Anexo I guia de normalizaçÃo técnico-científica 1 Indicações gerais



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ANEXO I
GUIA DE NORMALIZAÇÃO TÉCNICO-CIENTÍFICA
1 Indicações gerais

Os trabalhos devem reflectir equilíbrio entre as partes, as quais devem ser harmoniosamente articuladas. Da mesma forma, recomenda-se que a apresentação das diferentes partes seja consistente, seguindo os mesmos padrões e critérios de apresentação e redacção.

A segmentação por partes, capítulos e subcapítulos deve seguir as tendências mais generalizadas nos trabalhos experimentais e nas revisões conceptuais, quer dos espaços das ciências naturais, quer do das ciências humanas.

Deve utilizar-se o Sistema Internacional de Unidades (SI), bem como as abreviaturas convencionais (Almeida, 2002).

Deve recorrer-se a uma linguagem simples e informativa, privilegiando o verbo em detrimento do advérbio e o substantivo em detrimento do adjectivo. Naturalmente que se deve recorrer à terminologia específica, da área científica em causa, mas dever-se-á cuidar de definir ou esclarecer termos ou expressões que possam revestir alguma ambiguidade no espaço científico, seja mais restrito, seja mais lato.
2 Apresentação gráfica e conteúdo

2.1 Aspectos gerais

Os trabalhos deverão ser apresentados em três exemplares impressos, com letra (de forma dactilografada, tipografada ou através de processamento informático de texto) a 1.5 espaços, justificado, fazendo a distinção dos parágrafos com 6pts após, em papel corrente (80 g/m2), formato A4 (210mm x 297 mm), branco, e com 3 cm de margem nos seus 4 lados. Deverá também ser entregue um exemplar do trabalho em CD-Rom, formato PDF num ficheiro único.

O tipo de letra do corpo do texto deverá ser Arial em tamanho 12. A formatação dos títulos deverá ser: Arial 16 à esquerda (estilo Titulo 1). Para os subtítulos deverão usar uma formatação progressiva (subtítulo 1 – arial 14; subtítulo 2 Arial 12 a negrito). As chamadas para notas de rodapé deverão ser numeradas. O trabalho deverá ser escrito a preto, (cor apenas em figuras e em casos de absoluta necessidade), frente e verso, iniciando-se cada capítulo em página ímpar.

As páginas deverão ser numeradas, em ordem crescente, iniciando-se com numeração árabe, na primeira página da introdução, devendo os preliminares e os anexos ser numerados em romano. A numeração deverá ser colocada na margem inferior direita da página.



2.2 Capa

A protecção externa das publicações deve ser de cartolina (300g), impressa de acordo com a formatação e “design” próprios (modelo adoptado pelo ISPB), respeitando as especificidades de cada curso.



2.3 Folha de rosto

A folha de rosto deve incluir os mesmos dados que a capa, aos quais se acrescerá o nome do(s) orientador(es) e a declaração relativa ao grau académico, para cuja atribuição o documento foi elaborado, no quadrante inferior direito.

“Trabalho apresentado ao curso de ... do Instituto Superior Politécnico de Benguela, para obtenção do grau de Licenciatura, sob orientação de (nome e grau académico) e co- orientação (se se aplicar). Ex: António Santos (PhD) ou (MSc) ou (Lic) ou (BSc)

No verso da folha de rosto, deve ser incluída uma ficha de catalogação com todos os dados de identificação, resumidos em forma de referência bibliográfica, à qual se deverão juntar até cinco PALAVRAS-CHAVE, todas escritas em maiúsculas, conforme anexo 1.

2.4 Errata (facultativa)

Os erros detectados, após a entrega do relatório final, poderão ser corrigidos através da entrega de uma errata ao júri no acto da defesa.

Exemplo:


Página

Parágrafo

Linha

Onde se lê

Deve Ler-se

3

5

2

Estava

esteve


2.5 Páginas preliminares

Nas páginas que antecedem o Índice, podem ser incluídas as seguintes partes, devendo constar cada uma em página separada ímpar e na seguinte ordem:



a) Dedicatória (Opcional) Texto geralmente curto no qual o autor presta homenagem ou dedica o seu trabalho a alguém.

b) Agradecimentos (opcional)

Manifestação de agradecimento a pessoas e/ou Instituições que, de alguma forma, colaboraram para a execução do trabalho. Deverá sempre seguir uma ordem da pessoa e/ou Instituição mais importante (que teve mais influência ou participação durante o desenvolvimento do trabalho).



c) Epígrafe (opcional) Citação de um pensamento que, de certa forma, inspirou a génese do trabalho.

Pode ocorrer também no início de cada capítulo ou de partes principais.



3 Índice

Indicação do conteúdo do documento.

Apresenta as divisões ou secções de um documento, pela mesma ordem que aparecem no texto, seguidos pelo número da página em que se iniciam. Havendo mais de um volume, deve-se incluir um índice completo do trabalho em cada volume.

Os índices incluem o Índice Geral, Índice de Figuras, Índice de Quadros e Índice de Tabelas.

Os índices devem incluir todos os capítulos e subcapítulos, bem como, a título facultativo, todas as figuras, quadros e tabelas incluídos no documento.

