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ESTADO DE MATO GROSSO

SECRETARIA DE ESTADO DE CIÊNCIA, TECNOLOGIA E EDUCAÇÃO SUPERIOR

UNIVERSIDADE DO ESTADO DE MATO GROSSO

DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS JURÍDICAS


Curso: DIREITO 2º SEMESTRE

Disciplina Sociologia Geral e Jurídica

Professor Antonio Armando Ulian do Lago Albuquerque


Semestre Letivo/Ano: 1/2011 Carga Horária: 60 H/A





PLANO DE ENSINO










EMENTA

A compreensão do que envolve a interpretação sociológica no mundo perpassa pelas principais construções clássicas a respeito dos fatos, homens e organização social, bem como seus limites para a sociedade complexa informacional, multicultural de hoje. Por essa razão é necessário desenvolver uma análise epistemológica da construção sociológica e da sociologia jurídica, de modo a promover a localização no espaço e tempo de uma interpretação. Qual o objeto, o método, os sujeitos investigadores de uma sociologia geral e jurídica do tempo presente? A que ela se direciona? Quais são seus limites? Essas indagações estão associadas aos próprios limites do conhecimento científico. A introdução ao contexto histórico do qual surgiu a Sociologia do Direito e seus principais artífices contribuirá para a localização e tomada de posição dos estudantes quanto a interpretação mais próxima de suas próprias realidades. Pretende-se, portanto, apresentar os principais quadros teóricos referenciais para o estudo da relação Direito e Sociedade, tendo como expressão os sociólogos Émile Durkhein, Georges Gurvitch, Eugen Ehrlich, Max Weber e Karl Marx, Na contemporaneidade é importante introduzir as principais idéias sociológicas existentes, nas quais possuem como intérpretes Jürgen Habermas, Niklas Luhmann, Pierre Bourdieu e Boaventura de Sousa Santos. No contexto do Brasil não se pode olvidar das clássicas contribuições de Florestan Fernandes e Roberto Lyra Filho. Por isso mesmo a interpretação desses cientistas serão consideradas de modo introdutório para situar os estudantes sobre a história social e política do Brasil. Atualmente exercem trabalhos importantes e referenciais, no Brasil, Edmundo Lima de Arruda Junior e Roberto Armando Ramos de Aguiar. O curso de Sociologia Geral e Jurídica oportunizará um panorama histórico sobre as principais interpretações sociológicas a respeito do mundo e do Brasil, a partir de pensadores clássicos e contemporâneos, respectivamente.



CONTEÚDO PROGRAMÁTICO




METODOLOGIA



Técnicas:

O processo de ensino-aprendizagem demanda técnicas próprias para auxiliar o desenvolvimento dessa relação dialógica, tornando-a mais próxima da experiência horizontal entre aluno-professor-sociedade/sociedade-professor-aluno. Nesta perspectiva, serão utilizados: aulas expositivas, seminários, dinâmicas de grupo e fichamentos.


Recursos:

Bibliografia previamente indicada, filmes, aulas expositivas-dialógicas, seminários, data-show.


OBJETIVOS
Objetiva-se com a disciplina Sociologia Geral e Jurídica oportunizar um espaço de diálogo sobre as principais teorias sociológicas clássicas e atuais, pautando-se na reflexão dos fatos cotidianos que afligem os estudantes e sociedade. Ao terminar a disciplina objetiva-se que o estudante consiga interpretar textos sociológicos identificando as correntes de pensamentos de seus autores e a efetividade na análise dos fatos sociais atuais como, por exemplo, a partir da sociologia da desviação de Howard Becker promover análise sobre as drogas na sociedade.
AVALIAÇÃO
Definição de Seminário: atualmente, em todos os meios, sejam acadêmicos, sociais, publicitários ou negociais, são comuns o desenvolvimento de pesquisa e a apresentação dos resultados a um público, seja em razão de levantamento de campo para implantação de uma empresa, seja em apresentação de pesquisa acadêmica ou em convencimento de um público a respeito das suas ideias etc. Esse tipo de atividade, seminário, conduz a uma adequação da oralidade frente ao público, promovendo um equilíbrio entre a dinâmica de exposição e o conteúdo refletido.

