Dados institucionais



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Figura 03. Cursos que fizeram ENADE. (Aguardando resultado)


Figura 04- Conceito Institucional

III- PROJETOS E PROCESSOS DE AUTOAVALIAÇÃO

A CPA (Comissão Própria de Avaliação) tem como objetivos coordenar os processos internos de avaliação da Instituição, bem como, sistematizar e prestar informações requeridas pelo INEP. A avaliação interna, também cognominada de autoavaliação, apresenta-se com a função diagnosticar os processos da Instituição. Essa metodologia comporta identificar se as práticas desenvolvidas pela IES estão conseguindo alcançar os objetivos propostos, assim como permite a corrigir as falhas e ou equívocos que por ventura estejam acontecendo, assim evitar que se torne uma constante no cotidiano da IES.



Figura 05- organograma dos processos desenvolvidos pela CPA


PROCESSOS





Por meio da avaliação a instituição observa, analisa e acompanha o desenvolvimento das suas atividades acadêmica e administrativas, evidenciando prioridades de crescimento

Com possibilidades de prosseguir numa linha quantitativa, perspectivando ressaltar o seu compromisso ético, científico e social.

Para tanto, a CPA organiza os processos a partir do planejamento da avaliação, coleta de dados, análise e produção de relatórios. Os resultados das avaliações comumente são discutidos e apresentados para a comunidade interna e externa. De acordo com as fragilidades e ou fortalezas observadas, ocorre a elaboração de um plano de ação que seja eficaz na correção das fragilidades destacadas no processo, visando implementar ações que garantam a melhoria da qualidade dos serviços ofertados.

O processo de autoavaliação que ficam sob a responsabilidade da CPA, que trata da execução da autoavaliação e das dimensões avaliadas propostas pelo SINAES. Algumas políticas foram implementadas tendo em vista o que consta no PDI, como acompanhamento de egressos, com o objetivo de identificar o perfil profissional dos alunos nesse caso utilizamos os egressos do curso de Pedagogia, com vistas a avaliar as habilidades e competências fomentadas pela IES e avaliar também como se deu sua inserção como egresso no mercado de trabalho.

A autoavaliação institucional acontece em seis níveis: avaliação com os discentes, avaliação docentes, avaliação funcionários, acompanhamento dos egressos, Auto avaliação/INEP (Figura 6).
Figura 06. Organograma com a demonstração dos Níveis da autoavaliação institucional da Facema.


IV- DIVULGAÇÃO E ANÁLISE DOS RESULTADOS DA AUTOAVALIAÇÃO

É da competência da CPA o planejamento dos Projetos e Processos de Autoavaliação bem como analisar os resultados da avaliação dos segmentos indicados no organograma. Também é ação da CPA divulgar os resultados desses processos que são organizados de acordo com a natureza do sujeito de pesquisa. Quando a avaliação é com os discentes eles fazem no sistema na página da IES on-line com sua matrícula, ou via Grupo focal com os seus pares (Representante de Turma). Assim acontece com os Docentes on-line e com a aplicação de questionário impresso. Aos Técnico-administrativos foram aplicados questionário. Com os Egressos via página da IES e contato presencial. De posse desses materiais, se faz a tabulação dos dados coletados, análise dos resultados. Para o INEP é encaminhado as informações sobre a realização dos processos avaliativos a partir das dimensões.

Em relação a divulgação dos resultados da autoavaliação, essa ocorre em dois planos: comunicação interna e comunicação externa. A comunicação interna ocorre para os discentes, docentes, Técnicos-administrativos através de quadros de avisos, banners, TV corporativas, documentos, site, salas de aulas, e reuniões.


Quanto a comunicação externa se dá pelo site institucional que exibe, constantemente, informações sobre a instituição, sobre os cursos, o corpo docente, egressos, atividade de curso, pesquisa, extensão e outras atividades realizadas. O site oferece também

informação sobre a CPA, processos, componentes da comissão, legislação e Autoavaliação Institucional.

V- PLANO DE MELHORIAS A PARTIR DOS PROCESSOS AVALIATIVOS

A CPA tem como competência efetivar o diagnóstico permanente com todos os atores da IES, assim como também acompanhar o egresso. A partir da coleta dos dados e análise, a posteriori são gerados relatórios que são entregues e apresentados aos Diretores.

De acordo com o relatório são destacados os pontos críticos, sendo os setores informados e com a participação dos seus pares, elaboram e apresentam planos de melhorias, com vistas a retificar e ou minimizar os problemas identificados. Importante destacar que ao identificar também pontos positivos a dinâmica se dá da mesma forma, compartilha-se com os setores os pontos positivos da IES.

Cabe ressaltar que a participação da CPA nas ações é referente a organização, planejamento do processo avaliativo e no diagnóstico. A tomada de decisão quanto aos resultados ficam a cargo da Direção Acadêmica e os demais dirigentes da instituição.

