Beatriz kaori, caroline maria, debora aline, emerson campos, fernanda raphaella, nallanda



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INSTITUTO  FEDERAL  DE  EDUCAÇÃO, 

CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE RONDÔNIA 

TÉCNICO INTEGRADO EM AGROPECUÁRIA 

2° A 

 

BEATRIZ KAORI, CAROLINE MARIA, DEBORA ALINE, 



EMERSON CAMPOS, FERNANDA RAPHAELLA, NALLANDA 

RANGEL & OLIVIO NETO   

 

RELATÓRIO DE AULA PRÁTICA 

 

 



Ariquemes 

2019 


 

 

 



 

 

 



 

 

 



 

 

 



 

 

 



 

 

 



 

 

 



 

 

 



 

 

 



 

 

 



 

 

BEATRIZ KAORI, CAROLINE MARIA, DEBORA ALINE, 



EMERSON CAMPOS, FERNANDA RAPHAELLA, NALLANDA RANGEL 

& OLIVIO NETO   

 

 

RELATÓRIO DE AULA PRÁTICA 



 

 

Trabalho apresentado  ao Instituto Federal  de  Educação, 



Ciência e Tecnologia de Rondônia - IFRO como requisito 

parcial para a obtenção de média bimestral na disciplina 

de Produção Animal. 

 

Orientador: Prof. Stefanny Rochelly Klaus Sales Oliveira  



 

 

 

Sumário 

 

1. INTODUÇÃO .................................................................................................. 4



 

2. DESENVOLVIMENTO .................................................................................... 5

 

2.2 Sentido da instalação............................................................................. 5 



2.2.1 Sistema extensivo ............................................................................... 5 

2.2.2 Sistema Semi-extensivo ..................................................................... 5 

2.2.3 Sistema Intensivo ............................................................................... 5 

2.3  Qual  o  material  usado  e  esta  em  boas  condições?  Se  não  quais  as 

modificações sugeridas? ......................................................................................... 6 

2.4 Bebedouro ................................................................................................. 7 

2.5 Comedouro ................................................................................................ 7 

2.6 Divisão do aprisco ..................................................................................... 8 

2.7 Entulhos .................................................................................................... 9 

2.8 Área total ................................................................................................. 10 

2.9 Capacidade para: .................................................................................... 11 

2.11 Cuidados com os animais ..................................................................... 15 

2.12 Casqueamento ...................................................................................... 16 

3. CONCLUSÃO ............................................................................................... 18

 

4.  REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ............................................................. 19



 

 

 



 

 

 



 

 

 



 

 

 

1. INTODUÇÃO 

O  Brasil  tem  um  grande  potencial  de  crescimento  em  relação  à  criação  de 

caprinos e ovinos. Não se trata apenas de aumentar os rebanhos e sim, de melhorar 

a qualidade genética de cabras e ovelhas, cuidar da saúde dos animais e zelar pela 

higiene  dos  produtos.  (ELOY  et  al.,  2019).  Por  esse  motivo  deve  haver  grandes 

cuidados  com  relação  as  instalações  e  ao  seu  casco,  que  foram  as  principais 

características observadas nessa aula. 

Quando  o  animal  é  retirado  de  sua  zona  de  conforto  modificando  as  suas 

condições  naturais  de  vida  cria-se  um  desafio  a  sua  capacidade  de  adaptação,  às 

condições  adversas  de  ambiente,  clima,  alimentação  e  manejo,  o  que  pode 

ocasionar  o  aparecimento  de  doenças  e  prejuízos  econômicos.  (SILVEIRA  et  al., 

2010) 

O  casqueamento  é  importante  para  evitar  doenças  no  casco,  que  geralmente 



são relacionadas á instalações inadequadas. As quais podem acarretar na  redução 

a resistência dos tecidos podais quando em pisos úmidos e lamacentos, ou também 

pode haver prejuízos quando em pisos irregulares e pastos grosseiros. 

Sabendo  isso,  foram  relatadas  as  condições  em  que  estão  os  caprinos  no 

Instituto  Federal  de  Rondônia 

–  Campus  Ariquemes,  e  indicado  melhoras  que 

poderiam ser feitas nas instalações desses animais. 

