A minha história do lado de fora da prisão



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A minha história do lado de fora da prisão,

Chad entrou no sistema prisional português dia 26 de Maio de 2010.

Visitei-o semanlamente, a partir de quinta feira 27 de Maio de 2010, às 9:00 horas.

A Embaixada australiana em lisboa foi contactada de imediato para os informar de que Chad precisava de ajuda. Ana é o nome da funcionária de ligação ao caso de Chad, desde então.

A 8 de Junho de 2010 contactei João Grade dos Santos, advogado em Portimão, e pedi-lhe que representasse os interesses de Chad. Após uma querela com este advogado aconselharam-nos Pedro Hilário, advogado em Almancil, Albufeira.

Tudo quanto de passou desde então com Chad envolveu Pedro e Ana. Ambos fizeram contactos com funcionários prisionais adequados a cada incidente, a seu tempo.

Quando Chad pediu cuidados medicos para a sua asma, em Silves, a Embaixada contactou a prisão diversas vezes e finalmente conseguiu-se a assistência médica.

Quando Chad foi transferido de Silves para Olhão, para um castigo de 21 dias, João Grade dos Santos na qualidade de advogado de Chad não fez nada para contestar a punição. A Embaixada contactou com a prisão de Olhão para se assegurar que Chad estava em segurança e bem. Tentou também conseguir uma visita para mim, durante o tempo de castigo. A visita foi recusada. Mas eu desloquei-me a Olhão e falei com o director e obtive por especial deferência uma visita de 1 hora.

Da primeira vez eu Chad esteve no EPL não conseguimos saber porque o Chad ficou de castigo durante 3 dias, sem acesso a telefone e, portanto, sem sabermos da sua situação no exterior. Visitei-o uma vez por semana, ao sábado.

Santos comportou-se do mesmo modo quando Chad foi pontapeado e batido na cabeça. Nesse altura a Embaixada contactou a prisão procurando inteirar-se das razões pelas quais estavam a recusar tratamento médico a Chad. Disseram-lhe que tinha que esperar que o médico estivesse disponível. Chad esperou 10 dias e acabou sem ver o médico.

Quando cortaram Chad com objectos cortantes no EPL, Pedro e Ana contactaram a prisão várias vezes e informaram-nos que se tratavam de arranhões. Era de facto um profundo golpe em ferida. Ana visitou Chad para ver a ferida e para verificar o estado de Chad.

Quando Chad foi transferido para a prisão de Coimbra, fui visitá-lo todos os sábados e domingos. Pedro e Ana também visitaram Chad na cadeia.

Logo que os problemas de ameaças começaram e Chad começou a queixar-se de se sentir ameaçado, contactei Ângela Ribeiro e manifestei-lhe as minhas preocupações. Angela foi a única pessoa com quem consegui falar, pois fui informada de que era a única pessoa que falava inglês. Tentei várias vezes comunicar com outros funcionários em português mas como não fala fluentemente torna-se praticamente impossível aprofundar algum assunto. Contactei Pedro por telefone e Ana pessoalmente na Embaixada e manifestei as minhas preocupações quanto à segurança de Chad. Ambos contactaram a prisão e a todos fomos nos asseguraram de que Chad estava em perfeita segurança e fora de qualquer perigo eminente.

Ângela Ribeiro fez um pedido de transferência à DGSP explicando que pensava ser preferível para Chad ficar numa outra prisão, já que ali não se sentia a salvo. Ela assinou esse pedido.

Chad enforcou-se.

A prisão nunca nos contactou a dar qualquer informação sobre a tentativa de Chad. Tive de descobrir por mim própria junto de Chad que encontrei extremamente instável e incapaz de explicar o que se tinha passado. Contactei Pedro e visitei a Embaixada para os avisar de que Chad tinha tentado suicídio. Mais uma vez ambos contactaram a prisão e foram informados de que Chad estava bem.

No total Chad tentou 3 vezes suicidar-se. Ângela Ribeiro avisou Ana na Embaixada que ele apenas o tinha feito duas vezes.

