A importância das cantigas de roda na educaçÃo infantil



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A IMPORTÂNCIA DAS CANTIGAS DE RODA NA EDUCAÇÃO INFANTIL
Patrícia Lays Dias de Souza Lima (UFCG)

Francisca de Assis Quirino (UFCG)


Introdução
A reflexão sobre a importância das cantigas de rodas na Educação Infantil é uma questão que vem ganhando a cada dia mais espaço no cenário educacional. Aguiar et al., (2001) apontam que as cantigas de roda são uma criação popular passada de geração em geração, sendo considerada atualmente como um dos gêneros da poesia infantil. Para os referidos autores, é necessário o trabalho com as crianças nas escolas com as cantigas de roda, uma vez que esta, assim como outros gêneros da poesia infantil, irá proporcionar o desenvolvimento e a imaginação infantil, ora com a memorização das canções, ora com a musicalidade, que fazem com que as crianças brinquem e ao mesmo tempo estimulem a imaginação, a fantasia e a sensibilidade.

Nosso trabalho foi norteado pelo projeto A importância das cantigas de roda na Educação Infantil, cujo objetivo primordial é investigar o trabalho com as cantigas de roda nesta etapa da educação básica, e foi desenvolvida na disciplina Análise e produção de textos acadêmicos, do curso de Pedagogia da UFCG. O projeto originou-se das nossas inquietações a respeito da quase ausência da prática de se trabalhar as cantigas de roda com as crianças que vemos atualmente nas escolas e questionamentos de quais seriam os benefícios que esta traria para o desenvolvimento infantil.

No artigo, apresentamos a fundamentação teórica do estudo, seu percurso metodológico, a análise dos resultados obtidos e as considerações finais.
1. Fundamentação teórica
Segundo Bordini (apud AGUIAR, 2001), a poesia infantil, assim como as narrativas escritas para as crianças, têm sua origem na tradição popular, no hábito de fazer versos e ritmos que os povos primitivos tão bem cultivavam. Ainda segundo o autor, a poesia, sendo uma criação artística por excelência, garante sua qualidade estética quando não trai o pequeno leitor, querendo ensinar-lhe algo como se fosse um instrumento de aprendizagem pura e simples.

Certos elementos chamam a atenção do leitor infantil, por isso devem ser levados em consideração. Segundo Aguiar (et al., 2001), o ritmo é um auxílio para a memória e faz com que a criança retenha certas imagens sem esforço; o uso de imagens simples, ao alcance da compreensão infantil, favorece a elaboração da síntese dos sentidos do poema, as estrofes e os versos curtos, sintéticos permitem dizer muito em poucas palavras.

Ainda para Aguiar (et al., 2001), toda produção poética é originaria de duas vertentes: uma de raiz popular, abrigando os poemas que passam oralmente de geração para geração, fáceis de ser memorizados porque têm uma estrutura fixa, quase sempre iguais àquelas que que lembramos de nossa infância e que pesquisadores como Verissimo de Melo, Barbosa Lessa, e Silvio Romero têm escolhido e anotado para facilitar sua circulação escrita. A outra vertente pertence os poemas criados livremente por autores que podem ser identificados. Nesse caso, estão os textos poéticos de composição mais livre.

Por estas razões, o educador que trabalha com o ensino Educação Infantil e tem consciência dos inúmeros benefícios das cantigas de roda para o desenvolvimento das crianças não poderá conceber uma educação sem este gênero da literatura infantil.

Segundo Vygotsky (apud MOLL, 1996), a escola é o melhor laboratório de psicologia humana. No contexto de uma interação ativa e sistemática entre a criança e o educador, uma das maneiras desse processo se realizar é trabalhar o cotidiano da criança em sala de aula. Sendo assim, o educador pode ter como auxílio a poesia infantil, como as cantigas de roda, pois elas conduzem a criança a viajar na sua imaginação, fazendo com que desenvolvam seus sentimentos consigo, com os outros e com o meio em que vivem.

Em seu dia-a-dia, a criança que tem acesso às brincadeiras com cantigas de roda, vive brincando e descobrindo sons, inventando rimas, memorizando letras de canções e criando novos significados. Logo, enquanto brinca, se desenvolve e descobre o mundo em que vive. Nesse contexto, fica evidente a importância de se trabalhar as cantigas de roda com as crianças, tendo como meta o desenvolvimento da interação com os outros e da imaginação criadora.

É evidente que as cantigas de roda proporcionam as crianças um mundo mágico e encantador através do qual elas se desenvolvem. Assim como diz Martins (2012), as cantigas de roda são marcadas pelo lúdico, o estético e o poético, introduzindo a criança num universo de alegria, prazer e liberdade, através do qual ela sente o verdadeiro prazer de brincar e como atividades coletivas e partilhadas, favorecem a educação social e afetiva da criança. Murmuradas, cantadas, jogadas, dançadas, esses pequenos poemas embalam a infância da criança, ligando-a à cultura, proporcionando-lhe momentos privilegiados de emoções partilhadas com ela mesma e com as outras.

