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DO SANTUÁRIO Á VELIGIATURA

O Bom Jesus do Monte (Braga): estudos prévios

para uma candidatura a Património Mundial
Eduardo Cordeiro Gonçalves 1

Varico da Costa Pereira 2
Instituto Universitário da Maia – ISMAI; CEDTUR - CETRAD
Introdução

A propósito do estudo de um lugar de culto e simbólico, o Bom Jesus do Monte (Braga), inscrito na categoria dos ‘Sacri-Monti’, propõe-se dilucidar sobre a evolução de antigas práticas de peregrinação assimiladas hoje num contexto de turismo religioso moderno. Neste sentido, propõe-se um quadro teórico assente no modelo do processo de desenvolvimento dos territórios-santuário, com base no modelo de Butler, neste caso aplicado à evolução de um destino de turismo religioso.

Assinalado o estado da arte e o quadro metodológico, o estudo está estruturado em quatro itens: i) Enquadramento histórico do sítio que contempla o período dos quartéis e o apoio á peregrinação ii) O despontar e a afirmação da vilegiatura (o desejo sazonal de purificação; sentido de afastamento da rotina urbana; assunção do Monte enquanto entretenimento; divulgação da região e nascimento dos primeiros hotéis; relevância económica dos vilegiaturistas) iii) Infra-estruturas do lazer (acessibilidades; operadores; hotéis; Elevador; capacidade de carga).

Palavras-chave: Lugares de peregrinação; Turismo religioso; destinos turísticos

1 Professor do Instituto Universitário da Maia – ISMAI (Portugal); investigador principal do CEDTUR – CETRAD; Editor da PASOS. Journal of Tourism and Cultural Heritage; E-mail: egoncalves@ismai.pt

2 Doutorando da Universidade de Santiago de Compostela (España); investigador do CEDTUR – CETRAD; Mesário da Confraria do Bom Jesus do Monte (Braga, Portugal); E-mail: varico@gmail.com

1 - O Bom Jesus do Monte: um lugar de culto e simbólico

Localizado em Braga, no Norte de Portugal, o santuário do Bom Jesus do Monte inscreve-se numa área de 26,5 ha que se consubstancia num santuário, numa envolvente hoteleira e num centro de congressos, num frondoso parque arborizado, com acessibilidades viárias complementadas por uma rede de caminhos, bem como um conjunto de lagos e grutas.

As origens do santuário conduzem a um ajuste cronológico que nos faz recuar ao século XIV (Bezerra, 2002), embora só venha a revelar importância já em pleno século XVII, por altura do aparecimento da Confraria do Bom Jesus do Monte (1629). Mas a monumentalidade das edificações religiosas apenas se consolidou nos finais do século XVIII e inícios do século XIX, quando as estruturas edificadas foram rematadas pelo grandioso templo do arquitecto bracarense Carlos Amarante. Considerado por G. Bazin “le sanctuaire le plus parfait qu’ait realisé le christianisme”, com múltiplos enquadramentos, quer na arquitectura e na escultura, a sua influência está também plasmada na simbolização dos espaços, no pensamento religioso e nos padrões de piedade popular (Almeida, 1990:69).

Integrado numa série de montes sacros europeus (Bazin,1963), especialmente nos “protótipos” italianos como é o caso de Santa Maria del Monte Sopra Varese (Barata, 1973) ou dos Sacri Monti de Piemonte e Lombardia, o Bom Jesus foi um local de rituais e de manifestações de culto enquadradas nos “hábitos devocionais das Jerusaléns”, bem como nas práticas de devoção da via-crucis e dos calvários, nas cerimónias quaresmais e em toda uma simbólica e mentalidade religiosa de um tempo que era o seu.

Os vários monografistas, do Bom Jesus, certamente arrebatados pelas maravilhas que veem, dedicaram-se a perceber as razões que levaram à grandeza do santuário, ao porquê das obras ali efetuadas e às razões da sua divulgação pelo mundo católico, sobretudo de expressão latina, Mónica Massara (1988) é um bom exemplo disso. O Bom Jesus do Monte, justamente celebrado pela complexidade da intervenção do Homem, seja em obras de arte, ou da natureza (a sua notável mata), não se restringe, assim, ao local onde está implantado.

Santuários em Portugal, Espanha ou Brasil, são, sem dúvida, alguns entre os muitos que, em parte ou no todo, se inspiraram nele para a sua criação ou desenvolvimento. Mas nenhum atingiu a sua diversidade e vastidão.