Como o seminário é um gênero oral, ele só se realiza plenamente quando é apresentado numa situação concreta de interação entre todos os participantes. Entretanto, não se trata tão-apenas de utilização da retórica por meio da oralidade. Pressuposto para uma oralidade e exposição eficiente, convincente e argumentativa, é o domínio do conteúdo que se expõe.

Para a produção de um seminário é necessária uma organização prévia, que envolve várias etapas. A primeira é a pesquisa sob o tema proposto para coletar dados para a exposição. Por essa razão durante as três primeiras semanas de aula o orientador/professor/tutor da disciplina expõe a organização do seminário, as temáticas, explicando parte do conteúdo de forma introdutória, com isso concede tempo hábil de um mês para que o primeiro grupo prepare o 1º seminário e os demais estudantes leiam e estudem os textos referenciais para discussão em sala.
Técnicas e critérios de avaliação:

A avaliação compreenderá: a) a análise continuada sobre a leitura e compreensão de textos sobre a Sociologia Geral e Jurídica e a realidade contemporânea; a produção teórica criativa; a objetividade e clareza na utilização da linguagem; argumentação, raciocínio persuasivo crítico, ainda que "errôneo", sobre o fenômeno sócio-político e jurídico. A efetiva participação zetética em sala de aula.

Por zetética compreende-se a constante perquirição sobre os assuntos apresentados, consistindo na argumentação que desintegra, dissolve as opiniões prontas e acabadas, colocando-as em dúvida.
As avaliações:

Serão realizadas 4 avaliações conforme modelo de avaliação de Seminários disposto em http://maldeiaexploratoria.wordpress.com/downloaldeiando. Dividida em 4 partes, a PRIMEIRA compreende a avaliação do Seminário de forma coletiva da sala de aula, tendo 4 subitens: a) presença, b) contribuições com conteúdo, c) ética e cooperação, d) verificação de leitura. A SEGUNDA é a apresentação do Seminário quanto a forma, compreendendo 4 subitens, subdivididos em quatro critérios: a) metodologia e didática, b) motivação, c) exposição, d) tempo. A TERCEIRA é a avaliação da apresentação quanto ao conteúdo, dividida em 4 subitens, disposto em 4 critérios: a) interação e cooperação, b) estrutura e organização do conteúdo, c) qualidade do material utilizado, d) domínio de conteúdo. Por fim, a QUARTA é uma auto-avaliação. Maiores esclarecimentos estão dispostos no documento para download explicando o que é um seminário, bem como o conteúdo a ser trabalhado e a forma avaliativa.


CRONOGRAMA, SESSÕES E TEMÁTICAS
Fevereiro: 14 (2), 15(2), 21(2), 22(2), 28(2)

Março: 1(2), 7(2), 8(2), 14(2) 15(2), 21(2), 22(2), 28(2), 29(2)

Abril: 4(2), 5(2), 11(2), 12(2), 18(2), 19(2), 25(2), 26(2)

Maio: 2(2), 3(2), 9(2), 10(2), 16(2), 17(2), 23(2), 24(2), 30(2), 31(2)

Junho: 6(2), 7(2), 13(2), 14(2), 20(2), 21(2), 27(2), 28(2) = aulas em excesso

Julho: 4(2 – provas finais – fim de semestre)


1ª SESSÃO (GRUPO 1)

Temática: História, conceito e objeto da Sociologia. Métodos sociológicos.

Textos:

  1. HORGAN, John. O fim da ciência: uma discussão sobre os limites do conhecimento científico. São Paulo: Cia das Letras, 1998, p. 181-199.

  2. MACHADO NETO, Antônio Luis, Sociologia Jurídica. São Paulo: Saraiva, 1987, p. 1-23; p. 50-91.

  3. IANNI, Octavio. (Org.). Florestan Fernandes: sociologia crítica e militante. São Paulo: Expressão Popular, 2004, p. 77-122.

