Conclusões aprovadas pelo 7º colóquio anual da lusofonia setembro 2008



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57.3. CONCLUSÕES APROVADAS PELO 7º COLÓQUIO ANUAL DA LUSOFONIA setembro 2008



Louvar publicamente os académicos EVANILDO CAVALCANTE BECHARA e JOÃO MALACA CASTELEIRO pela sua total disponibilidade demonstrada desde 2007 em apoiar estes Colóquios e os Encontros Açorianos da Lusofonia bem como pelo incansável trabalho desenvolvido em prol do Acordo ortográfico. (aclamação por unanimidade)

Tornar público, divulgando por todos os meios de comunicação o MANIFESTO constante da página seguinte:

Anunciar que, fruto deste colóquio, o departamento de Português da Universidade de Nottingham no Reino Unido irá, de imediato, adotar nas aulas o novo Acordo Ortográfico

Anunciar que, fruto deste colóquio, o departamento de tradução e interpretação do ISCAP (Instituto Superior de Contabilidade e Administração do Porto) irá, de imediato, adotar nas aulas o novo Acordo Ortográfico

Irão ser desenvolvidas medidas pela Comissão Executiva dos Colóquios destinadas a fazer funcionar, de imediato, as parcerias e protocolos firmadas com os Colóquios da Lusofonia pela ESE (Escola Superior de Educação) do Instituto Politécnico de Setúbal, pela ESE (Escola Superior de Educação) do Instituto politécnico de Bragança e pela Universidade Presbiteriana Mackenzie de São Paulo, Brasil, nomeadamente nos contactos com a Universidade Aberta e outras universidades com e-learning (ensino a distância) para criar, no âmbito destes colóquios, as cadeiras de ESTUDOS E LITERATURA AÇORIANOS e de ESTUDOS E LITERATURA TRANSMONTANA, extracurriculares ou como pós-graduação.

Igualmente ficou a colega Professora Doutora Edma Satar da FLUL (Universidade de Lisboa) de implementar, a curto prazo, a mudança da nossa Diciopédia ou Dicionário Contrastivo da Língua Portuguesa para uma plataforma Java a fim de poder ter melhor utilização e visibilidade. Neste projeto se desenvolverá a fase seguinte do Dicionário de Açorianismos constante da Diciopédia.

Disponibilizar a breve prazo nas páginas do colóquio uma ligação para os Estudos de Crioulo já existentes a fim de facilitar o seu estudo e a sua institucionalização

Irão ser estudadas propostas para parcerias futuras e localização dos Colóquios da Lusofonia e dos Encontros Açorianos, respondendo a pedidos de Santa Catarina, Brasil, São Paulo, Brasil, Galiza, Canadá, EUA, e Setúbal

Face ao apoio dado pela Academia de Ciências de Lisboa, através do seu Vice-Presidente Professor Artur Anselmo, pelo seu Presidente Professor Adriano Moreira, e pelo Professor Malaca Casteleiro, pelo professor Evanildo Bechara da Academia Brasileira de Letras, (ambos patronos deste evento) e pela novel Academia Galega da Língua Portuguesa, os Colóquios da Lusofonia irão desenvolver uma ação concertada com o Senhor Presidente da Câmara Municipal de Bragança para a futura localização na cidade de Bragança do Museu da Língua Portuguesa. Pretende-se que os Colóquios funcionem como motor (através de propostas de todos os que fazem parte da sua rede) e de elo vital de coordenação das iniciativas das três academias na programação futura e na conceção do Museu, cujo projeto de viabilização será apresentado pela Câmara Municipal de Bragança a fim de ser validado pelos Colóquios e pelas Academias em outubro de 2009.

57.4. COLÓQUIO 2009:

Incluir na temática do próximo ano, além da validação das propostas do Museu da Língua Portuguesa em Bragança, um tema de debate sobre questões e raízes da Lusofonia, Léxico da Lusofonia, Promoção da Língua Portuguesa como 2ª língua ou língua estrangeira, devendo convidar-se três filólogos de reconhecido mérito do Brasil, Portugal e Galiza.

O tema de 2008 será HOMENAGEM CONTRA O ESQUECIMENTO, e nela devem incluir-se CAROLINA MICHAËLIS, Leite De Vasconcellos, Euclides Da Cunha, Agostinho Da Silva, Rosália De Castro

Introduzir na programação das sessões (em moldes a definir) as atividades paralelas que têm tido lugar nas noites dos Colóquios.

Recomendação: Considerando a atual situação linguística em São Tomé e Príncipe, Cabo Verde e Guiné Bissau acha-se necessário:

A institucionalização do estudo bilingue,

Proporcionar aos jovens uma maior exposição quer à língua-alvo (PT) quer ao(s) crioulo(s) devendo para tal proceder-se à

Elaborar de material didático em línguas crioulas (mesmo ao nível mais elementar)

Angariar publicações e material audiovisual para proporcionar um maior contacto com a língua portuguesa

Sensibilizar a sociedade civil para esta temática.

