A descoberta do Lapão



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A descoberta do Lapão




Nosso Brasil é imenso

Tem demais cidade linda

Muita água e muita pedra

Feita pela a mão divina

Paisagens belas

Também água cristalina.


Peço licença o prefeito

Do povo quero atenção

Para escrever essa história

Estou com a caneta na mão

Vou falar dessa cidade

Meu querido Lapão.


No ano de 1900

Não tinha moradia

O lugar era caatinga

Nem um pé de gente havia

Animais e muita árvore

Nesse lugar existia


Árvore de várias espécies

Dando sombra de primeira

Pau d’arco umburana

Umbuzeiro e aroeira

Outro como angico:

Também á gameleira.


Havia também

Diversos tipos de animais

Caititu, onça, veado

Codorna, ema tem mais

Juritis zabelês e muita abelha

O lugar respirava paz.


01
Este lugar atraia

Caçadores de outra localidade

Entre os quais Antonio Nenê

Sujeito de boa vontade

Morava em Lagoa dos Patos

Pequena comunidade.


Vinham mais caçadores

Como Pedrinho e João

Honorato de Canarana

Não temia distância não

Antonio e Alfredo Dourado

Também caçavam no Lapão.


Às vezes os caçadores

Passavam á noite caçando

Voltavam de manhazinha

O dia já raiando

Um desses caçadores

Era o sobrinho de Herculano.


Herculano era o senhor

Dono de grande propriedade

Principalmente da fazenda boi

Onde era sua localidade

Herculano foi um homem

Cheio de prosperidade.


As terras de Herculano

Era muita na região

Era um grande fazendeiro

Com boa reputação

Também era o dono

Da toca do Lapão.


Volto falar novamente

Dos caçadores como viviam

Da caça e do mel,

Que das abelhas extraiam

Uma parte para o consumo

A outra eles vendiam.
Vendiam na Lagoa dos Patos

Fazenda boi e América Dourada

Canarana, Morro do Chapéu

Lugares de gente camarada

Gameleira dos crentes

Vendiam não sobrava nada.


Certo dia Pedrinho

Teve uma idéia assim:

Chamou João e Antonio

E disse: escute mim!

-vou procurar outro lugar

Aqui já está ruim.


Antonio disse: oxiente?

-Tá ficando doido Pedrinho

Aqui ainda tem caça e mel.

Ai João falou baixinho:

-Não vamos sair daqui

Se tu quer ir vai sozinho.


Pedrinho disse, pois bem

Vou sozinho procurar

Um lugar diferente

Onde eu possa encontrar

Caça e mel á vontade

Quem sabe até água achar


02


Pegou a velha espingarda

A cabaça d’água também pegou

Partiu noutra direção

Dos colegas se afastou

Um pouco não longe dali

De repente algo notou.


Avistou uma árvore

Alta e bem sombreada

Uma enorme gameleira

Ao redor árvore espinhada

Deu de mão no facão

Começou abrir uma picada.


Começou cortar mato

Na mesma direção

No giro da gameleira

Naquela imediação

Ele acabou descobrindo

A toca do Lapão.


Pedrinho chegou ali

Ainda de manhã cedo

Notou que onde tem gameleira

Certamente tem lajedo

Aproximou-se

Encostando sem medo.


Bem pertinho da gameleira

Ficou admirado

Ao ver juritis, pombinhas e perdizes...

Voando pra todo lado

Presenciando o cenário

Nosso herói ficou encantado

Uma lapa de pedra

Pássaros ao redor voando

Descendo entrando na toca

Pedrinho foi imaginando

-Ai dentro tem água.

Em direção foi caminhando.


Ele descobriu

Algo surpreendente

Um rio subterrâneo

Ainda não explorado por gente

Pedrinho até quis sorrir

Ficou surpreso e contente.


Pedrinho ficou empolgado

Com a toca do Lapão

Tentou esconder dos colegas

Recusando o convite então

Os colegas chamavam pra caçar

Ele respondia: vou não!


Os amigos de Pedrinho

Começaram desconfiar

João disse á Antonio:

-Vamos ter que vigiar

Seguir Pedrinho ás escondidas

Quando ele for caçar.


Assim eles fizeram

Conforme o combinado

Certo dia seguiu o Pedrinho

Encontraram ali parado

Debaixo da gameleira

Sozinho e deitado.