Ora, este “bem” foi recentemente alvo de um processo de candidatura a “Património Mundial” (Andresen, 2012), com base em argumentação que pretende demonstrar o seu inequívoco “valor excecional” por responder a alguns dos principais critérios para a avaliação dessa excepcionalidade, a saber:


  • “representar uma obra prima do génio criador humano”;

  • “ser testemunha de um intercâmbio de influências considerável, durante um dado período ou numa determinada área cultural, sobre o desenvolvimento da arquitectura ou da tecnologia, das artes monumentais, do planeamento urbano ou da criação de paisagem”;

  • “representar um exemplo excepcional de um tipo de construção ou conjunto arquitectónico ou tecnológico, ou de paisagem que ilustre um ou mais períodos significativos da história humana”;

  • “estar direta ou materialmente associado a acontecimentos ou a tradições vivas, ideias, crenças ou obras artísticas e literárias de significado universal excepcional” (Andresen, 2012:48; Unesco, 2011)

Este processo passou, pois, pelo sublinhar da “integridade e autenticidade do bem”, pela sua forma e conceção que apesar da natural diversidade estética de cada tempo é apresentado como uma “peça harmónica”. Assinalada ainda a sua estrutura formal, quer o seu monumental escadório barroco, quer a sua nova igreja, a que se associa uma densa narrativa religiosa, o processo não deixa de sublinhar a existência de um qualificado e bem enquadrado parque hoteleiro e um secular elevador de montanha.

2 - Do santuário à vilegiatura

Ao longo do século XIX, mormente na sua segunda metade, o santuário passou a cruzar a valência de local de peregrinação com uma função turística e recreativa.

Com a crescente frequência do Monte por romeiros, especialmente em dias santos e aos domingos, a Confraria do Bom Jesus passou a diligenciar as suas “Casa”, consignadas a comerciantes que aí vendiam “pão, vinho e palha para as bestas” (Capela, 1992: 96). A par, a confraria foi também dinamizando a criação de “alpendres” para os peregrinos e romeiros “pernoitarem e locais para recolherem os carros e animais” (Peixoto, 2011: 177).

Já nos finais do século XVIII, como se pode confirmar documentalmente no arquivo da Confraria, existiam várias hospedarias para o acolhimento dos peregrinos “que não iam prevenidos do necessário para poderem habitar, e subsistir nos quartéis”. O mesmo se foi verificando século XIX adentro, embora a confraria continuasse a apoiar a construção de novos quartéis.

Progressivamente, o Monte foi representando o desejo sazonal de purificação no sentido de afastamento da rotina urbana e assumido enquanto espaço de entretenimento. Prefigurando o estatuto de estância, o Bom Jesus do Monte revela com maior acuidade um potencial turístico e hoteleiro muito “apetecíveis, sobretudo, por particulares” (Peixoto, 2011: 179).

O Santuário do Bom Jesus do Monte tem uma dimensão nacional, consolidada há vários séculos, apesar de a classificação como Imóvel de Interesse Público ter vindo em 1970. Visitado por cerca de um milhão de pessoas por ano, é referência para peregrinos, turistas e visitantes de todo o mundo. Cedo se tornou num ícone turístico não só da cidade, mas de toda a região Norte e mesmo do País.

Trata-se de um local de relevância mundial no âmbito da arquitetura barroca, pelo que deve ser promovido não apenas como cartaz turístico, mas também como espaço com conteúdo artístico que leve a um maior conhecimento sobre este importante valor patrimonial. A imagem do Bom Jesus com os seus escadórios é, talvez, a principal imagem de marca de Braga, pois aparece reproduzida num sem número de publicações, podendo mesmo servir de capa em livros de edições internacionais, como o livro The grand tour. Volta ao mundo pelos olhos de um arquitecto, de Harry Seidler.

O Bom Jesus surge como um dos locais mais referidos na programação turística para o Norte de Portugal. Aliás, a análise da programação de Operadores Turísticos e da deslocação de turistas individuais, demonstra que é usual incluir o Bom Jesus nos principais itinerários turísticos que percorrem Portugal e Espanha, nomeadamente os que ligam Fátima a Santiago de Compostela, integrando os grandes circuitos turísticos-culturais europeus.



