Cpmg major oscar alvelos



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Encontro28.10.2017
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CPMG – MAJOR OSCAR ALVELOS

Professor(a):


Agmar

Aluno(a):



Ano: 3º




Turma:




Turno: Matutino





Data:

/ 08 /2017

LISTA DE GRAMÁTICA




Procedimento de realização:

- As questões da lista deverão ser respondidas na própria folha impressa;

- A pesquisa sobre “Orações subordinadas adverbiaisdeverá ser entregue em folhas de papel almaço. Observação: a primeira página deverá conter cabeçalho completo (Data, Nome, Disciplina, professor, série);

- As listas que não forem realizadas conforme orientações serão desconsideradas.



TEXTO comum à questão 01

Mais velho, poucos amigos?
1 Um curioso estudo divulgado na última semana 2 mostrou que a redução do número de amigos com a 3 idade, tão comum entre os humanos, pode não ser 4 exclusivo da nossa espécie. Aparentemente, macacos 5 também passariam por processo semelhante em 6 suas redes de contatos sociais, o que poderia sugerir 7 um caráter evolutivo desse fenômeno.

8 No trabalho desenvolvido pelo Instituto de Pesquisa 9 com Primatas em Göttingen, Alemanha, se 10 identificou uma redução de grooming (tempo dedicado 11 ao cuidado com outros indivíduos, como limpar o 12 pelo e catar piolhos) entre os macacos mais velhos 13 da espécie Macaca sylvanus. Além disso, eles praticavam 14 grooming em um número menor de “amigos” 15 ou parentes.

16 Fazer grooming está para os macacos mais ou 17 menos como o “papo” para nós. Da mesma forma 18 que o “carinho” humano, ele parece provocar a liberação 19 de endorfinas. Geram-se, dessa forma, sensações 20 de bem-estar tanto em homens como em outros 21 animais.

22 Na pesquisa, publicada pelo periódico New 23 Scientist, os cientistas perceberam que macacos de 24 25 anos tiveram uma redução de até 30% do tempo 25 de grooming quando comparados com adultos de 26 5 anos. Se esse fenômeno acontece em outros primatas, 27 ele também pode ter chegado a nós ao longo 28 do caminho de formação da nossa espécie. Se chegou, 29 qual teria sido a vantagem evolutiva?

30 Durante muito tempo se especulou que esse 31 “encolhimento” social em humanos seria, na verdade, 32 resultado de um processo de envelhecimento, em 33 que depressão, morte de amigos, limitações físicas, 34 vergonha da aparência e menos dinheiro poderiam 35 limitar as novas conexões. Mas, pesquisando os idosos, 36 se percebeu que ter menos amigos era muito 37 mais uma escolha pessoal do que uma consequência 38 do envelhecer.

39 Uma linha de investigação explica que essa redução 40 dos amigos seria, na verdade, uma seleção 41 dos mais velhos de como usar melhor o tempo. Mas 42 outros especialistas defendem a ideia de que os mais 43 velhos teriam menos recursos e defesas para lidar 44 com estresse e ameaças e, assim, escolheriam com 45 mais cautela as pessoas com quem se sentem mais 46 seguros (os amigos) para passar seu tempo.

BOUER, J. Jornal O Estado de São Paulo, caderno Metrópole, domingo, 26 jun. 2016, p. A23. Adaptado.


Questão 01 - (FM Petrópolis RJ) Um dos objetivos do título de um texto é atrair a atenção do leitor e levá-lo a refletir sobre as ideias nele desenvolvidas. No texto apresentado, o título é uma pergunta retórica constituída por duas expressões separadas por uma vírgula, que tem a função de sugerir a relação lógica de