 

 



 

 

 



 

 

 



 

 

 



 

 

 



 

 

2. DESENVOLVIMENTO 

Os  animais:  Segundo,  os  técnicos  que  manejam  o  local,  existem 

aproximadamente 15 animais, constatamos que existem 16, e com o nascimento de 

um novo animal, agora ao todo  são 17. Ainda, nos disseram que eram 5 animais e 

chegaram cerca de 14 novos, ainda não sabemos se eles vão permanecer no local, 

por muito tempo, mas torcemos que seja assim. 

 

2.2 Sentido da instalação  

A  instalação  está  dentro  dos  parâmetros  pré-estabelecidos,  a  despeito  da 

localização,  que  está  sentido  leste  oeste;  o  aprisco,  descrito,  é  do  sistema  semi-

extensivo,  mas  existem  outros  tipos,  que  Gouveia  e  Ulhoa,  (2007),  caracteriza  os 

como: 


2.2.1 Sistema extensivo 

 Voltado,  para  subsistência,  não  exige  grandes  estruturas,  o  que  é 

recomendado é um local de sombra, pois nesse sistema o animal fica solto no pasto. 

 

2.2.2 Sistema Semi-extensivo 

 Os animais são recolhidos a noite nas instalações para serem suplementados 

com  ração,  ou  em  algumas  épocas  do  ano  ficam  confinados.  Mesmo  sistema  do 

IFRO,  além  de  facilitar  o  manejo,  dos  animais  não  dão  tantos  custos,  quanto  o 

intensivo,  segundo  Barros  et  al.,  (2009),  o  sistema  apresenta  melhor  lucro,  com 

cordeiros terminados em pastagem. 

 

2.2.3 Sistema Intensivo 

 Consiste  em  confinar  literalmente  o  animal,  esse  método,  requer  mais 

investimentos, e é indicado para animais, que vão ser abatidos: ovinos de corte. 

No sistema semi-extensivo, é indicado que a construção tenha suas portas no 

sentido  norte  e  sul,  devido  a  direção  dos  ventos  e  porque  os  animais  não  ficam 

nestes locais o dia todo, assim não têm problemas com incidência de raios solares, 

e os ventos, neste caso, auxiliam na sanidade do local,  Zuffo e Resio-Zuffo, (2016), 

confirmam que as direções dos ventos seguem sentidos aos polos da Terra. 

 


 

 

 



 

 

 



 

 

 



 

 

 



 

2.3  Qual  o  material  usado  e  esta  em  boas  condições?  Se  não  quais  as 

modificações sugeridas? 

Madeira,  telas  que  confinam  o  animal  dentro  da  estrutura,  telhas  Eternit  de 

4mm a 6mm que estrutura um telhado de 2 águas (apesar de telhas de barro serem 

mais  indicadas  por  questão  do  conforto  térmico),  cocho,  bebedouros,  fechaduras. 

Recomenda-se que seja feita uma avaliação e melhor organização na rede elétrica 

presente, que está mal distribuída e arranjada no local e com os fios descascados, 

casa  haja  descuidos  tanto  quem  estiver  fazendo  o  manejo,  quanto  os  animais 

correm  risco  de  acidentes,  e  a  adição  de  mais  um  bebedor  e  comedouro,  além  de 

uma subdivisão melhor do local, entre os animais. 

 

 



 

 

 



 

 

 



 

 

Figura 2: Noção espacial, da área do aprisco. 



Fonte: Google Maps. 

 

 



Figura 1: Aprisco zona da mata, IFRO, Ariquemes. 

Fonte:  Acervo  Pessoal,  2ª  A,  Tec.  em  Agro,  IFRO 

2019. 

 


 

 

 



 

 

 



 

 

 



 

 

Figura 3: Aprisco, IFRO Campus Ariquemes. 



Fonte: Acervo Pessoal, 2ª A, Tec. em Agro, IFRO 2019. 

 

2.4 Bebedouro 

A estrutura possui bebedor, e esta em pleno funcionamento. Todavia somente 

um  bebedor.  As  dimensões  do  bebedor  são:  1,30  m  de  comprimento  por  33cm  de 

largura e de profundidade são 15 cm (Figura 4). 

 

 



 

 

 



 

 

 



 

 

 



 

 

 



      

Figura 4: Bebedor, do aprisco. 

      Fonte: Acervo Pessoal, 2ª A, Tec. em Agro, IFRO 2019. 

 

2.5 Comedouro 

O  local  possui  um  comedouro,  que  está  em  funcionamento.  Todavia,  assim 

como o bebedor, só existem um no local, sendo assim os animais mais vulneráveis e 

novos,  não  conseguem  suprir  de  uma  boa  alimentação  adequada  a  sua  fase.  As 


 

 

dimensões do comedouro de PVC, são: 1,80 m x 38cm, e profundidade de 23,5 cm 



(Figura 5). 