  4. SOUTO, Cláudio e FALCÃO, Joaquim. Sociologia e Direito. Textos Básicos para a Disciplina de Sociologia Jurídica. São Paulo: Pioneira, 1999, p. 3-31.

Data: 14/03/2011

Estudantes:
2ª SESSÃO (GRUPO 2)

Temática: Arquitetos do saber sócio-jurídico: Émile Durkhein

Textos:

  1. MACHADO NETO, Antônio Luis, Sociologia Jurídica. São Paulo: Saraiva, 1987, p. 93-110.

  2. SOUTO, Cláudio e FALCÃO, Joaquim. Sociologia e Direito. Textos Básicos para a Disciplina de Sociologia Jurídica. São Paulo: Pioneira, 1999, p. 99-108.

  3. DURKHEIN, Émile. As regras do método sociológico. São Paulo: Martin Claret, 2002, p. 31-90.

  4. DURKHEIN, Émile. Da divisão do trabalho social. São Paulo: Martins Fontes, 1999, p. 13-110.

Data: 21/03/2011 e 22/03/2011

Estudantes:
3ª SESSÃO (GRUPO 3)

Temática: Arquitetos do saber sócio-jurídico: Georges Gurvitch

Textos:

  1. GURVITCH, Georges. Sociologia Jurídica. Rio de Janeiro: Kosmos, p. 238-296.

Data: 29/03/2011

Estudantes:
4ª SESSÃO (GRUPO 4)

Temática: Arquitetos do saber sócio-jurídico: Georges Gurvitch

Textos:

  1. GURVITCH, Georges. Sociologia Jurídica. Rio de Janeiro: Kosmos, p. 297-327.

Data: 05/04/2011

Estudantes:
5ª SESSÃO (GRUPO 5)

Temática: Arquitetos do saber sócio-jurídico: Georges Gurvitch

Textos:

  1. GURVITCH, Georges. Sociologia Jurídica. Rio de Janeiro: Kosmos, p. 328-345.

Data: 11/04/2011

Estudantes:
6ª SESSÃO (GRUPO 6)

Temática: Arquitetos do saber sócio-jurídico: Eugen Ehrlich

Textos:

  1. LAGO ALBUQUERQUE, Antonio Armando Ulian do. A Sociologia Jurídica de Eugen Ehrlich e sua influência na interpretação constitucional. Porto Alegre: Sérgio Antonio Fabris Editor, 2008.

Data: 18/04/2011 e 19/04/2011

Estudantes:
7ª SESSÃO (GRUPO 7)

Temática: Arquitetos do saber sócio-jurídico: Max Weber

Textos:

  1. WEBER, Max. Economia e sociedade: fundamentos da sociologia compreensiva. Brasília: UNB, p. 1-85.

Data: 26/04/2011

Estudantes:
8ª SESSÃO (GRUPO 8)

Temática: Arquitetos do saber sócio-jurídico: Max Weber

Textos:

  1. WEBER, Max. Economia e sociedade: fundamentos da sociologia compreensiva. Brasília: UNB, p.86-153.

Data: 03/05/2011

Estudantes:
9ª SESSÃO (GRUPO 9)

Temática: Arquitetos do saber sócio-jurídico: Karl Marx

Textos:

  1. POGREBINSCHI, Thamy. O enigma do político: Marx contra a política moderna. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2009, p. 35-111.

  2. GOMES, Orlando. Raízes históricas e sociológicas do código civil brasileiro. São Paulo: Martins Fontes, 2003, p. 53-90.

  3. MARX, Karl; ENGELS, Friedrich. A ideologia alemã. São Paulo: Hucitec, 1991, p. 23-109.

  4. LEFEBVRE, Henri. O marxismo. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 1988, p. 55-67.

  5. KONDER, Leandro. Marx: vida e obra. Rio de Janeiro: José Álvaro Editor, 1968.

Data: 09/05/2011 e 10/05/2011

Estudantes:
10ª SESSÃO (GRUPO 10)

Temática: Arquitetos do saber sócio-jurídico: Jürgen Habermas

Textos:

  1. HABERMAS, Jurgen. A inclusão do outro: estudos de teoria política. São Paulo: Edições Loyola, 2002, p. 229-297

  2. NEVES, Marcelo. “Do consenso ao dissenso: o Estado democrático de Direito a partir e além de Habermas”. In: SOUZA, Jessé. (Org.). Democracia hoje: novos desafios para a teoria democrática contemporânea. Brasília: UNB, 2001, p. 111-163.