É através deste gênero da literatura infantil que a criança dá seus primeiros passos no mundo da literatura, da arte, do canto, da dança. Segundo Martins (2012), cada cantiga tem sua história, cujo desdobramento narrativo permite explorar fortes e contrastados sentimentos,

passar do medo e do espanto ao maravilhoso. Essas pequenas composições exercem forte atração sobre a criança, oferecendo-lhe momentos de grande prazer, pela impregnação de seu ritmo, pela magia da melodia e das rimas. Enfim, um mergulho da criança no poético e no estético.

As cantigas de roda proporcionam também às crianças a superação do egocentrismo presente em suas vidas na fase intuitiva, na qual ficam muito centradas em si mesmas e se afastam do convívio social com as outras crianças. Martins (2012, p. 70) afirma que:
Brincar com as cantigas de roda é utilizar uma atividade lúdica produtora, receptiva e comunicativa que requer da criança articulação de várias estruturas cognitivas. A experiência estética da criança com as cantigas de roda leva-a ao prazer estético e isso acontece quando sua mente está refletindo sobre os cantos poéticos, oportunidade em que entram em jogo a socialização, a percepção, a imaginação, a linguagem, a memória, a atenção, dentre outros processos que auxiliam a criança a superar o seu egocentrismo intelectual, característica marcante da criança na fase intuitiva (MARTINS, 2012, p. 70).
Deste modo, fica evidente a importância das cantigas de roda não só para o desenvolvimento intelectual das crianças, como também no seu desenvolvimento social. É de fundamental importância que nossos educadores saibam explorá-la, para que aquele mundo de encantamento, alegria e prazer com que as crianças tanto sonham se concretize em seu processo educativo, brincando e se desenvolvendo, ao mesmo tempo.
2. Aspectos metodológicos da pesquisa
Para o desenvolvimento metodológico da pesquisa, utilizamos a pesquisa de cunho qualitativo, por meio do instrumento entrevista, que realizamos com duas professoras da Unidade de Educação Infantil da Universidade Federal de Campina Grande (UAEI).

As entrevistas foram realizadas no local de trabalho das professoras (UAEI), nos respectivos horários de trabalho, uma pelo turno da manhã e outra à tarde, nos dias 23/05/2016 e 27/05/2016, pelas autoras desse artigo. Constaram de cincos perguntas de livre resposta, que permitiram às entrevistadoras captar a perspectiva dos participantes sobre a importância das cantigas de roda na Educação Infantil. Foram perguntas visando constatar se as cantigas de roda são trabalhadas com as crianças; se não são, por qual motivo; com que finalidade são exploradas; quais cantigas de roda são mais frequentemente trabalhadas; e, por fim, quais os benefícios as professoras acreditam terem as crianças com o trabalho com as cantigas de roda. O passo seguinte foi a análise das respostas. As respostas foram analisadas de acordo com dois aspectos: se as cantigas de roda são trabalhadas pelas respectivas professoras na Educação Infantil e quais os benefícios desse trabalho apontados pelas entrevistadas.


3. A análise dos dados
As perguntas das entrevistas foram elaboradas de forma a captar o real posicionamento das professoras, uma vez que estas eram de livre resposta. A primeira professora a ser entrevistada foi a do turno da manhã, no local do seu trabalho (UAEI). Quando perguntada sobre se as cantigas de roda são trabalhadas por ela na escola, ela nos respondeu: “As cantigas de roda são sim trabalhadas, a música ela está sempre presente no nosso cotidiano, e aí tem também até as poesias que são musicalizadas, como as cantigas de roda”.

Podemos perceber através da resposta da professora que a música se faz sempre presente no seu dia-a-dia com as crianças e, em particular, o trabalho com às cantigas de roda, favorecendo o desenvolvimento das crianças assim como diz Torre (apud MARTINS, 2012, p. 21), uma vez que “os conteúdos dos textos poéticos das cantigas de roda englobam conceitos, ideias, maneiras de pensar, agir, valores e criação abstrata, como idioma, literatura, ciências, filosofia, lei, religião, arte”. É através das brincadeiras cantadas, como as cantigas de roda que a criança viaja na sua imaginação, desenvolvendo seus sentimentos consigo, com os outros e com o meio em que vivem.

