UtilizaçÃo de brassinolídeo no desenvolvimento da cultura da couve-flor



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UTILIZAÇÃO DE BRASSINOLíDEO NO DESENVOLVIMENTO DA CULTURA DA COUVE-FLOR (Brassica oleracea)

BOEIRA, Gilmar Godoy¹

gilmargodoyboeira@hotmail.com
DAMETTO, Ismael¹

ismael.dametto@gmail.com


KLINKOSKI, Silmar José¹

silmar.klinkoski@gmail.com


OLIVEIRA, Andressa Paola de¹

maquinas6@kesoja.com.br


ZEMBRUSKI, Lucas¹

lucaszembruski@hotmail.com


MEIRELES, Ronaldo Bernardon²

agronomia@ideau.com.br


PIEROZAN, Morgana Karin²

morganapierozan@ideau.com.br

TREVIZAN, Katia²

katiatrevizan@ideau.com.br


MIOTTO, Álvaro Cacenote²

alvaromiotto@ideau.com.br


SEXTO, Paloma Alves da Silva²

palomasexto@ideau.com.br


ALMEIDA, Mauro Antônio de²

mauroalmeida@ideau.com.br


FRESCHI, Elisandra Mottin²

elisandra@ideau.com.br



¹ Discentes do Curso de Agronomia, Nível IV 2016/2- Faculdade IDEAU – Getúlio Vargas/RS.

² Docentes do Curso Agronomia, Nível IV 2016/2 - Faculdade IDEAU – Getúlio Vargas/RS.

RESUMO: Os vegetais produzem uma grande quantidade de compostos orgânicos, entre eles estão os hormônios vegetais, os quais atuam na regulação de vários processos. Há vários tipos de hormônios, que em diferentes concentrações, que desempenham funções diferentes. O objetivo do trabalho foi realizar a aplicação do hormônio brassinolídeo em diferentes concentrações na cultura da couve-flor e avaliar seus resultados. Conduziu-se o experimento no terreno pertencente ao Hospital São Roque localizado na cidade de Getúlio Vargas, utilizou-se delineamento inteiramente casualizado com quatro tratamento e três repetições, vinte e um dia após o transplante das mudas realizou-se a aplicação via foliar do hormônio diluído em água destilada, realizou-se as avaliações vinte e um dia pós aplicação, para número de folhas por planta, peso de massa verde, peso de massa seca, e para peso de cabeça trinta dias após aplicação. Após serem realizadas todas as avaliações à campo, realizou-se o teste de Tukey (5% de probabilidade), não apontando nenhuma diferença estatística nas avaliações. Alguns fatores interferiram nos resultados, tais como, tipo de folha, condições climáticas, fatores edáficos e abióticos, cultura a ser explorada e absorção do produto, alguns autores citam que seu efeito é melhor visualizado quando a planta está sobre efeito de algum tipo de estresse.
Palavras-chave: couve-flor; hormônios vegetais; brassinolide.
ABSTRACT: The plants produce a large amount of organic compounds, among them are the plant hormones, which act as a regulator of various processes. There are several types of hormones, which in different concentrations, which perform different functions. The objective of this work was to perform the application of brassinolideo hormone in different concentrations in the culture of cauliflower and evaluate its results. We conducted the experiment on the grounds of the Hospital São Roque is located in the city of Getulio Vargas, we used a completely randomized design with four treatment and three replicates, twenty-one days after transplantation of the seedlings took place the application to leaves of the hormone diluted in distilled water, if the ratings twenty-one days after application, for number of leaves per plant, weight of green mass, dry mass weight, and weight of the head 30 days after application. After being carried out all assessments to the field, the Tukey test (5% probability), Not pointing any statistical difference in the ratings. Some factors interfere with the results, such as sheet type, climatic conditions, edaphic factors and abiotic stresses, culture to be explored and absorption of the product, some authors mention that its effect is best viewed when the plant is about the effect of some kind of stress.
Keywords: cauliflower; plant hormone; brassinolide.
1 INTRODUÇÃO

