2-a bíblia tradição oral e escrita



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Em seguida, o Presidente eleva o cálice e diz::"Bendito sejais, Senhor, Deus do universo,pelo vinho que recebemos de vossa bondade,fruto da videira e do trabalho do homem,que agora vos apresentamos e para nós se vai tornar vinho da salvação! "

Aqui também a Assembléia responde:

- Bendito seja Deus para sempre!

A oração deve partir também da comunidade, que se constitui numa "Assembléia Celebrativa". Por isso, o Presidente se volta para o povo e pede: "Orai, irmãos, para que o nosso sacrifício seja aceito por Deus Pai Todo-Poderoso!"

E a Assembléia responde: "Receba o Senhor por tuas mãos este sacrifício, para glória de seu nome, para nosso bem e de toda a santa Igreja".

Quando a Missa é solene e festiva, costuma-se fazer a incensação do altar, do Presidente da Celebração e da Assembléia. O incenso tem um simbolismo: significa que aquele sacrifício deve subir até Deus, como a fumaça.

Prefácio

Terminada a Oração sobre as Ofertas, começa o diálogo que nos introduz no Prefácio. É o seguinte:

Pres. O Senhor esteja convosco!Ass. Ela está no meio de nós.

Pres. Corações ao alto!Ass. O nosso coração está em Deus.

Pres. Demos graças ao Senhor nosso Deus!Ass. É nosso dever e nossa salvação.

Esse diálogo é sempre o mesmo em todos os tempos do Ano Litúrgico. Em seguida vem o Prefácio, que é variável.

O "Santo"

O Final do Prefácio é sempre igual. Termina com esta aclamação:

"Santo, Santo, Santo, Senhor, Deus do universo! O céu e a terra proclamam a vossa glória. Hosana nas alturas! Bendito o que vem em nome do Senhor! Hosana nas alturas! "

Quanto o "Santo" é cantado (Ex. Hosana Rei), mudam-se algumas palavras. Mas o sentido deve permanecer o mesmo.

O "Santo" é tirado do profeta Isaías (6,3) que nessa passagem ele deixa bem claro, que é um homem de lábio impuro, indigno de falar em nome de Deus, e que, no entanto, viu a glória do Senhor no templo.

Passagem indicada Ex 3,1-5.

Consagração do pão e do vinho

No momento da Consagração, a Assembléia deve ajoelhar-se (sininho é um sinal de alerta) e levantar-se logo em seguida.

Momentos antes da Consagração, o Presidente estende as mãos sobre o pão e o vinho e pede ao Pai que os santifique, enviando sobre eles o Espírito Santo. Depois recorda o que Jesus fez na Ceia e pronuncia as palavras da consagração, que agora, no novo Missal Romano são:

"TOMAI, TODOS, E COMEI: ISTO É O MEU CORPO, QUE SERÁ ENTRE POR VÓS".

Em seguida, o Presidente recorda que Jesus tomou o cálice em suas mãos, deu graças novamente, e o deu a seus discípulos, dizendo:

"TOMAI, TODOS, E BBEI: ESTE É O CÁLICE DO MEU SANGUE, O SANGUE DA NOVA E ETERNA ALIANÇA, QUE SERÁ DERRAMADO POR VÓS E POR TODOS, PARA REMISSÃO DOS PECADOS. FAZI ISTO EM MEMÓRIA DE MIM".

Depois da consagração do pão, o Presidente levanta a hóstia à vista da Assembléia. Em seguida faz uma genuflexão para adorar Jesus presente no Santíssimo Sacramento. O mesmo ele faz após a consagração do vinho.

Terminada a Consagração, o Presidente da Celebração proclama solenemente, mostrando o Sacramento:

Pres. - Eis o Mistério de nossa fé!

Ass. - Anunciamos, Senhor, a vossa morte e proclamamos a vossa ressurreição. Vinde, Senhor Jesus!

Algumas passagens que mostram a origem da Ceia Eucarística: (Nm 9, 1-5), (Lc 22, 15-20), (Jo 6, 35-69).

Orações Eucarísticas

A primeira oração é pelo Papa e pelo Bispo Diocesano porque eles têm maior responsabilidade na Igreja. Sua missão é ensinar, santificar e governar o Povo de Deus. Por isso a comunidade precisa orar muito por eles.

Rezar pelos mortos é um ato de caridade. Os mortos de hoje foram os vivos de ontem, e o os vivos de hoje serão os mortos de amanhã. E todos juntos somos uma só Família.

Finalmente pedimos por nós mesmos como "povo santo e pecador", a fim de que um dia estejamos reunidos com a Virgem Maria, os Apóstolos e todos os bem-aventurados no céu, para com eles louvarmos e bendizer a Deus.