4 Listas

4.1 Abreviaturas, Símbolos e Siglas

Deve ser apresentada uma lista exaustiva de abreviaturas, por ordem alfabética, símbolos e siglas, que, todavia, não dispensa que as abreviaturas, fora as mais tradicionais, nomeadamente as relativas a unidades de medida, sejam referidas pela primeira vez no texto, entre parêntesis, imediatamente depois do seu enunciado por extenso.



5 Prólogo (facultativo)

Não deverá ser redigido pelo autor, mas sim por outra pessoa, no qual escreve sobre o tema do trabalho. O Prólogo serve como apresentação do tema, mas nunca como Introdução.



6 Resumo e Abstract

Depois dos índices, são reservadas 2 (duas) páginas ímpares para os resumos, em português e inglês. Os resumos são, respectivamente, designados pelas palavras Resumo e Abstract, centradas e de corpo 12.

Os resumos não devem exceder uma página e devem incluir o objectivo do trabalho, referência à metodologia empregue, salientando os resultados mais importantes e as principais conclusões.

Devem iniciar-se pelo condensado da referência bibliográfica da tese ou dissertação e devem estender-se através de um discurso conciso e selectivo, relevando os elementos de maior importância, nomeadamente, as novas contribuições emergentes do trabalho.

Imediatamente após os resumos, devem ser apresentadas (na mesmas folha), em maiúsculas, até cinco palavras-chave do trabalho.

No resumo, não devem ser utilizadas abreviaturas e símbolos, que não sejam os de uso corrente, nomeadamente os relativos a unidades de medida.




7 Texto

Como todos os trabalhos científicos, a organização do texto deve obedecer a uma sequência, dividindo-se em capítulos conforme a natureza do assunto.

A forma e o conteúdo (ou as categorias de conteúdo) do texto propriamente dito variam consoante a natureza do trabalho, por exemplo, trabalhos experimentais, trabalhos exploratórios, revisões da literatura ou outros de natureza conceptual.

Os primeiros obedecem ao formalismo tradicional do método experimental, de onde se destacam os trabalhos duplamente cegos e cruzados, onde se usam grupos de controlo e grupos experimentais e onde se manipulam variáveis independentes para perceber os efeitos produzidos sobre as variáveis dependentes.

Os segundos aproximam-se dos primeiros, na sua estrutura, onde o conhecimento do objecto de estudo não é ainda muito aprofundado. Nestes trabalhos, parte-se à exploração de um fenómeno em estudo, procurando, nos analíticos, reconhecer associações, dependências e independências, características, constâncias e variabilidades e nos descritivos documentar características particulares e pouco habituais. Procura-se, por exemplo, descrever um comportamento, um movimento ou um conjunto de movimentos e perceber quais os factores que mais os influenciam em ordem à concretização do seu objectivo.

Os trabalhos de revisão sistemática consubstanciam-se em sínteses comentadas dos trabalhos produzidos até então na área científica em estudo e, se possível, inovadoras no seu produto final. Constituem-se como que redefinições inovadoras, na sua forma ou perspectiva, do estado actual de desenvolvimento do conhecimento, relativo ao objecto de estudo.

Transcendendo as mais comuns revisões da literatura, são também frequentes os trabalhos de natureza hermenêutica e outros trabalhos conceptuais, nomeadamente muitos dos que são elaborados nos domínios das ciências humanas. Trata-se de produções muitas vezes revestidas de elevada especificidade, ora fenomenológica, ora metodológica, que determinam uma vocação especial para formas particulares de organização de conteúdos. Neste quadro de grande especificidade e diversidade, onde ainda, para mais, se valoriza a criatividade e a inovação, torna-se muito difícil regulamentar a produção de uma dissertação, a não ser nos seus traços mais gerais e nos domínios mais pragmáticos, como por exemplo no que respeita às normas de citação, referenciação e à estrutura mais macroscópica do documento.

O vertido nos pontos seguintes, com excepção do referido no período anterior, deve ser entendido como orientação geral, segundo a qual os autores e orientadores devem procurar corresponder, a não ser em circunstâncias particulares, à justificação reconhecível.



7.1 Trabalhos experimentais e exploratórios

Os trabalhos deverão incluir:

7.1.1 Introdução:

(1) uma descrição clara, mas resumida, do estado do conhecimento na área, a qual defina um quadro de problemas ainda não resolvidos e que sustente a formulação dos propósitos do trabalho;

(2) um enunciado resumido da estrutura do trabalho salientando, nomeadamente, as intenções que levaram à inclusão de cada parte ou capítulo, a justificação do ordenamento lógico das partes. A utilização de referências bibliográficas deverá traduzir a actualidade da revisão, mas sem ser necessariamente exaustiva.

7.1.2 Revisão de Literatura ou fundamentação teórica ou estado da arte

Tem por objectivo definir o estado actual de conhecimentos no domínio e assunto particular em que a dissertação se desenvolve. Deve privilegiar-se a literatura mais recente, mas sem perder de vista a necessidade ou oportunidade de se promover a contextualização histórica do conhecimento, dos progressos no conhecimento e, inclusivamente, as repercussões do desenvolvimento tecnológico na produção do conhecimento. Nesta medida, convém que a revisão da literatura se possa escorar numa análise tão aturada e exaustiva, quanto possível da literatura disponível sobre o assunto.
7.1.3 O(s) objectivo(s) do trabalho

7.1.4 Metodologia apresentará todos os elementos que se refiram:

(1) à descrição e caracterização da amostra;

(2) à identificação das técnicas e/ou métodos, bem como aos instrumentos utilizados e

(3) aos procedimentos estatísticos empregues.