03

Próximo á toca do Lapão



Pedrinho descansava

Quando surgiram de repente

Seus colegas, ele não esperava

-É por isso que fugiu da gente.

Antonio assim reclamava.
Pedrinho disse: é meu!

Eu descobri esse lugar!

Os colegas disseram:

-Errado tu está

As terras aqui têm dono

Pode daí se arredar.


“O dono dessas terras

É Herculano Dourado

Mora na fazenda Boi

É um criador de gado”

-Eu não tou nem ai

Respondeu Pedrinho zangado.


Tentaram de várias maneiras

Fazendo Pedrinho entender

Que as terras têm dono

Mas, Pedrinho não queria saber

-O lugar fui eu que descobri

Pedrinho tornou dizer.


João disse: rapaz!

Uma coisa tu tem razão

Descobriste o lugar.

Mas, veja bem a questão

O dono é seu Herculano

Querendo tu ou não.


Antonio ainda disse mais

-vem com á gente contar

A descoberta da toca

O verdadeiro dono tá!

Tentaram de todas as formas.

Pedrinho não quis concordar.
Dias depois Herculano

De tudo foi informado

Mandou chamar o caçador

Não atendeu o chamado

Herculano não gostou

Ficou nervoso e zangado.


O coronel Herculano

Seu capataz chamou

-Vai buscar o tal Pedrinho

Bem desse jeito falou!

-Diga á ele que as terras têm dono

O dono das terras eu sou.

-pode dizer á ele

Pra vim comigo conversar

Se ele não quiser vim

Pode á força usar

Amarre o cabra bem amarrado

Não precisa machucar.


Fernando Oliveira

Cumprindo as ordens do patrão

Saiu mais dois companheiros

No sol quente do sertão

Encontraram o Pedrinho

Bem na toca do Lapão.

04

Deu o recado o caçador



Que disse: não vou não!

Os homens lhes disseram:

-Desculpe então

Temos que lhe levar

A presença do patrão.
Pedrinho quis até

Dá de valente e revidar

Os homens lhe amarraram

Sem lhe machucar

Naquela mesma tarde

Ao coronel foi levar.


Após uma longa conversa

Pedrinho concordou

Com a proposta de Herculano

Dessa forma falou:

-Você pode usar da água

Da toca que você achou.


-Te dou um pedaço de terra

Para cultivar

Pois um homem sem terra

Não há como trabalhar

Pedrinho saiu dali

Com á cabeça no lugar.


Herculano certo dia

Conhece a toca do Lapão

Ficou tão emocionado

Bateu forte o coração

Ao ver á natureza

Tão linda aqui no sertão.


Foi ai que ele entendeu

Por que Pedrinho escondia

Essa grande descoberta

Porém chegou o dia

Quando ele viu a toca

Foi imensa alegria.
Ainda no mesmo ano

Seu Herculano Dourado

Tomou uma decisão

De formar um povoado

Que mais tarde seria

Um dos mais afamado.


O coronel Herculano

Começou convidar

Moradores da América Dourada

Toda região de lá.

Todos os fazendeiros

Não importava o lugar.


Ele queria apoio

Para fundar o povoado

O povo ficou sabendo

E atendeu o chamado

Começou chegar gente

Alegrando o Dourado.


Fundou o povoado

Começou ajuntar gente

Herculano era bondoso

Também inteligente

Doava terreno para o povo

E o povo ficava contente.

05

Como ali havia água



Com certeza água a vontade

Começaram a construir

Naquela proximidade

Na toca do Lapão

“Foi onde deu se inicio a cidade.”
Houve um fato interessante

Concernente á um vaqueiro

Roberto Ferreira dos santos

Ele e mais um companheiro

Os dois conduziam boiada

Pra poder ganhar dinheiro.


Eles traziam o gado

Para os fazendeiros criar

De Brotas de Macaúbas

Trazendo o gado de lá

Com destino a Espera Danta

“Hoje Tapiramutá.”


Chegando a América Dourada

Estava cansado

Roberto mais o colega

Pois tinha muito viajado

Souberam da noticia

Desse novo povoado.


A notícia agradou

Roberto e Antonio Ferreira

Eles levaram o gado

E voltaram na carreira

Para morar em Lapão

Num dia de quinta-feira.

Eles fizeram parte

Dos primeiros moradores do lugar

Depois chegou mais gente

Começou aumentar

Lapão cresceu tão rápido

Foi coisa de admirar.


