Conquistando vidas para o senhor jesus cristo



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3º Dia 16/04/2015

OS SINAIS DA VINDA DE CRISTO E O ARREBATAMENTO DA IGREJA

Marcos 13:4

Dize-nos, quando serão essas coisas, e que sinal haverá quando todas elas estiverem para se cumprir. 

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Lucas 21:11

E haverá em vários lugares grandes terremotos, e fomes e pestilências; haverá também coisas espantosas, e grandes sinais do céu.

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1Tessalonicenses 4:16-18

16 Porque o mesmo Senhor descerá do céu com alarido, e com voz de arcanjo, e com a trombeta de Deus; e os que morreram em Cristo ressuscitarão primeiro.

17 Depois nós, os que ficarmos vivos, seremos arrebatados juntamente com eles nas nuvens, a encontrar o Senhor nos ares, e assim estaremos sempre com o Senhor.

18 Portanto, consolai-vos uns aos outros com estas palavras.

O ARREBATAMENTO

A presente era em relação à verdadeira Igreja, termina com o arrebatamento dos salvos à presença do Senhor. A doutrina do arrebatamento é uma das consideradas mais importantes da escatologia do Novo Testamento (Jo 14.1-3; 1Ts 4.13-18; 1Co 1.8; 15.51,52; Fp 3.20,21;2 - 5.1-9). É também uma das questões em que os estudiosos da Bíblia mais discordam. Todas as discordâncias giram em torno da relação que haverá entre o arrebatamento e a Tribulação.

Eles estão divididos nas seguintes teorias:

1 - PARCIALISMO (Arrebatamento Parcial da Igreja)

2 - PÓS-TRIBLACIONISTA (Arrebatamento após a Tribulação)

3 - MESOTRIBULACIONISTA OU TRIBLACIONISTA (Arrebatamento no meio da Tribulação)

4 - PRÉ-TRIBULACIONISTA (Arrebatamento antes da Tribulação)

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1 - TEORIA DO ARREBATAMENTO PARCIAL

Esta teoria ensina que o arrebatamento ocorre antes da Tribulação, mas apenas os que estiverem totalmente preparados, vigiando e esperando a vinda do Senhor, e tiverem alcançado um certo nível de espiritualidade que os torne dignos de ser incluídos no arrebatamento. Os outros cristãos permanecerão na Terra durante a Tribulação para serem provados e purificados mediante grandes sofrimentos, sendo arrebatados posteriormente. Esta posição tem sido pouco adotada devido a sua semelhança com a doutrina católica do purgatório, segundo a qual o sofrimento pode purgar pecados.

Esse pensamento parcialista precisa colocar parte da Igreja no período tribulacional. Isso é impossível, porque a Igreja representa o corpo de Cristo. Então o corpo subiria incompleto?

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2 - TEORIA DO ARREBATAMENTO PÓS-TRIBULAÇÃO

Os que defendem essa teoria acreditam que os cristãos passarão pela Tribulação e que o arrebatamento ocorrerá simultaneamente ou imediatamente antes da vinda do Senhor Jesus em juízo. Eles afirmam que o arrebatamento da Igreja e a volta de Cristo para reinar são apenas aspectos diferentes de um único evento que acontecerá no final da Grande Tribulação, justamente antes da derrota da besta e seus seguidores e início do milênio.



Os principais argumentos apresentados a favor dessa teoria são os seguintes: 

1)    A volta de Cristo é descrita de várias maneiras, mas em ponto algum é citada como dois eventos separados por um intervalo de sete anos (ou três e meio) de tribulação.

2)    A resposta de Jesus aos seus discípulos sobre os sinais dos fins dos tempos demonstrou que um período de tribulação incomparável (Mt 24.3-22) precederá sua vinda. Outras passagens também predizem tribulação para o povo de Deus (Jo 15.18,19; 16.33).