Este capítulo deve viabilizar a replicação do estudo na comunidade científica, ao mesmo tempo que deve permitir a relativização dos resultados e conclusões ao respectivo nicho metodológico, assim como especificidades inerentes a cada desenho de estudo (ética, validade e fiabilidade de instrumentos, critérios de inclusão e exclusão, pré-teste, estudos piloto, entre outros).

7.1.5 Resultados

Os resultados deverão ser apresentados de forma concisa, mas não omitindo factos relevantes que possam induzir interpretações erradas ou incompletas. Deve favorecer-se a apresentação de resultados tratados, remetendo os dados em bruto, em caso de necessidade, para anexo. Os resultados deverão ser apresentados sob a forma de Quadros, Tabelas e/ou Figuras, devidamente numerados e legendados. Figuras, Quadros e Tabelas devem ser inseridas apenas depois de mencionados. Os dados não devem ser replicados em figuras e tabelas, devendo apenas o texto realçar os aspectos mais importantes. Deverá ser evitada qualquer referência bibliográfica, assim como material que diga respeito à discussão dos resultados.

7.1.6 Discussão

A discussão deverá ser escrita de acordo com os resultados, começando por analisar a coerência dos mesmos. Dever-se-á progredir na análise desses resultados, evidenciando, analisando e procurando-os justificar com fundamentação científica. Na discussão, deverão ser incluídas as implicações dos resultados encontrados, bem como a sua relação com os de outros trabalhos realizados na mesma área. Nesta parte do trabalho, poderão ser formuladas novas hipóteses, assim como recomendações referentes a estudos posteriores. É na discussão que mais se percebe a maturidade intelectual do autor, a sua capacidade de análise e o domínio da matéria, pelo que deve constituir-se como um importante domínio de investimento do autor.

7.1.7 Conclusões

A apresentação das conclusões do trabalho, deverá ser sintética, reportadas aos objectivos formuladas e culminando em níveis de generalização e abrangência, tão elaborados quanto a metodologia usada e os resultados conseguidos o permitam.


7.2 Trabalhos de revisão e outros de natureza conceptual

Os trabalhos deverão incluir:

7.2.1 Os preliminares já referidos.

7.2.2 Introdução contendo:

(1) uma descrição clara, mas resumida, do estado de conhecimento na área, onde se perceba o quadro de problematização do objecto que é perfilhado;

(2) o(s) objectivo(s) do trabalho;

(3) a metodologia utilizada e a justificação da respectiva adequação e

(4) a justificação da organização sequencial dos conteúdos. A utilização de referências bibliográficas deverá traduzir a actualidade da revisão, mas sem ser exaustiva.

7.2.3 Desenvolvimento do problema:

Constitui o cerne do trabalho e a sua organização decorre, principalmente, da sua própria especificidade. Deve, no entanto, e por isso mesmo, corporizar uma organização particular bem justificada, a qual seja facilmente reconhecida como lógica para o problema em estudo.

7.2.4 Conclusões (o mesmo que para trabalhos de natureza experimental). 7.2.5 Bibliografia (o mesmo que para trabalhos de natureza experimental).

8 Referências bibliográficas

Neste ponto, deverão ser listadas por ordem alfabética todas as referências bibliográficas das citações incluídas no texto. Nesta lista, seguir-se-á o sistema autor/data (do estilo APA). Deverão ser utilizadas preferencialmente referências provenientes de trabalhos publicados. Informações obtidas em comunicações pessoais e em trabalhos submetidos a publicação poderão ser utilizadas, aparecendo apenas na citação e não na bibliografia, como “comunicação pessoal” e "trabalho não publicado".



9 Anexos / Apêndices

Anexos e apêndices constituem elementos de pós-texto da dissertação, devendo, por isso, ser remetidos para depois das referências bibliográficas. Devem, porém, ser vistos como partes do trabalho que incluem dados essenciais.

Por Anexo, entende-se uma parte particular do trabalho, onde se inclui material decisivo, nomeadamente resultados em bruto. Trata-se de material não fundamental para o entendimento do trabalho, mas determinante para a sua avaliação e verificação aprofundadas, pelo que não deve ser considerado supérfluo. De resto, só nesta circunstância é que estes dados devem ser incluídos.

O Apêndice constitui uma parte suplementar, contendo material de carácter informativo e cuja ausência não perturba o entendimento, nem compromete as possibilidades de avaliação do trabalho. A sua não inclusão não deixa, portanto, a dissertação incompleta.

Mediante a existência de anexos e apêndices, deve ser incluído um Índice de anexos e um Índice de apêndices, imediatamente após os restantes índices já referidos.

Tal como para os preliminares, também os anexos e apêndices devem ser numerados em romano.