As primeiras casas

Construídas em Lapão

Eram diferentes das de hoje

Tem gente que não acredita não

Eram feitas de enchimento

No inicio da povoação.


Para cobrir o telhado

Veja o que o povo fazia

Ajuntava bastantes cavacos

Depois cobria

O interessante é que não molhava

Mesmo quando chovia.


As paredes de madeira

Com forquilhas pra dar segurança

No dia de bater barro

Reunia a vizinhança

Faziam um adjunto

Havia muita matança.


Galinha, porco e carneiro

Comida a vontade

Fartura naquela época

Não era nenhuma novidade

Fartura hoje é diferente

Essa que é a verdade.

06

Aconteceu outra passagem



Foi de chamar atenção

O caso foi o seguinte

Certo cidadão

Alfredo da Silva Dourado

Homem de um bom coração.
Alfredo era filho:

De Rogério Dourado

Saiu da Gameleira

Estava acompanhado

Com Aninha sua esposa

Vamos saber o resultado.


Aninha estava grávida

No ultimo mês da gestação

O casal ia pra Canarana

Resolveu passar em Lapão

Para conhecer a fonte

Aproveitaram a ocasião.


Aconteceu que Aninha

Naquela hora incomodou

Sentiu dores de parto

A dor aumentou

A criança ali nasceu

Á mão de Deus lhe ajudou.


No dia 15 de junho

Esse fato se deu

Em 1900

Guardiana Dourado nasceu



Conforme o que tá escrito

Foi assim que aconteceu.

No ano 1920

Muita casa já existia

Alguns proprietários

Já residia

João de Massú era um deles

Tinha uma bodega e vendia:


Cachaça num barril

Miudezas outras coisas mais

João Batista e Cândido Matos

Também não ficava atrás

Construíram suas casas

Época que existia paz.


Fizeram também casas

Sátrio, sogro de Liobino

O professor Arnóbio

Esperto desde menino

A casa de Pedro Santinha

E a do velho Aquino.


Casa do seu Herculano

Galvão Dourado

Emiliana era a mulher

Com quem havia casado

Foi esse Herculano

Que fundou o povoado.


Os filhos do major

Herculano Dourado

Ajudaram ao pai

Construir o povoado

Seguindo as orientações do pai

Com todo cuidado.

07

Aurelino, Augusto, Aurélio, e Anísio



Do trabalho não temia não

Adelaide, Almira e Almerinda

Artur e Alípio Galvão

São os filhos de Herculano

Todos moravam em Lapão.
Casa de Jeremias

Um carpinteiro de primeira

Casa do velho Massú

E a de Fernando Oliveira

Casa da mãe Doda

A primeira parteira.


Casa de Leovegildo

A de Démetrio e de Alvino

A de José Vilela

Também a do seu Josino

A casa do seu Venâncio

E do seu Aquino.


A casa de Antonio Nenê

A de dona Bebela

Também a de Leonel

A de Antonio Vilela

A de seu Lindolfo

Tinha uma grande janela.


Casa de Melquídes

E a de José Alencar

Casa da chica Massú

Ela gostava de negociar

Também a de Pedro Amâncio

Cabra macho pra danar.


Entre os antigos moradores

Não poderia esquecer

Augusto Marques Vilela

Trabalhador pra valer

Saiu de Pernambuco

No Lapão veio viver.
Os anos foram passando

Algo trágico aconteceu

No ano 1913

Herculano desapareceu

Deixando seu povo

Não teve jeito morreu.


A morte do major

Foi uma morte inesperada

Causou grande comoção

Por toda vizinhada

Até cidades como:

Morro do Chapéu e América Dourada.


Na época a medicina

Não era como hoje não

Um câncer no nariz

Não houve solução

Lá se foi seu Herculano

O fundador de Lapão.


Em 1927

O povoado de Lapão

Já era um pouco crescido

O povo gostava então

De bailes festas e danças

Não era igual hoje não.

08

Os bailes eram assim



Com respeito e alegria

Chico e Arsênio cantavam

Suas lindas melodias

Ao som das suas sanfonas

Tocava até três dias.
Quando morria alguém

À noite ninguém dormia

Durante aquela noite

O caixão alguém fazia

Lauro Galvão Dourado

Era quem o construía.


Seu Lauro passava á noite

Do candeeiro vinha iluminação

Só descansava quando:

Estava pronto o caixão

Interessante é que ele

Não cobrava nada não.