Nossa oração termina "por Jesus Cristo nosso Senhor", porque Ele mesmo disse (Jo 16, 23-24).

Por isso encerramos a grande Oração Eucarística ou Anáfora, proclamando solenemente: "Por Cisto, com Cristo e em Cristo..".

Este ato de louvor é dito de pé, sendo que o Presidente da Celebração levanta a Hóstia e o cálice. É um louvor solene, proclamado pelo Presidente. A participação da Assembléia está no "Amém!", que pode ser cantado.

Presidente:Por Cristo, com Cristo e em Cristo,a vós, Deus Pai Todo-Poderoso,na unidade do Espírito Santo, toda honra e toda a glória,agora e para sempre!

Assembléia: Amém!

Pai Nosso

Antes de ser ensinado por Jesus, o Pai-Nosso foi vivido plenamente pelo mesmo Cristo. Portanto, deve ser vivido também pelos seus discípulos.

O Pai-Nosso é uma oração de sentido comunitário e não individualista. Mesmo quando rezo sozinho, estou incluindo nessa oração todos os meus irmãos. Pois eu digo Pai "Nosso" e não Pai "meu", venha "a nós" o vosso Reino e não venha "a mim".

Saudação

Depois do Pai-Nosso, o Presidente reza uma oração, pedindo a Deus que nos livre de todos os males. Porque é quando estamos libertos do mal é que podemos experimentar a paz e dar a paz.

Antes da saudação, o Presidente recorda a palavra de Jesus, fazendo este diálogo com a Assembléia:

Presidente: Senhor Jesus Cristo, dissestes aos vossos Apóstolos Eu vos deixo a paz,

eu vos dou a minha paz.Não olheis os nossos pecados,mas a fé que anima a vossa Igreja;

dai-lhe, segundo o vosso desejo, a paz e a unidade. Vós, que sois Deus, com Pai e o Espírito Santo.

Assembléia: Amém!

Presidente: A paz do Senhor esteja sempre convosco!

Assembléia: O amor de Cristo nos uniu.

Aí o Presidente convida a Assembléia para que se saúdem uns aos outros no amor de Cristo.

Fração do Pão

Terminada a saudação, o celebrante parte a hóstia grande e coloca um pedacinho da mesma dentro do cálice com vinho consagrado. Esse ato de partir o pão chamas e "Fração do Pão" que é um belíssimo sinal de fraternidade, como se parte o pão em nossas casas para todos os irmãos.

Enquanto o Presidente da Celebração coloca dentro do cálice um pedacinho da hóstia, ele reza em voz baixa: "Esta união do Corpo e do Sangue de Jesus, O cristo e Senhor, que vamos receber, nos sirva para a vida eterna!" Ao mesmo tempo, a Assembléia recita ou canta o "Cordeiro de Deus".

Cordeiro de Deus

Embora no Ato Penitencia todos já se tenham purificado, ao aproximar-se o momento da Comunhão os fiéis sentem-se indignos de receber o Corpo do Senhor e pedem perdão mais uma vez, dizendo:

"Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós!

Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós!

Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, dai-nos a paz!"

Enquanto isso, o sacerdote se inclina diante do Santíssimo Sacramento e pede a Jesus que aquela comunhão seja para a sua salvação. Ninguém se atreva a receber o Corpo do Senhor indignamente.

Terminado o "Cordeiro de Deus", o Presidente levanta a Hóstia consagrada e a apresenta à Assembléia, dizendo:

"Felizes os convidados para a Ceia do Senhor!

Eis o Cordeiro de Deus,

que tira o pecado do mundo!"

E a Assembléia responde:

"Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha morada, mas dizei uma palavra e sereis salvo". (Mt 8,8)


Modo de Comungar

Depois que o padre apresenta a Hóstia para o povo, dizendo: "Felizes os Convidados", reza em voz baixa: "Que o Corpo de Cristo me guarde para a vida eterna". Em seguida comunga o Corpo e o Sangue do Senhor. Depois o padre e os ministros dão a comunhão para os fiéis. Mostrando a Hóstia a cada um diz: "O Corpo de Cristo" E quem comunga responde: "Amém! Não é para fazer o sinal da cruz. E não faz mal que a hóstia toque os dentes.

Quanto ao modo de receber a comunhão, na boca ou na mão, compete a cada Bispo deve determinar em sua Diocese. Quem comunga, recebendo a hóstia na mão, deve elevar a mão esquerda aberta, para o padre colocar a comunhão na palma da mão. O comungante, imediatamente, pega a Hóstia com a direita e comunga ali mesmo, na frente do Padre. Não pode sair com a Hóstia na mão e comungar andando. Para comungar é preciso estar na graça de Deus (sem pecado grave) e em jejum (sem comer e sem beber bebida alcoólica uma hora antes da comunhão).