Data: 17/05/2011

Estudantes:
11ª SESSÃO (GRUPO 11)

Temática: Arquitetos do saber sócio-jurídico: Niklas Luhmann

Textos:

  1. SOUTO, Cláudio e FALCÃO, Joaquim. Sociologia e Direito. Textos Básicos para a Disciplina de Sociologia Jurídica. São Paulo: Pioneira, 1999, p. 129-137.

  2. LUHMANN, Niklas. El derecho de la sociedad. Versão 5.0, de 13/01/2003; versão 4.4, de 24/11/2002; versão 1.5, de 18/11/02 - formatação eletrônica – João Protásio Farias Domingues de Vargas e Marjorie Corrêa Marona. E-book, p. 400-428.

Data: 23/05/2011 e 24/05/2011

Estudantes:
12ª SESSÃO (GRUPO 12)

Temática: Arquitetos do saber sócio-jurídico: Pierre Bordieu

Textos:

  1. BORDIEU, Pierre. Razões práticas: sobre a teoria da ação. Campinas, SP: Papirus editora, 1997, p. 13-73.

  2. BORDIEU, Pierre. O poder simbólico. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2007, p. 07-58.

Data: 30/05/2011

Estudantes:
13ª SESSÃO (GRUPO 13)

Temática: Arquitetos do saber sócio-jurídico: Boaventura de Sousa Santos

Textos:

  1. SOUTO, Cláudio e FALCÃO, Joaquim. Sociologia e Direito. Textos Básicos para a Disciplina de Sociologia Jurídica. São Paulo: Pioneira, 1999, p. 87-95.

  2. SANTOS, Booaventura de Sousa. “Por uma concepção multicultural de Direitos Humanos.” In: Revista Crítica de Ciências Sociais. n. 48, 1997, p. 11-32.

Data: 31/05/2011

Estudantes:
14ª SESSÃO (GRUPO 14)

Temática: A sociedade escravista no Brasil por Florestan Fernandes

Textos:

  1. IANNI, Octavio. (Org.). Florestan Fernandes: sociologia crítica e militante. São Paulo: Expressão Popular, 2004, p. 359-423.

Data: 06/06/2011

Estudantes:
15ª SESSÃO (GRUPO 15)

Temática: A dialética do Direito de Roberto Lyra Filho

Textos:

  1. SOUTO, Cláudio e FALCÃO, Joaquim. Sociologia e Direito. Textos Básicos para a Disciplina de Sociologia Jurídica. São Paulo: Pioneira, 1999, p. 57-64.

  2. LYRA FILHO, Roberto. O que é Direito. São Paulo: Brasiliense, 1991.

Data: 07/06/2011

Estudantes:
16ª SESSÃO (GRUPO 16)

Temática: O moderno e o pós-moderno no direito por Edmundo Lima de Arruda Junior

Textos:

  1. SOUTO, Cláudio e FALCÃO, Joaquim. Sociologia e Direito. Textos Básicos para a Disciplina de Sociologia Jurídica. São Paulo: Pioneira, 1999, p. 247-254.

  2. ARRUDA JUNIOR, Edmundo Lima de. Direito, Marxismo e Liberalismo: ensaios para uma sociologia crítica do Direito. Florianópolis: CESUSC, 2001, p. 11-59.

Data: 13/06/2011

Estudantes:
17ª SESSÃO (GRUPO 17)

Temática: A sociologia jurídica de Roberto Armando Ramos de Aguiar

Textos:

  1. AGUIAR, Roberto Armando Ramos de. Direito, poder e opressão. São Paulo: Alfa-Omega, 1990.

Data: 14/06/2011

Estudantes:
18ª SESSÃO

Temática: Auto-avaliação

Data: 20/06/2011

Estudantes:

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

LYRA FILHO, Roberto. O que é Direito. São Paulo: Brasiliense, 1991.