Quando havia matrimônio

Era maior alegria

Dezenas de casamentos

Na mesma data ocorria

Na antiga igrejinha

Todos em um só dia.


Por que era difícil

Um padre encontrar

E quando encontrava

Tinha que aproveitar

Padre Juca foi um deles

Muito casamento veio celebrar.

Em 1934

O padre Leonel celebrou



O casamento de Milu e Otavio

A igrejinha lotou

O casal saindo da igreja

O povo acompanhou.


Naquela época era assim

Quem fosse casar já sabia

Quando saísse da igreja

O povo acompanharia

E o sanfoneiro Mutitiba

Sua sanfona trazia.


Ai arrastava o fole

Era aquela animação

O poerismo cobria

Toda multidão

O vestido da noiva

Ficava da cor do chão.


Um caso que aconteceu

Foi engraçado vou registrar.

Um viúvo por nome Fausto

97 anos ia completar

Já havia casado três vezes

Novamente quis casar.


Interessou por uma comadre

Viúva de Ibititá

Mandou dizer a comadre

-contigo quero casar

-Tou esperando a resposta

-Não demora de mandar.

09
A comadre imediatamente

A resposta preparou

Olhando para o moço

Que trouxe o recado falou:

- Diga a o compadre

-Que noiva eu já sou.

-Diz a ele que sou noiva:

Mas não precisa ciúmar

Diz á ele também

Uma noiva eu vou lhe indicar

Ela é simpática

Seu nome eu ire relatar.


Diga assim ao compadre:

Que pra nós a coisa é dura

A idade não ajuda

-Diga aquela criatura:

Que o meu noivo é caixão

E sua noiva é sepultura.


O catolicismo chegou a Lapão

Quem trouxe foi o senhor

Herculano Dourado

Um sujeito sonhador

Se Lapão hoje é o que é

Foi ele o fundador.


Depois com o passar dos tempos

Outra religião chegou

A igreja presbiteriana

Trazida pelo o senhor

O coronel Benjamim

Um missionário de valor.

No dia 12 de abril

Aqui mesmo em Lapão

No ano de 1925

Veio uma comissão

De presbíteros

Fundaram a congregação.


Na primeira década

Do nosso querido Lapão

Ainda não tinha feira

O povo ia então

Pra feira de Xique-Xique

Comprar arroz e feijão.


No ano de 1927

Foi um ano marcante

Augusto de Matos

Planejou algo importante

Colocar uma feira

Nossa? Que idéia brilhante.


Num dia de domingo

Seu Augusto iniciou

Com uma barraquinha

Debaixo de uma árvore botou

Onde hoje é o sobrado de Zé Gago

A feira começou.


Muita gente fez presente

Comprando e Augusto vendendo

O primeiro dia da feira

Foi um sucesso tremendo

No segundo e no terceiro

A feira continuou crescendo.

10

Lapão transformou



Em um centro social

A economia crescia

De maneira legal

Com o avanço da feira

O lugar criou moral.
Em 1950 já despontava

Na arte principalmente

O povo valorizava

O poeta Cândido C. Guerra

Um dos seus poemas recitava
“Terra augusta de amor e de esperança

Santa deide, divinal pura

Em cujo seio amigo já descansa

A palma do labor-alta ventura.”

-Este soneto é de Cândido

Um amante da cultura.


João Soares de Paz

Um ilustre cidadão

Saia de bicicleta

Vendendo cordéis pelo o sertão

Trazido do Pernambuco

Diretamente pra Lapão.


Vendia seus livretos

Agradava a população

“Pavão Misterioso”

“Juvenal e o Dragão”

Outros como:

José de Souza Leão.

Em 31 de dezembro

Em 1954 foi inaugurado

O serviço de luz

Com o apoio do deputado

Manoel Novaes

Um político honrado.


No dia da inauguração

A coisa foi boa demais

Contou com a presença

De autoridades estaduais

Sem esquecer também:

As municipais e regionais.


A luz era a motor

Mesmo assim clareava legal

O povo todo contente

De maneira sem igual

Parecia que na época

Já existia carnaval.


A bicicleta também

Já existia

Eram poucas

Mas o povo possuía

Era um transporte maneiro

Com bastante serventia.


Cada ano que passava

Lapão crescia

Aumentava cada vez mais

Sua economia.

Na década de 80

A liberdade ganharia.