Nas semanas a seguir à sua primeira tentativa de suicídio as preocupações de Chad a respeito da sua segurança aumentaram. Contactei a prisão numerosas vezes e em todas elas falei com Ângela. Disse-me que não havia nada a fazer e que o director tinha dito que Chad não precisava de protecção e que, por isso, não seria transferido. Angela explicou-me que Chad não corria nenhum perigo e que não havia maneira de o transferir para uma situação de protecção. Contactei Pedro e Ana. Ambos insistiram com a cadeia no pedido de transferência. Sem resultados.

Chad foi então esfaqueado.

Perguntei na prisão como uma tal coisa poderia ter acontecido quando me tinha recorrentemente garantido que não havia perigo. Nenhuma explicação me chegou.

Chad foi transferido para uma sala de visitas e esteve lá durante 6 semanas. Durante todo esse tempo Pedro, Ana e eu fizemos inúmeras chamadas. Ana e Pedro continuaram com faxes, cartas e telefonemas. Também contactaram a DGSP. Eu desisti de contactar a prisão. A minha opinião, a minha preocupação por Chad era irrelevante para essa gente. Não tinha autoridade, era apenas a namorada. Não tenho forma de forçar ou ameaçar as pessoas e obrigá-las a agir, mesmo se sabemos ser essa a sua obrigação e se se acredita que também eles não podem deixar de saber disso.

Chad fez um pedido de transferência no dia 10 de Janeiro a Celeste Rodrigues. Nas últimas 4 semanas estive na DGSP 4 vezes e falei com a Drª Margarida. Explicou sempre que estavam muitos ocupados em perceber o que aconteceu a Chad. Isto aconteceu por os serviços prisionais se recusaram a dar ouvidos e tomar conhecimento dos sinais de perigo. Ela não tinha conhecimento dos dois pedidos de transferência nem estava a par de que Ângela Ribeiro tinha junto uma nota pessoal assinada num dos pedidos.

Expliquei à Drª Margarida a situação de Chad. De que vivia em condições periclitantes mas a senhora mostrou-se desinteressada. Ela avisou-me que Pedro não tinha contactado com eles, apesar de Pedro me ter relatado várias conversas que teve com a DGSP. Ao falar com Pedro, algumas semanas mais tarde, ela reconheceu que tinha tido conversas anteriores com Pedro, apesar de a mim ter dito exactamente o contrário.

Ana e Pedro irão visitar Chad num dos próximos 7 dias

Drª Margarida também não estava a par da tentativa de suicídio de Chad.

Li muitos artigos sobre alegadas tentativas de encobrimento de suicídios misteriosos e mortes inexplicadas. Achei muito estranho que um preso possa tentar suicidar-se, ser ressuscitado e hospitalizado e isso não chegar à DGSP… Talvez o director tenha querido evitar uma investigação ao assunto, para não saberem que tal poderia ter sido evitado. Ou talvez não quisesse que se soubesse onde estavam os guardas quando o Chad se estava a enforcar com um lençol ou, para todos os efeitos, porque estaria um lençol numa cela de isolamento imediatamente após Chad ter avisado os guardas em frente a outros presos que se iam enforcar. Talvez isso fosse má imprensa ou má reputação para as prisões. Ou talvez tivesse mau resultado nas estatísticas anuais. Haverá muitas razões para que não queiram que as pessoas saibam do que se passa, disso estou segura!

O pessoal do sistema prisional manifestou claro desinteresse sempre que eu lhes expressei as minhas preocupações para com a situação de saúde de Chad, o seu bem estar e as condições periclitantes de vida. Tem uma doença mental para a qual não é medicado nem recebe qualquer tipo de tratamento. Tem recebido um tratamento que vai contra quase todos os artigos da declaração dos direitos humanos. Tem sido abusado fisicamente e a pretexto da sua pertença étnica. Está sujeito a estigmas. Chad, eu e a sua família fomos negligenciados pelo sistema prisional português e pelos funcionários que deveriam assegurar que os prisioneiros não são expostos a perigos desta maneira. Falharam com o Chad.