NOTAS: Ilustrações:

As figuras e tabelas deverão ser numerados em árabe e inseridos no texto. A numeração deverá ser sequenciada. Cada figura e cada tabela, deverão ser perfeitamente explícitos, não devendo carecer de referência para o texto para serem sumariamente entendidos. Devem, por isso, ser acompanhados de um título (Arial tamanho 11), o qual deve ser incluído por baixo das figuras e por cima das e tabelas. O texto das tabelas deverá ser formatado em Arial tamanho 10. As abreviaturas e símbolos utilizados deverão ser legendados.

Quando se aplica, no final do título, deve-se referenciar a fonte, tendo em conta se foi adaptado ou retirado (ex: retirado de Oliveira, 2007; ou adaptado de Machado, 2006).

No texto, a referência a uma figura, tabela ou quadro deverá ser realizado da seguinte forma: "Na Figura 1 pode observar-se....", ou entre parêntesis (Tabela 1). No texto, cada figura ou quadro deverá surgir após ser referido.



Numeração de páginas:

Preliminares: facultativo (a partir da página/folha de rosto até a última folha antes do texto: a página/folha de rosto (página I), não deve ser numerada, iniciando-se a numeração na página seguinte (página II)) ou em numeração romana (I, II, III,...)

As páginas devem ser numeradas sequencialmente a partir da Introdução (a numeração poderá começar a partir da página seguinte, mas deverá contar a introdução como sendo a primeira página), em algarismos arábicos, sem traços, pontos ou parênteses.

Havendo anexos, as suas páginas devem ser numeradas de maneira contínua, iniciando-se uma nova paginação em numeração romana.
Normas da APA (Adaptação de: American Psychological Association. (2003). Publication Manual of the American Psychological Association (5th ed.).
1. Indicações gerais

O manual de estilo APA deve ser consultado para qualquer lacuna deste documento, que apenas pretende ser um guia para consulta rápida e não um substituto ao manual. Há dois casos – em relação à data e às dissertações –, devidamente assinalados em nota, que sofreram pequenos ajustamentos, em relação ao manual APA, devido à necessidade de adaptação à realidade Angolana.

Para elaborar a referência bibliográfica de um documento impresso, deve tomar-se como fonte de informação privilegiada a página de rosto e o seu verso. Não se deve recorrer à capa, a não ser na ausência de informação na página de rosto.

A data1 é um elemento essencial na referência bibliográfica de estilos do tipo autor-data, como é o caso APA; trata-se ainda de um elemento muito importante no caso de trabalhos científicos, que tendem a desactualizar-se muito rapidamente. Por esta razão só se deve colocar a indicação s.d., isto é, sem data, naqueles casos em que seja de todo impossível encontrar uma data, ainda que aproximada. Se não for possível encontrar a data na página de rosto ou no verso da página de rosto, deve procurar-se no colofã2. Se, ainda assim, não estiver referida nenhuma data, deve procurar-se no próprio texto uma indicação que permita fazer uma aproximação, por exemplo, a data do prefácio ou do documento mais recente referenciado na bibliografia. Sempre que não haja certeza na data da edição, deve-se acrescentar um ponto de interrogação: (2004?). Se não for possível apresentar qualquer data, pode ainda aproximar- se ao decénio: (199-?).

A referência às páginas ou outras partes componentes de um documento citado deve ser dada na própria citação e não na referência bibliográfica. Por exemplo:

Citação

Tal como afirma Guedes (2003, pp. 13-19)



Referência

Guedes, J. (2003). Desporto hoje. Lisboa: Amanhã Editora.

Na organização da bibliografia não é necessário separar os diferentes tipos de documentos (por exemplo, livros e periódicos). A bibliografia deve preferencialmente ser integrada. Para uma identificação mais rápida dos periódicos na bibliografia, dada a importância de que se reveste este tipo de documentos em ordem à investigação científica, é possível fazer preceder a respectiva referência de um asterisco ou outro elemento identificativo e devidamente assinalado em nota.

Todavia, há alguns tipos de documentos que, pela sua própria especificidade, devem ser destacados do resto da bibliografia (por exemplo, um programa de computador a que se recorreu para a investigação).



2. Livros

A referência de qualquer documento está repartida por diferentes campos, separados por uma pontuação própria (assinalada aqui a cinzento):

[1] Autoria . [2] ( Ano de publicação ). [3] Título : complemento de título [4] (Número da edição, volume). [5] Local de publicação : [6] Editor comercial . [7] Notas .

[1] Autoria

A autoria diz respeito à responsabilidade principal do documento e é, no caso de autor-pessoa física, sempre feita do seguinte modo: apelido seguido de vírgula, um espaço e a inicial do nome próprio ou de quantos se lhe sigam seguidos de . (ponto).

Um documento sem responsabilidade atribuída entra no título. Por exemplo: Sobre os campos de Rovaniemi. (2005). Braga: Edições Natalícias.

[2] Ano de publicação

O ano de publicação é inserido a seguir ao nome do(s) autor(es) entre parêntesis.

No caso de a referência dizer respeito a uma parte de um documento, por exemplo um artigo de um autor cuja data seja diferente da data de publicação do documento completo em que está inserido, a data a referir é sempre a da publicação do documento e nunca a do texto citado.

No caso de actas de congressos, seminários ou simpósios, a data é sempre a da publicação do documento e não a da realização do evento.