3)    A ressurreição é identificada com o arrebatamento, todavia Apocalipse 20.4-6 coloca a “primeira ressurreição” após a volta de Cristo para reinar e justamente antes do milênio; portanto o arrebatamento e a revelação de Cristo deverão acontecer ao mesmo tempo.



Os principais argumentos contra essa teoria são:

1)    O período de Tribulação não é um período da Igreja, mas a última semana da visão de Daniel relativo ao trato de Deus com Israel: “Setenta semanas estão determinadas sobre o teu povo, e sobre a tua santa cidade, para cessar a transgressão, e para dar fim aos pecados, e para expiar a iniquidade, e trazer a justiça eterna, e selar a visão e a profecia, e para ungir o Santíssimo” (Dn 9.24). Também em Daniel 9.25-27. É um período em que Deus irá ocupar-se de Israel e da sua ira contra as nações ímpias (Ap 6.15-17). O período de Tribulação é chamado de “tempo de angústia para Jacó” (Jr 30.4-7).

2)    Paulo declara, em relação à Igreja: “Porque Deus não nos destinou para a ira, mas para a aquisição da salvação, por nosso Senhor Jesus Cristo” (1Ts 5.9). A Igreja tem sofrido e sofrerá muitas dificuldades e tribulações, mas não o grande dia da ira do Senhor Deus.

3)    O Senhor prometeu aos fiéis que eles serão excluídos dessa hora de ira: “Como guardaste a palavra da minha paciência, também eu te guardarei da hora da tentação que há de vir sobre todo o mundo, para tentar os que habitam na terra” (Ap 3.10). (Veja também 2Pe 2.9).

4)    Se a Igreja estará na terra durante a Tribulação, por que o testemunho de Deus é atribuído apenas às duas testemunhas? (Ap 11.1-14).

5)    Com respeito à ressurreição registrada em Apocalipse 20.4,5 e referida como a “primeira ressurreição”, uma leitura cuidadosa revelará que os ressurretos mencionados são aqueles que foram decapitados durante a Tribulação, por não aceitarem servir ao Anticristo; nenhuma menção é feita aos santos de toda a era da Igreja, que devem ter sido ressuscitados por ocasião do arrebatamento, antes da Grande Tribulação.



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3 - TEORIA DO ARREBATAMENTO EM MEIO A TRIBULAÇÃO

Visão menos comum que o arrebatamento pós-tribulacionista, como explicação para o arrebatamento durante a Tribulação é a teoria mesotribulacionista. De acordo com essa interpretação, a Igreja será arrebatada ao final da primeira metade (três anos e meio) da septuagésima semana de Daniel. A igreja suportará os acontecimentos da primeira metade da Tribulação, que segundo os mesotribulacionistas, não são manifestações da ira de Deus. Ela será arrebatada antes que comece a segunda metade da semana, que segundo essa teoria, contém todo derramamento da ira de Deus. Afirma-se que o arrebatamento ocorrerá junto com o soar da última trombeta e a ascensão das duas testemunhas de Apocalipse 11.

 

A teoria do arrebatamento mesotribulacionista é essencialmente uma via média entre as posições pós-tribulacionista e pré-tribulacionista. Concorda com o pré-tribulacionismo ao afirmar que o arrebatamento da igreja é um acontecimento distinto da segunda vinda de Cristo. Tem em comum com o pós-tribulacionismo as crenças de que a igreja tem promessas de tribulação aqui na terra e necessita de purificação.



Os pontos principais desta teoria são:

 

A)    A última trombeta, mencionada com relação ao arrebatamento em 1 Coríntios 15.52, é identificada com a sétima trombeta tocada em Apocalipse 11.15, que ocorre em meio à Tribulação (Ap 11.2-3). Se as duas trombetas são a mesma coisa, o arrebatamento ocorre então em meio à Tribulação.



B)    Desde que a Igreja é arrebatada antes da Grande Tribulação (os últimos três anos e meio), a Igreja escapa da “ira” de Tessalonicenses 5.9 e da “hora da provação” de Apocalipse 3.10.