VI- PROCESSOS DE GESTÃO

A estrutura organizacional da Faculdade de Ciências e Tecnologias do Maranhão está organizada conforme organograma no Regimento Interno, e no PDI. São atribuições e competências dos órgãos saber:

À Diretoria Executiva cabe representar a IES interna e externamente, promover juntamente com os Diretores Acadêmico e Administrativo-Financeiro a integração no planejamento e na execução das atividades, convocar e presidir o Conselho Superior e o Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão, Promover a elaboração do Plano Anual de trabalho submetendo à aprovação do CONSUP. Cabe à Diretoria essas e outras atividades.

À Diretoria Administrativa- financeira, supervisiona as atividades referentes:

I. Recursos Humanos; II. Recursos Orçamentários e Financeiros; III. Recursos Patrimoniais e Materiais; IV. Serviços de Administração Geral.

À Diretoria Acadêmica cabe assessorar a Direção Executiva; gerenciar as ações acadêmicas, execução e avaliação curricular de cursos, estimular a participação docente e discente nas atividades cultural, técnico, científica, didático-pedagógica e desportiva articula e orienta as Coordenações de Cursos, e Pós-graduação e Extensão, dentre outras ações inerentes a essa Diretoria.

Na organização dos processos acadêmicos a Facema dispõe de uma Biblioteca que atende a todos os cursos conforme orientação do MEC, bem como suas características e competências estão preconizadas no Regimento da Instituição. A IES dispõe do “Núcleo de Acolhimento ao Aluno Facema- NAAF” que tem como proposta, acompanhar todos os processos de estímulos de acesso e permanência ao discente. Ainda oferta Assistência ao Estudante no tocante aos aspectos técnicos todas as condições necessárias para aquisição dos conhecimentos de sua profissão (laboratórios, Estágios, bolsa de iniciação cientifica (PIBIC, PIVIC), no financeiros (PROUNI, FIES, PRAVALER, outros), em relação ao pessoal tem orientação Psicológica e Psicopedagógico com vistas a oferecer todas as possibilidades na aquisição de uma formação adequada às exigências sociais.

A Facema, além das diretorias tem as Coordenadoria de Cursos (Colegiados e NDE) Coordenadoria de Pós-Graduação, Pesquisa e de Extensão, Coordenadoria da CPA, Coordenadoria do Núcleo de Avaliação, Secretarias Acadêmica, Biblioteca todos esses setores apresentam características e competências que se encontram registrados no Regimento Interno e PDI.

A política de acesso dos estudantes aos cursos de graduação é via processo seletivo conforme a formalidade desse processo via Edital, Mudança de cursos; Transferência interna e externa; Portadores de diploma de curso superior; e também a Rematrícula.

VII- DEMONSTRAÇÃO DE EVOLUÇÃO INSTITUCIONAL

Desde sua implantação como instituição de ensino superior, há 09 anos, a Facema vem procurando alcançar o seu objetivo de possibilitar aos alunos caxienses e de municípios circunvizinhos curso superior de qualidade, com vistas a contribuir para o desenvolvimento local e regional e também nacional, produzindo conhecimentos, e formando profissionais que atuem com competências e criticidade na sociedade. A Facema, sempre se preocupou em atender às demandas da sociedade por essa razão desde sua autorização, a CPA, esteve com

a atribuição de organizar, planejar e diagnosticar as atividades desenvolvidas na academia sob a égide das 10 dimensões dos SINAES.

Os resultados dos processos de Avaliação (interna e externa) produziram informações sobre os referenciais de qualidade da Facema, apresentando suas fragilidades e potencialidades com ênfase na tríade Ensino, Pesquisa e Extensão. Dessa maneira, a Comissão Própria de Avaliação (CPA), visando a demonstração da evolução institucional da Facema, resolveu dividi-la conforme preconiza a Nota Técnica INEP/DAES/CONAES No. 062., ou seja, por Eixos, a saber:

Eixo 1: Planejamento e Avaliação Institucional

A IES, sempre teve a preocupação em nortear-se pela política emanada pelo MEC-SINAES, reconhecendo que por meio da organização e planejamento institucional os processos avaliativos internos refletem na melhoria da Instituição. Desde 2009 a 2015 vem se estruturando uma política interna de diagnosticar as fragilidades e potencialidades, o que resultou em algumas ações: Tornar a CPA, mais visível aos olhos dos atores da IES; articular todos os setores com vista ao atendimento do que determina o PDI e reestruturar a divulgação dos relatórios para a comunidade acadêmica.

Os trabalhos inerentes a CPA culminaram com a geração de Relatórios de Avaliação, que por sua extensa utilização no Planejamento e na Gestão da Facema acabaram por serem indutores do seu desenvolvimento com qualidade.

Eixo 2- Desenvolvimento Institucional

Os trabalhos de Avaliação Institucional na Facema evidenciaram uma questão fundamental: faz-se necessário, no contexto atual, buscar respostas circunstanciadas sobre o sentido político e ético que ancora as diretrizes teórico-conceituais da avaliação implementada desde o início do seu funcionamento, bem como os efeitos no seu Desenvolvimento Institucional. Parte do pressuposto de que a proposta avaliativa, numa perspectiva realmente qualitativa, deve deixar clara a resposta à questão nuclear: para queremos avaliar? Essa foi a indagação básica para que a avaliação não se transformasse em um fim em si mesma.