Uma obra em volumes, com diferentes anos para cada volume: para a referência da obra completa coloca-se a data do primeiro volume e do último separadas por ífen ( -): (1997-2001). Mas se a referência diz respeito apenas a um dos volumes dá-se só a data desse volume (ver [4]).

[3] Título: complemento de título

O título do documento é sempre transcrito em itálico. Sempre que houver um complemento ao título, deve ser separado deste por dois pontos ( : ). Normalmente a subordinação entre as parte que compõem o título está claramente identificada, na folha de rosto, através de um tratamento gráfico diferente ou separação por pontuação. Em qualquer caso, o complemento de título é sempre antecedido por: que deverá substituir a pontuação que na folha de rosto separe o título do complemento de título. Por exemplo:

Na folha de rosto: A escola Angolana. Um estudo Na referência bibliográfica: A escola Angolana: um estudo.

[4] Número da edição, volumes O número da edição só é dado naqueles casos em que não seja a primeira

edição: (9a ed.).

Sendo a obra composta por mais do que um volume, dá-se a indicação a seguir ao título ou complemento de título entre parêntesis: (5 vol.); no caso de a referência dizer respeito apenas a um volume da obra: (vol. 3).

Se for necessário indicar b o número da edição e o volume então ambas as referências ficarão dentro do mesmo parêntesis: (3a ed., vol. 2).

[5] Local de publicação

O local da publicação diz respeito à localização da editora. Essa informação pode ser recolhida na folha de rosto ou no verso. Se não estiver patente o local da publicação, coloca-se: (S.l.), isto é, sem lugar.

[6] Editor comercial

Não deve ser confundido com o editor literário ou científico. É o responsável pela edição comercial do documento. Normalmente, encontra-se explicitado na folha de rosto.

Nas dissertações, o editor é o próprio autor, porque se considera edição de autor.

[7] Notas

A zona das notas é utilizada para caracterizar o documento. Deve ser sempre utilizada para as Dissertações, com a seguinte indicação adequada ao tipo de dissertação: Dissertação de Doutoramento apresentada a ... [nome da instituição].

Santos, E. M.G. (2007). Metaloporfirinas como material sensor na preparação de eléctrodos selectivos de iões. Sua aplicação analítica. Dissertação de Doutoramento apresentada à Faculdade de Farmácia da Universidade do Porto.

Herdeiro ,M.T. (2006). Improving Adverse Drug Reaction in Portuguese Health Professional: case-control studies and cluster-randomized trial. Dissertação de Doutoramento apresentada à Unidade de Farmacovigilância do Norte, Faculdade de Medicina da Universidade do Porto em colaboração com a Faculdade de Medicina da Universidade de Santiago de Compostela.

Pires, P. (2004). Complexos Lipossoma Catiónico/DNA para Aplicação em Terapia Génica: Mecanismos de Internalização e Cedência Intracelular de Material Genético. Dissertação de Doutoramento apresentada à Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra.

Esta zona também é utilizada para referenciar as actas de congressos, simpósios ou seminários.

3. Periódicos

[1] Autoria . [2] ( Ano de publicação ). [3] Título : complemento de título do artigo . [4] Título : complemento de título do periódico , [5]Volume ( número ), página(s).

[1] Autoria

[2] Ano de publicação

A data indicada na referência bibliográfica é sempre a da publicação do periódico e não outra que, eventualmente, apareça assinalada no próprio artigo.

[3] Título: complemento de título do artigo

O título do artigo deve ser dado sem itálico, negrito ou sublinhado. O complemento de título é separado do título principal por: . A primeira letra é maiúscula.

Kubitz, E. R. (2003). Athletic injuries of the first metatarsophalangeal joint. J Am Podiatr Med Assoc, 93(4), 325-332.

[4] Título: complemento de título do periódico O título do periódico é dado em itálico com as iniciais de cada palavra em

maiúsculas. Se houver complemento de título é separado por: [5] Volume (n.o), página-páginas

Os periódicos podem estar organizados por volumes ou apenas por números.

4. Documentos electrónicos

Os elementos mínimos obrigatórios para a referência a documentos electrónicos são os seguintes: -Título dos documentos ou, em alternativa, uma descrição -Ano de publicação, de actualização ou de consulta -Endereço electrónico: deve ser o endereço directo até ao documento e não o da homepage.

[1] Autoria. [2] (Data). [3] Título do artigo: complemento de título. [4] Título do periódico: complemento de título, vol. (n.o) páginas, disponível em http://www.endereçoelectrónico.pt

Um periódico, em edição electrónica, pode não ter páginas numeradas, número e volume.



5. Material audiovisual (ver exemplos 8.1)

6. Citações

As citações no corpo de texto devem preferencialmente especificar a parte do documento a que se referem (páginas, parágrafo, secção, número do capítulo ou da parte). É possível que uma citação genérica se refira a um documento na íntegra (artigo ou livro, por exemplo). Todavia, na maior parte dos casos, a citação diz respeito a um ponto específico referido explicitamente numa página, grupo de páginas ou capítulo; nesse caso, essa indicação deve ser dada preferencialmente na citação e não na referência bibliográfica, sobretudo no que diz respeito a livros, pois com frequência são citados mais do que uma vez e em páginas diferentes. Por exemplo: Gonçalves (2001, p. 27)



7. Ordenação e alfabetação da Bibliografia

Regras genéricas de alfabetação

A alfabetação faz-se sempre, letra a letra, a partir do apelido.