 

 



 

 

 



 

 

 



 

 

 



 

Figura 5: Comedouro, do aprisco. 

Fonte: Acervo Pessoal, 2ª A, Tec. em Agro, IFRO 2019 

 

 



2.6 Divisão do aprisco 

O local possui divisão nitida dos setores, todavia não são todos que conhecem 

e sabem diferenciar cada um, algo que é e difícil, mais ainda pois o local não possui 

identificação dos setores (Figura 6). 

 

 

 



 

 

 



 

 

 



 

 

 



 

 

 



 

 

 



 

 

 



  Figura 6: Setores do Aprisco. 

  Fonte: Acervo Pessoal, 2ª A, Tec. em Agro, IFRO 2019 

 

 

2.7 Entulhos  

O  local  apresenta  um  setor  no  qual  alguns  rejeitos  são  colocados  (Figura  7), 

todavia nada que expressamente possa causar dano, na saúde dos animais. Ainda 

assim  entulhos  atraem  insetos  e  ratos,  vetores  de  doenças  infecciosas.  Além  de 

animais  peçonhentos  como  cobras,  logo  não  é  recomendado,  pois  pode  trazer 

perigos tanto a quem maneja quanto aos animais. Foi muito satisfatório, verificar que 

não existem entulhos abaixo da estrutura,  que se mantém elevada do solo a cerca 

de 1,5 metros do chão.  

 

 

 



 

 

 



 

 

 



 

 

Figura 7: Entulhos, em um setor do aprisco. 



Fonte: Acervo Pessoal, 2ª A, Tec. em Agro, IFRO 2019. 

 


 

 

 



 

 

 



 

 

 



 

Figura 8: Local abaixo do aprisco. 

Fonte: Acervo Pessoal, 2ª A, Tec. em Agro, IFRO 2019 

 

 



 

 

 



 

 

 



 

 

 



 

 

 



 

Figura 9: Piso do aprisco, limpo. 

Fonte: Acervo Pessoal, 2ª A, Tec. em Agro, IFRO 2019 

 

 



 

 

2.8 Área total  

A Área total engloba, todo o terreno de locação da estrutura, e a área útil onde 

os animais permanecem. No aprisco onde ocorrera a aula prática a área total pode 

ser expressa em: Área total= 65, 331 m2 e usada pela construção=38,68 m2. 

 

 

 



 

 


 

 

 



 

 

 



 

 

 



 

 

 



 

 

 



 

 

Figura 10: Noção espacial da área do aprisco. 



Fonte: Acervo Pessoal, 2ª A, Tec. em Agropecuária, IFRO 2019. 

 

2.9 Capacidade para: 

 



  Reprodutor; 



  Matrizes; 

  Crescimento e terminação. 



 

É  evidente,  que  a  densidade  dos  animais,  locados,  em  qualquer  estrutura, 

interfira na produção seja qual a finalidade, essencialmente em ovinos de corte, em 

que  lesões  na  carne,  diminuem  o  valor  do  produto.  Apesar  da  instalação  não 

confinar  os  animais  por  longos  períodos,  o  espaço  ainda  é  importante,  segundo 

Turco e Araújo, (2011), os espaços ideais para os ovinos são: 

 

Item

 

Ovelhas 



ou  cabras 

secas

 

Reprodutores

 

Ovelhas 

ou  cabras 

com crias

 

Crias

 

Crias  em 

fase 

de 

desmame

 

Piso 



sólido

 

1,10 a 1,15



 

2,0 a 2,8

 

1,5 a 2,0



 

0,15 a 0,20

 

0,75 a 0,95



 

Piso 

ripado

 

0,75 a 0,95



 

2,5 a 0,95

 

0,95 a 2,0



 

0,95 a 2,0

 

0,40 a 0,50



 

Tabela 1: Relação espaço e animal. 

Fonte: Ross (1989), adaptado por Turco e Araújo (2011). 

 

 



 

 

O local possui: 





 4 Reprodutores; 



 4 Matrizes ou prenhas; 



 8 animais em fase de crescimento e terminação, sendo: 

A) 


5 burregos: 3 fêmeas e 2 machos; 

B) 


3 fêmeas não matrizes. 

 1 filhote, que nasceu após a aula prática. 