RITOS FINAIS

Antes de falarmos do rito da bênção, lembramos que, terminada a Comunhão do povo, convém haver alguns momentos de silêncio para interiorização da Palavra de Deus e ação de graças. Pode se também recitar algum salmo ou cantar algum canto de ação de graças. Depois da ação de graças vem a "Oração Após a Comunhão", de pé. Terminada a Oração, que é proferida pelo Presidente, então sim, podem se dar avisos e fazer convites.

Bênção final

A bênção final pode ser com uma fórmula simples ou solene. Por exemplo, uma fórmula simples é esta: Pres.:"Abençoe vos Deus todo poderoso, Pai, Filho e Espírito Santo!." Ass.: "Amém!" Ao dar a bênção, o padre traça uma cruz sobre a Assembléia, e todos podem inclinar a cabeça.



DOMINGO = DIA DO SENHOR

Deus, que criou o homem e conhece bem as suas limitações, deu lhe esta ordem: (Ex 20, 8 11) O sábado era o dia que lembrava a Aliança de Deus (Javé) com seu povo Israel (Cf. Ex 31, 16 17). Jesus, porém, é a plenitude da Lei e da Aliança. E ele ressuscitou no domingo. Ora, a Ressurreição do Senhor é o acontecimento máximo na História da Salvação. Por isso, ficou sendo o dia festivo dos cristãos. Era o dia em que eles se reuniam para celebrar a Eucaristia, que é o centro da piedade cristã. (At 20, 7a / Mt 12, 8 / CI 2, 16 17) "Domingo" é uma palavra de origem latina. Quer dizer "Dia do Senhor". É um dia destinado à renovação espiritual. E o ato mais importante do domingo é a Missa, que o Concilio chama de "centro e ápice" da piedade cristã.




O ANO LITÚRGICO

O Ano Litúrgico é o "Calendário Religioso". Contém as datas dos acontecimentos da História da Salvação. Não coincide com o ano civil, que começa no dia primeiro de janeiro e termina no dia 31 de dezembro. O Ano Litúrgico começa e termina quatro semanas antes do Natal. Tem como base as fases da Lua. Compõe se de dois grandes ciclos: o Natal e a Páscoa. São como dois polos em torno dos quais gira todo o Ano Litúrgico. O Natal tem um tempo de preparação, que é o Advento; e a Páscoa tem também um tempo de preparação, que é a Quaresma. Ao lado do Natal e da Páscoa está um período longo, de 34 semanas, chamado Tempo Comum. O Ano Litúrgico começa com o Primeiro Domingo do Advento e termina com o último sábado do Tempo Comum, que é na véspera do Primeiro Domingo do Advento.




ESQUEMA DO ANO LITÚRGICO

Ciclo do Natal

Advento

Início

4 domingos antes do Natal

Término

24 de dezembro à tarde

Espiritualidade

Esperança e purificação da vida

Ensinamento

Anúncio da vinda do Messias

Cor

Roxa

Natal

Início

25 de dezembro

Término

Na festa do Batismo de Jesus

Espiritualidade

Fé, alegria e acolhimento

Ensinamento

O filho de Deus se fez Homem

Cor

Branca

Tempo Comum (1ª Parte)

Início

2ª feira após o Batismo de Jesus

Término

Véspera da 4ª Feira das Cinzas

Espiritualidade

Esperança e escuta da Palavra

Ensinamento

Anúncio do Reino de Deus

Cor

Verde

Ciclo da Páscoa

Quaresma

Início

Quarta Feira das Cinzas

Término

4ª feira da Semana Santa

Espiritualidade

Penitência e conversão

Ensinamento

A misericórdia de Deus

Cor

Roxa

Páscoa

Início

5ª feira santa (Tríduo Pascal)

Término

No Pentecostes

Espiritualidade

Alegria em Cristo Ressuscitado

Ensinamento

Ressurreição e vida eterna

Cor

Branca

Tempo Comum (2ª Parte)

Início

Início 2ª feira após o Pentecostes

Término

Término Véspera do 1º Domingo do Advento

Espiritualidade

Espiritualidade Vivência do Reino de Deus

Ensinamento

Ensinamento Os cristãos são o sinal do Reino

Cor

Cor Verde

Nota: Além das festas de Jesus, dentro do Ano Litúrgico estão as festas da Virgem Maria,

dos Apóstolos e dos outros santos. Nas Livrarias católicas encontra-se um livro chamado

"Diretório Litúrgico" que contém o calendário com todas as festas e comemoração da Liturgia.


Resumo do Livro Missa parte por parte

Autor: Pe. Luiz Cechinato

Editora: Vozes



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