Os vegetais produzem uma gama de compostos orgânicos que estão envolvidos no controle do desenvolvimento. Os hormônios vegetais são constituídos de moléculas formadas em certas regiões de uma planta, o qual em pequenas concentrações são capazes de gerar mudanças metabólicas nas células, sua translocação dentro da planta ocorre pelos vasos condutores de seiva, o xilema e o floema. Sua atuação pode ser no próprio órgão que o produziu, bem como em qualquer outra parte da planta, sua ação é pouco específica, atuam em diversos tecidos regulando diferentes processos metabólicos, como, estimulam a germinação, crescimento, floração, formação e amadurecimento de frutos e adaptação a estresse hídrico (MAGALHÃES & VIERA, 2008). Neste conjunto podem ser citados os hormônios vegetais, tais como as auxinas, citocininas, giberelina, e o etileno. Há pouco tempo outros compostos da mesma classe, dos hormônios, têm sido retratados, porém ainda há muita incerteza sobre sua classificação, dentre eles os brassinosteróides, poliaminas, ácido jasmônico e ácido salicílico (COSTA, S.D.).

Segundo Amaral (S.D.) os brassinosteróides são uma classe de hormônios descobertas nos anos de 1970, os quais foram revelados com base nos seus efeitos fisiológicos. O primeiro esteroide regulador de plantas identificado foi o brassinolídeo (contém 28 carbonos em sua estrutura) no ano de 1979, sendo hoje conhecidos em torno de 60 tipos de brassinosteróides, que são denominados pelo sufixo Br (COLLI, 2012).

Os brassinosteróides atuam em diferentes processos em uma planta, são responsáveis pelo alongamento e expansão celular, distinção do xilema, gravitoprismo, tolerância ao stress e retarda a queda das folhas mais velhas (FREITAS, 2010) (apud FUJIOKA & SAAKURAI, 1997). Colli (2012), cita que este tipo de fito hormônio pode ser encontrado em algas, gimnospermas, mono e dicotiledôneas, grãos de pólen, folhas, sementes, frutos, caules e gemas, mas em raízes ainda não há relatos. Os grãos de pólen são considerados as estruturas que apresentam as maiores concentrações de brassinosteróides (BISHOP & KONCZ, 2002).

A partir dos hormônios vegetais são produzidos vários tipos de substâncias e compostos sintéticos, que quando utilizados na planta desempenham a mesma função dos fito hormônios. Went (1957, apud FLOSS, 2011) definiu como regulador de crescimento os compostos sintéticos, e utilizando o termo hormônio somente para as substâncias que são produzidas naturalmente pela planta. O grande desafio da agricultura moderna em termos de produtividade e qualidade dos produtos tem gerado uma grande demanda de estudos e pesquisas em novas tecnologias, o estudo de biorreguladores está focado em elevar produtividade e qualidade, consequentemente agregando valor econômico ao produto final (RODRIGUES et al., 2015).

A couve-flor pertence à família das Brassicaceae. Esta família compreende cerca de 300 gêneros e 3000 espécies, possui relevante importância econômica, e na alimentação animal e humana (SANTOS, 2000). A couve-flor é cultivada no Oriente médio desde a antiguidade, no século XII expandiu-se para as mais diversas regiões do mundo. É bastante cultivada por agricultores familiares em pequenas propriedades, cultura lucrativa mas que em fase de colheita gera grande demanda de mão de obra. O melhor comportamento da couve-flor se dá em solos mais argilosos, que possuam alto teor de matéria orgânica e bem drenados, exigindo pH entre 6,0 e 6,8 os nutrientes que mais influenciam são o Nitrogênio e o Potássio, cultura que necessita de tratos culturais frequentemente (MAY et al., 2007).

Diante do contexto sobre a importância dos fito hormônios no desenvolvimento dos vegetais, objetivou-se a aplicação do fito hormônio brassinolídeo na cultura da couve-flor, onde avaliou-se o número de folhas, peso de massa verde das folhas, peso de massa seca das folhas e peso da inflorescência.