C)    A ressurreição das duas testemunhas em Apocalipse 11.11,12 é declarada como sendo uma referência ao arrebatamento e à ressurreição dos santos, ou como acontecendo simultaneamente com o arrebatamento.



Argumentos apresentados contra a teoria do arrebatamento em meio a tribulação:

A)    As trombetas em 1 Coríntios 15.52 e Apocalipse 11.15 não são as mesmas. A trombeta de Deus narrada por Paulo é um toque de vitória sobre a morte (1Co 15.52-57). A sétima trombeta narrada por João é uma série de anúncios de juízo sobre os perversos e de triunfo final sobre o reino de Satanás.

B)    As setenta semanas de Daniel tem caráter judaico e, portanto a Igreja não está incluída em parte alguma delas. A ira de Deus é também derramada na primeira metade do período de Tribulação (Ap 6.12-17). Também 1 Ts 5.9; Ap 3.10; 2 Pe 2.9.

C)    As duas testemunhas parecem ser judias, segundo os símbolos do Antigo Testamento – o templo, as oliveiras e os castiçais (Zc 4.3,12), as chuvas deixam de cair e o povo atacado por pragas (Êx 7.20; 8.1-12, 29). Se a Igreja estivesse na terra, por que Deus designaria profetas judeus para a missão de testemunhar às nações? Até o fim da era da Igreja, é missão desta dar testemunho a todas as nações.

D)   A mesma objeção pode ser feita à posição do arrebatamento em meio a Tribulação, isto é, que essa posição remove a expectativa da vinda de Cristo a qualquer instante. O período da Tribulação começa com a aliança entre o Anticristo e os judeus, um evento que não será oculto. Então seria fácil a partir dessa aliança do Anticristo com os judeus, prever o momento da vinda de Cristo.

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4 - A TEORIA DO ARREBATAMENTO PRÉ-TRIBULACIONISTA

 

Os que defendem o arrebatamento pré-tribulacionista acreditam na interpretação dispensacionalista da Palavra de Deus. A igreja e Israel são dois grupos distintos para os quais Deus tem um plano divino.



Argumentos essências do Arrebatamento Pré-tribulacionista.

Vários argumentos podem ser apresentados em apoio à posição pré-tribulacionista do arrebatamento.

 

POR TIPOLOGIA BÍBLICA

Deus não igualou Noé e sua família com os pecadores rebeldes e obstinados. Enquanto Noé e os seus não entraram na Arca, Deus não derramou o terrível dilúvio. Enquanto Ló e sua família não saíram de Sodoma, Deus não fez chover fogo do céu. Então porque Deus não livraria também a Igreja da Tribulação? Então, enquanto Jesus não arrebatar sua Igreja, não começará a Tribulação.

Em João 14.3 Jesus prometeu: “E quando eu for, e vos preparar lugar, virei outra vez, e vos levarei para mim mesmo, para que onde eu estiver estejais vós também”. Aqui a vinda de Jesus é com o propósito de receber a Igreja para si mesmo e levá-la para um lugar na casa do Pai; essa não pode ser a mesma vinda com a Igreja para a terra, como sustentam os adeptos da pós-tribulação.

No livro do Apocalipse do capítulo 4 ao 19 nada fala sobre a Igreja, mas trata da Tribulação na terra. Logo se deduz que a Igreja não estará na terra nesse período de Tribulação. Já os capítulos de 1 ao 3 de Apocalipse menciona por 19 vezes a Igreja, e só volta a mencioná-la no capítulo 21 chamando-a de Esposa do Cordeiro.

Os Pré-tribulacionistas creem que as profecias relativas a Tribulação devem ser interpretadas de forma literal e que o período da Igreja é um tempo misterioso e está estritamente relacionado com o fato de o povo de Israel ter negado o seu Messias, e por eles o terem rejeitado, os gentios foram enxertados (Rm 11.1-8), esse enxerto deve se completar primeiramente, antes que Deus volte a tratar com o povo israelita. Para que isso seja possível profeticamente é importante que:

1- A Bíblia seja interpretada literalmente.