  

O  aprisco  dos  ovinos,  não  possui  organização  nos  setores,  todavia  se  fosse 

feito,  uma  análise  de  viabilidade,  dos  setores,  poderíamos  recomendar  o  seguinte 

esquema:  



Figura 11: Redefinição dos setores do aprisco, que poderiam ser feitas; e capacidade para 

cada categoria de ovinos. (figura com dimensões sem compromisso com a realidade. 



Fonte: Grupo, 01, aula prática, 2A técnico em agro, IFRO 2019. 

 

 



 

 

 



Reprodutores: 

7,31 m2 

 

 

 



 

 Crescimento e terminação: 

6,10 m2 

 

Matrizes:  

6,61 m2 

 

 

Área de manejo 



 

 

 



 

 

Destarte a capacidade para cada categoria seria: 



 

  Reprodutores: 3 animais, mas existem 4 no local. 



  Matrizes:  3  animais,  em  estado  de  prenhez,  todavia  existem  4,  resultado  já 

usando a subtração fêmea que pariu. 

  Crescimento e terminação:  



1.  Fêmeas secas:  Se usarmos uma média  de 1m2,  para cada fêmea seca, ao 

total  o  espaço,  no  local  serve  para  4  animais,  afinal,  são  quatro  nessa 

categoria, e sobram 2,10m2, que podem ser usados para os burregos, dentro 

do mesmo espaço. 



2.  Burregos: Se usarmos um espaço de 0,50m2 para cada animal, e usarmos o 

espaço que sobrou das fêmeas secas, o espaço para serve para 4 burregos, 

apesar de terem 5, no local. 



  Filhote: Ele pode permanecer, com a mãe. 

Todavia, fora outra situação que encontramos no local, mas pelos cálculos, as 

áreas são compatíveis, para essa divisão.  

 

 

 



 

 

 



 

 

 



 

 

 



Figura  12:  Animais,  alocados,  em  um  setor,  para  escolha,  de  um  indivíduo,  para  o 

casqueamento. 



Fonte: Acervo Pessoal, 2ª A, Tec. em Agro, IFRO 2019 

 

 



 

 

 

2.10 Melhorias possíveis  

As melhorias no aprisco, não são muito complexas,  que seriam instalar outros 

comedouros  para  diminuir  a  competição  entre  os  animais,  retirada  de  entulhos  e 

manutenção no sistema elétrico;  

  Organização dos setores e identificação:  além de tornar o ambiente mais 



didático, o local, fica mais fácil de manejar. 

  Instalação  de  mais  comedouros:  só  existe  1  comedor,  e  um  bebedor,  e 



todas  as  categorias  ficam  juntas,  isso  dificulta    a  alimentação  ou  hidratação 

dos mais fracos  ou vulneráveis. 

  Retirada  de  entulhos:  como  já  dito,  isso  acarreta,  em  problemas  com 



sanidade  e  segurança,  ademais  aquele  local,  poderia  ser  usado  para  outras 

finalidades como, abrigar os reprodutores. 

  Manutenção  do  sistema  elétrico:  para  evitar,  possíveis  acidentes  com  os 



animais ou quem maneja, e na pior das ocasiões incêndios. 

 

 



 

 

 



 

 

 



 

 

 



 

 

 



 

 

Figura 13: Rede elétrica, do aprisco, em condições desfavoráveis. 

Fonte: Acervo Pessoal, 2ª Agro, IFRO 2019. 

 

 



 

 

 

 

 



 

 

  

 

 



 

 

 



 

 

Figura 14: Rede elétrica, do aprisco, em condições desfavoráveis. 



Fonte: Acervo Pessoal, 2ª Agro, IFRO 2019. 

 

 

2.11 Cuidados com os animais 

Os animais do local passam parte de seu tempo, no pasto, o que faz com que 

eles corram riscos de sofrerem infecções, quando, alguma ferida entrar em contato 

com  o  solo.  Para  evitar  esses  transtornos  de  prontidão,  fora  feito  a  passagem  de 

matabicheiras nos animais, sobre suas feridas. 

  

 

 



 

 

 



 

 

 



 

 

 



 

 

Figura 15: Matabicheiras. 



Fonte:  Acervo Pessoal, 2ª A, Tec. em Agro, IFRO 2019. 