2 MATERIAL E MÉTODOS
O experimento foi conduzido no Hospital São Roque, localizado na Rua Jacob Gremmelmaier, Getúlio Vargas/RS. Getúlio Vargas é um município situado ao norte do estado do Rio Grande do Sul, que pertence à mesorregião Rio-grandense e a microrregião de Erechim (CIDADE BRASIL, 2012). O clima predominante nesta região é o subtropical úmido, com as duas estações bem definidas, verões com temperaturas elevadas e invernos com frio intenso (PERCÍLIA, 2016). O solo é classificado como latossolo vermelho distrófico classe 4, com 69% de argila.

O delineamento experimental utilizado foi inteiramente casualizado, com quatro tratamentos e três repetições. Para a pesquisa utilizou-se o hormônio brassinolídeo do grupo dos brassinosteroides, em três diferentes dosagens mais testemunha, na cultura da couve-flor, variedade Snow®.

Para a implantação do experimento delimitou-se uma área de 62,4 m², subdividida em dois canteiros com dimensões de 26 m de comprimento por 1,2 m de largura (Figura 1), realizou-se a capina manual das plantas infestantes da área demarcada, realizou-se aplicação de 15kg de adubação química NPK de formulação 05-25-25 conforme análise de solo, e 80kg de cama de aviário curtida, distribuídos uniformemente sobre os canteiros, com o auxílio de picaretas de ferro, realizou-se a incorporação dos fertilizantes, revolvimento do solo e o destoroamento, em uma profundidade de até 15cm (Figura 1).

Figura 1- Preparação do canteiro. 1 a: delimitação da área; 1 b: incorporação do fertilizante Foto: DAMETTO, 2016, Getúlio Vargas/RS.

Realizou-se o transplante das mudas na primeira quinzena do mês de agosto a delimitação do espaçamento de 30 cm entre plantas e 30 cm entre fileiras, com o auxílio de uma trena de 5m e linha de nylon (Figura 2 A). Para o transplante realizou-se a abertura de covas, logo após a acomodação das mudas (Figura 2 B), posteriormente realizou-se a rega, a mesma repetiu-se de acordo com as condições climáticas do período (Figura 2 C). Realizou-se a aplicação de nitrogênio em forma de ureia na concentração de 42% após quinze dias do transplante.

Figura 2- Transplante. 2 a: espaçamento; 2 b: transplante das mudas; 2 c: irrigação Foto: BOEIRA, 2016, Getúlio Vargas/RS.


Com o auxílio de uma balança de precisão realizou-se a pesagem do fito hormônio nas quantidades pré-definidas de 1 grama, 0,5 gramas e 0,250 gramas por litro, logo realizou-se a diluição do mesmo em água destilada em garrafa pet (Figura 3 A). Aos 21 dias após o transplante realizou-se a aplicação do fito hormônio via foliar (Figura 3 B), com o auxílio de um pulverizador costal de capacidade de 5 litros (Figura 3 C), realizou-se a aplicação de aproximadamente 10 ml da solução por planta, para isso realizou-se a contagem das borrifadas necessárias para ser alcançado o volume de 10 ml em um recipiente de volume conhecido e graduado.

Figura 3- Aplicação do fito hormônio; 3 a: diluição; 3 b: aplicação; 3 c: pulverizador costal 5 litros Foto: BOEIRA, 2016, Getúlio Vargas/RS.


As avaliações foram realizadas após 21 dias da aplicação, onde realizou-se a coleta de 5 plantas por parcela, totalizando 60 plantas, e identificação de cada planta (Figura 4 A). Em laboratório realizou-se a contagem do número de folhas, massa verde com o auxílio de uma balança de precisão para a pesagem de cada amostra, composta somente pelas folhas (Figura 4 B), após realizou-se a pré-secagem das amostras em temperatura e umidade ambiente por um período de 7 a 10 dias, em laboratório realizou-se a secagem até peso constante em estufa à 40ºC, em seguida realizou-se a pesagem em balança de precisão avaliando assim a massa seca (Figura 4 C).

