Veja 03 de março de 2010



Baixar 2,33 Mb.
Página4/24
Encontro28.11.2016
Tamanho2,33 Mb.
1   2   3   4   5   6   7   8   9   ...   24

Índice  •  Seções  •  Panorama  •  Brasil  •  Economia  •  Internacional  •  Geral  •  Guia  •  Artes e Espetáculos  •  ver capa

Seções

VEJA.com
Carta ao Leitor
Entrevista: Aldemir Bendine
Lya Luft
Leitor
Blogosfera

Panorama

Imagem da Semana
Datas
Holofote
SobeDesce
Conversa Claudinho do Sucolé
Números
Radar
Veja Essa

Brasil

Telefonia: O lobista José Dirceu sob os holofotes
Distrito Federal: A intervenção está mais próxima
São Paulo: Juiz cassa Kassab e atropela o TSE
Minas Gerais: A correspondência entre Juscelino e Tancredo
Loterias: Ganhadores de bolão ficam a ver navios

Economia

Bancos: O aumento dos depósitos compulsórios

Internacional

Estados Unidos: Obama aposta tudo na reforma da saúde
Inglaterra: As grosserias de Gordon Brown
América Latina: A brandura de Lula com a ditadura cubana

Geral

Gente
Especial: A ciência da pele
Emigração: Quebec atrai brasileiros
Comportamento: Há cura para os viciados em sexo?
Negócios: Cresce o consumo de azeite nos países do Bric
Educação: Premiação de bons professores já dá resultados
Medicina: Os brasileiros na ONG Médicos Sem Fronteiras

Guia

Bebês: O teste das fraldas
Bebês: Para cuidar bem da higiene dos pequenos

Artes e Espetáculos

Televisão: A versão hispânica de O Clone na Colômbia
Cinema: Uma unanimidade chamada Meryl Streep
Intelectuais: Os sábios que agem como tolos
Música: B.B. King, o ícone do blues, no Brasil
Veja Recomenda
Os livros mais vendidos
Roberto Pompeu de Toledo

Conversa com Claudinho do Sucolé

"Eu faturo 12 000 reais por semana"



vinte anos, Luis Claudio Barros decidiu reforçar o orçamento vendendo nas praias do Rio de Janeiro uma espécie de sorvete caseiro embalado em um saquinho plástico, sem palito, batizado de sucolé. Foi um sucesso. Hoje, Claudinho do Sucolé, como é chamado, tem 16 empregados e fatura alto


André Eler


Eduardo Martino/Documentography


Claudinho: sucesso
que veio da Baixada

Quem inventou o sucolé?

A receita é conhecida no subúrbio, mas todo mundo chama de sacolé: polpa de fruta batida com água. Eu troquei a água por leite e não uso polpa, só fruta natural. Para diferenciar, lancei este nome: sucolé. Pegou.

E vende bem?
Vende tanto que tive de contratar um monte de gente para me ajudar. Tenho seis pessoas na fábrica, em Duque de Caxias, na Baixada, e dez vendedores que passam o dia na praia.

Quanto fatura sua equipe?
Este verão está sendo maravilhoso, porque está muito calor. Estou fazendo, bruto, 12 000 reais por fim de semana.

Qual sua estratégia de vendas?
Quando trabalhava sozinho, cantava e fazia versos para cativar os clientes, coisas do tipo: "Chupa, chupa, chupa! Chupa, meu amor! Chupa, chupa, chupa. O sucolé é um terror". Tem que vender alegre, né?

Você tem clientes famosos?
Vários artistas compram sucolé: Luana Piovani, Jonas Bloch, Preta Gil... Já fui convidado até para o aniversário do Marco Nanini. Ah, e tem também aquela menina, filha do Fábio Jr., como é que ela chama? Cleo Pires! Ela também chupa

Números

Jamie O'Rourke/Reuters



Radar


Lauro Jardim
ljardim@abril.com.br

Brasil

É perversa a natureza humana
Preso e sem perspectiva de volta ao poder no DF, José Roberto Arruda virou saco de pancada. O Ministério Público agora recebeu "denúncia" de que ele estaria acumulando recursos repassados pelo caixa dois de empresas para "comprar" sua candidatura à Vice-Presidência.