2- A Igreja seja poupada da Grande Tribulação (Ap 3.10).

3- O arrebatamento seja iminente, pode acontecer a qualquer momento (1 Ts 5.6).

4- A Igreja esteja isenta da ira futura de Deus (Ap 6.17; 1 Ts 1.10; 5.9)

5- Haja remoção dos salvos, na remoção do Espírito Santo (2 Ts 2.7,13).



O método de interpretação literal das Escrituras. 

É franca e livremente reconhecido pelos pós-tribulacionistas que a controvérsia entre eles e os pré-tribulacionistas é a questão do método de interpretação empregado no tratamento das profecias. Se o método de interpretação literal das profecias for o certo, então a teoria pré-tribulacionista está correta. Dessa maneira podemos ver que a doutrina da volta pré-tribulacionista de Cristo para instituir um reino literal resulta de métodos de interpretação literal das promessas e das profecias do Antigo Testamento. É natural, portanto que o mesmo método de interpretação deva ser também empregado na interpretação do arrebatamento. Seria ilógico construir um sistema pré-milenarista sobre um método literal de interpretação e depois abandonar esse método no tratamento de outras questões relacionadas com o mesmo tema. Podemos observar facilmente que o método literal de interpretação exige um arrebatamento pré-tribulacionista da Igreja.



Não pode haver um método empregado para estabelecer o pré-milenarismo e outro para interpretar as promessas de arrebatamento. O método literal de interpretação, aplicado de maneira coerente, leva necessariamente a outra conclusão: a de que a Igreja será arrebatada antes da septuagésima semana de Daniel.


  • MODULOS PARA PESQUISA SISTEMÁTICA.

Os últimos Dias de Preparação - Aumento dos falsos profetas e da transigência religiosa dentro da igreja - Mt 24,4,5, 10,11, 24; - Lc 18,8; - 2Ts 2.3; - 1Tm 4,1; - 2Tm 3,1, 13; 4.3,4; - 2Pe 2.1-3; 3.3,4

Aumento do crime e desrespeito à lei de Deus - Mt 24,12, 37-39; - Lc 17.26-30; 18.8; - 1Tm 4.1; - 2Tm 3.1-8

Aumento de guerras, fomes e terremotos - Mt 24.6-8; - Mc 13.7,8; - Lc 21.9

Diminuição do amor e da afeição no lar - Mt 10.21; 24.12; - Mc 13.12; - 2Tm 3.1-3

Perseguição mais severa do povo de Deus - Mt 10.22,23; 24.9,10; - Mc 13.13; - Jo 15.19,20; 16.33; - At 14.22; - Rm 5.3

Aqueles que se mantêm firmes serão salvos - Mt 24.13; - Mc 13.13

O evangelho será pregado ao mundo inteiro - Mt 24.14; - Mc 13.10

O Espírito será derramado sobre o povo de Deus - At 12.17-21, 38,39

O Arrebatamento - Os crentes devem estar prontos e esperar constantemente por esse evento iminente - Mt 24.42-44; 15.1-13; - Mc13.33-37; - Lc 12.35; 21.19, 34-36; - Rm 13.11; - Fp 4.5; - 1Ts 1.10; 4.16-18; 5.6-11; - 2Tm 4.8; - Tt 2.13

Cristo virá de modo inesperado, posto que o momento exato não poderá ser calculado - Mt 24.36, 42-44; 25.5-7,13; - Mc 13.22-37; - Lc 12.35-46

Cristo virá arrebatar os crentes que viverem na terra nessa ocasião - Lc 21.36; - Jo 14.3; - 1Ts 1.10; 4.15-17; - 2Ts 2.1; - Ap 3.10,11

Os crentes serão livrados da ira vindoura - Lc 21.36; - 1Ts 1.10; 5.2-9; - Ap 3.10,11