Sempre que artigos e preposições façam parte do apelido são considerados na alfabetação (ex.: La Fontaine, J. de; Le Boulch, J.; Le Du, J.).

Em documentos que entrem pelo título, os artigos (definidos e indefinidos) não são alfabetados.

Os documentos, cuja entrada se faça por um número (no título), são alfabetados como se o número fosse soletrado.

Vários documentos com o mesmo primeiro autor

Ordenação crescente por ano de publicação Sá, J. (2005). Sá, J. (2006).

A entrada de uma referência, com um só autor, precede uma entrada com vários autores e com o mesmo primeiro apelido. Oliveira, I. (2005). Oliveira, I. & Brochado, F. (2003).

Referência a documentos de um mesmo autor (ou grupo de autores) com a mesma data: a ordenação é feita a partir do título; a seguir à data deve-se colocar uma letra minúscula em correspondência com a citação.

Sá, P., Costa, J. & Gago, A. (2005a). Sá, P., Costa, J. & Gago, A. (2005b).

Autores de nome castelhano

O apelido paterno, em autores de língua castelhana, é o penúltimo, por essa razão a referência é alfabetada por esse nome. Dorado García, C. [e não García, C. D.]



8. Exemplos

8.1. Referências bibliográficas

Livro

Banks, A. S., Downey, M. S., Martin, D. E., & Miller, S. J. (2001). McGlamry's comprehensive textbook of foot and ankle surgery (3a ed.). Philadelphia: Lippincott Williams & Wilkins.



Autor-pessoa

Um autor:

Baxter, D. E. (1995). The foot and ankle in sport St Louis: Mosby.



Dois autores: separados pela conjunção & ou e:

Carmo, H., & Ferreira, M. M. (1998). Metodologia da investigação: guia para auto-aprendizagem. Lisboa: Universidade Aberta.



Três a seis autores, inclusive: todos separados por vírgulas, à excepção do último, separado pela conjunção & ou e:

Dawber, R., Bristow, I., & Turner, W. (2001). Text atlas of podiatric dermatology London: Martin Dunitz.



Mais do que seis autores: os nomes dos seis primeiros autores, separados por vírgulas, seguidos de et al.:

Santos, F. B., Ferreira, T. M., Borges, P. P., Lelievre, L. J., Maia, J. A., Costa, J. C. et al. (2002). Maturação biológica e actividade física. Faro: Editorial Presença.



Autores de nome castelhano: o apelido paterno, em autores de língua castelhana, é o penúltimo, por essa razão a referência começa sempre por esse nome:

Llanos-Alcázar, L. F., & Acebes-Cachafeiro, J. C. (1997). El Pie (Vol. XI).

Barcelona: Masson.

Editor literário, organizador, director e coordenador: usar as abreviaturas (Ed.), (Org.), (Dir.) e (Coord.)

Pereira, M., Cruz, J. e Gonçalves, P. (Org.). (2005). Biomecânica do pé. Porto: Faculdade de Engenharia – Universidade do Porto.



Tradutor: se uma obra for uma tradução, o nome do tradutor é indicado entre parêntesis depois do título. Todavia, não é obrigatório referir o tradutor; só deve ser referido naqueles casos em que se entenda ser relevante referir, como por exemplo, no caso da tradução de uma obra literária.

C.Bogdan, R., & Biklen, S. K. (1999). Investigação qualitativa em educação: uma introdução à teoria e aos métodos (M. J. Alvarez, Trans.). Porto: Porto Editora.



Autor-instituição

American Psychological Association. (2003). Publication Manual of the American Psychological Association (5th ed.). Washington, DC: American Psychological Association.



Parte de livro (ex.o capítulo)

Petrek, J. A., & Disa, J. J. (2005). Rehabilitation after treatment for cancer of the breast. In D. V. T., H. S. & R. S. A. (Eds.), Principles & Pratice of Oncology (7nd ed., pp. 1483-1487). New York: Lippincott Williams & Williams.



Actas de congresso, seminário ou simpósio

Machado, S.M., Castel-Branco, M.M., Alves, G.L., Figueiredo, I.V., Falcão, A.C., & Carmona, M.M. (2004) Interaction of Lamotrigine with Oxcarbazepine in the maximal electroshock test in rats: an isobolographic analysis. Proceedings of the Federation of European Pharmacological Societies – EPHAR Congress, Porto, 14-17 July 2004.

Champ, D.R. & Schroeter, J. (1988). Bacterial transport in fractured rock. In: Olsen, B.H. & Jenkins, D. (eds.). Proceedings of the International Conference on Water and Wastewater Microbiology, Newport Beach, USA, 8-11 February 1988. pp. 81-87.

Parte de actas de congresso, seminário ou simpósio

Pires, P., Simões, S., Düzgünes, N., & Pedroso de Lima, M. C. (2000) “Transferrin enhances in vivo transfection activity mediated by DOTAP:CHOL/DNA complexes.” IV Spanish-Portuguese Conference on Controlled Drug Delivery, Vitória, Espanha 2000.