 

 

2.12 Casqueamento 

Os quadrúpedes, apesar de possuírem maior contato superficial com solo, que 

bípedes,  exigem  cuidados  para  não  sofrerem  com  problemas,  que  causem 

desequilíbrio nos aprumos, conceituados como: Exata direção que têm os membros, 

com  relação  ao  solo,  de  modo  que  o  peso  corporal,  seja  regularmente  distribuído 

sobre  os  membros.  Um  animal  com  problemas  nos  aprumos,  não  podem  ir  para 

reprodução,  pois  terem  dificuldades  além  de  possíveis  lesões,  ademais  é  uma 

questão  humanitária,  manter  o  animal  em  condições  saudáveis.  A  origem  deste 

problema  além  de  estar  relacionada  à  genética,  está  ligada  também  ao  casco  do 

animal,  que  pode  crescer  desproporcionalmente,  acarretando  no  desequilíbrio  dos 

aprumos.  O  Casqueamento  consiste  na  retirada  do  casco,  excessivo,  de  modo 

grosso se 

assemelha ao “corte de unhas”, porém mais complexos, sem os devidos 

cuidados  lesões  no  animal  podem  ocorrer,  e  posteriores  infecções  podem  ocorrer, 

por  isso  apesar  de  simples,  é  um  processo  minucioso  que  demanda  cuidados. 

Segundo  Medeiros  et  al  (2017),  o  casqueamento  dos  animais,  deve  ser  feito,  em 

períodos,  pós  e  antes,  à  época  de  chuvas,  para  evitar  o  risco  com  doenças,  ou 

fungos,  haja  vista,  mesmo  que  o  casqueamento,  seja  feito  da  melhor  maneira 

possível,  ainda  assim  o  animal,  fica  vulnerável,  pois  o  casco  fica  menos  protegido, 

de microrganismos, que podem causar doenças. 

 

 



 

 

 



 

 

 



 

 

Figura 16: Casco antes e depois de ser casqeuado.  



Fonte: Acervo Pessoal, 2ª A, Tec. em Agro, IFRO 2019 

 

 



 

 

 

 



 

 

 



 

 

 



 

 

 



 

 

 



Figura 17: Cascos antes e depois de serem casqeuados.  

Fonte: Acervo Pessoal, 2ª A, Tec. em Agro, IFRO 2019 

 

 



 

 

 



 

 

 



 

 

 



 

 

 



 

Figura 18: Alunos do 2° A Agro realizando o casqueamento. 

Fonte: Acervo Pessoal, 2ª A, Tec. em Agro, IFRO 2019. 

 

 



 

 

 



 

 

 



 

 

 



 

 

3.  CONCLUSÃO 

 

Concluímos que ao fim desta aula prática, o sistema de manejo implementado 



no  IFRO  é  o  semi-extensivo,  voltado  para  subsistência  sem  exigir  grande  pressão 

em  relação  à  estrutura  do  aprisco,  já  que  os  animais  permanecem  soltos  na 

pastagem. 

Aprendemos  também  qual  é  a  capacidade  de  suporte  do  aprisco,  isto 

dependendo muito de que tipo de categoria de criação ou a taxa de lotação para a 

quantidade  de  animais  que  o  produtor  irá  cuidar,  estas  variam  em  relação  ao 

tamanho  do  aprisco,  sendo  que  para  cada  reprodutor,  matrizes  ou  filhotes  exigem 

uma  área  em  m²  ideal  para  ele  ficar  confortável  e  não  haver  disputas  de  comida, 

água e brigas, causando estresse entre os ovinos. 

Na parte de manejar o animal, que  foi feito apenas o casqueamento, escolhe-

se o animal que estiver com o casco grande, segura ele e usa algum objeto cortante 

para  remover  o  excesso  de  casco  como  faca,  canivete,  tesouras,  etc.  Caso  ocorra 

de  ferir  o  animal  ou  encontrar  uma  ferida,  aplica-se  um  inseticida  para  não  dar 

bichos no animal o (mata-bicheira). 

 

 

 



 

 

 



 

 

 



 

 

 



 

 


 

 

4.  REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 



 

BARROS,  de,C.S.;  MONTEIRO,  A.L.G.;  POLI,  H.E.C.;  DITTRICH,  J.R.;  CANZIANI, 

J.R.F.;  FERNANDES,  M.A.M.  Rentabilidade  da  produção  de  ovinos  de  corte  em 

pastagem e em confinamento.  Revista Brasileira de Zootecnia.    V.38,  n.11.  20,p. 

2270-2279,   2009. Disponível em:  

http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1516-

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