LAGO ALBUQUERQUE, Antonio Armando Ulian. A Sociologia Jurídica de Eugen Ehrlich e sua influência na interpretação constitucional. Sérgio Antonio Fabris Editor, 2008.

HORGAN, John. O fim da ciência: uma discussão sobre os limites do conhecimento científico. São Paulo: Cia das Letras, 1998.

MACHADO NETO, Antônio Luis, Sociologia Jurídica. São Paulo: Saraiva, 1987.

IANNI, Octavio. (Org.). Florestan Fernandes: sociologia crítica e militante. São Paulo: Expressão Popular, 2004.

SOUTO, Cláudio e FALCÃO, Joaquim. Sociologia e Direito. Textos Básicos para a Disciplina de Sociologia Jurídica. São Paulo: Pioneira, 1999.



DURKHEIN, Émile. As regras do método sociológico. São Paulo: Martin Claret, 2002.

DURKHEIN, Émile. Da divisão do trabalho social. São Paulo: Martins Fontes, 1999..

GURVITCH, Georges. Sociologia Jurídica. Rio de Janeiro: Kosmos,.

WEBER, Max. Economia e sociedade: fundamentos da sociologia compreensiva. Brasília: UNB.

POGREBINSCHI, Thamy. O enigma do político: Marx contra a política moderna. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2009.

GOMES, Orlando. Raízes históricas e sociológicas do código civil brasileiro. São Paulo: Martins Fontes, 2003.

MARX, Karl; ENGELS, Friedrich. A ideologia alemã. São Paulo: Hucitec, 1991.

LEFEBVRE, Henri. O marxismo. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 1988.

KONDER, Leandro. Marx: vida e obra. Rio de Janeiro: José Álvaro Editor, 1968.

HABERMAS, Jurgen. A inclusão do outro: estudos de teoria política. São Paulo: Edições Loyola, 2002.

LUHMANN, Niklas. El derecho de la sociedad. Versão 5.0, de 13/01/2003; versão 4.4, de 24/11/2002; versão 1.5, de 18/11/02 - formatação eletrônica – João Protásio Farias Domingues de Vargas e Marjorie Corrêa Marona. E-book.

BORDIEU, Pierre. Razões práticas: sobre a teoria da ação. Campinas, SP: Papirus editora, 1997.

BOURDIEU, Pierre. O poder simbólico. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2007.

SANTOS, Booaventura de Sousa. “Por uma concepção multicultural de Direitos Humanos.” In: Revista Crítica de Ciências Sociais. n. 48.

ARRUDA JUNIOR, Edmundo Lima de. Direito, Marxismo e Liberalismo: ensaios para uma sociologia crítica do Direito. Florianópolis: CESUSC, 2001.



AGUIAR, Roberto Armando Ramos de. Direito, poder e opressão. São Paulo: Alfa-Omega, 1990.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR



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GOLDTHORPE, J. E. Sociologia e antropologia social: uma introdução. Rio de Janeiro : Zahar, 1977.

GRAMSCI, Antonio. Concepção dialética da história. 9ª ed. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1991.

________. Os intelectuais e a organização da cultura. 8ª ed. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1991.

GUARESCHI, Pedrinho, Sociologia crítica: alternativas de mudança. Porto Alegre: Mundo Jovem, 1997.

GIDDENS, Anthony.. Sociologia: uma breve porem critica introdução. Rio de Janeiro: Zahar, 1984.

HABERMAS, Jürgen. A crise de legitimação no capitalismo tardio. Trad. V. Chacon. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro, 1980.

HOBSBAWM, Eric. Era dos Extremos: o breve século XX: 1914-1991. 2ª ed. São Paulo: Companhia das Letras, 1997.

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_____. A Era do Globalismo. 3ª ed. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1997.

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KANT DE LIMA, Roberto (org.) Antropologia e Direitos Humanos 2. Niterói: EdUFF,2003.

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LUHMANN Niklas. Legitimação pelo Procedimento. Brasília: Editora da Universidade de Brasília, 1980.

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