Resumo de artigo em actas

Arroja, L., Oliveira, G. & Capela, I. (1999). Contribuição para a descontaminação de solos – Metodologias de implementação. Actas da 6a Conferência Nacional sobre a Qualidade do Ambiente. Centro de Congressos da AIP, Lisboa. 2o Volume. pp. 607-616.



Livro com editor literário, organizador, director ou função análoga

Sponner, S. (Ed.). (1996). Thinking. London: Academic Press.



Dissertações

Machado, S.M. (2005). “Análise da interacção entre a Lamotrigina e a Oxcarbazepina recorrendo ao método isobolográfico.” Dissertação de Mestrado apresentada à Faculdade de Farmácia da Universidade do Coimbra.

Herdeiro, M.T. (2001) "Influência de leveduras de implantação nas propriedades organolépticas do Vinho Verde", Dissertação de Mestrado apresentada à Escola Superior de Biotecnologia da Universidade Católica Portuguesa. Porto.

O manual da APA considera as dissertações como material não publicado; todavia, as dissertações são consideradas edições de autor. Por esta razão, o editor é o próprio autor. Outro elemento importante é a indicação, no final da referência, do grau da dissertação (Licenciatura, Mestrado ou Doutoramento) e do nome da instituição à qual foi apresentada.

Para publicação em periódicos, que sigam o estilo APA, deve ser consultado o Manual a propósito deste tipo de documentos.

Obra em volumes

Wilson, J. G., & Fraser, F. C. (Eds.). (1977-1978). Handbook of teratology (Vols. 1- 4). New York: Plenum Press.



Parte de obra em volumes

Maccoby, E.E., & Martin, J. (1983). Socialization in the context of the family: Parent-child interaction. In P.H. Mussen (Series Ed.) & E.M. Hetherington (Vol. Ed.), Handbook of child psychology: Vol. 4. Socialization, personality, and social development (4th ed., pp. 1-101). New York: Wiley.



Legislação (Decretos-lei, Leis, ...)

Ministério da Agricultura, Pescas e Alimentação, da Saúde e do Ambiente e Recursos Naturais. (1990). Portaria no 809/90 de 10 de Setembro. Diário da República, 1.a Série, n.o 209.



Periódicos

Um autor

Childs, S. G. (2006). The pathogenesis and biomechanics of turf toe. Orthop Nurs, 25(4), 276-280.



Dois autores

Mullen, J. E., & O'Malley, M. J. (2004). Sprains-residual instability of subtalar, Lisfranc joints, and turf toe. Clin Sports Med, 23(1), 97-121.



Três a seis autores

Orendurff, M. S., Rohr, E. S., Segal, A. D., Medley, J. W., Green, J. R., & Kadel, N. J. (2007). Regional Foot Pressure During Running, Cutting, Jumping, and Landing. Am J Sports Med, 50, 135-140



Mais do que seis autores

Wolf, A., West, S., Lengua, L., Sandler, N., Coatsworth, D., Tein, J., et al. (1999). An experimental evaluation of behavior children. Journal of Clinical Psychology, 70, 143-146.


Periódico organizado por números

Santos, E. M.G. Araújo, A. N., Couto, C. M.C.M., Montenegro, M. C. B.S.M. (2006) Potentiometric behaviour of ion selective electrodes based on iron porphyrins: The influence of porphyrin substituents on the response properties and analytical determination of diclofenac in pharmaceutical formulations”, Journal of Pharmaceutical and Biomedical Analysis, 42, 535–542.

Herdeiro, M.T., Figueiras, A., Polónia, J., Gestal-Otero, J.J. (2006) Influence of pharmacist’s attitudes on adverse drug reaction reporting: a case-control study in Portugal, Drug Saf 29, 331-340.

Periódico organizado por volumes e números

Pedrosa, R.C., Yunes, R.A., Cechinel Filho, V., (2001) Química Nova, 24(1), 147-152

Kahn, R., Buse, J., Ferrannini, E., Stern, M., (2005) Diabetes Care, 28 ( 9), 2289-2304.

Stolar, M., Clev. Clin. Journ. Med. 2007; 74 (3), 199-208



Artigo em publicação periódica electrónica (sem edição em papel)

Fredrickson, B.L. (2000). Cultivating positive emotions to optimize health and well-being. Prevention & Treatment, 3, Article 0001a. Acedido a 20 de Novembro 2000, disponível em: http://journals.apa.org/prevention/volume3/pre0030001a.html.



Artigo em publicação periódica electrónica (que também tem edição em papel)

Vanden, B. G., Knapp, S. e Doe, J. (2001). Role of reference elements in the selection of resources by psychology undergraduates [Versão electrónica]. Journal of Bibliographic Research, 5, 117-123.

Vanden, B. G., Knapp, S. e Doe, J. (2001). Role of reference elements in the selection of resources by psychology undergraduates [Versão electrónica]. Journal of Bibliographic Research, 5: 117-123. Acedido em 13 de Outubro de 2001, em: http://jbr.org/articles.html.

Artigo de periódico em base de dados

Kerby, K., Lenin, F., & Sponner, S. (2004). Influence of foot instability in yong locomotion. Clinical Rehabilitation, 23, 138-140. Consult. 1 Mai 2005, disponível na base de dados SportDiscus.



