A disciplina no cotidiano da sala de aula


REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS



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REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS


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1 O nome é fictício, preservando, assim, o anonimato da escola. É igualmente preservado o nome dos professores e professoras que tomaram parte nesta pesquisa. Serão chamados indistintamente de Prof. 1, Prof. 2, Prof. 3, etc.

2 Para Odília Fachin, o primeiro passo para qualquer trabalho científico é a pesquisa bibliográfica. Vide T. Lisieux Maia. Metodologia básica. UNIFOR, 1994, p. 23.

1 Sobre a tese Foucaultiana de que por toda parte do corpo social estão presentes relações de poder ou micropoderes (poder pedagógico, poder pátrio, poder do policial, poder do padre, etc.), Lebrun (1984:20-21) questiona se ele (Foucault) não está depreciando a matriz "ordem/obediência", isto é, "eu tenho poder, você não o tem".

2 Lembremos que esses "fiscais" representam, também, hoje, nos "departamentos" comerciais e industriais, os gerentes, os chefes...; e nas escolas, os diretores, supervisores, coordenadores, professores e até mesmo os alunos.

3 Trata-se do método de ensino mútuo que conforme, Gauthier, C. & Tardif, M., (1996: 135-136) aparece na Inglaterra, no fim do século XVIII. Um sistema de ensino, empregado nas escolas elementares, eficaz e econômico para a educação do povo. Nesse sentido, de Lasteyrie "vant l'école de Lancaster qui n'utilize qu'un seul livre pour mille enfants!" (Ibid., p. 136).

4 Para mais detalhes sobre o uso desses códigos de sinais, cf. Gauthier, C. & Tardif, M., op. cit. p. 135-141, especialmente.

5 Alusão ao Panóptico (que significa "ver tudo") imaginado por Bentham, no final do século XVIII. Trata-se de uma construção que possibilita, por sua disposição arquitetônica, com um simples golpe do olhar, o exercício de uma vigilância constante. Foi pensado para vigiar, inicialmente, os prisioneiros, mas tornou-se, depois, figura privilegiada para descrever a disciplinarização em qualquer instituição moderna. Tornou-se metáfora do poder disciplinar. A descrição do panoptismo é feita por Michel Foucault, em sua obra Vigiar e Punir, p. 173-199.

6 “Ratio atque institutio Studiorum” (Organização ou Sistema de estudos). Publicada em 1599 pelo padre Aquaviva. Sobre o ensino abrangido por esse Sistema, vide Azevedo (1971).

7 Pessoa encarregada de aplicar os castigos em forma de açoites. Não poderia ser jesuíta, mas um leigo íntegro e exemplar. Não poderia, ainda, ter parentesco com os alunos que os tinha de vergastar.

1 Para uma maior compreensão da vigilância do poder, vide: Michel Foucault. Vigiar e punir, p. 136-152.

2 Esse teste, embora não tivesse a conotação de "teste relâmpago", utilizado muitas vezes para punição do aluno, era feito, quase que diariamente, sempre que era "visto" um determinado conteúdo. Tinha como objetivo "ajudar o aluno no desempenho da aprendizagem", de acordo com a concepção do referido professor.

3 Certamente, essa questão sobre a “democracia da fala” poderia ser analisada com referência ao conjunto das relações sociais na escola e na sala de aula, o que abarcaria também a relação entre todos os personagens que fazem a escola, inclusive, a relação entre alunos. Mas isso extrapola os limites deste trabalho.

4 É claro que o exame referido por Foucault (1979; 1994) não se restringe a “provas” ou “avaliações”, mas engloba as observações, os relatórios, as anotações, as consultas, os interrogatórios, os processos, a contabilidade..., enfim, “um sistema de registro intenso e de cumulação documentária” (1994:168), que permite categorizar os doentes, os loucos, os prisioneiros, os alunos, etc.

5 Cf. Cipriano Carlos Luckesi. Avaliação educacional escolar, p. 3.

6 Enquanto Bordieu e Passeron afirmam que a relação pedagógica é dotada de uma “violência simbólica”, por dissimular, com o objetivo de reforçar ou manter a violência material ou dominação econômica exercida pelos grupos sociais dominantes, a autora não concorda com isso. Lembra que esta relação, ligada à posse de um saber detido por aqueles que deverão transmitir aos que não o tendo, precisam dele se apropriar, origina sempre uma relação assimétrica. Por isso, ela (a autora) não concorda que a autoridade pedagógica tenha de dissimular o caráter de violência para poder subsistir. Na sua opinião, o que existe é “a necessidade de a justificar e de a legitimar perante os alunos para que seja compreendida e aceita” (1994:42).


1 A palavra ”transcendente” vem do latim transcendere, que significa “elevar-se além, passar por cima, subir, escalar, atravessar, passar para”, o que nos transmite a idéia de superar algo, deixá-lo para trás, ultrapassá-lo.

2 Na formatação destes dois últimos parágrafos, sintetizei algumas idéias de Marlene Guirado. Poder indisciplina: os surpreendentes rumos da relação de poder in Aquino (1996:69-71).

3 Cf. Terezinha Azeredo Rios. Ética e competência, especialmente “As dimensões da competência do educador”, no Capítulo 3, p. 45-67.

4 Sobre o comportamento ético do professor, vide: Jayme Paviani. Problemas de filosofia da educação, p. 107-118.


5 O diálogo aqui entendido como base para uma educação autêntica, opondo-se a qualquer forma de autoritarismo na relação pedagógica, constituindo-se, para lembrar Paulo Freire (1987) essência da educação como prática da liberdade.

6 Para um estudo aprofundado desse assunto, vide Jean Piaget. O juízo moral na criança, obra publicada originalmente em 1932.


7 Uso a expressão saber para a autonomia, condizente com o conteúdo deste capítulo, em vez de disciplina consciente e ativa, como refere o autor, que trabalha a disciplina numa perspectiva distinta da abordagem foucaultiana. A substituição será feita, daqui para frente, sempre que se fizer oportuna.

8 Deixar os alunos “pintar e bordar”, fazer o que bem entender, ou numa expressão francesa, deixá-los entregues ao laisser-ferre.




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