a) causalidade

b) alternância

c) comparação

d) explicação



e) finalidade

TEXTO comum à questão 02

Entrevista
Nesta entrevista, o professor de Economia Ricardo Abramovay tece considerações sobre mudanças climáticas.
1 O medo costuma ser usado pelos ativistas 2 ambientais para divulgar o futuro climático do 3 planeta. Esse é um método eficiente?
4 [Resp.1] Não, os ambientalistas e os meios de 5 comunicação já estão reparando que essa não é a 6 melhor forma de se comunicar. Existem estudos 7 mostrando que até 80% do noticiário relacionado às 8 mudanças climáticas é alarmista. Não é culpa dos 9 meios de comunicação porque, quando alguém abre 10 o jornal, as catástrofes chamam mais atenção. Então, 11 é natural que ganhem mais ênfase. É importante 12 ressaltar que as ameaças não são inventadas. De 13 fato, vivemos uma situação preocupante. No entanto, 14 acredito que, se quisermos sensibilizar a população, 15 é importante expor exemplos e conquistas que permitam 16 dizer que, apesar dos problemas, há condições 17 de organizar a vida.
18 Quais são as consequências da comunicação 19 baseada em catástrofes?
20 [Resp.2] Se as pessoas têm a expectativa de 21 que a vida vai piorar, elas acreditam que é melhor 22 aproveitar enquanto há tempo. Você sabe o que está 23 acontecendo, mas nada faz a respeito, porque não 24 haverá um prejuízo imediato. Acredito que, se os gases 25 de efeito estufa tivessem cor, nunca chegaríamos 26 a essa situação. As pessoas se revoltariam contra a 27 poluição. Infelizmente a destruição do sistema climático 28 não é visível.
29 Centenas de relatórios científicos também 30 adotam um tom alarmista, mas ainda não convenceram 31 os governos a estabelecer um acordo global. 32 Por quê?
33 [Resp.3] A capacidade de comunicação da ciência 34 é muito pequena. Aliás, ela parece avessa à comunicação. 35 O discurso é hermético. Os relatórios são 36 difíceis de compreender.
37 Há exagero quando se fala sobre a possibilidade 38 de racionamentos no setor energético no 39 futuro?
40 [Resp.4] Nos EUA, alguns anos atrás, achava-se 41 que seria necessário reduzir o uso de equipamentos 42 elétricos e eletrônicos que são indispensáveis. O uso43 de tecnologias como a energia solar, por um preço 44 cada vez mais barato, muda completamente esse 45 quadro. Mostra que a redução das emissões derivadas 46 do consumo de energia não se traduz em mal- 47 -estar para as pessoas. Temos técnicas para assegurar 48 que as mudanças exigidas da sociedade pelo 49 aquecimento global sejam menos traumáticas do que 50 pensávamos recentemente.
51 O senhor acredita que a crise hídrica foi uma 52 lição para a sociedade sobre a fragilidade do fornecimento 53 de energia?
54 [Resp.5] A ocorrência dos eventos climáticos 55 extremos coloca a sociedade em um clima de incerteza 56 totalmente inédito. Não podemos dizer que fenômenos 57 como esse ocorrerão, por exemplo, a cada 58 dez anos. Não há uma frequência correta. Falta uma 59 campanha para mostrar à população que economizar 60 energia continua sendo muito importante, mesmo 61 com os avanços tecnológicos.
62 O senhor já escreveu artigos sobre o Antropoceno, 63 um novo período geológico, o primeiro 64 provocado pelo homem. Como nossa intervenção 65 sobre o planeta tornou-se tão importante?
66 [Resp.6] Cerca de 10 mil anos atrás, na Revolução 67 Neolítica, o homem tornou-se uma força biológica, 68 porque alterou ecossistemas com o surgimento 69 da agricultura. Desde então, a temperatura do planeta 70 não sofreu grandes alterações, oscilava cerca 71 de 1 grau Celsius. Isso mudou a partir da Revolução 72 Industrial, no fim do século XVIII, quando começamos 73 a usar combustíveis fósseis. O homem, em vez de 74 força biológica, converteu-se em uma força geológica. 75 Em tão pouco tempo, a temperatura já aumentou 76 0,8 grau Celsius. Além disso, vivemos uma explosão 77 populacional. Durante o século XX, passamos de 78 1,6 bilhão para 6,1 bilhões de pessoas. Pela primeira 79 vez, causamos a chegada de um novo período geológico. 80 Esse é o Antropoceno.
81 E o que pode ser feito a partir de agora?
82 [Resp.7] O Antropoceno não significa o fim do 83 mundo. A questão é: como transformar o limão em 84 limonada? Levando em consideração as transformações 85 que provocamos sobre a Terra, o que significa 86 uma vida digna? Precisamos aumentar a cooperação 87 das pessoas, mudar a relação com o mundo natural. 88 Isso deve ser apoiado em revoluções tecnológicas. 89 Precisamos de inovações sustentáveis, porque já é 90 certo que as temperaturas globais aumentarão de 91 3 a 6 graus Celsius até o fim do século. O sistema 92 produtivo precisa ser modificado.