Documentos electrónicos, material audiovisual, páginas de Internet

DVD

Moore, K. e Collins M. (eds.). (1997). Forages. [CD-ROM]. 5a ed. Iowa State Univ. Press: Ames.

West, C. (1987). The dilemma of the black intellectual. [CD-ROM]. Critical Quaterly, 29: 39-52. SilverPlatter File: MLA international.

CD

Oliveira, M. & DaCosta, L. (Ed.). (2003). Relax Music [CD]. Porto: Porto Editora.



Programa de computador, Software

Miller, M. E. (1993). The interactive Tester (version 4.0) [Computer Software]. Westminster, CA: PsyteK Services.



Página de Internet (sem autor identificado)

Quando o autor do documento não está identificado, deve-se começar a referência com o título do documento.

Global Harmonization of Herbal Health Claims. Consultado a 13 Outubro de 2007, disponível em: www.jn.nutrition.org

8.2. Citações

Um documento por um autor

Simões (2007) estabeleceu o protocolo, Ficou estabelecido o protocolo (Simões, 2007). Em 2007 Simões estabeleceu o protocolo



Um documento por dois autores Santos e Guedes (2006) (Santos & Guedes, 2006)
Um documento por três, quatro ou cinco autores

Maia, Portela, Silva, Grenha e Lopes (2004)

(Maia, Portela, Silva, Grenha & Lopes, 2004)

(nas citações seguintes não é necessário referir todos os autores, basta colocar o primeiro seguido de et al.)



Um documento por seis autores ou mais

Dias et al. (2003) (Dias et al., 2003)



Autor-colectividade

Na primeira vez citado

(Instituto Politécnico de Saúde [IPS], 2007)



Nas citações seguintes

(IPS, 2007) Sempre que se recorrer a abreviaturas é necessário elaborar uma lista descritiva.



Documentos sem autoria explícita

Citação pelo título entre aspas. É necessário o apoio nestas circunstâncias (“Jovens Diabéticos”, 2005)



Autores com o mesmo apelido

Sempre que se cita dois ou mais autores, com apelido igual devem ser indicadas as iniciais dos nomes próprios.

A. Oliveira (2001) e M. Oliveira (2003)

Dois ou mais documentos do mesmo autor ou grupo de autores na mesma citação

Ordenar por ordem crescente de data. É possível demonstrar (Gomes, 1999, 2002)



Documentos do mesmo autor ou grupo de autores, publicados no mesmo ano

Colocar uma letra minúscula imediatamente a seguir ao ano. As letras devem corresponder às respectivas referências bibliográficas.

Há muito tempo que foi demonstrado (Andrade, 2000a, 2000b, 2000c)

Dois ou mais documentos de diferentes autores na mesma citação

Ordenar os autores alfabeticamente pelo apelido e separados por ; (Corte- Real, 2004; Délio, 2000; Braga, 2001)



Documentos sem data explícita

Data aproximada (no caso de encontrar elementos no interior do documento que permitam aproximar o ano da edição): (Pires, 1972?)

Data aproximada à década (no caso de encontrar elementos no interior do documento que permitam a aproximação à década): (Antunes, 195-?)

Sem data (no caso de não encontrar qualquer data): (Gonçalves, s.d.)

Conforme explicado, o manual de estilo APA apenas prevê a possibilidade, não existindo a data exacta do documento, de colocar a indicação (s.d.).

8.2.1 Uma parte específica de um documento

Sempre que a citação diz respeito a uma parte específica de um documento e não ao documento, em geral, deve ser indicada a página ou conjunto de páginas, o parágrafo, a secção, o capítulo ou a parte a que se refere.



Uma página

(Torres, 2005, p. 2)



Um conjunto de páginas

(Neves, 2003, pp. 28–34)



Um parágrafo (só nos casos em que os parágrafos, no próprio documento, estejam numerados)

(Oliveira, 1998, par. 2)



Uma secção

(Esteves, 2007, secção 2)



Um capítulo

(Guedes, 2005, cap. 6)


Uma parte

(Costa, 2002, parte 5)



Citação indirecta

Como se verifica no trabalho realizado por Oliveira (citado por Brochado, 1999, p. 51) [A referência bibliográfica será a Brochado e não a Oliveira]

Tal como diz Amaral (cit. por Gomes, 2006, p. 36) [A referência bibliográfica será a Gomes e não a Amaral]

Deve ser sempre privilegiada a citação directa.



Comunicações pessoais

Alguns exemplos de comunicações pessoais são: mensagens de correio electrónico, cartas, memorandos, resultados informais de grupos de discussão, entrevistas pessoais ou conversas telefónicas. As comunicações pessoais, não sendo informação recuperável, não aparecem listadas na bibliografia.



E.M.G. Santos (comunicação pessoal, 24 Maio 2005)

1 Washington, DC: American Psychological Association. O manual de estilo APA não considera a possibilidade da data aproximada (assinalada pelo ponto de interrogação). Todavia, dada a importância de que se reveste este elemento, é sempre preferível encontrar uma data, ainda que apenas de modo aproximado.

2 O colofão é a última folha impressa, que antecede a contracapa, onde, em alguns casos, aparecem descritos a data e o local da impressão

Catálogo: Pedro Catarino

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