57.5. O MUSEU DA LÍNGUA EM BRAGANÇA

Da LUSA:

O primeiro museu português da Língua Portuguesa poderá surgir em Bragança, segundo um repto lançado no encerramento do 7º Colóquio anual da Lusofonia que recolheu já apoios individuais e institucionais ligados à temática. A ideia partiu do presidente da Câmara de Bragança (????), Jorge Nunes, que recebeu de imediato a disponibilidade do vice-presidente da Academia de Ciências de Lisboa para ajudar a instalar este espaço, que seria único em Portugal.

O autarca de Bragança quer aproveitar o balanço dos colóquios anuais da Lusofonia, que há sete anos reúnem na cidade transmontana representantes dos vários países lusófonos, para desenvolver o primeiro museu nacional da Língua Portuguesa. Jorge Nunes gostaria de ter em Bragança, um espaço idêntico ao que já existe em São Paulo, no Brasil, com a história e evolução da língua falada por 320 milhões de pessoas pelo mundo. «Em Portugal não há um espaço museológico relacionado com a Língua Portuguesa e Bragança pode abraçar esse projeto, desde que conte com a colaboração de professores e instituições representativas nesta área», disse à Lusa.

O vice-presidente da Academia de Ciências de Lisboa, Artur Anselmo, manifestou a disponibilidade deste organismo ajudar a instalar em Bragança o Museu da Língua Portuguesa, embora ressalvando a necessidade de contactos entre as partes para formalizar esta parceria. Artur Anselmo lembrou que a Academia portuguesa tem «um espólio muito importante relacionado com a defesa da Língua Portuguesa, desde os fins do século XVIII até hoje» que poderia disponibilizar para o novo museu. Para este académico, «Bragança é o lugar ideal para a instalação deste espaço porque está na confluência de dois mundos fundamentais da Língua Portuguesa, Portugal e a Galiza». Considerou ainda que o novo espaço terá que ser «um museu vivo e o aspeto didático terá a maior importância para que interesse jovens e instituições de ensino».

A ideia mereceu também o aplauso do linguista brasileiro Evanildo Bechara, presente no Colóquio da Lusofonia, que prometeu propor à Academia de Letras Brasileira, da qual é membro, o apoio ao museu português. O presidente da Câmara de Bragança gostaria de congregar as vontades necessárias, para que no próximo Colóquio da Lusofonia os participantes pudessem discutir o projeto e fazer a validação em termos científicos. Outro apoio com que o projeto conta, desde logo, é o da Academia Galega da Língua Portuguesa, que teve dia 6 de outubro, em Santiago de Compostela, o primeiro ato oficial, e que nasceu no seio dos colóquios da Lusofonia em Bragança.

Os Colóquios da Lusofonia irão desenvolver uma ação concertada com o Presidente da Câmara Municipal de Bragança para a futura localização na cidade de Bragança do Museu da Língua Portuguesa. Pretende-se que os Colóquios funcionem como motor (através de propostas de todos os que fazem parte da sua rede) e de elo vital de coordenação das iniciativas das três academias na programação futura e na conceção do Museu, cujo projeto de viabilização será apresentado pela Câmara Municipal de Bragança a fim de ser validado pelos Colóquios e pelas Academias em outubro de 2009. a ideia tem despertado a imaginação dos académicos e investigadores envolvidos pela sua ousadia e vanguardismo e vem culminar os esforços de vários anos através dos Colóquios da Lusofonia de fazer de Bragança a capital da Lusofonia.

Apesar das vozes discordantes e dos velhos do Restelo que decerto se manifestarão (aliás manifestam-se contra tudo o que seja modernizar Bragança ou alterar o seu estatuto de «cidade adormecida à sombra do passado») esta é uma ideia cujos frutos serão rapidamente compreendidos pela população em geral. O Brasil, onde a cultura é igualmente mencionada a tratos de polé, registou milhões de visitantes nos primeiros anos do seu Museu da Língua Portuguesa em São Paulo, muito para além de todas as expetativas.

Para isso convido toda a gente a ver

http://www.youtube.com/watch?v=OzKEfEHi7ag

http://www.youtube.com/watch?v=rxLG6YzowGg&feature=related



Haja vontade política, e aqui se reitera que embora sejamos independentes e subsídio independentes é necessária vontade política para fazer arrancar este projeto, e Bragança daqui a uns anos pode orgulhar-se de ser a segunda cidade no mundo a ter um Museu dedicado à Língua.

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