GRANDELLE, R. Entrevista com Ricardo Abramovay. Jornal O Globo. Sociedade. 20 jul. 2015. p. 19. Adaptado.



Questão 02 - (UNIFICADO RJ) A relação lógica que se estabelece entre as ideias de um texto pode ser explicitada por conectores ou estar implícita na sequência textual.

No trecho “Não podemos dizer que fenômenos como esse ocorrerão, por exemplo, a cada dez anos. Não há uma frequência correta.” (Refs. 56-58), estabelece-se entre os dois períodos uma relação lógica implícita de




a) condição

b) causalidade

c) contraposição

d) temporalidade

e) adição


TEXTO comum à questão 04. Leia o texto de Tzvetan Todorov.
Desde o início da história europeia, criamos o hábito de distinguir entre poder temporal e poder espiritual. Quando cada um deles dispõe da autonomia em seu domínio e se vê protegido contra as intrusões do outro, fala-se de uma sociedade laica ou, como se diz também, secular.

Poderíamos crer que, na parte do mundo marcada pela tradição cristã, essa relação em torno da questão da autonomia já estaria prontamente organizada, pois o Cristo anunciou que seu reino não era deste mundo, que a submissão a Deus não interferia em nada na submissão a César. No entanto, a partir do momento em que o imperador Constantino impôs o cristianismo como religião de Estado, no século IV, a tentação de apoderar-se de todos os poderes de uma vez revelou-se. É fácil entender a razão desse movimento. Dir-se-á que a ordem temporal reina sobre os corpos, a ordem espiritual sobre as almas. Mas alma e corpo não são entidades simplesmente justapostas, no interior de cada ser eles formam inevitavelmente uma hierarquia. Para a religião cristã, a alma deve comandar o corpo; por isso cabe às instituições religiosas, isto é, à Igreja, não somente dominar diretamente as almas, mas também, indiretamente, controlar os corpos e, portanto, a ordem temporal. Por sua vez, o poder temporal procurará defender suas prerrogativas e exigirá a manutenção do controle sobre todos os negócios terrestres, inclusive sobre uma instituição como a Igreja. Para proteger sua autonomia, cada um dos dois adversários fica então tentado a invadir o território do outro.

(O espírito das Luzes, 2006.)

Questão 03 - (FAMERP SP) “No entanto, a partir do momento em que o imperador Constantino impôs o cristianismo como religião de Estado, no século IV, a tentação de apoderar-se de todos os poderes de uma vez revelou-se.” (2° parágrafo)

A frase introduzida pelo conectivo “No entanto” expressa, em relação à anterior, uma ideia de



a) consequência.

b) oposição.

c) causa.

d) condição.

e) proporção.