Os crentes que viverem nessa ocasião receberão corpos transformados - Rm 8.23; - 1Co 15.51-54; - 1Ts 4.16-17

Os crentes que morreram antes desse evento ressuscitarão e serão arrebatados com Cristo - 1Co 15.50-55; - 1Ts 4.16,17

Todos os santos arrebatados serão julgados por Cristo - Jo 5.22; - Rm 14.12; - 1Co 3.12-15; - 2Co 5.10; - 2Tm 4.8

Os crentes serão julgados segundo as suas obras - Ec 12.14; - Mt 5.22; 12.36,37; - Mc 4.22; - Rm 2.5-11,16; - 1Co 4.5; - 2Co 5.10; - Ef 6.8; - Cl 3.23-25

Os crentes fiéis receberão galardões - Mt 5.11,12; 25.14-23; - Lc 19.12-19; 22.28-30; - Gl 6.8-10; - 1Co 3.12-14; 9.25-27; 13.3; - Ef 6.8; - 2Tm 4.8; - Hb 6.10; - 1Pe 5.4; - Ap 2.7, 11, 17, 26-28; 3.4,5, 12, 21

Os crentes menos fiéis não serão condenados, mas receberão poucos galardões, ou nenhum - Ec 12.14; - Mt 5.19; - 1Co 2.13-15; - 2Co 5.10; - Cl 3.25; - 1Jo 2.28

A tribulação - Os fiéis nas igrejas de Cristo serão preservados do tempo da provação - Lc 21.36; - Jo 14.1-3; - 2Co 5.2,4; - Fp 3.20,21; - 1Ts 1.10; 4.16-18; 5.8-10; - Ap 3.10

Começará depois que aquele que o detém for removido do caminho - 2Ts 2.6-8

Começará depois de intensificar-se o poder secreto da iniquidade - 2Ts 2.7,8

Começará depois de ocorrer uma grande rebelião contra a fé - 2Ts 2.3

O Anticristo (o homem da iniquidade) aparecerá - Dn 6.26,27; - 2Ts 2.3-10; - Ap 13.1-18; 16.2; 17.9-18; 19.19,20

Começará com a abertura dos sete selos - Ap 6.1

Um tempo de aflição em escala mundial - Mt 24.21,22; - Ap 6-19

Durará sete anos - Dn 9.27

Falsos profetas realizarão grandes sinais e maravilhas - Mt 24.24; - 2Ts 2.8-10; - Ap 13.13; 16.14; 19.20

O evangelho será pregado por anjos e possivelmente por judeus - Ap 7,1-4; 11.3-6; 14.6,7

Pessoas serão salvas durante esses dias - Dt 4.30,31; - Ap 7.9-17; 14.6,7; 11.13

Muitos judeus se voltarão para Cristo - Rm 11.25,26; - Ap 7.1-8

Aqueles que tiveram a oportunidade de crer em Jesus antes do arrebatamento não terão mais nenhuma oportunidade de se arrepender - Mt 25.1-12; - Lc 12.45,46; - 2Ts 2.10-12

Será um tempo de perseguição para todos os que são fiéis a Jesus - Dn 12.10; - Mt 24.15-21; - Ap 6.9-11; 7.9-17; 9.3-5; 12.12, 17; 13.7, 15-17; 14.6, 13; 17.6; 18.24; 20.4

A Grande tribulação - Últimos três anos e meio de “A tribulação” - Dn 9.27; - Ap 11.1,2; 12.6; 13.5-7

Começará com a abominação desoladora no lugar santo (no templo) - Dn 9.27; 12.11; - Mt 24.15; - Mc 13.14; - 2Ts 2.4; - Ap 13.14,15

A atividade demoníaca aumentará grandemente - Ap 9.3-11,14-19; 16.12-14

A feitiçaria e a bruxaria aumentarão grandemente - 1Tm 4.1; - Ap 9.21; 18.23; 22.15

