres artes de palco, onde a música, a literatura e o teatro se juntam para um espetáculo completo.

Mas a ópera tem sido também a banda sonora da sétima arte. Muitas das grandes árias de ópera que conhecemos serviram de fundo musical em diversas cenas que nos cativaram no grande ecrã.

De todas elas, fizemos uma seleção baseada na diversidade dos filmes e das emoções retratadas nas respetivas cenas.

Começamos com Martern aller Arten, que faz parte da banda sonora de Amadeus, de Milos Forman (1984). Depois, Il Dolce Suono, de O 5.º Elemento, de Luc Besson (1997), seguida de Caro Nome, do filme Match Point, de Woody Allen (2005). Visitamos também o filme Trouble in Tahiti, de Tom Cairns (2001) a partir da ópera homónima de L. Bernstein, com a ária Oh! What a Movie!.

Voltamos a Verdi, com È Strano!... Sempre Libera!, que fez parte da banda sonora do filme Pretty Woman, de James Newton Howard (1990).

E, para terminar, uma das árias mais usadas no cinema, Habanera, que foi, por exemplo, parte de uma cena do filme Magnolia, de Paul Thomas Anderson (1999).


sábado – 20H00

B25 – Sala Sophia de Mello Breyner



As Canções do Cinema Francês

Yann Tiersen: Comptine d'un autre été l'après-midi

Filmes: O Fabuloso Destino de Amélie
Michel Legrand: Je t'atendrai toute ma vie

Filmes: Os Chapéus de Chuva de Cherburgo
Yann Tiersen: L'autre valse d'Amélie

Filmes: O Fabuloso Destino de Amélie
Boris Bassiak: Le Tourbillon de la Vie

Filmes: Jules e Jim
Yann Tiersen: La valse D'Amélie

Filmes: L O Fabuloso Destino de Amélie
Édith Piaf: La Vie en Rose

Filmes: La Môme; Pânico nos Bastidores; Operation: Rabbit; Duck! Rabbit, Duck!; Balada ao Luar; Sabrina; Noites de Casablanca; 6 Mulheres para um Detetive; Jogo a Três Mãos; A Foreign Field; Assassinos Natos; Prêt-à-Porter; French Kiss: O Beijo; Filha de um Soldado Nunca Chora; Verão Escaldante; Altos Voos; Amor ou Consequência; Alguém Tem que Ceder; Modigliani; A World Without Thieves; Valiant; O Senhor da Guerras; The Yacoubian Building; La Vie en rose; Mister Lonely; Jellyfish; Fred Claus: O Irmão do Pai Natal; Nunca É Tarde Demais; WALL-E; Wackness: À Deriva; Map of the Sounds of Tokyo; X-Men: O Início; Monte Carlo; A Viagem dos Cem Passos
Joseph Cosma: Les Feuilles Mortes

Filmes: As Portas da Noite
Medley 8 Femmes: Mon amour, mon amie; Message personnel; Papa t'es plus dans le coup

Vânia Fernandes, voz

Samuel Lercher Trio

Samuel Lercher, piano

André Rosinha, contrabaixo

Marcelo Araújo, bateria
Vânia Fernandes e o Samuel Lercher Trio trazem ao CCB um programa em torno de algumas das mais famosas e conceituadas obras do cinema francês: O Fabuloso Destino de Amélie, de Jean-Pierre Jeunet, 8 Mulheres, de François Ozon, Os Guarda-Chuvas do Amor, de Jacques Demy, Jules e Jim, de François Truffaut, La Vie en Rose, de Olivier Dahan, e ainda As Portas da Noite, de Marcel Carné.

Nestes grandes filmes, todos galardoados com inúmeros prémios, destacam-se canções que contribuíram muito para o seu sucesso. Assim, quando nos relembramos do filme O Fabuloso Destino de Amélie, uma das primeiras coisas que vem a cabeça é o som do acordeão tocando La Valse d’Amélie. Do mesmo modo é difícil falar sobre Jules e Jim sem evocar a Jeanne Moreau cantando Le tourbilllon de la vie. Em 8 Mulheres, em Os Guarda-chuvas do Amor e em La Vie en Rose, obras-primas do cinema musical, as canções ocupam um lugar central.

É a esse universo que o concerto da Vânia Fernandes e do Samuel Lercher Trio nos leva, dando a estas canções do cinema do francês uma dimensão jazística à imagem do tema Les Feuilles Mortes, que foi interpretado por grandes músicos de jazz como Miles Davis, Nat King Cole ou ainda Chet Baker.




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