TEXTO comum à questão 04. Leia o excerto do “Sermão de Santo Antônio aos peixes” de Antônio Vieira (1608-1697).
A primeira cousa que me desedifica, peixes, de vós, é que vos comeis uns aos outros. Grande escândalo é este, mas a circunstância o faz ainda maior. Não só vos comeis uns aos outros, senão que os grandes comem os pequenos. [...] Santo Agostinho, que pregava aos homens, para encarecer a fealdade deste escândalo mostrou-lho nos peixes; e eu, que prego aos peixes, para que vejais quão feio e abominável é, quero que o vejais nos homens. Olhai, peixes, lá do mar para a terra. Não, não: não é isso o que vos digo. Vós virais os olhos para os matos e para o sertão? Para cá, para cá; para a cidade é que haveis de olhar. Cuidais que só os tapuias se comem uns aos outros, muito maior açougue é o de cá, muito mais se comem os brancos. Vedes vós todo aquele bulir, vedes todo aquele andar, vedes aquele concorrer às praças e cruzar as ruas: vedes aquele subir e descer as calçadas, vedes aquele entrar e sair sem quietação nem sossego? Pois tudo aquilo é andarem buscando os homens como hão de comer, e como se hão de comer.

[...]


Diz Deus que comem os homens não só o seu povo, senão declaradamente a sua plebe: Plebem meam, porque a plebe e os plebeus, que são os mais pequenos, os que menos podem, e os que menos avultam na república, estes são os comidos. E não só diz que os comem de qualquer modo, senão que os engolem e os devoram: Qui devorant. Porque os grandes que têm o mando das cidades e das províncias, não se contenta a sua fome de comer os pequenos um por um, poucos a poucos, senão que devoram e engolem os povos inteiros: Qui devorant plebem meam. E de que modo se devoram e comem? Ut cibum panis: não como os outros comeres, senão como pão. A diferença que há entre o pão e os outros comeres é que, para a carne, há dias de carne, e para o peixe, dias de peixe, e para as frutas, diferentes meses no ano; porém o pão é comer de todos os dias, que sempre e continuadamente se come: e isto é o que padecem os pequenos. São o pão cotidiano dos grandes: e assim como pão se come com tudo, assim com tudo, e em tudo são comidos os miseráveis pequenos, não tendo, nem fazendo ofício em que os não carreguem, em que os não multem, em que os não defraudem, em que os não comam, traguem e devorem: Qui devorant plebem meam, ut cibum panis. Parece-vos bem isto, peixes?

(Antônio Vieira. Essencial, 2011.)



Questão 04 - (UNIFESP SP) “Santo Agostinho, que pregava aos homens, para encarecer a fealdade deste escândalo mostrou-lho nos peixes; e eu, que prego aos peixes, para que vejais quão feio e abominável é, quero que o vejais nos homens.” (1° parágrafo) Nas duas ocorrências, o termo “para” estabelece relação de


a) consequência.

b) conformidade.

c) proporção.

d) finalidade.

e) causa.


TEXTO comum à questão 05

1 O ambiente competitivo atual tem sido regido 2 pela transformação tecnológica, globalização, 3 competição acirrada e extrema ênfase na relação 4 custo-benefício, qualidade e satisfação do cliente, 5 exigindo um foco muito maior na criatividade e 6 na inovação como competência estratégica das 7 organizações. Competência estratégica essa que se 8 não for rapidamente priorizada e incrementada, a 9 organização tenderá a ficar obsoleta tal é a rapidez 10 das mudanças e da implementação de novos 11 serviços e produtos.

12 Se a pessoa quer ser criativa, deve fazer coisas 13 diferentes todos os dias! Mudar o seu ambiente de 14 trabalho, mudar alguma coisa no seu lar, ver novos 15 filmes, ir a novos lugares, falar com novas pessoas, 16 ler livros variados. Na medida em que a mente fica 17 exposta a novidades, há estímulo, a observação fica 18 mais aguçada e é mais fácil fazer novas conexões 19 entre as ideias.

20 Quando a pessoa tem paixão pelo trabalho 21 que realiza, a criatividade manifesta-se mais 22 espontaneamente, já que a tarefa é sentida 23 prioritariamente como prazerosa, acima do 24 dever, da obrigação. O autodesenvolvimento com 25 conhecimento não apenas na área de atuação, mas 26 em outros temas, amplia os horizontes e ajuda, 27 também, nas conexões de ideias variadas. Cabe 28 ressaltar também a habilidade de se trabalhar 29 em equipe, já que muitas vezes as ideias pegam 30 “carona” umas com as outras e a sinergia do 31 trabalho de um grupo coeso e diversificado em 32 suas capacidades é muito maior do que a soma do 33 intelecto dos indivíduos que o compõem.