Figura 4- Avaliações; 4 a: coleta e identificação das amostras; 4 b: pesagem massa verde; 4 c: pesagem massa seca Foto: KLINKOSKI, 2016, Getúlio Vargas/RS.


Com o início da formação de cabeças, após 51 dias da aplicação realizou-se a avaliação do peso das cabeças (Figura 5 A), coletou-se 2 amostras por repetição, totalizando 24 amostras, em laboratório realizou-se a pesagem em balança de precisão (Figura 5 B).

Figura 5: Avaliações; 5 a: coleta da amostra; 5 b: pesagem da amostra; Foto: OLIVERIA, 2016, Getúlio Vargas/RS.


Para qualificar os dados coletados em todas as concentrações, realizou-se o teste F e quando significativo às médias foram comparadas pelo teste de Tukey (5%) de probabilidade de erro.

3 RESULTADOS E ANÁLISE
A aplicação do fito hormônio brassinolídeo em quatro diferentes doses não obteve-se diferenças significativas nos testes estatísticos. Mas observou-se que nas avaliações realizadas de peso de massa verde (Tabela 1), peso de massa seca (Tabela 2), número de folhas (Tabela 3) e peso de inflorescência (Tabela 4) o tratamento com a maior concentração do fito hormônio, 1 g/L de H2O foi superior aos demais tratamentos nos dados coletados, porém não obteve diferença estatística.

Analisando a Tabela 1, percebe-se que não houve diferença estatística significativa. Resultado este diferente do encontrado por Larré et al. (2009) em testes com dois lotes de semente de arroz cultivar IRGA 422CL, onde as menores concentrações de 24-epibrassinolídeo foram capazes de estimular e as maiores concentrações de inibir o crescimento da raiz.

Tabela 1 – Peso de massa das folhas? Getúlio Vargas/RS.


Tratamento

Médias

Testemunha

318.25330 ns*

0,250g

284.78670

0,5g

1g


344.10670

379.60670



Coeficiente de variação (%)

23,92%

As médias seguidas pela mesma letra não diferem estatisticamente entre si. Foi aplicado o este o de Tukey ao nível de 5% de probabilidade.

*Não significativo


Ao observar a Tabela 2, percebe-se que não houve diferença significativa pata massa seca de folhas. A aplicação dos brassinosteróides apresentam pouco efeito em uma lavoura sob condições ótimas. Contudo, em uma cultura sob condições de estresse, a aplicação de BR apresenta efeitos drásticos na produtividade (IKEKAWA & ZHAO, 1991). Para aplicação de qualquer produto via foliar vários fatores são relevantes como o tipo de folha, condições climáticas e absorção do produto.
Tabela 2 – Peso de massa seca das folhas, Getúlio Vargas/RS.

Tratamento

Médias

Testemunha

43.14333 ns*

0,250g

36.21000

0,5g

1g


40.43333

52.59656



Coeficiente de variação (%)

29%

As médias seguidas pela mesma letra não diferem estatisticamente entre si. Foi aplicado o este o de Tukey ao nível de 5% de probabilidade.

*Não significativo


A Tabela 3 apresenta o número de folhas, na qual observou-se que não obteve diferença significativa. A cultura da couve flor implantada não sofreu nenhum tipo de stress abiótico relevante como frio intenso, geadas ou stress hídrico. Quando os intervalos entre as chuvas não eram frequentes foram realizadas regas periódicas para suprir a falta de água. As temperaturas neste período entre agosto a outubro estiveram dentro das Normais Climatológicas. Como o uso de brassinosteróides confere certa resistência a esses fatores abióticos, tornou se sem validade a avaliação de possíveis efeitos na indução de resistência de plantas a esses fatores. A ação dos brassinosteróides nos efeitos de indução de resistência, quando tratadas, parece que ativam os mecanismos de defesa nas plantas cultivadas (ROTH, FRIEBE, SCHNABL 2000). Zhang et al. (2008) constatou que folhas de soja tratadas com brassinosteróides submetidas a déficit hídrico, possuem incremento na produção quântica máxima do fotossistema II, além do aumento da atividade da rubisco, do conteúdo de água, açúcares solúveis e prolina, também foi verificada maior ativação das enzimas peroxidase e superóxido dismutase, quando comparadas com a testemunha. Taiz & Zeiger (2013) verificaram aumento de até 25% no peso das folhas de alface e aumento no peso de sementes de feijoeiro em 45%.
Tabela 3 – Número de folhas, Getúlio Vargas/RS.