Esperaria que Chad sofresse o que teve que passar se estivesse preso na Rússia, na Tailândia ou num país do terceiro mundo, mas não em Portugal. Não pensaria que o povo português se ficasse a ver uma pessoa doente mental a ser discriminada; não acreditava que o povo português tolerasse discriminação racial e ataques violentos dentro das prisões. Não acreditava que o povo português fosse tão ignorante que desconhecesse as minhas preocupações concretas a respeito da situação de Chad uma e outra vez, mais de dez vezes. Mas na verdade foi isso que aconteceu durante 21 meses.

Nunca a mim ou a Chad nos foi dada alguma explicação sobre porquê ou como isto foi possível acontecer, nem que fosse apenas para um pedido de desculpas… A minha expectativa é a de irmos para as nossas tumbas sem nunca ouvirmos um tal pedido.

Venho a Portugal com a minha família faz 22 anos. Tenho tias que casaram com portugueses e tenho primos meios portugueses. A minha família tem casas, apartamentos, bares, restaurantes e barcos em Portugal. Se me perguntassem dois anos atrás diria que não outro lugar igual no mundo para se estar. Agora, não fora Chad, já teria fugido para tão longe quanto possível deste país, para nunca mais voltar.

A minha experiência dos dois últimos anos deixou-me apenas repugnância pela gente que ocupa lugares de autoridade e que deixam coisas como estas acontecerem, omitindo actos e expressão de preocupação de qualquer espécie quando ouvem histórias como esta. Porque será que as pessoas não querem saber? Parece-me a mim que as pessoas só sentem alguma coisa quando isso afecta membros do governo ou membros da alta sociedade como no caso Casa Pia. As pessoas normais não lhes é dada a oportunidade da justiça; a Chad não sequer lhe respeitam os direitos humanos.

Percebo bem que as autoridades portuguesas não querem que casos como o de Chad sejam publicitados. Farei minha missão pessoal disponibilizar a quem queira ouvir e impor aos que preferem ignorar o relato da história do sofrimento de Chad.

Antes de Chad ser preso era um associado de negócios sénior de um dos maiores bancos ingleses. Ganhava mais num mês que a maioria das pessoas em Portugal ganha em 4 meses. Tive uma educação privada desde os dois anos de idade até aos meus 17. Não sou uma mulher típica de prisioneiro e recuso ser ignorada e passada a ferro quando emito as minhas opiniões porque alguém que eu amo está na prisão. Muitas mulheres terão receio de chamar a atenção para os problemas dos seus maridos/namorados/pais/filhos tem por isso lhes poder vir a causar mais sofrimento às mãos dos carcereiros. Chad não pode sofrer mais do que já sofreu. Para ele já nada pode ser pior. Não temos nada a perder.

Chad continuará a sofrer até alguém encontrar dentro de si alguma decência e fazer alguma coisa para ajuda-lo e assegurar que o sistema que está em vigor seja implementado! No papel é um bom sistema. Na realidade, as regras e as leis só são implementadas quando os profissionais entendem implementá-las e são ignoradas quando os profissionais entendem ignorá-las. O que é que isto representa para os prisioneiros? Esquecimento e negligência.

 

Emily Toni Spowage.



 

emily_spowage@hotmail.com

 

My Story.



 

 

Chad entered the Portuguese prison system on the 26th of May 2010.



 

I visited Chad weekly, starting in Thursday the 27th of May 2010 at 9.00am.

 

The Australian Embassy in Lisbon were contacted shortly after this to inform them that Chad would need assistance. Ana is the lady that has assisted Chad ever since.



 

On the 8th of June 2010 I contacted Joao Grade Dos Santos an advogado in Portimao and requested that he represent Chad. Following a dispute with Joao we were advised to contact Dr Pedro Hillario an Advogado in Almancil, Albufeira.

 

Every incident noted in Chads story has involved Pedro and Ana. They have contacted officials within the necessary prisons regarding whatever incident had occurred at the time.



 

When Chad was requesting medical attention for his asthma in Silves the Embassy contacted the prison on several occasions and they finally provided medical assistance and medical attention.