Passou ser cidade

Pois era forte na região

No dia 09 de maio

Nosso querido Lapão

No ano 1985

Ganhou sua emancipação.


Nesse mesmo ano

Após da emancipação

Precisava de um prefeito

Na cidade de Lapão

A escolha seria:

Através da eleição.


Hermenilson candidatou

Contra Valdemar na oposição

Hermenilson até que lutou

Mas dessa vez não deu não

Valdemar foi o primeiro

-Prefeito do Lapão.


No ano 88

Após três anos de emancipação

Novamente dois candidatos

Disputam a segunda eleição

Bráulio X Hermenilson

Bráulio ganha a questão.


O terceiro prefeito

Da cidade do Lapão

Foi Genivaldo Pires

O quarto e o quinto então

Foi Ricardo duas vezes

Eleito pelo o povão.

11

O sexto e o sétimo prefeito



Foi Hermenilson, como ele trabalhou?

O oitavo já foi no passado

O povo gostou

É tanto que em 2012

Pela terceira vez ganhou.
-José Ricardo Rodrigues

É o atual prefeito de Lapão

Fez um bom trabalho

Desde a primeira gestão

96 e dois mil

O povo deu aprovação.


Ricardo trabalhou

Ainda estar á trabalhar

Com garra e entusiasmo

E a vontade de governar

Pois sua meta é:

Avançar sempre avançar.


Ricardo conseguiu

Tirar da estagnação

Nossa querida cidade

Com o apoio da população.

Hoje é conhecido como:

Capital da irrigação.


Pela terceira vez

Ricardo é o prefeito do Lapão

O povo o escolheu

Através da votação

Só resta agora torcer pra ele fazer

Outra boa administração.

Falei sobre Lapão

Como e quando começou

Toda trajetória

Escrevi sim senhor

Se não fiz tudo direito

Aqui ninguém é perfeito

Desculpe-me, por favor.
Quero deixar com certeza

A minha gratidão

Ao meu querido povo

Do meu querido Lapão

Um abraço apertado

Um grande aperto de mão.


Seu nome tem cinco letras

O povo está progredindo

Uma cidade honrada

Livre seu povo vai indo

Amando os visitantes

Pois aqui é bem vindo

Assim prossegue Lapão

O povo tá sempre rindo.


Estou encerrando essa historia

Por que tá chegando ao fim

Anunciando eu vou

O meu cordel não é ruim

Inteligentemente escrevo

Nem sempre recebo um sim

O meu dom é escrever

Não foi o homem que me deu

Digo a qualquer segundo

A coisa melhor do mundo: é

Servir e ter fé em Deus.

12

HINO DE LAPÃO




Os heróis desbravadores do sertão

Com bravura com raça e coragem

Penetraram nesta região

Procurando terra fértil e pastagem.


Um dia ao findar a madrugada

Para os heróis foi grande a emoção

Ao verem as juritis em alvorada

Bebendo a água cristalina do Lapão.


Quero ver te crescer o meu Lapão

Unido na paz e na harmonia

Sendo exemplo desta região

Destacando no cenário da Bahia

Assim, nasceu teu nome ó terra amada

És fonte de infinita grandeza

Entre as rochas água purificada

Tu és Lapão pela própria natureza.

Tu cresceste pela grande produção

Com trabalho de um povo inteligente

Pela fé e tua educação

Pela força de vontade de tua gente.


Quero ver te crescer ó meu Lapão

Unido na paz e na harmonia

Sendo exemplo desta região

Destacando no cenário da Bahia.


O teu povo é a força da união

Transformou-te um dia em cidade

Com garra, amor e dedicação

Fez brilhar o sol da liberdade

Era um sonho almejado de tua gente

Ver a tua liberdade ressurgir

Ver Lapão crescer independente

O teu povo livremente sorrir.


Quero ver te crescer ó meu Lapão

Unido na paz e na harmonia

Sendo exemplo desta região

Destacando no cenário da Bahia.

Letra por Henrique Dourado Primo

Melodia por Henrique Dourado Primo



13



BIOGRAFIA DO AUTOR



Autor Epaminondas José dos Santos. (Nondas cordel)

Escritor, cantor e compositor evangélico.

“Se fizermos a coisa com amor vai dá certo”

Facebok: Epaminonadas Barbosa

Contatos 07499839319.

E-mail: barbosaepaminondas@gmail. com










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