Ninguém tem a menor ideia
Façam suas apostas: quem estará no posto de governador do Distrito Federal na festa do cinquentenário da capital, em 21 de abril?

Jogatina liberada
O líder do governo na Câmara, Cândido Vaccarezza, pretende votar ainda em março a liberação dos bingos, apoiada pelo governo. Vaccarezza já comunicou a decisão aos líderes da base aliada.

 

Eleições 2010



Ailton de Freitas/Ag. O Globo


Homem certo, no lugar certo
Antonio Palocci é o meio-campo escalado pelos petistas para acalmar os empresários temerosos de eventuais radicalismos de Dilma Rousseff. E já entrou no gramado.

Hábil
Palocci: tranquilizando
os ansiosos

 

Ordens do chefe
Lula já mandou avisar ao PT paulista ("mandou avisar" é um eufemismo que equivale a uma ordem): se Ciro Gomes não topar mesmo, o candidato ao governo de São Paulo vai ser Aloizio Mercadante. Se Mercadante também pular fora, o escolhido será Fernando Haddad. E fim de papo.

Cuidando do quintal
O próximo programa de televisão do PMDB, que vai ao ar em abril, deve ser dedicado aos governadores do partido. Apesar da aliança pró-Dilma, a prioridade da legenda é eleger
o maior número possível de governadores. A tendência é que as loas ao governo federal surjam a partir das falas dos candidatos.

Federação partidária
O PMDB deverá ter até quinze candidatos a governador. Hoje dez nomes já estão assegurados nas disputas e outros cinco estão em negociação avançada.

Dos fundos para a política
Guilherme Lacerda, desde 2003 presidente do terceiro maior fundo de pensão do Brasil, a Funcef, prepara sua candidatura a deputado federal pelo PT.
Economia

Procura-se banqueiro
O Morgan Stanley está em busca de um novo presidente para a sua subsidiária brasileira.

Tempo de engorda
Aliás, os bancos americanos voltaram a pensar em aumentar sua estrutura no Brasil. A Goldman Sachs e a Merrill Lynch puxam a fila.

Não estou nem aí
Em palestra na semana passada no Instituto Brasileiro de Petróleo, o presidente da Petrobras Distribuidora, José de Andrade Neto, surpreendeu a turma do setor. Perguntado sobre a campanha de combate à clandestinidade patrocinada pelas companhias de GLP (o gás de cozinha), desdenhou: "A campanha não é do interesse dos consumidores, mas das empresas". Lima Neto também é o presidente do conselho de administração da Liquigás, uma das líderes do GLP. Recentemente, o setor lançou uma campanha na qual recolheu 250 000 botijões do mercado informal.

 

Show business



Os shows da Globo
As Organizações Globo vão criar uma megaempresa de eventos. Um dos focos será a contratação de grandes shows de artistas internacionais. Nos planos está inclusive comprar (ou se associar a) duas casas de espetáculos, uma no Rio de Janeiro e outra em São Paulo.

 

Futebol



Nelson Antoine/AP


O custo Robinho
Robinho será o novo garoto-propaganda da Volkswagen até pelo menos a Copa do Mundo. O contrato foi fechado na quarta-feira pelo Santos, que detém os direitos de imagem do atacante. São contratos como esse (o clube pretende fechar outros) que tornarão menos doloroso para o Santos o pagamento do
1 milhão de reais que Robinho recebe a cada trinta dias.

Dinheiro suado
Robinho: contrato com a VW
para ajudar a pagar o seu salário
1   2   3   4   5   6   7   8   9   ...   24


©bemvin.org 2016
enviar mensagem

    Página principal