3 - Infra-estruturas do lazer

Desde muito cedo, com o avolumar da presença de peregrinos e romeiros começaram a disponibilizar-se estruturas de acolhimento que, numa fase mais recuada no tempo, eram conhecidas por “quartéis”, “casas da confraria”, ”albergues” ou tão-só “alpendres”, núcleos de apoio ao peregrino que já existiam no século XVIII. Progressivamente, a designação e a qualidade das infra-estruturas foi evoluindo, passando pelo figurino de estalagem, hospedaria e pousada até ao surgimento dos hotéis. Já no Guia do viajante, de Azevedo Coutinho, se refere o Bom Jesus do Monte como ponto de atração pela dupla vertente, religiosa e pitoresca, chamando a si “devotos e touristes” (Coutinho, 1905).

Ilustram esta corrida várias propostas apresentadas á Confraria para a construção e, mais tarde, também para a exploração de unidades hoteleiras. Neste caso estava a sociedade anónima “Hotéis Portugueses de Turismo”, constituída em 1919 com capitais do Banco do Minho, mas também por particulares, tal como Ernesto de Vilhena, Gomes e Matos, conde de Stuchy de Quay e Estolano Dias Ribeiro.

Nesse período, um dos principais condicionalismo ao desenvolvimento do turismo em Portugal residia na falta e na má qualidade dos hotéis. Raúl Proença, no seu Guia de Portugal, utiliza-os para traçar um retrato do país turístico afirmando que fora das “estâncias termais e balneares e de duas ou três estâncias de vilegiatura ninguém frequenta hotéis portugueses senão por absoluta necessidade, tal é o desconforto e a falta de asseio da maioria deles”.

Não era, porém, a falta de unidades hoteleiras, de resto, como o demonstra o fato de só a cidade do Porto dispor, em 1918, de 21 hotéis, entre os quais o Hotel Fructi, já há altura um hotel vegetariano com alimentação especial para atrair naturistas e vegetarianos, isto a par de vários outros do “género popular”. Mesmo assim, em 1905, é publicado um primeiro projecto de lei para concessão de benefícios fiscais às empresas que construíssem estabelecimentos hoteleiros, mas sem sucesso. Viria a ser o Ministro das Finanças do governo da República, Thomaz Cabreira, que tomaria a iniciativa de propor a aprovação de um diploma em que se estabeleciam grandes vantagens fiscais para os hotéis a construir. É ao abrigo deste regime jurídico, em vigor de 1914 a 1934, que se enquadra a evolução do parque hoteleiro do Bom Jesus do Monte. Composto hoje por um conjunto de quatro hotéis – Hotel Elevador, Hotel do Parque, Hotel do Templo e Hotel do Lago e por um centro de convívio, de reuniões e de congressos, A colunata de Eventos – o grupo é gerido desde os anos de 1980 pela Sociedade Hotéis do Bom Jesus, cujas ações são detidas, maioritariamente, pela Arquidiocese de Braga e pela Confraria do Bom Jesus.

Desde o século XIX funcionava como principal hospedaria da estância o Hotel Elevador que conheceu várias transformações e designações – “Grande Hotel”, “Hotel da Boavista” e “Hotel Higiénico” e que acolheu a família real portuguesa em períodos de veraneio. Aliás, é um dos seus concessionários, Manuel Joaquim Gomes, que vai proceder á electrificação da instância e a outros melhoramentos tecnológicos. Tal como esta unidade, as restantes passaram também por sucessivas remodelações e adaptações às circunstâncias dos tempos, cuja gestão passou ainda pelo Grupo Sopet antes de ser tomada definitivamente pela SHBJ.

O empresário bracarense, Manuel Joaquim Gomes, foi uma figura decisiva no estimular da procura turista do Bom Jesus. Podemos afirmar que a construção do Funicular (elevador), em 1882, foi decisiva para esse impulso turístico. Esta infraestrutura de transporte permitia, já no século XIX, disponibilizar ao visitante um sistema de transportes integrado, entre a estação de caminhos-de-ferro de Braga e o Bom Jesus.

4 - Para um modelo de desenvolvimento das cidades santuário

O turismo religioso e a própria institucionalização do turismo estão profundamente ligados às peregrinações (Stoddard,1994). Ao longo dos tempos e dos caminhos percorridos pelos peregrinos, deu-se o aparecimento de locais de alojamento (pousadas e hospedarias) e de restauração onde os peregrinos podiam descansar, pernoitar e dispor de alimentação, bebidas e até mantimentos para continuar a viagem.