 

When Chad was moved from Silves to Olhao for 21 days punishment Joao Grade Dos Santos had power of attorney for Chad and he failed to contact the prison with regards to his punishment. The embassy contacted Olhao to ensure that Chad was safe and well and to try and arrange a visit for me within the 21 days. The visit was refused but when I went to Olhao and spoke with the director I managed to get a 1 hour special visit arranged.



 

When Chad was first taken to EPL we were unable to enquire as to why he was in the punishment cell for 3 days because he was not allowed phone calls so we were unaware of the situation that he was in. I went to visit him once a week on a Saturday.

 

The same applies for when Chad was kicked and beaten in the head with regards to Santos. On this occasion the embassy contacted the prison with regards to the reasons why Chad was being refused medical treatment, they were informed that he had to wait until the doctor was available. Chad waited for 10 days and still never saw a doctor.



 

When Chad was cut in EPL Pedro and Ana contacted the prison on several occasions, they were informed that it was a scratch. A superficial injury. I visited Chad and I saw the cut, it was not a scratch. It was a long deep wound. Ana visited Chad following the attack to see the injury for herself and to check on Chads welfare.

 

When Chad was moved to Coimbra prison I went to visit him every Saturday and Sunday. Both Pedro and Ana have visited Chad in this prison.



 

As soon as the problems and the threats started and Chad began to complain that he was feeling threatened I contacted Angela Ribeiro and expressed my concerns to her. Angela is the only person I have ever been able to speak with because I have been informed that no other members of staff speak English. I have attempted on several occasions to speak with staff in Portuguese but I do not speak the language fluently so it is near on impossible to have an in-depth conversation. I contacted Pedro via telephone and email and Ana in person at the embassy and expressed my concerns with regards to Chads safety. They both contacted the prison and we were all assured that Chad was perfectly safe and in no immediate danger.

 

Angela Ribeiro sent a transfer request to the DGSP explaining that she felt that it would be best for Chad to be moved to a new prison as he did not feel safe. She personally signed this.



 

Chad then hung himself.

 

The prison never contacted us to inform us that Chad had attempted to take his own life. I had to find out from Chad who was far too unstable to be expected to explain what had happened. I contacted Pedro and visited the embassy and advised them that Chad had attempted to take his own life. Again, they both contacted the prison and were again advised that Chad was fine.



 

Chad tried 3 times in total to take his own life, Angela Ribeiro advised Ana at the embassy that he had only attempted this twice.

 

In the weeks following his suicide attempt Chad grew even more concerned about his safety. I contacted the prison on numerous occasions and every time I did I spoke with Angela. She advised me that there was nothing that they could do and that the director had said that Chad did not require protection and would therefore not be moved. Angela explained to me that Chad was in no danger and that there was no way of him being moved to protection. I contacted Pedro and Ana, they also called and requested that Chad be moved to protection. He was not.



 

Chad was then stabbed.

 

I contacted the prison and asked how this had happened when they assured me that he was in no danger. I was given no explanation for this.



 

Chad was then moved into the visit room and remained there for 6 weeks. During this time there have been endless phone calls between Pedro, Ana, myself and the prison. Ana and Pedro continue to contact the prison by telephone, letter and fax. They continue to contact the DGSP also. I have given up contacting the prison, my opinion and my concerns for Chad do not matter to these people. I have no authority, I am a girlfriend. I cannot force or threaten people to act, even when I know they should and I believe they know also that they should be doing much more than what they are. 

 

Chad put in a request for transfer on the 10th of January with Celeste Rodrigues. In the last 4 weeks I have visited the DGSP 4 times and spoke with Dr Margarida. She explained to me on all 4 occasions that they were very busy and that they had to investigate why this had happened to Chad. This happened to Chad because the staff at the prison refused to listen and acknowledge the fact that Chad was unsafe. She was not aware of the 2 requests for transfer, nor was she aware that Angela Ribeiro had personally attached a signed note to one of the requests.