Tratamento

Médias

Testemunha

11.33333 ns*

0,250g

11,20000

0,5g

1g


11,93333

12,53333


Coeficiente de variação (%)

9,09%

As médias seguidas pela mesma letra não diferem estatisticamente entre si. Foi aplicado o este o de Tukey ao nível de 5% de probabilidade.

*Não significativo


Não houve diferença significativa para peso de cabeça (Tabela 4). Apesar de não ser significativo pelo teste de Tukey, houve uma maior variação entre todos os itens avaliados. Ficou notório a diferença visual entre os dois canteiros no desenvolvimento da cultura da couve flor. A possível causa refere-se à fertilidade do solo. Mesmo adicionando adubo químico e orgânico uniformemente não foi conseguido homogeneidade entre os canteiros, devido ao seu comprimento e possíveis adubações e exploração de culturas anteriores.

Tabela 4 – Peso da cabeça, Getúlio Vargas/RS.



Tratamento

Médias

Testemunha

1281,940 ns*

0,250g

1427,603

0,5g

1g


1394,837

1530,463



Coeficiente de variação (%)

20,91%

As médias seguidas pela mesma letra não diferem estatisticamente entre si. Foi aplicado o este o de Tukey ao nível de 5% de probabilidade.

*Não significativo


Os Brassinosteróides são considerados promotores potentes do crescimento e desenvolvimento de raízes, isso devido também a possíveis interações com outros hormônios relacionados à expansão celular, como é o caso das auxinas (FAGAN, 2015).

Alguns trabalhos têm relatados efeitos positivos do uso de brassinosteróides via folear em plantas, ocasionando redução de agentes patogênicos como Phytophthora infestans (VASYUKOVA et al.,1994).

Korableva et al. (2002) verificaram que a utilização de 24-epibrassinolídeo incrementou a produção de etileno nas gemas de tubérculos de batata. Verificou também um decréscimo de volume e de número de vacúolos por célula. Essas alterações tornaram os tubérculos mais resistentes à infecção de Phytophthora infestans. Os efeitos fisiológicos positivos e esperados do uso de Brassinosteróides para as avaliações das inflorescências da couve flor não teve resultados significativos, quando comparadas a resistência a fungos patogênicos avaliados em outras culturas como da batata.

Ao observar os resultados encontrados, acredita-se que a concentração foi inferior ao necessário pela planta, desta forma sugere-se em estudos futuros utilizar concentrações acima de 1g.


4 CONCLUSÃO
Conclui-se que a concentração foi inferior ao necessário pela planta, desta forma sugere-se em estudos futuros utilizar concentrações acima de 1g para esta cultura. Para se obter respostas significativas a cultura analisada precisa estar em condições de estresse, para os brassinosteróides mostrarem seus efeitos fisiológicos.

5 REFERÊNCIAS

AMARAL, L. I. V. do. Os hormônios Vegetais. S.D.

COSTA, R. C. L. da C.. Outros Hormônios Vegetais: Brassinosteróides. Poliaminas, Ácido Jasmônico e Salicílico. Ufra. S.D..

BISHOP, G, J. KONCZ, C. Brassinosteroids and plant steroid hormone signaling. The plant Cell, v.14, n. supplement l, p. S97-S110, 2002.

CIDADE BRASIL. " Município de Getúlio Vargas". Disponível em < http://www.cidade-brasil.com.br/municipio-getulio-vargas.html>. Acesso em 20 de novembro de 2016.

COLLI, S. Outros reguladores: Brassinosteróides, Poliaminas, Ácidos Jasmonico e Salicílico. In: KERBAUY, G. B. Fisiologia Vegetal. 2ª edição. Rio de Janeiro, 2012.