34 Porém, algumas pessoas conseguem 35 implementar suas ideias e outras não. Por que 36 não? Porque têm receio de se expor, medo do 37 grupo social, de parecerem ridículas, e acabam 38 acomodando-se. Para implantar uma ideia criativa, 39 é preciso, acima de tudo, muita determinação.

40 A criatividade por si só não basta. É preciso 41 implementá-la. Transformá-la em uma inovação 42 concreta através de novos produtos, serviços, 43 formas de gestão. Senão ela não passa de uma 44 elucubração mental e não se transforma em ação.

HOLANDA, Fátima. Criatividade e inovação: O verdadeiro diferencial das empresas. Disponível em: . Acesso em: 21 set. 2015. Adaptado.



Questão 05 - (Escola Bahiana de Medicina e Saúde Pública) Há uma ideia de causa e consequência no fragmento transcrito em

01. “exigindo um foco muito maior na criatividade e na inovação como competência estratégica das organizações.” (Refs. 5-7).

02. “se não for rapidamente priorizada e incrementada, a organização tenderá a ficar obsoleta” (Refs. 7-9).

03. “Se a pessoa quer ser criativa, deve fazer coisas diferentes todos os dias!” (Refs. 12-13).

04. “Na medida em que a mente fica exposta a novidades, há estímulo, a observação fica mais aguçada” (Refs. 16-18).

05. “Para implantar uma ideia criativa, é preciso, acima de tudo, muita determinação.” (Refs. 38-39).


Questão 06 - (IFCE) Conquanto a busca por soluções para o problema dos vícios tenha crescido, há ainda um longo caminho até que se consiga resolvê-lo de fato, pois temos a mania de querer remediar em vez de prevenir e evitar”. É correto afirmar-se que a oração sublinhada se classifica como subordinada adverbial



a) temporal.

b) causal.

c) consecutiva.

d) comparativa.

e) concessiva.


TEXTO comum à questão 07

O yuan cai – na nossa cabeça
Assim que a China anunciou, no dia 11 [11.08.2015], que permitira uma queda de 1,9% no valor de sua moeda, o yuan, Bolsas e moedas de outros países desabaram. Foi a maior desvalorização cambial na China desde 1994. Ao baratear sua moeda e, como consequência, seus salários e seus produtos, os chineses impulsionaram suas exportações. Mas dificultam a vida da concorrência e a recuperação econômica em outros países. Entre esses sofredores, está o Brasil.

O Brasil já vinha sentindo um baque duplo: a China em desaceleração consome menos de nossa soja e de nosso minério de ferro, e os preços desses produtos no mercado internacional estão em baixa. O Brasil normalmente vende para a China mais do que compra.

(Época, 17.08.2015)

Questão 07 - (FGV ) Analise o período inicial do texto: “Assim que a China anunciou, no dia 11 [11.08.2015], que permitira uma queda de 1,9% no valor de sua moeda, o yuan, Bolsas e moedas de outros países desabaram.”

O período está organizado a partir de uma perspectiva temporal, como indica a conjunção “Assim que”. Reescreva-o numa perspectiva de causa.


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08 – Faça uma pesquisa completa sobre “orações subordinadas adverbiais”. Em sua pesquisa você deve:


- Citar exemplos de conjunções utilizadas em cada um dos nove tipos de orações subordinadas adverbiais;

- Apresentar explicações sobre as circunstâncias expressas pelas orações subordinadas adverbiais. (Observação: citar dois exemplos para ilustrar cada uma das explicações apresentadas).




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Rua 2011, Unidade 201, Parque Atheneu, Goiânia – GO Fone: (62) 3273-6524 E-mail: 52033554@seduc.go.gov.br




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