Ao ser questionada sobre com quais finalidades as cantigas de roda são exploradas, ela responde:
“Eu acho que a música e as cantigas de roda a gente trabalha com a finalidade de a criança está mesmo em contato com a música, porque também ela vai trabalhar essa linguagem oral, a criança vai ter uma visão de mundo melhor, porque a poesia e a música, ela traz isso, então ela dentro deste contexto da música é importante para a criança desde pequena, a música tem que está sempre presente. As cantigas de roda têm a finalidade de que a criança brinque com as palavras, brinque com a música, brinque com a poesia, e aí ela vai aprendendo e se desenvolvendo”.
Segundo Martins (2012, p.70), “Brincar com as cantigas de roda é utilizar uma atividade lúdica produtora, receptiva e comunicativa que requer da criança articulação de várias estruturas cognitivas”. Percebemos que a professora trabalha com as crianças a música e as cantigas de roda com várias finalidades e quanto é rica esta brincadeira, uma vez que ela proporciona às crianças o desenvolvimento oral, mental, a memorização das palavras, entre outros benefícios, como já foi citado.

Ao questionamos sobre quais as cantigas de roda são mais frequentemente trabalhadas com as crianças, a entrevistada salientou:


“Depende né, acho que depende muito do professor, porque não temos assim de dizer vamos trabalhar só essa cantiga, vai muito do contexto que ela está inserida, ás vezes os professores eles gostam de algumas músicas e aí já trazem para as crianças, ou as crianças trazem. Então acho que uma cantiga como “Atirei o pau no gato”, ela está sempre presente, “O cravo brigou com a rosa”, dentre outras que cantamos diariamente, não tem uma em específica”.
Observamos o quanto as cantigas de roda estão culturalmente enraizadas em nossa cultura, uma vez que percebemos que vêm sendo passada de geração em geração, que permanecem vivas na memória daqueles que na sua infância tiveram a oportunidade de brincar com as cantigas, a exemplo dessa professora que traz cantigas de roda de sua infância para trabalhar com as crianças. As cantigas de roda são um bem cultural que devemos preservar e a escola é um meio propício para a propagação dessa cultura, que deve funcionar como subsídio para as crianças entenderem melhor o mundo que a cerca. Por meios das brincadeiras nas cantigas de roda, respeitando a fase de ser criança e aprender as regras da vida nas brincadeiras, ou seja, nas cantigas de roda.

Para a última pergunta em relação as quais benefícios ela acredita terem as crianças com o trabalho com as cantigas de roda na Educação Infantil, ela nos responde que:


“São vários os benefícios, a criança através da música, ela tanto trabalha a questão da oralidade, como a expressão, a expressão corporal e facial, o movimento, ela também vai ampliar seu vocabulário a partir de que são muitos os benefícios e a gente como trabalha com a criança pequena ela tem que está em contato mesmo, a música e a dança e a dança eu acho que é a base né, porque este movimento que a gente faz tudo fica mais animado através da música, da canção e da poesia”.
Segundo Martins (2012, p. 117) “[...] o importante para elas era brincar, só brincar de forma poética, viver plenamente o seu direito com a força e a espontaneidade de ser criança. Afinal, brincar é entrar no espaço do sonho e esse espaço foi à roda.” As cantigas são para as crianças brincadeiras, mas agem sem que elas percebam para ajudar no desenvolvimento infantil, propiciando-lhes o desenvolvimento da atenção, memória, percepção, ampliação do vocabulário, interação consigo mesma, com os outros e com o meio em que vivem.

A segunda professora entrevistada foi a do turno da tarde, também em seu local de trabalho (UAEI). Ao ser questionada sobre se as cantigas de rodas são trabalhadas por ela na Educação Infantil, ela nos responde:


“As cantigas de roda são trabalhadas diariamente, eu costumo dizer que a gente canta mais do que faz qualquer outra coisa, tudo a gente envolve a música. Se é pra contar uma história, se é momento de passeio, se é momento de brincadeira, se é pra escovar os dentes, se é pra higiene, então pra todas as situações a gente canta, e a gente percebe que a música, as cantigas de roda, são importantes não só pelo o aspecto do desenvolvimento da fala, também é importante, mais para relaxar a criança, acalmar, a música traz a criança para perto de nós. A tarde inteira estes meninos estão em contato com as cantigas de roda e as músicas, ás mais diversas possíveis”.

Podemos ressaltar a importância que essa professora atribui às cantigas de roda e à música, uma vez que ela a utiliza não só para o desenvolvimento das crianças, mas também para aproximá-las dela mesma e dos outros alunos. Segundo Vygotsky (apud MOLL, 1996), no contexto de uma interação ativa e sistemática entre a criança e o educador, uma das maneiras desse processo se realizar é trabalhar o cotidiano da criança em sala de aula. Para isto, o educador pode ter como auxílio para a aproximação da criança com o mesmo, as cantigas de roda, desenvolvendo na criança a interação com os outros e com o meio em que vive.