Foi preciso, pois, responder também a indagações fundamentais, tais como: Quais os efeitos da avaliação institucional sobre a gestão e o desenvolvimento institucional da IES? Quais as consequências na reorganização dos currículos dos cursos da IES? Quais os efeitos da avaliação na prática pedagógica dos professores? Quais as representações dos estudantes

sobre a importância e os efeitos da avaliação no seu processo formativo? Quais são os vínculos entre avaliação e financiamento nos projetos institucionais? Que implicações essa vinculação pode trazer para a Facema? Que concepções, princípios, objetivos, metodologias, usos e resultados apresentam os projetos de auto-avaliação da IES? Quais os instrumentos e as formas de avaliação que estão sendo adotados na IES? Qual o entendimento dos usos da avaliação institucional em termos da regulação estatal?

Como resposta, definimos que nossa autoavaliação deva servir ao propósito de contribuir para a formulação de juízos equilibrados e para a tomada de decisões que incidirão diretamente sobre o aperfeiçoamento do processo de desenvolvimento da IES, o que significou adotar um caminho metodológico que permitiu a geração de mudanças no processo de sua construção e ainda na própria sistemática de avaliação institucional, tendo em vista a qualidade do trabalho acadêmico e da gestão da IES. Numa perspectiva realmente participativa, deve subsidiar a reflexão sobre o (re)planejamento e o (re)pensar contínuo das ações, de forma a evitar a rotinização e a consequente anulação da avaliação como instrumento transformador.

Por isso, todo o Desenvolvimento Institucional da Facema pode ser contado a luz da análise dos seus Relatórios de Avaliação e das ações acadêmico-administrativas por eles desencadeadas.

Eixo 3- Políticas Acadêmicas

A Facema vem crescendo consideravelmente no que diz respeito ao ensino, pesquisa e extensão. No ensino presencial, o aprimoramento da organização didático-pedagógico é contínuo, com a formação continuada de professores e a orientação didática pedagógica, para os professores iniciantes, a cargo do Núcleo de Avaliação. Foi criado ainda o Setor de Estágio no intuito de fornecer apoio às coordenadorias de curso e aos alunos tanto no encaminhamento ao estágio quanto à sua normatização, possibilitando uma maior agilidade e qualidades nos convênios, o que amplia a visibilidade da Facema no mercado de trabalho. Na pesquisa houve um aumento considerável de incentivo à produção do conhecimento a partir de bolsa de estudo PIBIC, PIVIC, e também através de concorrência em edital, tais como a FAPEMA. Atualmente todos os cursos tem projetos de pesquisa financiada pelo PIBIC, ou FAPEMA (Fundação de Amparo à Pesquisa no Maranhão). Com a execução desses projetos a

Comunidade local tem percebido a Facema como uma construtora de conhecimento por excelência. Importante ressaltar que foi criado e aprovado o Comitê de Ética da Facema, que atende a avaliação de projetos advinda de todo o País. A realização de sua Jornada Científica e Seminário Internacional proporciona a IES o contato com pesquisadores nacionais e estrangeiros, bem como incentiva a produção acadêmica, ainda desperta o interesse do aluno para o Intercâmbio. Além disso, docentes e discentes vem se destacando no cenário regional e nacional participando de eventos científicos, bem como, publicações em revistas nacionais e internacionais, e recebendo premiações por desenvolvimento científico. Com relação à Extensão, há uma política de promoção de cursos para incentivo do aluno na complementação de carga horária, bem como, ampliação de conhecimentos na área dos cursos de formação a exemplo da responsabilidade social que faz parte das atividades curriculares e acadêmicas do aluno, assim como ações concretas junto à comunidade local.

A Pós-graduação da Facema também cresceu bastante nos últimos anos, no portfólio de cursos de Pós-Graduação lato sensu, mantendo uma média de 07 cursos. E na organização para até meados do ano de 2018 a abertura de Mestrado Interinstitucional - Minter.

O fortalecimento das ações da Educação a Distância também foi uma das prioridades nos últimos anos, com a aprovação de novos cursos na perspectiva de formação através da plataforma moodle “Formação Online”. Outro ponto que merece relevância é a contratação de egressos para o quadro de funcionários da IES, desde o administrativo, gestão e docência o que tem despertado entre o alunado a possibilidade de ter a Facema como um futuro espaço de trabalho.

Eixo 4 - Políticas de Gestão

A Facema vem incentivando com recursos financeiros o seu pessoal docente para participar de Mestrado e Doutorado com auxílio para estudo, Congressos e outros. Para os Técnicos administrativos e demais colaboradores, bolsa de estudo para cursos de graduação. A partir das experiências em EAD voltado para docentes, a avalição vislumbrou a possibilidade de ampliar as ações de formação à distância destinadas ao pessoal técnico-administrativo.

Eixo 5 - Infraestrutura

A Facema ao longo do tempo vem aperfeiçoando e ampliando sua excelente infraestrutura física, e segurança e manutenção, sinalização, e acessibilidade plena. Para se adequar ao número crescente de alunos, também houve um aumento de salas de estudo na biblioteca, construção de mais salas de aula, e de mais laboratórios.




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