World’s Children’s Prize Homenageados 2011 Cecilia Flores-Oebanda, Filipinas



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World’s Children’s Prize Homenageados 2011
Cecilia Flores-Oebanda, Filipinas

Cecilia Flores-Oebanda é homenageada por sua luta de 20 anos contra o trabalho infantil e o tráfico humano. Cecilia começou a trabalhar aos cinco anos de idade, e fez da luta pelos direitos das crianças mais pobres e mais vulneráveis a missão de sua vida. Cecilia fundou a organização Fórum Visayan, que salvou dezenas de milhares de meninas do trabalho escravo e do tráfico humano. Eles realizam trabalho preventivo em áreas rurais e cidades para impedir que crianças sejam exploradas. Cecilia influenciou a O telefone toca no meio da noite. Uma voz sibila no escuro: “Saia do legislação nas Filipinas e em todo o mundo para melhorar a proteção à criança. Apesar das constantes ameaças de morte, ela não desiste. Cecilia e o Fórum Visayan administram oito Lares Transitórios para meninas de todo o país, quatro centros de apoio para trabalhadores domésticos e um Lar Seguro, um lar para as maiores vítimas. Desde o ano 2000, Cecilia e o Fórum Visayan ajudaram 60.000 vítimas do tráfico de pessoas e levaram diversos casos ao tribunal. Eles treinaram milhares de parceiros no combate ao tráfico, inclusive juízes, promoto- res, policiais, agências de viagens e autoridades governamentais.



Monira Rahman, Bangladesh

Monira Rahman é homenageada por sua corajosa luta para colocar um fim na violência com ácido e gasolina em Bangladesh. A maioria das vítimas são garotas. Mas mulheres, garotos e homens também são atacados. O motivo dos ataques geralmente é ciúme, e, contra os homens, a razão mais comum é a disputa por terra. Os ataques com ácido eram comuns durante um período, entretanto, ninguém sabia disso antes, a imprensa não mostrava. Monira mudou tudo isso. Ela fundou a ASF (Acid Survivors Foundation – Fundação dos Sobreviventes do Ácido) para todos os sobreviventes de ataques com ácido e gasolina. A organização começou a funcionar em 1999. No início, havia mais de um ataque com ácido por dia em Bangladesh. Hoje, esse número caiu pela metade. Mas o objetivo é zerar isso, para que ninguém, nem crianças, garotas, mulheres e homens sejam atacados até 2015.



ASF ajuda os sobreviventes a terem uma vida ativa, com dignidade. Eles geralmente oferecem cirurgia plástica. Os próprios sobreviventes se tornam os maiores ativistas da causa contra esse tipo de violência.
Murhabazi Namegabe, República Democrática do Congo

Murhabazi Namegabe é homenageado por sua longa e perigosa luta de mais de 20 anos em prol das crianças da República Democrática do Congo, país devastado pela guerra. Desde 1989, Murhabazi, através de sua organização BVES, libertou mais de 4.000 soldados-criança e mais de 4.500 meninas abusadas sexualmente por grupos armados, e cuidaram de 4.600 crianças refugiadas abandonadas. Seus 35 lares e escolas oferecem comida, roupas, um lar, cuidados médicos, terapia, oportunidade de ir à escola, segurança e amor a crianças que estão entre as mais vulneráveis do mundo. A maioria das crianças é reunida às suas famílias. Graças a Murhabazi, 60.000 já passaram pelos diferentes centros do BVES e conquistaram uma vida melhor. Murhabazi e o BVES representam as crianças da República Democrática do Congo ao exigirem constantemente que o governo, todos os grupos armados, organizações e todos os demais membros da sociedade cuidem das crianças do país. Muitos são contra a luta de Murhabazi. Ele já foi preso, espancado e recebe ameaças de morte constantes. Sete de seus companheiros de trabalho já foram mortos.


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