Já em relação a com que finalidades as cantigas de roda são exploradas, recebemos como resposta da segunda professora: “Não se tem uma finalidade especifica, pois como eu já disse a gente canta, pra acalmar, pra contar história, pra aproximá-las de nós, entre outras coisas”.

A professora salienta que as cantigas são utilizadas sem um fim pedagógico específico, mas visando à criação de situações de interação, no qual a musicalidade, a poesia e a brincadeira se entrelaçam para promover a interação entre os participantes da roda.

Em relação a quais seriam as cantigas de roda mais frequentemente trabalhadas com as crianças, ela nos diz que:
“Eu gosto de trabalhar com as que eram do meu tempo de criança, “O cravo e a rosa”, “Atirei o pau no gato”, “O barquinho”, “A do caranguejo”. Pensamos que as crianças não conhecem, mas elas conhecem sim, cantamos apenas uma vez e elas já aprendem”.
Percebemos na fala da professora o quanto as cantigas de roda são um aprendizado para a vida toda, que ficam eternizadas na memória e que são passadas de geração em geração, culturalmente aprendidas nas brincadeiras de roda, em casa ou na escola.

Na última pergunta, sobre quais os benefícios acredita terem as crianças com o trabalho com as cantigas de roda na Educação Infantil, ela afirmou:


“As cantigas de roda são uma brincadeira cantada, então vai exigir movimento, que a criança requebre e bata palmas. Esse aprendizado reflete nas outras áreas, no desenvolvimento da oralidade, a criança a partir do momento que canta e representa se expressa mais, pois amplia o seu vocabulário, trabalha a socialização, desenvolve o pensamento, então é uma série de atividades em uma única atividade, por isso ela é feita diariamente em nossa sala. A gente acredita que sem as cantigas de roda as crianças não podem ficar”.
As cantigas são muito importantes para o desenvolvimento infantil, propiciando às crianças um grande desenvolvimento, ao mesmo tempo que lhes permite serem crianças brincarem, se divertirem e interagirem com os outros. Nesse sentido, a fala da professora salienta o desenvolvimento motor e linguístico da criança, propiciado pela brincadeira com o ritmo, o vocabulário e o com o corpo, ao mesmo tempo.

Assim, um educador consciente dessa importância jamais poderá conceber uma boa educação sem utilizar esse gênero da poesia abordagem na Educação Infantil. Por isso, Martins (2012, p.70) salienta que o " poema e o seu valor estético e poético são suficientes para justificar a sua utilização na educação infantil". Desta forma, o professor que propiciar a criança o contato com este gênero da poesia infantil, estará não só ajudando a criança a se desenvolver, como também estará mantendo viva uma cultura tão importante para as crianças e a sociedade em geral.


4. Considerações finais
As reflexões que fizemos neste trabalho, a partir da voz de professoras que atuam na Educação Infantil, mostram a importância de que as crianças vivenciem em seus cotidianos as cantigas de roda, visto que esse a abordagem do referido gênero poético resgata de forma encantadora a vida, desenvolve a imaginação criadora, a fantasia e a interação da criança com as outras e também com o professor no contexto da escola. Por isso, configura-se como importante instrumento da promoção do desenvolvimento linguístico, motor e socioafetivo da criança.

Desta forma, acreditamos que a vivência do projeto A importância das cantigas de roda na Educação Infantil contribuiu de forma significativa para o aprendizado e o enriquecimento do nosso saber, enquanto discentes do curso de Pedagogia, fazendo-nos aprender o quanto as cantigas de roda são relevantes no processo de aprendizagem e desenvolvimento das crianças.

A nossa expectativa, com a realização desta pesquisa, é a de que mais professores venham a conhecer os benefícios e a importância das cantigas de roda para as crianças, abordando esse gênero da poesia infantil em seu fazer pedagógico, oportunizando às crianças, desde cedo, o acesso a essa brincadeira que, como já foi salientado, traz inúmeros benefícios às crianças, fazendo um resgate desse gênero da poesia infantil, que muitas vezes é colocada no esquecimento nas práticas escolares.

Referências
AGUIAR, Vera Teixeira de (Coord.) et al. Era uma vez... na escola: formando educadores para formar leitores. Belo Horizonte: Formato Editorial, 2001.

MOLL, Luis C. Vygotsky e a educação: implicações pedagógicas da psicologia sócio-histórica. Trad. Fani A. Tesseler. Porto Alegre: Artes Médicas, 1996.

COSTA, Marta Morais da. Metodologia do ensino da literatura infantil. Curitiba: Ibpex, 2007.

MARTINS, M. A. N. S. Cantigas de Roda: o estético e o poético e sua importância para a educação infantil. Curitiba, PR: CRV: 2012.









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