Ocorrerão eventos cósmicos relacionados com o sol, a lua e as estrelas - Is 13.9-11; - Mt 24.29; - Mc 13.24,25; - Lc 21.25; - Ap 6.12-14; 8.10,12; 9.2

O engano religioso será generalizado - Mt 24.24; - Mc 13.6, 21,22; - 2Ts 2.9-11

Tempo de sofrimento terrível para os judeus - Jr 30.5-7; - Ap 11.2; 12.12-17

O período de aflição mundial mais terrível e mais intenso de toda a história universal - Dn 12.1; - Mt 24.21; - Mc 13.15-19; - Ap 6.9-17; 9.1-21; 16.1-21

Deus derramará a sua ira sobre os ímpios - Is 13.6-13; - Jr 30.4-11; - Dn 12.1; - Zc 14.1-4; - Ap 3.10; 6.17; 9.1-6; 18-21; - 14.9-11; 19.15

A igreja apóstata será destruída - Ap 17.16-17

Duas testemunhas que pregavam o evangelho e que foram mortas serão ressuscitadas - Ap 11.11-12

O fim da grande tribulação poderá ser conhecido por sinais específicos - Mt 24.15-29,32,33; - Mc 13.38,39; - Lc 21.28

Terminará na ocasião da batalha de Armagedom e da plena ira de Deus contra os ímpios – Jr 25.29-38; - Ez 29.17-20; - Jl 3.2,9-17; - Sf 3.8; - Zc 14.2-5; - Ap 14.9-11,14-20; 16.12-21; - 19.17,18

Cristo triunfará sobre o Anticristo e os seus exércitos - Mt 24.30,31; - 2Pe 3.10-13; - Ap 19.11-21

O Anticristo Governante durante a tribulação, que controla o mundo inteiro - Dn 7.2-7, 24-27; 8.4; 11.36; - Ap 13.1-18; 17.11-17

Uma pessoa incrivelmente maligna, um “homem do pecado” e da iniquidade - Dn 9.27; - 2Ts 2.3; - Ap 13.12

Descrito como uma besta - Ap 13.1-18; 17.3, 8, 16; 19.19,20; - 20.10

Estabelecerá uma imagem de si mesmo no templo e exigirá adoração - Dn 7.8,25; 11.31, 36; - Mt 24.15; - Mc 13.14; - 2 Ts 2.3,4; - Ap 13.4,8, 12, 14, 15; 14.9; 16.2

Operará milagres mediante o poder de Satanás - Mt 24.24; - 2 Ts 2.9,10; - Ap 13.3, 12-14; 16.14; 17.8

Terá a capacidade de enganar as nações - 2 Ts 2.9,10; - 1 Jo 2.18; - Ap 20.3

Será ajudado pelo falso profeta (a besta que emergiu da terra) - Ap 13.11-17; 16.13; 19.20; 20.10

Matará as duas testemunhas que proclamam o Evangelho - Ap 11.7-10

Procurará matar todos aqueles que não possuírem a marca da besta - Ap 6.9; 13.5-17; 14.12,13

Acabará destruindo o sistema religioso com o qual se aliara - Ap 17.16,17

Será derrotado por Cristo quando Ele voltar à terra para estabelecer o seu reino - 2 Ts 2.8; - Ap 16.16; 19.15-21

O Glorioso Aparecimento de Cristo do Céu para Julgar e Guerrear. Cristo voltará com os crentes e com seus anjos - 2 Ts 1.7-10; - Jd 14, 15; - Ap 19.14

Cristo reunirá os santos da tribulação - Mt 24.31; 25.31-40; - Mc 13.27; - Ap 20.4