 

I explained to Dr Margarida the situation that Chad was in and that he was living in sub standard conditions but she showed a clear disinterest when speaking with me. She advised me that Pedro had not been in contact with them despite Pedro relaying conversations to me that he had had with the DGSP. When speaking to Pedro a few weeks later she then acknowledged speaking with him previously after telling me the complete opposite.

 

Ana and Pedro will both be visiting Chad within the next 7 days.



 

Dr Margarida was also unaware of Chads attempt at suicide.

 

I have read many articles with regards to Portuguese prisons supposedly trying to cover up mysterious suicides and unexplained deaths. I found it rather strange that a prisoner would attempt to take his own life, have to be resuscitated and hospitalized but that this would not get reported to the DGSP.... Perhaps the director didn't want an investigation into the reasons behind this, or what could have been done to prevent this, or perhaps, where his staff were when Chad was hanging by the neck from a bed sheet, or for that matter, why there was a bed sheet in the isolation cell after Chad had advised guards in front of other inmates that he was going to hang himself. Maybe it would have caused bad press, or a bad reputation for the prison or perhaps it could have had a negative effect on the annual statistics .... There are many reasons why they wouldn't want people to know, I am sure!



 

People within the prison system have shown a clear lack of interest when I have expressed to them my concerns with regards to Chads health, his welfare and his sub standard living conditions. He has a mental illness, he doesn't receive medication for this, he doesn't receive treatment for this of any kind. He has been subjected to living conditions which go against almost every article of the European human rights bill. He has been racially abused as well as physically. He has been subject to prejudice. Chad, myself and his family have been let down by the Portuguese prison system and by those who are employed to ensure that prisoners do not suffer in this way. They have failed Chad.

 

I would expect Chad to be subject to the things that he has had to endure if he was in prison in Russia or Thailand or a third world country, but not Portugal. I did not think that the Portuguese stood by and watched as people with mental illnesses were discriminated against, I did not think that the Portuguese condoned racial discrimination or violent attacks within the prison system. I did not think that the Portuguese people were that ignorant that they would ignore my concerns with regards to Chad not once or twice, but on more than ten occasions. I have been proved wrong on all of the above in the last 21 months.



 

Neither Chad nor I have ever received any sort of explanation as to why or how any of this has happened, and as for an apology ..... I expect we will go to our graves without ever receiving one of those!

 

I have been coming to Portugal for 22 years with my family. I have aunties who have married into Portuguese families and I have half Portuguese cousins. My family has houses, apartments, bars, restaurants and boats here. If you has asked me 2 years ago I would have told you there was nowhere else in the world I would rather be, but now, if it wasn't for Chad, I would get as far away from this country as I could and never come back.



My experience over the last 2 years has left me feeling nothing but disgust for the people in authority who let things like this happen and fail to act or express any sort of concern when they hear about it. Why do people not care? It seems to me as though people only care here when it affects members of the government or the high society like in the Casa Pia case. The normal people don't get justice; Chad doesn't even get his human rights.

 

I am fully aware that the Portuguese authorities do not like cases such as Chads to be publicized, I will make it my personal mission to ensure than anybody who will listen, and those who would prefer to ignore this will hear of Chads suffering.



 

Before Chad was imprisoned I was a senior business associate for one of the largest banks in England earning more per month than most people in this country would earn in 4 months. I was privately educated from the age of 2 up until age 17. I am not a stereotypical 'prison wife' and I refuse to be ignored and brushed off when I voice my opinions because someone that I love is in prison. Many women are afraid that drawing attention to the problems their husbands/boyfriends/fathers/sons have will cause them to suffer more at the hands of the prison system. Chad cannot suffer anymore than he already is. It can't get any worse for him so we have nothing more to lose.

 

Chad will continue to suffer until someone finds a bit of decency within themselves and does something to help him and ensures that the system that is in place is implemented!   On paper it is a good system, in reality, the rules and laws are implemented when prison officials choose to implement them and they are ignored when prison officials choose to ignore them. Where does this leave the prisoners? Forgotten and neglected.



 

Emily Toni Spowage.



 

emily_spowage@hotmail.com

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