FAGAN, E.B., ONO, E.O., RODRIGUES, J.D., CHALFUN JÚNIOR, A. DOURADO NETO, D., Fisiologia Vegetal: Reguladores Vegetais. Editora Andrei. Piracicaba,2015.

FREITAS, S. de J.. Brassinosteróides e adubação no desenvolvimento, Crescimento e nutrição de mudas de abacaxizeiro. UNIVERSIDADE ESTADUAL DO NORTE FLUMINENSE DARCY RIBEIRO. Campos Dos Goytacazes, RJ, 2010.

FLOSS, E. L. Fisiologia das plantas cultivadas: o estudo está por trás do que se vê. 5. Ed. Passo Fundo, Editora: Universidade de Passo Fundo, 2011.

IKEKAWA, N., ZHAO, Y., (1991) Application of 24-epibrassinolide in agriculture. In Brassinosteroids: Chemistry, bioactivity, and applications, H.G. Cutler, T. Yokota, and G. Adam, Eds., Americam Chemical Society, Washington, D.C., PP. 280-291.


LARRÉ, C. F.; MORAES, D. M.; LOPES, N. F. Potencial fisiológico de dois lotes de sementes de arroz tratadas com 24-epibrassinolídeo. Revista brasileira de sementes. Vol. 31, n.4, p. 27-35, 2009.

KOROBLEVA. N.P., PLATONOVA, T.A., DOGONADZE, M.Z., EUSUNIA, A.S., Brassinolide effect on growth of apical meristem, ethylene production, and abscisic acid content in potato tubers. Biologia Plantarum, v.45, p. 39-42. 2002.

MAGALHÃES, B. S. N.; VIEIRA, M. C. R. Hormônios Vegetais. Projeto Fundão, Biologia. Universidade do Brasil, 2008. Disponível em: < http://www.projetofundao.ufrj.br/biologia/images/materiais/hormonios_vegetais_mariana_cabrera_barbara_neil.pdf>. Acesso em: 19 de Novembro de 2016.

MAY, A.; TIVELLI, S. W.; VARGAS, P. F.; SAMRA, A. G.; SACCONI, L. V.; PINHEIRO, M. Q. A cultura da couve-flor. Campinas: Instituto Agronômico, 2007. Disponível em: http://www.iac.sp.gov.br/publicacoes/publicacoes_online/pdf/tecnico200.pdf Acesso em: 02 de Novembro de 2016.

PERCÍLIA, Eliene. "Aspectos naturais do Rio Grande do Sul"; Brasil Escola. Disponível em . Acesso em 01 de outubro de 2016.

RODRIGUES, J. D.; RODRIGUES, L. F. O. S.; WEBER, R. E. H. Biorreguladores em hortaliças e frutas. Campo & Negócios. Março de 2015. Disponível em: . Acesso em: 02 de Novembro de 2016.

ROTH, U., FRIEB, A., SCHNABL, H. Resisteance induction in plants by a brassinosteroid-containig extract of lychnis viscaria L Zeitschrift fur Naturforschung, v. 55C,p. 552-559,2000

SANTOS, M. A. T. Caracterização química das folhas de brócolo e couve-flor (Brassica oleracea L.) para utilização na alimentação humana. UFLA. Lavras, MG, 2000.

TAIZ, L., ZEIGER, E., Fisiologia Vegetal (Tradução: Armando Molina Divam Júnior ...et al.) revisão técnica: Paulo Luiz de Oliveira. - 5ª Ed. - (Porto Alegre: Artmed, 2013)

VASYUKOVA, N, J., CHALENKO, G.I., KANEVA, I.M, KHRIPACH, V.A.brassinosteroids and potato blight. Applied Biochemistry and Microbiology, v. 30, p. 464-470, 1994.


ZHANG, Z., ZHAI, Z., TIAN, X., DUAN, L., LI, Z., Brassinolide alleviated the adverse effect of water déficits on photosynthesis and the antioxidant of soyben (glycine Max. L). Journal of plant growt Regulation, v.56, p. 257-264, 2008


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