Os incrédulos não estarão preparados para isso - Mt 24.38,39,43

Cristo separará os homens na terra - Mt 13.40,41, 47-50; 25.31-46

As nações ficarão enfurecidas diante desse evento - Ap 11.18

Os santos se regozijarão diante desse evento - Ap 19.1-8

Cristo julgará e destruirá os ímpios, inclusive o Anticristo e o Satanás - Is 13.6-12; - Ez 20.34-38; - Mt 13.41-50; 24.30; 25.41-46; - Lc 19.11-17; - 1Ts 5.1-11; - 2Ts 2.7-10,12; - Ap 6.6,17; 11.18; 17.14; 18.1-24; - 19.11-20.3

(É BOM LEMBRAR QUE AQUI QUANDO SE FALA DE SANTOS DA TRIBULAÇÃO, ESCRITURAS ESTÃO FALANDO DE UM POVO SEPARADO PELA PROMESSA, OS “ISRAELITAS”. OS IMPIOS QUE FICARAM, ENTRE ELES ESTA A PROSTITUTA DE APOCALIPSE 17 QUE É A IGREJA QUE NEGOU A CRISTO, OU QUE FICOU POR NÃO TER FÉ SUFICIENTE)

Os santos da tribulação receberão galardões - Mt 5.11,12; - 1Co 3.12-14; 9.25-27; - Gl 6.9,10; - 2Tm 4.8; - Ap 20.4

Os santos da tribulação compartilharão da glória de Cristo e do seu Reino - Mt 25.31-40; - Rm 8.29; - 2Ts 2.13,14; - Ap 20.4

O Milênio Satanás será amarrado - Ap 20.2,3

Os santos da tribulação (e possivelmente os santos do AT ressuscitarão dentre os mortos - Ap 20.4

A igreja e todos os santos martirizados na tribulação reinarão com Cristo - Ap 2.26,27; 3.21; 5.9,10; 11.15-18; 20.4-6

Cristo reinará na terra sobre os santos da tribulação que estiverem com vida na sua vinda – Is 9.6,7; - Mq 4.1-8; - Dn 2.44; - Zc 14.6-9; - Ap 5.10; 11.15-18; 20.4-6

A duração do reino será de mil anos - Ap 20.4-7

Os filhos de Deus terão descanso - 2Ts 1.7

A natureza será restaurada à sua ordem e perfeição original - Sl 96.11-13; 98.7-9; - Is 14.7,8; 35.1,2, 6,7; 51.3; 55.12,13; - Ez 34.25; - Rm 18-23

Satanás será solto por um breve tempo no fim do milênio - Ap 20.7

Terminará quando Cristo entregar o reino ao Pai - 1Co 15.24

O Juízo Final Batalha final de Gogue e Magogue - Ap 20.7-9

Todos os ímpios serão ressuscitados dentre os mortos para enfrentar o juízo - Is 26.19-21; - Dn 12.2; - Jo 5.28,29; - Ap 20.12-15

O julgamento do grande trono branco - Ap 20.11-15

Todos os inimigos de Deus serão lançados no lago de fogo - 2Ts 2.9; - Ap 20.10,12-15; 21.8

Os Novos Céus e a Nova terra - Deus destruirá a terra atual - Sl 102.25,26; - Is 34.4; 51.6; - Ag 2.6; - Hb 12.26-28; - 2Pe 3.7,10,12

Deus criará novos céus e nova terra - Is 51.6; 65.17; 66.22; - Rm 8.19-21; - 2Pe 3.10-11; - Ap 21.1-22.6

Deus removerá todos os efeitos do pecado - 2Pe 3.13; - Ap 21.4; 22.3, 15; - Ap 21.1-3

A nova terra se tornará o quartel-geral de Deus - Ap 21.1-13

NA PRÓXIMA FASE: VEJAMOS ENTÃO COMO SERÃO OS EVENTOS DURANTE A TRIBULAÇÃO E APÓS O MILÊNIO.

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Aprendei, pois, esta parábola da figueira: Quando já os seus ramos se tornam tenros e brotam folhas, sabeis que está próximo o verão.

Igualmente, quando virdes todas estas coisas, sabei que ele está

próximo, às portas. (Mt 24.33,34)

____________________________________________________________________ Wilian Gomes



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