Desde a antiguidade que as peregrinações se caracterizam pela movimentação das pessoas e pelos rituais que as acompanham. Andanças e rituais evocam a relação com o sagrado, a veneração e a oração nos lugares santos são os símbolos de força maior. Cumprir promessas, fazer oferendas e pedidos de intervenção do sagrado sobre a realidade quotidiana assumem aspetos de comunicação mais objetiva ao se efetivarem em determinados espaços.

A peregrinação compreende em regra duas componentes, ou seja, a de ordem espiritual e a de natureza pragmática. A primeira corresponde á motivação que está na origem da viagem, a outra está associada á viagem e ao acolhimento (Ambrósio, 2000). Para uma generalidade dos agentes que operam nestes destinos, o turismo religioso é encarado nas suas dinâmicas económicas, tal como a generalidade de outros produtos turísticos, hoje com impactes no território, nas economias locais e regionais e na sociedade. Por conseguinte, estes destinos de turismo religioso são com cada vez com mais acuidade objecto de estudo, não só o dos seus recursos, mas também o dos fluxos de visitantes, incluindo a problemática da capacidade de carga, tudo isto acrescido por uma redobrada atenção dada ao entorno ambiental em ordem a um desenvolvimento harmonioso e sustentável do destino.

Tendo, assim, como lastro a componente territorial, os estudos devem considerar, desde logo, a “origem e crescimento dos destinos religiosos”, bem como a sua influência numa escala local e da região (Ambrósio, 2014). No imediato devem ser analisadas as variáveis ligadas ao ordenamento do território (á escala municipal), incluindo infra-estruturas e equipamentos, mas também a constituição social da comunidade anfitriã, isto a par das actividades económicas preponderantes. Estas são condições nodais para um estudo que se proponha incidir nas “transformações funcionais” daquelas componentes e que almeje contribuir para o desenvolvimento do destino de turismo religioso.

Segundo Vitor Ambrósio, tendo como lastro as componentes apontadas, a análise deve ser cerzida com base: i) “no aparecimento dos santuários e dos espaços religiosos adstritos”; ii) “na indução do turismo e sua evolução temporal”; iii) “na inter-relação entre a atuação dos principais atores no processo de dinamização – Igreja, agentes económicos e administração (central, regional e local)” (Ambrósio, 2014: 374).

Com efeito, num tempo hodierno, repito, há três grandes tipos de atores que participam na construção destes territórios, nomeadamente a Igreja, os agentes económicos ligados á componente turísticas e a administração.

O património religioso apresentasse-nos como o ponto central do produto, pois é à volta dele, que todos os outros fatores se desenvolvem, sejam eles, materiais ou imateriais, é o elemento principal para a estruturação de qualquer produto de turismo cultural e religioso. O património religioso, para lá da dimensão espiritual inerente, possui elementos arquitetónicos, artísticos, históricos, simbólicos e paisagísticos que o transformam num importante recurso turístico de uma região ou de um país (Pereira, 2006).

Podemos afirmar que o turismo religioso permite usufruir duplamente do património religioso, por um lado temos o culto religioso e, por outro, o culto artístico, ambos utilizam o mesmo espaço, mas com o equilíbrio possível.

Desta forma favorecemos a valorização dos monumentos religiosos, acabando por beneficiar os vários agentes envolvidos e, sobretudo, para os respectivos frequentadores, na sua diversidade. Com efeito, o património religioso, melhor valorizado e comunicado, pode então apreender-se pelo prisma do sagrado ou simplesmente através de uma visão histórica e artística, à escolha do visitante.



Concluindo

A peregrinação esteve desde cedo ligada á própria vontade de viajar. O peregrino acabou por influenciar o desenvolvimento dos caminhos e dos destinos religiosos. E se inicialmente era a espiritualidade e a religiosidade popular que marcava a motivação dos romeiros e peregrinos, o Monte passou progressivamente a local de vilegiatura a anteceder a fase em que se transforma em verdadeiro produto turístico. Torna-se, por isso, necessário a sua análise e estudo sob múltiplos ângulos porquanto os impactes socioeconómicos gerados hoje pelo turismo, mesmo quando se fala de religião e espiritualidade, não deixam também de significar manifestações de matriz eminentemente cultural.


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